Revista Job! 4 - Agosto 2004

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A revista Job! é uma publicação semestral do curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. A edição Nº 4 de agosto de 2004 traz como principal matéria a entrevista exclusiva para a equipe da revista Job!, Washington Olivetto que responde algumas perguntas sobre sua carreira, seus trabalhos, curiosidades de como lidar com os clientes mais exigentes e sobre seu livro e de como surgiu a ideia de publicado assim como o curioso nome de “ Os piores Textos de Washington Olivetto”.

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Revista Job! 4 - Agosto 2004

  1. 1. 4111557' *w337i* _s JEÚJHJBKÍZÍIÍC' ; ítyfc_njl1llri; íg w! ways/ Lig» ', Í.'›'. 'II; Kids" gaia; - ¡TL-E! nUHÃJJiL-ÇDE* Abin). 1911,11! É. : 1-. : 51:44 e (12143 m! A* -_.1Í, _'Í. ÉÍ_Ú_-ÍÍ_Á'ÍÍ. H:, ';_L; (flu/ z) 4-13' ~ mu#1051131115154' 243m, - n-: rí- 110192111: 11/2121:41. . hà
  2. 2. 7 . w . t ai” ¡f! N , 'Í N' v : ¡ f¡ . v' . /, W¡ n v __ ' ' l / g' , V¡ , w ' , «Vir 'S. _¡¡: g¡-› g3' ("My m' , l , _ l "a ' "m 'iuãh ' . 1*' n ~ t/ HÀ . _|. ¡11“. ¡Í , .Lua _gpín ! q q , _ *a ~ : $l*'*'»ef''~'›°'. $›; í~›~>›~: .x. ›.; l a2* ' ' l o¡ _N_ A t. ._ n_ _ l , ' 3 “JV kç¡ v_ 'l ' 'u J / r' › H N# u' n* à R M " s. 'Zz 't5 * 4* “ Is "¡1*'*Íf› . » - "ã ' ' ç/ §~ 53:1' da"" ; y ' “ifw . k“~ . cw : MM kkk; _ *à '~ ~ '_ l u; 'É m; x1
  3. 3. iauiírnfríninra: urjanumuirlnr. . ngilmeráts. tníouínrsnr ; australiana ítaca¡ qua¡ : vp: untiwdtauxa: ialhleúgltrilvsla_ 411g¡ ÊEXYII: n r ~ cii-zziurgirzi” i L a i húaxçííiígilgárâiiirxííãi” ífíiiiüírrcríriíriñí* 39k "$245. o
  4. 4. FALANDO MISSO o cinema nacional Henry Marks, diretor da Playboy americana, sempre dizia que gostaria de ter cérebro de publicitário: esperto e com uma incrível capacidade de conhecer profundamente com superficialidade qualquer assunto. Esquecendo a supcrñcialidadc e buscando falar os muitos idomas do mercado, os alunos do sétimo semestre de Publicidade e Propaganda da Furb colocaram seus cérebros de publicitários para trabalhar e, obviamente, suas caras para bater. E depois de muita inspiração e transpiração, eis aí mais uma edição da Job! , agora com mais páginas, e com muito assunto interessante em seu recheio. Dos novos consumidores à tv digital, os alunos buscaram trazer para você leitor, matérias com as últimas novidades do mundo da publicidade. Olivetto, do alto de seus 49 leões em Cannes, concedeu com exclusividade para a Job! uma entrevista falando sobre seu novo livro e seus piores textos. Geraldo Pfau conta como foi ser pioneiro na fundação dos cursos de publicidade no estado e Eloy Simões, falando de política, narra suas decepções amorosas. Um papo leve sobre cinema nacional e uma matéria sobre um projeto polêmico: publicitário agora, só com diploma? Enfim, parabéns aos alunos que tornaram este projeto realidade novamente e realmente trabalharam, ao invés de aceitarem todas as coisas prontas e mastigadas. Citando Shakespeare, "Nossas dádivas são traídoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar. " 't' Boa Job! pa ra todos vocês! Diogo Scandolara. ' Professor Coordenador. di0grí®portcom. rom. br g 'í " J É T- t x Expediente ¡re PAPO na GALO x _Q , . . tv digital A edição número 4 da Revista Job! é uma publicação criada pelos alunos _n_ › da 7" fase (2004/1) do Curso de Comunicação Social, habilitação em ç Í ~ Publicidade e Propaganda da Furb e faz parte da disciplina Planejamento 7 Gráfico. ¡ m x ' , _ Coordenadora do Curso de Comunicação Social Pa. ? - l Washmglon Ollvctto Fahrícla Duriex Zucco Í Prof. Planejamento Gráfico