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PROJETO DE LINHAS AcREAS DE
TRANSMlSSiO DE ENERGIA
ELhRlCA
ERRATA ri COLETANEA DE NORMAS
“LINHAS DETRANSMISSAO”
&ta ERRATA N’ 1 de JUN 1996 tern par objetivo corrigir a NBR 5422. contida na COLETANEA - LINHAS DE
TRANSMISSAO no SegUinte:
on& se le: “Mad65“
Origem: ABNT 03:09.11.1-001 (NB-16Z64)
~-3 - Cornit& Erasileiro de Eletricidade
CE-3:ll.l Comissk de Estudo de Projeto e Execu@o de Linhas A&as
SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOClA~iiO BRASILEIRA
METROLOGIA, NORMALIZACiiO DE NORMAS TiCNlCAS
E QUALIDADE INDUSTRIAL
0
NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA
CDU: 621.315.17 Todos os direitos resewados 1 pigina
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PROJETO DE LlNHA9 ACREAS DE TRANSMISSAO
03.019
DE ENERGIA ELeTRlCA
NBR 5422
Procedimento FEV/l985
SUMARIO
1 Objetivo
2 Normar e/w documentos complementares
3 DefiniqZer
4 ParSmetros meteoml~icos e corre+s
5 Cabor cowJumms e cabm pjnwaior
6 lsoladores e fwlqenr
7 suportes e funda+
9 Gfoqorme&icos
9 Atermmento
10 Dist&~cisr de segtra~~
11 Tnweuias
12 F&as de segrranp
13 Limpeza de f&s
14 Apmximeqiia de ~rqmrtos e sinalizq&
ANEXO A - Figurns
ANEXO B - Medi& e tratamento de dados de temperaura ambiente
ANEXO C - RecomendqGs para obtenq§o e tntamento de dados de “ento
1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma fixa as condi@es bisicas para o projeto de linhas a6reas de
transmissBo de energia eletrica corn tensso tixima, valor eficaz fase-fax, acima
de 38 kV e n& superior a 800 kV, de modo a garantir niveis minimos de seguransa
e 1 imitar perturbasoes em instala!%es proximas.
1.2 Para simplificar a red&o, onde nao houver possibilidade de dcvida, as li-
nhas aiieas de transmissao de energia el6trica serao abreviamente designadas por
1 inhas.
1.3 Esta Norma aplica-se tambern a projetos de reisolamento e/au de reform de
linhas &was de transmissso.
1.4 Em instal&es provisorias as prescri6es desta Norma nao precisam, necessa -
O&em: ABNT - 3: 99.11.1-99111984
CB3 - Cornit Brasileim de Eletricidade
CE.3: 09.11.1 - ComissZa de Estudo de Projetos e Exec@o de Linhas A&-ear
SISTEMA NACIONAL DE
METROLOGIA. NORMALIZACAO
E QUALIDADE INDUSTRIAL
P&vmcbave: ensrgia &t&a.
ABNT - ASSOCIACAO BRASILEIRA
DE NORMAS TECNICAS
0
NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA
CDU: 621.31517 57 p&as
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2 NBR 5422/1985 *
riamente, ser atendidas.
1.4.1 Entende-se por instagk provisoria aquela executada em carater temporirio,
geralmente a fim de manter a continuidade de service durante as falhas em insta -
la@es existentes.
1.5 As prescrigoes desta Norma nao sao validas para os projetos de:
a) redes de distribuicao urbana e rural;
b) linhas de transmissao corn condutores isolados;
c) linhas de contato para tracao eletrica;
d) linhas de telecominucasao.
Para linhas de corrente continua, OS requisites de distsncias de seguranca (Capi
tulo 10, 11 e 12) serao OS mesmos necessaries a uma linha de corrente alternada
corn a ten&o de crista para terra numericamente igual a da linha de corrente con-
tinua.
2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Na aplicacao desta Norma e necessario consultar:
- Decreto nO 84398 de 16.01.80
Dispoe sobre a ocupagao de faixas de dominio de rodovias e de terrenos de
dominio pfiblico, e a travessia de hidrovias, rodovias e ferrovias, por Ii-
nhas de transmissao, subtransmissao e distribuicao de energia elitrica e da
outras provid&ncias;
- Decreto n? 86859 de 19.01.82
Altera o Decreto n? 84398, de 16 de janeiro de 1980, que dispoe sobre a ocl
pagao de faixas de dominio de vias de transporte e de terrenos de dominio
piblico, e a travessia de vias de transporte, por linhas de transmissao, su-
transmissao e distribuigao de energia eletrica.
- Decreto n? 83399 de 03.05.79
Regulamenta o Capitulo III do Titulo IV do Codigo Brasileiro de Ar (Das 20
nas de Protecao de Aerodromos, de Helipontos e de AuxTlios 5 Navegagao A2
rea).
NBR 5032 - lsoladores de porcelana ou vidro para linhas aereas e subestagoes
de alta - Especificagao.
NBR 5049 - lsoladores de porcelana ou vidro para linhas aereas e subestacoes
de alta tensso - Ensaios - Metodo de ensaio.
NBR 5111 - Fios de cobre nc de seca”o circular para ~fins eletricos - Especifi
cacao.
NBR 5118 - Condutores eletricos de aluminio - Fios de aluminio nik de seg&
circular para fins eletricos - EspecificaGao.
NBR 5158 - Ensaios de fios de cobre nii de segao circular para fins eletricos
- Metodo de ensaio.
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NBR 5422l1995 3
NBR 5349 - Cabos de cobre nk para fins eletricos - Especificqk
NBR 5456 - Eletroticnica e eltrcnica - Eletricidade geral - Terminologia
NBR 5460 - Eletrotecnica e eletrhnica - Sistemas eletricos de potencia - Ter-
minologia
NBR 5464 - Eletrotecnica e eletronica - Interferkcias eletromagnOticas -
Terminologia
NBR 5471 - Eletrotecnica e eletrsnica - Condutores eletricos - Terminologia
NBR 5472 - Eletrotecnica e eletr&ica - lsoladores e buchas - Terminologia
NBR 5908 - Cordoalhas de sete fios de aso zincado para cabos psra-raios - E5
peci f i casao
NBR 5909 - Cordoalhas de fios de a$o zincados para estais, tit-antes, cabos
mensageiros e uses similares - Especificagao
NBR 6118 - Projeto e execqao de obras de concrete armado - Procedimento
NBR 6122 - Projeto e execqao de funda@es - Procedimento
NBR 6124 - Determinaqao da elasticidade, carga de raptura, absorgao de iqua
e da espessura de cobrimento em pastes e cruzetas de concrete ar-
mado - Metodo de ensaio
NBR 6134 - Pastes e cruzetas de concrete armado - Especificasao
NBR 6229 - Pastes de eucalipto preservados sob pressso - Especificagao
NBR 6231 - Resistkcia ?I flexso de pastes de madeira - M&odo de ensaio
NBR 6232 - Penetraqao e rete@o de preservatives em pastes de madeira - M&-
todo de ensaio
NBR 6535 - SinalizaGao de linhas de transmissao, corn vista 5 seguranqa da
inspeGs aerea - Procedimento
NBR 6547 - Eletrotecnica e elet&ica - Ferragens de linhas a&reas - Termino -
logia
NBR 6548 - Eletrotecnica e eletrcnica - Transmissao de energia eletrica e
corrente continua de alta tensao - Terminologia
NBR 6756 - Fio de a$o zincado para alma de cabo de aluminio - EspecificaGao
NBR 7095 - Ferragens eletrotknicas para linhas de transmissao e subestagoes
de alta tensso e extra alta tens% - Especificaqao
NBR 7107 - Cupulhas para conchas de engate concha-bola - Especifica&
NBR 7108 - Vinculos de ferragens integrantes de isoladores para cadeia - Pa
droni zasao
NBR 7109 - lsolador tipo disco - Padronizasao
NBR 7270 - Cabos de aluminio corn alma de a$o - EspecificaGao
NBR 7271 - Condutores de aluminio para instala+s aereas corn ou sem cobertl
ra protetora - Especi f i caGZ0
NBR 7276 - Sinalizagao de advertkcia em linha aerea de transmissao de ener
gia eletrica - Procedimento
NBR 7430 - Manuseio e larqamento de cabo CAA em linhas de transmissao de
energia eletrica - Procedimento.
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4 NBR 542211985
NBR 8449 - Dimensionamento de cabos para-raios para linhas aereas de trans -
m,issao de energia eletrica - Procedimento
NBR 8664 - Sinalizagao para identificagao de linha aerea de transmissao de
energia el&trica - Procedimento
3 DEFlNlCdES
Para os efeitos desta Norma sao adotadas as definicoes 3.1 a 3.7 e complement5
das pelos termos tecnicos das NBR 5456, NBR 5464, NBR 5472, NRR:5471, NBR 5460,
NBR 6547,e NBR 6548.
3.1 I& de vento (de um suportel
Media aritmetica dos vaos adjacentes ao suporte.
3.2 V&T de peso (de urn suporte)
Distzncia entre OS pontos corn tangente horizontal das catenarias dos vaos adja
centes a0 suporte.
3.3 Reisohento
Conjunto das modificacoes necessarias para permitir que a linha possa opera r ,
continuamente, em tensao superior a de seu projeto original.
3.4 Reforma
Construcao e/au substituicao, em carater permanente, de trechos e/au componen -
tes da linha, corn a finalidade de restabelecer, manter ou melhorar as condigoes
de operacao da instalacao. OS services ordinaries de manutengao nao sao conside
r-ados corn0 reforma.
3.5 Condipio de emergkia
Situacao em que a linha transporta corrente acima do valor nominal do ‘projeto,
durante period0 de tempo considerados curtos em relacao ao period0 anual de opg
rar$io.
3.6 Per&do de retorno CT1
lntervalo media entre ocor&ncias sucessivas de urn mesmo evento durante urn E
riodo de tempo indefinidamente longo. Corresponde ao inverse da probabilidade
de ocorr&cia do evento no period0 de urn ano.
3.7 Simboh
0s principais simbolos utilizados nesta Norma sao OS indicados a seguir:
90
= pressso dinsmica de referencia, em N/m2;
“b
= velocidade basica de vento, em m/s;
VT = velocidade do vento para o periodo de retorno T, em m/s;
V = velocidade do vento de projeto, em m/s;
P
a = coeficiente de efetividade da pressso do vento, adimensional;
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NBR 5422l1995 5
D = distsncia de eguranca, em metros:
-1
I: = expoente de cnrre@ da altura para a velocidade de vento, adimensio -
flal;
U = tensso m&ima de opera$o da linha, valor eficaz fase-fase, em kV;
DU = distsncia, em metros, numericamente igual a U;
H = altura sobre o solo, em m;
f = flecha do condutor, na’condiqao de trabalho de maior duraqao, em m;
L = largura da faixa de seguransa, em m;
T = period0 de retorno, em anos.
4 PARAMETROS METEOROL6GICOS E CORRECdES
4.1 wmperatura media
Valor media da distribuiqao das temperaturas co+ taxa de amostragem hhlraria (Fi-
gura 23 do Anexo A).
4.2 Temperatura m&ima me’dia
Valor media da distribuigao das temperaturas maximas diarias (Figura 24 do Ane_
xo A):
4.3 Temperatura minima
Valor minima corn probabilidade de 2% de vir a ocorrer temperatura menor anualmen -
te, obtido da distribuigao de temperaturas minimas anuais (Figura 25 do Anexo A).
4.4 Temperatura m&ima
Valor miximo corn probabilidade de 2% de vir a ser excedido anualmente, obtido da
distribui$ao de temperaturas maximas anuais (Figura 26 do Anexo A).
4.5 Temperatura coincidente
Valor considerado como media das temperaturas minimas disrias e suposto coinci
dente corn a ocorrencia da velocidade do vento de projeto (Figura 27 do Anexo A).
4.6 Obten&io dos dados de temperatura
Em substitui$ao aos valores indicados nas se@es anteriores, OS dados de tempera -
tura para a regiao atravessada pela linha podem ser estabelecidos pela propriety
ria da mesma quando tiverem sido executadas medi@es especificas para a regiao
em questao, desde que a rede de medi@es local fornega dados mais confiaveis,
corn urn born sistema e razo&el period0 de registros, e adequada densidade de esta -
@es. 0 Anexo B apresenta recomenda@es para as medi@es e para interpreta&Ses
dos resultados.
4.7 Veibcidade b&ica do vento (V,)
Velocidade do vento referida a urn period0 de retorno de 50 anos, a 10 m de altu -
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6 NM 5422/1985
i-a do solo, corn periodo de integrasao de 10 minutes e medida em urn terreno CORl
grau de rugosidade 8.
4.7.1 No case de houver dados especificos disponiveis de velocidade de vento, a
velocidade basica do vento (V,) dew ser determinada em fun$o das medisks de
velocidade do vento para a regiao de implantagzo da linha (ver Anexo C).
4.7.~ Na falta de medi@zs especificas para a vegiao de implataG:o da linha, o
parsmetro Vb pode ser determinado a partir da Figura 28 do Anexo A, que apresen
ta urn mapa de velocidades basicas do vento para o territorio brasileiro.
4.8 'Ve'etocidade do vento de projeto (VP)
Valor determinado a partir da velocidade basica do vento (V,), corrigida de mode
a levar em conta o grau de rugosidade da regiao de implat@o da linha, o inter _
vale de tempo necessario para que o obstkulo responda 5 asao do vento, a altura
do obstkulo e o periodo de retorno adotado.
4.8.1 ~orre&io de rtigosihde
puatro categorias de terreno sao aqui detinidas corn seus respectivos coeficintes
de rugosidade (Kr), podendo ainda, a partir dos valores da Tabela 1, ser obt i-
dos, por interpol+o, outros coeficientes para rugosidades intermediarias.
TABELA 1 - Coeficienter de rugoridade do twrwo
Categoria
Coeficience de
do Caracteristicas do terreno rugosidade
terreno K
.r--
Vastas extensoes de aqua; areas pla:
A “as costeiras; desertos pianos 1,08
6 Terreno aberto corn poucos aobstsculos l,oo
C
Terreno corn o’st~culos numerosos e
pequenos
rJ,85
b
Areas urbanizadas; terrenos corn mui-
tas Grvores altas 0,67
Notas: a) em vales que possibilitem uma canalizaG:o de vento em dire+:0 desfavo -.
r&e1 para o efeito em Suestao, dew-se adotar para Kr uma categoria
imediatamente anterior a que foi definida corn as caracteristicas apre-
sentadas “a Tabe:a 1.
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b) os valores de Kr correspondem a uma velocidade de vento media sobre
10 minutos (period0 de integracao de 10 minutos),,medida a 10 m da
altura do solo.
cl as mudancas previstas nas caracteristicas da regiao atravessada de-
vem ser levadas em conta na escolha de Kr.
4.8.2 cOrrew-0 do per&do de retormo fT)
4.8.2.1 OS valores de Vb indicados na Figura 28 referem-se a urn period0 de retor-
no de 50 anos. 0 valor VT de velocidade de vento referido a outro period0 de re-
torno T.pode ser calculado pela formula:
-En (l-+)
VT = i -
1
cr
Onde:
6 = estimador do fator de escala da distribuicao de Gumbel, obtido da Figura
29
i = estimador do fator de posicao da distribulcao de Gumbel, obtido da Figura
30.
4.8.2.2 No case de utilizacao de dados proprios, a determinack da velocidade do
vento para qualquer period0 de retorno T pode ser feita coma indicado no Anexo C.
4.8.3 Corre~~o do period0 de integracab ftl
A Figura 1 apresenta a relacao Kd entre OS valores midios de vento a 10 metros de
altura do solo, para diferentes periodos de integracao e rugosidades de terreno.
IFIGURA 1
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El NBR 5422/1985
Kd
,1 2 ” 10 P30, ,I 2 ” 5 10,
Segundo8 Minutes
ih
FIGURA 1 - Ralsgio entre PI velocidadn medisr a 10 m desltun
4.8.4 Corre&io de altma
A corre$~ da velocidade de vento para alturas diferentes 6 dada pela formula:
VH = v,. (+, “”
Onde:
“10 =
velocidade de vento a 10 m de altura
“H
= velocidade de vento 3 altura H
0 coeficiente n depende da rugosidade do terreno e do period0 de integraqao t,
conforme Tabela 2.
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NBR 5422/1995 9
TABELA 2 - Valoras de n para mrrf@a da velocidade do vmto em fun&b da alturn
Categoria
do
terreno
13
12
10
0,5
12
11
995
a
4.8.5 Obten&io da veLocidade do vento de projeto
Combinando-se 4.8.1, 4.8.2, 4.8.3 e 4.8.4, a velocidade de projeto do vento 6 da-
da pela f&mu,la:
VP = Kr . Kd ( +I I’“. VT
5 CAB09 CONDUTORES E CAB09 PARA-RAlO9
5.1 GeraZ
5.1.1 OS cabos devem atender as prescri@es das NBR 5111, NBR 5159, NBR 5349,
NBR 7270, NBR 7271, NBR 5118, NBR 6756, NBR 7430, NBR 5908, NBR 5909 e- NBR 8449.
5.1.2 As condi@es ambientes que definem as hipoteses de calculo meckico dos
cabos sao as seguintes:
a) temperatura midia (ver 4.11, sem vento (condi@o:de trabalho de maior
duragao) ;
b) temperatura maxima media (ver 4.2), sem vento;
c) temperatura minima (ver 4.31, sem vento;
d) temparatura coincidente quando da ocorrencia de velocidade do vento de
projeto (ver 4.5 e 4.8).
5.2 Tempemtma dos mbos
5.2.1 As temperaturas dos cabos, mgdia, minima e coincidente, devem ser conside
radas iguais a temperatura ambiente, alineas “a”, “c”. e “d” de 5.1.2, respectiva
mente.
5.2.2 A temperatura maxima dos condutores deve ser determinada a partir das co”
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10 NBR 542211995
di$es ambientais (temperatura, radia@ solar e velocidade do vento) e de COT
rentes possiveis de ocorrerem simultaneamente, de acordo corn registros de dados
meteorcl6gicos e curvas de carga estimadas. Recomenda-se que sejam verificadas,
no minima as seguintes condishes:
a) corrente mkima, corn as condiG& ambientes correspondentes;
b) temperatura ambiente e radia@ solar maximas, corn uma corrente compa
tivel corn estas condi@es.
5.2.2.1 Devem ser verificadas ainda outras condi@es nas quais, corn base nos da
dos disponiveis, seja possivel a ocorrencia de temperaturas mais elevadas.
5.2.2.2 Por seguranGa, recomenda-se a utilizagk de uma velocidade de vento Go
superior a 1 m/s.
5.2.2.3 Na falta dos dados acima mencionados, recomenda-se a utiliza+ simulta^ -
nea dos seguintes valores:
a) temperatura mkima media (segao 4.2);
b) radia@ solar = 1000 W/m2;
c) brisa a 1 m/s;
d) corrente maxima.
5.3 Flecha &;eima
5.3.1 A flecha maxima dos cabos condutores corresponde a condigk definida em
5.2.2.
5.3.2 No c~lculo da flecha m&ima dos cabos deve ser considerado o alongamento
devido a fluikcia dos mesmos num periodo minima de 10 anos.
5.4 cargas nos cabos
5.4.1 As cargas nos cabos decorrem de seu peso proprio, da press& de vento ho-
rizontal, uniformemente distribuida ao longo do vao e da componente horizontal
da tra& axial.
5.4.2 A pressso do vento sobre a srea projetada dos cabos deve ser calculada
utilizando o m&odo apresentado em 8.2.2.
5.4.3 Na hipotese de velocidade maxima de vento, o esforqo de tra$& axial nos
cabos nao pode ser superior a 50% da carga nominal de ruptura dos mesmos.
