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Lição 11                                                                                                8 a 15 de dezembro
                                                            A vida cristã




Sábado à tarde                                                                                      Ano Bíblico: 1 Timóteo

VERSO PARA MEMORIZAR: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos
irmãos” (1Jo 3:16).

Leituras da semana: Dt 8:11-17; Fp 2:3, 4; 1Co 15:51, 52; Ap 22:1-5; Mt 22:39; Gn 2:21-25

Pensamento-chave: Qualquer um pode dizer que é cristão. Porém, o que isso significa, em termos práticos?

“Meus irmãos, qual é o proveito, se você disser que tem fé, mas não mostrá-la por suas obras? Pode esse tipo de fé
salvar alguém?” (Tg 2:14, New Living Translation [tradução nossa]).

A Bíblia enfatiza a “sã doutrina”, mas essa ênfase está no contexto de uma vida santa ( 1Tm 1:10; Tt 2:1-5), a fim de
salientar que o verdadeiro objetivo do ensino bíblico é uma vida ética, manifestada nas obrigações para com os outros.
Na verdade, os textos de Timóteo e Tito ligam a sã doutrina com a vida correta, como se a vida correta fosse em si
mesma a sã doutrina!

impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina, (1 Tim. 1:10)

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos,
sadios na fé, no amor e na constância. Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder,
não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a
amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para
que a palavra de Deus não seja difamada. (Tito 2:1-5)

O cristão é salvo a fim de ser um agente de Deus para a salvação e o bem dos semelhantes, em meio ao grande conflito
entre o bem e o mal. A expressão “mente tão voltada para o Céu que não tem utilidade para a Terra”, por mais que seja
um clichê, representa uma realidade que os cristãos precisam evitar. Certamente, o Céu é nosso lar definitivo, mas por
enquanto, estamos ainda na Terra e precisamos saber como viver aqui.

Nesta semana, estudaremos como algumas práticas cristãs devem se manifestar em nossa vida.

Domingo                                                             Ano Bíblico: 2 Timóteo

Mordomia

Quando pensamos sobre a salvação sendo traduzida no serviço aos outros, não podemos evitar o conceito cristão de
mordomia. A Enciclopédia Adventista do Sétimo Dia define “mordomia” como “a responsabilidade do povo de Deus para
com tudo que Deus lhes confiou, e o uso dessas coisas: a vida, o corpo, tempo, talentos e habilidades, bens materiais,
oportunidades de ser útil aos outros e o conhecimento da verdade”.

1. Na vida diária, como posso manifestar os maravilhosos princípios ensinados nos textos abaixo? Como essas verdades
devem influenciar minha maneira de viver e de me relacionar com os outros, com Deus e com os dons concedidos por
Ele? Dt 8:11-17 | Sl 24:1 | Fp 2:3, 4 | 1Jo 3:16

Guarda-te não te esqueças do SENHOR, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus
estatutos, que hoje te ordeno; para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres
edificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua
prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração, e te esqueças do SENHOR, teu Deus, que
te tirou da terra do Egito, da casa da servidão, que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentes
abrasadoras, de escorpiões e de secura, em que não havia água; e te fez sair água da pederneira; que no deserto te


                                                          ramos@advir.com
sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem. Não digas,
pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. (Deut. 8:11-17)

Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. (Sal. 24:1)

Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.
Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filip. 2:3-4)

Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16)

A Bíblia ensina que o propósito fundamental de toda a criação de Deus é glorificá-Lo. O pecado arruinou essa realidade
de modo muito profundo, mas Deus dirigiu Sua ação salvadora para nós, a fim de nos levar a participar novamente, com
toda a criação, da glorificação a Deus. Cristo nos comprou por causa da glória de Deus ( Ef 1:11-14). Quando reconhecemos
em palavras e atos o completo domínio de Cristo sobre nossa vida, glorificamos a Deus. A completa expressão do
senhorio de Cristo sobre nossa vida envolve nosso serviço em favor dos outros, por meio do uso do tempo, talentos,
habilidades e bens materiais.

nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas
conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em
Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele
também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua
propriedade, em louvor da sua glória. (Efés. 1:11-14)

Leia novamente os textos para hoje. Quais deles tocam mais seu coração, e por quê? O que o motiva a viver buscando o
bem dos outros, bem como o seu próprio? Por que a dedicação da vida aos outros é tão importante para a
espiritualidade?

Segunda                                                     Ano Bíblico: Tito

Dízimo: uma pequena parte

“O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimos
dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro” (Ne 10:38); “O povo de Israel e os levitas deverão
entregar as contribuições...” (Ne 10:39, NTLH).

Pense na brevidade da vida, pense na absoluta inevitabilidade da morte (a menos que Cristo volte antes que ela ocorra).
Pense no que significaria se, como muitos acreditam, a sepultura fosse o fim de tudo. Você está aqui, um espasmo de
metabolismo celular que vive sua história (muitas vezes com dor, sofrimento e medo), e depois termina. De uma forma
ou de outra, quando todas essas células morrem, nada resta, a não ser o corpo, no qual os bichos e bactérias se
alimentam, até que eles também morrem.

Com esse destino, em um Universo tão imenso, parece que nosso planeta, e ainda mais nossa vida individual, são tão
insignificantes como se não fossem nada além de uma piada cruel, que a maioria não acha engraçada.

Em contraste com esse cenário, considere o que recebemos em Cristo. Pense no que foi oferecido a nós por meio de
Jesus. Medite no que o plano da salvação nos diz sobre nosso valor, e sobre o que foi feito por nós para que não
tivéssemos que enfrentar o destino descrito acima.

2. O que recebemos em Cristo? O que essas coisas devem significar para nós? Como essas promessas devem afetar cada
aspecto da nossa existência? 1Co 15:51, 52; Ap 21:4; Gl 3:13; Ef 1:6, 7; Ap 22:1-5

Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e
fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos
transformados. (1 Cor. 15:51-52)

E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as
primeiras coisas passaram. (Apoc. 21:4)

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo
aquele que for pendurado em madeiro), (Gál. 3:13)

para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu
sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, (Efés. 1:6-7)

Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua
praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês,
e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e
do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. Então, já não haverá
noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão
pelos séculos dos séculos. (Apoc. 22:1-5)

“Falo do sistema do dízimo. Contudo, como me parece mesquinho à mente! Quão pequeno o preço! Como é inútil o
esforço de medir com regras matemáticas o tempo, dinheiro e amor em face de um amor e sacrifício incomensuráveis e
que não se podem avaliar. Dízimos para Cristo! Oh, mesquinha esmola, vergonhosa recompensa por aquilo que tanto


                                                   ramos@advir.com
custou. Da cruz do Calvário, Cristo pede uma entrega incondicional” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 119,
120).

Depois de tudo que Cristo fez em seu favor, você não pode exercer fé suficiente e devolver a Ele uma pequena parte do
que você recebeu?

Terça                                                           Ano Bíblico: Filemon

A responsabilidade para consigo mesmo

Jesus disse com muita clareza: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39). Um texto muito interessante, à luz da
ideia de que, muitas vezes, consideramos o amor a si mesmo como o ponto mais alto de tudo o que se opõe tanto ao
cristianismo quanto à ideia do verdadeiro altruísmo.

3. O que Jesus quis dizer com essas palavras? Como podemos interpretá-las e aplicá-las, de maneira que reflita a
essência do genuíno cristianismo? Mt 22:39

O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mat. 22:39)

O amor a si mesmo, no sentido cristão, não é egoísmo, não é se colocar à frente de todos e de qualquer coisa. Ao
contrário, o amor a si mesmo significa que, ao entender seu próprio valor diante de Deus, você procura viver da melhor
maneira possível, sabendo que os resultados dessa vida beneficiarão não apenas a si mesmo (o que é bom), mas
também aqueles com quem você entrar em contato, o que é ainda mais importante.

