Boas praticas da_fabricacao_e_pop___aula_castelo

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Apresentação prévia de aula sob Bpf e Pop.

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Boas praticas da_fabricacao_e_pop___aula_castelo

  1. 1. BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS (POP)
  2. 2. Indústrias de alimentos no mundo ModificaçõesModificações (últimas décadas):(últimas décadas):  Operações automatizadas e de alta velocidadeOperações automatizadas e de alta velocidade  Novas embalagensNovas embalagens  Novas formulaçõesNovas formulações  Novos sistemas de distribuiçãoNovos sistemas de distribuição  Grandes volumes de produtos enviados aos centrosGrandes volumes de produtos enviados aos centros de distribuição e comercialização logo após ade distribuição e comercialização logo após a produçãoprodução
  3. 3. ETAPA DO PROCESSO TECNOLÓGICO DE AVES: CORTE ABDOMINAL
  4. 4. Mercado Nacional e Internacional  Demanda de grandes volumes de alimentosDemanda de grandes volumes de alimentos processados e “processados e “in natura”in natura”  Alimentos seguros como condição para oAlimentos seguros como condição para o comércio dos produtoscomércio dos produtos  Restrições impostas por países importadoresRestrições impostas por países importadores quanto aoquanto ao controle da qualidade e segurançacontrole da qualidade e segurança dos produtosdos produtos
  5. 5. DOENÇA TRANSMITIDA POR ALIMENTO - DTA  Ingestão de alimentos ou águaIngestão de alimentos ou água contaminadoscontaminados  Estão AUMENTANDO independente deEstão AUMENTANDO independente de toda a tecnologiatoda a tecnologia  OMS: + de 60% das DTA sãoOMS: + de 60% das DTA são provocadasprovocadas por agentes microbiológicospor agentes microbiológicos (RÊGO(RÊGO et al, 2001)et al, 2001)
  6. 6. DTA – PAÍSES DESENVOLVIDOS  + 30% da população contrai algum tipo+ 30% da população contrai algum tipo de DTA/anode DTA/ano  22oo causa de morbidadecausa de morbidade  Estima-se que o custo das DTA nosEstima-se que o custo das DTA nos EUA é de 5 a 6 bilhões de dólares emEUA é de 5 a 6 bilhões de dólares em gastos diretos e perda degastos diretos e perda de produtividadeprodutividade
  7. 7. DTA - BRASIL  Notificações abaixo da ocorrênciaNotificações abaixo da ocorrência realreal  Distúrbios leves: auto - medicação !!!Distúrbios leves: auto - medicação !!!  Distúrbios graves: não atribui aoDistúrbios graves: não atribui ao alimento,alimento, sem notificação esem notificação e investigaçãoinvestigação  1999 – 1677 casos1999 – 1677 casos  2000 – 3339 casos2000 – 3339 casos
  8. 8. DTA – CONSEQUÊNCIAS PARA A EMPRESA  Prejuízo por perda do produtoPrejuízo por perda do produto  Divulgação pela mídia – Perda de ClientesDivulgação pela mídia – Perda de Clientes  Custos hospitalaresCustos hospitalares  Custos com processos, multas eCustos com processos, multas e indenizaçõesindenizações  Fechamento da empresaFechamento da empresa
  9. 9. Biológicos Químicos Físicos Perigos em Alimentos Agente biológico, químico ou físico, ou condição do alimento, com potencial de causar um efeito adverso à saúde (ISO 22000:2006).
  10. 10. Perigos Físicos • Madeira; • Metais; • Pregos, grampos; • Plásticos e vidros; • Pedras; • Etc. Parafusos Lascas de madeira Pregos Pedras e vidros
  11. 11. Perigos Biológicos • Bactérias; • Leveduras e bolores; • Protozoários; • Vírus; • Etc. Leishmania sp. Salmonella sp. Penicillum sp. Sacharomices sp. Virus
  12. 12. Perigos Químicos • Pesticidas; • Defensivos; • Drogas e Antibióticos; • Metais pesados; • Desinfetantes; • Etc. Mercúrio Pesticidas Herbicidas Drogas veterinárias Operações sanitárias
  13. 13. COMO CONTROLAR? TRABALHAR COM ALIMENTO É TRABALHAR COM SAÚDE!
  14. 14. Boas Práticas de Fabricação (BPF) ou Good Manufacture Practice (GMP) PROGRAMAS DE HIGIENE Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) ou Standard Sanitation Operating Procedures(SSOP) ee
  15. 15. BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO E MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS O QUE É? São os procedimentos efetuados sobre a matéria- prima e insumos até a obtenção de um produto final, em qualquer etapa de seu processamento, armazenamento e transporte, necessários para garantir a qualidade e segurança dos alimentos.
