Lançamento Guias da Coleção Empresa Amiga da Criança

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Dia 28/05, a Fundação Abrinq – Save the Children lançou quatro guias da Coleção Empresa Amiga da Criança, em São Paulo. As publicações têm o objetivo de ser um importante instrumento para colaborar com as empresas na implementação de suas ações sociais, abordando os temas: responsabilidade social, investimento social privado, voluntariado empresarial e incentivos fiscais.

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Lançamento Guias da Coleção Empresa Amiga da Criança

  1. 1. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  2. 2. Os temas • Responsabilidade Social • Investimento Social Privado • Voluntariado • Leis de Incentivo
  3. 3. Planet FCM Restrito e Confidencial People Profit Triple Bottom Line
  4. 4. Sustentabilidade Considerar responsabilidades... Econômicas Profit Ambientais Planet Sociais People Interno Externo Interno Externo Interno Externo • Controles de gestão de risco • ... • Transparência: • Relatórios e Balanços • ... • Controles eficientes de gestão de risco • Processos de produção limpos • Produtos limpos/verdes • ... • Investimento ambiental • Consumo consciente • ... • Políticas de RH • Incentivo ao voluntariado • .... • Investimento social • Voluntariado • Políticas públicas • ... Individuais • Responsabilidade • Comportamento ético • Cidadania • Civilidade • ... Interno Externo Conceitos relacionados
  5. 5. SUSTENTABILIDADE Responsabilidade Econômica Responsabilidade Social Responsabilidade Ambiental ISP Voluntariado Visão geral
  6. 6. • Refere-se ao tratamento do capital humano de uma empresa ou sociedade. • Além de salários justos, boas condições de trabalho, adequação à legislação trabalhista é preciso pensar em outros aspectos como bem estar e saúde não só do trabalhador mas de sua família. • Este conceito se expande para além dos muros da empresa e é imprescindível ver como a empresa afeta as comunidades ao redor e como pode participar de causas sociais. Responsabilidade Social
  7. 7. 1º Passo – Governança 2º Passo – Direitos Humanos 3º Passo – Práticas de Trabalho 4º Passo – Meio Ambiente 5º Passo – Práticas Éticas no Trabalho Rota 6º Passo – Consumidores 7º Passo – Comunidade
  8. 8. O investimento social privado é o uso de recursos das empresas em projetos que atuem por uma transformação social positiva, tendo como objetivo a promoção do bem comum e o desenvolvimento da sociedade do ponto de vista econômico, social e ambiental. Investimento social privado: repasse de recursos privados para fins públicos. Investimento Social
  9. 9. 1. Permite que a empresa se posicione como um agente facilitador de transformações socioambientais. 2. Facilita o relacionamento da empresa com as comunidades do entorno e promove a “licença para operar”. 3. Reduz impactos negativos das atividades da empresa e de sua cadeia de valor, para a sociedade e o meio ambiente. 4. Colabora com a melhoria da reputação da empresa e posicionamento socialmente responsável de suas marcas. 5. Contribui para a melhoria do clima organizacional e o relacionamento com o público interno. 6. Dissemina valores éticos e promove ações de cunho humanitário. Vantagens
  10. 10. 1 – GRUPO DE TRABALHO 2 – PLANO DE AÇÃO 3 – SITUAÇÃO ATUAL Rota 4 – ESTUDOS TEMÁTICOS 5 – DEFINIÇÃO DE FOCO 6 – ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO 7 – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO 8 – MODELO DE GESTÃO 9 – MODELO DE GOVERNANÇA 10 – MODELO DE FINANCIAMENTO 11 – MODELO DE OPERAÇÕES 12 – MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
  11. 11. Busca sua atuação voluntária junto a instituições filantrópicas, religiosas, ambientais, culturais e educacionais. Busca sua atuação voluntária por meio de um PROGRAMA social, ambiental ou educativo, estabelecido por uma empresa (instituto ou fundação). VOLUNTÁRIO VOLUNTÁRIO EMPRESARIAL ≠ Voluntariado
  12. 12.  Desenvolve práticas e valores que sustentam a vida na sociedade  Participa e contribui para o desenvolvimento da sociedade  Promove e incentiva a cultura de cidadania nos funcionários  Insere valores de responsabilidade social individual na cultura da empresa  Desenvolve e implementa iniciativas de fortalecimento de educação e liderança do seu público interno  Reafirma seu compromisso ético com a sociedade  Consolida reputação e imagem  Contribui prioritariamente para motivação, participação em projetos internos, respeito e valorização de seus funcionários. Vantagens
