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Art. 26-Ada LDB– 9.394/1996 -Nos
estabelecimentos de EnsinoFundamental
e Médio, oficiais e particulares, torna-se
obrigatório o ensino sobre História eCultura
Afro-brasileira eIndígena.
ONU – Década Internacional de
Afrodescendentes – 2015 a 2024
Citando anecessidadede reforçar acooperação
nacional, regional e internacional em relaçãoao
pleno aproveitamento dos direitos econômicos,
sociais, culturais, civis e políticos de pessoas
afrodescendentes, bem como suaparticipação
plena e igualitária em todos osaspectos da
sociedade.
Entre osobjetivos, destacamos: Promover um
maior conhecimento e respeito pelopatrimônio
diversificado, acultura e acontribuição de
afrodescendentes para o desenvolvimento das
sociedades.
http://www.dedihc.pr.gov.br/arquivos/File/
decadaafro.pdf
O que se pensa sobre quilombos?
Quilombos eram comunidades
formadas por escravos fugidos
dasfazendas.
(https://www.todamateria.com.br/quilombos/)
Osquilombos, no passado,constituíram-se em
locais de refúgio dos africanos e afrodescendentes
escravizadosem todo o continenteamericano.
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Quilombo)
Conceito de Quilombo
Territórios formados por
grupos étnico-raciais
definidos por autoatribuição,
com trajetória histórica
própria, dotados de relações
territoriais específicas, com
presunção de ancestralidade
negra relacionada com a
resistência àopressão
histórica.
Podemser comunidades
rurais ou urbanas que
historicamente lutam pelo
direito àterra e ao
território, osquais dizem
respeito não somente à
propriedade da terra, mas
todos oselementos que
fazem parte de seususos,
costumes e tradições.
(DCNEEQ/2012)
Parecer16 eResolução
nº 8, de 20de
novembro de 2012,
Definem Diretrizes
Curriculares Nacionais
para aEducação
EscolarQuilombola na
EducaçãoBásica.
Dados Brasil SãoPaulo
Escolas
Quilombolas
1.253
02 escolas
quilombolas
13 escolascom
demanda
quilombola
Alunos 151.000
Nasescolasestaduais
203 – escolas
quilombolas
346 – escolascom
demanda
~3.000Quilombos ~60
Escola Quilombola
EECangume
DEApiaí
Município: Itaóca
Quilombo Cangume
Vinculada àEEProfa.
AnéziaAmorim Martins
EEMaria Antonia Chules
Princesa
DERegistro
Município: Eldorado
Quilombo AndréLopes
Escola Quilombola
Escolas que atendem
estudantes oriundos de
territórios quilombolas
Diretoria
de Ensino
Município Escola Estadual
Apiaí Itaóca
EEProfa. Anézia
Amorim Martins
Apiaí Itaóca
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Categoria Quilombola
no Sistema EscolarDigital
– SED– 2014
Livro: Narrativas
Quilombolas –2018
OTApresentação da EEQ–2013
Competências Gerais da Base
Nacional Comum Curricular
Valorizar a diversidade de saberes e vivências
culturais e apropriar-se de conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem entender as
relações próprias do mundo do trabalho e fazer
escolhasalinhadas ao seuprojeto de vidapessoal,
profissional esocial, com liberdade, autonomia,
consciência crítica eresponsabilidade.
Competências Específicas de
Ciências Humanas para o
Ensino Fundamental
Reconhecer asi e ao outro como identidades
diferentes, de forma aexercitar o respeito à
diferença em uma sociedadeplural.
São Paulo Faz Escola
História – 6º ano do EnsinoFundamental
Conteúdo: África, o “berço dahumanidade”
Habilidade: Reconhecer aÁfrica como o lugar
de surgimento da humanidade apartir de
dados e vestígios arqueológicos.
Geografia – 6º ano do EnsinoFundamental
Coteúdo: Introdução àhistória da cartografia
Alinguagem dos mapas
Habilidades: Comparar e diferenciar mapas e
imagens de satélites.
Livro Narrativas Quilombolas – págs.58-59
Livro Narrativas Quilombolas – págs.38-39
História – 7º ano do EnsinoFundamental–
4º Bimestre
Conteúdo: Tráfico negreiro e escravismoafricano
no Brasil
História – 8º ano do EnsinoFundamental–
4º Bimestre e 2º Ano do Ens.Médio – 4ºBimestre
Conteúdo: Escravidão e abolicionismo: Formasde
resistência (os quilombos), o fim do tráfico e da
escravidão
São Paulo Faz Escola
Habilidade: Identificar asformas de resistência
dos africanos e afrodescendentes visando à
extinção do trabalho escravo, com ênfase para
os quilombos.
História – 9º Ano – 1º Bimestre
Reconhecer aimportância dos movimentos
coletivos e de resistência para asconquistas
sociaise apreservação dos direitos dos
cidadãos ao longo da História.
História – 9º Ano – 1º Bimestre
Reconhecer que o processo históriconão
decorre apenasda açãodos chamados
grandes personagens.
Livro de Narrativas: “Em São Paulo, mesmo
lembrando que a população escravizada só
aumentaria durante o ciclo do café, tivemos
resistência por meio de fugas e formação de
quilombos desde o final do séculoXVI.
