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MID do 
Algodoeiro 
Ana Luisa Alves da Silva
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Porquê? 
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Como? 
<http://bayercontralagartas.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/10/algodao.jpg>
Manejo Integrado de Doenças: 
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Príncipais Doenças: 
Alternaria - Alternaria macrospora 
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Príncipais Doenças 
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Estratégias Para o MID 
Reconhecimento das pragas-chave da cultura 
Reconhecimento dos inimigos naturais 
Amostragem da população dos organismos 
prejudiciais 
Escolher e utilizar as táticas de controle
Métodos de Manejo de Doenças 
Biológico 
Químico 
Genético 
Cultural 
Físico
Biológico 
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Químicos 
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NEMATICIDAS 
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Genético 
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Cultural 
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Preparo do Solo 
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Incorporação de Matéria Orgânica no Solo 
Época de Semeadura/Plantio/Colheita
Manejo Agroecológico de 
Doenças 
Plantio em épocas corretas e com variedades 
adaptadas 
Adubação orgânica e verde 
Rotação de cultura 
Plantio direto 
Consorciação de culturas 
Uso de plantas que atuem como ''quebra ventos'' ou 
''faixas protetoras''
Considerações Finais 
Existem cerca de mais de 250 patógenos do 
algodoeiro registrados na literatura especializada. E 
cerca de 30 deles ocorrem no Brasil, e 10 destes são 
considerados de importância primária para a 
produção nacional. 
A partir de tais dados temos que o papel do MID é 
decisivo, mas nem sempre auto-suficiente. 
Cabe a nós utilizar as ferramentas que nos são 
disponibilizadas de forma correta e sensata para 
minimização de riscos.
Obrigado!!!! 
Ana Luisa Alves da Silva 
<ana.luisaalves@hotmail.com> 
(62) 8301-9601

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Principais doenças do algodoeiro e estratégias de MID

  • 1. MID do Algodoeiro Ana Luisa Alves da Silva
  • 2. Você pode responder: Para quê? Porquê? Quando? Como? <http://bayercontralagartas.com.br/portal/wp-content/uploads/2013/10/algodao.jpg>
  • 3. Manejo Integrado de Doenças: Estratégia de controle múltiplo de infestações no controle ecológico e nos fatores de mortalidade naturais. Diminuir as chances de doenças se desenvolverem/adaptarem-se à práticas defensivas.  http://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos/algodao
  • 4. Príncipais Doenças: Alternaria - Alternaria macrospora  Os sintomas têm início com pequenas manchas circulares que evoluem para manchas maiores, podendo atingir 1cm de diâmetro  https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images? q=tbn:ANd9GcQlEPgDk59i1cba1dZ5UOONoE73enaoYPrsZ4dB8EDMhzEXLLzV
  • 5. Príncipais Doenças Mancha Preta - Stemphylium solani Manchas circulares, pequenas, caracterizadas pela presença de anéis concêntricos, as quais aumentam de tamanho rapidamente podendo ocupar grande parte da área folear.  http://www.agrolink.com.br/agromidias
  • 6. Príncipais Doenças Ramulária - Ramularia areola Manchas esbranquiçadas, de formato anguloso em ambas superfícies foliares, normalmente, ocorrendo no final do ciclo vegetativo da cultura.  http://www.agrolink.com.br/agromidias/problemas/g/Ramularia_areola50.jpg
