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Revista Job! 16 - Agosto de 2010 - Baixa Resolução

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A revista Job! é uma publicação semestral do curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. A edição Nº16 de agosto de 2010 traz como principal foco os 20 anos de Publicidade e Propaganda acadêmica em Santa Catarina.
Além de falar sobre o curso em si, a revista traz matérias relacionadas à publicidade e a região.

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Revista Job! 16 - Agosto de 2010 - Baixa Resolução

  1. 1. _Q 20 amos caía LN / Ãflll pubiàcàáoxdge e i Mill ¡al*o¡9c.3c~lrxdc. líà 'l #lili &CQGEÃÊEW-*iiiücx _, z* l/ ¡llbf @mw Samuca: Coxêaiimc. xx u x ii: : I4mlglixne*-'1xÍÊ, .L. “xgaarelgrarjegg . l': _l! !.'! êt? ¡_l'_lIÍ-Í, ll'3.k9 « _az-íg-"Ltàztsrgxílg ~ J e ' ' "Xhllrle-IÍ -» llllloihgê- ÍàIIsilIÍur-, jllikiie ~ llllêieitíeiiiug¡ villiilaé~ i › - ' '
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  3. 3. 16” EDIÇÃO DA REVISTA JOB! Job! Os últimos 8 dos últimos 20. Em 2010 a publicidade catarinense comemora 20 anos de ativi- dades acadêmicas. Obviamente o mercado publicitário evoluiu muito desde o início da década de 90: mais tecnologia de informa- ção e comunicação, qualificação profissional, competitividade e concorrência, entidades representativas (SINAPRO/ SC, CENP), produtoras e veículos de comunicação, clientes exigindo mais controle e mensuração de resultados, agências pensando estra- tegicamente. A FURB teve um importante papel nessa história ao inaugurar o primeiro curso de graduação em Publicidade e Propaganda de Santa Catarina, desde o início fomentando projetos e atitudes que considera indispensáveis para o desenvolvimento saudável do § x l mercado: Centro Acadêmico - Calcomunic (Semana da Comuni- cação e Deadline), Agência Experimental (House), Projetos Ex- perimentais (Campanha), Eventos (Rinha, Talento Universitário e Promoday), Projetos de Pesquisa (Focus), Programa de Tv (Plug In), Podcast (Café com Leite), Projetos Gráficos (Revista Job! ... que aliás, comemora 8 anos) Boa leitura. Prof. Hans Peder Behling Coordenador da Revista Job! ÍNDICE E n64 Ficha Técnica A 06 Fotografia Regional O9 20 Anos de P&P 12 Corel Draw, Amador para Profissionais? 14 Eu Recomendo 16 Agência Regional Conta Nacional i8 Clube de Criação de Santa Catarina 20 Colcci 22 Mídias Alternativas 24 Choperias Regionais 26 Rádio y 28 Marketing Politico I' à áXÉÊLVleí N A Revista Job! é uma publicação semestral do curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, da FURB, sob a disciplina de Planejamento Gráfico. REDAÇÃO Ananda Laize Maffezzolli, Camila Diegoli Híldebrand, Edilson Alves Veloso Junior, Francine Volpato, Janaina Jaroczinski, Krislaine Kuchenbecker, Laura Boving Paiva, Maria Gabriela Pieper, Nathália Virginia da Silva, Rafaela Schneider da Silva CRIAÇÃO Adriano Dorow Darosi, Bruna Boege Pickler, Leandro Werner Ribeiro, Luis Felipe Fendt, Renato Maurício Hess de Souza Filho. CRIAÇÃO CAPA Estúdio Nagô I estudionago. com. PLANEJAMENTO Fernanda Bento Zen, Fernanda Luzzani, Maitê Louise Pacheco de Oliveira COMERCIAL Bruna Boege Pickler, Fernanda Zen, Gustavo Luiz Cunha, Janaína Jaroczinski, Krislaine Kuchenbecker, Leandro Werner Ribeiro, Nathália da Silva.
  4. 4. O -Ià Matéria: Camiia Diagramação: Renato A l 7 * f 4 w ln! x* x námnr-cu › . . l umuumjumarum. "í ' www eloacunrbi' 1.2178 l Diretor de Arte: "Í Redação: Car à Agência: GD Arte Comunicação Cliente: Superme Titulo: Páscoa - Atendiment Diretor de Criaçã Produção Graf t; Agência: Chess Desig Cliente: Elo Peça: Prova de Amor Criação e Re ' ' veiculação: jun Supermercad o: Gilmar Duncka Z - Presen Propaganda e rcados Archer SIA os Archer o: Adriana Ramos Diego Domingos n Gráfico 'rede Todos os Jeitos
  5. 5. Agência: Free Comunicação Cliente: Cooper Titulo: Caminhos MU. IlUllllSBAInlllllnSJIllllSñillliEçÂil. . 079959'- Maña Fe! " Í . , 'k nando Luiz Pasa Direção de Criação: Sandro Wosniach e Cyntia W Hugo ' Atendimento: Karina Reckelberg Produção: Camila Monteiro Bento Finalização: Juliana Plens Aprovação do Cliente: Regina A. Eberle Fotografia: ¡Stock Photo nanda Vieira, Sandro Wosniach e Fer- Os Tlllls ehmuth llllllllillnn ~ rrnnm ~ nnuzm ~ BIIIMA n Comunicação Agência: Seve de Blumenau , . _ à! ETERB/ Preteitura Redáto Diretor deArte: Mano _y a Direção de Criação: Juliano Atendimento: Adriana Olive Midia: _Adrian Produção: Evelyn Jan sen D! HIM a 16H¡ 5 Parque Ramiro Ruadigzv A :
  6. 6. Matéria: Krilaine Diagramação: Bruna os grandes centros, é visivel a ne- cessidade dos fotógrafos/ estúdios ~se especializarem em certas áreas da fotografia para atender a demanda do mercado. Mas, o que fazer nas pequenas ci- dades onde a demanda é menor e o negócio precisa sobreviver? Precisa-se trabalhar com todos os tipos de fotografia, o que, segundo o fotógrafo Leo-nardo Luz, torna o trabalho destes profissio-nais ainda mais dificil, pois, será exigido deles um bom trabalho não a- penas em uma modalidade fotográfica, mas em todas. Revisto Jobü Isso exige muito preparo, muitos cursos e muita dedicação. Sem falar no feeling pra coisa. Exemplos de preparo para todos os ramos da fotografia são os fotógrafos re- . gionais Primo Tacca Neto e Amanda Cristine Tambosi. Amanda, além dos cursos e workshops com grandes nomes da fotografia, começou tra- balhando no projeto FURB Visita sua Cidade, e também foi monitora do laboratório de fotografia da Universidade Regional de Blu- menau - FURB. Desde o ínicio do curso de Publicidade e Propaganda esteve envolvida "Hewitt nilllite ils qlll: ?nl #Miau phlsiiÊJnir-lki . a : raiar-ia: - (afim: miar-ar: em projetos e praticando muito. Até a hora que montou seu próprio estúdio em Timbó e um ano depois o mudou para Blumenau e começou a trabalhar com fotografia pu- blicitária e de moda no Studio Acto Nove. Tacca Neto costumava ter como exercicio ir a rodoviárias fotografar as expressões de tristeza das pessoas na hora da despedida e de alegria na hora da chegada, e que che gou até a conversar com cirurgião plástica para descobrir como encontrar os pontos de beleza de uma pessoa para o auxilia' na hora de fotografar. lãwllili II I 1'; I ll't Ç' : a . x traffic-r, Ill-till dslnlprr; Henri 'nl' i-ii_a: _gin*: É, mar-lar' unit: liam: a eíipicmsiair; ao mi _ _s _ (i “N ff : izigçi um, a-iiiimia il; anrufãm ei: - ; nur-pri 4;. . kw. ' ! fluir-luisa Rui's e:
  7. 7. Ambos acham importantíssimo saber captar o conceito da campa-nha e repassar a equipe. Onde cada um é responsável por algo muito importante da campanha e no fi- nal tudo precisa estar em harmonia. Tacca Neto é a favor da setorização na produção diz: “. ..todos esses profissionais devem oo- nhecer muito bem o perfil do cliente para não correr o risco de fazer o que não foi desejado. Fotografia publicitária ou grandes campanhas tem dia e hora para começar a veicular, não existe margem para erros, os custos para' refazer toda produção de uma campanha seriam altissimos. Por isso, se o seu nome estiver em jogo não pense duas vezes em agregar profissio-nais qualificados a sua produção, pense em setorização". Pesquisa é necessária antes de qualquer produção para que saia um bom trabalho, e como diz Amanda, ". ..o fotógrafo precisa sa- ber o conceito do editorial para buscar refe- rências de iluminação, direção de modelo e linguagem fotográfica". x "j. ,_oii'críi. ~.»n'roiarar'lc 51:11h¡ l pnrnni : lui ilustra: il: kual s-zainlilumr: : uma Âlttviz-Iui -lli-. iiiira ! Hifi o qlll: :Elo iai óluaqicldtm, 77o ntllik-i o-lllllc-l n» _ _ relslhiir: çulillwiiiârtzi »ingerir-bre sunt-mirins V . à _ f f raim-dlk» - rom , mm saint-seat 1l 'xana-Ibn : rít- i ” ' »zoar-emuleiuiiiüigninuziirm. .* "Him “hr-Uni Mai. Revisto JobF