5.4.3.1 Na condiG& de temperatura minima, recomenda-se que o esfor$o de tra@k
axial nos cabos &I ultrapasse 33% da carga de ruptura dos mesmos.
5.4.3.2 Na condiG& de trabalho de maior dura$, case n& tenham sido adotadas
medidas de prote& contra OS efeitos da vibragao, recomenda-se limitar o esfor -
ho de tra$k nos cabos aos valores mkimos indicados na Tabela 3.
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TABELA 3 - Cargas mkimas remmendadas pan cabor na mndi@a de trabalho de maim due,
rem dispositivos de protwo contra vibra@a
Cabos (% de carga de ruptura)
AGO ‘. : AR 16
40 EAR 14
AGO-cob re 14
AGo-aluminio 14
CA 21
CAA 20
CAL 18
CALA 16
CAA- EF 16
5.4.4 Para maior prote$ao dos cabos contra danos devidos 5 vibragao eolica, de
ve ser prevista a utiliz@o de dispositivos especiais ou amortecedores de vi-
bragao, principalmente nos cases de grandes vaos situados em regioes planas,
travessiasde grandes rios e de lagos. ou ainda quando as caracteristicas dos
ventos locais, aliadas i tensso mecanica e dismetro do cabo, favorecerem a ocor
rkcia de vibra$Zo ehlica.
6 ISOLADORES E FERRAGENS
6.1 OS isoladores e ferragens eletroticnicas devem atender 2, NBR 7095,
NBR 5032, NBR 5049, NBR 7109, NBR 7107 e NBR 7108.
6.2 OS isoladores rigidos e respectivos acessorios nao devem ser submetidos a
urn esforso superior a 40% de sua carga nominal de ruptura.
6.3 OS isoladores para cadeias e seus acessorios nao devem ser submetidos a urn
esforGo de trasao superior a 49% da cargawominal de ruptura ~para cargas de dl
raF:o prolongada, a 50% para cargas de montagem ou de manutengao e a 60% pa ra
cargas de curta dura$ao.
7 SUPORTES E FUNDACdES
OS suportes e suas fundashes devem atender as prescri$es das NBR 6134,NBR 6229,
NBR 6231, NBR 6232, NBR 6124, NBR 6118 e NBR 6122.
7.1 cargas de pro&to
Sao as seguintes as cargas de projeto a secem consideradas:
a) esforcos transmi tidos pelos cabos decorrentes dos carregamentos defini -
dos em 5.4;
b) peso p&prio do suporte;
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12 NBR 542211985
c) peso dos isoladores e das ferragens;
d) presse;o do vento no suporte, calculada ~elo m&odo apresentado em 8.2.4;
e) pressao do vento nos isoladores e ferragens dos cabos, calculada pelo
mitodo apresentado em 8.2.3;
f) cargas especiais, conforme 8.4.
7.1.1 0 vento deve ser consider-ado atuando na dire$ao que resultar na condigao
mais severa de carregamento. 0 vento e considerado agindo horizontalmente.
7.1.2 Todas as cargas devem ser consideradas atuando sobre o suporte nos PO_?
tos reais de aplicasao. Entretanto, podem ser feitas simplificasoes, desde que
conservadoras, corn relaG.?o as cargas indicadas em b) e d) de 7.1.
As cargas de projeto devem ser combinadas convenientemente entre si, de mode a
se obter urn conjunto de hipoteses de c~lculo para fins de verificasao da estabi -
lidade desejada para o suporte.
7.3 Funda$es
7.3.1 OS suportes devem ser fixados ao solo de maneira a garantir sua estabili -
dade sob a aG:o das cargas atuantes, conforme as hipoteses de calculo adotadas.
7.3.2 Recomenda-se que as caracteristicas do solo sejam determinadas ao longo
do eixo da linha para elaboraG:o dos projetoc das funda@es.
7.3.3 Se a fundas% for colocada abaixo dc nivel do len~ol freatico, recowenda
-se:
a) no c~lculo da estabilidade da fundaGao, considerar a reduFao de peso
da fundacao e do solo, devida a sub-pressso hidroststica, na condiGs
mais desfavoravel do nivel do lensol;
b) no calculo das tensEes de compressao no terreno, considerar o lensol
d’agua situado no nivel da base da funda$ao.
7.3.4 As funda@es devem ser de material resistente 5 corrosao ou assim prote -
gi,do.
8 ESFORCOS MECANICOS
8.1 Tipo de esforqos mec&icos a que o suporte es& sujeito
Sso OS seguintes OS esforsos a que 0 suporte est5 sujeito:
a) cargas de vento: aquelas atuantes sobre OS suportes, cadeias de isolado -
res e cabos devido 5 a& do vento;
b) cargas permanentes: aquelas que praticamente nao variam durante a vida
da linha, corn0 por exemplo: peso dos cabos e ferragens e esfor$o trans -
versa1 (sem vento) devido aos cabos em suportes de a^ngulo e de ancora -
gem;
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NBR 5422/1995 13
c) cargas especiais: aquelas que ocorrem especificamente durante a constt-u -
+ e manuten+ da linha. levando em consideragao a presenga simul tS
nea de homens para estas atividades. Cons i deram-se tambim corn0 espe-
ciais as cargas para preveyao do f&men0 de cascata (queda sucessiva
dos suportes), quando da ocorrencia de falha de algum componente da Ii
nha .
a. 2 cargas de vent0
8.2.1 PPSSS& din&&a de refer&&a (qo)
A pressSo dinsmica de refer&cia e dada pela formula:
90
= 4,“; (N/m2)
Onde :
P = massa especifica do ar, em kg/m3;
VP = velocidade do vento de projeto, em m/s (se$ao 4.8).
8.2.1.1 0 valor da massa especifica do ar, e- kg/m:, 6 dada pela formula:
P 1,293 ( 16000 + 64.t
-
= ALT ) (kg/m31
1 + 0,00367 . t 16000 + 64. t + ALT
Onde:
t = temperatura coincidente, em OC;
ALT = altitude mPdia da regiao de implantaC:o da linha, em metros.
8.2.1.2 Corn rela@o aos parsmetros que afetam a determinaqao de VP
4.8.5), recomenda-se o seguinte procedimento:
a) period0 de integra$ao:
(se+
- ado$ao de 2 segundos para a ~$0 do vento nos suportes e nas ca-
deias de isoladones;
- adogao de 30 segundos para a a@o,do vento nos cabos, podendo ser
adotados outros valores a criteria da proprietiria da linha;
b) altura de atuagao - ver 8.2.2.3, 8.2.3.1 e 8.2.4;
c) period0 de retorno - adogao do valor minima de 50 anos para as car-
gas de vento utilizadas no dimensionamento mecsnico dos suportes.
8.2.2 n&i0 do vent0 nos cabos
0 esforso decorrente da aqao do vento sobre OS cabos em urn vao de comprimento Z,
aplicado perpendicularmente ao cabo no seu ponto de fixasao a cada suporte des-
te Go, G dado pela fGrmula a seguir:
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14 NBR 542211995
AC = q
2
0
_ Cxc . a . d . y . sen2e (N)
Onde:
qo
= press% dinzmica de referkcia (ses& 8.2.1)
C
XC
= coeficiente de arrasto, igual a 1,tl
a = fator de efetividade, adimensional, conforme 8.2.2.1
d = dihetro do cabo, em metros
Z = comprimento de vao considerado, em metros
9 = hgulo de incidhcia do vento (_< 90’) em relasao a diregao do vao.,
FIGURA 2 - Fator da efetividade t ci 1
8.2.2.2 0 esforqo total sobre urn feixe de cabos condutores ser5 igual 5 SOma
dos efeitos sobre cada sub-condutor do feixe sem considerar qualquer efeito de
bl indagem.
8.2.2.3 A velocidade de projeto deve ser corrigida para a altura media dos CA
bos ao longo do vao.
8.2.3 Apia do vento nos isoladores
0 esforso decorrente da aG:o do vento sobre OS isoladores, aplicado na dire@0
do vento no ponto de suspensso da cadeia de isoladores, 6 dado pela f6rmula:
Ai = q. . Cxi . Si (N)
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Onde:
40
= pressao dinsmica de referhia (ses& 8.2.1)
C = coeficiente de arrasto, igual a 1,2
xi
‘i
= irea de cadeia de isoladores, projetada ortogonalmente sobre urn piano
vertical, em m2.
8.2.3.1 A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura do centro de
gravidade da cadeia de isoladores.
8.2.4 A+ do vento no suporte
Para determinar o esforso devido a agao direta do,:vento sobre o suporte, atuan -
do na di regao do vento, o suporte i decomposto em troncos de comprimento e; Go
superior a 10 metros. A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura do
centro de gravidade de cada tronco.
8.2.4.1 Para suportes metalicos trelisados de se$ao transversal retangular, o
esforGo devido a agao do vento sobre OS troncos de comprimento e, aplicada “OS
centros de gravidade, i dada pela f6rmula:
At = q. (1 + 0,2 sen2 28) ( ST,.CxTl sen2c3 + ST2.CxT2 cos2e) (N)
Onde:
40
= pressso dinamica de refeckcia (se@0 8.2.1)
e = kgulo de incidhcia do vento, conforme Figura 3
‘Tl “T2
= area liquida total de uma face piojetada ortogonalmente sobre
piano vertical situado na dire$ao das faces 1 e 2, respectiva
mente, em m
2
c c
xT1’ xT2
= coeficiente de arrasto pr6prio das faces ,l, e 2, para urn vent0
perpendicular a cada face, tornado conforme Figura 4, que js le-
va em conta as faces a sotavento e 5 barlavento.
8.2.4.2 Para suportes constituidos principalmente de elementos cilindricos ou
c&icos (troncos) de dizmetros maior que 20 cm, a aG;o do vento sobre OS troll -
cos de comprimento a, aplicada no centro de gravidade desties ultimos, i dada pe
la fhrmula:
ATc = q. . CxTC . d . 9. . sen3 y (N)
Onde:
qo
= pressao dinsmica de referhcia (se~ao 8.2.1)
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16 NBR 542211965
Y = hgulo formado pela dire& do vento e o eixo do tronco
d = dismetro tidio do tronco, em metros
a. = comprimento do tronco, em metros
C
xTC
= coeficiente de arrasto para urn vento perpendicular ao eixo do t ron
co, tornado conforme a Figura 5 em fun& do mimero de Reynolds (R,).
Onde:
Re =
dJ2qo/P
Y
p = massa especifica do at- (seg%~ 8.2.1) (kg/m3)
v = viscosidade cinematica do ar (v = 1.45 . low5 m*/s a l!?‘C).
_.-. .-.
FIGURA 3 - AFib do “ento wbre urn fr~nm do ~uporte
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%TC
NM 9422/1995 17
FIGURA 5 - Coeficiente de armsto para pain6is de su~wtescompoatorde slemsnta
clllndricos de d&metro superioi a 20 cm
8.2.4.3 Para supurtes constituidos principalmente por elementos tronco pirami
dais, a a@o do vento sobre os troncos de comprimento !I, aplicada em sews cm-
tros de gravidade, 6 dada pela f;rmula:
A.(p = q, . CxTp . a . 1 (N)
Onde:
q0
= pressso dinsmica de refer&cia (seGao 8.2.1)
a = dime&o da coluna na face de incidkcia do vento, obtida da se$Zo
transversal ao nivel do centro geometric0 do trecho do elemento, em
metros.
t = comprimento do tronco
C
xTP
= coeficiente de arrasto para urn vento perpendicular S face 2, tornado
da Figura 6, em funqao da rela$ao a/b, sendo b a dimensao da coluna
na direqao paralela ao vento, na mesma sesao de a-.
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23
C
xTP
2*0
13
03 w
a/b
VentQ
0
Ll
b
FIGURA 8 - Cceficiene de armsto Para suporb% conrtituidos de &mentor prism&icos
8.3 cargas permanentes
Recomenda-se multiplicar os valores obtidos para as cargas permanentes pelos se
guintes fatores minimos:
a) K, = I,15 para cargas mkimas de peso de cabos (vertical);
b) K2 = 1,O para o peso proprio do suporte, ferragens de cabos, cadelas
de isoladores e para cargas verticais reduzidas;
d K,3 = 1,lO para cargas transversais originadas da tragao me&ica dos CT
bos .
8.4 Cargas especiais
8.4.1 Cargns de montagem
8.4.1.1 As operagoes de igamento impoem frequentemente esforgos dinsmicos e as
simetricos. OS pontos de igamento de todos OS elementos estruturais devem resil
tir mecanicamente a pelo menos 2,0 vezes OS esforqos eststicos produzidos pelo
metodo de igamento utilizado.
3.4.1.2 Urn fator de 1,s pode ser utilizado se as operaGoes de iqamento do s{
portes forem perfeitamente controladas.
8.4.1.3 Corn relagao k operaGoes de langamento e flechamento, recomenda-se que
as cargas verticais (todos OS suportes), transversais (suporte em Shgulo) e lo_?
gitudinais (suportes de ancoragem), atuando nos suportes em decorr&cia da tra-
$0 nos cabos, sejam calculadas a partir de, pelo menos, 2,0 vezes a traG;o uti
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NBR 542211985 1s
lizada nos cabos em movimento e 1,s vezes a tra$k utilizada nos cabos em repou
so nas roldanas.
8.4.1.4 Quando do c~lculo de cargas verticais, recomenda-se que a ancoragem pro
vis6ria seja considerada a uma distsncia horizontal superior a t&s vezes a altu
ra do cabo no suporte.
8.4.2 cwp3 de manut&io
A descida do condutor em um,suporte aumentara a carga vertical “OS suportes adja
centes. Todo ponto de suspensao de cabos devera apresentar uma capacidade verti
cal nzo inferior a 2 vezes OS esforsos presentes na posigao normal de repouso.
8.4.3 carga de conten$o pcwa evitar o fern-meno cuscata
Falhas resul~tantes de defeito de urn element0 da linha, de sobrecarga devido 2
a$So do vento ou d,e evento casual (queda de aviao, sabotagem, etc) sugerem medi
das de projeto do suporte para evitar o fenzmeno de cascata, coma a aplica$ao em
-
suportes de suspensk de carga longitudinal em urn psra-raios ou em uma fase quai
quer , equivalente ao esfor$o eststico residual posterior ao rompimento do cabo
p.!ira-raios ou da fase. Outros metodos que evitem o fenomeno de cascata tamb6m pg
derao ser usados, desde que sejam de comprovada eficigncia.
8.4.3.1 0 esforso estatico residual resultante do rompimento de uma fase ou de
urn cabo psra-raios deve ser calculado para vaos de vento,,e carga de tra@io de
maior duraGao, sendo permitida a atewaG& da carga resultante devido a fatores
coma balanso da cadeia de isoladores, no case de suportes de suspensao, deflexao
ou rota& do suporte e da fundasao, exist^encia de braGos ou suportes articula -
dos , interaG:o corn outras fases ou cabos que possam influenciar a carga, utiliza -
$0 de elementos especiais corn0 grampos deslizantes, etc.
9 ATERRAMENTO
9.1 OS suportes da linha devem ser aterrados de maneira a tornar a resist&cia
de aterramento compativel corn0 o desempenho desejado e a seguransa de terceiros.
9.2 0 aterramento deve se restringir j faixa de seguranFa da linha e 60 intel
ferir corn outras instala@es existentes e corn atividades desenvolvidas dentro da
faixa.
9.3 Fica a crit&io da proprietaria da linha a escolha do mitodo utilizado para
o aterramento, uma vez que, de urn mode geral, a solu~ao mais adequada resulta de
urn ajuste ticnico-econ6mico entre as diversas vari&eis envolvidas.
9.4 Quando necessario, medidas contra choques el;tricos, provenientes do aterra
mento do suporte, devem ser projetadas visando a seguranqa de pessoas e animais.
9.5 0s materiais empregados nos aterramentos devem ser resistentes 5 corrosio.
Sua durabilidade no solo deve ser, sempre que possivel, compativel corn a vida
itil da l.inha.
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9.6 Recomenda-se que seja medida a resistkia de aterramento de cada suporte
ap& sua montagem e antes do langamento dos cabos pira-raios, e que sejam feitas
as necessirias corregoes, de mode a reduzir a resistkcia de aterramento ao va
lor adotado no projeto.
9.7 Se OS cabos psra-raios ji estiverem iancados, OS mesmos de&m ser isolados
do suporte durante as medicoes ou, entao, ser usado equipamento de alta f requ&:
cia especifice para esse fim.
9.8 Recomenda-se que o condutor de aterramento, nos suportes de concrete armado
ou de madeira, seja ligado aos pontos de fixa& dos isoladores rigidos ou das
cadeias de Isoladores.
Nota: A recomendagso de 9.8 nao se aplica aos suportes de madeira quando esta
for utilizada como dieletrico.
10 DISTANCIAS DE SEGURANCA
10.1 CondiGCes gemis
10.1.1 As distsncias de seguranga sao OS afastamentos minimos recomendados do
condutor e seus acess6rios energizados e quaisquer partes, energizadas ou IGO,
da propria linha, do terreno ou dos obstkulos atravessados, conforme prescri
goes constantes das seg6es subsequentes.
10.1.2 Sgo fixados, separadamente, requisites para a condicao normal de opera -
gao da linha e para alguns espagamentos verticais em condicoes de emergsncia.
10.1.3 A flecha dos cabos, quando em repouso, deve ser considerada na condicao
mais desfavorivel, no que se refere 5 verificacao das distincias de sequranca.
10.1.4 Para efeito da verifica@io das dista^ncias minimas de sequranca, o deslo
camento das cadeias de isoladores, quando aplicavel, deve ser verificado adotan -
do-se as recomendagoes seguintes.
10.1.4.1 Nas, segoes 10.2 e 10.5 deve-se adotar uma velocidade de vento de proje -
to (se@‘0 4.8) corn urn period0 de retorno igual a 10 anos e corn urn periodo de in
tegragao de 30 segundos.
10.1.4.2 Nas se@es 10.3 e 10.4 deve-se adotar uma velocidade de vento de proje
to (seggo 4.8) corn urn period0 de retorno, no minimo, igual a 50 anos e corn um
period0 de integragao igual a 30 segundos.
10.1.4.3 O,%gulo de balance (8) da cadeia de isoladores devido 5 agao do vento
sobre OS cabos deve ser calculado a partir da expressZio:
8 =tg-1 (K . tg 6&
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NBR 542211985 21
Onde:
K = valor I ido da Figura 7
fiR = Sngulo de balanqo teorico dado pela expres&:
tg BR =
q, . d
P. (V/H)
Onde:
qo
= press% dinsmica de referhcia (se& 8.2.1)
d = diGmetro do condutor, em metros
P = peso uni tsrio do condutor, em N/m
V = v& de peso, em metros
H = vao de vento, em metros.
Nota: A relagk vao de peso/v% de vento adotada deve ser a mais desfavoravel.
i3
40 t5 20 25 30 35
Velocidade de vento de projeto
(m/s)
FIGURA 7 -Par&metro “K” eara determindq& do 8ngrlo de balanqo
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10.2 Distiincias minimas no suporte
As distancias minimas no suporte devem ser, obrigatoriamente, determinadas em
fun+ de estudos que levem em consider@o as varias solicita@es elgtricas a
que a linha de transmissao sera submetida, devidamente coordenadas corn as condi
@es de vento que ocorrem simultaneamente corn cada uma das referidas sol i ci ta
@es.
Case esteja previsto o “so de manuteryao em linha viva, todos OS espacamentos
deverao ser verificados de forma a garantir a seguraya dos eletricistas envol -
vidos nessa atividade.
A geometria do suporte resultante desses estudos devera, no entanto, atender
obrigatoriamente as condi@es estabelecidas em 10.2.1 ou em 10.2.2 (quando apli -
civel).
