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Caio Alves Pinheiro
Colheita e Beneficiamento
de Sorgo
Sumário
Colheita
Colhedora
Pós-colheita
Beneficiamento
Subprodutos
Fonte: Revista Plantar.
É o momento de resposta da cultura;
Aspectos qualitativos e quantitativos;
Demonstração da produtividade;
Avaliação das ações estabelecidas pelo produtor;
Colheita
Fonte: Agrolink.
Fonte: IBGE/CEPAGRO,1987.
Fonte: IBGE/CEPAGRO, 1987.
Histórico de Área Plantada em mil hectares.
Fonte: CONAB, 2014.
Fonte: CONAB, 2014.
Histórico de Produção em Kg/ha.
Produção de Sorgo no Brasil (mil toneladas)
Fonte: Conab, 2014.
Fatores que interferem na qualidade da
colheita:
Pré-colheita:
Cultivar
Clima e Safra
Manejo de lavoura
Fonte: Revista Plantar
Fonte: Seja doutor do seu sorgo, 2002.
Momento da colheita:
Sorgo deve estar fisiologicamente maduro;
Umidade superior ou igual a 14%
Sementes mais verdes contendo 35% de umidade;
Fatores a se observar:
- Área total plantada e data de plantio de cada gleba;
- Nº de dias disponíveis para a colheita;
- Nº de colhedoras e velocidade de colheita;
- Capacidade do secador e silo armazenador;
-Nº de horas de colheita/dia;
Colhedora de Grãos
Regulagens básicas
Altura de corte – variável
Atenção na espaçamento do cilindro e concâvo - 4 a 6 mm.
Usar recomendação de trigo caso colhedeira não tenha
opção.
Velocidade de rotação do cilindro;
- Umidade superior a 17%, rotação de 700 a 800 rpm
- Umidade abaixo de 17%, rotação de 550 a 650 rpm
OBS.: velocidade inadequada e sinal de quebra e perda
dos grãos.
Fonte: UFRGS, Santa Maria,
2007.
Velocidade da colhedeira deve ser de 3 a 4 km/hora;
Molinete girando a uma velocidade 125 – 150% maior
que a velocidade da máquina;
Abertura dos ventiladores o máximo possível, mas
que não proporcione perda de grão;
Fonte: Coelho et al,
1999.
Perda na colheita na colheita de sorgo.
Fonte: Finch e Chowdhury, 1987.
Perdas em relação a rotação do cilindro.
Fonte: Finch e Chowdhury, 1987.
Fontes: Embrapa Arroz e Feijão e Case IH.
Fonte: Embrapa Milho e Sorgo.
Riscos
Colher grãos muito úmidos, só se tiver facilidade de
secagem, o excesso de umidade pode causar a
“dormência forçada”;
Se os grãos já estiverem maduros e mesmo assim
ficarem no campo, estes se tornam susceptíveis ao
ataque de insetos e fungos.
Sintomas de “ergot” ou mela
da panícula, causada por
Claviceps africana.
Fonte: Seja doutor no seu sorgo, 2002.
Exemplo:
Colhedora trabalhando a uma velocidade de 5 km/hora com plataforma de 6
metros em área de produtividade de 5000 kg/ha.
- Cap. Teórica = (5000 m/hora X 6m)/10.000 m² = 3 ha/hora
Supondo que em uma hora de colheita, colheu 2,3 ha:
- Eficiência de campo = (2,3 X 100)/ 3 = 77%
Obs.: intervalo entre 70 – 80% é tolerável, pois 20% do tempo e gasto
com manobras e viradas. (Embrapa Milho e Sorgo)
Relacionar ton/ha em ton/hora:
Cap. Efet. de Trabalho = (5000 m/hora X 6m X o,77 X 5000 kg/ha)/10.000 m²
- Cap. Efet. de Trabalho = 11.550 kg/hora ou 11,5 ton/hora
Ensiladeiras
Fonte: Agromáquinas.
Colheita Manual
Fonte: Google Imagens.
Pós-colheita
Colheita de outras culturas (Atraso no plantio)
Comercialização
Perdas!!! O sorgo fica exposto ao ambiente;
Fonte: CASP Armazéns
FALTA DE ARMAZÉNS
Fonte: Conab, 2005.
