Espiral 37

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Espiral 37

  1. 1. espiral boletim da associação FRATERNIT TERNITAS FRATERNITAS MOVIMENTO 10 anos N.º 37 - Outubro / Dezembro de 2009 vozes proféticas no nosso meio Sousa Serafim de Sousa ser. O Espiral está de parabéns, juntamente com os ser. O retiro que tivemos em Fátima nos dias 27, 28 e 29 de Novembro foi um êxito completo.E isso, não só pelos resultados a nível de espiritualida- seus fundadores e principalmente aqueles que o edita- ram ao longo de todos estes anos, nomeadamente o Fernando mere- Alberto Osório e agora o Fernando Félix. Bem mere-de – mais do foro íntimo de cada um –, mas também cem eles o nosso agradecimento e o reconhecimentopelo ambiente criado na casa escolhida pelo nosso por este trabalho sempre feito gratuitamente e prontoassistente espiritual, P e Saldanha, mais propícia ao re - . re- na hora necessária. Merecem aqui o louvor público de interior.colhimento e à conversão interior. O local foi uma boa todos nós. Um grande obrigado colectivo. agradece-opção e o conferencista, excelente, a quem agradece -mos profundamente reconhecidos o magnífico traba- FRATERNITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL FRATERNIT TERNITAS Temoslho que nos prestou. Temos razões de sobra para es- es- Verificamos que o nosso trabalho não tem sido emtarmos contentes e satisfeitos. vão. Muito se tem falado de nós na comunicação soci- al. Na última semana de Novembro fui entrevistado DEZ ANOS DO ESPIRAL pelo telefone umas quatro ou cinco vezes e quase to- to- Logo à chegada, o nosso editorialista mostrou-me das para o mesmo fim. Saíram algumas dessas entre- entre- Espiral,o primeiro número do Espiral, que teve o seu início em vistas, uma no Jornal de Notícias de 25 de Novembro,Dezembro de 1999. Este jornalinho, em que todos nos outra no Diário de Notícias de 29 de Novembro, outravamos retratando, é o fruto da nossa perseverança, da ainda, em diálogo com o padre Borga, na revista devontade férrea de ir por diante quebrando pedras atra- domingo do Correio da Manhã de 6 de Dezembro,vessadas no caminho, para podermos prosseguir na Dr. Fernando segundo me disse o Dr. Alípio Afonso e o Fernandometa que nos propusemos atingir: servir a Igreja nas confor- Félix. A notícia do Jornal de Notícias era a mais confor-condições a que nos obrigaram, mas sempre de cora- me com a realidade e a mais adequada à linguagem eção aberto ao respeito que nos merecem as institui- personalidade do entrevistado. É bom que se diga queções. Desde a primeira hora que não arredamos pé muitas das coisas que afirmamos algumas vezes sãodos estatutos da nossa Associação Fraternitas – Movi- Fraternitas falseadas por colheradas menos felizes e menos rigo- rigo- continuar,mento. E assim iremos continuar, enquanto Deus qui- rosas dos jornalistas, que nestas coisas parecem às vezes não estar bem informados, e é pena. Mais tarde, pediram-me para indicar duas pessoas que pudessem dar o seu testemunho. Num reflexo re- re- pentino, sugeri que entrevistassem antes duas esposas de padres casados, pois entendia que também elas devem ser ouvidas na Igreja que é masculina e femini- na, e no caso presente se justificava. A resposta não foi imediata, mas pouco tempo depois aceitaram a suges-suges- tão, e as nossas distintas e esclarecidas Urtélia Silva e Maria Zélia Afonso deram o seu testemunho sincero e Foi muito digno do que são e sentem. Foi a primeira vez Parabéns que aconteceu. Parabéns também por isso e pela cora- gem que revelaram. O NOSSO RETIRO «Peregrinar S. Paulo». O tema do retiro foi «Peregrinar com S. Paulo». O tema foi tratado ao longo do ano anterior em quase