  8. 8. Follcggnük 5. ; luta a s _eliminou-nl N; :|l›: v:[3l5l-^rl~? .., . i. fumam Essa preocupação e dedicação com o cliente e a campanha faz com que os fotógrafos re- gionais estejam crescendo e se fixando tanto neste mercado que antes recorria muito mais a profissionais das grandes metrópoles. Os fotógrafos regionais estão cada vez se profissionalizando mais e provando que daqui, saem grandes trabalhos. Uma dica deAmanda praquem quercomeçar a trabalhar com fotografia publicitária: "Gaste muito do que for fazer, tenha muita Revisto Job? : lili: iai i-. fln Rio-rm» Mai¡ ? blitz paciência e sempre tenha certeza de uma coisa, nem sempre você vai fotografar a modelo mais linda e experiente, portanto, faça um curso de direção de modelo. Não espere que o cliente entenda que a luz que você usou foi fruto de pesquisa antes de fo- tografar por que ele vai dizer que não gostou e pronto! E o trabalho mais chato que você tiver pra fazer faça como se fosse o mais glorioso e divertido por que é deste trabalho chato que a agência estará avaliando você para ter certeza que o trabalho grande e ba- cana você terá cacife para fazer! " - Amanda Cristine Tambosi E Primo Tacca Neto reforça: "Fotografia é arte, e a arte foi feita para provocar sensações. (. ..) Você que está começando pergunte-se quais desejos você quer provocar com a sua arte, o que você quer incitar ao seu expectador, quais as leituras que você quer que eles tenham do seu trabalho. As mesmas fotos que eu faço com máquina profissional hoje um dia eu fiz com uma semi-profissional. O segredo está no seu olhar, no seu feeling. " - Primo Tacca Neto
  9. 9. Á. 26 cartas dia. ç J pubttcãdctdíe e k j” : Àç/ ,Í tt Q É v . , i ctcctdtêttrtàüct ema Santa
  10. 10. .r/ V¡ / Ãllllllll ll Matéria: Maria Gabriela e Laura Diagramação: Leandro a ”" WJÍIT Íiãsaaà “'/ (M / Í// Z// rl/ I' . fh › @É L' x e! , l , l A A' 4* l Thy' i . l ¡ÃÍTÃÍ Ã* 7 7T Ítí ›. w rr*n c l nos 90. Fim da Guerra Fria, conso- A Iidação da demo-cracia, da globa- : tlização e do capitalismo. Populari- za-se o computador pessoal e a Internet. Tem início o Progeto Genoma Humano e cIona-se a ovelha Dolly. Morrem Fre- ddie Mercury, Ayrton Senna e a Prin- cesa Diana. Surge o DVD, o tênis com amortecedor e o primeiro curso superior de Publicidade e Propaganda do estado de Santa Catari- na. Nas capitais na- cionais, principal- mente em São Paulo, a publici- dade já brilhava. Nomes como Washington Olivetto, Nizan Gua-naes e Roberto Duailibi ajudavam, ao som de clássicos como Pipoca e Gua-raná, a encher de sonhos a cabeça dos jovens daqui. "Ela, a publicidade, prometeria uma vida profissional repleta de diversão, status, dinheiro e, de certa forma, prestí- gio por estar dentro de uma área criati- va. ", lembra Josir Schõpping, Analista de Marke-ting do Senai. E se o glamour sozinho já era atrativo, imagine-o somado à promessa de uma Revisto JobR VI W s* "Imagine fazer publici- dade sem e-mail, corel- draw, photoshop, adobe premiere, msn, orkut. .." A. _.› ' , i- recheada conta bancária, pois era essa a idéia de um profissional de propaganda: criativo e muito bem pago. O que poucos sabiam é que por trás de promessas de sucesso, glamour e dinheiro escondia- se muito trabalho, inclusive por parte da FURB para montar a estrutura necessária para o curso. Não havia livros especificos da área, e quando eram adquiridos, eram apenas um ou dois exemplares para toda a turma. Ainda assim, a bi- blioteca era o menor dos problemas. "A maior dificuldade foi em relação a profes- sores que realmente tivessem a combi- nação de experiência profissional com a didática/ conhecimento. (. ..) As estruturas de laboratório vieram, praticamente, no final do curso e ainda de forma bastante precária", comenta Luciana Pires Dobu- chak, Gerente de Vendas e Marketing do grupo Indaial Papel. Mesmo com o dificil começo, o curso teve seu caminho de su-cesso graças à FURB, que investia continuamente para oferecer as condições necessárias para a forma- ção dos alunos. : :Ill à ilÍ/ i/riiriíã: vr rm Após a iniciativa da FURB, outras univer- sidades enxergaram a publicidade como área promissora. Em poucos anos multi- plicaram-se os cursos no estado e tam- bém o número de profissionais, estatística que contribuiu para a qualidade do ensi- no. Hoje os cursos do Estado contam com professores qualificados e que reúnem de maneira singular conteúdo acadêmico e experiência profissional. A qualificação do mercado também fez surgirem eventos, prêmios e associações. Foi o começo da organização do mercado publicitário, que engrandeceu e profis- sionalizou a propaganda. Além das mudanças acadêmicas, pode-se perceber muitas mudanças mercadológicas. O surgimento da internet e a evolução das técnicas empregadas foram cruciais para chegar à publicidade de hoje. "Imagine fazer publicidade sem e-mail, Coreldraw, photoshop, adobe premiere, msn, orkut. .. Sem poder usar o Google! Esta era a realidade para quem estava começando. "conta Josir. A publicidade dos anos 90 era aquela que envolvia montagens, desenhos, ca-neta nanquim, letraset e VHS. Apesar de man- ter a essência, na prática pouco tem a ver com a realidade atual. NWLJ “ l ü i1 É: l l
  11. 11. raízes. . XM É I 17% llllj x; _.x , Till l ll l . Í-t. =.. ri: íl. :-" . í1'. r' ? I líariárcílíàl 'HÇlÍIl çclt. te : :fair . a ~iÍíli: :'. 'frIi” l , r . r lifljiifrfral_i*ijirã* . àl. t,l_tarl. l'~'çàli Írfarifii: ? C¡J"lÇlJTí_l'Í. Í*Ít? í iii-í ÍrP-ÍÍÊÊIÉÍÍÉ¡ râiiir '= j.l, lílÍ'" e '»íí, l§11Í~? › il: : at. rr; ;[lr; rra: '.¡iiíi »Q1741 t: ! a r s' ? Z / / ¡ , “(. ..) tenham muita calma, construam uma caminhada, sejam humildes e . --- _ _ - 5 acima de tudo, tenham paciência, pois a era digital criou e está criando i lrirltgrtrãl / pessoas (profissionais) imediatistas, que não sabem conviver com a espera (. ..) existem mil, ou mais, oportunidades para quem tem vontade, W para quem está preparado e para quem é tolerante! " i "Podem esperar MUITO TRABALHO! Mas também muita satisfação em resolver - _ os problemas dos clientes e ver seu material na rua. Essa sensação é incom- paravel. Vale a pena fazer PP! " L i f; ./ "Como todas as profissões, podem esperar muito trabalho, muita correria e um décimo do glamour que você acha que vai ter na profissão. Preocupem- , . .. . se sempre e constantemente com sua qualificação, mesmo depois de l j' formados" “Para ser publicitário é importante saber sobre psicologia, sociologia, filosofia, informática, vendas, administração, finanças. .. (. .. )não vamos saber como será o mercado de publicidade em 5 anos. .. Muito menos como será em 10 . Por- tanto, mantenha-se informado. (. ..) Mais uma coisa: tentem mudar o mundo, por favor. Vocês podem. É só acreditar. Mas mudem para melhor, ok? " $"*i& . -Ill ill¡ le- / Fi I Il il Revisto Job! l A l
  12. 12. í: íeu. .._. - Matéria: Francine Diagramação: Renato Corel Draw, amador para profissionais? conhecido Corel Draw faz muito Osucesso nas gráficas rápidas, o que faz a demanda por cursos e serviços relacionados a ele ser alto. Qualquer profissional que precise entrar no mercado de trabalho, na área gráfica de maneira rápida, precisa saber manu- sear o Corel. Muitos profissionais da área recomendam que, caso alguém queira se aprofundar nessa área, tem que migrar para ferra- mentas como Illustrator. A maioria das agências e grandes empresas fogem do Corel. Revisto Jobll Os motivos são os mais diversos: - O problema da fidelidade de cores (pale- tas RGB/ CMYK); - Instabilidade e constantes travamentos; - Perda de arquivos; - incompatibilidade com arquivos do Pho- toshop. Muitos consideram o CorelDRAW um software amador por que ele não se com- promete apenas a trabalhar com vetores, ao contrário da Adobe por exemplo que possui um software para Bitmap (Photo- shop) e outro para vetores (Illustrator). O CorelDRAW tenta ser um software do tipo que faz de tudo um pouco. Em sua suíte encontram-se softwares para edição de Bitmaps (Phctopaint), para animação (RAVE) e até mesmo para vetorizar Bit- maps (TRACE). Dentro do próprio Co- relDRAW existem recursos para adicionar efeitos Bitmaps aos trabalhos, efeitos estes que geralmente saem ruins na im- pressão. É dai que começaram a surgir os famosos “paus" do Corel. Em contraparti- da, o CorelDRAW é um software intuitivo, de fácil aprendizado.
