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Herbicidas- 
Algodão 
Aline Barbosa de Carvalho
Introdução 
Importância das Plantas daninhas 
Competição por substrato ecológico; 
Reduz qualidade da fibra (Impurezas); 
Prejudica colheita; 
Reduz qualidade extrínseca do algodão colhido em caroço; 
Perdas na produção pode chegar a 90%; 
Hospedeiras de insetos-praga, vetores, inóculos de 
patógenos; 
Corresponde a 11% do custo de insumos; 
Fitossanitário mais utilizado;
Período crítico-P.D. 
15 a 60 dias após plantio. Após isso, a infestação não 
interfere na produção; 
Algodão : Crescimento inicial lento (Arquitetura 
planofilar); 
Pré-colheita: Plantas daninhas Umidade das 
sementes atraso na colheita;
Classificação dos Herbicidas 
Seletividade 
Época de aplicação 
Translocação 
Mecanismo de ação
Classificação-Seletividade 
Herbicidas seletivos: Elimina plantas daninhas infestantes 
de uma cultura, sem a prejudicar. Ex: Trifuralin, fluazifop, 
bentazon e lactofen. 
Herbicidas não-seletivos: Ação total, capazes de matar 
todas as plantas quando aplicado em doses recomendadas. 
Ex: Glyphosate e sulfosate. 
Folhas estreitas e Latifolicidas
Classificação-Época de Aplicação 
PPI (Pré-plantio incorporado): Aplicado ao solo e 
posterior incorporação mecânica ou irrigação 
(Volatilidade, fotodegradação; baixa solubilidade em 
água). Ex.: trifuralin. 
PRÉ: Depois da semeadura e antes da emergência da 
cultura. Ex.: alachlor, diuron. 
PÓS: Pós emergência; absorção via foliar, necessidade de 
tolerância da cultura. Ex.: lactofen, bentazon.
Classificação- Translocação 
Contato: Danos aos tecidos em contato com produto. Ex.: 
bentazon, lactofen e paraquat. 
Sistêmica: Efeito crônico, produto transloca-se na planta. 
Ex.: Glyphosate, 2,4-D, fluazifop e clethodim.
Classificação-Modo de ação 
Inibidores de: 
ACCase: Inibe a atividade da enzima ACCase responsável 
pela síntese de ácidos graxos. 
Ex.:Clethodium (Select 240 EC-Arysta Lifescience) 
FSII: 
Necessita mobilidade para zona de germinação 
(Chuva/irrigação); 
Ex.:Diuron (Diuron Nortox 500 SC-Nortox)
Classificação-Modo de ação 
Protox: Causa acúmulo maciço de porfirinas 
Peroxidação de lipídios, plantas tornam-se necrosadas 
e morrem. 
Ex.: Fomesafen (Flex-Syngenta) 
Caroteno: Reduz nível de caroteno e fitol, 
consequentemente da clorofila. 
Ex.: Clomazone (Gamit-FMC)
Classificação-Modo de ação 
ALS: Inibe a formação da enzima acetolactato sintase, 
inibindo a síntese de AA’S como leucina, valina, e 
isoleucina; 
Ex.:Trifloxysulfuron-sodium (Envoke-Syngenta) 
 FS I: Inibe fotossíntese, bloqueando transporte de 
elétrons na fase luminosa; 
Necessita de cobertura uniforme; 
Ex.: Diquat (Reglone-Syngenta);
Classificação-Modo de ação 
Auxina: Age no local de ligação da auxina com proteínas 
da membrana celular. Crescimento desordenado de 
tecidos; 
Ex.: 2,4-D (2,4-D-Nortox-Nortox); 
EPSPs: Inibidor da enzima enol-piruvil-shiquimato-fosfato 
sintase. Elevando os níveis de amônia fitotóxica, bem 
como de glutamina e glutamato. 
Ex.: Glyphosate (Glifosato Nufarm-Nufarm)
Mecanismos-Local de Aplicação 
Fonte: FILHO R.V.
Escolha do produto 
Custo 
Seletividade 
Poder residual 
Composição química e física 
Mecanismo de ação 
Avaliar textura, Matéria orgânica, tipo de argila; 
Tipos de p.d. que controla 
Obs: Recomendado utilização de produtos de mecanismos 
de ação diferentes para evitar ecotipos resistentes.
