COMBATE A INCÊNDIO
MÓDULO 12
AGENDA
4. Extintores de incêndio
Sinalização
Identificação
Localização
Cuidados
3. Extinção de incêndios
Métodos de extinç...
OCORRÊNCIA DE FOGO
DESCONTROLADO
REPRESENTA PERIGO PARA
Seres vivos
Estruturas
PROPORÇÕES
Incipiente (princípio de incêndi...
PRODUTOS DA COMBUSTÃO
Gases
Gás carbônico
Monóxido de carbono
Vapor d’água
Outros gases tóxicos
Fumaça
Cinzas
Fuligem
Calo...
DE ACORDO COM O TIPO DE MATERIAL QUE QUEIMA
Classe BClasse A Classe C Classe D
CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS
INCÊNDIOS CLASSE A
Tipo de material combustível:
• Sólido
Características:
• Superfície e interior do material
• Brasas e ...
INCÊNDIOS CLASSE B
Tipo de material combustível:
• Líquidos inflamáveis ou
combustíveis gasosos
Características:
• Superfí...
INCÊNDIOS CLASSE B
Ocorrência no Posto:
• Ilha de abastecimento
• Área descarga caminhões
• Tanques
• Bocal veículo de cli...
INCÊNDIOS CLASSE C
Tipo de material combustível:
• Equipamentos elétricos
energizados
Características:
• Desligada a energ...
INCÊNDIOS CLASSE D
Tipo de material combustível:
• Material pirofórico
(Magnésio, Sódio, Titânio, etc.)
Característica:
• ...
PRINCÍPIO DA EXTINÇÃO
Remoção de um ou mais lados
do triângulo do fogo
MÉTODOS DE EXTINÇÃO
Isolamento
Resfriamento
Abafame...
Método de extinção por
ISOLAMENTO
Retirada do Combustível
EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
CALOR
Método de extinção por
RESFRIAMENTO
Redução da Temperatura
EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
Método de extinção por
ABAFAMENTO
Eliminação ou Redução do Ar (oxigênio)
EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
AGENTES EXTINTORES
EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
Água
Pó Químico
Gás Carbônico (CO2)
ÁGUA
Agente mais comum e conhecido
Produz encharcamento profundo
Resfria o material
Como neblina, abafa
Boa condutora de e...
GÁS CARBÔNICO (CO2)
Abafa o fogo
Não conduz eletricidade
AGENTES EXTINTORES
PÓ QUÍMICO SECO (PQS)
Abafa o fogo
Não conduz eletricidade
Corrosivo
AGENTES EXTINTORES
Aparelho carregado com agente
extintor para combate de
princípios de incêndio
Primeira Linha de Defesa
Instalados independ...
CONDIÇÕES PARA
SUCESSO NO COMBATE
Boa localização
Boa condição funcionamento
Tipo apropriado para o fogo
Detecção prematur...
SINALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO
Tipo de fogo
• Triângulo verde – Classe A
• Quadrado vermelho – Classe B
• Círculo azul – Clas...
LOCALIZAÇÃO
Desobstruídos
Visíveis e sinalizados
Máximo 1,60 m do piso
Não diretamente no piso
Máximo a 15 m do risco
EXTI...
TIPOS UTILIZADOS NO POSTO
Água de 10 l
Gás Carbônico (CO2)
Pó químico seco (PQS)
EXTINTORES DE INCÊNDIO
APLICABILIDADE NO POSTO
Recomendação:
Material sólido em:
• Loja de Conveniência
• Depósito
• Escritório
• Almoxarifado
Nã...
APLICABILIDADE NO POSTO
Recomendação:
Equipamentos elétricos energizados
• Loja de Conveniência
• Depósito
• Escritório
• ...
APLICABILIDADE NO POSTO
Recomendação:
• Combustíveis líquidos e GNV
Evitar:
• Tomadas e interruptores
• Quadros elétricos
...
CUIDADOS
Sempre carregados e prontos
Protegidos
• Área coberta
• Capa
Manutenção e testes
• De acordo com normas
• Empresa...
ATIVIDADES
Eliminar o vazamento
Retirar o produto vazado
Esvaziar o tanque com problema
Medir e eliminar os riscos de expl...
RECURSOS
Equipes especializadas
Equipamentos especiais
Atendimento Emergência 24 horas
E.P.A.E
EQUIPES FAZEM A DIFERENÇA!
Vimos equipamentos e
materiais de combate a incêndios
MAS, o combate a incêndios não depende
ap...
OBRIGADO!
ATÉ O PRÓXIMO BLOCO.
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  • NI – esta introdução deve ser rigorosamente seguida. A mensagem é muito importante e deve ser passada integralmente.

    Vamos conversar um pouco sobre um assunto importante para qualquer pessoa. Não costumamos dar muita atenção ao assunto, nos limitando a pensar nisso só no trabalho. Mas, é só posto que pega fogo?

    Quantos incêndios em residências já ouvimos nos jornais? Quantos prejuízos e até mortes? Nosso curso começou com um exemplo bem recente, lembram? A Boate Kiss no Rio Grande do Sul.