Preço do sorgo sempre foi na margem de 80 a 85% do preço
do milho. Ex.: Cotação do dia 10/03/2015 em Itumbiara - GO,
sc de 60 kg Milho Grão = R$ 25,00 e sc de 60 kg Sorgo Grão =
R$ 21,00 Fonte: Canal Rural
Fonte: Conab, 2005.
Beneficiamento
Estrutura Básica de uma unidade armazenadora.
Fonte: Boletim Técnico da UFES, 2010.
Pré-limpeza
Fase extremamente importante, pois elimina terra, restos
de planta e insetos;
Diminui os riscos de interferência na secagem;
Colheita mecanizada promove maior sujeira dos grãos;
É feita por peneiras planas com furos de diferentes
diâmetros e com auxílio de ventiladores;
Teor de impureza permitido é de apenas 0,5%;
Secagem
Massa de ar ideal de 30 m³(minuto/tonelada);
Monitorar a secagem em diferentes pontos;
Recomendação: colocar no Silo secador;
Temperatura abaixo de 32° C
Câmadas de até 0,4 metros de altura, e realizar a secagem até a
superfície da massa de grãos atingir 13% de umidade.
(Embrapa Milho e Sorgo)
Ventilação com ar quente deve se manter até a massa
de grãos atingir um teor de umidade entorno de 12 a
13%;
 Umidade estabelecida, o ventilador deve ser ligado
para abaixar a temperatura da massa de grãos;
 Em caso de chuva, ação deve ser interrompida, alta
UR no ar;
 Realizada 2 a 3 vezes por mês por uma hora,
promover a aeração da massa de grãos;
Temperaturas abaixo de 32° C
Fonte: Boletim da ESALQ, 2014.
Armazenamento
Armazéns Graneleiros
Fonte: Paraná Centro de Armazenamento.
Vantagens Desvantagens
Baixo custo por tonelada instalada Pequeno nº de células
Rapidez de execução Grande possibilidade de infiltração
de água e dificuldade de aeração
Grande capacidade em pequeno
espaço
Pouca versatilidade na movimentação
de grãos
Aproveitamento da capacidade ociosa
dos armazéns convencionais
Baixa capacidade dinâmica (sacarias,
necessita de mão de obra)
Silos Secadores
Fonte: Denc Silos.
Vantagens Desvantagens
Fundações mais simples e baratas Possível infiltração de água
Custo por tonelada inferior ao silo
de concreto
Transmissão de calor do ambiente
para dentro da célula, podendo
ocorrer condensações
Células de capacidade média,
conferindo maior flexibilidade
Maior custo de implantação do que
os graneleiros
Silos bolsas
Fonte: Boletim da ESALQ, 2014.
Vantagens Desvantagens
Praticidade para armazenamento Troca de temperatura entre massa
de grãos e o solo
Custo baixo para armazenamento
de grande quantidades
Armazenamento por tempo
limitado
Conservação de grãos no ambiente
externo ao silos
Variação de umidade na superfície
do silo, pode ocasionar
empedramento dos grãos
Higienização das instalações
Expurgo
- Armazéns e silos vazios ou no sorgo pré-armazenagem;
- Uso de Fosfina (Hidreto de Fósforo ou Alumínio);
- Residual curto;
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“O composto químico é volatilizado e age por no
mínimo 168 horas, umidade acima de 25% e
temperatura acima de 10°C (LORINI et al, 2007)”
Controle Químico
- Pulverização/polvilhamento dos grãos ou das sacarias;
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Fonte: IGARASI et al, 2008.
Fonte: Cunha et al, 2010.
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Fator antinutricional e adstringente;
Variável de acordo ao desenvolvimento da planta;
Fonte: RODRIGUES et
al, 2009.
AGRICULTURA é a arte de
colher o sol...
Referências
Safras e Séries Históricas de Produção do Brasil -2014.
Disponível em: <http:www.conab.gov.br> Acesso em: 22 de
mar. de 2015.
Caracterização das Estruturas de Armazenagem de
Grãos -2014. Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz,
ESALQ.
Sistema de Colheita de Sorgo – 2013. Embrapa Milho e
Sorgo. Disponível em: <http:www.cnps.embrapa/br> Acesso
em: 23 de mar. de 2015.
MANTOVANI E.C., COELHO A.M. Colheita do Sorgo
Granífero. EPAMIG, 2003.
