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Edusp, 1996.
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 Genize de Souza Ribeiro
 Pedro Assis Santos
 Rodrigo Ramos Aguiar
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  1. 1.  Para Quintão, O jornalismo econômico pode ser definido a partir da ideia de “difusão dos fatos e temas relacionados com economia e setor de finanças”.
  2. 2.  Para Kucinski, “É uma espécie de jornalismo diferente, não voltado apenas a acontecimentos excepcionais e singulares, trata da constante transformação da realidade econômica, das novas variáveis que surgem e da ausência de independência dos fatos”.
  3. 3.  Para Suely Caldas, “O que para muitos pode parecer apenas um código cifrado, um emaranhado hermético de gráficos e números destinado apenas à leitura de iluminados e especialistas, é de fato um guia de sobrevivência indispensável para nossa vida cotidiana”.
  4. 4.  Nossa Visão Concluímos que jornalismo econômico é atividade jornalística centrada na cobertura de temas econômicos, levando em conta a necessidade disso no dia-a-dia.
  5. 5. Abrange notícias relacionadas às atividades produtivas do país ou da região onde se localiza o jornal, subdivididas em sub-editorias  Macroeconomia políticas de Estado para economia, comércio internacional, diretrizes nacionais e internacionais; câmbio e divisas, políticas de integração regional;  Mercado Financeiro - indicadores financeiros, mercado de ações, bancos;  Empresas negociações entre empresas, balanços, expectativas de
  6. 6.  Século XII O jornalismo econômico nasceu junto com a imprensa brasileira. Não há registros de jornais sem informações econômicas no Brasil, pois os primeiros folhetins do século XII já tinham suas pautas especialmente voltadas para informações mercantis, como chegada de navios, colheitas e cotações de produtos.
  7. 7.  Século XIX Os veículos de comunicação voltados para a indústria, o comércio e os negócios de maneira geral surgem em todo o país por volta do século XIX.
  8. 8.  Final do século XIX Os jornais já tinham colunas diárias excepcionalmente sobre economia, quando começaram publicar seções sobre principais produtos agrícolas.
  9. 9.  As dificuldades da época: As áreas do comércio e da indústria sofriam discriminações por parte da imprensa. Os editores dos jornais de cobertura geral entendiam que as matérias provenientes dos setores comercial e industrial tinham caráter promocional e que por isso deveriam ser tratadas como “matérias pagas”.
  10. 10.  Ditadura Militar Na época da ditadura militar que os cadernos econômicos começaram ter mais destaque, pois era de interesse dos generais que as notícias de economia tivessem em evidência, com isso os cadernos políticos foram diminuindo á medida em que os de economia aumentavam.
  11. 11. Nessa época havia um desinteresse do governo em tornar públicos fatos políticos e, segundo Suely Caldas, forte empenho em divulgar os feitos do “milagre econômico e da queda da inflação
  12. 12. Com o fim da ditadura militar veio também o fim da censura, e o jornalismo econômico, teve que se adaptar ao novo ambiente. Foi a partir daí que essa modalidade começou trazer matérias mais opinativas e críticas para suas seções. Adquiriu maior expressão, refletindo tendências, reações e comportamento do mercado financeiro.
  13. 13. Essa nova demanda tinha consumidores de informação representados por economistas, assessores técnicos privados e governamentais, empresários, estudantes e faixas mais esclarecidas da população e segue assim até os dias de hoje.
  14. 14.  Valor Econômico Resultado da parceria entre as Organizações Globo e o jornal Folha de São Paulo, está no mercado há 12 anos e é o jornal econômico de maior credibilidade do país,com matérias mais aprofundadas.
  15. 15.  Caderno de Economia do Estadão Dedica maior espaço à economia, com caderno diário de 10 ou mais páginas. É comum a página de abertura do caderno virar a manchete do jornal.
  16. 16. Jornal do Commercio Jornal econômico mais antigo ainda em circulação, desde 1827. Integrado aos Diários Associados em 1959, expandiu em 2005 para São Paulo, Brasília e Belo Horizonte se tornando um dos importantes jornais de economia
  17. 17.  Brasil Econômico Com a suspensão da circulação da Gazeta Mercantil,tradicional jornal de economia, o grupo português Ongoing lançou este jornal. Fundado em 2009 e se tornou o segundo maior jornal financeiro do país.
  18. 18.  Exame Influente publicação quinzenal de economia da Abril de maior tiragem e foca na microeconomia e os negócios.
  19. 19. Diário do Comércio e Indústria- DCI Jornal de abrangência nacional estando presente em 14 nacionais.
  20. 20. Revistas: Cadernos:  Isto  Folha; é Dinheiro  Forbes O  Amanhã  Correio  América Economia Globo; Popular.
  21. 21. A Internet valoriza o Jornalismo Econômico, com o surgimento de sites especializados em negócios, economia e finanças, além daqueles que representam meras extensões (ainda que atualizadas e interativas) dos veículos já mencionados.
  22. 22.                Bloomberg Reuters Amanhã América Economia Carta Capital Conjuntura Econômica Forbes Brasil Gazeta Mercantil Jornal do Commercio Business Week Financial Times Forbes Fortune The Economist Dinheiro Vivo
  23. 23.              dinheirovivo.com.br negociosexame.com.br labfin.com.br ipib.com.br mdic.gov.br bcb.gov.br www.finep.gov.br worldbank.org onnews.com.br cepe.ecn.br economiaclara.wordpress.com oecd.org ibef.com.br
  24. 24.      KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo Econômico. São Paulo: Edusp, 1996. CALDAS, Suely. Jornalismo Econômico. São Paulo: Contexto, 2003. QUINTÃO, Aylê-Salassié Filgueiras. Jornalismo Econômico no Brasil depois de 1964. Rio de Janeiro: Agir, 1987 JACOBINI, Maria Lucia de Paiva. O Jornalismo Econômico e a Concepção de Mercado: Uma análise de conteúdo dos cadernos de economia da Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo. 2008 SBPJor / Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo LENE, Hérica. O Jornalismo Econômico Ontem e Hoje: resgate histórico de sua expansão no Brasil. 2004 II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho- MESA V – Jornalismo, discurso e história.
  25. 25.     LACHINI, Cláudio. Anábase: história da Gazeta Mercantil: o jornal que fez a última revolução da Imprensa brasileira no século XX. São Paulo: Lazuli, 2000. COYLE, Diane. Sexo, drogas e economia: uma introdução não-convencional à Economia do século 21. Trad. MelissaKassner. São Paulo: Futura, 2003. MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2. ed. Campus: Rio de Janeiro,2001 BASILE, Sidnei. Elementos de Jornalismo Econômico. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
  26. 26.  Aline dos Santos Gomes de Lima  Genize de Souza Ribeiro  Pedro Assis Santos  Rodrigo Ramos Aguiar  Thomas Rosa Perez
  27. 27. APLAUSOS... [desesperados] POR FAVOR!!! Obrigada!Obrigada!

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