  13. 13. 1º Passo – Diagnóstico 2º Passo – Planejamento 3º Passo – Comunicação 4º Passo – Avaliação e Monitoramento 5º Passo – Reconhecimento 6º Passo – Aspectos Jurídicos Rota
  14. 14.  Reconhecer e respeitar a dignidade e a cultura de cada ser humano  Reconhecer o direito de cada homem, mulher de se reunirem livremente, sem distinção de raça, religião, condição física, social, econômica ou outra  Oferecer seus serviços aos demais, sem qualquer remuneração, individualmente ou através do esforço em conjunto  Detectar as necessidades e estimular a participação da comunidade na resolução dos próprios problemas  Promover a responsabilidade social, a participação cidadã, a comunidade e a solidariedade  Melhorar a qualidade de vida, fornecendo respostas aos grandes desafios sociais do mundo de hoje Princípios
  15. 15. VALORES • Elevado senso de justiça • Apego à liberdade • Senso de humanidade • Solidariedade • Tolerância • Transparência • Ética • Fé no futuro CONHECIMENTOS • Compreendem a complexidade da vida e suas múltiplas variáveis • Entendem que podem inovar através do voluntariado • Possuem ampla visão de mundo • Consideram que uma empresa pode e deve fazer mais do que produzir bens e serviços e empregar pessoas. • Encaram a empresa como um canal para o exercício da cidadania • Compreendem o conceito de interdependência e se sentem parte de um elo da corrente da vida ATITUDES • Coragem para romper barreiras para mudança • Crença firme nas pessoas e coerência nas atitudes • Prazer em educar e servir aos outros • Respeito à diversidade • Perseverança e paixão pelo que fazem • Pró-atividade • Visão coletivista • Acreditar nas pessoas • E se sentir parte efetiva da sociedade HABILIDADES • Identificam oportunidades e criam soluções novas • Têm uma visão ampla e de longo prazo do propósito da empresa • Sabem dialogar, envolver pessoas e identificar sinergias • Sabem escutar e interagir • Constroem redes de relacionamentos Perfil
  16. 16.  O Estado abre mão de parcela de recursos que seriam arrecadados como tributos.  Para estimular o desenvolvimento do país e promover o incentivo de atividades de cultura, saúde, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento territorial, entre outros.  São concedidos por meio de lei, por pessoa política competente, obedecidos os princípios e limitações constitucionais. É a permissão legal para deduzir o valor aportado diretamente em um projeto do valor do imposto a pagar. Em alguns casos, os valores investidos também podem ser dedutíveis como despesa operacional, reduzindo a base de cálculo do imposto.  Três atores envolvidos: Proponente, Governo e Empresa. Incentivos Fiscais
  17. 17. Programa Nacional de Apoio a Cultura – PRONAC Instituído pela Lei Rouanet (8.313/1991). Permite à empresa doadora o benefício de abater do IR uma parcela do valor doado a projetos aprovados pelo Ministério da Cultura. O abatimento se limita a 4% do IR. Fundos de Direito da Criança e do Adolescente Projetos sociais certificados pelos Conselhos Municipais do Direito da Criança e do Adolescente podem receber recursos do Fundo. Os recursos doados podem ser abatidos até o limite de 1% do IR devido. Incentivos as Atividades Audiovisuais A Lei do Audiovisual (8.685/1993) permite o investimento em produção de obras audiovisuais e permite o abatimento de 100% dos recursos investidos na compra de quotas, podem ser abatidos do IR até o limite de 3% e lançados como despesa operacional. Lei de Incentivo ao Esporte A Lei Federal nº 11.438/2006 permite o apoio a projetos esportivos de participação, de rendimento ou educacionais. Empresas podem investir até 1% do IR em projetos aprovados. Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência – PRONAS/PCD e à Atenção Oncológica – PRONON A Lei Federal nº 12.715/2012 permite a pessoas jurídicas que contribuírem com doações para projetos nessas duas áreas a dedução no IR até o limite de 1% do valor devido. Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo – ProAC Lei Estadual (12.268/2006) apoia a realização de projetos culturais e os valores investidos poderão ser abatidos do ICMS-SP em percentuais aplicáveis ao valor do saldo devedor do ICMS entre 0,01% a 3,0 %. Quais são?