    A primeira lição aprendida neste treinamento foi que imprevistos acontecem e precisamos estar preparados para qualquer eventualidade.

    Neste módulo, vocês vão ver que a grande maioria dos incêndios pode ser evitada se detectados e combatidos rapidamente.

    Quem nunca ouviu uma história de uma frigideira com óleo pegar fogo numa distração do cozinheiro? Ou de um incêndio que começou com uma vela esquecida acesa? Ou o ferro quente deixado em cima da roupa para ir atender o portão? Muitas são as histórias, não é? E, na maioria delas, fora do posto de serviços.

    Bom, mas claro que, se estamos aqui por causa da NR20, vamos falar do nosso trabalho em posto de serviços

    Durante todo o treinamento falamos sobre os riscos da operação com combustíveis e inflamáveis, objetivo da NR20. E mostramos que com a operação correta e os equipamentos adequados estes riscos estão absolutamente controlados. E, se estivermos preparados, melhor será.

    O nosso objetivo aqui será conversar com vocês sobre os fundamentos do combate a incêndios. É importante lembrar que não vamos ministrar um curso de combate a incêndios. Não é nosso objetivo! Até porque, esse curso deve ser ministrado por empresas especializadas ou pelo Corpo de Bombeiros.

    Alguém aqui já tem treinamento de combate a incêndio?
    NI – se alguém responder que sim, diga: Para vocês será uma oportunidade para revisar e relembrar os conceitos.
    Para quem nunca participou de um treinamento deste tipo, nosso estudo servirá como uma introdução para este treinamento.
  • Para iniciar o nosso trabalho, vamos ver sobre o que falaremos neste módulo.

    Vamos estudar um pouco sobre o controle de incêndios. Com controle de incêndios, estamos nos referido aos princípios de incêndio, uma vez que um incêndio de proporções somente pode ser apagado por profissionais bem preparados, com equipamentos e materiais especiais. Uma coisa que temos que ter na mente é a rapidez com que agimos diante de um princípio de incêndio. Os minutos iniciais de nossa atuação determinarão ou não o sucesso de nossa ação. Quanto mais rápido agirmos em uma situação de emergência envolvendo fogo, maiores são as chances de controlarmos com sucesso um princípio de incêndio.
    O nosso estudo abrangerá quatro assuntos fundamentais.
    O primeiro assunto trata do que sejam incêndio.
    O segundo assunto trata da classificação dos incêndios. Embora o fogo seja o mesmo, os incêndios não exatamente iguais em sua natureza, e portanto, na forma como vamos combatê-los.
    O segundo assunto diz respeito à extinção de incêndios propriamente dita. Isto é, como se extingue ou apaga um incêndio e que materiais temos a nossa disposição para cada tipo de incêndio, os agentes extintores.
    Outro assunto que trataremos são os extintores de incêndio. Vamos ver o tipos de extintor, sua aplicação, identificação, localização e os cuidados básicos que devemos ter com eles.
    E por último, veremos os recursos externos, especiais que existem e que podemos lançar mão. São recursos externos ao posto.

  • Um Incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado que pode ser extremamente perigosa para os seres vivos (animais e vegetais) e para as estruturas criadas pelo homem (construções, edificações, etc). A exposição a um incêndio pode produzir a morte, geralmente pela inalação dos gases ou pelo desmaio causado por eles ou pelas queimaduras graves.

    Incêndios são divididos quanto às suas proporções:
    Incêndio Incipiente (ou princípio de incêndio)
    Evento de mínimas proporções que para combater é suficiente a utilização de um ou mais aparelhos extintores portáteis.
    • Pequeno Incêndio
    Evento cujas proporções exigem emprego de pessoal e material especializado (Bombeiros), sendo extinto com facilidade e sem apresentar perigo iminente de propagação.
    • Médio Incêndio
    Evento em que a área atingida e a sua intensidade exigem a utilização de meios e materiais equivalentes a um socorro básico de incêndio, apresentando perigo iminente de propagação. (Corpo de Bombeiros)
    • Grande Incêndio
    Evento cujas proporções apresentam uma propagação crescente, necessitando do emprego efetivo de mais de um socorro básico para a sua extinção.
    • Extraordinário
    Incêndio oriundo de forças da natureza ou conflitos: abalos sísmicos (terremotos), vulcões, bombardeios e similares, abrangendo quarteirões.
  • Para nossa própria segurança e proteção, precisamos conhecer o que acontece quando um material queima. Sabemos que o fogo é resultado de uma reação química. Quando duas substâncias reagem quimicamente entre si, se transformam em outras substâncias.

    Os produtos finais resultantes da combustão dependem do tipo do combustível, e normalmente são: Gases, fumaça, fuligem, cinzas, vapor d’água, liberando Calor e Energia Luminosa.

    Gases: São o resultado da modificação química do combustível, associado com o comburente. A combustão produz, entre outros, monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2) e o acido cianídrico (HCN). É preciso ter muito cuidado, especialmente com fogo em recintos fechados, p.ex. depósitos.
    CO2: Em alta concentração provoca asfixia.
    CO: Venenoso, podendo provocar morte.
    Gás cianídrico: Altamente venenoso, provoca morte. É usado nas câmaras de gás.