4. Qual é a relação entre a admoestação de Jesus, acima, e os textos abaixo? Fp 2:5, 8 | 2Co 5:14, 15 | 1Co 10:31-33 | 1Pe 1:13-16

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, (Filip. 2:5)

a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. (Filip. 2:8)

Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por
todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. (2
Cor. 5:14-15)

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneis
causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus, assim como também eu
procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos.
(1 Cor. 10:31-33)

Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na
revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa
ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o
vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. (1 Ped. 1:13-16)

A redenção que o pecador obtém em Cristo traz tal unidade com Ele (Gl 2:20) que o cristão deseja viver de acordo com os
impulsos de Cristo. O pecador deseja ter a mente de Cristo, não viver mais para si mesmo, mas para Ele, e atender ao
chamado à santidade (separação de coisas como paixões, tendências pecaminosas da cultura e impureza moral). Se
você ama a si mesmo, deseja o que é melhor para si, e o melhor para você é uma vida comprometida com Deus, que
reflete o caráter e amor de Deus, vivida para o bem dos outros. O caminho mais seguro para garantir uma existência
miserável é viver apenas para si, nunca pensando no bem dos outros.

logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de
Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gál. 2:20)

Pense mais no que significa amar a si mesmo no sentido cristão. É fácil corromper esse tipo de amor, transformando-o
em egocentrismo autodestrutivo? Qual é a única maneira de se proteger contra essa armadilha?

Quarta                                                          Ano Bíblico: Hb 1–3

O casamento cristão

Os seres humanos são seres sociais. Em casa e no trabalho, e em locais públicos e cívicos, as pessoas estão envolvidas
em todos os tipos de relacionamentos. O comportamento cristão responsável deve ser evidente em todos esses níveis, e
a Bíblia tem princípios relevantes para orientar esses relacionamentos.

5. Qual é a definição bíblica de casamento? Gn 2:21-25; Ml 2:14; Ef 5:28

Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o
lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o
homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada.
Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem
e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam. (Gên. 2:21-25)

E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu
foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. (Mal. 2:14)
                                                       ramos@advir.com
Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama.
(Efés. 5:28)

Hoje se diz que o casamento é difícil de definir, porque o significado do casamento é diferente para pessoas, épocas e
culturas diferentes. A Bíblia, porém, não tem essa ideia flexível do casamento. Segundo a Bíblia, o casamento é uma
instituição estabelecida por Deus, na qual dois adultos sexualmente diferentes assumem o pacto de compartilhar um
relacionamento pessoal, íntimo e duradouro. O casamento bíblico valoriza a igualdade entre homem e mulher. É um
profundo vínculo de unidade, em que os objetivos estão harmonizados e há um senso de permanência, fidelidade e
confiança. Como ocorre no relacionamento com Deus, a relação entre marido e mulher deve ser guardada de modo
sagrado.

Como sabemos muito bem, o casamento, mesmo na igreja, tornou-se algo que é, muitas vezes, tratado com leviandade.
As pessoas entram em uma união que eles acreditam que Deus criou, e então, quando as coisas ficam difíceis, se
apresentam diante de um juiz humano que, por meio de leis e regras feitas pelo homem, separam o que Deus uniu.
Sabemos que algo está terrivelmente errado com esse quadro. No entanto, lutamos para saber o que fazer nessas
situações.

Juntamente com as questões da poligamia, concubinato, divórcio, novo casamento, e a prática da homossexualidade,
que desafios da sexualidade humana você identifica na sociedade de hoje?

6. Que conselhos fundamentados na Bíblia você pode dar sobre essas questões? (Divida a classe em duplas e peça que
os alunos encontrem um texto bíblico sobre o assunto e depois partilhem com os demais.)

Adultério, fornicação e pornografia se espalham na sociedade de hoje, e essas dificilmente são as piores coisas que
ocorrem no mundo. No entanto, Deus continua olhando compassiva e misericordiosamente para as falhas humanas.
Porém, essas práticas podem e devem ser superadas por meio da graça de Cristo. Os esforços para redimir devem ter um
objetivo elevado, a fim de atingir os ideais de Deus, em lugar de buscar justificar e desculpar o pecado, utilizando uma
série de desculpas e restrições culturais.

Quinta                                                      Ano Bíblico: Hb 4–6

Conduta cristã

Além da família, o cristão tem outros relacionamentos sociais e profissionais, um claro reconhecimento da visão bíblica
de que os cristãos estão no mundo, mas não são do mundo (Jo 17:14-18).

Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não
peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-
os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. (João
17:14-18)

7. Considere as seguintes três áreas da vida cotidiana e comente sobre as responsabilidades do cristão no que diz
respeito ao estilo de vida e comportamento:

I) Relacionamento entre patrão e empregado (Tg 5:4-6; Ef 6:5-9). Além de considerar os empregados como iguais em Cristo,
o empregador cristão deve ser guiado pelo princípio de que o trabalho adequado exige compensação adequada. Por
outro lado, os trabalhadores cristãos também devem resistir à tentação de ser preguiçosos no trabalho.

Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e
os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendes vivido regaladamente sobre a
terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado o
justo, sem que ele vos faça resistência. (Tia. 5:4-6)

Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso
coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de
coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um, se
fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre. E vós, senhores, de igual modo
procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para
com ele não há acepção de pessoas. (Efés. 6:5-9)

“Os pais não podem cometer pecado maior que permitir que seus filhos nada tenham para fazer. As crianças aprendem
logo a amar a ociosidade, e se tornam homens e mulheres inúteis e ineficientes. Quando tiverem idade suficiente para
ganhar sua subsistência e achar ocupação, trabalharão de modo negligente e preguiçoso, e contudo esperarão ser
remunerados como se fossem fiéis” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 345).

II) Deveres cívicos (Rm 13:1-7). Os cristãos colocam Deus em primeiro lugar em todas as coisas e avaliam todas as ações e
responsabilidades a partir dessa perspectiva. Por essa razão, o cristão se oporá, por exemplo, a toda discriminação, sob
qualquer forma, mesmo que seja sancionada oficialmente. Ao mesmo tempo, “a lealdade a Deus em primeiro lugar não
autoriza ninguém a se tornar independente e criar desarmonia social e caos. Os cristãos pagam impostos, participam dos
deveres cívicos, respeitam as leis de trânsito e de propriedade, e cooperam com as autoridades civis em restringir ou
controlar a criminalidade e violência” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do
Sétimo Dia]; Maryland, Review and Herald Publishing Association, 2000, p. 701).



                                                   ramos@advir.com
Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as
autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de
Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz
o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a
autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a
espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não
somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais
tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a
quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. (Rom. 13:1-7)

III) Responsabilidade social (Is 61:1-3; Mt 25:31-46). Comente a seguinte declaração à luz dos textos citados acima: “O
cristão pode exercer sua vocação de buscar o reino de Deus se, motivado pelo amor ao próximo, prossegue em seu
trabalho nas comunidades morais da família e da vida econômica, cívica e política. ... Somente pelo envolvimento no
trabalho cívico em prol do bem comum, pela fidelidade na vocação social, é possível ser fiel ao exemplo de Cristo” (H.
Richard Niebuhr, Christ and Culture [Cristo e a Cultura]; HarperCollins Publishers, 1996, p. 97).

O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados,
enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a
apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre
os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de
espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória. (Isa. 61:1-3)

Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e
todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as
ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita:
Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive
fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me
vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te
vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e te
hospedamos? Ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? O Rei, respondendo, lhes
dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então, o
Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o
diabo e seus anjos. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro,
não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E eles lhe
perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos?
Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim
o deixastes de fazer. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna. (Mat. 25:31-46)

Em seu trabalho e interação social, as pessoas conseguem detectar seus valores cristãos? Seja honesto com você mesmo
(não importa quanto isso seja doloroso!). Que aspectos de sua vida atraem pessoas à sua fé? O que sua resposta diz
sobre sua maneira de viver?