  13. 13. CorelDRAW Entrevista: Ubirajara Camargo Campos (Bira). Operador de Desenho Eletrônico Pleno na RR Donnelley Editora e Gráfica Blumenau Já Trabalhou: Ocean Pacific (criação), IPA/ Furb (Designer Gráfico), ORG Comu- nicação (Criação), Jornal de Santa Cata- rina (Arte-final), T. AG (Arte-final). Forma- ção: Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (em formação) JOB! : Quais os principais motivos da 1 substituição do Corel para outros soft- wares? Bira: A disputa ocorre ha muito tempo, começando pelas plataformas nas quais rodavam. Com o tempo, a Adobe migrou para a plataforma Windows, e o mesmo não ocorreu com o Corel para a Apple. A Apple começou a apresentar seus produ- tos como algo jovial, criativo, e como rodava apenas Adobe ficou meio que subentendido que pessoas mais criativas utilizavam estes softwares. Atualmente não há mais esta grande diferença, visto que a criatividade não está ligada com a habilidade que tem com determinado pro- grama. A questão de utilizar um determinado pro- Photoshop Parcelamos em até: 6x 10x 12x ! Fligl-'MGLIÊÍVISA illustrator grama da Adobe ou o Corel é que aAdobe fez cada software voltado para uma de- terminada função. O Indesign é a pagina- ção, o illustrator é arquivos vetoriais e o Photoshop a manipulação de imagens. E o Corel colocou tudo em um único pro- grama. A substituição ocorre porque profissionais precisam estar com as ferramentas que irão facilitar e agilizar suas necessidades. JOBI: Que softwares substituem o Corel? JOB! : Existe alguma tendência nas em- r presas/ agências com relação aos softwares? O Corel vai deixar de ser usa- j do? _l Bira: Parece que ainda não irá desapare-Í cer. O Corel está mudando muito a sua interface, por exemplo o Corel X4, que já veio com algumas novidades para facilitar a vida do usuário. E também com a popularização da Apple, que também pode rodar o Windows acho 1'” if: : j; llllx; «Hu 'K “Í la” 'liam [uma 2:. ) . xíc. ; : mr aum l ¡m! x cetim : m lmuet ã c». : m ! Llh : ln-p nt 'Mil l mc _t 1.' “r ç fill¡ 1 'ir t 't' Itdtsflí¡ H Bira: Illustrator para a vetorização, o lnde- sign para paginação e montagem do ar- quivo e o Photoshop, que espero que nin- guém tenha utilizado outro software, para manipulação e tratamento das imagens. JOB! : Quais as vantagens que essas substituições ocasionaram no trabalho¡ ane? Bira: Além de facilitar e agilizar, é possivel ver uma diferença nos resultados em rela- ção aos softwares utilizados, como por exemplo nas cores. que muitos ainda irão utilizar o Corel- Draw. Mas indiferente do software, o mais im- portante é o resultado. Indesign Fireworks Dreamweaver Flash 1 , __ , l N ' a* l t* 'x ' 1 l » › , * › , rm _ -i p l , Àyrvl r x1 , . P” 'ã' ' _ l * P' * 36x ; . - Microsoft' UV¡ c PROMETRÍC ~'. _" GOLDCERTWIED WVÕMEEB! Partner '? r”~': "n'*'¡"i~17i'lx; É1teÊÍI. .i1j*gÍi, Í;)I§¡Í¡Çl_§l ltüáii'líííílíiíiítñíti* iúvxvlt›. ;v; it a4 'g 1,83; ! um ; tva 61;¡ : titular
  14. 14. i4 Matéria: Ananda Diagramação: Bruna I r J III NADINE GENIES COORDENADORA DE MARKETING DIGITAL O Azul da Virgem, de Tracy Chevalier. Ella Turner, uma mulher independente, americana, vai morar na França com o marido e é acomedida de estranhos pesadelos. Ao mesmo tempo recebe uma carta de seu primo contando que teve antepassados franceses. Assim, curiosa em descobrir um pouco mais sobre os antepassados da terra onde ela está morando, passa a pesquisar livros e docu- mentos. Faz a descoberta de que a frase com que sonha faz parte de um texto que seus A "Í I antepassados liam quando algo ruim acontecia. Estranhamente o cabelo de Ella começa a f' 7] ficar ruivo e ela descobre que uma de suas antepassadas também sofreu do mesmo ocor- , at-r E , 3:' rido. A descrição das paisagens feita pela autora é tão detalhista que nos remete direitinho ao local dos acontecimentos. SITE 7 m' Martina Topley Bird, Phoenix 'Í www_w¡red_com 4 l Quando ela começou, em 1995, nI-n- l _TI guem estava esperando a revelaçao «C; _ TUÚO 50h"? ° mercad° de ' daquele ta-lento tão jovem. Martina Marketmg D¡g¡ta¡ r* ' “ Topley-Bird é uma cantora britânica ç 53,¡ nascida em 7 de maio de 1975. Além i-iq_ , LS- dos diversos álbuns solo lançados, ela à_ BLOG: 3*_ já colaborou com vários artistas como “I . www pensem com b¡ 11-5, os Gorillaz e trabalhou em diversas l_ . _ r bandas. , Blog da Julia Petit. Para 1 quem quer ficar antenada I I nas últimas novidades sobre moda JOAO CARISSIMI PROF° DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA UNIVALI Carlos Domingos, Oportunidades r _' Diane McFerrin disfarçadas. w” V í -M 7 í_ r , _I_ _ _, .__t I Peters, CA w LOS DOM I NCO s Um catálogo de ideias criativas e l I I III) í l Ê¡ I; í É O Cilente em soluções Para as mais variadas w ' l, '› r l , r *d ' › II* . . ' segundo lugar. dificuldades vividas por empresas Coloque seu pes- OPORTUNIDADES de todos os tamanhos. Leitura soal em primeiro obrigatória para executivos, em- IT ' lugar e observe mãíãàfíãfããââfãêããâãzfããããáífm” presários e todo profissional que I como eles darão o busca vencer no mundo competi- l f , . . . . P# , maximo de Sl. tivo em que vivemos. 3;. :17 r l Tg , il às ç
  15. 15. JOELSON DOS SANTOS APRESENTADOR JORNAL DO ALMOÇO RBS 1984 - George Onrvel Uma crítica ao totalitarismo e ao socialismo. contada de um jeito que nos faz refletir sobre as ações de quem está no poder. Se nada disso for do seu interesse, v GEORGE ORWã pelo menos você vai entender de onde vem a idéia do programa da globo, Big Brother. LIVROS cn < 9 w 3 E Quem somos nós, de William Amfz e Betsy Chasse Afísica quântica nos ajudando Waking Life, de Ri-chard Linklater Um belíssimo exercício do rao¡oo¡n¡o_ Argumentos a entender melhor o nosso fun- sobre filosofia e religião. cionamento orgânico e mental. o filme tem uma Camada Diversos conceitos e verdades do desenho sobreposta o de antigamente ja foram der- tempo todo. Estamos acordados, rubados. Será que os conceitos e verdades de hoje também não conscientes, de fato? 0 SGFÕO? DANIELLE FUCHS EDITORA-CHEFE DA MUNDI EDITORA Mentiras no Divã, de lrvin D. Yalom. A publicação trata das relações interpessoais de modo instigante. Apesar de ser jornalista, adoro ler sobre esse tema. Vale lembrar que não se trata de auto- ajuda! Coleção Buda Lounge - Referência no estilo lounge music no Brasil, a coleção _ "Buddha Lounge" nuudnQrotrnge explora ritmos eletrôni- cos elaborados e sons orientais para a criação de faixas que propiciam o bem- es- tar e o entretenimento. n¡ uma un u. ) um
  16. 16. Matéria: Edilson . ul i** o ,9 5 3;' : if 5 Í @O 'sã ' b . à: 5” o Ê nr, 5 'V325 7:' Diagramação: Luis w '›~1II; Hr$| '.; ; : Nixsewc ; W451 rm. nr 1 . n A¡ w / , . - L¡ “AK (x 'NX XX É as x. x x ». x, ,a ! g x_ › *q* X « Q N, 'X x VA- IX J g f, _N v : :a z At, A A, N» l 5 *x , t” j, z/ f K / facebook 3 Uma duvida comum entre estudantes de Publicidade é se agencias de propaganda locais tem condições e principalmente oportunidade em atender grandes contas de âmbito nacio- nal, e quais as dificuldades em se conseguir contas deste porte. Para esclarecer essa questão buscamos a opinião e a visão de quem atua no mercado, conversamos com Romeu Fteichert, Diretor de novos negócios da Free Multiagência e com Fábio Luciano Schmitz, Diretor de atendimento e planejamento da Seven Comunicação To- tal. Revisto JobII