  16. 16. LEGISLAÇÃO BRASILEIRA QUE REGULAMENTA AS BPF  Portaria MS n° 1.428, de 26 de novembro de 1993Portaria MS n° 1.428, de 26 de novembro de 1993 as Boas Práticas de Fabricação (BPF): são normasas Boas Práticas de Fabricação (BPF): são normas de procedimento que estabelecem condiçõesde procedimento que estabelecem condições higiênico-sanitária e tecnológicas adequadas de umhigiênico-sanitária e tecnológicas adequadas de um processo e/ou de um serviço na área de alimentos,processo e/ou de um serviço na área de alimentos, cuja eficácia e efetividade deve ser avaliadacuja eficácia e efetividade deve ser avaliada através da inspeção e/ou da investigação. Oatravés da inspeção e/ou da investigação. O Programa é aplicado também à produção dePrograma é aplicado também à produção de bebidas, aditivos, embalagens, utensílios ebebidas, aditivos, embalagens, utensílios e materiais em contato com alimentos (BRASIL,materiais em contato com alimentos (BRASIL, 1993).1993).
  17. 17. LEGISLAÇÃO BRASILEIRA QUE REGULAMENTA AS BPF Portaria nPortaria noo 326 de 30/07/97 da Secretaria de Vigilância326 de 30/07/97 da Secretaria de Vigilância Sanitária – Ministério da Saúde D.O.U. de 01/08/97Sanitária – Ministério da Saúde D.O.U. de 01/08/97 Portaria nPortaria noo 368 de 04/09/97 do Ministério de Estado da368 de 04/09/97 do Ministério de Estado da Agricultura e do Abastecimento D.O.U. de 08/09/97Agricultura e do Abastecimento D.O.U. de 08/09/97 Estabelecem os requisitos gerais (essenciais) de higieneEstabelecem os requisitos gerais (essenciais) de higiene de Boas Práticas de Fabricação para alimentosde Boas Práticas de Fabricação para alimentos produzidos/fabricados, para o consumo humano.produzidos/fabricados, para o consumo humano.
  18. 18. LEGISLAÇÃO  Resolução ANVISA RDC nº 275 (21/10/2002) -Resolução ANVISA RDC nº 275 (21/10/2002) - complementar a Portaria 326 – Lista decomplementar a Portaria 326 – Lista de VerificaçãoVerificação para BPF e os POPs (8)para BPF e os POPs (8)  Resolução ANVISA – RDC nº 216 (15/09/04) -Resolução ANVISA – RDC nº 216 (15/09/04) - BPBP para Serviços de Alimentação, e recomendapara Serviços de Alimentação, e recomenda os POPsos POPs específicos (4:específicos (4: Limpeza das instalações, equipamentos eLimpeza das instalações, equipamentos e móveis; Controle de vetores e pragas; Limpeza domóveis; Controle de vetores e pragas; Limpeza do reservatório de água; Higiene e saúde dos manipuladoresreservatório de água; Higiene e saúde dos manipuladores))
  19. 19. BPF  O programa de BPF deve contemplar:O programa de BPF deve contemplar:  Edificação, instalações, equipamentos, móveis e utensílios  Higienização de instalações e equipamentos  Potabilidade da água  Controle Integrado de vetores e pragas urbanas  Manejo dos resíduos  Manipuladores  Matérias-primas, ingredientes e embalagens (Seleção, Recepção e Armazenamento)  Produção/Fabricação/Processo  Distribuição Armazenamento e transporte do alimento
  20. 20. LEGISLAÇÃO BRASILEIRA QUE REGULAMENTA OS POP RESOLUÇÃO-RESOLUÇÃO-RDC Nº 275 DE 21/10/2002RDC Nº 275 DE 21/10/2002 POP:POP: Procedimento escrito de forma objetiva queProcedimento escrito de forma objetiva que estabelece instruções seqüenciais para a realizaçãoestabelece instruções seqüenciais para a realização de operações rotineiras e específicas na produção,de operações rotineiras e específicas na produção, armazenamento e transporte de alimentos.armazenamento e transporte de alimentos.
  21. 21. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS - POP OBJETIVOSOBJETIVOS  Estabelecer procedimentos padronizados queEstabelecer procedimentos padronizados que contribuam para a garantia das condiçõescontribuam para a garantia das condições higiênico-sanitárias necessárias ao processamentohigiênico-sanitárias necessárias ao processamento e industrialização de alimentos,e industrialização de alimentos, complementando as Boas Práticas decomplementando as Boas Práticas de Fabricação.Fabricação. RDC Nº 275 DE 21/10/2002RDC Nº 275 DE 21/10/2002
  22. 22. REQUISITOS PARA ELABORAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS  POP1-POP1- Higienização das instalações, equipamentos eHigienização das instalações, equipamentos e utensíliosutensílios  POP2POP2--Controle da potabilidade da águaControle da potabilidade da água  POP3POP3--Higiene e saúde dos manipuladoresHigiene e saúde dos manipuladores  POP4-POP4-Manejo dos resíduosManejo dos resíduos  POP5-POP5-Manutenção preventiva e calibração deManutenção preventiva e calibração de equipamentosequipamentos  POP6POP6--Controle integrado de vetores e pragasControle integrado de vetores e pragas urbanas.urbanas.  POP7-POP7-Seleção das matérias-primas, ingredientes eSeleção das matérias-primas, ingredientes e embalagensembalagens  POP8-POP8-Programa de recolhimento de alimentosPrograma de recolhimento de alimentos
  23. 23. SELEÇÃO E RECEBIMENTO DAS MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS  O estabelecimento deveO estabelecimento deve dispor dedispor de procedimentosprocedimentos operacionaisoperacionais especificandoespecificando os critérios utilizadosos critérios utilizados para a seleção epara a seleção e recebimento da matéria-recebimento da matéria- prima,prima, embalagens eembalagens e ingredientes.ingredientes.  Esses procedimentosEsses procedimentos devem prever odevem prever o destinodestino dado às matérias-primas,dado às matérias-primas, embalagens e ingredientesembalagens e ingredientes reprovados no controlereprovados no controle efetuado.efetuado.