[...] No decorrer de todo o século XVIII,o
negro fugido passaaser uma constante na
sociedade paulista.
Mogi Guaçu,Atibaia, Santos,Itu, Taboão,
Piracicaba, entre outras cidades, tiveram
fugas de cativos e formação de quilombos.
Mesmo na periferia da capital ocorreu a
repressão aquilombos, localizados na Penha,
em Cotia, em Conceição dos Guarulhos, em
Pinheiros e em SãoBernardo”.
(págs.30-31)
Matriz de Avaliação Processual
– Geografia e História
7º Ano – 4º Bimestre
Situação deAprendizagem 5– Quilombo:um
símbolo de resistência àescravidão
Habilidades:
1) Identificar, em fontes documentais, formas
da organização econômica, política e social
dos quilombolas;
2) Identificar, em fontes documentais,
elementos do contexto político,econômico
e social brasileiro na formação dos
quilombos.
“O historiador Clóvis Moura, citando outro
historiador, Décio Freitas, afirma que, no
decorrer da História do Brasil, tivemos sete
tipos de quilombos, classificados deacordo
com suasformas de subsistência (MOURA,
1978):
1 – Agrícolas (praticavam agricultura de
subsistência, e eram majoritários);
Tipos de Quilombos
2– Extrativistas (coletavam e vendiam as
chamadas “drogas do sertão”, como castanha-
do-pará, guaraná e cacau, na região
amazonense);
3– Mercantis (comerciavam produtos que
adquiriam dos povos indígenas na região
amazonense);
4– Mineradores (extração de ouro, diamantes
e outras pedras, principalmente nas regiões de
Minas Gerais, Bahia, Goiáse Mato Grosso);
5– Pastoris (criação e manejo de gado nos
campos do RioGrande do Sul);
6– Deserviços (quilombolas artesãos,
marceneiros, toneleiros, barbeiros, alfaiates e
carregadores, que semisturavam às
populações de negros livres e prestavam seus
serviços nos centros urbanos);
7– Predatórios (viviam de saquese
desapropriações realizados nasestradas e em
fazendas de escravocratas).”
(págs. 29-30)
Caderno de Atividades – págs. 27a47
Exemplos deatividades
História – 1º ano do EnsinoMédio – 1º Bimestre
Habilidade: Comparar diferentes explicações para
fatos e processoshistórico-sociais.
Conversandosobre Maria ChulesPrincesa
Existeum certo mistério em torno do nomedessa
personagem. Nasconversasrealizadas com as/os
moradoras/es dascomunidades, essenome
aparece de diversasmaneiras.
São Paulo Faz Escola
Namaioria dasvezes,referem-se àpersonagem
como “Maria Merenciana”. Nãosouberam dizer
de onde veio o nome “Chules” e nem por quefoi
acrescentada ao nome da escolaadenominação
“Princesa”. No entanto, este foi o nome que
batizou aescola, inaugurada em 2005. Seria
interessante ouvir outras pessoasmais velhas,
para encontrar alguém que saiba de onde veio o
nome. Ouvir outras versões dahistória.
(Livro de Narrativas – págs.91-92)
História – 1º ano do EnsinoMédio – 3º Bimestre
Habilidade: Reconheceraimportância do
patrimônio étnico-cultural para apreservaçãoda
memória e da identidade dos variados grupos
sociais.
História – 1º ano do EnsinoMédio – 4º Bimestre
Habilidades: Reconhecere valorizar adiversidade
dos patrimônios étnico-culturais e artísticosde
diferentes sociedades.
São Paulo Faz Escola
SistemaAgrícola Tradicional do Vale do Ribeira
agora é Patrimônio Cultural do Brasil
(http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/48
38/sistema-agricola-tradicional-do-vale-do-
ribeira-agora-e-patrimonio-cultural-do-brasil)
Capítulo 3do Livro – Práticas culturais:
Línguas reminiscentes, alimentação, festejose
tradições – cura de doenças – rituais demorte
Geografia – 6º ano do EnsinoFundamental–
4º Bimestre
Habilidade: Identificar, por meio de textosou
imagens, elementos constituintes e
representativos da paisagem rural eurbana.
LínguaPortuguesa – 6º ano – Ensino
Fundamental – 2º Bimestre
Habilidades: Reconhecere compreender a
narratividade em imagens.
Geografia – 8º ano do EnsinoFundamental–
4º Bimestre
Conteúdo: Geografia comparada daAmérica
Habilidade: Estabelecer semelhançase
diferenças socioculturais entre ascorrentes
de povoamento sul-americanas.
“Aformação de grupos de escravizadas/os
fugidas/os foi comum em toda aAmérica:
palenques e cumbes naAmérica hispânica,
maroons naAmérica inglesa, grand marronage
naAmérica francesa (diferente de petit
marronage – fuga individual). No Brasil, esses
grupos foram chamados de quilombos e
mocambos, sendo suas/seus moradoras/es
chamadas/os de quilombolas, calhambolas ou
mocambeiros.”
(págs. 26-27)
Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –1º
Bimestre
Habilidades:
1) Praticar escuta atenta e atitudesde
cooperação no trabalho emequipe.