Misturas mais utilizadas 
Diuron+ trifuralin 
Diuron+pendimethalin 
Diuron+oxadiazon 
Diuron+alachlor Pré 
Alachlor+trifuralina 
Alachlor+cyanazine 
Cyanazine+diuron+trifuralin+clomazone
Herbicidas mais utilizados 
Fluazifop-p-butil Pós 
Haloxyop-r 
Pyrithiobac-sodium 
Paraquat 
Glyphosat Manejo 
2,4-D
Marca comercial Princípio Ativo 
Aurora Carfentrazone-ethyl 
Dual Gold S-metolchlor 
Envoke Trifloxysulfuron-sodium 
Finale Amônio-glufosinato 
Flumyzin 500 Flumioxazin 
Gamit Clomazone 
Gramoxone 200 Paraquat 
Diuron Nortox 500 SC Diuron 
Glifosato Nufarm Glyphosate 
Reglone Diquat 
Select 200 SC Clethodium 
Staple 280 CS Pyrithiobac-sodium 
Verdict R Haloxyfop-methil
Herbicidas de Manejo -SPD 
Herbicidas usados para implantação da cultura em sistema 
plantio direto. 
Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
Pré- emergentes 
Uso de Herbicidas PPI e Pré-emergentes 
Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
Aplicação: Pré-emergência 
Gotas maiores 
Bico leque 
duplo 
Fonte: Herbicidologia 
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Densidade de certas espécies de plantas daninhas no 
aplicação do Pós, com e sem Pré-emergente: 
Fonte: FRANCHINI et. al. 2011.
Pós-Folhas estreitas 
Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão- 2004
Pós-Latifolicídas 
Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão- 2004
Aplicação: Pós-área total 
Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
Pós-dirigido 
Entre 45-60 dias é efetuado uma nova aplicação, agora com 
jato dirigido entre as linhas da cultura manter cultura 
no limpo. 
Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
Aplicação: Pós-dirigido 
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Quando planta atinge +/- 70% dos capulhos abertos; 
10-15 dias antes da colheita; 
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Destruição de restos culturais 
10-15 dias após colheita; 
Destruição mecânica com roçadeira + controle químico; 
Glyphosate +2,4-D; 
Paraquat + Diquat;
Fatores que afetam eficácia 
Inerentes a planta 
Veículo de aplicação 
Doses
Fatores que afetam eficácia 
Condições Ambientais 
Associação com outros herbicidas e adjuvantes 
Tecnologia de aplicação
Associações entre Herbicidas 
Aditividade 
Atrazine+simazine 
Atrazine+metolachlor 
Atrazine+nicosulfuron 
Sinergismo 
Paraquat+diuron; 
Glyphosate+Fluroxypir 
Antagonismo 
Herbicida que inibe fotossíntese + herb. translocado pelo 
floema
Sinergismo 
Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
Resistência das plantas daninhas 
Causas: 
Superdosagem e subdosagem 
Utilização sequenciais de produtos com mesmo 
mecanismo de ação 
Tipos: 
Cruzada 
Múltipla 
Induzida
Espécies resistentes-Brasil 
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Bidens subalternans (Picão preto) 
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Cyperus diiforms (Tiririca do Brejo) 
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Acetyl-CoA-carboxilase 
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Recomendação 
Rotação herbicidas de diferentes mecanismos de ação 
Rotação de culturas; 
Evitar uso de produtos com resistência comprovada 
Fazer sempre monitoramento da área 
Deixar área sem aplicar para comparar evolução das 
espécies
Bibliografia 
RODRIGUES B. N.; ALMEIDA F. S. Guia de Herbicidas. 
Londrina-PR. 2011. 
Lorenzi H. Manual de identificação e controle de 
plantas daninhas. Nova Odessa. 2014. 
FRANCHINI L.H.M. Benefícios de herbicidas em pré-emergência 
no manejo de plantas daninhas em algodão 
Liberty Link. Congresso Brasileiro de Algodão-2011. São 
Paulo-SP.
Obrigado! 