  24. 24. SELEÇÃO E RECEBIMENTO DAS MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS  Para aprovar umPara aprovar um fornecedor quanto àfornecedor quanto à segurança de alimentossegurança de alimentos pode-se optar pelospode-se optar pelos seguintes métodos deseguintes métodos de controle e avaliação,controle e avaliação, isoladamente ou emisoladamente ou em conjunto:conjunto:  Auditoria do sistema deAuditoria do sistema de segurança desegurança de alimentos doalimentos do fornecedorfornecedor
  25. 25. SELEÇÃO E RECEBIMENTO DAS MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS  Laudo de análises físico-Laudo de análises físico- química e microbiológicas daquímica e microbiológicas da matéria-prima, ingredientematéria-prima, ingrediente ou embalagem adquiridos;ou embalagem adquiridos;  Histórico de fornecimento;Histórico de fornecimento;  Questionário de avaliação;Questionário de avaliação;  Avaliação sensorial.Avaliação sensorial.
  26. 26. SELEÇÃO E RECEBIMENTO DAS MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS  Devem ser estabelecidos critériosDevem ser estabelecidos critérios parapara o recebimentos dos insumos.o recebimentos dos insumos.  Práticas de BPF devem serPráticas de BPF devem ser consideradas, tal como a inspeçãoconsideradas, tal como a inspeção antes do descarregamento, sendoantes do descarregamento, sendo queque recomendamos estabelecerrecomendamos estabelecer uma listauma lista de verificação dede verificação de recebimento erecebimento e manutenção demanutenção de registros destas inspeções.registros destas inspeções.  O destino final de matérias-O destino final de matérias- primas,primas, ingredientes e embalagensingredientes e embalagens reprovados no recebimento tambémreprovados no recebimento também deve estar previsto ao estabelecerdeve estar previsto ao estabelecer este POP.este POP.
  27. 27. SELEÇÃO E RECEBIMENTO DAS MATÉRIAS PRIMAS, INGREDIENTES E EMBALAGENS  As matérias-primas e osAs matérias-primas e os ingredientes armazenadosingredientes armazenados nas áreas do estabelecimentonas áreas do estabelecimento devem ser mantidos emdevem ser mantidos em condições tais que evitem suacondições tais que evitem sua deterioração, protejamdeterioração, protejam contra a contaminação econtra a contaminação e reduzam os danos ao mínimoreduzam os danos ao mínimo possível.possível.  Deve-se assegurar, atravésDeve-se assegurar, através do controle, a adequadado controle, a adequada rotatividade das matérias-rotatividade das matérias- primas e ingredientes.primas e ingredientes.
  28. 28. Locais para estocagem de alimentos / ingredientes Alimentos e Ingredientes:Alimentos e Ingredientes:  Evitar o acesso e instalação de pragasEvitar o acesso e instalação de pragas  Proteger de contaminações durante a estocagemProteger de contaminações durante a estocagem  Permitir manutenção e limpeza durante a estocagemPermitir manutenção e limpeza durante a estocagem  Evitar deterioração (controle de temperatura e umidade)Evitar deterioração (controle de temperatura e umidade)
  29. 29. EDIFICAÇÕES e INSTALAÇÕES  Os estabelecimentos devem se situar em zonas isentasOs estabelecimentos devem se situar em zonas isentas de odores indesejáveis, fumaça, pó e outrosde odores indesejáveis, fumaça, pó e outros contaminantes e não devem estar expostos a inundaçõescontaminantes e não devem estar expostos a inundações  As vias e áreas utilizadas para circulação devem ter umaAs vias e áreas utilizadas para circulação devem ter uma superfície dura/ou pavimentada, adequada para osuperfície dura/ou pavimentada, adequada para o trânsito sobre rodas.trânsito sobre rodas.  Para aprovação das plantas, os edifícios e instalaçõesPara aprovação das plantas, os edifícios e instalações devem ter construção sólida e sanitariamente adequada .devem ter construção sólida e sanitariamente adequada .  Todos os materiais usados na construção e naTodos os materiais usados na construção e na manutenção não devem transmitir nenhuma substânciamanutenção não devem transmitir nenhuma substância indesejável ao alimento.indesejável ao alimento.  Os edifícios e instalações devem impedir a entrada e oOs edifícios e instalações devem impedir a entrada e o alojamento de insetos, roedores e ou pragas e também aalojamento de insetos, roedores e ou pragas e também a entrada de contaminantes do meio, tais como: fumaça,entrada de contaminantes do meio, tais como: fumaça, pó, vapor, e outros.pó, vapor, e outros.