10.2.1 M&of& con~encionai!
As distsncias nos suportes com.cadeias de ancoragem nao deverao ser inferiores
5s calculadas Segundo as f;rmulas apresentadas na Tabela b.
TABELA 4 - D~sthcisr minima no suporte
DescriGao Distsncias minimas
Distancia horizontal entre fases
2
para U 2 50 kV
.-
z
.’
” Distancia vertical entre fases
!z
para U 2 50 kV
z
x para U > 50 kV
Distzncia horizontal entre fases
Tomar o maior valor entre:
a) 0 = 0,22 + 0,Ol D,,
b) D = 0,37 fi+ 0,0076 D,,
1,0 metro
nao esoeci f i cado
5,
s
.-
?i z
I
2 Distsncia vertical entre fases
;; .~
Tomar o maior valor entre:
a) I) = 0,22 + 0,Ol D,,
b) D = 0,37 Ji + 0,0076 DU
D = 0,50 + 0,Ol D,,, respeitado
o mrnimo de 1,0 metro
Dis&cia entre fase e cabo para-raios D = 0,22 + 0,Ol DU
Distsncia entre partes vivas e aterra-
das :
- elementos do suporte
- estais
D = 0,03 + 0,005 DU
D = 0,09 + 0,006 DU
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10.2.1.1 Quando o condutor for suportado por uma cadeia corn liberdade de movi-
mento num piano transversal 5 linha, as distancias calculadas devem ser mantidas
para uma posiF:o da cadeia correspondente 5 condisao de deslocamento indicada em
10.1.4 (se for distancia entre fases, a outra cadeia permanece na posicao de re
pouso) .
10.2.1.2 Quando a distsncia 6 dada em funcao da flecha, esta devera ser conside -
rada na condi@o de trabalho de maior durar$o e referir-se ao vao de vento para
o qua1 o suporte i projetado.
10.2.1.3 No case de U superior a 50 Kv, para altitudes superiores a 1000 metrbs
em rela$o ao nivel do mar, o valor da segunda parcela da expressso de D devera
ser acrescido de 3% para cada 309 metros de altitudes acima de 1000 metros.
10.2.1.4 A dis&cia minima D nos cases de circuitos diferentes, para fases di
ferentes, deveri ser calculada tomando-se DU comma diferensa fasorial das ten-
s&s dos dois circuitos ou COM a tensao fase-terra do circuit0 de maior tensso,
sendo adotado o maior valor resultante de D.
10.2.2 M&%io de &iZcuto alternative
As distsncias calculadas pelo metodo alternative nao poderao ser menores que as
calculadas por 10.2.1, para U igual a 169 kV. Caso sejam menores, deverao ser
adotados OS valores calculados conforme 10.2.1 para U iqual a 169 k/.
Aplicam-se ao mgtodo de calculo alternative as considera@es de 10.2.1.1 e, no
case de distancias horizontais entre fases, as consideracoes de 10.2.1.4.
10.2.2.1 Dist&cias horizcmtais
Para circuitos deferentes, quando urn ou ambos excederem 169 kV, corrente alterna
da, fase-fase, OS espaqamentos horizontais poderao ser reduzidos para circuitos
que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, usando-se a formula:
1,667
. b
Onde:
V = valor, em metros, numericamente igual ao valor maxima de crista em kV,
entre fases de circuitos diferentes ou igual ao valor maxima de crista,
em kV, para a terra, nos cases de distsncias entre partes vivas e ater -
radas. Se as fases forem de fases e modules iquais, urn cabo deveri Set.
considerado aterrado.
PU = valor da sobretensao de manobra, expresso em por unidade do valor de
crista da tensso correspondente a V, definido para o nivel corresponden -
te a uma probabilidade de 98% de nao ser excedido.
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a = 1,15 (fator correspondente a tr& desvios padroes)
b: = 1,03 (fator de corregao para condi$oes atrrtxfericas diferentes das con
-
di@es normais).
k = I,40 (fator de forma para configura$ao condutor-condictor).
10.2.2.2 Dist&cias verticais
Para circuitos diferentes, quando urn ou ambos excederem 169 kV, corrente alter -
nada, fax-fase, OS espagamentos verticais entre condutores poderao ser reduzi -
dos para circuitos que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, usando-se
a fGrmula do item 10.3.2.
10.2.2.3 Di~tiinci~ enbe fuse e cabo pcim-raios ou entre fuse e QS~O,~S
Para circuitos que excedem 169 kV, corrente alternada, fase-fase, e tenham fa-
tor de surto de manobra conhecido, 0s espacamentos entre a fase e 0 para-raios
ou entre a fase e OS estais poderao set- calculado, usando-se a frjrmula do i tern
10.3.2 e fazendo:
al
= 0,oo
c = 1,20
k = I,40
“L
= 0,oo
10.2.2.4 Dist&cia entre fase e elementos aterrados do suporte
para circuitos que excedem 169 kV, corrente alternada, fase-fax, e tenham fa-
tor de surto de manobra conhecido, o espa$amento entre a fase e OS elementos
aterrados do suporte podera ser calculado usando-se a formula do item 10.2.2.1
e fazendo:
a = 1,15, para cadeias de encoragem
a = 1,05, para cadeias corn liberdade de movimento, na pos i ~a0
de deslocamento, indicada em 10.1.4.
k = 1,2 (fator de forma para configuracao condutor-estrutura).
10.2.2.5 CorrepYio corn a altitude
Para altitude superiores a 450 metros em rela$ao ao nivel do mar,,os espagamen -
tos calculados pelo metodo alternative devem ser acrescidos de 3% oara cada
300 metros de altitude acima de 450 metros.
10.3 Distiincia minima do condutor ao solo ou aos obskiculos em condi&es ?ZOZJ
-
mais de operay;io.
As distsncias de seguransa a seguir especificadas devem set- verificadas nas con-
di@es mais desfavor&eis de aproximaqao do condutor ao obstaculo considerado.
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10.3.1 .&todo ccmvenciona2
As distsncias de seguranga sao calculadas pelas f6rmulas basicas:
D = a + 0,Ol ( - -O” 50)
6 ’
se U > 87 kV
0”
D = a se, U 2 87 kV
10.3.1.1 OS valores da distsncia basica “a” s& apresentados na Tabela 5.
TABELA 5 - Didncla bkicas
Natureza da regiao ou obst&ulo atraves-
sado pela linha ou que dela se aproxime
Locais acessiveis apenas a pedestres
Locais onde circulam msquinas agricolas
Rodovias, was e avenidas
Ferrovias nao eletrif icadas
Ferrovias eletrificadas ou corn previsao
de eletrificaqao
Suporte de linha pertencente 2 ferrovia
Aguas navegiveis
Aguas Go navegsveis
Linhas de energia eletrica
Linhas de telecomunica$oes
Telhados e terrasos
Paredes
lnstala@es transportadoras
Veiculos rodovisrios e ferroviarios
Distsncia
bisica a
hd
b,O
675
890
9,o
12,o
470
H +2,0
690
192
138
470
3,o
390
3.0
Segao de
Refer&cis
10.3.1.4
10.3.1.5
10.3.1.6
10.3.1.7
10.3.1.8
F i,gura
no
Anexo A
R
9
10
11
12
12
13
14
15
16
10.3.1.2 Para altitudes superiores a 1000 metros em relaqao ao nrvel do mar,
o valor da segunda parcela de D deve ser acrescido de 3% para cada 300 metros
de altitude acima de 1000 metros.
10.3.1.3 Em local-s acessiveis somente a pessoal autorizado, podem ser utiliza -
das distsncias menores que as calculadas pela formula bisica.
10.3.1.4 No Glculo das dis&cias dos condutores a suoerftie de aquas naveqa -
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veis, 0 valor H corresponde 5 altura, em metros, do maior mastro e dew ser fi
-
xado pela autoridade respons.%el pela navega& na via considerada, levando-se
em conta o nivel miximo de cheia ocorrido nos ultimos 10 anos.
10.3.1.5 No calculo de distzncia verticais de partes de uma linha 2s de outra
linha de transmissao, o valor de DU, na formula bssica, corresponde a tens%
mais elevada das duas linhas consideradas. Se ambas forem superiores a 87 kV,
dew-se calcular a parcela 0,Ol (OU/fi- 50) para ambas e somar-se o resultado
das duas tensoes ao valor basic0 “a”.
A verificaqao das distsncias verticais dew ser feita corn os cabos condutores e
pira-raios, se for 0 case, nas temperaturas que conduzem aos menores espagamen- -
tos, considerando-se a mesma temperatura ambiente.
10.3.1.6 As distsncias indicadas para telhados e terra$os sao validas para os
cases em que os mesmos r& sejam acessiveis a pedestres. Caso contririo, o espa-
qamento dew ser de 6 m. As distsncias devem ainda ser aumentadas conveni en te-
mente, se isso se fizer necessirio, em vista da existencia de equipamento coma
guindastes ou andaimes, piscinas, jardins, ou da execu$o de trabalhos de con
serva$o, extinqao de incsndios, etc.
10.3.1.7 No calculo da distsncia dos condutores as paredes cegas, nas quais,
por acordo entre as partes interessadas, nao for permitida a abertura de .i=ne
las, portas, etc., ressalvadas as disposi@es leqais pertinentes, a distsncia
minima pode ser calculada pela firrtitila a seguir, adotando-se 0,5 m coma o valor
minimo.
DU
,,= -
150
10.3.1.8 A formula para o calculo da distancia dos condutores aos gabaritos de
veiculos rodoviarios e ferroviirios tamb&mse aplica no case de sistema urban&
de tra&o eletrica.
10.3.2 M&do de crilculo altemtivo
10.3.2.1 As distsncias calculadas pelo metodo alternative nao podem ser men0-
res do que as calculadas por 10.3.1, para U igual a 169 kV. Caso sejam menores,
devem ser adotados OS valores calculados conforme 10.3.1 para U lgual a
169 kV.
10.3.2.2 No case de duas linhas, a distsncia calculada pelo metodo alternative
nao pode ser inferior ‘a calcula’da conforme 10.3.1 considerando-se a linha de
tens:0 inferior corn tenGo igual a zero.
10.3.2.3 Para linhas de transmissao corn niveis de ten&o alternada, fase-faSe,
superiores a 169 kV e que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, a dis-
tsncia de seguranqa pode ser calculada pelo sequinte metodo alternative.
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NBR 542211985 27
Onde:
a.! = distsncia basica, apresentada na Tabela 6
DU = valor, em metros, numericamente igual 5 tens& mAxima de opera@ em
kV. Nos cases de travessias de linhas de energia elitrica, DU refere-se
‘a tensso mais elevada das linhas consideradas.
VL = valor, em metros, numericamente igual 2 tensso maxima de crista para
terra, em kV, da linha de tensao menos elevada (so se aplica a distan -
cias verticais entre linhas de energia eletrica)
Pu = valor da sobretensao de manobra, express.0 em por unidade do valor de
crista da tensao maxima de operagao entre fase e terra, definido pa ra
o nivel correspondente a uma.probabilidade de 98% de nao ser excedido.
a2
= 1,15 - fator correspondente a 3 desvios padroes
b = 1,03 - fator de correcao para condicoes atmosferica diferentes das co!
di@es normais.
C = coeficiente de seguranca (ver Tabela 6)
k = fator de forma (war Tabela 6)
TABELA 6 - Disthxs M&x, coeficiente de Sqwan~ e fator de forma para maodo alternative
Natureza da regiao ou obs&ulo atravessa- DistSncia
do pela linha ou que dela se aproxime
basica, a,
Cm)
Locais acessiveis apenas a pedestres
Locais onde circulam maquinas agricolas
Rodovias, ruas e aven i das
Ferrovias nao eletrificadas
Aguas naveg&eis
Aguas Go navegaveis
Telhados e terraces
2,8 192
4,3 172
4,3 1,2
6,~ 1,2
H+0,8 172
4,3 192
298 1 J
175 170
090 1,2
0,60 1,2
Pa redes
Linhas de energia eletrica
Linhas de telecomunicacoes
-
Coeficiente
de
seguranga ,c
Fator de
forma, k
I,15
1,lS
I,15
I,15
I,15
1-15
I,15
1 ,I5
1,40
1,40
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28 NBR 542211985
10.3.2.4 Para altitudes superiores a 450 metros em rela+ ao nivel do mar, o
valor da segunda parcela de D devers ser acrescido de 3% para cada 300 metros
de altitude acima de 450 metros.
10.3.3 Efeitos e&&mxt?iticos
para tensoes maximas de operasao superiores a 169 kV, corrente alternada entre
fases, o espacamento vertical deve ser aumentado ou o campo elgtrico reduzido
por outros meios de forma a limitar a corrente devida a efeitos eletrostaticos
a 5,0 mu, valor eficaz, quando o maior veiculo ou equipamento prevlsto para ope
-
raGSo dentro dafaixa de seguranqa for curto-circuitado para terra.
10.4 Est&cias n&rims do condutor ao so20 ou aos obsi&ulos em condip&s de
10.4.1 Para periodos de emerghcia de dura@o de ate 4 dias e desde que o soma
torio de tais periodos nao ultrapasse 5 % do tempo anual de operaG:o de 1 inha,
admitem-se distsncias de seguranqa inferiores 5s estabelecidas em 10.3.1. As
prescri@es desta segao s6 se aplicam aos itens da Tabela 7 e para U 5 242 kV.
10.4.2 As distancias minimas de seguranGa, em metros, sao dadas pela equaG5o:
D = a, + LCAD~ + 0,7
Onde:
LCAD =
comprimento da penca de isoladores (metros)
10.4.2.1 OS valores da distsncia basica “a ”
1
sao apresentados na Tabela 7.
TABELA 7 - Dhnciss b&has am condifles de emerghcis
Natureza da regiao ou obstaculo atravessado pela Di sthcia
linha ou que dela se aproxime b&ica,a,
Locais acessiveis apenas a pedestres
Locais onde circulam maquinas agricolas
Rodovias, ruas e avenidas
Ferrovias nao eletrificadas
275
339
493
525
10.5 tistiineia minima entre condutores em suportes diferentes
0s limites de aproximaqao entre condutores de suportes diferentes devem ser es
tabelecidos conformes as formulas e condi@es a sequir descritas (ver Fiqura 17
do Ahexo AJ.
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NBR 5422/19S5 29
10.5.1 Na condiqk de maior aproxinqao, OS condutores de cada uma das 1 inhas
devem ser considerados na condigao de deslocamento indicada em 10.1.4, estando
05 condutores da outra linha na condi$ao de repouso.
10.5.2 A distsncia horizontal DH da Figura 17 (Anexo A) i dada por:
D,, = 0,22 + 0,Ol DU
adotando-se para D,, o valor minima de 1,s m. Para DU, aplica-se a definiqao con
tida em 10.2.1.4.
10.5.3 A distsncia vertical D,, da Figura 17 (Anexo A) 6 obtida coma indicado
em 10.3.1, levando em considerqao o exposto em 10.3.1.5.
10.5.4 A dist&cia diagonal DD da Figura 17 (Anexo A) 6 igual ao maior Valor
entre DH e D
V
.
10.5.5 As distzncias DH e D,, podem tambim ser calculadas por metodos alternati -
vos, conforme exposto em 10.2.2 (para distkc,ias horizontais) e 10.3.2 (para
distzncias verticais).
I 1 TRAVESSIAS
11.1 Disposi&x3 gerais
11.1.1 As disposi@es desta seqao relacionam-se corn a5 condick que devem ser
satisfeitas nas travessias de linhas aereas sobre outras linhas eletricas ou de
telecomunica@es, vias de transporte, edificqk, florestas e demais formas de
vegetqao consideradas de preservqao permanente, etc.
11.1.2 Para a execqao de travessias sobre linhas de transmissk e vias de
transporte em geral, dew ser previamente solicitada liceny ao 6rgao responsa -
vel.
11.1.3 As distancias de seguransa a serem observadas nos projetos de t raves -
sias deverao ser calculadas de acordo corn o capitulo 10, observando-se ainda o
disposto em 11.1.8.
11.1.4 No case de travessia sobre linha de telecomunicqao, deve ser dada espy
cial ateyao 5 possibilidade de inversao da flecha desta linha pela a~ao do ven-
to, devido 5 utilizaqao de condutores de bitolas pequenas.
11.1.4.1 Devem 5er examinados, em cada case, OS possiveis efeitos da linha de
transmissao sobre a linha de telecomunica$i
11.1.5 Nas travessias sobre tubulqoes metalicas de grande Porte, na falta de
calculo especifico pan analise do cruzamento, recomenda-se localizar os supor -
tes da linha o’mais afastado possivel da tubulaGao observando-se o angulo mini -
mo definido em 11.2.1.
No case de anslise do cruzamento, o calculo dew ser executado para OS limites
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30 NBR 9422/1999
de influsncia eletromagn&tica da 1 inha. na condi& mais desfavorivel de falta,
recomendando-se que a soma algibrica da tensso induzida na tubulacso por acopla-
mento magn<tico corn a elev&io do potential do solo por dispersao de corrente, em
qualquer ponto da tubulacao, seja inferior 5 tensso de perfuragao de sua camada
protetora.
11.1.6 As travessias sobre florestas, demais formas de vegetacgo consideradas de
preservacao permantente, em areas de parque national, estadual ou municipal, de
reserva biologica ou de instituicao equivalente, devem respeitar as disposi’cGes
legais vigentes.
11.1.7 As travessias de hldrovia, rodovia, ferrovia, oleoduto e linha de trani
missso estarso sujeitas ao disposto nos Decretos,84338, ~86859 e 83399.
11.1.8 Nas travessias onde sao empregadas cadeias de suspensso em ambasas extre
midades, ou cadeia de suspensso numa extremidade e de ancoragem na outra, ,deve
ser verificado o deslocamento vertical da fase devido ao rompimento da mesms no
vao adjacente a travessia.
fob: Nas linhas corn feixe de condutores, essa verificacao 6 dispensada.
11.1.8.1 Nesta situacgo exceptional, a dis&cia do cabo ao obstaculo atravessa-
do dave ser igual 5 distsncia bssica “a,“, definida na Tabela 6.
11.1.8.2 Nos cases de travessias sobre outras linhas de energia elGtrica, deve
ser verificado o deslocamento vertical dos cabos de cada uma das linhas, devendo
ser mantida a distancia de seguranca D,/150, tomando-se para Du o valor correspon -
dente i tenGo da linha que permanece energizada, r&o podendo ser inferior a
1,2 m.
11.1.8.3 Nos cases de ferrovias eletrificadas, a dista^ncia do cabo deve ser veri
ficada em relacao a linha de energia elitrica de suprimento de ferrovia, adotando
-
se o mesmo critGrio indicado em 11.1.8.2.
11.1.8.4 No case de vgo de travessia entre duas suspensoes, na falta de c~lculo
especif ice para a determinacao do abaixamento, este pode ser considerado igual a
0,OZ b, onde b 6 a dista^ncia horizontal em metros, medida na diregzo da linha con
siderada, do eixo do obstaculo atravessado (linhas elgtricas, vias de transporte,
-
etc) ao eixo do suporte de suspensso mais proximo.
11.1.5 Travessias sobre linhas a&reas de tensso nominal ati 34,5 kV e linhas de
telecomunicac&s nao necessitam de apresentacao de projetos de travessia,devendo,
case seja solicitado pelos propiietiiios dessas linhas, ser apresentado Yprojeto
de plotacao (perfil e planta) da linha airea de transmisskid, corn indicasao das
alturas dos cabos das instalacks atravessadas no eixo de cruzamento.
11.2 An&o de tmvessia
0 %lUlo de travessia e 0 menor a^ngulo formado pelo eixo da linha corn o eixo do
obstjculo atravessado.