“O espaçoda terra nós ocupamos comoutras
coisas, e essenós mesmos consumia, porque
nós, nessaépoca, tinha entrado mais uma
pessoa,já era onze mulheres, então...
...o que nós plantava ali, nós dividia entre nós,
então não seperdia nada, como no começo
perdeu averdura. Depois, mudamos pra
outras coisas, e não perdia. Nósdividia lá
mesmo, nós tirava mandioca e juntava de duas
em duas mulher e fazia um pouco de farinha,
outras duas ia, tirava mandioca e fazia outras
farinhas e dividia entre eles, e assimvai.”
(págs.103)
Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –3º
Bimestre
Habilidades:
Identificar e discutir problemas doEstado
brasileiro.
“Óia, sobre aluta da terra... agente até que
tem bastante coisa pra falar, sabe, masagente
cita aí osponto importante: que aterra é a
nossavida, sematerra nada posso conseguir.
Edrento dessaluta que agente tá lutando já há
quase quarenta ano quase – porque não éagora
que agente começou – agente tá nessaluta há
muito tempo através dos conflito... Éoconflito,
o conflito foi que fez agente abrir amentepra
lutar pelo direito dagente.
Eagente vem lutando lutando lutando. Atéque
tá sendo bom, porque pelo meno ainda tá, o
governo tá reconheceno o nosso direito, a
gente já chegou ao ponto de titular asterra,
aassociaçãojá tem osseus título.”
(págs. 97-98)
Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –2º
Bimestre
Habilidade: Relacionar práticas de cidadania
ao respeito àsdiferenças.
Sociologia – 1º ano do Ensino Médio –1º
Bimestre
Habilidade: Compreender o que permite ao
homem viver emsociedade.
“Me criei com ele, me ensinou muito,me deu
muita educação pra mim. AgradeçoaDeus
por issoaí, por ele me dar muita educação,
me ensinar atrabalhar na roça; coisaque,
desde pequeno, ele ensinavanós, atrabalhar
na roça. Não tive estudo também, porque
nós, naquele tempo, não tinha estudo. Mas
ele ensinavanós atrabalhar, ensinavanós a
respeitar osoutros.
Não gostava de nos ver fazendo malcriação com
ninguém, que era muito feio aquilo, não existia,
aquele tempo, essenegócio de malcriação; ele
nem gostava mesmo. Então ele foi um homem
que ele criou nós bem criado, então eu
agradeço muito aDeuspor ele me dar essa
educação, essacriação. Eeu peço para osmeus
filho que sigue que nem eu, como eu mecriei.
Euquero que meus filho seje que nem eu.”
(págs. 89-90)
Sociologia – 1º ano do Ensino Médio –2º
Bimestre
Habilidade: Compreender, de maneira geral,
como sedá o processode construção
identitária.
“Eu [não] quero ser uma coisa que eu não
sou, agora, seeu sou uma quilombola, por
que que eu vou fazer coisa que eu nãosou?
Voumostrar lá fora o que eusou.
Épor issoque aspessoassabem,aonde eu
vou, aspessoasfalam “Aí vem aquilombola”.
Eunão tenho vergonha, porque eu sou!”
(Dona Maria da ConceiçãoMachado/
Caçandoca)
LínguaPortuguesa – 6º ano do Ensino
Fundamental – 1º Bimestre
Habilidades: Rodade leitura oral e Rodade
conversa; Oralidade xescrita: registros
diferentes; Interpretação de textos literárioe
não literário; Analisar e interpretar textos do
gênero relato, identificando osvalores e as
conotações que veiculam.
“Quando agente começa acontar uma história
do passadopros jovens, é história, masé coisa
antiga. Sóque pra eles essahistória não é
história. Mas é uma história de verdade,
porque nós estamos contando uma coisa que
passou e é averdade o que nós estamos
falando, maspra ele é uma história... Porque
tudo o que fala hoje do passadofoi verdade,
que muitos jovens hoje nãoconhece.”
(págs. 47-49)
LínguaPortuguesa – 9º ano do Ensino
Fundamental – 3º Bimestre
Habilidade: Analisar imagens sob o ponto de
vista de seucaráter político esocial.
Ciências– 7º ano do Ensino Fundamental–
4º Bimestre
Habilidade: Reconhecer argumentos e
propostas que expressem avisão de que
saúde é um bem pessoal que deve ser
promovido por meio de diferentes ações
(individuais, coletivas e governamentais),
com baseem textos.
Caderno de Atividades – págs.65-67
Matemática – 6º ano do EnsinoFundamental
– 1º Bimestre
Habilidades: Saberrealizar medidas usando
padrões e unidades não convencionais;
conhecer diversos sistemas de medidas.
Livro – págs. 112-114
Arte – 8º ano do Ensino Médio – 4ºBimestre
Habilidades: 1) Investigar aarte e aspráticas
culturais como patrimônio cultural; 2)
Reconhecer o patrimônio cultural, amemória
coletiva, osbens simbólicos materiais e
imateriais; 3) Distinguir e relacionar as
culturas formadoras da cultura popular
brasileira.
“Existia também afesta do SãoGonçalo, né.
