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Sorgo: Comercialização e Logística

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Sorgo - Comercialização e Logística, foi o tema apresentado pelo membro Juliana Ferrari . Alguns aspectos sobre comercialização e logística dos cinco tipos de sorgo ( granífero, forrageiro, sacarino, biomassa e vassoura), em âmbito nacional e internacional foram a base da apresentação. Confira os slides utilizados na apresentação.

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Sorgo: Comercialização e Logística

  1. 1. Juliana Ferrari Comercialização e Logística
  2. 2. 1. Sorgo Granífero 2. Sorgo Forrageiro 3. Sorgo Sacarino 4. Sorgo Biomassa 5. Sorgo Vassoura Sumário
  3. 3. 1. Sorgo Granífero Fonte: Atlântica Sementes, 2015.
  4. 4. Fonte: CONAB, 2015.
  5. 5. Fonte: CONAB, 2015.
  6. 6. Fonte: CONAB, 2015.
  7. 7. Texto ou subtópicos. Produção Mundial de Sorgo Granífero Regiões Mundiais Produção (ton) Média 2003-2007 Área Colhida (ha) Produtividade (kg/ha) Mundo 59.883.415 43.179.293 1.387 África 24.573.177 25.430.989 966 Américas 22.236.617 6.355.256 3.499 Ásia 10.714.325 10.521.105 1.018 Europa 615.741 163.456 3.767 Oceania 1.743.556 708.488 2.461 Fonte: FAO, 2009.
  8. 8. Ranking dos dez maiores países produtores de Sorgo Granífero. Países Produção (ton) Média 2003-2007 Área Colhida (ha) Produtividade (kg/ha) Estados Unidos 10,365,480 2,573,253 4,028 Nigéria 9,227,600 7,191,600 1,283 Índia 7,193,920 8,968,220 802 México 6,001,900 1,720,953 3,488 Sudão 4,483,600 6,161,000 728 Argentina 2,673,379 534,920 4,998 China 2,594,525 604,772 4,290 Etiopia 2,063,095 1,399,917 1,474 Austrália 1,739,915 707,206 2,460 Brasil 1,695,047 768,792 2,205 Fonte: FAO, 2009.
  9. 9. Distribuição de Área Plantada com Sorgo no Brasil - Média das Safras 2004-2006 Fonte: IBGE, 2007. Produção Média de Sorgo 2004 a 2006 1 Ponto = 1000 toneladas
  10. 10. Produtor integrado com firmas produtoras de ração. Armazéns graneleiros são utilizados principalmente para estocagem de milho e soja. O sorgo é uma cultura marginal ao milho e depende do desempenho dele para participar do mercado. Preço do sorgo é atrelado ao milho, sendo cotado ao redor de 80% do valor deste. Aspectos da Cadeia Brasileira Fonte: Valor Soja, 2014.
  11. 11. A produção de sorgo em grãos tem dois destinos primários:  Interno ao estabelecimento rural  Oferta do produto ao mercado consumidor 26,95% da produção de sorgo é consumida na propriedade, sendo que 68,24% dos estabelecimentos realizam esta prática. 4,92% da produção é estocada em 5,84% dos estabelecimentos. 68,14% da produção de sorgo é comercializada, sendo que 25,92% dos estabelecimentos realizam esta comercialização. Aspectos da Cadeia Brasileira
  12. 12. O sorgo produzido no Brasil é todo consumido na alimentação animal. O crescimento do volume demandado de sorgo é regido pela indústria de ração. O sorgo comercializado é entregue a cooperativas, à indústria, a intermediários, ou diretamente ao consumidor. Consumo Fonte: Rural Pecuária, 2014.
  13. 13. É alimento básico para milhões de pessoas em regiões semiáridas pobres e com risco de segurança alimentar. Volume transacionado não é expressivo. Na exportação destacam-se: Estados Unidos, Austrália e Argentina detendo aproximadamente 93% do mercado. Na importação destacam-se: México, Japão e Espanha com participação de aproximadamente 82% do sorgo importado do mundo. Brasil é o quarto maior importador, com participação de aproximadamente 2% do total comercializado internacionalmente. Aspectos da Cadeia Internacional
  14. 14. Fonte: Sorghum Checkoff, 2014.
  15. 15. 2. Sorgo Forrageiro Fonte: Embrapa Milho e Sorgo, 2015.
  16. 16. Em torno de 97% do consumo é feito em nível da propriedade. A comercialização de forragem e/ou silagem ainda não é difundida entre os produtores. Há uma integração entre as atividade do produtor pecuarista com a produção vegetal. Custo de transporte não compensador. Aspectos da Cadeia Brasileira Fonte: ASEMG,2012.