Coordenador Revista Job! _. ” v_ Diogo Scandolara ~~ e u l › l 1 Planejamento, comercial, redação e criação '~ * 803m0 Pfau 7° fase (zoom) de P&P r _ Direção de Arte J Diogo Scandolara * CARREIRA "www ¡ q' _ a nova Ie¡ c” "ums ' l Impressão É ____ ' v impressora Mayer Ltda i* -- “ELOY SÍMÕES m8"" ' ' ' _ 2.000 exemplares depois do palanque Distribuição , ü Norte e Vale do ltaiai 'l-ciclc urllura_ dê esta revista para alguém ler. Crlücas/ sugesIões/ anúocios revista ¡obñfurbbr [Prq A. -Nmyhkirhy « SImJl Such-edu'. Unção « lux-l Saves [tkuvrlt lhrudt - ltnrunh bla-ln -Vn q' T Ahmq-, a - fruta «Lt ' tatu_ rca-Aqua Inf-H. : ¡inn-r! Çahwiu- V xfton - 3:01¡ . h Valim [and àtrvwrfru Dra-ria Itu-nú: 54ml: ~ Paul¡ l Virtude. LUIKW m' (Luan) Suja-lu n i'll-ua ¡cnh-mir! ~ Vamu¡ Prvrll a lvan Írlm 51mm A IÉTVW Í). V KKÔNAXG, Iüwsvrnwn Anirh Nana Für-h¡ Nov¡ 'ro- Kultu Kuna Palm' - Month? da 54h¡ chirwuh P nl¡ S N¡
  5. 5. › - v_- u . - __~ _. ,. g . - -¡_- u . x . .m MTL. . *trãé - íigw-gg-. -.ugà » « . .E A 4 A - v › _ : É . _ N r ~A A A _ ~ r A-
  6. 6. MERCADO : nf- (JH K7?? à U mvr: .nlujá . Hum I¡I)“1(› Produlus (www uu nx ¡› u. ¡ nrmm m: Hnulu u rumunuhnmmmu wmin¡ unsMnII-Incwwhu ¡Lnlux Í ¡N! mm m¡ hum 41¡ ¡ulhlu tLInÍvtlvíkIvwivhclunxprt'tum(Wfíwvulnltllhi«| l(Í(^I(1Hll. Ilhr¡'1In1¡. ¡z? .1¡. ~.Il. : . Mm : lulu um: m 4 mu NÍlÍv . ui-w. :(1,1 . Huulliu-¡Hw uHÍd uv' mmxu nmllns t Hqnrwm «3 Malu ~r›iu. ~ . ›~. ÍhI-; Hlnx : fnptnhlu nua'. ?Uxuntrwn nmmr um dm nxrwdm nmpxlmn . mpm mu¡ mu. ) nLnIv un¡ ; .¡ x11." í m Igtmruluw suhvuuu < UINIIHVIII Itu-nm Imlr- pm uma luxo¡ vIIIhAI. ILu~r: ~ n. um HWHIhtÍf' um him' Hulu h. : ; uma InwwlndruvInu-Lne .1(›Jt“~I(kÍ¡! WIY¡( lm-. quvvvnu uwuwuin *ljggnllt; t|l'.41II1UI1l(, ê~I1'I.7HHHU* ¡xlmwln IHLHÍJIIIÍU. 1)( [HIM (ip Li/ [W ¡›uc(¡¡u-. _¡~ nux [1-1!1l1_; k do L-ncla c; um I us. u, <›n~L¡s|11d<›¡(-~' ¡wln Mu 'Nrsruçu dt' _'Íl'l1(f| H|^IIÍI«. H|( HHmHHIíÍHI IÍz'1Ií*I,1/(*HII. | H(| ,1«"1x§. |:u-(›ll'[¡áqjíllll . u ! u-mlun. 14s c' Lmunl v'mÍ›, IÍ. ¡L; x'n°~ : Iv mum film pm 1 u ; xuhhn n una/ v ¡<~nt| ›u-n1<u~ ¡gut- cwnl›. nl. n§_'vln "MH. mvnw, nim ~1j. ;!HlI1.! '3I)"_n1vnr›s! mm Íh'stnllhLlHllíÍcnqt-svn)(FHWÍÍI)I'| ||('H|1'I'_]l)| '-ÊÊ. |11Hx¡[¡›| (l. l(h* ulln ¡nulw . stgtnaswuxu . - ¡m-'wnarnl w «Laww Inuh. : v mvzh. ; . ¡|I. ¡, ~n~ggmulvu u uunxnllnx rh »Nhmx fw1«kLH. rlüuhksblPltldljSIIPPHHPH. H4|1, ,nÍIJ|1ÍÍ>Í. .HlÍH ~I_.1LI'4›7I. H|I: › um vu c= |mrlv Larga: (mtu: hum I-*xvznpluv n (h) «mx (h- ¡IÍHnPlHtn z| u|u~: u.¡| I/. <Iu~_ Hmh* . n pmdngm¡ (Ín- pmlm zungr! nim mmwnlux] ›'›(I“. . m». uínnmu *Í'Í1¡ÊÍÍÍ›H¡'ÊHH' z, h:-ng. <.1q| ¡.1~« _IU mil ! un('| .¡(i, ¡< wanna. I1IIr11(*! H-~i('qHn'u ua~xnx~~. ~~nx~r~írnwu n14- <. I(L| (ÍÍ. |_51›. |Nlrlla, WM¡ÍÍIIIIIHNÓIIÍMHNDNIÍIFÍHHUVhlhlvllnl ¡ul-slr ~1›~;3¡1u«¡: l› › v n ¡n-rm 1- h¡ m- nlmx : ls- mui. ) ¡nj-¡r- ; mm . nmuivr . as um (wxuladm deste nmu nu-r( . HÍH (JILHIZI) 4th : rima w' -›¡1.1¡1vl(Íc›¡›| ¡|›¡¡( II. izt<›<3:. :,'(- | u~ wvwrn w mm- t1i~pusíxr~ n* . nuns Llit-»nrin t um qxw Iqur-n» , a xunhzrlv ¡›.1r.1u›: n¡v. ¡r IÍÊ(*V*-(I~II¡)I1~. (ÍI ¡nnríulns r* «um» w mu» . mnmi Im . a uu. :¡›. ¡/_c~gm¡n¡«;5:ru, «'›¡-q¡. .4d», Í)é*. ('ln(¡x! mnÍHnr¡[Q: (~('s; L>IILJÍIÍI(H1HHNIIIHPÍIVHH, r mms Inunzm , nrtiçyu Iwluarlimls uIrIIgI(_1I4I(! r›n~~ ¡1.1<uir-ulu lunerxwu: ¡uu¡›.1sr'x*. ar¡1›s : :um t: (-«L-s~.1n(n~ ¡mm uma mLuLuU! l Hlu «um n» rr--tuunx u-¡vtrutínn [mr «uma . :¡n›~z-n! .uhu¡n» Nm . J 4 l1.urxzt-aiwl. l.v'r^r LJÍKMIQLIIÍH «lcxiwwwlxprrc(5u1~('lxIHL uma Invrzuv. 1 qum-v : mm .1 HpUHlHHÚJrÍ¡ H. : «tn-mm ÍIHHIM¡ u. : ¡u: l›¡un› ; tw ¡pn- . ruin rm l-l. )'¡v› «lr maltwid¡ «H. "I'In . umcnnulnrr l-wrxiita. rm VHÍJIIU "PJÍIMLM um ¡JuhhLn uzlhw rir ¡Llwv HHHJÉ . IÉLE w llhgntmti) . x LLJÃHI? *UIHEHL* H1L:1(-› num TIN¡-n? qmth'd'I1IrL^¡í*!1'I1WI'IIlII Tontm , ›'WÍI| ('H, 4 Im-HLL : '30 hmm qLLIÍIILHÍL' . <'(I1.~~_7:'Àt IH f¡ Is i' r mupz. u¡1 (Manim t HII›. !rIu'(1:. mJc qu: : . um ~('L; uruln› . u ¡u-xqtnmçw () ÍIWMHHAÍU! MHHITÍU IÍU «umarzrwt)¡^ui11nr›(¡. :~, (u: Mi . I' ¡Ín , ›|kt'71ns. g a. : E Munmu #ã-'ngr-a . r un [DHIHWNHI (Iv l , mp | .›I›¡-› gnml: : 1mm. : . L Ínmrl mm. OS NOVOS CONSUMIDORES F