  30. 30. LAY OUT OPERACIONAL: É O MELHOR POSICIONAMENTO OBTIDO DAS DEPENDÊNCIAS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS QUE PROPICIE CONDIÇÕES PARA AS OPERAÇÕES DE ELABORAÇÃO DE UM PRODUTO, SEM ESTRANGULAMENTOS E PONTOS DE CONTAMINAÇÃO CRUZADA QUE POSSAM PREJUDICAR A QUALIDADE ALMEJADA.
  31. 31. Estruturas interioresEstruturas interiores e conexõese conexões  Superfícies eSuperfícies e cor das paredescor das paredes e pisos.e pisos.  RalosRalos  TetoTeto - Material liso,- Material liso, lavável elavável e impermeávelimpermeável
  32. 32. CONDIÇÕES E HIGIENE DAS INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS  O POP deste item deve conterO POP deste item deve conter informações sobre:informações sobre:  A natureza da superfície a serA natureza da superfície a ser higienizada;higienizada;  Método de higienização;Método de higienização;  Especificação e controle dasEspecificação e controle das substâncias detergentes esubstâncias detergentes e sanitizantessanitizantes utilizados e de suautilizados e de sua forma de uso, bem como, oforma de uso, bem como, o princípio ativo selecionado eprincípio ativo selecionado e suasua concentração;concentração;  Tempo de contato dos agentesTempo de contato dos agentes  Temperaturas;Temperaturas;  FrequenciaFrequencia
  33. 33. ETAPAS DE HIGIENIZAÇÃO  REMOÇÃO DE RESÍDUOSREMOÇÃO DE RESÍDUOS  Limpeza grosseira dosLimpeza grosseira dos resíduos em contato com aresíduos em contato com a superfície com o auxílio desuperfície com o auxílio de abrasivos físicos.abrasivos físicos.  PRE-LAVAGEMPRE-LAVAGEM  Remoção dos ResíduosRemoção dos Resíduos através da águaatravés da água  LAVAGEMLAVAGEM  Remoção dos resíduos peloRemoção dos resíduos pelo uso de soluçõesuso de soluções detergentes com ou semdetergentes com ou sem auxílio de abrasivosauxílio de abrasivos
  34. 34. ETAPAS DE HIGIENIZAÇÃO  ENXÁGUEENXÁGUE  Remoção de resíduos deRemoção de resíduos de detergentes da superfície,detergentes da superfície, através da água.através da água.  SANITIZAÇÃOSANITIZAÇÃO  Aplicação da soluçãoAplicação da solução sanitizantesanitizante para redução dospara redução dos microrganismos presentes namicrorganismos presentes na superfície.superfície.  ENXÁGUEENXÁGUE  Remoção dos resíduos daRemoção dos resíduos da soluçãosolução sanitizante quandosanitizante quando necessárionecessário
  35. 35. Local para limpeza de equipamentos e utensílios Deve dispor de água potável naDeve dispor de água potável na temperatura indicada para substânciastemperatura indicada para substâncias químicas de uso na limpeza (água quentequímicas de uso na limpeza (água quente e/ou fria).e/ou fria). Local e equipamentos de limpezaLocal e equipamentos de limpeza devidamente separados das áreas dedevidamente separados das áreas de estocagem, processamento e estocagemestocagem, processamento e estocagem dos alimentosdos alimentos
  36. 36. Qualidade do ar e ventilação / Iluminação Qualidade do ar e ventilação:Qualidade do ar e ventilação:  Evitar circulação de ar de áreas mais contaminadas paraEvitar circulação de ar de áreas mais contaminadas para áreas menos contaminadasáreas menos contaminadas  Evitar formação de aerossóis e gotículas de condensaçãoEvitar formação de aerossóis e gotículas de condensação  Controlar odores que possam afetar o alimentoControlar odores que possam afetar o alimento Iluminação:Iluminação:  Intensidade adequada a natureza das operações deIntensidade adequada a natureza das operações de processamento (em torno de 200 lux) e procedimentos deprocessamento (em torno de 200 lux) e procedimentos de controle e inspeção.(em torno de 500 lux)controle e inspeção.(em torno de 500 lux)  Uso de lâmpadas com protetores contra estilhaçamentoUso de lâmpadas com protetores contra estilhaçamento
  37. 37. EQUIPAMENTOS GENERALIDADESGENERALIDADES Devem ser móveis ou fáceis de desmontarDevem ser móveis ou fáceis de desmontar permitindo adequada limpeza, desinfecção,permitindo adequada limpeza, desinfecção, manutenção, facilidade de inspeção (limpeza emanutenção, facilidade de inspeção (limpeza e pragas)pragas) .. Devem possuir programa de manutençãoDevem possuir programa de manutenção preventiva fornecido pelo fabricante.preventiva fornecido pelo fabricante.