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11.2.1 0s seguintes Sngulos minimos sao recomendados:
a) 60’ - para travessias sobre tubulacoes metalicas de grande Porte;
b) lS” - para travessias sobre linhas elitricas, rodovias, telef;ricos
e navegiveis.
11.2.2 A critkrio do orgao respons&el pela instal@o, a travessia poders ser
feita corn Sngu~o menor que o indicado em 11.2.1, principalmente nos cases em
que as condi@es topogrificas o exigirem.
11.3 Exig&cias adicionais para travessias sobre rodovias
11.3.1 OS suportes devem ser colocados fora das faixas de dominio das rodovias.
11.3.2 No case de suportes estaiados, OS estais devem ser fixados ao solo fora
da faixa de dominio da estrada.
11.3.3 Em cases excepcionais, mediante acordo entre a proprietiria da linha e
a entidade responskal pela rodovia, OS suportes podem ser colocados dentro das
faixas de dominio das estradas ou nos canteiros centrais das rodovias corn Pii
tas miltiplas. OS pis dos suportes colocados dentro das faixas de dominio GO
podem situar-se na faixa constituida pela pista, acostamento e sarjeta, devendo
guardar uma distkcia minima de 10 m das cristas dos tortes e das saias rl dos
aterros. Havendo possibilidade de choque dos veiculos corn OS suportes, OS pGs
destes devem ser protegidos convenientemente.
11.3.4 A distsncia minima de sequranca calculada deve ser observada ao long0
da faira de dominio da rodovia, referenciada ao nivel da pista existente (ver
Figura 9 do Anexo A).
11.4 Exig&eias adicionuis pam travessia sobre ferrovias
11.4.1 OS suportes devem ser colocados fora das faixas de dominio das ferro -
vias.
11.4.2. No case de suportes. estaiados, OS estais devem ser fixados ao solo fo
ra da faixa de dominio.
11.4.3 Em cases excepcionais, mediante acordo entre a proprietiria da linha e
a entidade respons&el pela ferrovia, s%o permitidas travessias sobre as areas
de esta@es ferroviarias ou a colocacao de suportes dentro das faixas de domi-
nio de ferrovias.
11.4.4 A distkcia minima de seguranca calculada deve ser referida 5 superf i-
tie de rolamento da ferrovia.
11.5 Requ-isitos t&icos pm apresenta&io de projetos de travessia
Na apresentacao de urn pro.jeto de travessia para aprovacao pelo o'rg& responsi -
vel Dela via ou instala@io atravessada, devem constar normalmente OS elementos
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32 NBR 542211985
descritos de 11.5.1 a 11.5.6 (ver Figura 18 do Anew A).
11.5.1 Planta do local da travessia na escala minima l:25OO. Nesta planta devem
estar indicados o nome da via de transport-e, prefix0 ou equivalente, a poS i,:cao
quilktrica do local da travessia e os names das localidades mais prkimas da
travessia, situadas ao longo da via atravessada, 0 kgulo formado pelos dois ei
xos no ponto da travessia, posigao dos suportes do vao de travessia, linhas de
telecomunica&es existentes e OS limites da faixa de dominio atravessada.
11.5.2 Perfil da travessia ao longo da linha projetada, corn0 escala horizontal
igual ZI da planta e escala vertical minima 1:500. Neste perfil devem estar indi-
cadas a cateniria do condutor (ou cabo pira-raios) critica nas condi&es mais
desfavoriveis, as dista^ncias do condutor (ou pat-a-raios) criticas ao obstkulo a
travessado, as cer-cas existentes e OS eixos dos suportes do vao de travessia.
11.5.3 Oetalhes esquematicos dos suportes utilizados, com~indicaGao do tibo e
dimens& principais.
11.5.4 Detalhes, na escala,minima l:25, da fixa&o dos condutores e dos tabos
pgra-raios aos suportes da travessia, corn indica$ao da quantidade, tipo e carac-
teristicas principais dos isoladores (material, dimensoes, carga de ruptura).
11.5.5 Caracteristicas meckicas dos cabos condutores e para-raios utilizados
(niimero, material, se&o, bitola ou diametro, codigo, carga de ruptura, carga rni
xima de trabalho).
11.5.6 Caracteristicas elitricas da linha projetada (tensso nominal, mimer0 de
fases, nGmero de circuitos, mimero de condutores por fase, corrente normal maxi
ma).
12 FAIXAS DE SEGURANCA
12.1 A largura da faixa de seguraya de “ma linha aerea de transmissao de ener-
gia elgtrica deve ser determinada levando-se em conta o balanGo dos cabos devido
j a&io do vento, efeitos el6tricos e posicionamento das fundasoes de suportes e
estais.
12.2 No case de uma kica linha, a largura minima da faixa de seguranGa 6 dada
pela expressso (ver Figura 19 do Anexo A):
L = 2 (b + d + D)
Onde:
b = dis&cia horizontal do eixo do suporte ao ponto de fixagao do condutor
mais afastado deste eixo, em metros;
d = soma das proj~e&es horizdntais da flecha do condutor e do comprimento da
cadeia de isoladores, em metros, ap6s se” deslocamento angular 6 devido
i a5ao do vento;
D = D,/l50, em metros, no minim0 igual a 0,s m;
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R = .%gulo de balance da cadeia e do condutor (considerados OS mesmos), cal
culados Segundo 10.1.4.3.
12.2.1 A velocidade do vento de projeto (se&o 4.8) utilizada no calculo do de?
locamento angular R deverg ter urn periodo de retorno igual ou superior a 10
anos e urn period0 de integracao de 30 segundos.
12.2.2 A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura media dos cabos.
12.2.3 A temperatura associada ao vento de projeto para o calculo da faixa 6 a
temperatura coincidente (secao 4.~5).
12.3 No case de circuit0 simples, corn coodutores dispostos num mesmo piano ver-
tical, o eixo da faixa de seguranca i determinado pela intersecao deste plan0
vertical corn a superficie do terreno. Neste case, a dis&cia “b” i tomada igual
a zero, porem o suporte e was fundacoes devem estar sempre dentro da faixa (ver
Figura 20 do Anexo A).
12.4 No case de fi linhas CM caminhamento paralelo, a largura minima da faixa
de seguranga e dada pela formula:
L = C dsi + dl + bT + DT + d + bn + D
n n
Onde:
C dsi = dista^ncia conforme Figura 21 (Anexo A), observando-se 10.5;
dl, DI. d,.,, Dn = distancias indicadas na Figura 21 (Anexo A), calculadas con
forme 12.2;
bl, bn = distancias horizontais dos eixos dos suportes mais externos
aos seus pontos de fixacao do condutor mais afastado, con-
forme Figura 21 (Anexo A).
12.5 No case de tensao nominal superior a 230 kV, a faixa de seguranca deve ser
verificada quanta aos.aspectos referentes 5 ignicao de combustivel, aos niveis
de radio-interfersncia, ao ruido audivel e 5 interfercncia na recepcao de TV,
compativeis corn a regiao atravessada pela linha.
12.5.1 0 valor do campo eletrico’ao nivel do solo, no limite da faixa de segu-
ranca, nao deve ultrapassar 5 kV/m.
12.5.2 OS aspectos mencionados nesta secao poderao governar a escolha da largu -
ra da faixa de seguranca.
12.6 Recomenda-se que as fundacoes dos estais fiquem situadas dentro da faixa
de seguranca. Nos cases necessirios, a largura da faixa podera ser aumentada nos
locais de instalacao dos suportes.
13 LIMPEZA DE FAIXA
13.1 Onde for necessario devera ser prevista uma faixa limpa corn largura _,suf i
ciente para pernitir a implantacao, operacao e manutencao da linha.
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34 NBR 542211985
13.2 0 desmatamento da faixa dewera ser reduzido ao minima estritamente necess&
rio para asseguar condiG& satisfatsrias de construsao, operagao e manutenG:o
da linha.
D revestimento vegetal existente na faixa devem ser objeto de limpeza setetba
Segundo o critgrio mostrado na Figura 22 (Anexo A), que representa urn coite
transversal em qualquer ponto ao,longo do via. Sao permitidas simplifica&ies no
criteria acima, nos cases de faixas estreitas, corn a adogao de apenas urn ou dois
niveis de al tura de’vegetatao. A altura minima H devera ser calculada conforme a
expressa”0:
DU
H = 4,0 + 0,Ol (--- - 50), se U > 87 kV
6
Cal
H = 4,0 se U < 87 kV
13~.3 Se o revestimento vegetal na faixa de seguranga for considerado de preser-
vasao permanente, o mesmo nao podera ser desmatado. E permitido tao somente a e
xecugao de clareiras nos locais de locacao e montagem dos suportes. Apes a manta
gem da linha 6 permitida a utiliza&o da faixa para fins de manutenfao.
13.4 Quando a linha atravessar areas de canavial, recomenda-se proceder 2 eria-
diasao total dos canaviais existentes na faixa de seguranga.
13.5 Recomenda-se manter as arvores situadas fora da regiao de bal~an5o dos cot
dutores corn altura tal que, cam a swore possa vir a cair em direG%o a 1 inha,
em moment6 algum sua distancia aos condutores seja inferior a 0,5 + 0,0025 DU, em
metros, e a05 suportes e/au estais seja inferior a 0,5 metros.
13.6 A limpeza da faixa de segurawa e a constru&o de estradas de acesso devem
ser executadas procurando-se limitar ao minima seu impacto sobre o meio ambien-
te. A vegeta&o rasteira deve ser sempre preservada, corn objetivo de evitar era-
SSO.
13.6.1 Devem ser evitados desmatamentos e tortes no terreno que desencadeiem ou
acelerem processes de erosao e/au afetem mananciais existeotes na regiaa.
13.6.~ Nas travessias de grotas profundas ou em outras situaC;es onde a altura
dos condutores em rela&o ao solo for significativa, a vegetagao dew ser preser -
vada, limitando-se o torte de arvores ao estritamente necessario 2 implantaG:o ,
operaGao e manuten&o da linha de transmissao.
13.7 Ap& a montagem da linha i permitida a utiliza&o do terreno da faixa para
culturas, desde que a dista^ncia entre o topo das culturas e o condutor na condi-
&o de flecha maxima, sem vento, fique, no,minimo, igual 5 dista^ncia H definida
no item 13.2.
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14 AF’ROXIMACAO DE AEROPORTOS E SINALIZAQKO
14.1 Ao passar nas proximidades de aeroportos, as linhas devem ser projetadas
de forma a ficarem inteiramente situadas abaixo do gabarito de aproximacso do a~
roporto e ser s inal izadas, em conformidade corn as determinacces do Oecreto n?
83399 de 03.05.79, clue regulamenta o capitulo III do Titulo IV do Decreto-Lei
no 32 de 18.11.66 do Codigo Erasileiro do Ar (Das Zonas de Prote& de Aenjdro
mos, de Helipontos e de Auxilio a Navegacao Aerea).
14.2 No que se refere a sinaliza&, o projeto de 1 inha deve atender as prescri
-
GSes apliciveis das NBR 6535, NBR 7276 e NBR 8664.
IANEXO A
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ANEXO A - FlOURAS
FIGURA 8 - Disthcias da sqwanqa a locais acesheir somema a pedestmr
FIGURA 9 - Travesria de rodoviss
FIGURA 10 - Tnvgsir,& fsrmvias n& &bfiixdas
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FIGURA 11 - Tnvessis de iauss w@veis
Eixo da linlw de
ener#o eldtrica
FIGURA 12 - Tratiia Be linhas de tramsmiss% ou de teiecomunia6o
FIGURA 13 .- Dittfincii~de reguraw’a telhador B tenawi
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FIGURA 14 - Din4ncis de sqeguraq a parades
FIGURA 15- DirtPnc’ia dd se~uranqa P iniulag6es transportadorns
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FIGLJRA 15 - Disthcir da rsgunnqa a vehbr rodovihior e ferroviaraor
ximatio entre
394
FIGURA 17 - Disthcla entre oondutores em rupmtes diierentes
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ELIC. ,/es
FIGURA 18 - Aprasent&o da projetoa de t-ia
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FIGURA 19 - F&a de sewi& - condutores dispostos horizontalmeme
FIGURA 29 - Faiu de wvidio - condutores dispostos verticalmente
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-1‘.-.:z
.A‘
-.-.---.t~.-_-
-.JLd .-.-.-. -
-
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Corte transversal
Perfil longitudinal
Planta
FIGURA 22 - Esqwma para linweza de faiti de segunnqa
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I II I I I ” I I
I  A 1  I-’ I
40
FIGURA 23 - Temperaura ddia PC)
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46 NBA 542211995
P
FIGURA 24 - Tempratura mhcima media PC1
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FIGURA 2’5 - Temperatun chin (q)
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,
? I JY e
FIGURA 26 -Tempentura dxima PC)
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I (
I
FIGURA 27 - Mklia das tempenturas mfnimss dilriar PC)
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~tempo de integra@o da m4dia: 10 min
perlodo de retorno: 50 anos
.a lomdealtura
terreno de categoria t?
FIGURA 28 - Velocidade Msica do vent0 (m/s)
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perlodo de integraqk da m&h: 10 min
a 10 m de altura
terreno corn gnu de rugosidada B
FIGURA 29 - Fwhetro alfs da distribui#a estatfstica de Gumbe~(~m/s)-1
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perlodo de integra@o da m&h: 10 min
a 10 m de altura
terreno corn gnu de rugosidade B
FIGURA 30 - Rrimetro beta da disttribaii~o estatktica de Gumbel (m/s)
/ANEXO B
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ANEXO B - MEDlt$iO E TRATAMENTO DE DAD09 DE TEMPERATURA AMBIENTE
B.l 0s dados de temperatura do ar devem ser provenientes de esta&es meteorolo
gicas que atendam os,requisitos basicos especificados pela Organizagao Mundial
de Heteorologia.
8.2 Para OS fins desta Norma, sao necessrios OS seguintes registros de tempera-
tura do ar, coletados por urn period0 de 10 anos.
a) minima diaria;
b) m&ima disria;
c) midia diiria.
8.3 A temperatura coincidente coin a velocidade de vento de projeto sera dada pc
la &dia dos valores minimos diaries.
8.4 A temperatura,media do ar seri determinada pela media das temperaturas rng
dias diarias.
8.5 Temperatura mixima.m&dia do ar sera determinada pela media das temperaturas
mkimas diarias.
8.6 A temperatura mhima (t50max), para urn period0 de retorno (T) de 50 anos,
sera determinada atrav& da seguinte equagao:
t50mSx
= imax + 2,59 cfrnsmax
Onde:
Lx = media das temperaturas maximas anuais (‘C);
o-
max
= desvio-padrao da distribuisbo de temperaturas miximas anuais (‘C).
6.7 A temperatura minima (t50min ), para urn period,0 de retorno (T) de 50 anos ,
sera determinada atraves da seguinte equasao:
t50min = ‘min
- 2,59 omin
Onde:
Tmin = media das temperaturas ~minimas anuais (‘C) ;
0 .
mln
= desvio-padrao da distribuisao de temperaturas ~minimas anuais (OC).
IANEXO c
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NBR B422/1995 55
ANEXO C - RECOMENDAC6ES PARA OBTENt$O E TRATAMENTO DE DADOS DE VENT0
~11 OBTENCAO DOB DAD09 DE VENT0
C-l.1 As velocidades e dire&es do vento devem ser obtidas atrav& de ane&gra-
fos regi stradores, instalados em regioes e locais que permitam uma intecpretagao
confikl dos dados, no que diz respeito a obstkulos para o vento e 2 catego,ria
de rugosidade do terreno circunvizinho.
C-l.2 Reccmenda-se a instalasao dos anemografos em campo sberto, a 10 m de altu
ra do solo, preferencialmente em regioes corn coeficiente de rugosidade o:o infe-
rior a 1 ,0 (ver Tabela 1).
C-l.3 Para analise da altura efetiva de anemografos nao tnstalados de ,acordo
corn as recomenda&es anteriores, sugere-se:
a) se o anemografo est,iver localizado.pr&imo a numerosas pequenas obstru
&S, tais coma vegetacgo de pequena altura (sebes, cerrados, etc) ou
cons.truGGes esparsas (de urn pavimento) , a altura efetiva deve ser con-
siderada igual a altura do anemografo decrescida da altura m&dia dos
obstkulos 5 sua volta;
b) quando o anemografo estiver montado em cima de altas edifica&es, sua
altura efetiva deve ser tomada igual a metade da altura da edificagao,
acrescida de sua altura sobre a mesma.
C-2 OBTENI$O DAVELOCIDADE BABICA DE VENT0 (V,,t
C.2.1 A analise de informaGoes meteorologicas tern mostrado que a distribui&ao
de.ventos maximos anuais pode ser,representada corn boa aproximaG;o por uma lei
de distribuigao de valores extremes (lei de Gumbel - tipo I). Essa lei estima a
probabilidade P(V) da velocidade do vento ser superior a urn dado valor V e, con
seqtientemente, o seu periodo de retorno T atraves das expressoes:
v - i + 0,45 . ov
P(V) = 1 - eme (- ‘TI 1
J6
%
T-1
p(v)
Onde:
v = valor media das velocidades de vento maximas anuais registradas durante
n anos. Para uma boa aproximagao, deve-se dispor de dados obtidos duran
te pelo menos uma dezena de anos.
o,, = desvio-pad&o das velocidades de vento maximas anuais registradas duran -
te n anos. Neste case deve-se dispor de dados obtidos durante pelo me
nos 20 anos.
C-2.2 Caso a altura de obtenG:o das velocidades de vento (c) seja diferente de
10 metros, deve-se proceder conforme a expressso a seguir:
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56 NBR 5422/1665
l/n
“1 Om’ =
ii. (‘0)
H
Onde:
H = jltura efetiva de obten& de i, em metros;
n = coeficiente de vari&o da velocidade do vento corn a altura, obtido atra
v& da Figura 30, fun& da categoria de rugosidade do local de obten&
de 9 e do seu periodo de integra&%.
0.1 5
0,lO
460 090 WJ
Coeficients da rupoeidade - Kr
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NBR 64WlSS5 67
c-2.3 A corr&o do interval0 de integracao de V,Om para 10 minutes i dada pela
seguinte expressso:
V
V
lOm,lO”
;. 10m
Kd
Onde:
Kd
- fator que correlaciona OS valores midios de vento a 10 metros de altura
do solo, para diferentes periodos de integragzo, fungi0 da categoria de
rugosidade do local de obten$Zo de i, atrav6s da Figura 1 (se&o 4.8.3).
c-2.4 A expressao a seguir apresenta a correlaF:o entre velocidades midias (corn
periodo de integrasao de 10 minutes) para diferentes categorias de rugosidade do
solo.