Sexta                                                         Ano Bíblico: Hb 7–9

Estudo adicional

Leia da Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos, edição de 2010, capítulos
22 e 23; e de Miroslav M. Kis, “Estilo de Vida e Comportamento do Cristão”, em Raoul Dederen (editor), Handbook of
Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia], p. 675-723.

“O sistema de doação foi ordenado a fim de evitar o grande mal: a avareza. Cristo viu que, no desempenho dos negócios,
o amor às riquezas seria a maior causa da eliminação da verdadeira piedade do coração. Ele viu que o amor ao dinheiro
se congelaria profunda e solidamente no coração humano, fazendo parar o fluxo de generosos impulsos e bloqueando
seus sentimentos às necessidades dos sofredores e aflitos” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 547).

“Se alguém possui saúde e energia, esse é seu capital, e ele precisa fazer correto uso dele. Se despende horas em
ociosidade e desnecessárias visitas e conversas, é relapso nos negócios, o que a Palavra de Deus proíbe. Esses têm um
trabalho a fazer para prover suas famílias e pôr de parte meios, para fins caritativos, conforme Deus os prosperar (1Co
16:2).

No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para
que se não façam coletas quando eu for. (1 Cor. 16:2)

“Não fomos postos neste mundo meramente para cuidar de nós mesmos, mas somos chamados a ajudar na grande obra
da salvação, imitando assim a vida de Cristo, abnegada, altruísta e útil” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.
325).

Perguntas para reflexão
1. A questão do casamento e o divórcio é motivo de grande preocupação, como deveria ser, tendo em conta que o
divórcio é tão excessivo em alguns países. Como podemos aplicar o claro ensino da Bíblia, ao abordar esse tema? Se
aplicássemos os ensinamentos de Jesus de maneira mais rigorosa, as pessoas estariam menos propensas ao divórcio?
Comente essa questão.
2. Pense mais na questão do dízimo. Alguns argumentam que deveriam ser livres para dar o dízimo a quem quisessem,
em vez de utilizar os canais do corpo da igreja organizada, da qual são membros. Qual é o grande perigo dessa atitude?


                                                     ramos@advir.com
Respostas sugestivas: 1. Lembrando que as bênçãos vêm de Deus e devem ser usadas para Sua glória; sendo fiel ao
Senhor; colocando o interesse dos outros acima dos meus; dedicando a vida para salvar pessoas. 2. Esperança de
ressurreição e transformação; libertação das lágrimas, morte, tristeza, dor e da maldição da lei; perdão e vida eterna, na
presença de Deus; essas promessas devem nos levar a testemunhar do amor de Deus. 3. Assim como amamos e
cuidamos de nós mesmos, devemos amar nosso próximo. 4. Se Jesus Se humilhou por amor aos outros, devemos
igualmente ser humildes ao lidar com o próximo; Jesus Se tornou igual a nós; não devemos nos sentir superiores aos
semelhantes; devemos dar a vida pelos outros; assim glorificamos a Deus. 5. A união entre o homem e a mulher, quando
deixam o pai e a mãe e se tornam uma só carne; aliança vitalícia de fidelidade matrimonial; uma união de amor em que
o marido deve amar sua mulher como ao seu próprio corpo. 6. Dê três minutos a cada dupla para essa atividade, e
depois conceda um minuto a cada uma delas, para mencionar os textos encontrados. 7. Sugestão: divida a classe em
três grupos, dê a cada um deles duas tarefas: (1) examinar uma das três responsabilidades citadas e (2) sugerir coisas
que podem ser feitas para cumprir essas responsabilidades.


                                         Resumo da lição 11 – A vida cristã


Texto-chave: 1 João 3:16

Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16)

O aluno deverá:
Conhecer: As responsabilidades do cristão com relação ao tempo, talentos e outros recursos pessoais e materiais, e suas
responsabilidades para com a família e a comunidade.
Sentir: A generosidade e benevolência que o exemplo de auto-sacrifício de Cristo inspira.
Fazer: Dar aos outros tão generosamente quanto Deus lhe tem dado.

Esboço do aprendizado
I. Conhecer: Interessados, simpáticos e compreensivos
A. Que riqueza deu Deus aos cristãos, e como são devidas a Ele?
B. Que princípios orientadores da mordomia norteiam a responsabilidade do cristão em relação aos dons das posses e
relacionamentos?

II. Sentir: A fonte de todo bem
A. Que exemplos deu Cristo de auto-sacrifício e generosidade?
B. Que resposta a benevolência de Cristo requer de Seus seguidores, e como essas emoções e resultantes ações podem
nos guardar contra o egoísmo e a cobiça?

III. Fazer: Dar
A. Como os cristãos podem devolver a Deus, à família, à comunidade e ao mundo em geral de forma a completar o
círculo de benevolência?
B. Como o cultivo da beleza e da santidade do casamento reflete o relacionamento dos cristãos com Deus?
C. Quais são as responsabilidades civis dos cristãos em sua vizinhança, sua nação e para com a comunidade global?

Resumo: Deus conferiu dons aos Seus filhos e demonstrou pela vida de Cristo o altruísmo que caracteriza Sua natureza.
Seus filhos são chamados a refletir Sua benevolência no uso de Seus dons de recursos pessoais, materiais, familiares e
da sociedade.

Ciclo do aprendizado

MOTIVAÇÃO
Conceito-chave para o crescimento espiritual: O cristianismo prático inclui viver e administrar nossa vida cotidiana de
forma que reflita nosso amor a Deus e pelos que nos rodeiam.
Só para o professor: Na primeira seção, nosso objetivo é ajudar os membros da classe a refletir sobre o que é alcançado
pela vida cristã prática.

Discussão de abertura: O que a expressão cristianismo prático transmite a você? A lição desta semana destaca temas
que ligados às relações patrão/empregado, aos deveres cívicos, ao casamento cristão, à auto-estima, ao dízimo e a
mordomia, e os relaciona à prática do cristianismo. Refletindo sobre os vários temas em conjunto, a lição levanta a
questão: Como podemos praticar a experiência cristã e espiritual em nossa vida cotidiana e em nossos relacionamentos?

Pergunta para consideração: Como você definiria um estilo de vida cristão e o que o torna cristão?

Compreensão
Só para o professor: É essencial aprofundar o relacionamento entre Deus e os nossos bens e as implicações que essa
relação representa para nossa fé e doações dentro do contexto da experiência diária.

Comentário Bíblico

I. Não se esqueça! (Leia com membros de sua classe Deuteronômio 8:11-20.)

O erudito J.A. Thompson afirma: "Deuteronômio é um dos maiores livros do Antigo Testamento. Sua influência sobre a
religião doméstica e pessoal de todas as eras não foi superada por qualquer outro livro da Bíblia. Ele é citado mais de
oitenta vezes no Novo Testamento e, portanto, pertence a um pequeno grupo de quatro livros do Antigo Testamento a
que os primeiros cristãos faziam referência frequente" (Deuteronomy: An Introduction and Commentary [Deuteronômio:

                                                    ramos@advir.com
Introdução e Comentário; Londres: Inter-Varsity Press, 1974], p. 11). Em Deuteronômio, os discursos de Moisés reportam
a história da origem de Israel, seguida da atenção à lei cerimonial com as questões de culto, alimentos puros e impuros e
os dízimos. Além disso, as ordenanças civis, bem como as diversas legislações sobre o casamento, sobre pais e filhos
desobedientes, são abordados.

É também em Deuteronômio 8 que Moisés lembra aos filhos de Israel a últimas misericórdias de Deus para com eles. Ele
lhes diz: "Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra... terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de
romãzeiras, azeite de oliva e mel..., terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada. [...] Depois que tiverem
comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que lhes deu" (v. 7-10, NVI).