  17. 17. C (Ti f"? Job: Quais as dificuldades em con- seguir uma grande conta nacional, principalmente para agências que não estejam nos grandes centros. Romeu: A grande dificuldade é quebrar paradigmas. Neste mundo globalizado, as agências locais têm acesso às mesmas informações das nacionais e com uma es- trutura mais próxima do cliente. "ñiínr oiii: : sir: “nona, "m, n“nrf-, _lnlii= i_ ; oiclr-“iia, na¡ (It flui: : irão» digjlfmêñ» «iria ÍIIÃIÃÍÉÍIHÚIQ, mipnioàlieíki-Íl: di: íÍÍãilÁnflP-IIIÍ? a darling-i'm: : turu-imitam” Fábio: Algumas empresas podem não conhecer o portfólio, a evolução, a capaci- dade de trabalho de agências locais. Out- ro motivo que ocorre é que certas: em- presas preferem trabalhar com agências de um grande centro como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba por estratégia ou pela cultura da empresa. Elas realmente acreditam que somente essas agências conseguem ofe-recer um trabalho mais qualificado por apresentarem uma estru- tura maior Job: Que vantagens um cliente com uma conta nacional encontra em uma agência menor? Romeu: Se o marketing deste cliente es- tiver perto da estrutura principal da agên- cia local, vejo que esta agência menor pode ser mais produtiva, rápida e muito mais acertiva pela aproximidade e melhor relacionamento. Abertura de Empresas Planejamento Tributário Fábio: Nos dias de hoje, tamanho, porte, estrutura não significa criatividade, ca- pacidade de atendimento e soluções ime- diatas. Romeu: AAltenburg tem abrangência na- cional, e como falei antes, tendo uma es- trutura de 40 profissionais da agência per- to do cliente, conseguimos atender muito bem as necessidades deste cliente. Fábio: Todas os planos e ações desen- volvidas e executadas pela Seven para a Lunender tem abrangência nacional. Job: Sendo contas nacionais, aten- didas por vocês, como foram os primeiros passos com essas empre- sas? Começaram com trabalhos para Blumenau e região, para o estado? Romeu: Atendemos a Altenburg há 15 anos e no inicio eles eram bem tímidos na mídia, faziam mais trabalhos impressos. A Free foi acompanhando o crescimento da empresa e oferecendo oportunidades de anunciar nacionalmente, até con- "Vàlió-idclca-«tia Qui: çrgrâni» Hi1!? QUI: :ic-IEIN Islã: -Íiai-r _eli-aliiói-i-r. graxdlarur : fiquei-u: »Héllifífê írãis-liolmlic” vencermos a fazerem os primeiros anún- cios na revista Contigo. Dai os resultados foram aparecendo e fomos evoluindo nas revistas. Reposicionamos a marca anunciando em revistas classe A/ B. Além disso, hoje também fazemos um trabalho forte de PDV nacional. Fábio: Na verdade, nosso primeiro Job foi nacional, uma peça de PDV. Após apre- sentação da agência, fomos chamadas para desenvolver um móbile para o ponto de venda. E assim foram muitos e muitos j r l outros Jobs. Antes de iniciarmos a veicu- lar campanhas de abrangência nacional, a Seven desenvolveu várias estratégias de comunicação junto ao trade, com isso, a Lunender conquistou ainda mais a con- fiança por parte dos Lojistas e Represen- tantes. Só quando atingimos o número de lojistas desejado, iniciamos então ações de midia de massa, voltadas nesse caso para o Consumidor Final. Pelas respostas percebe-se que agências que estão fora dos grandes centros aten- derem contas nacionais. Muitas empresas começam a perceber que a pro-ximidade com suas agências locais pode ser muito produtiva e trazer benefícios para ambos os lados. Assessoria em todos segmentos das áreas Contábil, Fiscal e Trabalhista ri» Declarações de Imposto de Renda i2) Todos os demais serviços que auxiliam e visam a ascensão do seu negócio. , Efilfiàlrl te? " : ur: 'íorofililnllér ifüíri ct-. Iizr tis: e 'muitu -I--rawr , _ ' r u. : r ~ 714. ”"'ClC' : lluur-. nrzili Qídlll-: IIÍOÃBIQHLIdñm-iolmàlr iii-re: w(
  18. 18. w I 8 NIGH Matéria: CCSC Diagramação: Renato CLUB CC SC CLUBE DE CRIAÇÃO DE SANTA CATARINA Clube de Criação de Santa Cata-rina se fortalece com o lançamento do seu site e prevê uma série de ações no segundo semestre Por Alexandre Guedes epois de um longo tempo de inativi- dade, o Clube de Criação de Santa Cata- rina dá pro# vas que está , voltando com " tudo. A última novidade é o 5 lançamento í do site do CC, SC. Ê Ele já está no ar e tem a _ proposta de í ser a ponte , que liga os c r i a t i v o s catarinen- _ ses à enti-é dade. l "O nosso _ desejo é o de que o _ ccsc. ppg. br~ = ~ - seja um espaço ab discussões possam levar à me-lhoria da qualidade final dos trabalhos catarinen- ses. Isso definitivamente é o objetivo do Clube de Criação de Santa Catarina. Aos poucos, ele ganhará mais conteúdo e musculatura. Agora é unir forças e avançar cada vez mais, em prol do fortalecimento do mercado catarinense. " Comenta Ale- xandre Guedes, presidente do CC, SC. Desde o fim do ano passado, o Clube de Criação de Santa Catarina promove di- Revisto Job! erto, onde todas as A versas ações. Entre elas, os eventoslpa- Iestras chamados Nights Clubes, nos quais so ovidos grandes nomes da criação do país. As ci- dades de Joinville, Blumenau e Florianó- polis já receberam os eventos e grandes profissionais, como: Luiz San-ches, Dire- tor de Criação da AImap/ BBDO, Marco Versolato, VP de Criação da Young & Flubican e Fernando Campos, Presidente da Santa Clara. Recentemente foi pro- movida em Brusque, uma edição especial do Night Clube, na qual foram convidados profissionais de destaque do mercado e lide-ranças de entidades. O evento fez parte da programação da 4° Semana de Publicidade e Propaganda UNIASSELVl/ ASSEVIM. Vale i lembrar que os Nights Clubes são abertos para o público em geral. Aprincipal bandeira do CC, SC é unir os criativos do Estado lêem prol de um produto final jcada vez melhor. Outro com- promisso do Clube é auxiliar ; universidades e entidades de j ensino, na construção e quali- fficação de futuros criativos 7 s g_ catarinenses, inclusive com Êa promessa de estágios em , iagências assim que termina- rem os cursos. ÊPor isso foi criado um "braço" íacadêmico do CC, SC dentro ; das universidades do Estado para auxiliar na divulgação das ; ações e eventos da entidade. O lançamento do Anuário com as peças premiadas no biênio 2007/2008 está previsto para - -o próximo mês e as eleições do Clube para a segunda quinzena de se- tembro. Acesse e conheça: ccsappg. br