[...] Muito bonita... é (no meio dos violeiro)
tocando viola e apessoa dança tudo de... de,
assim, um pegando no ombro do outro, na
frente, feito fila, fazendo aquela... em vortado
violeiro, o violeiro no meio dançandotambém.
E,resultado, aí quando chega(numas hora) a
gente encontra o par e fica dolado.
Por exemplo, seeu quero casarcom ela, eu
conto ospar e fica assim oiando, de repente eu
casocom e vou, continuo andando. Aíadança
vai, continua assim, né, fazendo aquela vorta
assim, batendo amão e cantando, o violeiro
tocando e cantando e apessoadançando e, de
repente, é... é sóviola! Eaí chegauma hora
que ele faz tipo uma parada, assim, pra fazer
uma comemoração e continua de novo.”
(págs. 65-67)
Ciências– 8º ano do EnsinoFundamental –1º
Bimestre
Habilidade: Identificar osprincipais tipos de
nutrientes presentes nos alimentos maiscomuns
da dieta diária.
Biologia – 3º ano do EnsinoMédio – 4ºBimestre
Habilidades: 1)Analisar criticamente arelação
homem-meio, em situações concretas,
reconhecendo aespécie humana como parte
integrante de um processo no qual ela modifica
e é modificada pelo ambiente em quevive;
2) Reconhecer osimpactos da intervenção
humana na evolução, nos campos da medicina,
da agricultura e da farmacologia, e arelação
com o aumento da esperança de vida; 3)Avaliar
asimplicações evolutivas dos processos de
seleção artificial de espécies animais evegetais.
“[...] meu pai não (senegava) atrabalhar,
plantava mandioca, plantava milho, plantava
feijão, plantava arroz, plantava de tudo. E
cana, ninguém tomava café de açúcar,era o
caldo de cana, o café ficava até pesado,
gostoso. Hoje não sefala em caldo de cana,
é em açúcar... aquele que... aquele açúcar
refinado... Então, anossacultura foi dessa
maneira.
Comia carne de porco, carne de caçae,
quando sematava um gado aí (quarquer
um tinha matado gado), meu pai tinha por
capacidade de comprar, de descarnar (o
gado), e comprava aquelas costela, tudo a
(espinhaçada) do... da armação... do... do
gado, pra nós comer... E,masissojá foi já
quase no fim, porque no começo nósfomos
mesmo...
[ ] o palmito, aluta do palmito, ele achou
que o palmito trazia felicidade, ele largoude
tudo aquilo, ponhou nós tudo em cortar
palmito. (Sr.Assis/André Lopes) Quando eu
era criança, comia feijão com farinha. Não
tinha arroz, feijão, farinha e peixe.Agente
não plantava arroz, e comprava arroz de vez
em quando, (o pai) ia na cidade comprava e
trazia.(...)
Mas agente quase não comia, agente comia
mais é feijão e farinha, peixe, pirão de peixe,
marisco, saquaritá, pindá, que fala que é
ouriço-do-mar, é issoque agente comia.”
LínguaPortuguesa – 3º ano do EnsinoMédio
– 2º Bimestre
Habilidade: Identificar, no texto, marcasde
uso de variação linguística.
“Aí ela pegou e falou, diz: “Óia minha fia, eu
não faço”, porque ela já tava com farta de
memória, muito esquecida, “Eu não faço
porque eu não recordo mais o remédio,mas
ocêsque sabe, faça, minha fia, porque, se
Deuso livre acriança morrer, não éo
remédio que vaimatar.”
Aí, com aquela conversa dela, eu saí,cheguei lá
em casanem procurei fazer nada, sópeguei
uma borsinha de pano, que nessestempo não
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juntando, juntando, juntando aqueles mato
que eu encontrava.”
(págs. 74-76)

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PPT Narrativas Quilombolas

  • 1. Secretariade Estado da Educação CoordenadoriadeGestão daEducaçãoBásica Departamento de DesenvolvimentoCurricular edeGestão daEducaçãoBásica Centro deAtendimentoEspecializado Núcleo de InclusãoEducacional
  • 2. COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA COORDENADORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO E CENTROS ESPECIALIZADOS DE ENSINO DE LÍNGUAS Estrutura Básica –SEE SUBSECRETARIA DE ARTICULAÇÃO REGIONAL COMITÊ DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS GS GABINETE DO SECRETÁRIO EFAP ESCOLA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PROFESSORES CGEB CIMA COORDENADORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EDUC. CISE COORDENADORIA DE INFRAESTRUTU- RA E SERVIÇOS ESCOLARES CGRH COORDENADORIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS COFI DER DIRETORIAS DE ENSINO CEE CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO FDE FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
  • 3. NÚCLEO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL Coordenadoria de Gestão da EducaçãoBásica NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO NÚCLEO DE APOIO ADMINISTRATIVO ATCGEB ASSISTÊNCIA TÉCNICA DO COORD. GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA REDE ESCOLAR E MATRÍCULA DO MAGISTÉRIO VIDA ESCOLAR NÍVEL: DEPARTAMENTO NÍVEL: DIVISÃO NÍVEL: SERVIÇO TÉCNICO NÃOTÉCNICO CGEB COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NACGEB DEGEB DEPARTAMENTO DE DESENVOLV. CURRICULAR E DE DGREM DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DA CEFAI CENTRO DE ENSINO FUND. DOS ANOS INICIAIS CEJA CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS CPRESP CENTRO DE PROJETOS ESPECIAIS CEPQM CENTRO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DO QUADRO CEFAF CENTRO DE ENSINO FUND. DOS ANOS FINAIS, ENS. MÉDIO E EDUC. PROFIS. CETEC CENTRO DE ESTUDOS E TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS CAESP CENTRO DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO CEMAT CENTRO DE MATRÍCULA CEGEM CENTRO DE GERENCIAMENTO DA MUNICIPALIZAÇÃO DO ENSINO CVESC CENTRO DE CAPE NINC CEDEP CENTRO DE DEMANDA ESCOLAR E PLANEJAMENTO DA REDE FÍSICA
  • 5. Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola Leis nº 10.639/2003 e nº11.645/2008 Art. 26-Ada LDB– 9.394/1996 -Nos estabelecimentos de EnsinoFundamental e Médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História eCultura Afro-brasileira eIndígena.