Observe cuidadosamente a admoestação forte que se segue: "Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu
Deus, deixando de obedecer aos Seus mandamentos, às Suas ordenanças e aos Seus decretos que hoje lhes ordeno. Não
aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de
aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro, e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se
esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão. [...] Não digam, pois, em seu coração: ‘A
minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas lembrem-se do Senhor, o seu
Deus, pois é Ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados,
conforme hoje se vê" (v. 11-18, NVI).

O valor dessas palavras não é apenas por ser um lembrete aos filhos de Israel sobre sua dívida para com Deus por tudo,
mas a importância de longo alcance das palavras é significativa também para nosso tempo histórico e nossa experiência
de vida.

Jesus repetiu as palavras de Moisés sobre as posses. Na verdade, Ele falou sobre a riqueza, dinheiro e posses mais do
que sobre qualquer outro assunto. Ele fez isso em relação à vida cotidiana, abordando o dinheiro gasto no mercado e
pela família.

Por quê? Parece que a advertência de Moisés havia sido esquecida. Esse mesmo perigo está presente quando, hoje, nos
esquecemos de Deus como provedor, e atribuímos ao dinheiro um poder divino que faz pensar que estamos no controle
e somos autônomos.

Pense nisto: O dinheiro existe no reino das coisas que podem ser adoradas. Mas, de acordo com Moisés, por que Deus
deu a Seu povo o poder de adquirir riquezas? Qual é a relação entre deixar de honrar os mandamentos e o culto ao
dinheiro? Como a obediência à lei pode ser uma salvaguarda contra a adoração de Mamom?

II. Fé e confiança
Hoje, em muitos países, são abundantes os mitos culturais no que diz respeito à riqueza e às posses. Esses mitos dizem
que as coisas trazem felicidade, e que ter um pouco mais de dinheiro é a resposta. No entanto, a verdade bíblica afirma
que a qualidade da vida não está refletida na abundância de bens, e que aquele que ama o dinheiro nunca terá o
suficiente.

Essa verdade nos leva ao cerne da vida cristã prática em relação à fé e à confiança. Em que as pessoas normalmente
têm fé ao tomar decisões sobre como vão ganhar, dar e gastar seu dinheiro? A resposta a essa questão cultural está na
própria capacidade, no trabalho, no seguro da casa, nos investimentos, pensões, filhos, educação e bens.

Em quem a Bíblia diz que devemos colocar nossa confiança? A resposta está em DEUS.

Portanto, um estilo de vida cristão terá valores diferentes do consumismo. Terá sua base na fé e também em dar
generosamente.

Pense nisto: Que princípios bíblicos devem moldar nossas atitudes e práticas quanto ao uso do dinheiro? Qual diz a Bíblia
ser a verdadeira fonte da felicidade? Por que a fonte da verdadeira alegria não pode ser encontrada nas coisas materiais?

III. Dízimos e ofertas
A devolução do dízimo e a doação de ofertas é um poderoso antídoto contra o perigo do esquecimento de Deus e
submissão à força da cultura e seus mitos sobre os bens e o dinheiro. Ao dizimar fiel e regularmente, estamos
participando do ato de adoração que coloca Deus em Seu devido lugar, que é o primeiro lugar em nossa vida e em todas
as nossas relações diárias.

O livreto Fé e Finanças: Planejamento Financeiro Como Fator de Fé, do Departamento de Mordomia da Divisão Norte-
Americana, afirma: "À medida que dizimamos, colocamos Deus em primeiro lugar. Reconhecemos que Ele é o dono de
tudo o que temos em nossas mãos. Admitimos que somos administradores-gerentes (p. 36).

Esse livreto muito útil também apresenta "passos simples para dizimar com alegria". São os seguintes, de forma
resumida e adaptada (p. 36, 37):

Passo 1: Aceitamos nosso relacionamento com Deus. Devemos primeiramente reconhecer que a verdadeira adoração só
pode vir de um coração em sintonia com Deus. Assim, o primeiro passo é aceitar nosso relacionamento com Deus.
Passo 2: Aceitamos Deus como criador.

Como criador, Ele provê todas as nossas necessidades. Reconhecemos essa verdade no ato de adoração a Ele,
colocando-O em primeiro lugar na devolução de nosso dízimo. Ao buscar Seu reino e Sua justiça em primeiro lugar,
fazemos a escolha de viver uma nova vida. Dessa forma, o dízimo é uma ferramenta que nos ajuda a mudar nossas
prioridades.


                                                    ramos@advir.com
Passo 3: Renunciamos à nossa propriedade e aceitamos a Sua.

Adoramos a Deus com nosso dízimo para nos lembrar de que tudo pertence a Ele e de que precisamos de Sua ajuda para
administrar os 100 por cento para Sua honra e glória. Dessa forma, aceitamos nossa responsabilidade de supervisionar
cuidadosamente todos os dons que Ele colocou ao nosso cuidado.

Passo 4: Reconhecemos o cuidado, a orientação e o amor de Deus.
O dízimo que devolvemos a Deus nos lembra de que Ele cuida de nós, que Ele está intimamente envolvido em todos os
detalhes de nossa vida e que, antes de dar o dízimo, Ele já supre todas as nossas necessidades diárias.

Passo 5: Aceitamos que devemos ser santos para Deus.

Por ser Ele o proprietário, e por pertencermos a Ele, Ele nos faz santos e nos separa totalmente para Seu uso especial. No
dízimo, podemos reconhecer que somos completamente Seus, e cada parte de nossa vida pertence a Ele. Assim, nosso
dízimo se torna uma confissão de que nós, também, somos "separados" por Deus.

Passo 6: Reconsagramos a vida a Deus.

Quando aceitamos que o dízimo é santo, e que pertence a Deus, reconhecemos a bênção que temos em lidar com o que
é santo. Para fazer isso bem, temos de levar nosso dízimo a Ele no contexto de nossa experiência diária com Deus. O
dízimo torna-se então uma oportunidade para reconsagração completa da vida a Deus.

Pense nisto: De que forma o dízimo nos fornece uma ferramenta para adorar a Deus? De que forma isso nos ajuda a pôr
Deus em primeiro lugar em nossa vida em todos os sentidos? Como o dízimo deve ser um reconhecimento tangível de
nosso incrível relacionamento com Ele?

Aplicação
Só para o professor: Divida os membros de sua classe em pequenos grupos (de três a cinco cada, se possível) e peça que
comentem as seguintes questões. Em seguida, reúna todos e convide-os a partilhar suas respostas.

Atividade: Como criador de todas as coisas, Deus nunca transferiu a propriedade de Sua criação para as pessoas. Quando
reconhecemos essa verdade, cada decisão de gasto também se torna uma decisão espiritual. A questão pertinente, em
seguida, não será "Senhor, o que queres que eu faça com o meu dinheiro?", Mas sim: "Senhor, o que queres que eu faça
com o Teu dinheiro?"

Como podemos nos lembrar constantemente e nos tornar conscientes da propriedade de Deus?

Como podemos ir além do reconhecimento intelectual da propriedade de Deus e comunicar essa informação ao nosso
coração e ações cotidianas?

Além de devolver os dízimos e dar ofertas, onde mais e em que mais, em termos dos dons de Deus para mim, posso ser
capaz de dar?

Criatividade
Só para o professor: Forneça papel ou cartões e caneta ou lápis, se houver. Como alternativa, este exercício pode ser
realizado sem o material, simplesmente discutindo a resposta à pergunta. Divida sua classe em pequenos grupos (de três
a cinco cada, se possível). Peça que trabalhem em conjunto sobre esta atividade e, quando terminarem, convide cada
pequeno grupo a compartilhar suas respostas com a classe em geral.

Atividade: Dentro de seu pequeno grupo, criem e escrevam o epitáfio de um mordomo fiel. Qual poderia ser?