    Fumaça: é um dos produtos da combustão, sendo o resultado de uma combustão ou queima incompleta, onde pequenas partículas sólidas se tornam visíveis. A fumaça varia de cor conforme o tipo de combustão, como vemos a seguir:
    Fumaça de cor branca – indica que a combustão é mais completa com rápido consumo do combustível e boa quantidade de comburente (ar);
    Fumaça de cor negra – combustão que se desenvolve em altas temperaturas, porém com deficiência de comburente (pouco ar);
    Fumaça amarela, roxo ou violeta – indica a presença de gases altamente tóxicos

  • Os incêndios são divididos em quatro classes, de acordo com o combustível que está sendo queimado.

    O conhecimento dessa classificação é importante, para se saber qual é o método e o agente extintor mais adequado para o combate ao fogo.

    Temos:Incêndio Classe A, Incêndio Classe B, Incêndio Classe C e Incêndio Classe D.

    Cada classe tem suas características próprias. Precisamos saber como diferenciá-los com bastante segurança e rapidez para que a nossa ação diante de um princípio de incêndio seja adequada. O erro na identificação de um incêndio levando à utilização do agente extintor errado pode trazer consequências sérias ao tentarmos apagar um princípio de incêndio.
  • Vamos começar pelo incêndio Classe A

    Classe A é o fogo produzido por material combustível sólido. Ex.: madeiras, papéis, mato, tecidos, plásticos, borrachas e etc.
    A característica principal deste tipo de incêndio é que ele ocorre na superfície e no interior do material (em profundidade) do material que está sendo consumido. Tem uma característica especial: deixa brasas e cinza. Isto significa que devemos tomar cuidado ao concluir que um fogo classe A está extinto. Ele pode voltar a queimar. Quanto material combustível deste nós temos em casa, né?

    Quem nunca viu os bombeiros permanecerem no local de um incêndio molhando as cinzas e material queimado fazendo o que eles chamam rescaldo? É para resfriar o material apagando as brasas (os incêndios interiores do material).
    A grande maioria dos incêndios que ocorrem nas cidades são classe A.
    Voltando nossa atenção para o posto de serviços, onde pode ocorrer um incêndio classe A?
    NI: dar tempo para a turma pensar. Parabenizar as respostas certas. Clicar para a resposta
    O incêndio da classe A pode estar presente em alguns locais do posto de serviço como: escritório, almoxarifado de peças, depósitos, vestiários e loja de conveniência.

  • Classe B são os incêndios que ocorrem em líquidos inflamáveis ou combustíveis gasosos. Quando queimam não deixam resíduos. A combustão ocorre unicamente na superfície do líquido. Esta é uma característica problemática, principalmente de tivermos produto derramado. Quanto maior a área do líquido maior o incêndio.

    Para este tipo de incêndio NUNCA se deve utilizar água como agente extintor. Uma vez que a água e o combustível não se misturam, com o combustível sendo mais leve que a água, o mesmo flutuará sobre a camada de água, o que poderá alastrar o fogo, aumentando as proporções do incêndio. Lembram quando estudamos as características dos combustíveis no módulo 3?
    Por isto é importante conhecermos as características dos materiais que estamos manuseando.

    O abafamento e a interferência na reação em cadeia são os métodos de extinção mais apropriados. Em geral, a utilização de água não reduz a temperatura desses líquidos abaixo do respectivo ponto de fulgor.

    NI: Pergunte: Vocês acham que Classe B só tem no posto?
    Dar um tempo para pensarem
    R: Não. Quando a gente pinta a casa da gente, lida com muitos inflamáveis, né? E tem o gás de cozinha, também. Pode haver um acidente com o botijão, certo?
  • Mas, voltando nossa atenção para o posto de serviços, onde pode ocorrer um incêndio classe B?
    NI: dar tempo para a turma pensar. Parabenizar as respostas certas. Clicar para a resposta

    Devido à atividade principal do posto de serviços, todos devemos estar bastante familiarizados com este tipo de fogo, uma vez que o mesmo poderá ocorrer na ilha de abastecimento, na área de descarga do caminhão tanque, nos tanques da instalação, nos bocais de veículos dos clientes, na troca de óleo, no depósito de óleo e em caixas separadoras de água e óleo (embora aqui seja um pouco mais difícil de ocorrer).

  • Classe C são os incêndios que ocorrem em equipamentos elétricos energizados, como em: instalações elétricas, quadros elétricos, interruptores, motores elétricos, ou qualquer outro equipamento por onde circule uma corrente elétrica.

    Para sua extinção, devem ser empregados agentes extintores não condutores de energia elétrica.
    Não devem ser utilizados extintores que tenham água em sua composição, uma vez que a água é boa condutora de eletricidade, podendo causar choques elétricos em quem estiver operando o extintor.

    NI – Pergunte: E, em casa, gente? Classe C pode acontecer?
    Dar um tempo.
    R: Sim. Lembra daquela tomada cheia de benjamins? E daquele fio emendado que tem lá na cozinha? O fio do chuveiro está bem isolado?