  • 6. ONU – Década Internacional de Afrodescendentes – 2015 a 2024 Citando anecessidadede reforçar acooperação nacional, regional e internacional em relaçãoao pleno aproveitamento dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos de pessoas afrodescendentes, bem como suaparticipação plena e igualitária em todos osaspectos da sociedade.
  • 7. Entre osobjetivos, destacamos: Promover um maior conhecimento e respeito pelopatrimônio diversificado, acultura e acontribuição de afrodescendentes para o desenvolvimento das sociedades. http://www.dedihc.pr.gov.br/arquivos/File/ decadaafro.pdf
  • 8. O que se pensa sobre quilombos? Quilombos eram comunidades formadas por escravos fugidos dasfazendas. (https://www.todamateria.com.br/quilombos/) Osquilombos, no passado,constituíram-se em locais de refúgio dos africanos e afrodescendentes escravizadosem todo o continenteamericano. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Quilombo)
  • 9. Conceito de Quilombo Territórios formados por grupos étnico-raciais definidos por autoatribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência àopressão histórica.
  • 10. Podemser comunidades rurais ou urbanas que historicamente lutam pelo direito àterra e ao território, osquais dizem respeito não somente à propriedade da terra, mas todos oselementos que fazem parte de seususos, costumes e tradições. (DCNEEQ/2012)
  • 11. Parecer16 eResolução nº 8, de 20de novembro de 2012, Definem Diretrizes Curriculares Nacionais para aEducação EscolarQuilombola na EducaçãoBásica.
  • 12. Dados Brasil SãoPaulo Escolas Quilombolas 1.253 02 escolas quilombolas 13 escolascom demanda quilombola Alunos 151.000 Nasescolasestaduais 203 – escolas quilombolas 346 – escolascom demanda ~3.000Quilombos ~60
  • 13. Escola Quilombola EECangume DEApiaí Município: Itaóca Quilombo Cangume Vinculada àEEProfa. AnéziaAmorim Martins
  • 14. EEMaria Antonia Chules Princesa DERegistro Município: Eldorado Quilombo AndréLopes Escola Quilombola
  • 15. Escolas que atendem estudantes oriundos de territórios quilombolas
  • 16. Diretoria de Ensino Município Escola Estadual Apiaí Itaóca EEProfa. Anézia Amorim Martins Apiaí Itaóca EEProf. EliasLages de Magalhães Apiaí Itaóca EEProfa. Cacilda Lages Pereira Cavani Apiaí Iporanga EENascimento Sátiro da Silva
  • 17. Diretoria de Ensino Município Escola Estadual Caraguatatuba Ubatuba EEProfa. Áurea Moreira Rachou Itapeva Itapeva EE.Profa. NicotaSoares Itapeva Itapeva EE.OtávioFerrari Jundiaí Itatiba EE.Profa.Ivony CamargoSales Registro Eldorado EE.Maria Júliade França Silva EE.Dr.JaymeAlmeida Paiva
  • 18. Diretoria de Ensino Município Escola Estadual Registro Cananéia EE.GeniCunha (ex EEBairro Cubatão) Registro Barra do Turvo EE.Prof. LuizDarly Gomesde Araújo EEBairro Rio Vermelho Votorantim Salto de Pirapora EEBairro da Barra Votorantim Salto de Pirapora EEJardim Primavera
  • 19.
  • 20. Parceria: Estadox Município Comunidade de Bombas– Iporanga – DEApiaí –2017 Principais ações da EEQ Conselho Estadual de Educação Quilombola –2013 Categoria Quilombola no Sistema EscolarDigital – SED– 2014 Livro: Narrativas Quilombolas –2018 OTApresentação da EEQ–2013
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25. Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhasalinhadas ao seuprojeto de vidapessoal, profissional esocial, com liberdade, autonomia, consciência crítica eresponsabilidade.
  • 26. Competências Específicas de Ciências Humanas para o Ensino Fundamental Reconhecer asi e ao outro como identidades diferentes, de forma aexercitar o respeito à diferença em uma sociedadeplural.
  • 27. São Paulo Faz Escola História – 6º ano do EnsinoFundamental Conteúdo: África, o “berço dahumanidade” Habilidade: Reconhecer aÁfrica como o lugar de surgimento da humanidade apartir de dados e vestígios arqueológicos.