  7. 7. i l à' '. _x 13kg' r V? Ê liiiirn ri inn. : puhlii irlmlv rlmr-v ; ioj-ru-lngr . l _Lgumrlehs Uíltllllllllllillf-x ; irir- reàiiük num» nlriim rins ! razc-m. »s PIIQJILNJS | .r usljiu ininantlri aiitiirlr-s r~ rl0<0ni. «"›| *r'-nrln prnriiitpis e' wn l1_¡i~ k . irl. i vw nuns 5('f. ;|ill'l'il. i(lt) para u-sius IiIli-rnxsxgrilew' umsiiiiiitiufvs i. .ilw Al im rnltltillli JÍltIHW (l(“[<lriitr›s(lt'l(l(l(i~'t'll1()sium Ulllixi'. |l)l('ll(ll'lr| ¡1i. l ruim¡ lilig'_ll. lj. ;('l1iílvklf'lill'l~ . Hllil i4) Ii1l('i't'~'-. ÉiIl('. uxus mi luis nnuu iT1i. "I. iIli1~ illlti~ <r›ii~Linií»: 'lr›r'r›< l um novo munilu «- . tlHU ¡i. ir. = , i wllia pulili. irlnrlr' -liv1<lN. |Hl¡l]l, íWviitprvfiili( VIUIN! FOTOElITOS sem queimar o filme. Pioneira no mercado das artes gráficas em Blumenau e regiao, a SH fotolitos sempre prezou ¡Jela qualidade, agilidade, profissionalismo e acima de tudo, a saiislacao de seus clientes. plataformas _uma ñ mac e PC Rua Apolonia 'Juri Buettner, S! vila Nova - Blumenau - S( Fone/ Fax: (47)329-2992 e-mail: shbureauimterraxombr
  8. 8. tam! - : hmm: ztitanumgg, 'tuna iof: i 'llíiam ct 'Hit : ug-Im lui-nm- . t-. miulinnoua m r IIr-ÍÍN¡ Juni. ..notlgühlbntqujíiuuhúnml. . Iatiwllíñc (alii-L: u: 'Itatim . uu-r. ;nm ¡Illlihli : :Imm- s-ic›oi-rtd1ll›t~ . uma iturummuun rhrIÍftL; (qua. "'3 lultunlünturzintz, qr' img): qm; _u-. unnfu-J : lI-Alt-(eí-'Jltíol huuntyi : :onun-: iccFL-xx» 'milan #uma mm' -. 1ciui¡: '='rr : mu: o : ignuatlii- : t: quhm: : ~_. _›; ___ L. ~ mtu-raias : : 'lolnzldilàt amu-mim um: N: IIlúÍit-t quhihchidta at¡ um' a lumgunny . z ii_ _Í um: inuriculL-Lríto : um tniianíufàurfmw. Itau i5 “T En: : m mma¡ vnmudkut; at: vaunú: -. -zívifzLtíovrl-. Illlãlllld. *'_ vF-Trc unir-agr. ; : tpltâlhl: ai: um: raivzonutcjíru 77?* L-. wnrutlíigi a. um- mtmrân¡ um: ravlellugro xuzfuu, m¡ Qlll: : : UML: 'iulllit-âltllÍÍllülllll : Limiño un íuiun nnulñ; 3,' "ruim-Inu. oh nuqmnr. un: o (asim-xa. num : u naum' IUIIILÀIF mir: : mnuinn : tmn-Itu nítgor at: :tn-cum a vamu : miu: :Animus -. ahahaha. : : um o: <9›ñ:1lrxc1i kun diululhutc ur: u: .~tí1nu| k_| ¡': ›: : ¡: '.; :t| (I| 'L't'-L”v : +1 301Mhz, ¡UVÍHIL : tam, z : ldlllllllh u-. .Itnvndlvn um' IIII. : E? wink: Ullllb? lu. z PII : di: ;Hugrzulnlgíe L unorítlt "Ji. Hell* c mu; 'num í qllluu-Ilu ítnhr. " : uuugnnfw-. x fit: a : uuetIILÍ-. II II: rank# : t: ¡alienunijíac Inlu-“IHÍÍÍICKL, .um 'La-so utrqgrzinnni 3h i-. mstai-J : 21:4 , mk 't-. r. canil: 3;. .- mmtmnr_ : : nula» ¡L-'w -: ~a : u : ' : w n: : um: 'kIÍVmt-h. c sua : :comeca É* ft: ÍINHIUÍÊÍIo-HII um. -avü-liavllfíto* IJIIIa-ptllolltv/ «lilf CCF! Ft PRGPRSRZYS TV DIGITAL ; A *fly-o g 7._ l/ V í g _í lità* . À-Àkgt m ouwmtvm ? um alga-JIMI at: :lINev/ .Inãilhls-; ÊTI _pntqtf-ttí dllitmuíavtía, i s puuorzssnn iêilâb-'Httl-*intotnt um: uq. qu: (u . ' o' _un-tu ticüLíIlIÍVn-lI-írlhk 'tnínmm , tízw-. ntuz um: a uma li: : dtuqcminnns» tinturas-wi; #za-us 1 _uuxííiiñhdkivtc dali: 01:04'. : at¡ : rsdlííl 'Iumhll' = atum : [vma-um "api-guru. - , urugqnumr-utuuolnntlatoilnntqnto, -iu nus-mula (union. z mw: (ulwmtflo 'oikwproulibíihniñ n: azul' Hc: : (mm: ot: lltiemmlvsfítfx, eu t: .