    Voltando para o posto de serviços, onde este tipo de fogo pode ocorrer, o incêndio classe C?
    NI: dar tempo para a turma pensar. Parabenizar as respostas certas. Clicar para a resposta

    Em um posto de serviços, podemos ter este tipo de incêndio onde existam equipamentos elétricos, como: no escritório, na loja de conveniências, na casa de máquinas, no quadro elétrico, na copa / refeitório do local.


  • Classe D são os incêndios que ocorrem em metais pirofóricos. Nome estranho! Alguém sabe o que é?
    NI: dar tempo para a turma pensar. Parabenizar as respostas certas.

    Metais pirofóricos são os metais que entram em ignição com contato com a umidade do ar: magnésio, antimônio, titânio, sódio e etc.
    Os incêndios de classe D são raros.

    E em nosso posto onde podem ocorrer?
    Podemos ficar tranquilos. É praticamente impossível acontecer um incêndio classe D em um posto de serviços.

    NI – Diga: No posto não, mas cuidado com os fogos de artifício que você guarda para soltar depois do jogo, hein?!

    Exigem agentes resfriamento que não reajam com o material incendiado. Agentes: Areia, Nacl, Licl (Lítio), Gases Inertes (AeHe), Dolomit
  • Vimos os tipos ou classes de incêndio. Agora vamos ver como apagar um incêndio.

    Vamos nos lembrar de um conceito que vimos no módulo 1. O conceito do triângulo do fogo. Lembram?

    Os métodos de combate a incêndio se baseiam na eliminação de um dos lados (elementos) do triângulo do fogo: combustível, comburente (ar) e calor.

    Assim, são identificadas três possibilidades no combate aos incêndios: resfriamento, abafamento e remoção do combustível.
    Se conseguimos remover um destes lados ou elementos apagamos o incêndio. É o que se faz na prática!

    Voltando para nosso posto, na prática, em um posto de serviços trabalhamos removendo o calor ou na remoção do comburente porque é praticamente impossível remover o combustível. Tecnicamente são chamados resfriamento e abafamento.
  • Vamos entender o Isolamento.
     
    Ele consiste em isolar ou retirar o combustível.
    Sem combustível não há fogo. É o método de extinção mais fácil de ser utilizado, mas deve ser aplicado com segurança.

    Imaginem um incêndio em uma casa. Diversos materiais estão queimando, mas outros ainda não. O que fazer? Com segurança, retirar de dentro desta casa os materiais que ainda não queimaram. Retirado este material, o fogo se apagará quando o material já queimando acabar.

    Mas, como se faz isto na prática com combustíveis?
    Agora vamos imaginar um grande tanque de gasolina pegando fogo. Sabemos que é um incêndio de que tipo ou classe?. NI: dar tempo para a turma pensar em responder parabenizar a resposta correta R: Classe B.

    O fogo classe B é de superfície, ou seja, a parte sob a superfície em chamas não está queimando.
    Vamos, então, nos aproveitar desta característica para apagar o fogo. Imaginem um terminal com tanques aéreos de combustível que possuem tubulações para saída do produto situadas na base. Podemos utilizar estas tubulações para esvaziar o tanque, drenando todo o combustível. (Podemos transferir para outros tanques ou para caminhões tanque). Esta operação vai sendo feita até o combustível acabar. Acabou o combustível, acabou o fogo.

    Já sabemos que no posto de serviço isso não é possível mas demos este exemplo para vocês verem como é possível essa operação.
  • Agora, vamos entender o Resfriamento
     
    É o método de extinção mais conhecido e consiste em diminuir a temperatura do material em chamas até que esta se situe abaixo da temperatura de combustão (abaixo do ponto de fulgor), quando não mais haverá o desprendimento de vapores inflamáveis. Com isso, o combustível deixará de desprender vapores, e não havendo vapor inflamável, o fogo se apagará.

    Mas, como se faz isto na prática?
    Precisamos de um agente que abaixe a temperatura, que faça o resfriamento do material.

    Os agentes extintores utilizados no resfriamento são a água ou soluções aquosas, agindo superficialmente, na superfície do material queimando, e em profundidade.

    O método de resfriamento é o mais indicado para os casos de incêndio classe A, envolvendo produtos com alto ponto de fulgor.


  • E, por fim, o Abafamento.

    Este método é utilizado quando estão envolvidos líquidos de baixo ponto de fulgor porque é difícil resfriar o produto até que ele fique abaixo do seu ponto de fulgor.

    É o método de extinção que consiste em reduzir a concentração do oxigênio presente no ar atmosférico, situado acima da superfície do combustível.

    Ex.: Se acendermos uma vela e emborcarmos um copo em cima dela. Em alguns instantes a vela se apaga. Por que?
    NI – Dar um tempo para pensarem e parabenizar as respostas corretas.
    R.: Porque o oxigênio dentro do copo acabou. Foi todo consumido.

    Para líquidos e gases, qualquer agente extintor que consiga reduzir a concentração de oxigênio abaixo desse percentual, terá sucesso na extinção do fogo.