V
VlOm,101
lOm,lO’,B
Kr
Onde:
Kr = coeficiente de rugosidade de solo do local de obtencao de v, obtido d
trav& da Tabela 1, (se&i0 4.8.1).
c-2.5’ De posse de VIOm lo,B obtem-se Vb, corrigindo seu period.0 de retorno (T)
para 50 anos, conforme i seguir:
Vb = vl&~,l~t,~ . (1 + 2,59$- )
c-3 CoRBECAO DO PERlbDO DE RET&No (T)
A correlasao de Vb para o periodo de retorno desejado deve ser feita conforme a
express50 a seguir:
A+B
VT = Vb
c -!Ln[-!2n (1 - +]
C
Sendo:
aV
A= 1 - 0,45-
v
Bza ”--
Tr ii
%c = 1 + 2,5g -
v
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Nbr 5422 nb 182 projeto de linhas aereas de transmissao de energia eletrica

  • 1. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN PROJETO DE LINHAS AcREAS DE TRANSMlSSiO DE ENERGIA ELhRlCA ERRATA ri COLETANEA DE NORMAS “LINHAS DETRANSMISSAO” &ta ERRATA N’ 1 de JUN 1996 tern par objetivo corrigir a NBR 5422. contida na COLETANEA - LINHAS DE TRANSMISSAO no SegUinte: on& se le: “Mad65“ Origem: ABNT 03:09.11.1-001 (NB-16Z64) ~-3 - Cornit& Erasileiro de Eletricidade CE-3:ll.l Comissk de Estudo de Projeto e Execu@o de Linhas A&as SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOClA~iiO BRASILEIRA METROLOGIA, NORMALIZACiiO DE NORMAS TiCNlCAS E QUALIDADE INDUSTRIAL 0 NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA CDU: 621.315.17 Todos os direitos resewados 1 pigina Cópia não autorizada
  • 2. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN PROJETO DE LlNHA9 ACREAS DE TRANSMISSAO 03.019 DE ENERGIA ELeTRlCA NBR 5422 Procedimento FEV/l985 SUMARIO 1 Objetivo 2 Normar e/w documentos complementares 3 DefiniqZer 4 ParSmetros meteoml~icos e corre+s 5 Cabor cowJumms e cabm pjnwaior 6 lsoladores e fwlqenr 7 suportes e funda+ 9 Gfoqorme&icos 9 Atermmento 10 Dist&~cisr de segtra~~ 11 Tnweuias 12 F&as de segrranp 13 Limpeza de f&s 14 Apmximeqiia de ~rqmrtos e sinalizq& ANEXO A - Figurns ANEXO B - Medi& e tratamento de dados de temperaura ambiente ANEXO C - RecomendqGs para obtenq§o e tntamento de dados de “ento 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma fixa as condi@es bisicas para o projeto de linhas a6reas de transmissBo de energia eletrica corn tensso tixima, valor eficaz fase-fax, acima de 38 kV e n& superior a 800 kV, de modo a garantir niveis minimos de seguransa e 1 imitar perturbasoes em instala!%es proximas. 1.2 Para simplificar a red&o, onde nao houver possibilidade de dcvida, as li- nhas aiieas de transmissao de energia el6trica serao abreviamente designadas por 1 inhas. 1.3 Esta Norma aplica-se tambern a projetos de reisolamento e/au de reform de linhas &was de transmissso. 1.4 Em instal&es provisorias as prescri6es desta Norma nao precisam, necessa - O&em: ABNT - 3: 99.11.1-99111984 CB3 - Cornit Brasileim de Eletricidade CE.3: 09.11.1 - ComissZa de Estudo de Projetos e Exec@o de Linhas A&-ear SISTEMA NACIONAL DE METROLOGIA. NORMALIZACAO E QUALIDADE INDUSTRIAL P&vmcbave: ensrgia &t&a. ABNT - ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS 0 NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA CDU: 621.31517 57 p&as Cópia não autorizada
  • 3. Copia impressa pelo Sistema CENWIN 2 NBR 5422/1985 * riamente, ser atendidas. 1.4.1 Entende-se por instagk provisoria aquela executada em carater temporirio, geralmente a fim de manter a continuidade de service durante as falhas em insta - la@es existentes. 1.5 As prescrigoes desta Norma nao sao validas para os projetos de: a) redes de distribuicao urbana e rural; b) linhas de transmissao corn condutores isolados; c) linhas de contato para tracao eletrica; d) linhas de telecominucasao. Para linhas de corrente continua, OS requisites de distsncias de seguranca (Capi tulo 10, 11 e 12) serao OS mesmos necessaries a uma linha de corrente alternada corn a ten&o de crista para terra numericamente igual a da linha de corrente con- tinua. 2 NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Na aplicacao desta Norma e necessario consultar: - Decreto nO 84398 de 16.01.80 Dispoe sobre a ocupagao de faixas de dominio de rodovias e de terrenos de dominio pfiblico, e a travessia de hidrovias, rodovias e ferrovias, por Ii- nhas de transmissao, subtransmissao e distribuicao de energia elitrica e da outras provid&ncias; - Decreto n? 86859 de 19.01.82 Altera o Decreto n? 84398, de 16 de janeiro de 1980, que dispoe sobre a ocl pagao de faixas de dominio de vias de transporte e de terrenos de dominio piblico, e a travessia de vias de transporte, por linhas de transmissao, su- transmissao e distribuigao de energia eletrica. - Decreto n? 83399 de 03.05.79 Regulamenta o Capitulo III do Titulo IV do Codigo Brasileiro de Ar (Das 20 nas de Protecao de Aerodromos, de Helipontos e de AuxTlios 5 Navegagao A2 rea). NBR 5032 - lsoladores de porcelana ou vidro para linhas aereas e subestagoes de alta - Especificagao. NBR 5049 - lsoladores de porcelana ou vidro para linhas aereas e subestacoes de alta tensso - Ensaios - Metodo de ensaio. NBR 5111 - Fios de cobre nc de seca”o circular para ~fins eletricos - Especifi cacao. NBR 5118 - Condutores eletricos de aluminio - Fios de aluminio nik de seg& circular para fins eletricos - EspecificaGao. NBR 5158 - Ensaios de fios de cobre nii de segao circular para fins eletricos - Metodo de ensaio. Cópia não autorizada
  • 4. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422l1995 3 NBR 5349 - Cabos de cobre nk para fins eletricos - Especificqk NBR 5456 - Eletroticnica e eltrcnica - Eletricidade geral - Terminologia NBR 5460 - Eletrotecnica e eletrhnica - Sistemas eletricos de potencia - Ter- minologia NBR 5464 - Eletrotecnica e eletronica - Interferkcias eletromagnOticas - Terminologia NBR 5471 - Eletrotecnica e eletrsnica - Condutores eletricos - Terminologia NBR 5472 - Eletrotecnica e eletr&ica - lsoladores e buchas - Terminologia NBR 5908 - Cordoalhas de sete fios de aso zincado para cabos psra-raios - E5 peci f i casao NBR 5909 - Cordoalhas de fios de a$o zincados para estais, tit-antes, cabos mensageiros e uses similares - Especificagao NBR 6118 - Projeto e execqao de obras de concrete armado - Procedimento NBR 6122 - Projeto e execqao de funda@es - Procedimento NBR 6124 - Determinaqao da elasticidade, carga de raptura, absorgao de iqua e da espessura de cobrimento em pastes e cruzetas de concrete ar- mado - Metodo de ensaio NBR 6134 - Pastes e cruzetas de concrete armado - Especificasao NBR 6229 - Pastes de eucalipto preservados sob pressso - Especificagao NBR 6231 - Resistkcia ?I flexso de pastes de madeira - M&odo de ensaio NBR 6232 - Penetraqao e rete@o de preservatives em pastes de madeira - M&- todo de ensaio NBR 6535 - SinalizaGao de linhas de transmissao, corn vista 5 seguranqa da inspeGs aerea - Procedimento NBR 6547 - Eletrotecnica e elet&ica - Ferragens de linhas a&reas - Termino - logia NBR 6548 - Eletrotecnica e eletrcnica - Transmissao de energia eletrica e corrente continua de alta tensao - Terminologia NBR 6756 - Fio de a$o zincado para alma de cabo de aluminio - EspecificaGao NBR 7095 - Ferragens eletrotknicas para linhas de transmissao e subestagoes de alta tensso e extra alta tens% - Especificaqao NBR 7107 - Cupulhas para conchas de engate concha-bola - Especifica& NBR 7108 - Vinculos de ferragens integrantes de isoladores para cadeia - Pa droni zasao NBR 7109 - lsolador tipo disco - Padronizasao NBR 7270 - Cabos de aluminio corn alma de a$o - EspecificaGao NBR 7271 - Condutores de aluminio para instala+s aereas corn ou sem cobertl ra protetora - Especi f i caGZ0 NBR 7276 - Sinalizagao de advertkcia em linha aerea de transmissao de ener gia eletrica - Procedimento NBR 7430 - Manuseio e larqamento de cabo CAA em linhas de transmissao de energia eletrica - Procedimento. Cópia não autorizada
  • 5. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 4 NBR 542211985 NBR 8449 - Dimensionamento de cabos para-raios para linhas aereas de trans - m,issao de energia eletrica - Procedimento NBR 8664 - Sinalizagao para identificagao de linha aerea de transmissao de energia el&trica - Procedimento 3 DEFlNlCdES Para os efeitos desta Norma sao adotadas as definicoes 3.1 a 3.7 e complement5 das pelos termos tecnicos das NBR 5456, NBR 5464, NBR 5472, NRR:5471, NBR 5460, NBR 6547,e NBR 6548. 3.1 I& de vento (de um suportel Media aritmetica dos vaos adjacentes ao suporte. 3.2 V&T de peso (de urn suporte) Distzncia entre OS pontos corn tangente horizontal das catenarias dos vaos adja centes a0 suporte. 3.3 Reisohento Conjunto das modificacoes necessarias para permitir que a linha possa opera r , continuamente, em tensao superior a de seu projeto original. 3.4 Reforma Construcao e/au substituicao, em carater permanente, de trechos e/au componen - tes da linha, corn a finalidade de restabelecer, manter ou melhorar as condigoes de operacao da instalacao. OS services ordinaries de manutengao nao sao conside r-ados corn0 reforma. 3.5 Condipio de emergkia Situacao em que a linha transporta corrente acima do valor nominal do ‘projeto, durante period0 de tempo considerados curtos em relacao ao period0 anual de opg rar$io. 3.6 Per&do de retorno CT1 lntervalo media entre ocor&ncias sucessivas de urn mesmo evento durante urn E riodo de tempo indefinidamente longo. Corresponde ao inverse da probabilidade de ocorr&cia do evento no period0 de urn ano. 3.7 Simboh 0s principais simbolos utilizados nesta Norma sao OS indicados a seguir: 90 = pressso dinsmica de referencia, em N/m2; “b = velocidade basica de vento, em m/s; VT = velocidade do vento para o periodo de retorno T, em m/s; V = velocidade do vento de projeto, em m/s; P a = coeficiente de efetividade da pressso do vento, adimensional; Cópia não autorizada
  • 6. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422l1995 5 D = distsncia de eguranca, em metros: -1 I: = expoente de cnrre@ da altura para a velocidade de vento, adimensio - flal; U = tensso m&ima de opera$o da linha, valor eficaz fase-fase, em kV; DU = distsncia, em metros, numericamente igual a U; H = altura sobre o solo, em m; f = flecha do condutor, na’condiqao de trabalho de maior duraqao, em m; L = largura da faixa de seguransa, em m; T = period0 de retorno, em anos. 4 PARAMETROS METEOROL6GICOS E CORRECdES 4.1 wmperatura media Valor media da distribuiqao das temperaturas co+ taxa de amostragem hhlraria (Fi- gura 23 do Anexo A). 4.2 Temperatura m&ima me’dia Valor media da distribuigao das temperaturas maximas diarias (Figura 24 do Ane_ xo A): 4.3 Temperatura minima Valor minima corn probabilidade de 2% de vir a ocorrer temperatura menor anualmen - te, obtido da distribuigao de temperaturas minimas anuais (Figura 25 do Anexo A). 4.4 Temperatura m&ima Valor miximo corn probabilidade de 2% de vir a ser excedido anualmente, obtido da distribui$ao de temperaturas maximas anuais (Figura 26 do Anexo A). 4.5 Temperatura coincidente Valor considerado como media das temperaturas minimas disrias e suposto coinci dente corn a ocorrencia da velocidade do vento de projeto (Figura 27 do Anexo A). 4.6 Obten&io dos dados de temperatura Em substitui$ao aos valores indicados nas se@es anteriores, OS dados de tempera - tura para a regiao atravessada pela linha podem ser estabelecidos pela propriety ria da mesma quando tiverem sido executadas medi@es especificas para a regiao em questao, desde que a rede de medi@es local fornega dados mais confiaveis, corn urn born sistema e razo&el period0 de registros, e adequada densidade de esta - @es. 0 Anexo B apresenta recomenda@es para as medi@es e para interpreta&Ses dos resultados. 4.7 Veibcidade b&ica do vento (V,) Velocidade do vento referida a urn period0 de retorno de 50 anos, a 10 m de altu - Cópia não autorizada
  • 7. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 6 NM 5422/1985 i-a do solo, corn periodo de integrasao de 10 minutes e medida em urn terreno CORl grau de rugosidade 8. 4.7.1 No case de houver dados especificos disponiveis de velocidade de vento, a velocidade basica do vento (V,) dew ser determinada em fun$o das medisks de velocidade do vento para a regiao de implantagzo da linha (ver Anexo C). 4.7.~ Na falta de medi@zs especificas para a vegiao de implataG:o da linha, o parsmetro Vb pode ser determinado a partir da Figura 28 do Anexo A, que apresen ta urn mapa de velocidades basicas do vento para o territorio brasileiro. 4.8 'Ve'etocidade do vento de projeto (VP) Valor determinado a partir da velocidade basica do vento (V,), corrigida de mode a levar em conta o grau de rugosidade da regiao de implat@o da linha, o inter _ vale de tempo necessario para que o obstkulo responda 5 asao do vento, a altura do obstkulo e o periodo de retorno adotado. 4.8.1 ~orre&io de rtigosihde puatro categorias de terreno sao aqui detinidas corn seus respectivos coeficintes de rugosidade (Kr), podendo ainda, a partir dos valores da Tabela 1, ser obt i- dos, por interpol+o, outros coeficientes para rugosidades intermediarias. TABELA 1 - Coeficienter de rugoridade do twrwo Categoria Coeficience de do Caracteristicas do terreno rugosidade terreno K .r-- Vastas extensoes de aqua; areas pla: A “as costeiras; desertos pianos 1,08 6 Terreno aberto corn poucos aobstsculos l,oo C Terreno corn o’st~culos numerosos e pequenos rJ,85 b Areas urbanizadas; terrenos corn mui- tas Grvores altas 0,67 Notas: a) em vales que possibilitem uma canalizaG:o de vento em dire+:0 desfavo -. r&e1 para o efeito em Suestao, dew-se adotar para Kr uma categoria imediatamente anterior a que foi definida corn as caracteristicas apre- sentadas “a Tabe:a 1. Cópia não autorizada
  • 8. Copia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 7 b) os valores de Kr correspondem a uma velocidade de vento media sobre 10 minutos (period0 de integracao de 10 minutos),,medida a 10 m da altura do solo. cl as mudancas previstas nas caracteristicas da regiao atravessada de- vem ser levadas em conta na escolha de Kr. 4.8.2 cOrrew-0 do per&do de retormo fT) 4.8.2.1 OS valores de Vb indicados na Figura 28 referem-se a urn period0 de retor- no de 50 anos. 0 valor VT de velocidade de vento referido a outro period0 de re- torno T.pode ser calculado pela formula: -En (l-+) VT = i - 1 cr Onde: 6 = estimador do fator de escala da distribuicao de Gumbel, obtido da Figura 29 i = estimador do fator de posicao da distribulcao de Gumbel, obtido da Figura 30. 4.8.2.2 No case de utilizacao de dados proprios, a determinack da velocidade do vento para qualquer period0 de retorno T pode ser feita coma indicado no Anexo C. 4.8.3 Corre~~o do period0 de integracab ftl A Figura 1 apresenta a relacao Kd entre OS valores midios de vento a 10 metros de altura do solo, para diferentes periodos de integracao e rugosidades de terreno. IFIGURA 1 Cópia não autorizada
  • 9. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN El NBR 5422/1985 Kd ,1 2 ” 10 P30, ,I 2 ” 5 10, Segundo8 Minutes ih FIGURA 1 - Ralsgio entre PI velocidadn medisr a 10 m desltun 4.8.4 Corre&io de altma A corre$~ da velocidade de vento para alturas diferentes 6 dada pela formula: VH = v,. (+, “” Onde: “10 = velocidade de vento a 10 m de altura “H = velocidade de vento 3 altura H 0 coeficiente n depende da rugosidade do terreno e do period0 de integraqao t, conforme Tabela 2. Cópia não autorizada
  • 10. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1995 9 TABELA 2 - Valoras de n para mrrf@a da velocidade do vmto em fun&b da alturn Categoria do terreno 13 12 10 0,5 12 11 995 a 4.8.5 Obten&io da veLocidade do vento de projeto Combinando-se 4.8.1, 4.8.2, 4.8.3 e 4.8.4, a velocidade de projeto do vento 6 da- da pela f&mu,la: VP = Kr . Kd ( +I I’“. VT 5 CAB09 CONDUTORES E CAB09 PARA-RAlO9 5.1 GeraZ 5.1.1 OS cabos devem atender as prescri@es das NBR 5111, NBR 5159, NBR 5349, NBR 7270, NBR 7271, NBR 5118, NBR 6756, NBR 7430, NBR 5908, NBR 5909 e- NBR 8449. 5.1.2 As condi@es ambientes que definem as hipoteses de calculo meckico dos cabos sao as seguintes: a) temperatura midia (ver 4.11, sem vento (condi@o:de trabalho de maior duragao) ; b) temperatura maxima media (ver 4.2), sem vento; c) temperatura minima (ver 4.31, sem vento; d) temparatura coincidente quando da ocorrencia de velocidade do vento de projeto (ver 4.5 e 4.8). 5.2 Tempemtma dos mbos 5.2.1 As temperaturas dos cabos, mgdia, minima e coincidente, devem ser conside radas iguais a temperatura ambiente, alineas “a”, “c”. e “d” de 5.1.2, respectiva mente. 5.2.2 A temperatura maxima dos condutores deve ser determinada a partir das co” Cópia não autorizada
  • 11. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 10 NBR 542211995 di$es ambientais (temperatura, radia@ solar e velocidade do vento) e de COT rentes possiveis de ocorrerem simultaneamente, de acordo corn registros de dados meteorcl6gicos e curvas de carga estimadas. Recomenda-se que sejam verificadas, no minima as seguintes condishes: a) corrente mkima, corn as condiG& ambientes correspondentes; b) temperatura ambiente e radia@ solar maximas, corn uma corrente compa tivel corn estas condi@es. 5.2.2.1 Devem ser verificadas ainda outras condi@es nas quais, corn base nos da dos disponiveis, seja possivel a ocorrencia de temperaturas mais elevadas. 5.2.2.2 Por seguranGa, recomenda-se a utilizagk de uma velocidade de vento Go superior a 1 m/s. 5.2.2.3 Na falta dos dados acima mencionados, recomenda-se a utiliza+ simulta^ - nea dos seguintes valores: a) temperatura mkima media (segao 4.2); b) radia@ solar = 1000 W/m2; c) brisa a 1 m/s; d) corrente maxima. 5.3 Flecha &;eima 5.3.1 A flecha maxima dos cabos condutores corresponde a condigk definida em 5.2.2. 5.3.2 No c~lculo da flecha m&ima dos cabos deve ser considerado o alongamento devido a fluikcia dos mesmos num periodo minima de 10 anos. 5.4 cargas nos cabos 5.4.1 As cargas nos cabos decorrem de seu peso proprio, da press& de vento ho- rizontal, uniformemente distribuida ao longo do vao e da componente horizontal da tra& axial. 5.4.2 A pressso do vento sobre a srea projetada dos cabos deve ser calculada utilizando o m&odo apresentado em 8.2.2. 5.4.3 Na hipotese de velocidade maxima de vento, o esforqo de tra$& axial nos cabos nao pode ser superior a 50% da carga nominal de ruptura dos mesmos. 5.4.3.1 Na condiG& de temperatura minima, recomenda-se que o esfor$o de tra@k axial nos cabos &I ultrapasse 33% da carga de ruptura dos mesmos. 5.4.3.2 Na condiG& de trabalho de maior dura$, case n& tenham sido adotadas medidas de prote& contra OS efeitos da vibragao, recomenda-se limitar o esfor - ho de tra$k nos cabos aos valores mkimos indicados na Tabela 3. Cópia não autorizada