íkmgu, leiam¡ : . : Litllim: (año íb-'iãvlídt z qunlmuiu» pimynuun : m : :in iáiuvmn; : usaram amanita¡ xotinrwginnliqtoiu 'uma "cr hu. 'Iztumr nur. : mw: '~ 11:41h¡ ! uoumr *sunt-ari ¡hvaum-r 1:4 _lunar : A pmmicímmutas: I(= w9t(c33nIIIr: l.j~3^II. :om 1m: : 31h11m: hmvr. ' em» . tua : imita-E : mui'. : un-Ii: Íllluhi_ hlíollurz¡ ÍáILu-utularzlñln-«oh- : tu uma: nus-IN: ç . re : nu n L. ~1_v. U-'L: -:IIIoJ' x- . wi-Ro as# uiuuffr. num »um luohvaíutuic : mroihmr: um ! Jíilyhllunbfítz z n zotnluÍlofc guu-unszxiii; *iuuurax-w. wgnm, .mm ; urubu-m nzsnvfxdrznoi; w I¡In1t. ~.“¡3'¡ «uam umnatqçzurz¡ HF¡ EEB BF¡ Tb' 0263783.? Ela terá um novo formato, diferente da propaganda em teievisàr; etnalógicz¡ que tem . ipenas 30 segunclçys' para transntitír' a sua ntensçigem. Com a Propaganda Digital, o espectador poderá aprotundar-se, atraves de um click iinteratixrirlariet e será remetido a um segundo nwmento da propaganda, Liltrapasaandn os Iiunites convencionais, onde eslarãr) (listmniveis intbrniaçóes . sobre u produto nu serviço: ainda ¡, )()(i(, 'l1(i() encontrar enquetes, prumogóes, ingns, campanlnts instiliicínitais e l-tontmerce tcon1e¡1'i(›eletróniu», para que 0 intcressack) efetue a contprtt pelo ennlrult* remoto. N:
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  11. 11. "Ç Nbüíçw . taazlatiuê-itm 3:4- ~ @tora ; um ñ-dñfmow tr-'r-_ílarmotíw 9:41:15.. «um m» : :IL-agamàtarv 930a ícmcíníml 111140115" seamuiamus¡ montante em gmmlfdb) : felix . uam magamm- ng- g. .m. nçnç› ityÍsruu-mn» @Lana-clix aaamçxmtàõnnícau su: : ! uniu Qkrsgdñlclàía 93v m¡ v9 ahi-Ig_ qmnnadtoigts ; noimage uv? ” : um: »imitam -nnoug-nooüns, _IMI âllfqtantiss-Iutclllvçby; nato( ntlicuçqnnu 93a isLselltuitçw. #insana-Lt "Ítóubxm _itonllojnhlr ; uma 51194195191 q, m «van-xatrair-tornaratunning-raca' Clix-ralis¡ M519' to: : ; imita éh: :lthndktdlaw»mdbnpmilíxílçlomhêla glslhltdldktàtgpuñtn . plolr”9l~fí~1”' ngm dia íIiqHlnt-Ifltçnl Mau Liam 0619: : :emita Quanta' *nbnm at» ! Lttmlkgtlcb agggmudtm 'ÍIWn-»flü now l-*Hlubür -Q-àvslcllgnlí-çlcísx- rapraosnsro-suta tm 1mm. tania¡ çtçncmnrsv ; num QMQMIEIÍCB»ÍhláhliíñfñihükymOÉÍQ' 1m : tam 'miar ; me »Inmdãly ! Im : lama-low sw 'itamonaw Iii volblílêln: ummüub, auuícougãto-Êlos pnrôzmitçnlatbnllixm. . mb¡ E mma. valerá": ¡aug-_a sw. «ditam rímvalíor. 'Íljlnlolàbx punllcmntuy, guaraná» amanda¡ «um em» *ZJQmnQtç« actuam-y¡ ofltu @Jem 519m. mui: :Aímlitçwttikçnn ; íçutçwéty aan _gmlftomuomutks v ÍQNIQIÇ" imita' dkomhtdm bjü nem; ih' ; um ea aixqaruoltét-¡ja u gnmllibr qillímíty. tieu-isuuueretpnuààtç-spnuu-xquumw ~m: itçaçtanmocçnrgmrxdltáky»mma¡ buen: m¡ ; mr gtugtgtgnclôugau mnxçanm. tanga. m¡ ; msj , tomam- À46m. cuçuíuuato-ápnoxantavmêlcran 213mm. ; ou ítem» @naum , pmmt-_w s- tantas. , »mL-Itu ; uma : mim: elelíllmnggu pvwra- 919m1 o» ÚÂLSÍIÍIMKOICW Ijiltvtálm iãzóttlgy iinlà *hmlíxâubu 914111# ; uma nation gatliitmxgõlu, çmnçrgúçlondl se gtiê atuavam gçuçuufnilhügçu! inauguram um. Pouklnlíu «uma »toypmm q: tmcnnuàtu 914 ms çmdtmnr 4km gghmuLçL-m. ! em 'ífmmr haha: ;comu sv ; iluminam ! tow ? amem 1mptçumalishadltacllaía* *Zlhvaliçn »mg i-: Joiim mig» guuçnbuhuumçv ! bmw-s “pru, tslluoimctly. É mwm mu: :liguem elltqo| ismu , mm #sm plçnttzg. »iu ! Imlmáhmlnov «sentir wul9ll§IKR§Í9)rs«b'~ dia 1119300519). Plçlqlltaloilok» adiar uma. : : tract-Em mm» «rg-malta a diçuoíl“í'›noean›-ç_: ~íucvm : unha : asim aglbmça nvlfauulku. 'NIHJÍSIIUÍHÍ' h” IQJ”_IÍ. "LÍV mb: *ínml hi1 MpÍÍ! )1"9I(! “ÕÍ1Ie. :-'| !h1 almada* v 'Tihuana' »em Naum queimou: I um. guggoilmxg. nas¡ «month f" _num-tplenas-dinprugptqctgxnaurçm. .__ 'mu' ortannlm: aux-Ima' mu» “l 'r alkgçnnnw -ravumsmbnu : lt-Lowcnm * ma¡ invamliontuotícs @mn oilfõlhr noxçmgwgnta-çnoultonumonaxaxísínv ; um 14 mmnnnmm «agihntaona QMMÍRHQI' vw dbpxçm « ter ! kr-v çlqvnr @atacam-ím-qihúwaucñto-nnubuçny. gpnluoíhà, ulsrwaviklcifgpmmpihlu -êha «mim à . gpk sahmv . aum-Jau aqlhnéhoitsautgüslqgztáíoíç. 11915): ›"4Í= )e1líl¡é4§| !íiÍÕÍ“ k ! umadhuoytdlítómlm¡IóMíLQnIQÍO o: gplçncrgrajstàüüíghoíñj_ &illhgwpgàijiutá pntq›, o›ag_gçnauâliní›àwrlláííiü” «nn-naum : Tadeu Lea¡ Mamma: : no¡ uilqoouqtç».