Pensamento de conclusão: Muitas vezes, os epitáfios são culpados de elogiar demais ou dizer muito pouco. Parte do
problema com os epitáfios é sua brevidade: eles são necessariamente breves. Afinal, uma lápide tem espaço limitado
sobre o qual inscrever muito mais do que nome e data de nascimento e de óbito do falecido. O outro problema é a
tendência de sentimentalizar as qualidades do morto para, talvez, dourar o pior pecador com qualidades santas que ele
nunca possuiu, no esforço de apagar lembranças dolorosas ou decepções que ele provocou, enquanto viveu.

Seja qual for o caso, nem sempre um epitáfio fornece a descrição mais exata do caráter do falecido. À luz desses
pensamentos, considere o epitáfio que você escreveu. Como você pode fazer para não cair nem no exagero nem no
eufemismo? Ou, dizendo de outra forma, como os princípios que você aprendeu nesta semana podem ajudar essa
verdade a ser vivida agora e não ser mera inscrição em granito polido quando você estiver sete palmos abaixo da terra?




                                                    ramos@advir.com

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  • 1. Lição 11 8 a 15 de dezembro A vida cristã Sábado à tarde Ano Bíblico: 1 Timóteo VERSO PARA MEMORIZAR: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3:16). Leituras da semana: Dt 8:11-17; Fp 2:3, 4; 1Co 15:51, 52; Ap 22:1-5; Mt 22:39; Gn 2:21-25 Pensamento-chave: Qualquer um pode dizer que é cristão. Porém, o que isso significa, em termos práticos? “Meus irmãos, qual é o proveito, se você disser que tem fé, mas não mostrá-la por suas obras? Pode esse tipo de fé salvar alguém?” (Tg 2:14, New Living Translation [tradução nossa]). A Bíblia enfatiza a “sã doutrina”, mas essa ênfase está no contexto de uma vida santa ( 1Tm 1:10; Tt 2:1-5), a fim de salientar que o verdadeiro objetivo do ensino bíblico é uma vida ética, manifestada nas obrigações para com os outros. Na verdade, os textos de Timóteo e Tito ligam a sã doutrina com a vida correta, como se a vida correta fosse em si mesma a sã doutrina! impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina, (1 Tim. 1:10) Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos, sadios na fé, no amor e na constância. Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada. (Tito 2:1-5) O cristão é salvo a fim de ser um agente de Deus para a salvação e o bem dos semelhantes, em meio ao grande conflito entre o bem e o mal. A expressão “mente tão voltada para o Céu que não tem utilidade para a Terra”, por mais que seja um clichê, representa uma realidade que os cristãos precisam evitar. Certamente, o Céu é nosso lar definitivo, mas por enquanto, estamos ainda na Terra e precisamos saber como viver aqui. Nesta semana, estudaremos como algumas práticas cristãs devem se manifestar em nossa vida. Domingo Ano Bíblico: 2 Timóteo Mordomia Quando pensamos sobre a salvação sendo traduzida no serviço aos outros, não podemos evitar o conceito cristão de mordomia. A Enciclopédia Adventista do Sétimo Dia define “mordomia” como “a responsabilidade do povo de Deus para com tudo que Deus lhes confiou, e o uso dessas coisas: a vida, o corpo, tempo, talentos e habilidades, bens materiais, oportunidades de ser útil aos outros e o conhecimento da verdade”. 1. Na vida diária, como posso manifestar os maravilhosos princípios ensinados nos textos abaixo? Como essas verdades devem influenciar minha maneira de viver e de me relacionar com os outros, com Deus e com os dons concedidos por Ele? Dt 8:11-17 | Sl 24:1 | Fp 2:3, 4 | 1Jo 3:16 Guarda-te não te esqueças do SENHOR, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus estatutos, que hoje te ordeno; para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres edificado boas casas e morado nelas; depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração, e te esqueças do SENHOR, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão, que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras, de escorpiões e de secura, em que não havia água; e te fez sair água da pederneira; que no deserto te ramos@advir.com
  • 2. sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem. Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. (Deut. 8:11-17) Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. (Sal. 24:1) Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filip. 2:3-4) Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16) A Bíblia ensina que o propósito fundamental de toda a criação de Deus é glorificá-Lo. O pecado arruinou essa realidade de modo muito profundo, mas Deus dirigiu Sua ação salvadora para nós, a fim de nos levar a participar novamente, com toda a criação, da glorificação a Deus. Cristo nos comprou por causa da glória de Deus ( Ef 1:11-14). Quando reconhecemos em palavras e atos o completo domínio de Cristo sobre nossa vida, glorificamos a Deus. A completa expressão do senhorio de Cristo sobre nossa vida envolve nosso serviço em favor dos outros, por meio do uso do tempo, talentos, habilidades e bens materiais. nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória. (Efés. 1:11-14) Leia novamente os textos para hoje. Quais deles tocam mais seu coração, e por quê? O que o motiva a viver buscando o bem dos outros, bem como o seu próprio? Por que a dedicação da vida aos outros é tão importante para a espiritualidade? Segunda Ano Bíblico: Tito Dízimo: uma pequena parte “O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando estes recebessem os dízimos, e os levitas trariam os dízimos dos dízimos à casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro” (Ne 10:38); “O povo de Israel e os levitas deverão entregar as contribuições...” (Ne 10:39, NTLH). Pense na brevidade da vida, pense na absoluta inevitabilidade da morte (a menos que Cristo volte antes que ela ocorra). Pense no que significaria se, como muitos acreditam, a sepultura fosse o fim de tudo. Você está aqui, um espasmo de metabolismo celular que vive sua história (muitas vezes com dor, sofrimento e medo), e depois termina. De uma forma ou de outra, quando todas essas células morrem, nada resta, a não ser o corpo, no qual os bichos e bactérias se alimentam, até que eles também morrem. Com esse destino, em um Universo tão imenso, parece que nosso planeta, e ainda mais nossa vida individual, são tão insignificantes como se não fossem nada além de uma piada cruel, que a maioria não acha engraçada. Em contraste com esse cenário, considere o que recebemos em Cristo. Pense no que foi oferecido a nós por meio de Jesus. Medite no que o plano da salvação nos diz sobre nosso valor, e sobre o que foi feito por nós para que não tivéssemos que enfrentar o destino descrito acima. 2. O que recebemos em Cristo? O que essas coisas devem significar para nós? Como essas promessas devem afetar cada aspecto da nossa existência? 1Co 15:51, 52; Ap 21:4; Gl 3:13; Ef 1:6, 7; Ap 22:1-5 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. (1 Cor. 15:51-52) E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. (Apoc. 21:4) Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), (Gál. 3:13) para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, (Efés. 1:6-7) Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos. (Apoc. 22:1-5) “Falo do sistema do dízimo. Contudo, como me parece mesquinho à mente! Quão pequeno o preço! Como é inútil o esforço de medir com regras matemáticas o tempo, dinheiro e amor em face de um amor e sacrifício incomensuráveis e que não se podem avaliar. Dízimos para Cristo! Oh, mesquinha esmola, vergonhosa recompensa por aquilo que tanto ramos@advir.com