  38. 38. EQUIPAMENTOS – Manutenção Preventiva  Os estabelecimentos devemOs estabelecimentos devem dispor dos Procedimentosdispor dos Procedimentos que especifiquem aque especifiquem a periodicidade e responsáveisperiodicidade e responsáveis pela manutenção dospela manutenção dos equipamentos envolvidos noequipamentos envolvidos no processo produtivo doprocesso produtivo do alimentoalimento..
  39. 39. EQUIPAMENTOS -EQUIPAMENTOS - Calibração TERMÔMETRO MANÔMETRO AUTOCLAVE pHMETRO ESTUFA
  40. 40. EQUIPAMENTOS - Calibração  O POP deve especificar:O POP deve especificar:  Instrumentos de medição que afetam diretamenteInstrumentos de medição que afetam diretamente a qualidade ea qualidade e segurança do produto fabricado;segurança do produto fabricado;  Padrões a serem atendidos;Padrões a serem atendidos;  Tipo de calibração;Tipo de calibração;  Freqüência;Freqüência;  Registros.Registros.
  41. 41. Suprimento de água ÁGUA POTÁVELÁGUA POTÁVEL (contato com alimento):(contato com alimento):  Controle da estocagemControle da estocagem  Controle da distribuiçãoControle da distribuição  Padrão de potabilidade oficial (Padrão de potabilidade oficial (MS – Portaria 518MS – Portaria 518 de 25/03/2004)de 25/03/2004)  Vapor e geloVapor e gelo  Tratamento químico monitorizado (hipercloração)Tratamento químico monitorizado (hipercloração)
  42. 42. CONTROLE DA POTABILIDADE DA ÁGUA  O POP deve contemplar:O POP deve contemplar:  os locais de coleta dasos locais de coleta das amostras,amostras,  a freqüência de suaa freqüência de sua execução,execução,  as determinações analíticas,as determinações analíticas,  a metodologia aplicada e,a metodologia aplicada e,  os responsáveisos responsáveis  Deve contemplar também aDeve contemplar também a higienização do reservatóriohigienização do reservatório de água bem como dode água bem como do sistema de distribuiçãosistema de distribuição
  43. 43. Suprimento de água VERIFICAÇÃO DA POTABILIDADE
  44. 44. POTABILIDADE DA ÁGUA  ÁGUA POTÁVELÁGUA POTÁVEL  água para consumoágua para consumo humano cujos parâmetroshumano cujos parâmetros microbiológicos, físicos,microbiológicos, físicos, químicos e radioativosquímicos e radioativos atendam ao padrão deatendam ao padrão de potabilidade e que nãopotabilidade e que não ofereça riscos à saúde.ofereça riscos à saúde.
  45. 45. POTABILIDADE DA ÁGUA  Especificações Microbiológicas paraEspecificações Microbiológicas para ÁguaÁgua Potável (MS – Portaria 518Potável (MS – Portaria 518 de 25/03/2004)de 25/03/2004)  ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO:ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO:  Escherichia coli ou coliformesEscherichia coli ou coliformes termotolerantes – Ausência emtermotolerantes – Ausência em 100ml100ml  ÁGUA NA SAÍDA DOÁGUA NA SAÍDA DO TRATAMENTOTRATAMENTO  Coliformes totais - Ausência emColiformes totais - Ausência em 100 ml100 ml  ÁGUA TRATADA NO SISTEMA DEÁGUA TRATADA NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO  (RESERVATÓRIOS E REDE)(RESERVATÓRIOS E REDE)  Escherichia coli ou coliformesEscherichia coli ou coliformes termotolerantes - Ausência emtermotolerantes - Ausência em 100ml100ml
  46. 46. Suprimento de água Segurança nos Reservatórios de Água Potável
  47. 47. RESÍDUOS  O QUE SÃO RESÍDUOS?O QUE SÃO RESÍDUOS?  Materiais ou restos deMateriais ou restos de materiaismateriais considerado semconsiderado sem valor suficiente para conserva-valor suficiente para conserva- los.los.  Alguns tipos de resíduos sãoAlguns tipos de resíduos são considerados altamenteconsiderados altamente perigosos e requerem cuidadosperigosos e requerem cuidados especiais quantoespeciais quanto à coleta,à coleta, transporte e destinação final,transporte e destinação final, pois apresentam substancialpois apresentam substancial periculosidade, ou potencial, àpericulosidade, ou potencial, à saúde humana e aos organismossaúde humana e aos organismos vivos.vivos.