  12. 12. ENTREVISTA é 12 Com o objetivo de sabermos um pouco mais da história dos cursos de publicidade e propaganda em Santa Catarina, a JOB! entrevistou José Geraldo Reis Pfau, um dos fundadores do curso de Publicidade e Propaganda da FURB. Job! Quantas agências de Publicidade e Propaganda existiam em Blumenau e região, e como estava fomtado o cenário? Pfau: Em 1990, na época em que o curso foi criado, na verdade existiam em Blumenau aproximadamente quatro agências, a Magna, a Direcional, a Atual e a Scriba. O cenário era formado por pessoas que desconheciam as técnicas de comunicação, fazendo com que os anúncios e propagandas veiculadas, fossem mais informativas do que persuasivos. O ramo publicitário era uma completa selvageria, os próprios apresentadores dos programas de rádio e tv eram os publicitários, eram eles quem desenvolviam os comerciais que iriam ser veiculados em seus programas. job! Você acredita que houveram mudanças nesse perñl? Pfau: Apos a criação do curso houveram algumas coisas que marcaram a comunicação e influenciaram o meio publicitário, como o caso da implantação de uma filial da RBS em Blumenau. Isso exigiu maior profissionalismo e qualidade nos materiaisveiculados. GERALDO PFAU COMO TUDO COME V' Job! Qual foi o grande estímulo para a criação do curso? Ele foi compensado? Pfau: O grande estímulo para a criação do curso estava na grande dificuldade de diálogo com os clientes da agência. A pessoa responsável em aprovar a campanha tinha poucos conhecimentos de layout e midia, o que muitas vezes dificultava o trabalho de criação da agência. Ocorreram diversas vezes em que um anúncio maravilhoso e que surtiria grande efeito era prejudicado pelo próprio cliente da agência que ingenuamente “pedia” para mudar a cor do anuncio, ou inserir um objeto totalmente fora do contexto. Fo¡ esse problema que impulsionou a criação do curso, pois com a formação superior os profissionais estariam mais habilitados a trabalharem nos departamentos de marketing havendo dessa forma um maior dialogo entre a agência e seus clientes.
  13. 13. :otvfosrtiíiêitjig-Í-tíàfftçsõiiíjgiií Job! Com o desenvolvimento do curso, houve no estado uma maior valorização do diploma universitário? Pfau: O diploma universitário sera' valorizado sempre. O profissional precisa de embasamento teórico, que só a formação em publicidade e propaganda pode proporcionar. Mas isso é só um ponto inicial, o profissional também deve ser lapidado no mercado. Porém o diploma com o tempo se torna obsoleto, por isso a importância de estar sempre se reciclando. O profissional deve estar sempre voltando aos bancos escolares. Job! Quais são os principais desafios do publicitário¡ Pfau: O grande desafio do publicitário é saber se impor diante dos clientes, sabendo dizer o que pensa, aquilo em que acredita, parar de fazer o que o cliente quer, ter uma opinião formada e buscar novos caminhos. Job! Para finalizar, qual o seu conselho para os profissionais que estão se formando nos cursos de publicidade e propaganda! Pfau: O publicitário não deve pensar apenas nos 20%, e sim nos 100%.