CAIO ALVES PINHEIRO
Contato: caioalves_27@hotmail.com
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Sorgo: Colheita e beneficiamento

  • 1. Caio Alves Pinheiro Colheita e Beneficiamento de Sorgo
  • 3. É o momento de resposta da cultura; Aspectos qualitativos e quantitativos; Demonstração da produtividade; Avaliação das ações estabelecidas pelo produtor; Colheita Fonte: Agrolink.
  • 5. Histórico de Área Plantada em mil hectares. Fonte: CONAB, 2014.
  • 6. Fonte: CONAB, 2014. Histórico de Produção em Kg/ha.
  • 7. Produção de Sorgo no Brasil (mil toneladas) Fonte: Conab, 2014.
  • 8. Fatores que interferem na qualidade da colheita: Pré-colheita: Cultivar Clima e Safra Manejo de lavoura Fonte: Revista Plantar
  • 9. Fonte: Seja doutor do seu sorgo, 2002.
  • 10. Momento da colheita: Sorgo deve estar fisiologicamente maduro; Umidade superior ou igual a 14% Sementes mais verdes contendo 35% de umidade; Fatores a se observar: - Área total plantada e data de plantio de cada gleba; - Nº de dias disponíveis para a colheita; - Nº de colhedoras e velocidade de colheita; - Capacidade do secador e silo armazenador; -Nº de horas de colheita/dia;
  • 12. Regulagens básicas Altura de corte – variável Atenção na espaçamento do cilindro e concâvo - 4 a 6 mm. Usar recomendação de trigo caso colhedeira não tenha opção. Velocidade de rotação do cilindro; - Umidade superior a 17%, rotação de 700 a 800 rpm - Umidade abaixo de 17%, rotação de 550 a 650 rpm OBS.: velocidade inadequada e sinal de quebra e perda dos grãos.
  • 13. Fonte: UFRGS, Santa Maria, 2007.
  • 14. Velocidade da colhedeira deve ser de 3 a 4 km/hora; Molinete girando a uma velocidade 125 – 150% maior que a velocidade da máquina; Abertura dos ventiladores o máximo possível, mas que não proporcione perda de grão; Fonte: Coelho et al, 1999.
  • 15. Perda na colheita na colheita de sorgo. Fonte: Finch e Chowdhury, 1987.
  • 16. Perdas em relação a rotação do cilindro. Fonte: Finch e Chowdhury, 1987.
  • 17. Fontes: Embrapa Arroz e Feijão e Case IH.
  • 19. Riscos Colher grãos muito úmidos, só se tiver facilidade de secagem, o excesso de umidade pode causar a “dormência forçada”; Se os grãos já estiverem maduros e mesmo assim ficarem no campo, estes se tornam susceptíveis ao ataque de insetos e fungos. Sintomas de “ergot” ou mela da panícula, causada por Claviceps africana. Fonte: Seja doutor no seu sorgo, 2002.
  • 20. Exemplo: Colhedora trabalhando a uma velocidade de 5 km/hora com plataforma de 6 metros em área de produtividade de 5000 kg/ha. - Cap. Teórica = (5000 m/hora X 6m)/10.000 m² = 3 ha/hora Supondo que em uma hora de colheita, colheu 2,3 ha: - Eficiência de campo = (2,3 X 100)/ 3 = 77% Obs.: intervalo entre 70 – 80% é tolerável, pois 20% do tempo e gasto com manobras e viradas. (Embrapa Milho e Sorgo) Relacionar ton/ha em ton/hora: Cap. Efet. de Trabalho = (5000 m/hora X 6m X o,77 X 5000 kg/ha)/10.000 m² - Cap. Efet. de Trabalho = 11.550 kg/hora ou 11,5 ton/hora
  • 23. Pós-colheita Colheita de outras culturas (Atraso no plantio) Comercialização Perdas!!! O sorgo fica exposto ao ambiente; Fonte: CASP Armazéns FALTA DE ARMAZÉNS
  • 24.
  • 25. Fonte: Conab, 2005. Preço do sorgo sempre foi na margem de 80 a 85% do preço do milho. Ex.: Cotação do dia 10/03/2015 em Itumbiara - GO, sc de 60 kg Milho Grão = R$ 25,00 e sc de 60 kg Sorgo Grão = R$ 21,00 Fonte: Canal Rural
  • 28. Estrutura Básica de uma unidade armazenadora. Fonte: Boletim Técnico da UFES, 2010.