Aline Barbosa de Carvalho 
Contato : aline.bcarvalho@hotmail.com 
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Classificação e uso de herbicidas no algodão

  • 1. Herbicidas- Algodão Aline Barbosa de Carvalho
  • 2. Introdução Importância das Plantas daninhas Competição por substrato ecológico; Reduz qualidade da fibra (Impurezas); Prejudica colheita; Reduz qualidade extrínseca do algodão colhido em caroço; Perdas na produção pode chegar a 90%; Hospedeiras de insetos-praga, vetores, inóculos de patógenos; Corresponde a 11% do custo de insumos; Fitossanitário mais utilizado;
  • 3. Período crítico-P.D. 15 a 60 dias após plantio. Após isso, a infestação não interfere na produção; Algodão : Crescimento inicial lento (Arquitetura planofilar); Pré-colheita: Plantas daninhas Umidade das sementes atraso na colheita;
  • 4. Classificação dos Herbicidas Seletividade Época de aplicação Translocação Mecanismo de ação
  • 5. Classificação-Seletividade Herbicidas seletivos: Elimina plantas daninhas infestantes de uma cultura, sem a prejudicar. Ex: Trifuralin, fluazifop, bentazon e lactofen. Herbicidas não-seletivos: Ação total, capazes de matar todas as plantas quando aplicado em doses recomendadas. Ex: Glyphosate e sulfosate. Folhas estreitas e Latifolicidas
  • 6. Classificação-Época de Aplicação PPI (Pré-plantio incorporado): Aplicado ao solo e posterior incorporação mecânica ou irrigação (Volatilidade, fotodegradação; baixa solubilidade em água). Ex.: trifuralin. PRÉ: Depois da semeadura e antes da emergência da cultura. Ex.: alachlor, diuron. PÓS: Pós emergência; absorção via foliar, necessidade de tolerância da cultura. Ex.: lactofen, bentazon.
  • 7. Classificação- Translocação Contato: Danos aos tecidos em contato com produto. Ex.: bentazon, lactofen e paraquat. Sistêmica: Efeito crônico, produto transloca-se na planta. Ex.: Glyphosate, 2,4-D, fluazifop e clethodim.
  • 8. Classificação-Modo de ação Inibidores de: ACCase: Inibe a atividade da enzima ACCase responsável pela síntese de ácidos graxos. Ex.:Clethodium (Select 240 EC-Arysta Lifescience) FSII: Necessita mobilidade para zona de germinação (Chuva/irrigação); Ex.:Diuron (Diuron Nortox 500 SC-Nortox)
  • 9. Classificação-Modo de ação Protox: Causa acúmulo maciço de porfirinas Peroxidação de lipídios, plantas tornam-se necrosadas e morrem. Ex.: Fomesafen (Flex-Syngenta) Caroteno: Reduz nível de caroteno e fitol, consequentemente da clorofila. Ex.: Clomazone (Gamit-FMC)
  • 10. Classificação-Modo de ação ALS: Inibe a formação da enzima acetolactato sintase, inibindo a síntese de AA’S como leucina, valina, e isoleucina; Ex.:Trifloxysulfuron-sodium (Envoke-Syngenta)  FS I: Inibe fotossíntese, bloqueando transporte de elétrons na fase luminosa; Necessita de cobertura uniforme; Ex.: Diquat (Reglone-Syngenta);
  • 11. Classificação-Modo de ação Auxina: Age no local de ligação da auxina com proteínas da membrana celular. Crescimento desordenado de tecidos; Ex.: 2,4-D (2,4-D-Nortox-Nortox); EPSPs: Inibidor da enzima enol-piruvil-shiquimato-fosfato sintase. Elevando os níveis de amônia fitotóxica, bem como de glutamina e glutamato. Ex.: Glyphosate (Glifosato Nufarm-Nufarm)
  • 12.
  • 13.
  • 14. Mecanismos-Local de Aplicação Fonte: FILHO R.V.
  • 15. Escolha do produto Custo Seletividade Poder residual Composição química e física Mecanismo de ação Avaliar textura, Matéria orgânica, tipo de argila; Tipos de p.d. que controla Obs: Recomendado utilização de produtos de mecanismos de ação diferentes para evitar ecotipos resistentes.