  • 28. Geografia – 6º ano do EnsinoFundamental Coteúdo: Introdução àhistória da cartografia Alinguagem dos mapas Habilidades: Comparar e diferenciar mapas e imagens de satélites.
  • 29. Livro Narrativas Quilombolas – págs.58-59
  • 30. Livro Narrativas Quilombolas – págs.38-39
  • 31. História – 7º ano do EnsinoFundamental– 4º Bimestre Conteúdo: Tráfico negreiro e escravismoafricano no Brasil História – 8º ano do EnsinoFundamental– 4º Bimestre e 2º Ano do Ens.Médio – 4ºBimestre Conteúdo: Escravidão e abolicionismo: Formasde resistência (os quilombos), o fim do tráfico e da escravidão São Paulo Faz Escola
  • 32. Habilidade: Identificar asformas de resistência dos africanos e afrodescendentes visando à extinção do trabalho escravo, com ênfase para os quilombos.
  • 33. História – 9º Ano – 1º Bimestre Reconhecer aimportância dos movimentos coletivos e de resistência para asconquistas sociaise apreservação dos direitos dos cidadãos ao longo da História. História – 9º Ano – 1º Bimestre Reconhecer que o processo históriconão decorre apenasda açãodos chamados grandes personagens.
  • 34. Livro de Narrativas: “Em São Paulo, mesmo lembrando que a população escravizada só aumentaria durante o ciclo do café, tivemos resistência por meio de fugas e formação de quilombos desde o final do séculoXVI. [...] No decorrer de todo o século XVIII,o negro fugido passaaser uma constante na sociedade paulista.
  • 35. Mogi Guaçu,Atibaia, Santos,Itu, Taboão, Piracicaba, entre outras cidades, tiveram fugas de cativos e formação de quilombos. Mesmo na periferia da capital ocorreu a repressão aquilombos, localizados na Penha, em Cotia, em Conceição dos Guarulhos, em Pinheiros e em SãoBernardo”. (págs.30-31)
  • 36. Matriz de Avaliação Processual – Geografia e História 7º Ano – 4º Bimestre Situação deAprendizagem 5– Quilombo:um símbolo de resistência àescravidão Habilidades: 1) Identificar, em fontes documentais, formas da organização econômica, política e social dos quilombolas;
  • 37. 2) Identificar, em fontes documentais, elementos do contexto político,econômico e social brasileiro na formação dos quilombos.
  • 38. “O historiador Clóvis Moura, citando outro historiador, Décio Freitas, afirma que, no decorrer da História do Brasil, tivemos sete tipos de quilombos, classificados deacordo com suasformas de subsistência (MOURA, 1978): 1 – Agrícolas (praticavam agricultura de subsistência, e eram majoritários); Tipos de Quilombos
  • 39. 2– Extrativistas (coletavam e vendiam as chamadas “drogas do sertão”, como castanha- do-pará, guaraná e cacau, na região amazonense); 3– Mercantis (comerciavam produtos que adquiriam dos povos indígenas na região amazonense); 4– Mineradores (extração de ouro, diamantes e outras pedras, principalmente nas regiões de Minas Gerais, Bahia, Goiáse Mato Grosso);
  • 40. 5– Pastoris (criação e manejo de gado nos campos do RioGrande do Sul); 6– Deserviços (quilombolas artesãos, marceneiros, toneleiros, barbeiros, alfaiates e carregadores, que semisturavam às populações de negros livres e prestavam seus serviços nos centros urbanos); 7– Predatórios (viviam de saquese desapropriações realizados nasestradas e em fazendas de escravocratas).” (págs. 29-30)
  • 41. Caderno de Atividades – págs. 27a47 Exemplos deatividades
  • 42. História – 1º ano do EnsinoMédio – 1º Bimestre Habilidade: Comparar diferentes explicações para fatos e processoshistórico-sociais. Conversandosobre Maria ChulesPrincesa Existeum certo mistério em torno do nomedessa personagem. Nasconversasrealizadas com as/os moradoras/es dascomunidades, essenome aparece de diversasmaneiras. São Paulo Faz Escola
  • 43. Namaioria dasvezes,referem-se àpersonagem como “Maria Merenciana”. Nãosouberam dizer de onde veio o nome “Chules” e nem por quefoi acrescentada ao nome da escolaadenominação “Princesa”. No entanto, este foi o nome que batizou aescola, inaugurada em 2005. Seria interessante ouvir outras pessoasmais velhas, para encontrar alguém que saiba de onde veio o nome. Ouvir outras versões dahistória. (Livro de Narrativas – págs.91-92)
  • 44. História – 1º ano do EnsinoMédio – 3º Bimestre Habilidade: Reconheceraimportância do patrimônio étnico-cultural para apreservaçãoda memória e da identidade dos variados grupos sociais. História – 1º ano do EnsinoMédio – 4º Bimestre Habilidades: Reconhecere valorizar adiversidade dos patrimônios étnico-culturais e artísticosde diferentes sociedades. São Paulo Faz Escola
  • 45. SistemaAgrícola Tradicional do Vale do Ribeira agora é Patrimônio Cultural do Brasil (http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/48 38/sistema-agricola-tradicional-do-vale-do- ribeira-agora-e-patrimonio-cultural-do-brasil) Capítulo 3do Livro – Práticas culturais: Línguas reminiscentes, alimentação, festejose tradições – cura de doenças – rituais demorte
  • 46. Geografia – 6º ano do EnsinoFundamental– 4º Bimestre Habilidade: Identificar, por meio de textosou imagens, elementos constituintes e representativos da paisagem rural eurbana. LínguaPortuguesa – 6º ano – Ensino Fundamental – 2º Bimestre Habilidades: Reconhecere compreender a narratividade em imagens.