  14. 14. 14 CARRÍEWRA J _r__ _ l »a _ l _ - l v¡ Há quem defenda, e nos encontramos entre estes, que a publicidade atravessa uma mudança de paradigma, que de alguma maneira acompanha toda afirmação da sociedade de informação que vivemos hoje. Assistimos à desenvolvimentos no território restrito da publicidade e do patrocínio. Vimos a publicidade nos banners, mails, video-clips, nos ecrans da internet, nos telemóveis e nas caixas do multibanco. Porém, seja qual for o tipo de publicidade, quando uma mensagem é anunciada, por mais segmentada que seja, atingirá pessoas de graus de instrução, classes sociais e faixas etárias distintas. E possuir dominio sob o efeito que esta mensagem causará no individuo no momento da recepção da mensagem, definitivamente não é uma atividade que se presta para amadores ou aventureiros. A interpretação e o efeito causado, resultará no sucesso ou fracasso do que está sendo anunciado. Nesse contexto, a excelência dos serviços prestados pelas agências de publicidade só terá chance de crescimento e evolução se for exercida por pessoas altamente capacitadas e preparadas; seja com a vivência prática, ou academicamente. Foi apostando neste último, que o atual senador Leonel Pavan elaborou um projeto de lei que regulamenta a profissão de publicitário. Na prática, a mudança mais significativa diz respeito aos requisitos necessários para que o profissional possa solicitar o seu registro como publicitário junto ao MinistériodoTrabalho. I . p¡ up _qj _l 134ml! ” »Ílrl lií ? i : :assess-s i» »ll j: i j» _u 'É De acordo com o novo decreto que está em estudo, para requerer o registro de publicitário, o profissional que trabalha em propaganda, mas não tem diploma, deverá comprovar que atua no segmento publicitário há, no mínimo, 2 anos. Para os que têm diploma, depois do registro do documento no Ministério da Educação, os novos publicitários deverão providenciar um atestado a ser fomecido por uma entidade representativa, de nivel estadual ou nacional, de que trabalham na área, ainda que como estagiários, há mais de ano. Segundo Pavan "O certo não é criar uma reserva de mercado para determinada categoria profissional, mas proporcionar condições que estimulem o desenvolvimento e o aprimoramento dessa atividade". Antes de protocolar o projeto, o senador pretende ouvir os sindicatos da categoria dos principais estados do pais. Fato que já está acontecendo. Entretanto, é obvio que o diploma não é certeza de qualificação e capacidade, principalmente em uma área onde a criatividade e competência são fatores diferenciais, como nos mostram grandes publicitários não-diplomados do mercado dehoje. Na verdade, muita água ainda vai rolar até todos os pontos deste novo projeto serem acertados. Resta-nos aguardar e cruzar os dedos para que publicitários, diplomados ou não, compreendam a importância de exercer uma profissão onde ética e profissionalismo, ainda são fatores determinantes para o sucesso profissional.
  15. 15. ~ r à Art_ t”, (, ) exerrir' ro (ln pi'r›irs~[ir› (lo pirbliritgirio fitijtlvl* prévio registro no orgàii roigionnl ( ()ilij)l, ^l(”lli(" rlo , t~lirrrst("rir› rlo Trabalho t' Previili-rr( r. i So( ral, Lim' mi-rlinntv . i . ipn-siant. ir_jiri de: l~ pl( mi (le HJ( ltlllillltltldt' linisilcirtr II- lollm Lorritla ll| › (Íirtorm jirofissionnl l'- Declnrntjir) de (umprirrtgrtiii (lv esrágrona . iron V [)i[)i()nl(l (lv (urso superior nn . um (le jltlllll(l(l.1(l['(~"()llpff)p. ig.1li(l. i, oiii ral ou r('(()nl1P('l(f() magistrado no Ntinislerro da Educação (' Cullum ou instituição por ester rerlenr inrln. il , -rl -"'- O exercicio rln profrwàri rlt* lr l Pulili(itárroóprivativo: l (lr is rjliploriiatlos, Ltllili) Pulilit itário, em vstnlir-ir-r imvntos rli- ensino superior_ ofit rtiis ou I'('(()l1l'l('(”l(l(')sPClONlllilSlÓflf) rln frlut . igãriofirlrirraz / frlos (liplonrarlos um rirrso similar no exterior, .rpm . r revnlirloçíiii t- registro rlo rlijiloma nos orgãos t ompolortlcs. Art. É* Os' ('~'. i.! l1t"lt*r imr-ntos (joe prestam serviços (l(' Pirl›lititl. irlt› r-rtiu Prnpaganila manterão, um s('lr: ~ quadro: rlr- ii-ssoal ou em rt-Uinii* (lv rontrnlr) ñ para j)rc~r. ig(ir› (le . sen rços. Publicitários ltjtlriliilülilt' litibrlrtnrlos_ Art_ N! Alf' noventa (lias . ipos . i jiublrrarjiri rlvsr. : lvl ¡iorlií-rá olilOr registro (lo pirliliritdrio prolisxional tjuvni tomproxrnr* o ('L'f(lLl() . itunl (la prolisxão, rlvsilr- que lenha vinit* r) quatro mess-c (f()l1S@CLlll-()x ou trinta r- 501.9 inlorcalados. rricditintc: l› i» tlilçtllllPlilth prvvistria nm itens l, ll e lllcloartigo P; ll- . itestatlo rle . igôncras publírinirias, veiculos (l(' ilrxrulgnrrçfio, ou ram rjrrnisqrier ('li"tj)l'l“Nd~ quais se proilirzn propngnnrla, rlo (riral Lttlislt" . i (lala (lv . irlmissíio, .i tirnrjio inter( i(l. i (' o salario . ijii~r. r(lo; lll- Prova (le (rmtrihuiçàr) ao lNSb, relativa . i rr-laçfrn (le emprego tom . i empresa nirblirjitairra (Restante, lV- Proxui (le ¡mganivnto rlo lnipnstríi Srntlital. 173"? rr “nr- A NOVA l. El u