  19. 19. Introdução Projeto Clube Acadêmico Por Pedro Freiberger e Josué Klein projeto do Clube Acadêmico sur- Ogiu inicialmente como um trabalho de conclusão de curso da univer- sidade. Porém, a pesquisa e o desen- volvimento de um estudo de mercado, aliados com o momento propício da volta do Clube de Criação, foram os maiores incentivadcres para a execução de algo que recebesse uma aplicação prática e útil como proposta para o Clube. Com o incentivo daqueles que estavam coordenando a reestruturação dessa nova fase do Clube, o projeto que iniciou como um desafio de um trabalho para a univer- sidade - que era atender o cliente mais desafiador de todos, os próprios publici- tários - ganhou uma nova proposta, as- sumindo um foco específico, que era o de falar com os estudantes. E foi assim que o projeto do Clube Académico surgiu e amadureceu. O de- v- t, ..4.. .., m-. «,. .r. «mm e. .. . .em senvolvimento do trabalho nos colocou em contato com os profissionais que es- tavam à frente do mercado e a participa- ção nas reuniões do Night Clube agregou muito valor às experiências de realização, trazendo para perto, as abordagens de al- guns dos principais nomes que são refe- rência na área em todo o pais. Assim, na proposta do Clube de Criação, de criar uma diretoria forte e represen- tativa, que pensa sobre a própria profis- são, se ma terializou como o espaço ideal para aproximar e desenvolver um relacionamento entre os estudantes e os profissionais, possibi-litando a troca de experiências e conhecimento. Isso tudo com objetivo de colaborar com a formação daqueles que futuramente es- tarão à frente do mercado e também de trazer à profissão uma oxigenação de no- vas propostas de muitas cabeças jovens Rua XV de Novembro Joinville Garten Shopping borbulhantes de idéias. Por isso, o projeto do Clube Acadêmico será desenvolvido de modo a propor novas experiências e desafios, buscando sempre estreitar es- sas relações, de modo que todos possam ser beneficiados. (47)3041-9713 Shopping Center Neumarkt (47)3041-6962 (47)3043-9413 wvvw. lookconcept. com. br Revisto Jobl
  20. 20. Matéria: Camila e Rafaela Diagramação LUIS Colcci emma» e Marketitg da Há 22 anos, a história da moda em nossa estado começou a mudar. Em Brusque, SC, nasceu a Colcci, que hoje é uma das marcas mais importantes do mundo. As peças que começaram básicas ganharam um conceito fashion, mos- trando que nosso país tem grande talento. A Job! conversou com Daniel Mafra, que a seis anos trabalha como relações públicas da Colcci, e ele nos contou um pouco da tragetória da empresa fundada em 1986 e seu caminho até se tornar o que é hoje. Jobl: Fale um pouco sobre a empre- sa? Daniel: A Colcci foi fundada em 1986 aqui em Brusque e eu estou completando seis anos na empresa. Em 2000 o Grupo AMC, mais conhecido como Manegotti, com- prou a empresa e enjetou muito dinheiro investindo em marketing e distribuição. Na êpoca a Colcci tinha 400 lojas, que não tinham boa estrutura e localização, e realmente não agregavão valor nenhum a marca, então fechamos várias lojas e ficamos com 60. Despois deste grande investimento em marketing e nos grandes desfiles, o produto passou por uma grande reestruturação: as franquias começaram a aumentar, em 2 anos passamos a 100 lojas e hoje somos em 110 franquias no Brasil. Jobl: 0 que era a Colcci nos seus primeiros anos e o que ela é hoje? Revisto JobK DonielzBom, totalmente diferente. An- tigamente, a Colcci era co-nhecida como uma marca popular, barata e qualidade em moletom. O que aconteceu foi uma mudança de estilo muito rápida, onde se investiu só no produto e não na reformu- lação da marca, então o produto retor- mulado aumentou bastante de preço e o consumidor se assustou. Hoje, a Col- cci é vista como status, como sonho de algumas pessoas. Hoje as pessoas tem orgulho da Colcci ser brusquense. Fazer uma comparação é quase impossivel. Na época, o Digbi, com uma conotação infan- til. Hoje temos várias linhas, que atende deste crianças com a Colcci Fun, até o público adulto com a Colcci Pienie. Jobl: Por que a Manegotti resolveu comprar a Colcci? Daniel: A Menegotti é uma produtora de malha e a Colcci vende malha, acredito que eles perceberam a oportunidade de
  21. 21. algo que poderia dar certo. Eles tinham a matéria-prima e resolveram investir na Colcci. Acho que na época o Alexandre (Menegotti), dono da AMC, começou a pensar em grupos de moda, o que não existia ainda no Brasil. Nós fomos o primeiro grupo de moda da América Lati- na e somo o maior também. Jobl: Vocês tiveram dificuldades para entrar nos grandes desfiles, certo? Qual a relação disso com a contrata- ção da Gisele Bündchen? Daniel: Tivemos dificuldade para entrar no São Paulo Fashion Week. A questão é que existe uma comissão que é feita pelas outras marcas e a gente teve pro- blemas porque sempre tivemos muito vo- lume de vendas, por isso quando entra- mos, acabamos tirando vendas de muitas marcas. Isso complicou um pouco. Mas hoje a nossa relação com o SPFW é in- crível, admiramos muito o trabalho deles, é um evento sensacional. A Gisele não influenciou a nossa entrada no desfile, na verdade minha opi-nião é que foi bem ao contrário: Eles queriam mesmo é evitar a Gisele no evento, pois quando ela está nos desfiles os holofotes se viram muito pra ela. mas depois da compra da Fórum e da Triton isso mudou, nos tornamos um grupo muito mais sólido e visto com ou- tros olhos. Jobl: Para você o que de mais impor- tante a Gisele agragou à marca? Daniel: Acho que justamente esta imagem de estabilidade, não só como marca, mas como grupo. As pessoas pensam que se a Colcci consegue pagar a Gisele, não vai deixar de entregar nenhum produto, que é um grande pro-blema no mundo da moda hoje. Saber se a Colcci é capaz de en- tregar os produtos de acordo com os pra- zos gera muita credibilidade pra gente. A Imagem que a Colcci quer passar é que a Gisele é a embaixadora da nossa marca e ela só agregou valor para a Colcci. A PROTEJA SEU | l| /EST| l/ lEÍ| TO Gisele gera muita força comercial. Jobl: Ha alguns anos atrás a marca passou por uma nova reestruturação. Qual foi o objetivo? Quais ações foram utilizadas? Daniel: A marca sempre está se reestrutu- rando, sempre mudando, pré modificando o conceito. Há dois anos atrás, a Lila, que era nossa estilista desde a funda- ção, saiu da empresa e isso mudou um pouco. Querendo ou não, é ou-tra mão, é outro estilo de estilista, sempre muda um pouco. Agora a gente está trabalhando um novo projeto de loja, fazendo uma loja mais conceito. Mas na moda a gente não para nunca de reformular e a Colcci tem várias linhas para conseguir atender a to- dos os estilos. Jobl: Quais as marcas da Menegotti e seus públicos? Daniel: As marcas são Colcci, Summer, Carmelitas, Coca Cola Clothing, Fórum e Triton. O público não é exatamente igual, justamente para não sermos concorrêntes diretos uma da outra. Nós somos concor- rentes indiretos, mas o público não é e- xatamente igual. Uma é mais jovem, outra mais básica, outra um pouco mais cara, outra para um público mais velho. Jobl: Quais as estratégias de market- ing usadas antes e depois da compra da Menegotti? Daniel: As estratégias mudaram bastante. O marketing é muito mais forte agora, a marca aparece muito mais por causa dos desñles, temos mais anúncio, tem TV o investimento é muito alto. Nós queremos principal- mente mudar o DNA da marca. . Jobl: como você faz os contatos com as editoras? A gente chama de algodão. Mas tem gente dizendo que é Ouro Branco. Daniel: No mundo da moda e-xistem 2 ti- pos de contatos com editoras: Os conta- tos publicitários e os contratos de moda. As estratégias mudaram bastante. O marketing» é muito mais forte agora, a marca aparece muito mais por causa dos desfiles, temos mais anúncio, tem TV o in- vestimento é muito alto. Nós queremos principal- mente mudar o DNA da marca. Os contatos publicitários são basicamente compra de espaços na mídia. O contato da moda é o contato com produtores de moda. A Colcci tem uma Assessoria lm- prensa em São Paulo, onde deixamos toda a coleção, e os apresentadores de TV, figurinistas de novela, produtores, vão até para escolherem o que colocar na novela, como vestir os famosos, etc. Com relação aos anúncios não fechamos anda com agência, o processo acontece através de nosso representantes. Hoje so- mos muito procurados por todos, porque anúnciamos muito. Jobl: Quais as pricipais editoras nacio- nais? Daniel: Abril, Caras, Globo. São essas as principais. Gostamos de anunciar, mas também gostamos de estar nos editoriais. temos uma parceiria muito grande com a Abril em relação a isso. Porque somos uma marca acessível, mostramos roupa usável, é isso que as pessoas querem. , f u , LÊ¡ Grupo Algofio Lonagro - Indústria e Comércio de Lonas Ltda. Rua* Benjamin Constant, 1864 ~ Asilo CEP 89.037-500 Blumenau / SC wvvw. algofio. com. br / lonagro@brturbo. com. br