  18. 18. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  19. 19. CONCEITO:  Sistema é uma totalidade cujas partes são articuladas, visando a um objetivo comum;  Tem aspecto processual;  Metáfora: organismo humano;  Visão sistêmica consiste na habilidade em compreender os sistemas ou seja, ter o conhecimento do todo, de modo a permitir a análise ou a interferência no mesmo. Visão Sistêmica Visão sistêmica
  20. 20. 1. Todo 2. Relacionamentos 3. Redes 4. Circularidade 5. Processo 6. Metáfora: organismo vivo 7. Conhecimento contextual 8. Descrições aproximadas 9. Qualidade 10. Cooperação, influência e ação não violenta Mecanicista 1. Partes 2. Objetos 3. Hierarquias 4. Causalidade linear 5. Estrutura 6. Metáfora: mecânica 7. Conhecimento objetivo 8. Verdade 9. Quantidade 10. Controle Mecanicista Sistêmica Visão sistêmica
  21. 21. Interdependência entre as partes Impactos sobre um pilar de sustentabilidade dadas as alterações em outros pilares Interdependência
  22. 22. Complexidade
  23. 23. Luiz Bouabci “Brain Map”
  24. 24. "À primeira vista, a complexidade (complexus: o que é tecido em conjunto) é um tecido de constituintes heterogêneos inseparavelmente associados: coloca o paradoxo do uno e do múltiplo. Na segunda abordagem, a complexidade é efetivamente o tecido de acontecimentos, ações, interações, retroações, determinações, acasos, que constituem o nosso mundo fenomenal. Mas então a complexidade apresenta-se com os traços inquietantes da confusão, do inextricável, da desordem, da ambiguidade, da incerteza... Daí a necessidade, para o conhecimento, de pôr ordem nos fenômenos ao rejeitar a desordem, de afastar o incerto, isto é, de selecionar os elementos de ordem e de certeza, de retirar a ambiguidade, de clarificar, de distinguir, de hierarquizar... Mas tais operações, necessárias à inteligibilidade, correm o risco de a tornar cega se eliminarem os outros caracteres do complexus; e efetivamente, como o indiquei, elas tornam-nos cegos.” Edgar Morin – Introdução ao Pensamento Complexo Pensamento complexo
  25. 25. Aumento do uso de drogas e tráfico de drogas Reforçar as políticas de monitoramento , combate e controle. Entender as causas antes de pensar nas soluções. Droga Polícia Governo LegislaçãoUsuário Educação Família Sistemas de Recuperação Economia Traficantes Relações Internacionais Exemplo
  26. 26. “Pontos de Acupuntura” Rota Complexidade Simplicidade Fonte: Luiz Bouabci
  27. 27. PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci Rota
  28. 28. Na nossa Oficina a fase da Pesquisa está toda baseada no diálogo entre os componentes da mesa e dos outros participantes !!! Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  29. 29. Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  30. 30. Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  31. 31. Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  32. 32. Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  33. 33. Rota PESQUISA ORGANIZAÇÃO ANÁLISE APRESENTAÇÃO Fonte: Luiz Bouabci
  34. 34. Potencial para a destruição da civilização Falência do Estado desaparecimento de rios desertificação inequidade social poluição conflitos regionais e internacionais destruição de habitat pesca predatóriadesmatamento sobrepastoreio campo vs. cidades desaparecimento de lençois freáticos desaparecimento de lagos Mudança Climática Esgotamento de Recursos “Pico do Petróleo” Erosão do solo Excasses da Água Ameaças para Segurança Alimentar Extinção das especies Impacto nos serviços do Ecosistema Colapso na Pesca Elevação do custo da comida Refugiados do Clima Fome Elevação de Temperaturas perda de segurança pessoal terrorismo conflitos civis desintegração da lei e da ordem elevação do custo de energia mudança na aplicação de grãos para combustíveis fósseis Impacto na indústria dependente de petróleo aviões automóveis agricultura industrial caos no mercado mundial de grãos diminuição das colheitas alterações do habitat elevação dos mares derretimento do gelo glaciais polares Impacto na irrigação por grandes rios Combustíveis Fósseis incêndios florestaistemporais inundações secas ondas de calor devastação economica colheitas “minguando” declínio das chuvas Tempestades de areia liberação massiva de gás carbônico degradação da terra estrago nos recifes de corais purificação da água polinização controle de enchentes. ruptura na “teia da vida”“motins por comida ilusão fracasso do Mercado Massivo fracasso na inclusão dos custos sociais e ambientais Crescimento Economico Crescimento Corporativo pensamento linear Planeta FinitoCrescimento Ilimitadomaterialismo e ganância Padrões não lineares teia da vida ciclos ecológicos Crescimento Populacional Desafios da saúde analfabetismo ausência de planejamento familiar desperdício “Mercado livre” regras excesso de consumo Economia de descarte informação tecnológica redes financeiras redes anti-éticas pressão demográficaCapitalismo Global exclusão social Epidemia de HIV Pobreza uso intensivo de energia Fonte: Fritjof Capra, baseado no livro “Plan B 3.0” do Lester Brown
  35. 35. Mãos a obra!