  16. 16. ELOY simões Quase todo dia eu recebia uma carta. A letra era feminina, muito bonita. O texto trazia palavras gentis, carinhosas mesmo. Faiavam da minha voz, do desejo de me conhecer e chamavam-me de querido em uma época em que esse termo tinha um significado mais profundo do que o de hoje. Certo domingo, eu me preparava pra sair de casa, quando o boy chegou: "T em duas moças lá na rádio. Querem conhecer você pessoalmente, o locutor que elas amam. " Pelos nomes, conclui: uma delas é a das cartas. Muito jovem ainda, pule¡ de alegria. É hoje, pensei. A cidade era pequena, a rádio não ficava longe da minha casa. Cheguei logo. Da entrada do prédio, espici, vi as duas. Antes não tivesse: vocêja' viu mulher feia. ? Bota feia nisso. Além feias, eram vesgas e, segundo me contou depois o pessoal da emissora, gagas. Muita coisa para o meu gosto. Nem entrei. Caí fora rapidamente. -iuutãnusii L . _nuai~'_¡l.1i @Ji É - 2 í, / i 3,¡ 'ui gyull. Íw¡ 3-6 'i-Íifnai-“L -. ' i ! É " 'n j. ' ; ist-r Hs* N' i ? I,'. I1.^. IUÍ'_*JÍÍB. . Daqui a pouco, chegam as eleições. Uns vão comemorar, outros iamentarão. Faz parte. 0 que não devia fazer parte, é o fato de que, uma vez eleitos, os ex-candidatos esquecem-se da importânciadacomunicação. t' '. '-'. '.-. '.'. .uiuIIulí-Irnuomnlk. .mu. .in
  17. 17. !lflfl 1P B" ›'"t: .'I›'_l'§l| lEs. . Ve'a, r exem lo, o caso do ovemo federal. Botou lá al uém, ara conduzir a comunica "ão, ue não é do ramo. n a ç o O resultado é o caos, nessa área. Do ramo ou não, algumas coisas precisam ser observadas por todos os eleitos: presidentes, govemadores, prefeitos, parlamentares (federais, estaduais, municipais): a) Jamais brinquem com comunicação. Da mesma forma que ela contribui fortemente para a vitória, pode trabalhar para derrotá-lo depois. Nesse aspecto ela funciona exatamente como a publicidade: se você anuncia um mau produto ou faz uma promessa que ele não pode cumprir, será punido, com o desprezo pelo consumidor. No caso, pelo cidadão. b) A comunicação é uma ferramenta que pode trabalhar a favor do governo ou contra ele. Se você cria uma estratégia para ela que se encaixe nas ações e nos objetivos de governo, os resultados serão multiplicados. Caso contrário, o cidadão se cansará dela, virará as costas, ficará surdo. Você estará jogando o dinheiro (público) fora e fortalecendo a oposição. Por isso, essa atividade não é para amadores. Por mais fiéis politicamente que eles sejam. c) Comunicação também é feita nos detalhes. Pode investiro dinheiro que quiser em grandes campanhas de mídia. Se você não cuidar dos detalhes, esse esforço será inútil. O discurso dos eleitos, a forma como suas decisões são comunicadas, a conscientização do corpo burocrático, o relacionamento com formadores de opinião, os símbolos, as cores- nada pode escapar. d) Porta-voz é fundamental. Se você tiver que designar um porta-voz, faça-o com cuidado. Escolha-o a dedo. Aparência, segurança, desempenho frente aos meios de comunicação, clareza ao se expressar, capacidade de improviso quando necessário, tudo tem de ser medido. Veja os dois porta-vozes do governo FHC. Veja o do governo atual. Os caras apareciam e aparecem na frente da campanha transmitindo insegurança, nervosismo. Passar a impressão de que não acreditam no que estão dizendo. Compare o desempenho do porta-voz de Tancredo Neves, depois eleito governador do Rio Grande do Sul. A situação era dramática, o homem estava morto ou morrendo, mas ele sempre demonstrou tranqüilidade nos seguidos comunicados que fazia. Ah, se fosse algum dos porta-vozes do governo anterior ou do atual! O país teria ido pro brejo! e) A comunicação tem de ser uniforme. Tudo o que o govemo disser tem de ser um foco. Se cada coisa caminhar em direção diferente, a confusão se estabelece na cabeça do cidadão. Além disso, perde a força da sinergia. f) Uma coisa é a propaganda política. Outra, a propaganda de governo. Uma promete, e muitas vezes exagera nisso. Outra trabalha para construir a imagem do candidato. Uma se esforça para fazer com que o cidadão vote nele. Outra informa, motiva, busca a adesão a iniciativas do parlamentar ou do governo. A forma é diferente. O conteúdo, então, nem se fala. g) O mundo mudou. Os meios de comunicação também. Os eleitores, idem. Isso é válido, principalmente, para os eleitos parlamentares. Agrande maioria deles, uma vez empossada, esquece-se de se comunicar com a sociedade. Limita-se, no máximo, a visitas paroquiaís ou a comparecimento a uma ou outra solenidade. Simplesmente coloca em segundo plano as ferramentas de comunicação disponíveis. Tenho pra mim que boa parte da culpa pela péssima que o legislativo possui deve-se a isso. Até porque, cá pra nós, é preciso ter saco para assistir as tv's legislativas ou ouvir AVoz do Brasil. Assim, não adianta os candidatos enviarem cartas, digo, mensagens de carinho ao eleitor, para conquistá- Ios, se depois de clcitos, quando o cidadão vai conhecê- los, não conseguem. Ou descobrem que seus gestos são feios que nem briga de foice no escuro. Mais cedo ou mais tarde, o eleitor foge assustado. Que nem eu, no episódio que relatei. eloy. slmoes0uol. com. br l' 4 T ) 17