    Os agentes extintores mais comumente usados para obter o abafamento são: pó químico seco e dióxido de carbono (CO2). Esses agentes são mais empregados para incêndios classe B e C
  • Vamos ver quais são os agentes extintores mais utilizados.
    Recapitulando, agentes extintores são substâncias ou materiais utilizados para o controle e extinção de incêndios.
    Cada um cumpre um papel e nós vamos entender detalhadamente.

    Os agentes extintores mais utilizados são: água, pó químico e o gás carbônico.
  • Água é o agente extintor mais comum e conhecido.
    Ela pode ser utilizada de duas formas diferentes, dependendo do tipo de incêndio  Jato pleno ou neblina.

    Sob a forma de jato pleno, a principal vantagem é que, além de eliminar o fogo, ela produz um encharcamento a fundo, evitando que sobrem brasas e ocorra uma re-ignição.

    A água apresenta um resultado melhor quando aplicada sob a forma de jato neblina, pois absorve calor numa velocidade muito maior, diminuindo consideravelmente a temperatura do incêndio, consequentemente levando a extinção.

    Em determinadas condições é usada em incêndios classe B, mas sob a forma de neblina para promover ao mesmo tempo resfriamento e abafamento. Mas, nesta utilização é preciso técnicas especiais de emprego e pessoal capacitado e com treinamento para a aplicação.
    A água não deve ser utilizada em incêndios da Classe C, ou seja, equipamentos elétricos energizados. Por ser boa condutora de energia, pode apresentar riscos de choques elétricos à pessoa que a estiver utilizando.

  • O CO2 ou dióxido de carbono é um gás especialmente indicado para combater incêndios da Classe C, isto é, em equipamentos elétricos energizados.
    É inodoro, isto é, sem cheiro, e incolor. Não é toxico, mas em ambientes fechados pode provocar sufocamento.

    O CO2 extingue o fogo por abafamento, formando uma densa nuvem de gás que remove todo o oxigênio que alimenta a combustão. Secundariamente, resfria um pouco o material porque quando sai do extintor a temperatura cai.

    Além de não ser condutor de eletricidade, não danifica, nem fica impregnado nos componentes de equipamentos elétricos. É também um agente extintor útil no caso de incêndios com líquidos inflamáveis.
    Pode ser usado também nos incêndios de Classe A, mas não é muito eficiente. Porém nesses casos, o material que estava pegando fogo precisa ser resfriado com a utilização de água logo a seguir, ou então haverá risco de re-ignição.

    Deve-se ter cuidado ao utilizar o CO2 em locais muito ventilados, pois ele é facilmente carregado pelo vento. Além disso, deve-se evitar o seu contato direto do gás com a pele, pois pode produzir queimaduras devido à sua baixa temperatura. Para se ter ideia, o gás sai do extintor a menos 44oC.! Portanto, ao utilizar um extintor de gás carbônico nunca coloque as mãos no cone de descarga ou difusor.

  • O pó químico geralmente é bicarbonato de sódio ou potássio.

    O pó químico atua no fogo através do abafamento. Quando aplicado sobre o fogo, se espalha como uma nuvem impedindo o contato das chamas com ao ar. E abafa.
    É um material não tóxico, mas que por ser um pó muito fino não deve ser aspirado.

    É um agente indicado para os incêndios das Classes B e C.
    Em incêndios da Classe C envolvendo equipamentos elétricos mais delicados, como por exemplo os computadores, a utilização de pó químico não é recomendada porque, além de ser corrosivo, fica impregnado nos componentes, dificultando a limpeza posterior. Neste caso é conveniente usar o gás carbônico.
     
    Atualmente existem agentes extintores que atendem às três classes de incêndio. São produtos a base de fosfato de monoamônico, o pó químico ABC.
    NI – Diga: Este é um bom extintor para termos em casa!


  • Vamos falar dos extintores de incêndio. Como podemos definir um extintor?
    NI: clicar e ler a definição
    Muito importante! Saibam que os extintores são usados para combater princípios de incêndios. Não se pode pensar que extintores vão apagar incêndios já instalados. Por isto é fundamental a rapidez na detecção de princípios de incêndio e a realização das primeiras ações.

    Os extintores são a primeira linha de defesa contra um incêndio. Eles devem ser instalados independentemente de qualquer outro tipo de recurso para o combate a incêndios ou medida de proteção.

    Porém estatísticas mostram que cerca de 95% dos incêndios se desenvolveram a partir de minúsculos focos e se esses pequenos focos fossem combatidos de início, enquanto o fogo estava pequeno, certamente o grande incêndio não ocorreria.

    Os aparelhos extintores possuem as vantagens de pequeno porte, fácil manejo, localização próxima ao fogo, baixo custo, etc.
    Por outro lado, sua capacidade extintora (carga de agente extintor) é limitada, exigindo do operador muita eficácia para o completo êxito.
    Os extintores exigem do operador a rápida escolha do agente extintor adequado e o correto manuseio.
     

  • Uma pergunta que deve ser feita por todos aqueles que têm alguma responsabilidade com a segurança: Quais as condições para o sucesso na utilização dos extintores no combate a princípios de incêndio?