  • 3. custou. Da cruz do Calvário, Cristo pede uma entrega incondicional” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 119, 120). Depois de tudo que Cristo fez em seu favor, você não pode exercer fé suficiente e devolver a Ele uma pequena parte do que você recebeu? Terça Ano Bíblico: Filemon A responsabilidade para consigo mesmo Jesus disse com muita clareza: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39). Um texto muito interessante, à luz da ideia de que, muitas vezes, consideramos o amor a si mesmo como o ponto mais alto de tudo o que se opõe tanto ao cristianismo quanto à ideia do verdadeiro altruísmo. 3. O que Jesus quis dizer com essas palavras? Como podemos interpretá-las e aplicá-las, de maneira que reflita a essência do genuíno cristianismo? Mt 22:39 O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mat. 22:39) O amor a si mesmo, no sentido cristão, não é egoísmo, não é se colocar à frente de todos e de qualquer coisa. Ao contrário, o amor a si mesmo significa que, ao entender seu próprio valor diante de Deus, você procura viver da melhor maneira possível, sabendo que os resultados dessa vida beneficiarão não apenas a si mesmo (o que é bom), mas também aqueles com quem você entrar em contato, o que é ainda mais importante. 4. Qual é a relação entre a admoestação de Jesus, acima, e os textos abaixo? Fp 2:5, 8 | 2Co 5:14, 15 | 1Co 10:31-33 | 1Pe 1:13-16 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, (Filip. 2:5) a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. (Filip. 2:8) Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. (2 Cor. 5:14-15) Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus, assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos. (1 Cor. 10:31-33) Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. (1 Ped. 1:13-16) A redenção que o pecador obtém em Cristo traz tal unidade com Ele (Gl 2:20) que o cristão deseja viver de acordo com os impulsos de Cristo. O pecador deseja ter a mente de Cristo, não viver mais para si mesmo, mas para Ele, e atender ao chamado à santidade (separação de coisas como paixões, tendências pecaminosas da cultura e impureza moral). Se você ama a si mesmo, deseja o que é melhor para si, e o melhor para você é uma vida comprometida com Deus, que reflete o caráter e amor de Deus, vivida para o bem dos outros. O caminho mais seguro para garantir uma existência miserável é viver apenas para si, nunca pensando no bem dos outros. logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gál. 2:20) Pense mais no que significa amar a si mesmo no sentido cristão. É fácil corromper esse tipo de amor, transformando-o em egocentrismo autodestrutivo? Qual é a única maneira de se proteger contra essa armadilha? Quarta Ano Bíblico: Hb 1–3 O casamento cristão Os seres humanos são seres sociais. Em casa e no trabalho, e em locais públicos e cívicos, as pessoas estão envolvidas em todos os tipos de relacionamentos. O comportamento cristão responsável deve ser evidente em todos esses níveis, e a Bíblia tem princípios relevantes para orientar esses relacionamentos. 5. Qual é a definição bíblica de casamento? Gn 2:21-25; Ml 2:14; Ef 5:28 Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam. (Gên. 2:21-25) E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. (Mal. 2:14) ramos@advir.com
  • 4. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. (Efés. 5:28) Hoje se diz que o casamento é difícil de definir, porque o significado do casamento é diferente para pessoas, épocas e culturas diferentes. A Bíblia, porém, não tem essa ideia flexível do casamento. Segundo a Bíblia, o casamento é uma instituição estabelecida por Deus, na qual dois adultos sexualmente diferentes assumem o pacto de compartilhar um relacionamento pessoal, íntimo e duradouro. O casamento bíblico valoriza a igualdade entre homem e mulher. É um profundo vínculo de unidade, em que os objetivos estão harmonizados e há um senso de permanência, fidelidade e confiança. Como ocorre no relacionamento com Deus, a relação entre marido e mulher deve ser guardada de modo sagrado. Como sabemos muito bem, o casamento, mesmo na igreja, tornou-se algo que é, muitas vezes, tratado com leviandade. As pessoas entram em uma união que eles acreditam que Deus criou, e então, quando as coisas ficam difíceis, se apresentam diante de um juiz humano que, por meio de leis e regras feitas pelo homem, separam o que Deus uniu. Sabemos que algo está terrivelmente errado com esse quadro. No entanto, lutamos para saber o que fazer nessas situações. Juntamente com as questões da poligamia, concubinato, divórcio, novo casamento, e a prática da homossexualidade, que desafios da sexualidade humana você identifica na sociedade de hoje? 6. Que conselhos fundamentados na Bíblia você pode dar sobre essas questões? (Divida a classe em duplas e peça que os alunos encontrem um texto bíblico sobre o assunto e depois partilhem com os demais.) Adultério, fornicação e pornografia se espalham na sociedade de hoje, e essas dificilmente são as piores coisas que ocorrem no mundo. No entanto, Deus continua olhando compassiva e misericordiosamente para as falhas humanas. Porém, essas práticas podem e devem ser superadas por meio da graça de Cristo. Os esforços para redimir devem ter um objetivo elevado, a fim de atingir os ideais de Deus, em lugar de buscar justificar e desculpar o pecado, utilizando uma série de desculpas e restrições culturais. Quinta Ano Bíblico: Hb 4–6 Conduta cristã Além da família, o cristão tem outros relacionamentos sociais e profissionais, um claro reconhecimento da visão bíblica de que os cristãos estão no mundo, mas não são do mundo (Jo 17:14-18). Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica- os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. (João 17:14-18) 7. Considere as seguintes três áreas da vida cotidiana e comente sobre as responsabilidades do cristão no que diz respeito ao estilo de vida e comportamento: I) Relacionamento entre patrão e empregado (Tg 5:4-6; Ef 6:5-9). Além de considerar os empregados como iguais em Cristo, o empregador cristão deve ser guiado pelo princípio de que o trabalho adequado exige compensação adequada. Por outro lado, os trabalhadores cristãos também devem resistir à tentação de ser preguiçosos no trabalho. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Tendes vivido regaladamente sobre a terra; tendes vivido nos prazeres; tendes engordado o vosso coração, em dia de matança; tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência. (Tia. 5:4-6) Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um, se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre. E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas. (Efés. 6:5-9) “Os pais não podem cometer pecado maior que permitir que seus filhos nada tenham para fazer. As crianças aprendem logo a amar a ociosidade, e se tornam homens e mulheres inúteis e ineficientes. Quando tiverem idade suficiente para ganhar sua subsistência e achar ocupação, trabalharão de modo negligente e preguiçoso, e contudo esperarão ser remunerados como se fossem fiéis” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 345). II) Deveres cívicos (Rm 13:1-7). Os cristãos colocam Deus em primeiro lugar em todas as coisas e avaliam todas as ações e responsabilidades a partir dessa perspectiva. Por essa razão, o cristão se oporá, por exemplo, a toda discriminação, sob qualquer forma, mesmo que seja sancionada oficialmente. Ao mesmo tempo, “a lealdade a Deus em primeiro lugar não autoriza ninguém a se tornar independente e criar desarmonia social e caos. Os cristãos pagam impostos, participam dos deveres cívicos, respeitam as leis de trânsito e de propriedade, e cooperam com as autoridades civis em restringir ou controlar a criminalidade e violência” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia]; Maryland, Review and Herald Publishing Association, 2000, p. 701). ramos@advir.com