  22. 22. IU . E ! U C (U0 "JC os i1) .53 u. . CO F3, U-ns @e m5 ão Novas formas de mensagens surgem para novos consumidores. Cada vez há mais movimento, tecnologias e inova- ções. A publicidade se adapta e segue essa tendência que está cada vez mais visivel no mercado, fazendo com que as midias que fogem dos padrões básicos ganhem espaço. Como muitos consumidores pas- sam a maior partedo tempo fora de casa e estão sempre correndo, é preciso saber qual a melhor forma de chamar atenção. Com ajuda de apare-Ihos eletrônicos e criatividade no desenvolvimento, as mí- dias alternativas estão cumprindo esse papel. Aqui no Brasil os shoppings centers já trabalham com elas através de painéis com conteúdos jornalísticos e publicitá- rios. Além de academias de ginástica, lojas de conveniência, aeroportos, trans- portes públicos e supermercados. Tudo com o objetivo de gerar maior impacto, e claro, o famoso boca-a-boca. Um dos grandes trunfos das midias alternativas é a capacidade de segmen- tar a mensagem para um público bem específico, aumentando as chances de re- torno, que e me- dido através do nível de reper- cussão. São ferramentas fundamentais para a comunicação contemporânea. No fim, não importa o nome que define essas mídias. Elas podem não ser o car- ro chefe de uma campanha, mas estão ganhando espaço e conquistando tanto os clientes das agências como os consu- midores finais. Revista Job! São ferramentas funda- mentais para a comunica- ção contemporânea. Entrevista: Denise Sapelli - Midia da Free Comu- nicação. Fernanda Gomes - Midia da Brava. Jobl: Qual é o seu conceito para mídia alternativa? DS - Não existe nome especifico para as mídias alternativas. Out of home, guerri-Iha ou no- vas mídias. Todos definem uma ca- tegoria desse tipo de mídia, No geral, são aquelas midias que fogem da ca- tegoria tradicional e dos formatos padrões. FG - Acredito que não há definição de nome. São pequenas ações e diversas ferramentas utilizadas para se comunicar de forma diferente com o público, fugindo do padrão da mídia de massa. Jobl: A agência já utilizou alguma mí- dia alternativa? DS - Várias. Bus door, bike door, mídia Box, midia com promo, bluetooth. Um exemplo foi o mídia box do vestibular de inverno da FURB, onde um caminhão a- desivado andou em todas as cidades do briefing. FG - Tivemos uma experiência com um feirão de todas as concessio-narias de carro zero de Blumenau. Utilizamos midia móvel, um cami-nhão com lona que muda. Para inovar ainda mais, colocamos um ator dentro desse caminhão, um “touca” que ficava interagindo com as pessoas. Jobl: E quais foram os resultados? DS - Há uma dificuldade em saber o cus- to por mil ou rentabilidade dessas midias. Mas como em algumas mídias alternati- vas fomos os pioneiros na região, estas ações geraram bastante boca-a-boca. FG - A medição de resultado é muito complexa de ser feita. A melhor forma de
  23. 23. Jobl: O que os clientes dizem ¡nviáven a respeito dessas midias? DS ~ A dificuldade de operacionalizar al- DS - Depende WUÍÍO dO Perfil gumas midias alternativas aqui na região de Cada Clienie- MUÍÍOS ainda é grande, já que determinadas ações pre- Dfelerem a3 mídias Ífadi- cisam de autorização ou não há empre- Clonais, aquelas que eles sas que ofereçam suporte. Mas é possivel C0“59'9U9m med" VGSUÍÍa' fazer embalagens de pizza, bluethooh, dos. Já as midias alterna- entre outras, “Vas NãO POSSÍDÍlÍÍHm Fe- FG - O que percebo é que em grandes ci- SUlÍaÚOS palpáVelsl 0 que dades existe um mapeamento mais espe- 8SSUSÍ8 Um POUCO OS Clienles- cifico do público, o que ele faz, o que ele consome, etc. Outro fator e o custo alto FG - Depeftde e até o comportamento do dO Cliente. dO , , . . público da cidade de Blu- se-gmento, da Muitos amda, menau, que são mais tradi- Cabeça Na malo' Preferem a5 ml' cionais. Mas a questão é ria das vezes chegamos ("as trad¡c¡ona¡s, ousar, porque todos gos. 00m a ideia. trazemos tam quando sai algo dife- @XGTYPPÍOS e S9 é 3190 aquelas que eles rente e gera bastante bo- concreto fazemos o conseguem medir ca. a-boca_ modelo. Tudo para ele resuuadosy sentir a sensação que o cliente dele irá sentir quando for abordado por essa mídia alternativa. É uma forma de defender bem a ideia. Mas tem muitos que ainda ficam receosos quanto aos resultados e preferem ficar no básico. medir é pelo retorno das vendas. Mas a agência tem essa preocupação de buscar novas alternativas de comunicação para seus clientes, sempre trabalhando o que vai trazer o melhor posicionamento e re- sultado para eles. Jobl: Conhece alguma mídia alterna- tiva utilizada em grandes cidades que gostaria de aplicar na região? Alguma delas não é possível realizar aqui ou é Especializada em Depilação Masculina Ligue e agende um horário Depilação Feminina Depilaçao Masculina Estética Corporal e Facial Com Profissionais especializados R” Te°d°'° H°“““P' 764 Vila Nova - Blumenau e_-mail: centrodedepilacaoiolanda@gmail. c,om
  24. 24. Matéria: Maria Gabriela, Nathália e Ananda Diagramação: Leandro s cervejarias locais começaram "Havia a oportunidade no Brasil de pro- tímidas e assim permaneceram duzir cervejas especiais e oferecer ao durante anos até alcançar o re- mercado um produto diferente daquela conhecimento cerveja leve e Revista Job! que têm hoje. A Eisenbahn, uma das mais conhecidas, blu- menauense de nascimento, sur- giu a partir de um simples e antigo sonho dos funda- dores: produzir cerveja. aguada oferecida pelos grandes fabricantes", explica Juliano Mendes, um dos fundadores da marca. Juliano e seu irmão busca- ram nos Estados Unidos a inspira- ção necessária para criar um