  • 16. Misturas mais utilizadas Diuron+ trifuralin Diuron+pendimethalin Diuron+oxadiazon Diuron+alachlor Pré Alachlor+trifuralina Alachlor+cyanazine Cyanazine+diuron+trifuralin+clomazone
  • 17. Herbicidas mais utilizados Fluazifop-p-butil Pós Haloxyop-r Pyrithiobac-sodium Paraquat Glyphosat Manejo 2,4-D
  • 18. Marca comercial Princípio Ativo Aurora Carfentrazone-ethyl Dual Gold S-metolchlor Envoke Trifloxysulfuron-sodium Finale Amônio-glufosinato Flumyzin 500 Flumioxazin Gamit Clomazone Gramoxone 200 Paraquat Diuron Nortox 500 SC Diuron Glifosato Nufarm Glyphosate Reglone Diquat Select 200 SC Clethodium Staple 280 CS Pyrithiobac-sodium Verdict R Haloxyfop-methil
  • 19. Herbicidas de Manejo -SPD Herbicidas usados para implantação da cultura em sistema plantio direto. Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
  • 20. Pré- emergentes Uso de Herbicidas PPI e Pré-emergentes Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
  • 21. Aplicação: Pré-emergência Gotas maiores Bico leque duplo Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
  • 22. Pré-emergente: Densidade de certas espécies de plantas daninhas no aplicação do Pós, com e sem Pré-emergente: Fonte: FRANCHINI et. al. 2011.
  • 23. Pós-Folhas estreitas Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão- 2004
  • 24. Pós-Latifolicídas Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão- 2004
  • 25. Aplicação: Pós-área total Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
  • 26. Pós-dirigido Entre 45-60 dias é efetuado uma nova aplicação, agora com jato dirigido entre as linhas da cultura manter cultura no limpo. Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
  • 27. Aplicação: Pós-dirigido Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
  • 28. Pós-desfolhantes Quando planta atinge +/- 70% dos capulhos abertos; 10-15 dias antes da colheita; Fonte: Congresso Brasileiro de Algodão-2004
  • 29. Destruição de restos culturais 10-15 dias após colheita; Destruição mecânica com roçadeira + controle químico; Glyphosate +2,4-D; Paraquat + Diquat;
  • 30. Fatores que afetam eficácia Inerentes a planta Veículo de aplicação Doses
  • 31. Fatores que afetam eficácia Condições Ambientais Associação com outros herbicidas e adjuvantes Tecnologia de aplicação
  • 32. Associações entre Herbicidas Aditividade Atrazine+simazine Atrazine+metolachlor Atrazine+nicosulfuron Sinergismo Paraquat+diuron; Glyphosate+Fluroxypir Antagonismo Herbicida que inibe fotossíntese + herb. translocado pelo floema
  • 33. Sinergismo Fonte: Herbicidologia <http://w3.ufsm.br/herb/Unidade%204.pdf>
  • 34. Resistência das plantas daninhas Causas: Superdosagem e subdosagem Utilização sequenciais de produtos com mesmo mecanismo de ação Tipos: Cruzada Múltipla Induzida
  • 35. Espécies resistentes-Brasil Bidens pilosa (Picão preto) Bidens subalternans (Picão preto) Euphorbia heterophylla (Leiteiro) ALS Sagitaria motividiensise (Aguapé de flexa) Cyperus diiforms (Tiririca do Brejo) Digitaria sp.(Capim armagoso) –ACCase e Acetyl-CoA-carboxilase Echinochloa sp. –Mimetizador de Auxina Conyza bonariensis (Buva)- EPSPS Commelina erecta (Traboeraba) - EPSPS
  • 36. Recomendação Rotação herbicidas de diferentes mecanismos de ação Rotação de culturas; Evitar uso de produtos com resistência comprovada Fazer sempre monitoramento da área Deixar área sem aplicar para comparar evolução das espécies
  • 37. Bibliografia RODRIGUES B. N.; ALMEIDA F. S. Guia de Herbicidas. Londrina-PR. 2011. Lorenzi H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas. Nova Odessa. 2014. FRANCHINI L.H.M. Benefícios de herbicidas em pré-emergência no manejo de plantas daninhas em algodão Liberty Link. Congresso Brasileiro de Algodão-2011. São Paulo-SP.
  • 38. Obrigado! Aline Barbosa de Carvalho Contato : aline.bcarvalho@hotmail.com (62)8201-4732