    A potencialidade na utilização dos extintores é alcançada quando ele são utilizados com a técnica adequada para os objetivos propostos.
    O êxito no emprego dos aparelhos extintores de incêndio depende dos seguintes fatores basicamente:
    A localização adequada do extintor. O extintor localizado de acordo com o projeto de combate a incêndio permite que esteja sempre próximo ao risco o que é fundamental.
    • Manutenção periódica adequada e eficiente para boas condições de funcionamento..
    • Aplicação correta do agente extintor para o tipo de combustível (sólido ou líquido) e sua composição química
    A rapidez na detecção do fogo. Quanto mais rápido detectado, mais facilmente controlado
    • O operador deverá possuir conhecimentos específicos de manuseio do equipamento e técnicas de combate a incêndio.

    Encontramos uma variedade muito grande de extintores portáteis com capacidade de 10 (dez) litros, podendo ser de pressão indireta (aquele que tem uma ampola ou pequeno cilindro do lado) ou direta (água pressurizada). Os de pressão indireta possuem válvula de segurança para alívio de pressão.
  • No momento de uma emergência a rapidez na identificação do extintor é fundamental.
    Então, para termos sucesso, é preciso conhecer o extintor e o qual agente extintor está nele rapidamente.
    Por isso há uma padronização na identificação dos extintores.
    De acordo com as normas, os extintores são identificados por ícones (figuras) coloridos que indicam a classe de incêndio que atendem e as proibições de uso.

    O rótulo é um requisito obrigatório para qualquer aparelho extintor. Nele devem constar, no mínimo, as seguintes informações:
    a) Logomarca da empresa (fabricante ou de manutenção);
    b) Indicação de uso nas classes de incêndio;
    c) Carga nominal;
    d) Capacidade extintora, e
    e) Instruções de utilização
  • Os extintores devem estar localizados de acordo com o projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros e adequadamente sinalizados conforme a normas e regulamentações em vigor.
    Estas normas estabelecem a altura em que o extintor deve estar colocado (a 1,60 m do piso), a sinalização vertical e no piso (quadrado de 0,70 m vermelho com borda amarela de 0,15 m) do local, não devendo se apoiar diretamente no piso.
     
    Os extintores devem estar permanentemente acessíveis e desobstruídos de forma a permitir que sejam imediatamente utilizados em situações de emergência. A sua visibilidade é um ponto importante permitindo àquele vai utilizá-lo rapidamente saber onde ele se encontra. Muitas pessoas por desconhecimento da importância procuram esconder o extintor por motivos decorativos. Ou seja, acham que o extintor atrapalha a decoração do ambiente. É um erro causado pela falta de informação.

    As normas e exigências de diversos Corpos de Bombeiro determinam que os extintores se localizem a no máximo 15 metros do risco identificado numa Avaliação de Riscos. Esta exigência permite a rápida utilização do extintor em caso de necessidade. O operador não precisará se deslocar muito para alcançá-lo.


  • Considerando os tipos de incêndio que podem ocorrer em um posto de serviços, os três tipos de extintores utilizados são: água, pó químico seco e gás carbônico (CO2)
     
    Para cada classe de incêndio, um determinado tipo de extintor deve ou pode ser usado.
  • Vamos pensar no posto de serviço e verificar a aplicabilidade de cada tipo de extintor nos locais de risco.

    No posto de serviços estes extintores são basicamente recomendados para combater princípios de incêndio classe A que venham a ocorrer no material sólido que se encontra na loja de conveniência, no deposito de material, no escritório e no almoxarifado.

    Atenção deve ser dada aos pontos onde este extintor nunca pode ser usado:
    Equipamentos elétricos energizados, tomadas e interruptores quadros elétricos sob o risco de choque no operador do extintor
    Produto derramado uma vez que espalhará ainda mais o fogo

    Um cuidado adicional deve ser tomado com o extintor de água não pressurizado. No momento da pressurização, devemos segurar a mangueira rígida, apontando-a para a base do fogo, e inclinar o extintor 45º para frente, apoiando-o no chão, pois existe o risco da mangueira rígida chicotear e o da tampa (caso esteja mal rosqueada) sair violentamente e acertar o nosso rosto.

  • Os extintores de gás carbônico ou CO2 são recomendados para equipamentos elétricos energizados, ou seja, fogo Classe C.
    Os extintores portáteis de gás carbônico podem ter a capacidade que varia de 2 (dois) a 6 (seis) quilos. Eles não possuem indicadores de pressão devido pois isso os torna muito caros.
    Os difusores se destinam a direcionar o jato de CO2 que está sendo liberado, de modo que ele se expanda e atinja o material em chamas com a sua melhor concentração abafadora.

    Onde estes equipamentos podem ser encontrados?
    Na loja de conveniência, no escritório, no depósito, no almoxarifado e também nos quadros elétricos.

    Não podemos nos esquecer que o gás carbônico não é recomendado para fogo Classe A, especialmente em ambientes abertos.

    Há perigo de queimaduras nas mãos e pequenos choques elétricos, se o operador, segurá-lo no difusor.
    A possibilidade de ocorrer choque elétrico é decorrente do fato da rápida expansão do CO2 líquido para o estado gasoso, que produz energia estática.
    O gás carbônico produz queimaduras na pele, é irritante aos olhos e, em ambientes fechados e em concentrações relativamente baixas (20%), pode causar morte por asfixia.