  25. 25. "Com um investimento mensal baixo. é possivel levar a marca até para outros países, como aconteceu com a própria Eisenbahn" produto que caísse no gosto daqui. E deu certo. Prova da entrada definitiva das cerve- jarias locais na cultura regional pode ser vista na Oktoberfest, a maior festa alemã das Américas que acontece em outubro em Blumenau e coroa de forma única a cultura regional. Nos últimos anos a festa dedicou um espaço apenas para as cerve- jarias locais, que competem de igual para igual com grandes fabricantes. Como o próprio produto, a comunicação das marcas também se faz de forma diferenciada. Vender cerveja requer uma eficiente estratégia de comunicação, mas isso não significa simplesmente in- vestimentos em mídia de massa. Afinal, as cervejas locais são produtos especiais que atendem um mercado seleto e não massificado. Mendes garante que a práti- ca compensa, já que com um investimen- to mensal baixo, é possível levar a marca até para outros paises, como aconteceu com a própria Eisenbahn, Outro aspecto importante da comunicação das cervejarias locais é a valorização do aspecto artesanal. O caráter regional des- A cultura alemã de Santa Catarina manifesta-se através da arquitetura, das ruas, do povo, da culinária e, mais recentemente. das cervejarias. Conheça as mar- cas locais e entenda esse novo mercado que atrai turistas de todo o Brasil. tas empresas é explorado, diferentemente do que acontece com a maioria dos se- gmentos. A Einsebahn, mesmo após ser vendida, mantém esse mesmo caráter. “A Schincariol tem alterado pouco a estraté- gia de comunicação (. ..). Aumentaram os investimentos em propaganda em alguns canais especializados, como revistas de gastronomia. No mais, a essência conti- nua a mesma. " afirmou Mendes. A localização geográfica também é um fator que ajuda os empresários locais de cerveja. Santa Catarina, principalmente o Vale do Itajai, é visitada por turistas que buscam uma veia alemã e agora têm mais opções de rota turística. 25 Serviço completo em Tinturaria Rama o Acaba í”. FACCINE TÊXTIL A sua solução em beneficiamento Rua Ascurra, 70 o Centro (em frente ao Posto Fiscal) CEP 89135-00 - Apiúna - SC Fones: (47) 3353-1 270 I (47)3353-1276
  26. 26. Matéria. Janaina e Laura Diagramação: Adriano , RU , h oi . rui @l terreno¡ ñ alsas profecias disseram que o rá- dio sumiria diante do surgimento das novas tecnologias. Mas assim como as pirâmides do Egito, nem as mais fortes "pragas" conseguiram derrotá-lo. 0 ' : e ? SA -zu. O Cs como foi a aceitação do público diante do programa? JJ - Foi uma batalha, porque no inicio o público achava que estávamos tirando No Brasil, o rá- í _ ç_ _ m_ñ_z sarro dos dio começou com . ,¡ , . ~ , ,_ . . , _ . _ coloniza- foco educativo e ~ 'Il «h l "mLh-¡ñ-l *ll -' dores da teveseuápiceno ~, _v_ _ _ , ,_ cidade. entretenimento, 'Íl C-HÍ-lillllllâ-IFH* ? JMJ l_l, l*_*Y, "_| -? Levou com os grandes * _ V_ _ um tem- festivais. Após § [, ;1j'_'¡_'¡ 11:11( t. : a 11:1* 1.3311) ” [1 po, masa longos anos como “ partir do compa-_nhia musi- ; ikqj'. =linyldlçiklj^ík; . . A j", . L. .J momento cal, hoje, resgata que pe- o entretenimento l “n, n_ gou, o em novos forma- "'* pessoal tos e aposta na abraçou interatividade com o ouvinte. Os chamados programas "all talk", como o "Pânico" da rede Jovem Pan e o "Pretinho Básico" da rede Atlântida. Vários locutores discutem temas da atualidade, polêmicos ou populares, po- dendo haver entrevistas e interação com o ouvinte. Buscam criar momentos de descontração, para que o ouvinte possa se desligar dos tumultos do dia a dia e re- laxar um pouco. Foi assim que sur- giu, em 2004, a idéia j a causa e passou a gostar. Qualquer pessoa pode fazer o progra- ma só porque ele trata de assuntos do dla a dla? JJ - Não, não. (risos) Hoje temos essa flexibilidade de sair do roteiro. É preciso saber a hora que você deve entrar, que você pode brincar ou que deve sair, desvi- ar o assunto, tocar uma música. Mas isso vem com experiên- cia, no dia a dia. do "Chá das Cinco". l "li'i'ilí-ll. llív'ilnti~ L: Um programa . criado I _ v_ V como é ; eua a pela Radio 'Studio FM X ; mc-r II¡ n.1, (qua): Produção para um de Jêrêgua dO _SUL l _ l programa assim? que imita uma situa- lí pj; , ]'_, jl'y, qj: i(: _- ça° próxma 3° Í"" de JJ - Procuramos es- tarde, em queoancora L ¡ kskwgw ¡uükuÊ-lz» "r comer temas onde e demais personagens animam e conduzem as tardes para aqueles ouvintes que desejam fugir da correria co- tidiana. O locutor e coordenador artistico da rádio, Joe Junior, fala um pouco sobre o programa. Revisto Jobf o ouvinte possa re- fletir. Definimos um dia antes ou na própria manhã, auxiliados pela internet, pelo twitter e blog da rádio. Estamos sempre antenados no que está acontecendo. Caso nesse meio tempo surja algo que é de grande repercussão a gente altera. ~_, ›i_. É feita alguma manutenção? JJ - Procuramos variar no que diz respeito a trilhas. Temos também vinhetas prévias, com ouvintes falando o slogan do progra- ma e sempre um bloco com umas duas músicas que seguem um playlist da rádio. Nesse ponto vamos mesclando. No geral, a cada seis meses damos uma atualiza- da, e anualmente procuramos dar uma mudança maior dentro do programa. Essa mudança na programação tam- bém exige mudanças nos formatos das propagandas veiculadas? JJ - Na verdade ele não mexe tanto no bloco comercial, porque há as inserções gravadas e os textos ao vivo continuam. Só que dentro do programa nós criamos um nicho de mídia com duas horas dis- “O rádio está sem- pre vivo. É um meio de entretenimento, um amigo"
  27. 27. tintas, onde os patrocinadores têm três espaços com texto ao vivo, citando seu produto ou promoção. Pra dar um reforço, tem a vinheta três vezes por dia chamando pro programa _ e citando os patrocinadores. Cohfl ra mais sobre a programa- ção pelo site Como você vê o cenário ra- diofônico hoje? JJ - O rádio está sempre vivo. _ É um meio de entretenimen- - _ . _¡¡; ;¡¡: ;¡§¡____-m_. g to, um amigo. O que sinto é ~ . *"'““T" * " que apesar dos avanços da ' ' tecnologia, as pessoas estão buscando uma companhia, e é onde o radialista entra. Hoje você não se desliga nunca, por esse motivo também é que há o programa falado. Você pode se desesperar se o computador não pegar uma rede sem fio ou o celular ficar sem área, mas o rádio você vai conseguir sintonizar. Chá das Cinco: Régis Porfonovojôncoroj Vodinho e Toninho Bortiro u CAFÉ COM LEITE - podcast realizado na FURB l Por Everton Darolt - Funcionário do Laboratório de Audio da FURB, formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela FURB. Café¡ 00m ¡BÍÊGÊUFQÍU 100m0 Um PV0Í9Í0 UHÍVWSÍÍÉTÍO sim levamos um bate papo tranqüilo, tendo base uma visão local na area de ladl0- A 'dela e emplacar 0 000039 00010 e a opinião de cada um. O objetivo do podcast e o de divulgar o Um PTOÍGÍO m3Í0T que @HVOÍVH ÍFHÚSmÍSSÊO em alguma curso para os académicos, futuros acadêmicos, estudantes do emlssofa da TGQÍÊO- APTOÓUÇãO “C3 S00 mmha ÓWGÇÊO e 000m ensino médio e comunidade internauta de plantão. É um ótimo 00m a P3|'Í¡0¡PaÇã0 de @W005 00 00750 e HCaÓÊmÍCOS f0rm3' formato pra falar do curso pra quem ainda não o conhece. dos. A interação com ouvintes é feita através do twitter e co- mentários do blog. Procuramos sempre ter algum convidado também, seja profissional ou académico de outro semestre. Connra, bmxe e se d¡v¡rta Cada integrante traz um assunto interessante e então fazemos Wwwjurjlbr/ Cafecomjeite uma pesquisa para ter certeza do que estamos falando. E as- Um veículo informal para _ser levado a seno. poracasomm Há seis anos blog, hoje com 5 mil acessos/ dia e tempo de permanência dos leitores em 6 minutosa A maior audiência de um veiculo online de Jaraguá do Sul. “Jlf