  17. 17. Produção de forragem de sorgo é mais eficiente quando realizada por quem irá utilizá-la. Em termos nutricionais, o sorgo é semelhante ao milho, sendo menos eficiente na oferta de energia. O controle de perdas causadas por roubo do produto é muito mais fácil de ser feito. Aspectos da Cadeia Brasileira Fonte: ADMAN, 2012.
  18. 18. Sistemas de sucesso Colheita: Colhedora de forragem - Capacidade de 75 ton/h Embalagem: Adaptação da Logística do Algodão Estoque: Sistemas de Silagem Armazenamento anaeróbico Aspectos da Cadeia Internacional
  19. 19. Fonte: Agri Life Research, 2012.
  20. 20. 3. Sorgo Sacarino Fonte: Embrapa Milho e Sorgo, 2014.
  21. 21. Assemelha-se à cana-de-açúcar, por apresentar colmos suculentos com altos teores de açúcares fermentáveis. Tem ciclo curto, de quatro meses, e a cultura é totalmente mecanizável. Cultura com potencial para fornecimento de matéria- prima durante a entressafra (Dezembro-Abril). Objetivo: antecipar e reforçar a produção nacional de etanol e aumentar o período de operação das usinas. Aspectos da Cadeia Brasileira
  22. 22. Mapa das Usinas de Cana no Estado de Goiás Fonte: SIFAEG, 2013.
  23. 23. Localização das Usinas de Cana-de-açúcar e das Refinarias de Biodiesel Fonte: CONAB- Projetos GeoSafras, 2012. • Refinarias de Biodiesel (ANP) • Usinas de Cana-de-Áçucar (CONAB)
  24. 24. O sorgo sacarino já é utilizado para produção de etanol em países como Índia, China, África do Sul e Austrália. Por ser rico em fibra, o resíduo do caule é útil para ser queimado com o bagaço de cana para cogeração de bioeletricidade. O sorgo sacarino também pode ser usado para fazer açúcar e syrup. Aspectos da Cadeia Internacional Fonte: Gourmandistan, 2014.
  25. 25. 4. Sorgo Biomassa Fonte: Business Wire, 2014.
  26. 26. O sorgo biomassa destaca-se por atender a necessidade do mercado em seus quesitos básicos: custo, cultivo e geografia. Possui ampla base genética e rápido ciclo de melhoramento. Apresenta qualidade para gerar energia com poder calorífico similiar ao da cana, do eucalipto e do capim- elefante. Aspectos da Cadeia Brasileira
  27. 27. O sorgo biomassa é propagado por sementes, o que facilita a implantação de áreas. Cultura é totalmente mecanizável. É ideal para atender mercados que precisam de biomassa para geração de calor por combustão, geração de energia elétrica. Custo de produção: R$40 a R$60 por tonelada de matéria- prima. Aspectos da Cadeia Brasileira Fonte: Rural Notícias, 2013.
  28. 28. Sorgo Blade: Sementes Ceres do Brasil. Palo Alto: NexSteppe. Aspectos da Cadeia Brasileira Fonte: Nexsteppe, 2014.
  29. 29. Poder calorífico pode chegar a 4.000 kcal/kg de matéria seca, sendo que lenha de reflorestamento atinge 4.500kcal/kg. Produção de até 60 toneladas de matéria seca por hectare. Colheita após 5-8 meses. Aspectos da Cadeia Brasileira
  30. 30. Aspectos da Cadeia Internacional Fonte: Agri Life Research, 2012.
  31. 31. Aspectos da Cadeia Internacional Fonte: Agri Life Research, 2012.
  32. 32. Diferentes Sorgos, Diferentes Processos Sorgo Granífero Sorgo Sacarino Sorgo Biomassa Amido Biomassa lignocelulósica Sacarose EtanolFonte: Agri Life Research, 2012. Celulose/Hemicelulose Lignina Eletricidade
  33. 33. 5. Sorgo Vassoura Fonte: Durciansky Sorghum Brooms, 2015.
  34. 34. Tradicionais no Sul do país. Os grãos são separados em semente e o restante é socado em pilão. No RS, a maioria dos produtores arrenda a terra para o plantio do sorgo-vassoura pela terça parte da produção. O grão como subproduto pertence ao arrendatário. Preço da vassoura: R$15,00 – R$20,00. Aspectos da Cadeia Brasileira
  35. 35. “Sorghum broom factory Đurčiansky - Family tradition expands into broom business” Aspectos da Cadeia Internacional Fonte: Durciansky Sorghum Brooms, 2015.
  36. 36. Juliana Ferrari Juliana.ferrari92@gmail.com Obrigada!

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