  • Os extintores de pó químico são fabricados em diversas capacidades que vão de 01 (um) até 12 (doze) quilos, podendo ser de pressão indireta ou direta, também chamados de pressurizados. Os de 1 (um) e 2 (dois) quilos não possuem mangueira rígida, são aqueles dos carros de passeio. Normalmente, no posto está disponíveis os de 8 e 12 kg.

    Pelo seu excelente desempenho no fogo classe B, tem muita utilidade no posto de serviço e deve estar sempre próximo das áreas de risco. Nas operações de descarga de caminhões, no abastecimento de veículos, seja com combustíveis líquidos seja com GNV ou onde haja risco de produto derramado.

    Como já falamos há pouco, o pó químico não é recomendado para fogo em equipamentos elétricos, especialmente os mais delicados, pela sua corrosividade. Ele até funciona, mas deixa resíduos. Nestes casos é melhor aplicar os de gás carbônico.
  • Para que os extintores possam cumprir com eficiência seu objetivo, eles precisam estar sempre em boas condições de funcionamento.

    Alguns cuidados básicos devem ser tomados.
    Um dos mais importante é que os extintores devem estar sempre carregados. Sem carga um extintor é uma arma da balas!.

    Outro cuidado devem estar protegidos do sol e da chuva e possíveis condições agressivas do ar. Em alguns locais, o ar contém partículas e substâncias agressivas. Eles devem ficar abrigados e com uma capa protetora.

    E por último, mas não menos importante, são a manutenção e os testes regulares.

    Os testes e manutenções devem ser executados por empresas qualificadas e certificadas por Organismo de Certificação pois devem ser feitos de acordo com normas técnicas que estabelecem regras para os testes.

    O extintores devem estar com o, selo de registro das manutenções e os rótulos de identificação íntegros e com os prazos de manutenção e testes em dia.

  • Como já vimos, emergências no posto não são somente de fogo e explosão.

    As emergências que podem ocorrer em um posto de serviço em alguns casos, podem ultrapassar a capacidade de resposta do posto. É preciso estar preparado com outros tipos de recursos, recursos especiais.

    Para enfrentar estas situações de emergência especiais em postos de serviços que exigem recursos além da capacidade de resposta do posto existem empresas especializadas que podem ser contratadas. São as chamadas EPAEs. Em alguns estados e municípios esta contratação é obrigatória.

     EPAE – Equipe de Pronto Atendimento à Emergência treinada e habilitada para atuar, de imediato, em situações de emergência ocorridas, sob a coordenação dos órgãos do Poder competentes.
     
    Como se dá a atuação de uma EPAE?

    Além de combate a incêndio, em caso de vazamentos, a EPAE - Equipe de Pronto Atendimento à Emergência quando acionada, atua de imediato no posto, realizando as seguintes atividades:
    eliminar, de imediato, o vazamento ou o transbordamento do produto;
    retirar ou coletar o produto que vazou, em fase livre;
    esvaziar o tanque que apresentou ou que esteja sob suspeita de vazamento;
    medir e eliminar os riscos de explosividade em ambientes fechados;
    outras ações que se fizerem necessárias para a eliminação de riscos.

  • A EPAE conta com muitos recursos humanos e materiais especializados, disponíveis 24 horas por dia, 365 dias por ano.

    A EPAE tem equipes especializadas de plantão com equipamentos especiais.

    Em termos de recursos contam com:
    Técnicos em Saneamento Ambiental;
    Químicos;
    Biólogos;
    Engenheiros;
    Pessoal operacional

    Em recursos materiais, além de materiais e equipamentos de combate a incêndio, dispõem de
    Skimmers (recolhedores) , tratores, auto vácuo, etc.