  36. 36. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  37. 37. Quais as razões para implementar programas e projetos nos temas dos Guias ? Dinâmica #1
  38. 38. Recordando os passos: 1. Escreva TUDO o que vier a sua cabeça sobre a pergunta acima nos post-its, sem nenhuma censura; 2. Veja o que as outras pessoas escreveram e se quiser acrescentar algo, registre no post-it; 3. Agora trabalhe em grupo. Agrupe os post-its que se relacionam; 4. Veja se existe alguma ideia central dentro deste grupo; 5. Estabeleça a relação deste grupo com os outros grupos (antecedência, dependência, subordinação etc.); 6. Descubra quais são os pontos de “acupuntura” e os destaque; 7. Escolha um representante do grupo para apresentar os resultados aos demais. Instruções
  39. 39. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  40. 40. Quais são os maiores desafios? Dinâmica #2
  41. 41. 1. Individualmente escreva nos post-its laranjas quais são os seus desafios pessoais; 2. Em duplas discuta quais são os desafios para suas empresas e depois escreva nos post-its amarelos; 3. Em grupo discuta quais são os desafios para os setores (que estão representados na mesa) e escreva nos post-its verdes; Pessoais Empresa Setor Instruções
  42. 42. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  43. 43. Como fazer isto de uma maneira mais eficiente, efetiva e mais eficaz? Dinâmica #3
  44. 44.  eficiência – medida de desempenho relacionada ao uso de recursos diante dos resultados obtidos – fazer certo  eficácia – medida de desempenho relacionada ao alcance de objetivos – fazer a coisa certa  efetividade – medida de desempenho relacionada ao atendimento de demandas sociais – é o impacto social Conceitos
  45. 45. 1. Em duplas registre tantas sugestões relevantes quanto possível, usando a folha específica para estas anotações; 2. . Não é necessário convencer os outros da relevância de sua sugestão, e nem ter consenso sobre o que incluir ou não... Sinta-se livre; 3. Depois de anotadas as sugestões da dupla, discuta com o grupo de sua mesa; 4. As descrições devem ser muito breves e suficientes para que as sugestões possam ser compreendidas em plenária. Instruções
  46. 46. AGENDA DO DIA  Dicas  Razões para implementar projetos  O conteúdo dos Guias  Complexidade e visão sistêmica  Os maiores desafios  Como ser eficiente e eficaz
  47. 47. Responsabilidade Social 1. A participação da liderança é fundamental 2. A missão e a visão da empresa socialmente responsável deve conter sua preocupação com o desenvolvimento sustentável. 3. Entender o negócio, suas conexões e seu impacto em sua cadeia de valor. 4. Conhecer todos os stakeholders e priorizar crianças e adolescentes 5. Ter um programa de responsabilidade social significa também um compromisso com a colaboração para a integridade do meio ambiente. 6. Definir práticas éticas em todas os aspectos da Responsabilidade Social. 7. Promoção do consumo consciente e uso de estratégias de marketing em linha com o desenvolvimento sustentável. 8. A comunidade do entorno deve ser privilegiada porque é a mais impactada pelos atividades da empresa.
  48. 48. Voluntariado 1. Diagnóstico, Marco Zero e mapear interesses das três partes: Empresa, Funcionários e Comunidade. 2. Planejar, planejar, planejar. 3. Comunicação: estabelecer canais e linguagem para empresa, funcionários e comunidade. 4. Avaliação e monitoramento constantes. 5. Reconhecimento: envolver a alta liderança, com visita aos projetos e prestação de contas das ações em instancias executivas e deliberativas. 6. Não misturar atribuições de funcionário com voluntário. Consultar e entender a Lei do Voluntariado (Lei 9.608/ 1998).
  49. 49. Investimento Social 1. Envolver pessoas interessadas ou com experiência e lideres como patrocinadores para iniciar. 2. Conhecer os temas, as localidades e as expectativas é imprescindível. 3. Promover a transformação social e não a desigualdade. A empresa é apenas parte da solução. 4. Fazer uma gestão profissional e atenção para a custo x investimento. 5. Buscar apoio de áreas internas e promover a interface com áreas críticas. 6. Comece com uma área dentro da empresa, com menos custos, para depois definir a estrutura necessária. 7. Comunicação, comunicação, comunicação. 8. Fazer marco zero e avaliação de resultados e impacto sempre que possível. 9. Contrate profissionais e consultorias especializadas e faça parcerias com organizações idôneas.
  50. 50. 1. Avaliar a situação fiscal da empresa. 2. Considerar a possibilidade de contratar serviços especializados. 3. Alocar uma pessoa responsável pelo gerenciamento dos fluxos. 4. Incluir áreas de planejamento fiscal e tributário, planejamento financeiro e controladoria, contabilidade e a área jurídica da empresa. 5. Criar uma política de doações e patrocínios. 6. Atenção aos prazos necessários. 7. Avaliar a idoneidade do proponente. 8. Mapear a capacidade de realização do projeto. 9. Entender as contrapartidas autorizadas pela Lei. 10. Acompanhar o desenvolvimento dos projetos apoiados. 11. Solicitar relatório final da organização proponente. Incentivos Fiscais
  51. 51. Muito obrigada

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