  • 47.
  • 48. Geografia – 8º ano do EnsinoFundamental– 4º Bimestre Conteúdo: Geografia comparada daAmérica Habilidade: Estabelecer semelhançase diferenças socioculturais entre ascorrentes de povoamento sul-americanas.
  • 49. “Aformação de grupos de escravizadas/os fugidas/os foi comum em toda aAmérica: palenques e cumbes naAmérica hispânica, maroons naAmérica inglesa, grand marronage naAmérica francesa (diferente de petit marronage – fuga individual). No Brasil, esses grupos foram chamados de quilombos e mocambos, sendo suas/seus moradoras/es chamadas/os de quilombolas, calhambolas ou mocambeiros.” (págs. 26-27)
  • 50. Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –1º Bimestre Habilidades: 1) Praticar escuta atenta e atitudesde cooperação no trabalho emequipe. “O espaçoda terra nós ocupamos comoutras coisas, e essenós mesmos consumia, porque nós, nessaépoca, tinha entrado mais uma pessoa,já era onze mulheres, então...
  • 51. ...o que nós plantava ali, nós dividia entre nós, então não seperdia nada, como no começo perdeu averdura. Depois, mudamos pra outras coisas, e não perdia. Nósdividia lá mesmo, nós tirava mandioca e juntava de duas em duas mulher e fazia um pouco de farinha, outras duas ia, tirava mandioca e fazia outras farinhas e dividia entre eles, e assimvai.” (págs.103)
  • 52. Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –3º Bimestre Habilidades: Identificar e discutir problemas doEstado brasileiro. “Óia, sobre aluta da terra... agente até que tem bastante coisa pra falar, sabe, masagente cita aí osponto importante: que aterra é a nossavida, sematerra nada posso conseguir.
  • 53. Edrento dessaluta que agente tá lutando já há quase quarenta ano quase – porque não éagora que agente começou – agente tá nessaluta há muito tempo através dos conflito... Éoconflito, o conflito foi que fez agente abrir amentepra lutar pelo direito dagente.
  • 54. Eagente vem lutando lutando lutando. Atéque tá sendo bom, porque pelo meno ainda tá, o governo tá reconheceno o nosso direito, a gente já chegou ao ponto de titular asterra, aassociaçãojá tem osseus título.” (págs. 97-98)
  • 55. Filosofia – 1º ano do EnsinoMédio –2º Bimestre Habilidade: Relacionar práticas de cidadania ao respeito àsdiferenças. Sociologia – 1º ano do Ensino Médio –1º Bimestre Habilidade: Compreender o que permite ao homem viver emsociedade.
  • 56. “Me criei com ele, me ensinou muito,me deu muita educação pra mim. AgradeçoaDeus por issoaí, por ele me dar muita educação, me ensinar atrabalhar na roça; coisaque, desde pequeno, ele ensinavanós, atrabalhar na roça. Não tive estudo também, porque nós, naquele tempo, não tinha estudo. Mas ele ensinavanós atrabalhar, ensinavanós a respeitar osoutros.
  • 57. Não gostava de nos ver fazendo malcriação com ninguém, que era muito feio aquilo, não existia, aquele tempo, essenegócio de malcriação; ele nem gostava mesmo. Então ele foi um homem que ele criou nós bem criado, então eu agradeço muito aDeuspor ele me dar essa educação, essacriação. Eeu peço para osmeus filho que sigue que nem eu, como eu mecriei. Euquero que meus filho seje que nem eu.” (págs. 89-90)
  • 58. Sociologia – 1º ano do Ensino Médio –2º Bimestre Habilidade: Compreender, de maneira geral, como sedá o processode construção identitária. “Eu [não] quero ser uma coisa que eu não sou, agora, seeu sou uma quilombola, por que que eu vou fazer coisa que eu nãosou? Voumostrar lá fora o que eusou.
  • 59. Épor issoque aspessoassabem,aonde eu vou, aspessoasfalam “Aí vem aquilombola”. Eunão tenho vergonha, porque eu sou!” (Dona Maria da ConceiçãoMachado/ Caçandoca)
  • 60. LínguaPortuguesa – 6º ano do Ensino Fundamental – 1º Bimestre Habilidades: Rodade leitura oral e Rodade conversa; Oralidade xescrita: registros diferentes; Interpretação de textos literárioe não literário; Analisar e interpretar textos do gênero relato, identificando osvalores e as conotações que veiculam.