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  • MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO DE VOCÊS!
    Esse foi um módulo importante, pois os conceitos que aprendemos podem ser usados em muitas situações de emergência no posto. Temos que estar preparados!
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    1. 1. COMBATE A INCÊNDIO MÓDULO 12
    2. 2. AGENDA 4. Extintores de incêndio Sinalização Identificação Localização Cuidados 3. Extinção de incêndios Métodos de extinção Agentes extintores 5. Recursos externos (E.P.A.E) 1. Incêndio Conceito Proporções Produtos da combustão 2. Classificação de incêndios Classe A Classe B Classe C
    3. 3. OCORRÊNCIA DE FOGO DESCONTROLADO REPRESENTA PERIGO PARA Seres vivos Estruturas PROPORÇÕES Incipiente (princípio de incêndio) Pequeno Médio Grande Extraordinário INCÊNDIOS
    4. 4. PRODUTOS DA COMBUSTÃO Gases Gás carbônico Monóxido de carbono Vapor d’água Outros gases tóxicos Fumaça Cinzas Fuligem Calor e Energia luminosa INCÊNDIOS
    5. 5. DE ACORDO COM O TIPO DE MATERIAL QUE QUEIMA Classe BClasse A Classe C Classe D CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS
    6. 6. INCÊNDIOS CLASSE A Tipo de material combustível: • Sólido Características: • Superfície e interior do material • Brasas e cinzas CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS Ocorrência no Posto: • Loja de conveniências • Escritório • Depósitos • Almoxarifado de peças • Vestiários
    7. 7. INCÊNDIOS CLASSE B Tipo de material combustível: • Líquidos inflamáveis ou combustíveis gasosos Características: • Superfície do material • Não deixa resíduos CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS
    8. 8. INCÊNDIOS CLASSE B Ocorrência no Posto: • Ilha de abastecimento • Área descarga caminhões • Tanques • Bocal veículo de cliente • Área de troca de óleo • Depósito de óleo • Caixa separadora água-óleo CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS
    9. 9. INCÊNDIOS CLASSE C Tipo de material combustível: • Equipamentos elétricos energizados Características: • Desligada a energia transforma-se em Classe A CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS Ocorrência no posto: • Onde existam equipamentos elétricos energizados
    10. 10. INCÊNDIOS CLASSE D Tipo de material combustível: • Material pirofórico (Magnésio, Sódio, Titânio, etc.) Característica: • Muito raros Ocorrência no Posto: • Impossível acontecer CLASSICAÇÃO DE INCÊNDIOS
    11. 11. PRINCÍPIO DA EXTINÇÃO Remoção de um ou mais lados do triângulo do fogo MÉTODOS DE EXTINÇÃO Isolamento Resfriamento Abafamento EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
    12. 12. Método de extinção por ISOLAMENTO Retirada do Combustível EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS CALOR
    13. 13. Método de extinção por RESFRIAMENTO Redução da Temperatura EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
    14. 14. Método de extinção por ABAFAMENTO Eliminação ou Redução do Ar (oxigênio) EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS
    15. 15. AGENTES EXTINTORES EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS Água Pó Químico Gás Carbônico (CO2)
    16. 16. ÁGUA Agente mais comum e conhecido Produz encharcamento profundo Resfria o material Como neblina, abafa Boa condutora de eletricidade AGENTES EXTINTORES
    17. 17. GÁS CARBÔNICO (CO2) Abafa o fogo Não conduz eletricidade AGENTES EXTINTORES
    18. 18. PÓ QUÍMICO SECO (PQS) Abafa o fogo Não conduz eletricidade Corrosivo AGENTES EXTINTORES
    19. 19. Aparelho carregado com agente extintor para combate de princípios de incêndio Primeira Linha de Defesa Instalados independente de qualquer outra medida de proteção EXTINTORES DE INCÊNDIO
    20. 20. CONDIÇÕES PARA SUCESSO NO COMBATE Boa localização Boa condição funcionamento Tipo apropriado para o fogo Detecção prematura do fogo Pessoa capacitada e treinada EXTINTORES DE INCÊNDIO
    21. 21. SINALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO Tipo de fogo • Triângulo verde – Classe A • Quadrado vermelho – Classe B • Círculo azul – Classe C Condições especiais • Proibição – Tarja “PROIBIDO” • Indicação – Sem tarja EXTINTORES DE INCÊNDIO
    22. 22. LOCALIZAÇÃO Desobstruídos Visíveis e sinalizados Máximo 1,60 m do piso Não diretamente no piso Máximo a 15 m do risco EXTINTORES DE INCÊNDIO
    23. 23. TIPOS UTILIZADOS NO POSTO Água de 10 l Gás Carbônico (CO2) Pó químico seco (PQS) EXTINTORES DE INCÊNDIO
    24. 24. APLICABILIDADE NO POSTO Recomendação: Material sólido em: • Loja de Conveniência • Depósito • Escritório • Almoxarifado Não usar: • Equipamentos elétricos energizados • Tomadas e interruptores • Quadros elétricos • Produto derramado EXTINTORES DE ÁGUA Não pressurizado Pressurizado
    25. 25. APLICABILIDADE NO POSTO Recomendação: Equipamentos elétricos energizados • Loja de Conveniência • Depósito • Escritório • Almoxarifado • Quadros elétricos Não recomendado: • Madeira • Papel • Tecidos EXTINTORES DE GÁS CARBÔNICO (CO2)
    26. 26. APLICABILIDADE NO POSTO Recomendação: • Combustíveis líquidos e GNV Evitar: • Tomadas e interruptores • Quadros elétricos • Equipamentos eletroeletrônicos EXTINTORES DE PÓ QUÍMICO SECO
    27. 27. CUIDADOS Sempre carregados e prontos Protegidos • Área coberta • Capa Manutenção e testes • De acordo com normas • Empresa certificada • Registrados EXTINTORES DE INCÊNDIO
    28. 28. ATIVIDADES Eliminar o vazamento Retirar o produto vazado Esvaziar o tanque com problema Medir e eliminar os riscos de explosão em ambientes fechados RECURSOS EXTERNOS (E.P.A.E)
    29. 29. RECURSOS Equipes especializadas Equipamentos especiais Atendimento Emergência 24 horas E.P.A.E
    30. 30. EQUIPES FAZEM A DIFERENÇA! Vimos equipamentos e materiais de combate a incêndios MAS, o combate a incêndios não depende apenas de equipamentos e materiais
    31. 31. OBRIGADO! ATÉ O PRÓXIMO BLOCO.

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