  48. 48. Esgoto e disposição do lixo Os sistemas de esgoto e disposição do lixoOs sistemas de esgoto e disposição do lixo devem ser projetados e adequadamentedevem ser projetados e adequadamente construídos de forma a evitar o risco deconstruídos de forma a evitar o risco de contaminação do alimento, do sistema decontaminação do alimento, do sistema de água potável e o acesso de pragaságua potável e o acesso de pragas
  49. 49. MANEJO DE RESÍDUOS  Deve-se estabelecer aDeve-se estabelecer a freqüência de coleta de lixofreqüência de coleta de lixo de forma a evitarde forma a evitar possíveispossíveis contaminações.contaminações.  Os responsáveis por estaOs responsáveis por esta atividadeatividade devem serdevem ser definidos.definidos.  Discriminar os procedimentosDiscriminar os procedimentos de higienização de coletoresde higienização de coletores dede resíduos e da área deresíduos e da área de armazenamento.armazenamento.
  50. 50. MANEJO DE RESÍDUOS  É recomendável que:É recomendável que:  O lixo seja mantido emO lixo seja mantido em recipientes com tampa,recipientes com tampa, com pedal, constituídocom pedal, constituído dede material de fácil higienematerial de fácil higiene  As áreas de guarda deAs áreas de guarda de lixo sejam isoladas , delixo sejam isoladas , de fácil limpeza e exclusivasfácil limpeza e exclusivas para estepara este fim de forma afim de forma a não senão se tornarem atrativostornarem atrativos de pragas.de pragas.
  51. 51. Disposição do lixo Errado Correto
  52. 52. MANEJO DE RESÍDUOS  Cuidado importante: o lixo não deveCuidado importante: o lixo não deve ser retirado pelo mesmo local ondeser retirado pelo mesmo local onde entram as matérias primas,entram as matérias primas, embalagens e produtosembalagens e produtos acabados.acabados.  Na total impossibilidade de áreasNa total impossibilidade de áreas distintas,distintas, determinar horáriosdeterminar horários diferenciados ediferenciados e práticas que impeçampráticas que impeçam a contaminaçãoa contaminação cruzada.cruzada.
  53. 53. CONTROLE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS URBANAS
  54. 54. CONTROLE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS URBANAS  locais de entradalocais de entrada  inspeções internas e externasinspeções internas e externas  Em caso de adoção de controle químicoEm caso de adoção de controle químico existência de comprovante de execuçãoexistência de comprovante de execução do serviço por empresa especializada.do serviço por empresa especializada.
  55. 55. CONTROLE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS URBANAS  Indispensável na prevençãoIndispensável na prevenção de toxinfecçõesde toxinfecções alimentares.alimentares.  Têm importância naTêm importância na transmissão detransmissão de microorganismosmicroorganismos patogênicos.patogênicos.  Sentimentos de repulsaSentimentos de repulsa que estes animais causam.que estes animais causam.  Associa-se a presença deAssocia-se a presença de pragas, com a falta depragas, com a falta de higiene.higiene.
  56. 56. HIGIENE PESSOAL Pessoal que entra em contato direto ouPessoal que entra em contato direto ou indireto com o alimento deve:indireto com o alimento deve: Estar em bom estado de saúdeEstar em bom estado de saúde Manter nível apropriado de higiene pessoalManter nível apropriado de higiene pessoal Ter comportamento e trabalhar de maneiraTer comportamento e trabalhar de maneira corretacorreta
  57. 57. HIGIENE PESSOAL  Roupas protetoras,Roupas protetoras, toucas, botas etoucas, botas e luvas adequadasluvas adequadas
  58. 58. HIGIENE PESSOAL  COMPORTAMENTO PESSOALCOMPORTAMENTO PESSOAL  ATITUDES QUE SÃOATITUDES QUE SÃO PROIBIDAS:PROIBIDAS:  FumarFumar  Mastigar ou comerMastigar ou comer  Espirrar ou tossir sobre oEspirrar ou tossir sobre o produto (Alimento)produto (Alimento)  Tocar as partes do corpo comoTocar as partes do corpo como nariz, boca e cabelosnariz, boca e cabelos  Falar, assobiar ou cantarFalar, assobiar ou cantar  O uso de adornosO uso de adornos  Manutenção de artigos de usoManutenção de artigos de uso pessoal e roupas usadas na viapessoal e roupas usadas na via pública, nas áreas depública, nas áreas de manipulaçãomanipulação
  59. 59. HIGIENE PESSOAL – Lavagem das mãos  Antes de iniciar a atividadeAntes de iniciar a atividade ou antes de entrar nas áreasou antes de entrar nas áreas de processamentode processamento  Após usar o banheiroApós usar o banheiro  Na mudança de atividadeNa mudança de atividade  Ao tocar partes do corpoAo tocar partes do corpo (cabelo, nariz,(cabelo, nariz, boca)boca)  Após espirrar ou tossirApós espirrar ou tossir  Após mexer com lixoApós mexer com lixo  Após tirar ou antes deApós tirar ou antes de colocar um novocolocar um novo par de luvaspar de luvas  Após comer ou beber.Após comer ou beber.