  28. 28. .. .-l E .9 t_ . o m (D .15 . . m É a) 'E 3 m _l _a ê m É Diagramação: Leandro As eleições estão chegando e com elas uma tempestade de informações sobre o candidato X ou como o partido Y defende melhor os direitos do cidadão. Mas, você já parou para pensar em tudo o que envolve uma candidatura? Já analisou um “santinho", ou aquela propaganda monótona na TV de uma maneira mais profissional? Revisto Jobll
  29. 29. verdade é que tudo ao que se é ex- osto durante esse período é fruto e um árduo trabalho que começa muito antes de toda essa "chuva". As- sim como no lançamento de um produto, o candidato também tem suas armas para realizar um discurso vencedor. Em constante evolução, o Marketing Político encontra na internet uma grande aliada. Não basta ter carisma. Olhe em volta e você verá todo o mix de marketing em- pregado em uma campanha eleitoral. Nos Estados Unidos, o trabalho desen- volvido pela equipe do atual presidente, Barack Obama, teve grande aceitação do público que participou intensamente das atividades durante toda a corrida eleito- ral. Em São Paulo, a equipe do atual prefeito, Gilberto Kassab, também soube desfru- tar das vantagens da web ao criar sites e desenvolver debates em redes sociais. Já na região do Vale do Itajai, o uso da internet não foi tão ousado por parte dos candidatos, porém, os eleitores aprovei- taram muito os fóruns e perfis das redes sociais para debater o assunto. : ati - “ijlíêt ariiajgi” " ifgxãtííiÍillílídÍli , ;te-Ji lÊJÍÍÍÉJÍIÊÍEÍÍEQIF a¡ i ; item çauasrsvcs &Iii; @surtir àlnüí! * * ; êJÇtê-if Lince, r_§1'a¡n, ütaít§r~ sair' âlíifitãlfrlüti* ; a ÍÍÊEIOÉRÊÍÍFIIÉJ d VQSIIJÀIL-'ÍÃÍELLg-. ÍÉÍÉJ Leite z grain; r-: Ír m_ _; .. " : rgsñfiíii @err-rinite fim: t2' tixaíilitgi ter. ” e ç igíll 131m §Lài7*YIÍt_-_19_›f*" "Na comunidade especifica de Blume- nau, com mais de 30 mil membros ca- dastrados, foram quase 4 mil postagens debatendo o pleito municipal. Além disso, na ferramenta de microblogging Twitter, diversos usuários debateram os resulta- dos das eleições. Houve, inclusive, quem usasse a rede social para abastecer o ciberespaço com informações em tempo real, assim que as urnas eram apuradas. " (Werner, 2008). Portanto, ainda existe por aqui um novo e amplo mercado para os profissionais de marketing político e diversas alterna- tivas para os candidatos atingirem seus eleitores. A JOB conversou com Luis Augusto Zillmer Cardoso (professor de Marke- ting que já deu assessoria de imprensa e comunicação à vários politicos e partidos da região) e Maikon Werner, (ex aluno da Revista Job!
  30. 30. FURB, Sócio e responsável pelo Plane- jamento da Penso Comunicação), sobre as semelhanças e diferenças entre o marketing político e de produto ambos afirmam que o processo é igual, a mes- ma forma que se adapta a outros con- teúdos. Zillmer afirma que “As principais dife- renças do marketing político para o mar- keting de produtos são: o eleitor (consu- midor) adquire o produto (candidato) por obrigação da lei; o eleitor (consumidor) tende a ser passivo (alheio ao processo); a satisfação do desempenho do produto (candidato) se da em longo prazo (final do mandato); o produto (candidato) en- frenta forte campanha negativa dos con- correntes e precisa estar se defendendo constantemente e, por fim, o tempo para tomada de decisão de voto (compra) é curto, resumido a campanha eleitoral e aos prazos de campanha definidos pela legislação eleitoral. " O "eleitor 2.0” está aí, mas o aperto de mão, a presença do candidato junto ao eleitor é im- portante e não se pode perder de vista que política é feita de pes- soas. Ainda completa que no marke-ting eleito- ral o mais importante é o eleitor, que é baseado em pesquisas com os eleitores que se ajustam os candidatos, sua ima- gem, discurso, proposta, etc. Basta ana- lisar um candidato vitorioso e procurar pesquisas que reflitam os sentimentos As eleições nos Esta- dos Unidos foram for- temente influenciadas pelo "change", a cam- panha online foi conse- qüência do eleitor naquele momento e constatar que é assim que funciona. Werner, em contrapartida não considera o candidato como o “produtd” a ser vendido, pois Marketing Político tra- balha com ideologia, opiniões e valores íntimos. Ainda que algumas marcas pos- suam verdadeiros evangelistas mundo a fora, nada se compara à comoção quase que diária de uma eleição, complementa com um exemplo: "Anti- gamente isso era muito comum. Em uma das primeiras manifestações do Marke- ting Político Moderno, na campanha do Ge-neral Americano Dwight Eisenhower à presidência, em 1952, a BBDO fez a campanha. Chegaram a comparar o can- didato a um sa-bonete, um bem consi- derado simples, mas que se diferenciava exclusivamente pela comunicação (. ..) A maturidade do eleitor evolui constante- mente. Hoje, produto ruim não vende muito mais por causa da comunicação e com a politica não será diferente. Para Zillmer, está ficando cada vez mais raro chegar ao poder sem uma campanha de marketing bem estruturada. "O mar- keting contribui para decidir as eleições. (. ..) é potencializar a candidatura, adaptar discursos aos sentimentos dos eleitores, permite focar e amarrar o trabalho de construção de imagem e de comunica- ção, assim como faz o marketing com um produto ou um serviço. " Werner alerta: "O marketing eleitoral exer- ceu um papel incontestável nos anos 90. Diversos profissionais enriqueceram às custas de um trabalho que fora compara- do à mágica naquela epoca. No entanto, essa mesma imagem de que o marketing é capaz de decidir uma eleição colaborou para um descrédito coletivo com a disci- plina. Hoje nós temos um eleitorado mais maduro, que vem aprendendo com seus erros. " Werner comenta: "As eleições nos Esta- dos Unidos foram fortemente influencia- das pelo "change", a campanha online foi conseqüência. A campanha em redes so- ciais não teve o seu êxito memorável de maneira gratuita. Ela teve o seu impacto, pois estava relacionada com o offline. As pessoas queriam mudar. Obama mudou (também na forma) e fez história, em to- dos os sentidos. Quanto a nossa região é prematuro fazer avaliações. Embora o eleitor seja qualificado, o impacto na úl- tima campanha foi bastante limitado. No próximo pleito deve haver uma manifes- tação um pouco mais abrangente. No entanto, nos Estados Unidos o processo eleitoral é absurdamente diferente. Por aqui, é importante desenvolver uma pre- sença online compatível com o nosso cenário, com aquilo que o eleitor catari- nense espera. " Zillmer completa: "O “eleitor 2.0" esta aí, mas o aperto de mão, a presença do can- didato junto ao eleitor é importante e não se pode perder de vista que política é feita de pessoas. ” Illllilliililllili Ilust ação Personagens l Quadrinhos www. alexguenther. com
  31. 31. Oque se aprende aqui se aplica lá fora. E vice-versa. FURB. A sua história passa pela nossa. l l _ A A FURB tem muito orgulho de sua posição na sociedade. A Universidade está totalmente ligada à evolução de seus habitantes F w U R B 1 e empresas, como geradora de conhecimento, profissionais › capacitados e serviços importantes para toda a comunidade. UNIVERSIDADE DE BLUMENAU www. furb. br

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