  • 5. Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. (Rom. 13:1-7) III) Responsabilidade social (Is 61:1-3; Mt 25:31-46). Comente a seguinte declaração à luz dos textos citados acima: “O cristão pode exercer sua vocação de buscar o reino de Deus se, motivado pelo amor ao próximo, prossegue em seu trabalho nas comunidades morais da família e da vida econômica, cívica e política. ... Somente pelo envolvimento no trabalho cívico em prol do bem comum, pela fidelidade na vocação social, é possível ser fiel ao exemplo de Cristo” (H. Richard Niebuhr, Christ and Culture [Cristo e a Cultura]; HarperCollins Publishers, 1996, p. 97). O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória. (Isa. 61:1-3) Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna. (Mat. 25:31-46) Em seu trabalho e interação social, as pessoas conseguem detectar seus valores cristãos? Seja honesto com você mesmo (não importa quanto isso seja doloroso!). Que aspectos de sua vida atraem pessoas à sua fé? O que sua resposta diz sobre sua maneira de viver? Sexta Ano Bíblico: Hb 7–9 Estudo adicional Leia da Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos, edição de 2010, capítulos 22 e 23; e de Miroslav M. Kis, “Estilo de Vida e Comportamento do Cristão”, em Raoul Dederen (editor), Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia], p. 675-723. “O sistema de doação foi ordenado a fim de evitar o grande mal: a avareza. Cristo viu que, no desempenho dos negócios, o amor às riquezas seria a maior causa da eliminação da verdadeira piedade do coração. Ele viu que o amor ao dinheiro se congelaria profunda e solidamente no coração humano, fazendo parar o fluxo de generosos impulsos e bloqueando seus sentimentos às necessidades dos sofredores e aflitos” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 547). “Se alguém possui saúde e energia, esse é seu capital, e ele precisa fazer correto uso dele. Se despende horas em ociosidade e desnecessárias visitas e conversas, é relapso nos negócios, o que a Palavra de Deus proíbe. Esses têm um trabalho a fazer para prover suas famílias e pôr de parte meios, para fins caritativos, conforme Deus os prosperar (1Co 16:2). No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for. (1 Cor. 16:2) “Não fomos postos neste mundo meramente para cuidar de nós mesmos, mas somos chamados a ajudar na grande obra da salvação, imitando assim a vida de Cristo, abnegada, altruísta e útil” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 325). Perguntas para reflexão 1. A questão do casamento e o divórcio é motivo de grande preocupação, como deveria ser, tendo em conta que o divórcio é tão excessivo em alguns países. Como podemos aplicar o claro ensino da Bíblia, ao abordar esse tema? Se aplicássemos os ensinamentos de Jesus de maneira mais rigorosa, as pessoas estariam menos propensas ao divórcio? Comente essa questão. 2. Pense mais na questão do dízimo. Alguns argumentam que deveriam ser livres para dar o dízimo a quem quisessem, em vez de utilizar os canais do corpo da igreja organizada, da qual são membros. Qual é o grande perigo dessa atitude? ramos@advir.com
  • 6. Respostas sugestivas: 1. Lembrando que as bênçãos vêm de Deus e devem ser usadas para Sua glória; sendo fiel ao Senhor; colocando o interesse dos outros acima dos meus; dedicando a vida para salvar pessoas. 2. Esperança de ressurreição e transformação; libertação das lágrimas, morte, tristeza, dor e da maldição da lei; perdão e vida eterna, na presença de Deus; essas promessas devem nos levar a testemunhar do amor de Deus. 3. Assim como amamos e cuidamos de nós mesmos, devemos amar nosso próximo. 4. Se Jesus Se humilhou por amor aos outros, devemos igualmente ser humildes ao lidar com o próximo; Jesus Se tornou igual a nós; não devemos nos sentir superiores aos semelhantes; devemos dar a vida pelos outros; assim glorificamos a Deus. 5. A união entre o homem e a mulher, quando deixam o pai e a mãe e se tornam uma só carne; aliança vitalícia de fidelidade matrimonial; uma união de amor em que o marido deve amar sua mulher como ao seu próprio corpo. 6. Dê três minutos a cada dupla para essa atividade, e depois conceda um minuto a cada uma delas, para mencionar os textos encontrados. 7. Sugestão: divida a classe em três grupos, dê a cada um deles duas tarefas: (1) examinar uma das três responsabilidades citadas e (2) sugerir coisas que podem ser feitas para cumprir essas responsabilidades. Resumo da lição 11 – A vida cristã Texto-chave: 1 João 3:16 Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (1 João 3:16) O aluno deverá: Conhecer: As responsabilidades do cristão com relação ao tempo, talentos e outros recursos pessoais e materiais, e suas responsabilidades para com a família e a comunidade. Sentir: A generosidade e benevolência que o exemplo de auto-sacrifício de Cristo inspira. Fazer: Dar aos outros tão generosamente quanto Deus lhe tem dado. Esboço do aprendizado I. Conhecer: Interessados, simpáticos e compreensivos A. Que riqueza deu Deus aos cristãos, e como são devidas a Ele? B. Que princípios orientadores da mordomia norteiam a responsabilidade do cristão em relação aos dons das posses e relacionamentos? II. Sentir: A fonte de todo bem A. Que exemplos deu Cristo de auto-sacrifício e generosidade? B. Que resposta a benevolência de Cristo requer de Seus seguidores, e como essas emoções e resultantes ações podem nos guardar contra o egoísmo e a cobiça? III. Fazer: Dar A. Como os cristãos podem devolver a Deus, à família, à comunidade e ao mundo em geral de forma a completar o círculo de benevolência? B. Como o cultivo da beleza e da santidade do casamento reflete o relacionamento dos cristãos com Deus? C. Quais são as responsabilidades civis dos cristãos em sua vizinhança, sua nação e para com a comunidade global? Resumo: Deus conferiu dons aos Seus filhos e demonstrou pela vida de Cristo o altruísmo que caracteriza Sua natureza. Seus filhos são chamados a refletir Sua benevolência no uso de Seus dons de recursos pessoais, materiais, familiares e da sociedade. Ciclo do aprendizado MOTIVAÇÃO Conceito-chave para o crescimento espiritual: O cristianismo prático inclui viver e administrar nossa vida cotidiana de forma que reflita nosso amor a Deus e pelos que nos rodeiam. Só para o professor: Na primeira seção, nosso objetivo é ajudar os membros da classe a refletir sobre o que é alcançado pela vida cristã prática. Discussão de abertura: O que a expressão cristianismo prático transmite a você? A lição desta semana destaca temas que ligados às relações patrão/empregado, aos deveres cívicos, ao casamento cristão, à auto-estima, ao dízimo e a mordomia, e os relaciona à prática do cristianismo. Refletindo sobre os vários temas em conjunto, a lição levanta a questão: Como podemos praticar a experiência cristã e espiritual em nossa vida cotidiana e em nossos relacionamentos? Pergunta para consideração: Como você definiria um estilo de vida cristão e o que o torna cristão? Compreensão Só para o professor: É essencial aprofundar o relacionamento entre Deus e os nossos bens e as implicações que essa relação representa para nossa fé e doações dentro do contexto da experiência diária. Comentário Bíblico I. Não se esqueça! (Leia com membros de sua classe Deuteronômio 8:11-20.) O erudito J.A. Thompson afirma: "Deuteronômio é um dos maiores livros do Antigo Testamento. Sua influência sobre a religião doméstica e pessoal de todas as eras não foi superada por qualquer outro livro da Bíblia. Ele é citado mais de oitenta vezes no Novo Testamento e, portanto, pertence a um pequeno grupo de quatro livros do Antigo Testamento a que os primeiros cristãos faziam referência frequente" (Deuteronomy: An Introduction and Commentary [Deuteronômio: ramos@advir.com