  • 7. Príncipais Doenças Mosáico Comum - Soil-borne wheat mosaic virus Manchas mosqueadas amarelas que coalescem e tornam-se avermelhadas. < http://www.cifeijao.com.br/Image/fj11.JPG>
  • 8. Príncipais Doenças Murcha de Fusarium - Fusarium oxysporum Morte das folhas, pequenas brotações caem, permanecendo apenas o caule enegrecido. https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images? q=tbn:ANd9GcS1DpBhw9R3FvrP7iuAj4G1VDwkIwx49074JXVqefN5FMzw4CTt
  • 9. Príncipais Doenças Ramulose - Colletotrichum gossypii var cephalosporioides Lesões foliares e superbrotamento da planta  http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Algodao/AlgodaoAgriculturaFamiliar/figuraDoenca1_ar quivos/image002.jpg
  • 10. Príncipais Doenças Bacteriose ou Mancha Angular - Xanthomonas axonopodis Lesões arredondadas de coloração escura, oleosas quase preto e pequenas depressões no local.  http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAZUcAG/doencas-algodoeiro
  • 11. Príncipais Doenças Nematóides - Meloidogyne incógnita e Rotylenchulus reniformis Perdas de vigor, de desenvolvimento e de uniformidade das plantas.  http://agro.olhardireto.com.br/imgsite/noticias/14622840.jpg
  • 12. Príncipais Doenças Mosáico comum - Geminivírus, transmitido pela mosca branca Folhas irregularmente manchadas de amarelo, encurtamento dos entrenós  https://www.fmcagricola.com.br/portal/manuais/doencas_algodoeiro/files/assets/seo/page15_images/0002.jpg
  • 13. Príncipais Doenças Vermelhão do algodoeiro – Cotton anthocyanosis virus A virose provoca vermelhidão na folha, entre as nervuras. https://www.ipni.net/ppiweb/gbrazil.nsf/$webindex/8177AA76429B9D5583256D81005317DA/$file/foto08.jpg
  • 14. Príncipais Doenças Mosaico das nervuras de Ribeirão Bonito (Azulão) - Cotton leafroll dwarf virus A doença é transmitida de forma circulativa e persistente pelo pulgão Aphis gossypii e os sintomas são caracterizados por nanismo, enrolamento foliar e amarelecimento das nervuras (CAUQUIL e VAISSAYRE, 1971) https://encryptedtbn2.gstatic.com/images? q=tbn:ANd9GcTmaW6nSqLFcZxXHjP2Kjw13AhepceRsXa2fcO4xPiZoWYeiwpZ
  • 15.
  • 16. Estratégias Para o MID Reconhecimento das pragas-chave da cultura Reconhecimento dos inimigos naturais Amostragem da população dos organismos prejudiciais Escolher e utilizar as táticas de controle
  • 17. Métodos de Manejo de Doenças Biológico Químico Genético Cultural Físico
  • 18. Biológico PARASITISMO PREDAÇÃO PREMUNIÇÃO INDUÇÃO DE DEFESA DO HOSPEDEIRO
  • 19. Químicos FUNGICIDAS NEMATICIDAS BACTERICIDAS INSETICIDAS ACARICIDAS HERBICIDAS
  • 20. Genético Obtenção/ Utilização de genótipos resistentes Tratamento de sementes Melhoramento Genético
  • 21. Cultural Rotação de Culturas Vazio Sanitário Eliminação dos Restos da Cultura Adubação/Fertilização Irrigação Preparo do Solo Eliminação de Plantas Vivas Doentes Incorporação de Matéria Orgânica no Solo Época de Semeadura/Plantio/Colheita
  • 22. Manejo Agroecológico de Doenças Plantio em épocas corretas e com variedades adaptadas Adubação orgânica e verde Rotação de cultura Plantio direto Consorciação de culturas Uso de plantas que atuem como ''quebra ventos'' ou ''faixas protetoras''
  • 23. Considerações Finais Existem cerca de mais de 250 patógenos do algodoeiro registrados na literatura especializada. E cerca de 30 deles ocorrem no Brasil, e 10 destes são considerados de importância primária para a produção nacional. A partir de tais dados temos que o papel do MID é decisivo, mas nem sempre auto-suficiente. Cabe a nós utilizar as ferramentas que nos são disponibilizadas de forma correta e sensata para minimização de riscos.
  • 24. Obrigado!!!! Ana Luisa Alves da Silva <ana.luisaalves@hotmail.com> (62) 8301-9601