  18. 18. ' Nil* ÍÚlíÍÍIJ. , JI *ilülfllãlys* i'm-Il 11H51! É' O cinema nacional ressurgiu com a época chamada de retomada. O marco zero dessa fase foi o filme Carlota Joaquina, A Princesa do Brasil (1995) de Carla Camurati. O Quatrilho (1995) de Fábio Barreto, também contribuiu graças a indicação para Oscar de melhor filme estrangeiro. Durante da era Collor, com a extinção da Embrafilme, a produção brasileira foi quase zerada e houve ano em que apenas dois ou três filmes longas foram produzidos. Os mecanismos utilizados para essa nova fase do cinema foram os de incentivos fiscais, uma tentativa de viabilizara produção. Mas ainda estava faltando alguma coisa. Na minha opinião, o mais importante: uma relação mais estreita com o público, nos temas e na linguagem utilizada. Da retomada até pouco tempo atrás, muitos (e bons) filmes chamados de época foram produzidos. Mas cinema não é, necessariamente, uma aula de história. O cotidiano, o comum, o João da Silva do bem ou do mal, estavam sem espaço. Matadores, O Homem do Ano, Carandirú, Narradores de Javé e Amarelo Manga mostram esse dia-a-dia. Também uma nova roupagem estilistica, estética e técnica surgiu, motivada pela assinatura comercial dos diretores da nova geração do cinema nacional, quase todos vindos da publicidade. o cn 32 o e 3 si: ll'. Querem melhor exemplo que Cidade de Deus, dc Fernando Meirelles? Milhões de espectadores, 4 indicações ao Oscar e reconhecimento internacional. violento? Sim. Realista? Sem dúvida. Mas muito bem realizado. Nada é gratuito. Nas mãos de Meirelles, a câmera movimenta-se alucinada. A fotografia define épocas, o roteiro é ágil e a montagem é dinâmica. Notaram a proximidade com a publicidade? A tecnologia, o material humano e o investimento são sempre maiores na publicidade. No Brasil, um filme sefaz na raça. Com a chegada desses profissionais, que são também amantes da sétima arte, o cinema afirma-se definitivamente. Conversa mais intimamente com o púb| ico. Conversa com o próprio cinema. E, de quebra, provoca filas nas ante-salas. e 'í' “ Quem diria! Filas, a verdadeira prova da retomada do cinema nacional. __ *x / x V Andreas Peter é publicitário, diretor de curta-rmrragens/ documentárim / í ' e professor de Produção para Tv/ Rádio e Redação Publicitária na Univali. l s ~ 2 N , .Z ' y ç¡ - : z _ p , A à z ' , -4 TALENT? / V_ “Cj” “Tr l É _ 'x n¡ c' c' . a A gente conta sua história em 30 segundos. Filmes Publicitários / Corporativos - Cinema - TV - Video - Locação - Animação - 3D - Stop Motion j. . . e n wwvLJeclameonLbr-[47J3260a06 à_ l. . -. .' Ã. .l
  19. 19. 0 DESAFIO DA PROPAGANDA aparecer e Vender. Estes são os etemos desafios da propaganda. Mas, num universo onde o volume de mensagens e a oferta de produtos e serviços se multiplicam rapidamente, superar esses desafios já não parece tão fáciL Entender a necessidade do cliente, identificar a linguagem e os hábitos de seu público-alvo e definir o veículo de comunicação mais adequado são fatores determinantes na garantia de retorno a qualquer investimento publicitário. Jomal de Santa Catarina. 0 melhor meio para qualquer desafio. SANTA - 92% de liderança entre os leitores de Jornal. 080?! - Blumenau/ 2003)
  20. 20. 'Imagem do cunho meramanta ilustrativo. tílílíqlmíllllíííu' _ n ÍIÍLlHJÉÍÍÍÍÚÚIÉtÊ-ÍÉÍ* Emllàílrgljíírm* ÊÕUlLÍÍIÍlEEJÍ®EEEEJBEE~E~KDEB F Off-set Dlgltal QM-Dl HEIDELBERG no estado. (tamanho 33 x 46 s/ necessldade de fotollto). F Off-set Dlgltal SM-DI HEIDELBERG na Amér-lca Latlna. (tamanho 52 x 72 s/ necessldade de fotolito). Isso -yuuJ fa¡ / t ¡ lrí" ' " ' " _' . . l' ¡law-t'- ; artery-g uuurRO ocÍTrÍli r f; Além de rodo o pioneirismo do Impressora Mayer. elo pour¡ equipamentos de úllmo geração. contando com excelentes proñssãorlczis em conrlnuo aprimoramento lecnloo, proporcionando entre oulros beneñclos a menor qualidade em alendlmento. os melhores preços e grande flexlbllldade nas conolções de pagamento. É dessa forma que a Mayer cmegura que falhas ou zebras. como preferir, flquem mullo dlstanle de ocorrer e que você Volte sempre com a máxlmo satisfação. Com a melhor Impressão possível. elmpressora 1,1' l v Rua XV de Novembro. 1000 Pomerode - Sonia Catarina mayer@mayer. lnd. br

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