  • 12. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 11 TABELA 3 - Cargas mkimas remmendadas pan cabor na mndi@a de trabalho de maim due, rem dispositivos de protwo contra vibra@a Cabos (% de carga de ruptura) AGO ‘. : AR 16 40 EAR 14 AGO-cob re 14 AGo-aluminio 14 CA 21 CAA 20 CAL 18 CALA 16 CAA- EF 16 5.4.4 Para maior prote$ao dos cabos contra danos devidos 5 vibragao eolica, de ve ser prevista a utiliz@o de dispositivos especiais ou amortecedores de vi- bragao, principalmente nos cases de grandes vaos situados em regioes planas, travessiasde grandes rios e de lagos. ou ainda quando as caracteristicas dos ventos locais, aliadas i tensso mecanica e dismetro do cabo, favorecerem a ocor rkcia de vibra$Zo ehlica. 6 ISOLADORES E FERRAGENS 6.1 OS isoladores e ferragens eletroticnicas devem atender 2, NBR 7095, NBR 5032, NBR 5049, NBR 7109, NBR 7107 e NBR 7108. 6.2 OS isoladores rigidos e respectivos acessorios nao devem ser submetidos a urn esforso superior a 40% de sua carga nominal de ruptura. 6.3 OS isoladores para cadeias e seus acessorios nao devem ser submetidos a urn esforGo de trasao superior a 49% da cargawominal de ruptura ~para cargas de dl raF:o prolongada, a 50% para cargas de montagem ou de manutengao e a 60% pa ra cargas de curta dura$ao. 7 SUPORTES E FUNDACdES OS suportes e suas fundashes devem atender as prescri$es das NBR 6134,NBR 6229, NBR 6231, NBR 6232, NBR 6124, NBR 6118 e NBR 6122. 7.1 cargas de pro&to Sao as seguintes as cargas de projeto a secem consideradas: a) esforcos transmi tidos pelos cabos decorrentes dos carregamentos defini - dos em 5.4; b) peso p&prio do suporte; Cópia não autorizada
  • 13. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 12 NBR 542211985 c) peso dos isoladores e das ferragens; d) presse;o do vento no suporte, calculada ~elo m&odo apresentado em 8.2.4; e) pressao do vento nos isoladores e ferragens dos cabos, calculada pelo mitodo apresentado em 8.2.3; f) cargas especiais, conforme 8.4. 7.1.1 0 vento deve ser consider-ado atuando na dire$ao que resultar na condigao mais severa de carregamento. 0 vento e considerado agindo horizontalmente. 7.1.2 Todas as cargas devem ser consideradas atuando sobre o suporte nos PO_? tos reais de aplicasao. Entretanto, podem ser feitas simplificasoes, desde que conservadoras, corn relaG.?o as cargas indicadas em b) e d) de 7.1. As cargas de projeto devem ser combinadas convenientemente entre si, de mode a se obter urn conjunto de hipoteses de c~lculo para fins de verificasao da estabi - lidade desejada para o suporte. 7.3 Funda$es 7.3.1 OS suportes devem ser fixados ao solo de maneira a garantir sua estabili - dade sob a aG:o das cargas atuantes, conforme as hipoteses de calculo adotadas. 7.3.2 Recomenda-se que as caracteristicas do solo sejam determinadas ao longo do eixo da linha para elaboraG:o dos projetoc das funda@es. 7.3.3 Se a fundas% for colocada abaixo dc nivel do len~ol freatico, recowenda -se: a) no c~lculo da estabilidade da fundaGao, considerar a reduFao de peso da fundacao e do solo, devida a sub-pressso hidroststica, na condiGs mais desfavoravel do nivel do lensol; b) no calculo das tensEes de compressao no terreno, considerar o lensol d’agua situado no nivel da base da funda$ao. 7.3.4 As funda@es devem ser de material resistente 5 corrosao ou assim prote - gi,do. 8 ESFORCOS MECANICOS 8.1 Tipo de esforqos mec&icos a que o suporte es& sujeito Sso OS seguintes OS esforsos a que 0 suporte est5 sujeito: a) cargas de vento: aquelas atuantes sobre OS suportes, cadeias de isolado - res e cabos devido 5 a& do vento; b) cargas permanentes: aquelas que praticamente nao variam durante a vida da linha, corn0 por exemplo: peso dos cabos e ferragens e esfor$o trans - versa1 (sem vento) devido aos cabos em suportes de a^ngulo e de ancora - gem; Cópia não autorizada
  • 14. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1995 13 c) cargas especiais: aquelas que ocorrem especificamente durante a constt-u - + e manuten+ da linha. levando em consideragao a presenga simul tS nea de homens para estas atividades. Cons i deram-se tambim corn0 espe- ciais as cargas para preveyao do f&men0 de cascata (queda sucessiva dos suportes), quando da ocorrencia de falha de algum componente da Ii nha . a. 2 cargas de vent0 8.2.1 PPSSS& din&&a de refer&&a (qo) A pressSo dinsmica de refer&cia e dada pela formula: 90 = 4,“; (N/m2) Onde : P = massa especifica do ar, em kg/m3; VP = velocidade do vento de projeto, em m/s (se$ao 4.8). 8.2.1.1 0 valor da massa especifica do ar, e- kg/m:, 6 dada pela formula: P 1,293 ( 16000 + 64.t - = ALT ) (kg/m31 1 + 0,00367 . t 16000 + 64. t + ALT Onde: t = temperatura coincidente, em OC; ALT = altitude mPdia da regiao de implantaC:o da linha, em metros. 8.2.1.2 Corn rela@o aos parsmetros que afetam a determinaqao de VP 4.8.5), recomenda-se o seguinte procedimento: a) period0 de integra$ao: (se+ - ado$ao de 2 segundos para a ~$0 do vento nos suportes e nas ca- deias de isoladones; - adogao de 30 segundos para a a@o,do vento nos cabos, podendo ser adotados outros valores a criteria da proprietiria da linha; b) altura de atuagao - ver 8.2.2.3, 8.2.3.1 e 8.2.4; c) period0 de retorno - adogao do valor minima de 50 anos para as car- gas de vento utilizadas no dimensionamento mecsnico dos suportes. 8.2.2 n&i0 do vent0 nos cabos 0 esforso decorrente da aqao do vento sobre OS cabos em urn vao de comprimento Z, aplicado perpendicularmente ao cabo no seu ponto de fixasao a cada suporte des- te Go, G dado pela fGrmula a seguir: Cópia não autorizada
  • 15. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 14 NBR 542211995 AC = q 2 0 _ Cxc . a . d . y . sen2e (N) Onde: qo = press% dinzmica de referkcia (ses& 8.2.1) C XC = coeficiente de arrasto, igual a 1,tl a = fator de efetividade, adimensional, conforme 8.2.2.1 d = dihetro do cabo, em metros Z = comprimento de vao considerado, em metros 9 = hgulo de incidhcia do vento (_< 90’) em relasao a diregao do vao., FIGURA 2 - Fator da efetividade t ci 1 8.2.2.2 0 esforqo total sobre urn feixe de cabos condutores ser5 igual 5 SOma dos efeitos sobre cada sub-condutor do feixe sem considerar qualquer efeito de bl indagem. 8.2.2.3 A velocidade de projeto deve ser corrigida para a altura media dos CA bos ao longo do vao. 8.2.3 Apia do vento nos isoladores 0 esforso decorrente da aG:o do vento sobre OS isoladores, aplicado na dire@0 do vento no ponto de suspensso da cadeia de isoladores, 6 dado pela f6rmula: Ai = q. . Cxi . Si (N) Cópia não autorizada
  • 16. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 15 Onde: 40 = pressao dinsmica de referhia (ses& 8.2.1) C = coeficiente de arrasto, igual a 1,2 xi ‘i = irea de cadeia de isoladores, projetada ortogonalmente sobre urn piano vertical, em m2. 8.2.3.1 A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura do centro de gravidade da cadeia de isoladores. 8.2.4 A+ do vento no suporte Para determinar o esforso devido a agao direta do,:vento sobre o suporte, atuan - do na di regao do vento, o suporte i decomposto em troncos de comprimento e; Go superior a 10 metros. A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura do centro de gravidade de cada tronco. 8.2.4.1 Para suportes metalicos trelisados de se$ao transversal retangular, o esforGo devido a agao do vento sobre OS troncos de comprimento e, aplicada “OS centros de gravidade, i dada pela f6rmula: At = q. (1 + 0,2 sen2 28) ( ST,.CxTl sen2c3 + ST2.CxT2 cos2e) (N) Onde: 40 = pressso dinamica de refeckcia (se@0 8.2.1) e = kgulo de incidhcia do vento, conforme Figura 3 ‘Tl “T2 = area liquida total de uma face piojetada ortogonalmente sobre piano vertical situado na dire$ao das faces 1 e 2, respectiva mente, em m 2 c c xT1’ xT2 = coeficiente de arrasto pr6prio das faces ,l, e 2, para urn vent0 perpendicular a cada face, tornado conforme Figura 4, que js le- va em conta as faces a sotavento e 5 barlavento. 8.2.4.2 Para suportes constituidos principalmente de elementos cilindricos ou c&icos (troncos) de dizmetros maior que 20 cm, a aG;o do vento sobre OS troll - cos de comprimento a, aplicada no centro de gravidade desties ultimos, i dada pe la fhrmula: ATc = q. . CxTC . d . 9. . sen3 y (N) Onde: qo = pressao dinsmica de referhcia (se~ao 8.2.1) Cópia não autorizada
  • 17. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 16 NBR 542211965 Y = hgulo formado pela dire& do vento e o eixo do tronco d = dismetro tidio do tronco, em metros a. = comprimento do tronco, em metros C xTC = coeficiente de arrasto para urn vento perpendicular ao eixo do t ron co, tornado conforme a Figura 5 em fun& do mimero de Reynolds (R,). Onde: Re = dJ2qo/P Y p = massa especifica do at- (seg%~ 8.2.1) (kg/m3) v = viscosidade cinematica do ar (v = 1.45 . low5 m*/s a l!?‘C). _.-. .-. FIGURA 3 - AFib do “ento wbre urn fr~nm do ~uporte Cópia não autorizada
  • 18. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN %TC NM 9422/1995 17 FIGURA 5 - Coeficiente de armsto para pain6is de su~wtescompoatorde slemsnta clllndricos de d&metro superioi a 20 cm 8.2.4.3 Para supurtes constituidos principalmente por elementos tronco pirami dais, a a@o do vento sobre os troncos de comprimento !I, aplicada em sews cm- tros de gravidade, 6 dada pela f;rmula: A.(p = q, . CxTp . a . 1 (N) Onde: q0 = pressso dinsmica de refer&cia (seGao 8.2.1) a = dime&o da coluna na face de incidkcia do vento, obtida da se$Zo transversal ao nivel do centro geometric0 do trecho do elemento, em metros. t = comprimento do tronco C xTP = coeficiente de arrasto para urn vento perpendicular S face 2, tornado da Figura 6, em funqao da rela$ao a/b, sendo b a dimensao da coluna na direqao paralela ao vento, na mesma sesao de a-. Cópia não autorizada
  • 19. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 18 NBR 542211985 23 C xTP 2*0 13 03 w a/b VentQ 0 Ll b FIGURA 8 - Cceficiene de armsto Para suporb% conrtituidos de &mentor prism&icos 8.3 cargas permanentes Recomenda-se multiplicar os valores obtidos para as cargas permanentes pelos se guintes fatores minimos: a) K, = I,15 para cargas mkimas de peso de cabos (vertical); b) K2 = 1,O para o peso proprio do suporte, ferragens de cabos, cadelas de isoladores e para cargas verticais reduzidas; d K,3 = 1,lO para cargas transversais originadas da tragao me&ica dos CT bos . 8.4 Cargas especiais 8.4.1 Cargns de montagem 8.4.1.1 As operagoes de igamento impoem frequentemente esforgos dinsmicos e as simetricos. OS pontos de igamento de todos OS elementos estruturais devem resil tir mecanicamente a pelo menos 2,0 vezes OS esforqos eststicos produzidos pelo metodo de igamento utilizado. 3.4.1.2 Urn fator de 1,s pode ser utilizado se as operaGoes de iqamento do s{ portes forem perfeitamente controladas. 8.4.1.3 Corn relagao k operaGoes de langamento e flechamento, recomenda-se que as cargas verticais (todos OS suportes), transversais (suporte em Shgulo) e lo_? gitudinais (suportes de ancoragem), atuando nos suportes em decorr&cia da tra- $0 nos cabos, sejam calculadas a partir de, pelo menos, 2,0 vezes a traG;o uti Cópia não autorizada
  • 20. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 1s lizada nos cabos em movimento e 1,s vezes a tra$k utilizada nos cabos em repou so nas roldanas. 8.4.1.4 Quando do c~lculo de cargas verticais, recomenda-se que a ancoragem pro vis6ria seja considerada a uma distsncia horizontal superior a t&s vezes a altu ra do cabo no suporte. 8.4.2 cwp3 de manut&io A descida do condutor em um,suporte aumentara a carga vertical “OS suportes adja centes. Todo ponto de suspensao de cabos devera apresentar uma capacidade verti cal nzo inferior a 2 vezes OS esforsos presentes na posigao normal de repouso. 8.4.3 carga de conten$o pcwa evitar o fern-meno cuscata Falhas resul~tantes de defeito de urn element0 da linha, de sobrecarga devido 2 a$So do vento ou d,e evento casual (queda de aviao, sabotagem, etc) sugerem medi das de projeto do suporte para evitar o fenzmeno de cascata, coma a aplica$ao em - suportes de suspensk de carga longitudinal em urn psra-raios ou em uma fase quai quer , equivalente ao esfor$o eststico residual posterior ao rompimento do cabo p.!ira-raios ou da fase. Outros metodos que evitem o fenomeno de cascata tamb6m pg derao ser usados, desde que sejam de comprovada eficigncia. 8.4.3.1 0 esforso estatico residual resultante do rompimento de uma fase ou de urn cabo psra-raios deve ser calculado para vaos de vento,,e carga de tra@io de maior duraGao, sendo permitida a atewaG& da carga resultante devido a fatores coma balanso da cadeia de isoladores, no case de suportes de suspensao, deflexao ou rota& do suporte e da fundasao, exist^encia de braGos ou suportes articula - dos , interaG:o corn outras fases ou cabos que possam influenciar a carga, utiliza - $0 de elementos especiais corn0 grampos deslizantes, etc. 9 ATERRAMENTO 9.1 OS suportes da linha devem ser aterrados de maneira a tornar a resist&cia de aterramento compativel corn0 o desempenho desejado e a seguransa de terceiros. 9.2 0 aterramento deve se restringir j faixa de seguranFa da linha e 60 intel ferir corn outras instala@es existentes e corn atividades desenvolvidas dentro da faixa. 9.3 Fica a crit&io da proprietaria da linha a escolha do mitodo utilizado para o aterramento, uma vez que, de urn mode geral, a solu~ao mais adequada resulta de urn ajuste ticnico-econ6mico entre as diversas vari&eis envolvidas. 9.4 Quando necessario, medidas contra choques el;tricos, provenientes do aterra mento do suporte, devem ser projetadas visando a seguranqa de pessoas e animais. 9.5 0s materiais empregados nos aterramentos devem ser resistentes 5 corrosio. Sua durabilidade no solo deve ser, sempre que possivel, compativel corn a vida itil da l.inha. Cópia não autorizada
  • 21. Copia impressa pelo Sistema CENWIN 20 NBR 5422/1985 9.6 Recomenda-se que seja medida a resistkia de aterramento de cada suporte ap& sua montagem e antes do langamento dos cabos pira-raios, e que sejam feitas as necessirias corregoes, de mode a reduzir a resistkcia de aterramento ao va lor adotado no projeto. 9.7 Se OS cabos psra-raios ji estiverem iancados, OS mesmos de&m ser isolados do suporte durante as medicoes ou, entao, ser usado equipamento de alta f requ&: cia especifice para esse fim. 9.8 Recomenda-se que o condutor de aterramento, nos suportes de concrete armado ou de madeira, seja ligado aos pontos de fixa& dos isoladores rigidos ou das cadeias de Isoladores. Nota: A recomendagso de 9.8 nao se aplica aos suportes de madeira quando esta for utilizada como dieletrico. 10 DISTANCIAS DE SEGURANCA 10.1 CondiGCes gemis 10.1.1 As distsncias de seguranga sao OS afastamentos minimos recomendados do condutor e seus acess6rios energizados e quaisquer partes, energizadas ou IGO, da propria linha, do terreno ou dos obstkulos atravessados, conforme prescri goes constantes das seg6es subsequentes. 10.1.2 Sgo fixados, separadamente, requisites para a condicao normal de opera - gao da linha e para alguns espagamentos verticais em condicoes de emergsncia. 10.1.3 A flecha dos cabos, quando em repouso, deve ser considerada na condicao mais desfavorivel, no que se refere 5 verificacao das distincias de sequranca. 10.1.4 Para efeito da verifica@io das dista^ncias minimas de sequranca, o deslo camento das cadeias de isoladores, quando aplicavel, deve ser verificado adotan - do-se as recomendagoes seguintes. 10.1.4.1 Nas, segoes 10.2 e 10.5 deve-se adotar uma velocidade de vento de proje - to (se@‘0 4.8) corn urn period0 de retorno igual a 10 anos e corn urn periodo de in tegragao de 30 segundos. 10.1.4.2 Nas se@es 10.3 e 10.4 deve-se adotar uma velocidade de vento de proje to (seggo 4.8) corn urn period0 de retorno, no minimo, igual a 50 anos e corn um period0 de integragao igual a 30 segundos. 10.1.4.3 O,%gulo de balance (8) da cadeia de isoladores devido 5 agao do vento sobre OS cabos deve ser calculado a partir da expressZio: 8 =tg-1 (K . tg 6& Cópia não autorizada
  • 22. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 21 Onde: K = valor I ido da Figura 7 fiR = Sngulo de balanqo teorico dado pela expres&: tg BR = q, . d P. (V/H) Onde: qo = press% dinsmica de referhcia (se& 8.2.1) d = diGmetro do condutor, em metros P = peso uni tsrio do condutor, em N/m V = v& de peso, em metros H = vao de vento, em metros. Nota: A relagk vao de peso/v% de vento adotada deve ser a mais desfavoravel. i3 40 t5 20 25 30 35 Velocidade de vento de projeto (m/s) FIGURA 7 -Par&metro “K” eara determindq& do 8ngrlo de balanqo Cópia não autorizada
  • 23. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 22 NBR 542211985 10.2 Distiincias minimas no suporte As distancias minimas no suporte devem ser, obrigatoriamente, determinadas em fun+ de estudos que levem em consider@o as varias solicita@es elgtricas a que a linha de transmissao sera submetida, devidamente coordenadas corn as condi @es de vento que ocorrem simultaneamente corn cada uma das referidas sol i ci ta @es. Case esteja previsto o “so de manuteryao em linha viva, todos OS espacamentos deverao ser verificados de forma a garantir a seguraya dos eletricistas envol - vidos nessa atividade. A geometria do suporte resultante desses estudos devera, no entanto, atender obrigatoriamente as condi@es estabelecidas em 10.2.1 ou em 10.2.2 (quando apli - civel). 10.2.1 M&of& con~encionai! As distsncias nos suportes com.cadeias de ancoragem nao deverao ser inferiores 5s calculadas Segundo as f;rmulas apresentadas na Tabela b. TABELA 4 - D~sthcisr minima no suporte DescriGao Distsncias minimas Distancia horizontal entre fases 2 para U 2 50 kV .- z .’ ” Distancia vertical entre fases !z para U 2 50 kV z x para U > 50 kV Distzncia horizontal entre fases Tomar o maior valor entre: a) 0 = 0,22 + 0,Ol D,, b) D = 0,37 fi+ 0,0076 D,, 1,0 metro nao esoeci f i cado 5, s .- ?i z I 2 Distsncia vertical entre fases ;; .~ Tomar o maior valor entre: a) I) = 0,22 + 0,Ol D,, b) D = 0,37 Ji + 0,0076 DU D = 0,50 + 0,Ol D,,, respeitado o mrnimo de 1,0 metro Dis&cia entre fase e cabo para-raios D = 0,22 + 0,Ol DU Distsncia entre partes vivas e aterra- das : - elementos do suporte - estais D = 0,03 + 0,005 DU D = 0,09 + 0,006 DU Cópia não autorizada