  60. 60. HIGIENE PESSOAL – Lesão nas mãos  Medidas adotadasMedidas adotadas nos casos em que osnos casos em que os manipuladoresmanipuladores apresentem lesão nasapresentem lesão nas mãos:mãos:  Afastamento doAfastamento do processamento,processamento,  Licença médicaLicença médica
  61. 61. HIGIENE PESSOAL – Saúde  Controle de SaúdeControle de Saúde  •• Exames:Exames:  MédicosMédicos  LaboratoriaisLaboratoriais  Admissionais,Admissionais, Revisionais eRevisionais e DemissionaisDemissionais  Retorno aoRetorno ao trabalhotrabalho  Mudança de funçãoMudança de função
  62. 62. HIGIENE PESSOAL – Saúde  Afastamento daAfastamento da manipulação de alimentosmanipulação de alimentos  ColaboradoresColaboradores apresentandoapresentando infecçõesinfecções (Hepatite Viral A, diarréia,(Hepatite Viral A, diarréia, vômito, febre, naso-vômito, febre, naso- faríngeas comfaríngeas com febre,febre, secreções nos ouvidos esecreções nos ouvidos e olhos).olhos).  ColaboradoresColaboradores apresentando lesões:apresentando lesões: irritações, cortesirritações, cortes infeccionados, feridasinfeccionados, feridas
  63. 63. TREINAMENTO TREINAMENTO É FUNDAMENTAL ! ! !TREINAMENTO É FUNDAMENTAL ! ! !  Determinar a carga horária,Determinar a carga horária,  O conteúdo programático e aO conteúdo programático e a freqüência de suafreqüência de sua realização,realização,  Manter em arquivo osManter em arquivo os registros da participaçãoregistros da participação nominal dos funcionários.nominal dos funcionários.
  64. 64. PROGRAMAS DE TREINAMENTO Devem incluir:Devem incluir:  natureza dos alimentos enatureza dos alimentos e possibilidade de crescimentopossibilidade de crescimento de microrganismosde microrganismos patogênicos e deteriorantespatogênicos e deteriorantes  forma como o alimento éforma como o alimento é manipulado e embalado e amanipulado e embalado e a probabilidade de contaminaçãoprobabilidade de contaminação  extensão e natureza doextensão e natureza do processamento.processamento.
  65. 65. HIGIENE PESSOAL HIGIENE NAS MÁQUINAS E INSTALAÇÕES MATERIAL DE TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIOS - BPF
  66. 66.  MICRORGANISMOS X TEMPERATURA MATERIAL TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIOS
  67. 67. TRANSPORTE Proteger os alimentos embalados ou não deProteger os alimentos embalados ou não de contaminações durante o transportecontaminações durante o transporte Proteger o produto pronto para comercialização deProteger o produto pronto para comercialização de avarias que o tornem impróprios para o consumo ouavarias que o tornem impróprios para o consumo ou que determine perdasque determine perdas Prover um ambiente capaz de controlar oProver um ambiente capaz de controlar o crescimento de microrganismos patogênicos ecrescimento de microrganismos patogênicos e deteriorantes.deteriorantes.
  68. 68. INFORMAÇÕES DO PRODUTO E ORIENTAÇÃO AO CONSUMIDOR Produtos devem fornecer :Produtos devem fornecer :  Informação acessível e adequada para o próximoInformação acessível e adequada para o próximo segmento da cadeia produtiva.segmento da cadeia produtiva.  Fácil identificação do lote e recollhimento seFácil identificação do lote e recollhimento se necessárionecessário  Informações aos consumidores para a prevenção daInformações aos consumidores para a prevenção da contaminação, crescimento ou sobrevivência decontaminação, crescimento ou sobrevivência de patógenos pela estocagem, preparo e uso corretopatógenos pela estocagem, preparo e uso correto
  69. 69. PROGRAMA DE RECOLHIMENTO DE ALIMENTOS - RECALL  Este programaEste programa correlaciona o lotecorrelaciona o lote do insumo oudo insumo ou matéria-primamatéria-prima comcom o produto acabadoo produto acabado ee a localização doa localização do produto terminadoproduto terminado nos pontos denos pontos de venda.venda.