  • 7. Introdução e Comentário; Londres: Inter-Varsity Press, 1974], p. 11). Em Deuteronômio, os discursos de Moisés reportam a história da origem de Israel, seguida da atenção à lei cerimonial com as questões de culto, alimentos puros e impuros e os dízimos. Além disso, as ordenanças civis, bem como as diversas legislações sobre o casamento, sobre pais e filhos desobedientes, são abordados. É também em Deuteronômio 8 que Moisés lembra aos filhos de Israel a últimas misericórdias de Deus para com eles. Ele lhes diz: "Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra... terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de romãzeiras, azeite de oliva e mel..., terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada. [...] Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que lhes deu" (v. 7-10, NVI). Observe cuidadosamente a admoestação forte que se segue: "Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, deixando de obedecer aos Seus mandamentos, às Suas ordenanças e aos Seus decretos que hoje lhes ordeno. Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro, e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão. [...] Não digam, pois, em seu coração: ‘A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas lembrem-se do Senhor, o seu Deus, pois é Ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê" (v. 11-18, NVI). O valor dessas palavras não é apenas por ser um lembrete aos filhos de Israel sobre sua dívida para com Deus por tudo, mas a importância de longo alcance das palavras é significativa também para nosso tempo histórico e nossa experiência de vida. Jesus repetiu as palavras de Moisés sobre as posses. Na verdade, Ele falou sobre a riqueza, dinheiro e posses mais do que sobre qualquer outro assunto. Ele fez isso em relação à vida cotidiana, abordando o dinheiro gasto no mercado e pela família. Por quê? Parece que a advertência de Moisés havia sido esquecida. Esse mesmo perigo está presente quando, hoje, nos esquecemos de Deus como provedor, e atribuímos ao dinheiro um poder divino que faz pensar que estamos no controle e somos autônomos. Pense nisto: O dinheiro existe no reino das coisas que podem ser adoradas. Mas, de acordo com Moisés, por que Deus deu a Seu povo o poder de adquirir riquezas? Qual é a relação entre deixar de honrar os mandamentos e o culto ao dinheiro? Como a obediência à lei pode ser uma salvaguarda contra a adoração de Mamom? II. Fé e confiança Hoje, em muitos países, são abundantes os mitos culturais no que diz respeito à riqueza e às posses. Esses mitos dizem que as coisas trazem felicidade, e que ter um pouco mais de dinheiro é a resposta. No entanto, a verdade bíblica afirma que a qualidade da vida não está refletida na abundância de bens, e que aquele que ama o dinheiro nunca terá o suficiente. Essa verdade nos leva ao cerne da vida cristã prática em relação à fé e à confiança. Em que as pessoas normalmente têm fé ao tomar decisões sobre como vão ganhar, dar e gastar seu dinheiro? A resposta a essa questão cultural está na própria capacidade, no trabalho, no seguro da casa, nos investimentos, pensões, filhos, educação e bens. Em quem a Bíblia diz que devemos colocar nossa confiança? A resposta está em DEUS. Portanto, um estilo de vida cristão terá valores diferentes do consumismo. Terá sua base na fé e também em dar generosamente. Pense nisto: Que princípios bíblicos devem moldar nossas atitudes e práticas quanto ao uso do dinheiro? Qual diz a Bíblia ser a verdadeira fonte da felicidade? Por que a fonte da verdadeira alegria não pode ser encontrada nas coisas materiais? III. Dízimos e ofertas A devolução do dízimo e a doação de ofertas é um poderoso antídoto contra o perigo do esquecimento de Deus e submissão à força da cultura e seus mitos sobre os bens e o dinheiro. Ao dizimar fiel e regularmente, estamos participando do ato de adoração que coloca Deus em Seu devido lugar, que é o primeiro lugar em nossa vida e em todas as nossas relações diárias. O livreto Fé e Finanças: Planejamento Financeiro Como Fator de Fé, do Departamento de Mordomia da Divisão Norte- Americana, afirma: "À medida que dizimamos, colocamos Deus em primeiro lugar. Reconhecemos que Ele é o dono de tudo o que temos em nossas mãos. Admitimos que somos administradores-gerentes (p. 36). Esse livreto muito útil também apresenta "passos simples para dizimar com alegria". São os seguintes, de forma resumida e adaptada (p. 36, 37): Passo 1: Aceitamos nosso relacionamento com Deus. Devemos primeiramente reconhecer que a verdadeira adoração só pode vir de um coração em sintonia com Deus. Assim, o primeiro passo é aceitar nosso relacionamento com Deus. Passo 2: Aceitamos Deus como criador. Como criador, Ele provê todas as nossas necessidades. Reconhecemos essa verdade no ato de adoração a Ele, colocando-O em primeiro lugar na devolução de nosso dízimo. Ao buscar Seu reino e Sua justiça em primeiro lugar, fazemos a escolha de viver uma nova vida. Dessa forma, o dízimo é uma ferramenta que nos ajuda a mudar nossas prioridades. ramos@advir.com
  • 8. Passo 3: Renunciamos à nossa propriedade e aceitamos a Sua. Adoramos a Deus com nosso dízimo para nos lembrar de que tudo pertence a Ele e de que precisamos de Sua ajuda para administrar os 100 por cento para Sua honra e glória. Dessa forma, aceitamos nossa responsabilidade de supervisionar cuidadosamente todos os dons que Ele colocou ao nosso cuidado. Passo 4: Reconhecemos o cuidado, a orientação e o amor de Deus. O dízimo que devolvemos a Deus nos lembra de que Ele cuida de nós, que Ele está intimamente envolvido em todos os detalhes de nossa vida e que, antes de dar o dízimo, Ele já supre todas as nossas necessidades diárias. Passo 5: Aceitamos que devemos ser santos para Deus. Por ser Ele o proprietário, e por pertencermos a Ele, Ele nos faz santos e nos separa totalmente para Seu uso especial. No dízimo, podemos reconhecer que somos completamente Seus, e cada parte de nossa vida pertence a Ele. Assim, nosso dízimo se torna uma confissão de que nós, também, somos "separados" por Deus. Passo 6: Reconsagramos a vida a Deus. Quando aceitamos que o dízimo é santo, e que pertence a Deus, reconhecemos a bênção que temos em lidar com o que é santo. Para fazer isso bem, temos de levar nosso dízimo a Ele no contexto de nossa experiência diária com Deus. O dízimo torna-se então uma oportunidade para reconsagração completa da vida a Deus. Pense nisto: De que forma o dízimo nos fornece uma ferramenta para adorar a Deus? De que forma isso nos ajuda a pôr Deus em primeiro lugar em nossa vida em todos os sentidos? Como o dízimo deve ser um reconhecimento tangível de nosso incrível relacionamento com Ele? Aplicação Só para o professor: Divida os membros de sua classe em pequenos grupos (de três a cinco cada, se possível) e peça que comentem as seguintes questões. Em seguida, reúna todos e convide-os a partilhar suas respostas. Atividade: Como criador de todas as coisas, Deus nunca transferiu a propriedade de Sua criação para as pessoas. Quando reconhecemos essa verdade, cada decisão de gasto também se torna uma decisão espiritual. A questão pertinente, em seguida, não será "Senhor, o que queres que eu faça com o meu dinheiro?", Mas sim: "Senhor, o que queres que eu faça com o Teu dinheiro?" Como podemos nos lembrar constantemente e nos tornar conscientes da propriedade de Deus? Como podemos ir além do reconhecimento intelectual da propriedade de Deus e comunicar essa informação ao nosso coração e ações cotidianas? Além de devolver os dízimos e dar ofertas, onde mais e em que mais, em termos dos dons de Deus para mim, posso ser capaz de dar? Criatividade Só para o professor: Forneça papel ou cartões e caneta ou lápis, se houver. Como alternativa, este exercício pode ser realizado sem o material, simplesmente discutindo a resposta à pergunta. Divida sua classe em pequenos grupos (de três a cinco cada, se possível). Peça que trabalhem em conjunto sobre esta atividade e, quando terminarem, convide cada pequeno grupo a compartilhar suas respostas com a classe em geral. Atividade: Dentro de seu pequeno grupo, criem e escrevam o epitáfio de um mordomo fiel. Qual poderia ser? Pensamento de conclusão: Muitas vezes, os epitáfios são culpados de elogiar demais ou dizer muito pouco. Parte do problema com os epitáfios é sua brevidade: eles são necessariamente breves. Afinal, uma lápide tem espaço limitado sobre o qual inscrever muito mais do que nome e data de nascimento e de óbito do falecido. O outro problema é a tendência de sentimentalizar as qualidades do morto para, talvez, dourar o pior pecador com qualidades santas que ele nunca possuiu, no esforço de apagar lembranças dolorosas ou decepções que ele provocou, enquanto viveu. Seja qual for o caso, nem sempre um epitáfio fornece a descrição mais exata do caráter do falecido. À luz desses pensamentos, considere o epitáfio que você escreveu. Como você pode fazer para não cair nem no exagero nem no eufemismo? Ou, dizendo de outra forma, como os princípios que você aprendeu nesta semana podem ajudar essa verdade a ser vivida agora e não ser mera inscrição em granito polido quando você estiver sete palmos abaixo da terra? ramos@advir.com