  • 24. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 23 10.2.1.1 Quando o condutor for suportado por uma cadeia corn liberdade de movi- mento num piano transversal 5 linha, as distancias calculadas devem ser mantidas para uma posiF:o da cadeia correspondente 5 condisao de deslocamento indicada em 10.1.4 (se for distancia entre fases, a outra cadeia permanece na posicao de re pouso) . 10.2.1.2 Quando a distsncia 6 dada em funcao da flecha, esta devera ser conside - rada na condi@o de trabalho de maior durar$o e referir-se ao vao de vento para o qua1 o suporte i projetado. 10.2.1.3 No case de U superior a 50 Kv, para altitudes superiores a 1000 metrbs em rela$o ao nivel do mar, o valor da segunda parcela da expressso de D devera ser acrescido de 3% para cada 309 metros de altitudes acima de 1000 metros. 10.2.1.4 A dis&cia minima D nos cases de circuitos diferentes, para fases di ferentes, deveri ser calculada tomando-se DU comma diferensa fasorial das ten- s&s dos dois circuitos ou COM a tensao fase-terra do circuit0 de maior tensso, sendo adotado o maior valor resultante de D. 10.2.2 M&%io de &iZcuto alternative As distsncias calculadas pelo metodo alternative nao poderao ser menores que as calculadas por 10.2.1, para U igual a 169 kV. Caso sejam menores, deverao ser adotados OS valores calculados conforme 10.2.1 para U iqual a 169 k/. Aplicam-se ao mgtodo de calculo alternative as considera@es de 10.2.1.1 e, no case de distancias horizontais entre fases, as consideracoes de 10.2.1.4. 10.2.2.1 Dist&cias horizcmtais Para circuitos deferentes, quando urn ou ambos excederem 169 kV, corrente alterna da, fase-fase, OS espaqamentos horizontais poderao ser reduzidos para circuitos que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, usando-se a formula: 1,667 . b Onde: V = valor, em metros, numericamente igual ao valor maxima de crista em kV, entre fases de circuitos diferentes ou igual ao valor maxima de crista, em kV, para a terra, nos cases de distsncias entre partes vivas e ater - radas. Se as fases forem de fases e modules iquais, urn cabo deveri Set. considerado aterrado. PU = valor da sobretensao de manobra, expresso em por unidade do valor de crista da tensso correspondente a V, definido para o nivel corresponden - te a uma probabilidade de 98% de nao ser excedido. Cópia não autorizada
  • 25. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 24 NBR 5422l1985 a = 1,15 (fator correspondente a tr& desvios padroes) b: = 1,03 (fator de corregao para condi$oes atrrtxfericas diferentes das con - di@es normais). k = I,40 (fator de forma para configura$ao condutor-condictor). 10.2.2.2 Dist&cias verticais Para circuitos diferentes, quando urn ou ambos excederem 169 kV, corrente alter - nada, fax-fase, OS espagamentos verticais entre condutores poderao ser reduzi - dos para circuitos que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, usando-se a fGrmula do item 10.3.2. 10.2.2.3 Di~tiinci~ enbe fuse e cabo pcim-raios ou entre fuse e QS~O,~S Para circuitos que excedem 169 kV, corrente alternada, fase-fase, e tenham fa- tor de surto de manobra conhecido, 0s espacamentos entre a fase e 0 para-raios ou entre a fase e OS estais poderao set- calculado, usando-se a frjrmula do i tern 10.3.2 e fazendo: al = 0,oo c = 1,20 k = I,40 “L = 0,oo 10.2.2.4 Dist&cia entre fase e elementos aterrados do suporte para circuitos que excedem 169 kV, corrente alternada, fase-fax, e tenham fa- tor de surto de manobra conhecido, o espa$amento entre a fase e OS elementos aterrados do suporte podera ser calculado usando-se a formula do item 10.2.2.1 e fazendo: a = 1,15, para cadeias de encoragem a = 1,05, para cadeias corn liberdade de movimento, na pos i ~a0 de deslocamento, indicada em 10.1.4. k = 1,2 (fator de forma para configuracao condutor-estrutura). 10.2.2.5 CorrepYio corn a altitude Para altitude superiores a 450 metros em rela$ao ao nivel do mar,,os espagamen - tos calculados pelo metodo alternative devem ser acrescidos de 3% oara cada 300 metros de altitude acima de 450 metros. 10.3 Distiincia minima do condutor ao solo ou aos obskiculos em condi&es ?ZOZJ - mais de operay;io. As distsncias de seguransa a seguir especificadas devem set- verificadas nas con- di@es mais desfavor&eis de aproximaqao do condutor ao obstaculo considerado. Cópia não autorizada
  • 26. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 25 10.3.1 .&todo ccmvenciona2 As distsncias de seguranga sao calculadas pelas f6rmulas basicas: D = a + 0,Ol ( - -O” 50) 6 ’ se U > 87 kV 0” D = a se, U 2 87 kV 10.3.1.1 OS valores da distsncia basica “a” s& apresentados na Tabela 5. TABELA 5 - Didncla bkicas Natureza da regiao ou obst&ulo atraves- sado pela linha ou que dela se aproxime Locais acessiveis apenas a pedestres Locais onde circulam msquinas agricolas Rodovias, was e avenidas Ferrovias nao eletrif icadas Ferrovias eletrificadas ou corn previsao de eletrificaqao Suporte de linha pertencente 2 ferrovia Aguas navegiveis Aguas Go navegsveis Linhas de energia eletrica Linhas de telecomunica$oes Telhados e terrasos Paredes lnstala@es transportadoras Veiculos rodovisrios e ferroviarios Distsncia bisica a hd b,O 675 890 9,o 12,o 470 H +2,0 690 192 138 470 3,o 390 3.0 Segao de Refer&cis 10.3.1.4 10.3.1.5 10.3.1.6 10.3.1.7 10.3.1.8 F i,gura no Anexo A R 9 10 11 12 12 13 14 15 16 10.3.1.2 Para altitudes superiores a 1000 metros em relaqao ao nrvel do mar, o valor da segunda parcela de D deve ser acrescido de 3% para cada 300 metros de altitude acima de 1000 metros. 10.3.1.3 Em local-s acessiveis somente a pessoal autorizado, podem ser utiliza - das distsncias menores que as calculadas pela formula bisica. 10.3.1.4 No Glculo das dis&cias dos condutores a suoerftie de aquas naveqa - Cópia não autorizada
  • 27. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 26 NBR 542211985 veis, 0 valor H corresponde 5 altura, em metros, do maior mastro e dew ser fi - xado pela autoridade respons.%el pela navega& na via considerada, levando-se em conta o nivel miximo de cheia ocorrido nos ultimos 10 anos. 10.3.1.5 No calculo de distzncia verticais de partes de uma linha 2s de outra linha de transmissao, o valor de DU, na formula bssica, corresponde a tens% mais elevada das duas linhas consideradas. Se ambas forem superiores a 87 kV, dew-se calcular a parcela 0,Ol (OU/fi- 50) para ambas e somar-se o resultado das duas tensoes ao valor basic0 “a”. A verificaqao das distsncias verticais dew ser feita corn os cabos condutores e pira-raios, se for 0 case, nas temperaturas que conduzem aos menores espagamen- - tos, considerando-se a mesma temperatura ambiente. 10.3.1.6 As distsncias indicadas para telhados e terra$os sao validas para os cases em que os mesmos r& sejam acessiveis a pedestres. Caso contririo, o espa- qamento dew ser de 6 m. As distsncias devem ainda ser aumentadas conveni en te- mente, se isso se fizer necessirio, em vista da existencia de equipamento coma guindastes ou andaimes, piscinas, jardins, ou da execu$o de trabalhos de con serva$o, extinqao de incsndios, etc. 10.3.1.7 No calculo da distsncia dos condutores as paredes cegas, nas quais, por acordo entre as partes interessadas, nao for permitida a abertura de .i=ne las, portas, etc., ressalvadas as disposi@es leqais pertinentes, a distsncia minima pode ser calculada pela firrtitila a seguir, adotando-se 0,5 m coma o valor minimo. DU ,,= - 150 10.3.1.8 A formula para o calculo da distancia dos condutores aos gabaritos de veiculos rodoviarios e ferroviirios tamb&mse aplica no case de sistema urban& de tra&o eletrica. 10.3.2 M&do de crilculo altemtivo 10.3.2.1 As distsncias calculadas pelo metodo alternative nao podem ser men0- res do que as calculadas por 10.3.1, para U igual a 169 kV. Caso sejam menores, devem ser adotados OS valores calculados conforme 10.3.1 para U lgual a 169 kV. 10.3.2.2 No case de duas linhas, a distsncia calculada pelo metodo alternative nao pode ser inferior ‘a calcula’da conforme 10.3.1 considerando-se a linha de tens:0 inferior corn tenGo igual a zero. 10.3.2.3 Para linhas de transmissao corn niveis de ten&o alternada, fase-faSe, superiores a 169 kV e que tenham fatores de surto de manobra conhecidos, a dis- tsncia de seguranqa pode ser calculada pelo sequinte metodo alternative. Cópia não autorizada
  • 28. Copia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 27 Onde: a.! = distsncia basica, apresentada na Tabela 6 DU = valor, em metros, numericamente igual 5 tens& mAxima de opera@ em kV. Nos cases de travessias de linhas de energia elitrica, DU refere-se ‘a tensso mais elevada das linhas consideradas. VL = valor, em metros, numericamente igual 2 tensso maxima de crista para terra, em kV, da linha de tensao menos elevada (so se aplica a distan - cias verticais entre linhas de energia eletrica) Pu = valor da sobretensao de manobra, express.0 em por unidade do valor de crista da tensao maxima de operagao entre fase e terra, definido pa ra o nivel correspondente a uma.probabilidade de 98% de nao ser excedido. a2 = 1,15 - fator correspondente a 3 desvios padroes b = 1,03 - fator de correcao para condicoes atmosferica diferentes das co! di@es normais. C = coeficiente de seguranca (ver Tabela 6) k = fator de forma (war Tabela 6) TABELA 6 - Disthxs M&x, coeficiente de Sqwan~ e fator de forma para maodo alternative Natureza da regiao ou obs&ulo atravessa- DistSncia do pela linha ou que dela se aproxime basica, a, Cm) Locais acessiveis apenas a pedestres Locais onde circulam maquinas agricolas Rodovias, ruas e aven i das Ferrovias nao eletrificadas Aguas naveg&eis Aguas Go navegaveis Telhados e terraces 2,8 192 4,3 172 4,3 1,2 6,~ 1,2 H+0,8 172 4,3 192 298 1 J 175 170 090 1,2 0,60 1,2 Pa redes Linhas de energia eletrica Linhas de telecomunicacoes - Coeficiente de seguranga ,c Fator de forma, k I,15 1,lS I,15 I,15 I,15 1-15 I,15 1 ,I5 1,40 1,40 Cópia não autorizada
  • 29. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 28 NBR 542211985 10.3.2.4 Para altitudes superiores a 450 metros em rela+ ao nivel do mar, o valor da segunda parcela de D devers ser acrescido de 3% para cada 300 metros de altitude acima de 450 metros. 10.3.3 Efeitos e&&mxt?iticos para tensoes maximas de operasao superiores a 169 kV, corrente alternada entre fases, o espacamento vertical deve ser aumentado ou o campo elgtrico reduzido por outros meios de forma a limitar a corrente devida a efeitos eletrostaticos a 5,0 mu, valor eficaz, quando o maior veiculo ou equipamento prevlsto para ope - raGSo dentro dafaixa de seguranqa for curto-circuitado para terra. 10.4 Est&cias n&rims do condutor ao so20 ou aos obsi&ulos em condip&s de 10.4.1 Para periodos de emerghcia de dura@o de ate 4 dias e desde que o soma torio de tais periodos nao ultrapasse 5 % do tempo anual de operaG:o de 1 inha, admitem-se distsncias de seguranqa inferiores 5s estabelecidas em 10.3.1. As prescri@es desta segao s6 se aplicam aos itens da Tabela 7 e para U 5 242 kV. 10.4.2 As distancias minimas de seguranGa, em metros, sao dadas pela equaG5o: D = a, + LCAD~ + 0,7 Onde: LCAD = comprimento da penca de isoladores (metros) 10.4.2.1 OS valores da distsncia basica “a ” 1 sao apresentados na Tabela 7. TABELA 7 - Dhnciss b&has am condifles de emerghcis Natureza da regiao ou obstaculo atravessado pela Di sthcia linha ou que dela se aproxime b&ica,a, Locais acessiveis apenas a pedestres Locais onde circulam maquinas agricolas Rodovias, ruas e avenidas Ferrovias nao eletrificadas 275 339 493 525 10.5 tistiineia minima entre condutores em suportes diferentes 0s limites de aproximaqao entre condutores de suportes diferentes devem ser es tabelecidos conformes as formulas e condi@es a sequir descritas (ver Fiqura 17 do Ahexo AJ. Cópia não autorizada
  • 30. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/19S5 29 10.5.1 Na condiqk de maior aproxinqao, OS condutores de cada uma das 1 inhas devem ser considerados na condigao de deslocamento indicada em 10.1.4, estando 05 condutores da outra linha na condi$ao de repouso. 10.5.2 A distsncia horizontal DH da Figura 17 (Anexo A) i dada por: D,, = 0,22 + 0,Ol DU adotando-se para D,, o valor minima de 1,s m. Para DU, aplica-se a definiqao con tida em 10.2.1.4. 10.5.3 A distsncia vertical D,, da Figura 17 (Anexo A) 6 obtida coma indicado em 10.3.1, levando em considerqao o exposto em 10.3.1.5. 10.5.4 A dist&cia diagonal DD da Figura 17 (Anexo A) 6 igual ao maior Valor entre DH e D V . 10.5.5 As distzncias DH e D,, podem tambim ser calculadas por metodos alternati - vos, conforme exposto em 10.2.2 (para distkc,ias horizontais) e 10.3.2 (para distzncias verticais). I 1 TRAVESSIAS 11.1 Disposi&x3 gerais 11.1.1 As disposi@es desta seqao relacionam-se corn a5 condick que devem ser satisfeitas nas travessias de linhas aereas sobre outras linhas eletricas ou de telecomunica@es, vias de transporte, edificqk, florestas e demais formas de vegetqao consideradas de preservqao permanente, etc. 11.1.2 Para a execqao de travessias sobre linhas de transmissk e vias de transporte em geral, dew ser previamente solicitada liceny ao 6rgao responsa - vel. 11.1.3 As distancias de seguransa a serem observadas nos projetos de t raves - sias deverao ser calculadas de acordo corn o capitulo 10, observando-se ainda o disposto em 11.1.8. 11.1.4 No case de travessia sobre linha de telecomunicqao, deve ser dada espy cial ateyao 5 possibilidade de inversao da flecha desta linha pela a~ao do ven- to, devido 5 utilizaqao de condutores de bitolas pequenas. 11.1.4.1 Devem 5er examinados, em cada case, OS possiveis efeitos da linha de transmissao sobre a linha de telecomunica$i 11.1.5 Nas travessias sobre tubulqoes metalicas de grande Porte, na falta de calculo especifico pan analise do cruzamento, recomenda-se localizar os supor - tes da linha o’mais afastado possivel da tubulaGao observando-se o angulo mini - mo definido em 11.2.1. No case de anslise do cruzamento, o calculo dew ser executado para OS limites Cópia não autorizada
  • 31. Copia impressa pelo Sistema CENWIN 30 NBR 9422/1999 de influsncia eletromagn&tica da 1 inha. na condi& mais desfavorivel de falta, recomendando-se que a soma algibrica da tensso induzida na tubulacso por acopla- mento magn<tico corn a elev&io do potential do solo por dispersao de corrente, em qualquer ponto da tubulacao, seja inferior 5 tensso de perfuragao de sua camada protetora. 11.1.6 As travessias sobre florestas, demais formas de vegetacgo consideradas de preservacao permantente, em areas de parque national, estadual ou municipal, de reserva biologica ou de instituicao equivalente, devem respeitar as disposi’cGes legais vigentes. 11.1.7 As travessias de hldrovia, rodovia, ferrovia, oleoduto e linha de trani missso estarso sujeitas ao disposto nos Decretos,84338, ~86859 e 83399. 11.1.8 Nas travessias onde sao empregadas cadeias de suspensso em ambasas extre midades, ou cadeia de suspensso numa extremidade e de ancoragem na outra, ,deve ser verificado o deslocamento vertical da fase devido ao rompimento da mesms no vao adjacente a travessia. fob: Nas linhas corn feixe de condutores, essa verificacao 6 dispensada. 11.1.8.1 Nesta situacgo exceptional, a dis&cia do cabo ao obstaculo atravessa- do dave ser igual 5 distsncia bssica “a,“, definida na Tabela 6. 11.1.8.2 Nos cases de travessias sobre outras linhas de energia elGtrica, deve ser verificado o deslocamento vertical dos cabos de cada uma das linhas, devendo ser mantida a distancia de seguranca D,/150, tomando-se para Du o valor correspon - dente i tenGo da linha que permanece energizada, r&o podendo ser inferior a 1,2 m. 11.1.8.3 Nos cases de ferrovias eletrificadas, a dista^ncia do cabo deve ser veri ficada em relacao a linha de energia elitrica de suprimento de ferrovia, adotando - se o mesmo critGrio indicado em 11.1.8.2. 11.1.8.4 No case de vgo de travessia entre duas suspensoes, na falta de c~lculo especif ice para a determinacao do abaixamento, este pode ser considerado igual a 0,OZ b, onde b 6 a dista^ncia horizontal em metros, medida na diregzo da linha con siderada, do eixo do obstaculo atravessado (linhas elgtricas, vias de transporte, - etc) ao eixo do suporte de suspensso mais proximo. 11.1.5 Travessias sobre linhas a&reas de tensso nominal ati 34,5 kV e linhas de telecomunicac&s nao necessitam de apresentacao de projetos de travessia,devendo, case seja solicitado pelos propiietiiios dessas linhas, ser apresentado Yprojeto de plotacao (perfil e planta) da linha airea de transmisskid, corn indicasao das alturas dos cabos das instalacks atravessadas no eixo de cruzamento. 11.2 An&o de tmvessia 0 %lUlo de travessia e 0 menor a^ngulo formado pelo eixo da linha corn o eixo do obstjculo atravessado. Cópia não autorizada