  • 61. “Quando agente começa acontar uma história do passadopros jovens, é história, masé coisa antiga. Sóque pra eles essahistória não é história. Mas é uma história de verdade, porque nós estamos contando uma coisa que passou e é averdade o que nós estamos falando, maspra ele é uma história... Porque tudo o que fala hoje do passadofoi verdade, que muitos jovens hoje nãoconhece.” (págs. 47-49)
  • 62. LínguaPortuguesa – 9º ano do Ensino Fundamental – 3º Bimestre Habilidade: Analisar imagens sob o ponto de vista de seucaráter político esocial.
  • 63. Ciências– 7º ano do Ensino Fundamental– 4º Bimestre Habilidade: Reconhecer argumentos e propostas que expressem avisão de que saúde é um bem pessoal que deve ser promovido por meio de diferentes ações (individuais, coletivas e governamentais), com baseem textos.
  • 64. Caderno de Atividades – págs.65-67
  • 65. Matemática – 6º ano do EnsinoFundamental – 1º Bimestre Habilidades: Saberrealizar medidas usando padrões e unidades não convencionais; conhecer diversos sistemas de medidas.
  • 66. Livro – págs. 112-114
  • 67. Arte – 8º ano do Ensino Médio – 4ºBimestre Habilidades: 1) Investigar aarte e aspráticas culturais como patrimônio cultural; 2) Reconhecer o patrimônio cultural, amemória coletiva, osbens simbólicos materiais e imateriais; 3) Distinguir e relacionar as culturas formadoras da cultura popular brasileira.
  • 68. “Existia também afesta do SãoGonçalo, né. [...] Muito bonita... é (no meio dos violeiro) tocando viola e apessoa dança tudo de... de, assim, um pegando no ombro do outro, na frente, feito fila, fazendo aquela... em vortado violeiro, o violeiro no meio dançandotambém. E,resultado, aí quando chega(numas hora) a gente encontra o par e fica dolado.
  • 69. Por exemplo, seeu quero casarcom ela, eu conto ospar e fica assim oiando, de repente eu casocom e vou, continuo andando. Aíadança vai, continua assim, né, fazendo aquela vorta assim, batendo amão e cantando, o violeiro tocando e cantando e apessoadançando e, de repente, é... é sóviola! Eaí chegauma hora que ele faz tipo uma parada, assim, pra fazer uma comemoração e continua de novo.” (págs. 65-67)
  • 70. Ciências– 8º ano do EnsinoFundamental –1º Bimestre Habilidade: Identificar osprincipais tipos de nutrientes presentes nos alimentos maiscomuns da dieta diária. Biologia – 3º ano do EnsinoMédio – 4ºBimestre Habilidades: 1)Analisar criticamente arelação homem-meio, em situações concretas, reconhecendo aespécie humana como parte integrante de um processo no qual ela modifica e é modificada pelo ambiente em quevive;
  • 71. 2) Reconhecer osimpactos da intervenção humana na evolução, nos campos da medicina, da agricultura e da farmacologia, e arelação com o aumento da esperança de vida; 3)Avaliar asimplicações evolutivas dos processos de seleção artificial de espécies animais evegetais.
  • 72. “[...] meu pai não (senegava) atrabalhar, plantava mandioca, plantava milho, plantava feijão, plantava arroz, plantava de tudo. E cana, ninguém tomava café de açúcar,era o caldo de cana, o café ficava até pesado, gostoso. Hoje não sefala em caldo de cana, é em açúcar... aquele que... aquele açúcar refinado... Então, anossacultura foi dessa maneira.
  • 73. Comia carne de porco, carne de caçae, quando sematava um gado aí (quarquer um tinha matado gado), meu pai tinha por capacidade de comprar, de descarnar (o gado), e comprava aquelas costela, tudo a (espinhaçada) do... da armação... do... do gado, pra nós comer... E,masissojá foi já quase no fim, porque no começo nósfomos mesmo...
  • 74. [ ] o palmito, aluta do palmito, ele achou que o palmito trazia felicidade, ele largoude tudo aquilo, ponhou nós tudo em cortar palmito. (Sr.Assis/André Lopes) Quando eu era criança, comia feijão com farinha. Não tinha arroz, feijão, farinha e peixe.Agente não plantava arroz, e comprava arroz de vez em quando, (o pai) ia na cidade comprava e trazia.(...)
  • 75. Mas agente quase não comia, agente comia mais é feijão e farinha, peixe, pirão de peixe, marisco, saquaritá, pindá, que fala que é ouriço-do-mar, é issoque agente comia.”
  • 76. LínguaPortuguesa – 3º ano do EnsinoMédio – 2º Bimestre Habilidade: Identificar, no texto, marcasde uso de variação linguística.
  • 77. “Aí ela pegou e falou, diz: “Óia minha fia, eu não faço”, porque ela já tava com farta de memória, muito esquecida, “Eu não faço porque eu não recordo mais o remédio,mas ocêsque sabe, faça, minha fia, porque, se Deuso livre acriança morrer, não éo remédio que vaimatar.”
  • 78. Aí, com aquela conversa dela, eu saí,cheguei lá em casanem procurei fazer nada, sópeguei uma borsinha de pano, que nessestempo não existia borsa de prástico, saípro campo, fui juntando, juntando, juntando aqueles mato que eu encontrava.” (págs. 74-76)