  • 29. Pré-limpeza Fase extremamente importante, pois elimina terra, restos de planta e insetos; Diminui os riscos de interferência na secagem; Colheita mecanizada promove maior sujeira dos grãos; É feita por peneiras planas com furos de diferentes diâmetros e com auxílio de ventiladores; Teor de impureza permitido é de apenas 0,5%;
  • 30. Secagem Massa de ar ideal de 30 m³(minuto/tonelada); Monitorar a secagem em diferentes pontos; Recomendação: colocar no Silo secador; Temperatura abaixo de 32° C Câmadas de até 0,4 metros de altura, e realizar a secagem até a superfície da massa de grãos atingir 13% de umidade. (Embrapa Milho e Sorgo)
  • 31. Ventilação com ar quente deve se manter até a massa de grãos atingir um teor de umidade entorno de 12 a 13%;  Umidade estabelecida, o ventilador deve ser ligado para abaixar a temperatura da massa de grãos;  Em caso de chuva, ação deve ser interrompida, alta UR no ar;  Realizada 2 a 3 vezes por mês por uma hora, promover a aeração da massa de grãos; Temperaturas abaixo de 32° C
  • 32. Fonte: Boletim da ESALQ, 2014.
  • 34. Vantagens Desvantagens Baixo custo por tonelada instalada Pequeno nº de células Rapidez de execução Grande possibilidade de infiltração de água e dificuldade de aeração Grande capacidade em pequeno espaço Pouca versatilidade na movimentação de grãos Aproveitamento da capacidade ociosa dos armazéns convencionais Baixa capacidade dinâmica (sacarias, necessita de mão de obra)
  • 36. Vantagens Desvantagens Fundações mais simples e baratas Possível infiltração de água Custo por tonelada inferior ao silo de concreto Transmissão de calor do ambiente para dentro da célula, podendo ocorrer condensações Células de capacidade média, conferindo maior flexibilidade Maior custo de implantação do que os graneleiros
  • 38. Vantagens Desvantagens Praticidade para armazenamento Troca de temperatura entre massa de grãos e o solo Custo baixo para armazenamento de grande quantidades Armazenamento por tempo limitado Conservação de grãos no ambiente externo ao silos Variação de umidade na superfície do silo, pode ocasionar empedramento dos grãos
  • 39. Higienização das instalações Expurgo - Armazéns e silos vazios ou no sorgo pré-armazenagem; - Uso de Fosfina (Hidreto de Fósforo ou Alumínio); - Residual curto; - Evitar superdosagem ou contato com água; “O composto químico é volatilizado e age por no mínimo 168 horas, umidade acima de 25% e temperatura acima de 10°C (LORINI et al, 2007)”
  • 40. Controle Químico - Pulverização/polvilhamento dos grãos ou das sacarias; - Dosagem ideal; - Ex.: Phostoxin-Syngenta, Gastoxin B57 - Bequisa Fonte: COPAGRIL.
  • 41. Subprodutos do Sorgo Grão Farelo de Sorgo Etanol Fonte: Google Imagens.
  • 42. Fonte: IGARASI et al, 2008.
  • 43. Fonte: Cunha et al, 2010.
  • 44. Tanino Composto fenólico; Alto teor de tanino (1,3 a 2%) e coloração escura; Baixo teor de tanino (0,2 a 0,4%) e coloração clara; Fator antinutricional e adstringente; Variável de acordo ao desenvolvimento da planta; Fonte: RODRIGUES et al, 2009.
  • 45. AGRICULTURA é a arte de colher o sol...
  • 46. Referências Safras e Séries Históricas de Produção do Brasil -2014. Disponível em: <http:www.conab.gov.br> Acesso em: 22 de mar. de 2015. Caracterização das Estruturas de Armazenagem de Grãos -2014. Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz, ESALQ. Sistema de Colheita de Sorgo – 2013. Embrapa Milho e Sorgo. Disponível em: <http:www.cnps.embrapa/br> Acesso em: 23 de mar. de 2015. MANTOVANI E.C., COELHO A.M. Colheita do Sorgo Granífero. EPAMIG, 2003.
  • 47. CAIO ALVES PINHEIRO Contato: caioalves_27@hotmail.com Obrigado!