  • 32. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 31 11.2.1 0s seguintes Sngulos minimos sao recomendados: a) 60’ - para travessias sobre tubulacoes metalicas de grande Porte; b) lS” - para travessias sobre linhas elitricas, rodovias, telef;ricos e navegiveis. 11.2.2 A critkrio do orgao respons&el pela instal@o, a travessia poders ser feita corn Sngu~o menor que o indicado em 11.2.1, principalmente nos cases em que as condi@es topogrificas o exigirem. 11.3 Exig&cias adicionais para travessias sobre rodovias 11.3.1 OS suportes devem ser colocados fora das faixas de dominio das rodovias. 11.3.2 No case de suportes estaiados, OS estais devem ser fixados ao solo fora da faixa de dominio da estrada. 11.3.3 Em cases excepcionais, mediante acordo entre a proprietiria da linha e a entidade responskal pela rodovia, OS suportes podem ser colocados dentro das faixas de dominio das estradas ou nos canteiros centrais das rodovias corn Pii tas miltiplas. OS pis dos suportes colocados dentro das faixas de dominio GO podem situar-se na faixa constituida pela pista, acostamento e sarjeta, devendo guardar uma distkcia minima de 10 m das cristas dos tortes e das saias rl dos aterros. Havendo possibilidade de choque dos veiculos corn OS suportes, OS pGs destes devem ser protegidos convenientemente. 11.3.4 A distsncia minima de sequranca calculada deve ser observada ao long0 da faira de dominio da rodovia, referenciada ao nivel da pista existente (ver Figura 9 do Anexo A). 11.4 Exig&eias adicionuis pam travessia sobre ferrovias 11.4.1 OS suportes devem ser colocados fora das faixas de dominio das ferro - vias. 11.4.2. No case de suportes. estaiados, OS estais devem ser fixados ao solo fo ra da faixa de dominio. 11.4.3 Em cases excepcionais, mediante acordo entre a proprietiria da linha e a entidade respons&el pela ferrovia, s%o permitidas travessias sobre as areas de esta@es ferroviarias ou a colocacao de suportes dentro das faixas de domi- nio de ferrovias. 11.4.4 A distkcia minima de seguranca calculada deve ser referida 5 superf i- tie de rolamento da ferrovia. 11.5 Requ-isitos t&icos pm apresenta&io de projetos de travessia Na apresentacao de urn pro.jeto de travessia para aprovacao pelo o'rg& responsi - vel Dela via ou instala@io atravessada, devem constar normalmente OS elementos Cópia não autorizada
  • 33. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 32 NBR 542211985 descritos de 11.5.1 a 11.5.6 (ver Figura 18 do Anew A). 11.5.1 Planta do local da travessia na escala minima l:25OO. Nesta planta devem estar indicados o nome da via de transport-e, prefix0 ou equivalente, a poS i,:cao quilktrica do local da travessia e os names das localidades mais prkimas da travessia, situadas ao longo da via atravessada, 0 kgulo formado pelos dois ei xos no ponto da travessia, posigao dos suportes do vao de travessia, linhas de telecomunica&es existentes e OS limites da faixa de dominio atravessada. 11.5.2 Perfil da travessia ao longo da linha projetada, corn0 escala horizontal igual ZI da planta e escala vertical minima 1:500. Neste perfil devem estar indi- cadas a cateniria do condutor (ou cabo pira-raios) critica nas condi&es mais desfavoriveis, as dista^ncias do condutor (ou pat-a-raios) criticas ao obstkulo a travessado, as cer-cas existentes e OS eixos dos suportes do vao de travessia. 11.5.3 Oetalhes esquematicos dos suportes utilizados, com~indicaGao do tibo e dimens& principais. 11.5.4 Detalhes, na escala,minima l:25, da fixa&o dos condutores e dos tabos pgra-raios aos suportes da travessia, corn indica$ao da quantidade, tipo e carac- teristicas principais dos isoladores (material, dimensoes, carga de ruptura). 11.5.5 Caracteristicas meckicas dos cabos condutores e para-raios utilizados (niimero, material, se&o, bitola ou diametro, codigo, carga de ruptura, carga rni xima de trabalho). 11.5.6 Caracteristicas elitricas da linha projetada (tensso nominal, mimer0 de fases, nGmero de circuitos, mimero de condutores por fase, corrente normal maxi ma). 12 FAIXAS DE SEGURANCA 12.1 A largura da faixa de seguraya de “ma linha aerea de transmissao de ener- gia elgtrica deve ser determinada levando-se em conta o balanGo dos cabos devido j a&io do vento, efeitos el6tricos e posicionamento das fundasoes de suportes e estais. 12.2 No case de uma kica linha, a largura minima da faixa de seguranGa 6 dada pela expressso (ver Figura 19 do Anexo A): L = 2 (b + d + D) Onde: b = dis&cia horizontal do eixo do suporte ao ponto de fixagao do condutor mais afastado deste eixo, em metros; d = soma das proj~e&es horizdntais da flecha do condutor e do comprimento da cadeia de isoladores, em metros, ap6s se” deslocamento angular 6 devido i a5ao do vento; D = D,/l50, em metros, no minim0 igual a 0,s m; Cópia não autorizada
  • 34. Cepia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211985 33 R = .%gulo de balance da cadeia e do condutor (considerados OS mesmos), cal culados Segundo 10.1.4.3. 12.2.1 A velocidade do vento de projeto (se&o 4.8) utilizada no calculo do de? locamento angular R deverg ter urn periodo de retorno igual ou superior a 10 anos e urn period0 de integracao de 30 segundos. 12.2.2 A velocidade do vento deve ser corrigida para a altura media dos cabos. 12.2.3 A temperatura associada ao vento de projeto para o calculo da faixa 6 a temperatura coincidente (secao 4.~5). 12.3 No case de circuit0 simples, corn coodutores dispostos num mesmo piano ver- tical, o eixo da faixa de seguranca i determinado pela intersecao deste plan0 vertical corn a superficie do terreno. Neste case, a dis&cia “b” i tomada igual a zero, porem o suporte e was fundacoes devem estar sempre dentro da faixa (ver Figura 20 do Anexo A). 12.4 No case de fi linhas CM caminhamento paralelo, a largura minima da faixa de seguranga e dada pela formula: L = C dsi + dl + bT + DT + d + bn + D n n Onde: C dsi = dista^ncia conforme Figura 21 (Anexo A), observando-se 10.5; dl, DI. d,.,, Dn = distancias indicadas na Figura 21 (Anexo A), calculadas con forme 12.2; bl, bn = distancias horizontais dos eixos dos suportes mais externos aos seus pontos de fixacao do condutor mais afastado, con- forme Figura 21 (Anexo A). 12.5 No case de tensao nominal superior a 230 kV, a faixa de seguranca deve ser verificada quanta aos.aspectos referentes 5 ignicao de combustivel, aos niveis de radio-interfersncia, ao ruido audivel e 5 interfercncia na recepcao de TV, compativeis corn a regiao atravessada pela linha. 12.5.1 0 valor do campo eletrico’ao nivel do solo, no limite da faixa de segu- ranca, nao deve ultrapassar 5 kV/m. 12.5.2 OS aspectos mencionados nesta secao poderao governar a escolha da largu - ra da faixa de seguranca. 12.6 Recomenda-se que as fundacoes dos estais fiquem situadas dentro da faixa de seguranca. Nos cases necessirios, a largura da faixa podera ser aumentada nos locais de instalacao dos suportes. 13 LIMPEZA DE FAIXA 13.1 Onde for necessario devera ser prevista uma faixa limpa corn largura _,suf i ciente para pernitir a implantacao, operacao e manutencao da linha. Cópia não autorizada
  • 35. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 34 NBR 542211985 13.2 0 desmatamento da faixa dewera ser reduzido ao minima estritamente necess& rio para asseguar condiG& satisfatsrias de construsao, operagao e manutenG:o da linha. D revestimento vegetal existente na faixa devem ser objeto de limpeza setetba Segundo o critgrio mostrado na Figura 22 (Anexo A), que representa urn coite transversal em qualquer ponto ao,longo do via. Sao permitidas simplifica&ies no criteria acima, nos cases de faixas estreitas, corn a adogao de apenas urn ou dois niveis de al tura de’vegetatao. A altura minima H devera ser calculada conforme a expressa”0: DU H = 4,0 + 0,Ol (--- - 50), se U > 87 kV 6 Cal H = 4,0 se U < 87 kV 13~.3 Se o revestimento vegetal na faixa de seguranga for considerado de preser- vasao permanente, o mesmo nao podera ser desmatado. E permitido tao somente a e xecugao de clareiras nos locais de locacao e montagem dos suportes. Apes a manta gem da linha 6 permitida a utiliza&o da faixa para fins de manutenfao. 13.4 Quando a linha atravessar areas de canavial, recomenda-se proceder 2 eria- diasao total dos canaviais existentes na faixa de seguranga. 13.5 Recomenda-se manter as arvores situadas fora da regiao de bal~an5o dos cot dutores corn altura tal que, cam a swore possa vir a cair em direG%o a 1 inha, em moment6 algum sua distancia aos condutores seja inferior a 0,5 + 0,0025 DU, em metros, e a05 suportes e/au estais seja inferior a 0,5 metros. 13.6 A limpeza da faixa de segurawa e a constru&o de estradas de acesso devem ser executadas procurando-se limitar ao minima seu impacto sobre o meio ambien- te. A vegeta&o rasteira deve ser sempre preservada, corn objetivo de evitar era- SSO. 13.6.1 Devem ser evitados desmatamentos e tortes no terreno que desencadeiem ou acelerem processes de erosao e/au afetem mananciais existeotes na regiaa. 13.6.~ Nas travessias de grotas profundas ou em outras situaC;es onde a altura dos condutores em rela&o ao solo for significativa, a vegetagao dew ser preser - vada, limitando-se o torte de arvores ao estritamente necessario 2 implantaG:o , operaGao e manuten&o da linha de transmissao. 13.7 Ap& a montagem da linha i permitida a utiliza&o do terreno da faixa para culturas, desde que a dista^ncia entre o topo das culturas e o condutor na condi- &o de flecha maxima, sem vento, fique, no,minimo, igual 5 dista^ncia H definida no item 13.2. Cópia não autorizada
  • 36. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422llSES 35 14 AF’ROXIMACAO DE AEROPORTOS E SINALIZAQKO 14.1 Ao passar nas proximidades de aeroportos, as linhas devem ser projetadas de forma a ficarem inteiramente situadas abaixo do gabarito de aproximacso do a~ roporto e ser s inal izadas, em conformidade corn as determinacces do Oecreto n? 83399 de 03.05.79, clue regulamenta o capitulo III do Titulo IV do Decreto-Lei no 32 de 18.11.66 do Codigo Erasileiro do Ar (Das Zonas de Prote& de Aenjdro mos, de Helipontos e de Auxilio a Navegacao Aerea). 14.2 No que se refere a sinaliza&, o projeto de 1 inha deve atender as prescri - GSes apliciveis das NBR 6535, NBR 7276 e NBR 8664. IANEXO A Cópia não autorizada
  • 37. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 36 NBR 542211985 Cópia não autorizada
  • 38. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 8422/1988 37 ANEXO A - FlOURAS FIGURA 8 - Disthcias da sqwanqa a locais acesheir somema a pedestmr FIGURA 9 - Travesria de rodoviss FIGURA 10 - Tnvgsir,& fsrmvias n& &bfiixdas Cópia não autorizada
  • 39. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 39 NBR 5422/1995 FIGURA 11 - Tnvessis de iauss w@veis Eixo da linlw de ener#o eldtrica FIGURA 12 - Tratiia Be linhas de tramsmiss% ou de teiecomunia6o FIGURA 13 .- Dittfincii~de reguraw’a telhador B tenawi Cópia não autorizada
  • 40. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR !i422/19SS 39 FIGURA 14 - Din4ncis de sqeguraq a parades FIGURA 15- DirtPnc’ia dd se~uranqa P iniulag6es transportadorns Cópia não autorizada
  • 41. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 40 NGR 542211985 FIGLJRA 15 - Disthcir da rsgunnqa a vehbr rodovihior e ferroviaraor ximatio entre 394 FIGURA 17 - Disthcla entre oondutores em rupmtes diierentes Cópia não autorizada
  • 42. ELIC. ,/es FIGURA 18 - Aprasent&o da projetoa de t-ia Cópia não autorizada
  • 43. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 42 NBR 5422ll985 FIGURA 19 - F&a de sewi& - condutores dispostos horizontalmeme FIGURA 29 - Faiu de wvidio - condutores dispostos verticalmente Cópia não autorizada
  • 44. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 43 -1‘.-.:z .A‘ -.-.---.t~.-_- -.JLd .-.-.-. - - Cópia não autorizada
  • 45. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 44 NBR 5422/1985 Corte transversal Perfil longitudinal Planta FIGURA 22 - Esqwma para linweza de faiti de segunnqa Cópia não autorizada
  • 46. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1985 45 I II I I I ” I I I A 1 I-’ I 40 FIGURA 23 - Temperaura ddia PC) Cópia não autorizada
  • 47. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 46 NBA 542211995 P FIGURA 24 - Tempratura mhcima media PC1 Cópia não autorizada
  • 48. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR !%22/199S 47 FIGURA 2’5 - Temperatun chin (q) Cópia não autorizada
  • 49. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 48 NBR 5422/1965 , ? I JY e FIGURA 26 -Tempentura dxima PC) Cópia não autorizada
  • 50. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 542211905 49 I ( I FIGURA 27 - Mklia das tempenturas mfnimss dilriar PC) Cópia não autorizada
  • 51. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN ~tempo de integra@o da m4dia: 10 min perlodo de retorno: 50 anos .a lomdealtura terreno de categoria t? FIGURA 28 - Velocidade Msica do vent0 (m/s) Cópia não autorizada
  • 52. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN perlodo de integraqk da m&h: 10 min a 10 m de altura terreno corn gnu de rugosidada B FIGURA 29 - Fwhetro alfs da distribui#a estatfstica de Gumbe~(~m/s)-1 Cópia não autorizada
  • 53. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 52 NBR !%22/1gB5 perlodo de integra@o da m&h: 10 min a 10 m de altura terreno corn gnu de rugosidade B FIGURA 30 - Rrimetro beta da disttribaii~o estatktica de Gumbel (m/s) /ANEXO B Cópia não autorizada
  • 54. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 5422/1999 53 ANEXO B - MEDlt$iO E TRATAMENTO DE DAD09 DE TEMPERATURA AMBIENTE B.l 0s dados de temperatura do ar devem ser provenientes de esta&es meteorolo gicas que atendam os,requisitos basicos especificados pela Organizagao Mundial de Heteorologia. 8.2 Para OS fins desta Norma, sao necessrios OS seguintes registros de tempera- tura do ar, coletados por urn period0 de 10 anos. a) minima diaria; b) m&ima disria; c) midia diiria. 8.3 A temperatura coincidente coin a velocidade de vento de projeto sera dada pc la &dia dos valores minimos diaries. 8.4 A temperatura,media do ar seri determinada pela media das temperaturas rng dias diarias. 8.5 Temperatura mixima.m&dia do ar sera determinada pela media das temperaturas mkimas diarias. 8.6 A temperatura mhima (t50max), para urn period0 de retorno (T) de 50 anos, sera determinada atrav& da seguinte equagao: t50mSx = imax + 2,59 cfrnsmax Onde: Lx = media das temperaturas maximas anuais (‘C); o- max = desvio-padrao da distribuisbo de temperaturas miximas anuais (‘C). 6.7 A temperatura minima (t50min ), para urn period,0 de retorno (T) de 50 anos , sera determinada atraves da seguinte equasao: t50min = ‘min - 2,59 omin Onde: Tmin = media das temperaturas ~minimas anuais (‘C) ; 0 . mln = desvio-padrao da distribuisao de temperaturas ~minimas anuais (OC). IANEXO c Cópia não autorizada
  • 55. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 54 NBR !%22~1985 Cópia não autorizada
  • 56. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR B422/1995 55 ANEXO C - RECOMENDAC6ES PARA OBTENt$O E TRATAMENTO DE DADOS DE VENT0 ~11 OBTENCAO DOB DAD09 DE VENT0 C-l.1 As velocidades e dire&es do vento devem ser obtidas atrav& de ane&gra- fos regi stradores, instalados em regioes e locais que permitam uma intecpretagao confikl dos dados, no que diz respeito a obstkulos para o vento e 2 catego,ria de rugosidade do terreno circunvizinho. C-l.2 Reccmenda-se a instalasao dos anemografos em campo sberto, a 10 m de altu ra do solo, preferencialmente em regioes corn coeficiente de rugosidade o:o infe- rior a 1 ,0 (ver Tabela 1). C-l.3 Para analise da altura efetiva de anemografos nao tnstalados de ,acordo corn as recomenda&es anteriores, sugere-se: a) se o anemografo est,iver localizado.pr&imo a numerosas pequenas obstru &S, tais coma vegetacgo de pequena altura (sebes, cerrados, etc) ou cons.truGGes esparsas (de urn pavimento) , a altura efetiva deve ser con- siderada igual a altura do anemografo decrescida da altura m&dia dos obstkulos 5 sua volta; b) quando o anemografo estiver montado em cima de altas edifica&es, sua altura efetiva deve ser tomada igual a metade da altura da edificagao, acrescida de sua altura sobre a mesma. C-2 OBTENI$O DAVELOCIDADE BABICA DE VENT0 (V,,t C.2.1 A analise de informaGoes meteorologicas tern mostrado que a distribui&ao de.ventos maximos anuais pode ser,representada corn boa aproximaG;o por uma lei de distribuigao de valores extremes (lei de Gumbel - tipo I). Essa lei estima a probabilidade P(V) da velocidade do vento ser superior a urn dado valor V e, con seqtientemente, o seu periodo de retorno T atraves das expressoes: v - i + 0,45 . ov P(V) = 1 - eme (- ‘TI 1 J6 % T-1 p(v) Onde: v = valor media das velocidades de vento maximas anuais registradas durante n anos. Para uma boa aproximagao, deve-se dispor de dados obtidos duran te pelo menos uma dezena de anos. o,, = desvio-pad&o das velocidades de vento maximas anuais registradas duran - te n anos. Neste case deve-se dispor de dados obtidos durante pelo me nos 20 anos. C-2.2 Caso a altura de obtenG:o das velocidades de vento (c) seja diferente de 10 metros, deve-se proceder conforme a expressso a seguir: Cópia não autorizada
  • 57. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN 56 NBR 5422/1665 l/n “1 Om’ = ii. (‘0) H Onde: H = jltura efetiva de obten& de i, em metros; n = coeficiente de vari&o da velocidade do vento corn a altura, obtido atra v& da Figura 30, fun& da categoria de rugosidade do local de obten& de 9 e do seu periodo de integra&%. 0.1 5 0,lO 460 090 WJ Coeficients da rupoeidade - Kr Cópia não autorizada
  • 58. C6pia impressa pelo Sistema CENWIN NBR 64WlSS5 67 c-2.3 A corr&o do interval0 de integracao de V,Om para 10 minutes i dada pela seguinte expressso: V V lOm,lO” ;. 10m Kd Onde: Kd - fator que correlaciona OS valores midios de vento a 10 metros de altura do solo, para diferentes periodos de integragzo, fungi0 da categoria de rugosidade do local de obten$Zo de i, atrav6s da Figura 1 (se&o 4.8.3). c-2.4 A expressao a seguir apresenta a correlaF:o entre velocidades midias (corn periodo de integrasao de 10 minutes) para diferentes categorias de rugosidade do solo. V VlOm,101 lOm,lO’,B Kr Onde: Kr = coeficiente de rugosidade de solo do local de obtencao de v, obtido d trav& da Tabela 1, (se&i0 4.8.1). c-2.5’ De posse de VIOm lo,B obtem-se Vb, corrigindo seu period.0 de retorno (T) para 50 anos, conforme i seguir: Vb = vl&~,l~t,~ . (1 + 2,59$- ) c-3 CoRBECAO DO PERlbDO DE RET&No (T) A correlasao de Vb para o periodo de retorno desejado deve ser feita conforme a express50 a seguir: A+B VT = Vb c -!Ln[-!2n (1 - +] C Sendo: aV A= 1 - 0,45- v Bza ”-- Tr ii %c = 1 + 2,5g - v Cópia não autorizada