  70. 70. Procedimento para Reclamação de consumidor A AMOSTRA SEGUE PARA ANÁLISE LABORATORIAL O RESULTADO DA ANÁLISE É ENCAMINHADO AO SAC PARA ATENDIMENTO E ESCLARECIMENTO AO CONSUMIDOR CONSUMIDOR SAC O SAC RECEBE INFORMAÇÕES TÉCNICAS DO DEPARTAMENTO DE GARANTIA DA QUALIDADE DA FÁBRICA EMPRESA TERCEIRIZADA RETIRA A AMOSTRA E FAZ A REPOSIÇÃO DO PRODUTO RECLAMADO CONSUMIDOR SAC AS INFORMAÇÕES TÉCNICAS SÃO REPASSADAS AO SAC PARA ATENDIMENTO DAS EXPECTATIVAS DO CONSUMIDOR
  71. 71. REGISTROS  Os registros devem ser legíveis, permanentes eOs registros devem ser legíveis, permanentes e exatos;exatos;  Os erros ou mudanças devem ser identificados;Os erros ou mudanças devem ser identificados;  O registro completo deve ser datado eO registro completo deve ser datado e assinado porassinado por pessoa responsável;pessoa responsável;  Os registros devem ser mantidos pela plantaOs registros devem ser mantidos pela planta produtora e devem estar disponíveis, quandoprodutora e devem estar disponíveis, quando solicitados.solicitados.  Os registros devem ser mantidos por um ano depoisOs registros devem ser mantidos por um ano depois de expirar a data contida no rótulo ou embalagemde expirar a data contida no rótulo ou embalagem ou, caso não haja esta data, por dois anos após aou, caso não haja esta data, por dois anos após a venda dovenda do produtoproduto
  72. 72. DIAGNÓSTICO  Check List = Lista de Verificação = ListaCheck List = Lista de Verificação = Lista de Avaliaçãode Avaliação  Levantamento detalhado dasLevantamento detalhado das NãoNão ConformidadesConformidades  Comparação com a LegislaçãoComparação com a Legislação
  73. 73. Check-list CAMPO A – IDENTIFICAÇÃOCAMPO A – IDENTIFICAÇÃO  Nome do estabelecimento:Nome do estabelecimento:  Endereço do estabelecimento:Endereço do estabelecimento:  Bairro:Bairro:  Telefone:Telefone:  Fax:Fax:  E-mail:E-mail:  Nome do responsável pelo estabelecimento:Nome do responsável pelo estabelecimento:
  74. 74. Check-list  Campo B - AvaliaçãoCampo B - Avaliação
  75. 75. BLOCO 1: EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES SIM NÃO N.AN.A Área externa (Ae) Ausência de focos de contaminação na área externa; área livre de focos de insalubridade, de objetos em desuso ou estranho ao ambiente, de animais (inclusive insetos e roedores) no pátio e vizinhança; ausência de poeira; ausência de depósito de lixo nas imediações, ausência de água estagnada, dentre outros. (4) (0) X (4) Acesso Ac1 Armazenamento – Direto e não comum a outros usos (4) (0) X (4) Ac2 Refeitório – Direto e não comum a outros usos (4) (0) (4) X Ac3 Cozinha – Direto e não comum a outros usos. (6) X (0) (6) Piso Pi1 Material que permite fácil e apropriada limpeza (liso, resistente, drenado e impermeável). (2) (0) X (2) Pi2 Em adequado estado de conservação (livre de defeitos, rachaduras, trincas e buracos). (1) (0) X (1) Teto T1 Acabamento liso, impermeável, de fácil limpeza, lavável e em cor clara. (2) (0) X (2) T2 Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, umidade, bolor e descascamentos). (1) X (0) (1)
  76. 76. Campo C – Pontuação  Equação para cálculo de cada blocoEquação para cálculo de cada bloco  PBn =PBn = TSnTSn x Pnx Pn  Kn – TNAnKn – TNAn  onde,onde,  PBn = pontuação da UAN para o bloco n.PBn = pontuação da UAN para o bloco n.  TSn = somatório das notas “sim” obtidas.TSn = somatório das notas “sim” obtidas.  Kn =constante do bloco, numericamente igual aoKn =constante do bloco, numericamente igual ao valor máximo atribuível.valor máximo atribuível.  TNAn = somatório das notas “não aplicável” .TNAn = somatório das notas “não aplicável” .  Pn = peso atribuído a cada bloco.Pn = peso atribuído a cada bloco.  n= numeração referente a cada bloco.n= numeração referente a cada bloco.
  77. 77. Campo C – Pontuação BLOCOS VALORES DE K (n= 1, 2, 3 e 4) 1 - Edificação e Instalações 60 2 - Equipamentos e utensílios 50 3 - Manipuladores 32 4 - Produção de alimentos 24
  78. 78. Campo C – Pontuação BLOCOS PESO ESPECÍFICO P (n=1, 2, 3 e 4) 1 - Edificação e Instalações 10 2 - Equipamentos e utensílios 15 3 - Manipuladores 25 4 - Produção de alimentos 20
  79. 79. CLASSIFICAÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA PONTUAÇÃO RESULTADO OBTIDO Precária 0-30 Deficiente 31-60 Regular 61-90 Boa 91-120 Muito boa 121-150 Excelente 151-175
  80. 80. PLANO DE AÇÃO  Planejamento das Adequações:Planejamento das Adequações:  O QUE ? Problema - NãoO QUE ? Problema - Não conformidadeconformidade  COMO ? Solução - AdequaçãoCOMO ? Solução - Adequação  QUEM ? ResponsávelQUEM ? Responsável  QUANDO ? Prazo - importanteQUANDO ? Prazo - importante  QUANTO ? Custos - OrçamentosQUANTO ? Custos - Orçamentos  PORQUÊ ? RelevânciaPORQUÊ ? Relevância  ONDE ? LocalizaçãoONDE ? Localização

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