  2. 2. 2 espiralvozes proféticas no nosso meio (continuação)todas as paróquias com maior ou menor desenvolvimen- ministérios que a devem servir. Não se percebe que ato. Não há dúvida que S. Paulo foi a luz mais esclareci- hierarquia da Igreja seja, por vezes, tão cega, tão lenta,da e a inteligência mais adequada para estruturar a Igreja tão pouco criativa e, ao mesmo tempo, se julgue a únicaprimitiva. Foi Deus quem o chamou. Com ele aprende- intérprete dos sinais dos tempos e dotada dos carismas-se sempre mais, e é um arsenal em que podemos e inovadores do Espírito Santo. A interpelação de Paulodevemos mergulhar com profundidade, para se avan- talvez seja esta: não me copiem, inventem formas deçar. Connosco aconteceu o mesmo e acontece com to- responder aos desafios do Evangelho do Deus de Jesusdos, quando somos sinceros e abrimos o nosso cora- Cristo, aos impulsos do Espírito Santo, perante o mundoção. No entanto, quero transcrever aqui a parte final de que espera uma palavra de transformação da vida e deum trabalho de Bento Domingues, OP inserido na BÍBLI- , ressurreição. Não percam tempo com a cozinha e a tra-CA científica n.º 17: Para que o Ano Paulino não seja lha das sacristias.uma fraude, importa identificar aquilo que, na Igreja Amigos, não tenhamos medo do mundo que nos ro-actual, a impede de ser criativa na evangelização e nos deia, sejamos vozes proféticas no meio que nos envolve. DECÁLOGO para LER a BÍBLIA com PROVEITO Queretaro, biblista escrev para D. Mario de Gasperín Gasperín, bispo de Queretaro, no México, biblista reconhecido, escreveu um decálogo para tirando proveito ler a Bíblia tirando proveito espiritual, que a agência ZENIT divulgou. 1. Nunca achar que somos os primeiros que leram aSagrada Escritura. Muitos, muitíssimos, através dos sé-culos, a leram, meditaram, viveram e transmitiram. Osmelhores intérpretes da Bíblia são os santos. 2. A Escritura é o livro da comunidade eclesial. Anossa leitura, ainda que seja em solidão, jamais poderáser solitária. Para lê-la com proveito, é preciso inserir-sena grande corrente eclesial que é conduzida e guiadapelo Espírito Santo. 3. A Bíblia é "Alguém". Por isso, é lida e celebrada aomesmo tempo. A melhor leitura da Bíblia é a que se fazna Liturgia. 4. O centro da Sagrada Escritura é Cristo; por isso, 7. A Bíblia é conquistada como a cidade de Jericó:tudo deve ser lido sob o olhar de Cristo e buscando "dando voltas". Por isso, é bom ler os lugares paralelos.nEle o seu cumprimento. Cristo é a chave interpretativa É um método interessante e muito proveitoso. Um textoda Sagrada Escritura. esclarece o outro, conforme o que diz Santo Agostinho: 5. Nunca esquecer que na Bíblia encontramos fac- «O Antigo Testamento fica patente no Novo e o Novotos e frases, obras e palavras intimamente unidos uns está latente no Antigo.»aos outros; as palavras anunciam e iluminam os factos, 8. A Bíblia deve ser lida e meditada com o mesmoe os factos realizam e confirmam as palavras. espírito com que foi escrita. O Espírito Santo é o seu 6. Uma maneira prática e proveitosa de ler a Escritu- principal autor e intérprete. É preciso invocá-Lo semprera é começar com os Santos Evangelhos, continuar com antes de começar a lê-la e, no final, agradecer-Lhe.os Actos dos Apóstolos e Cartas e ir misturando com 9. A Bíblia nunca deve ser utilizada para criticar ealgum livro do Antigo Testamento: Génesis, Êxodo, Juí- condenar os demais.zes, Samuel, etc. Não querer ler o livro do Levítico de 10. Todo o texto bíblico tem um contexto históricouma só vez, por exemplo. Os Salmos devem ser o livro em que se originou e um contexto literário em que foide oração dos grupos bíblicos. Os profetas são a "alma" escrito. Um texto bíblico, fora do seu contexto históricodo Antigo Testamento: é preciso dedicar-lhes um estudo e literário, é um pretexto para manipular a Palavra deespecial. Deus. Isso é usar o nome de Deus em vão.
  3. 3. l espiral 3Em memória de .......... Dr. Sousa SampaioAntónio Borregana Alípio Afonso Alípio O Dr. Sousa Sampaio partiu para o Pai no dia 7 de Outubro, na sequência de um grave acidente em Sanfins António Afonso Borregana deixou-nos no dia 27 de do Douro, sua terra natal.Junho, com 82 anos, vítima de uma doença que não Entretanto, legou-nos o queperdoa. Paz à sua alma e que o Senhor Deus o tenha na de melhor os mestres podemSua glória. legar aos seus alunos: o exem- Foi um homem da cultura clássica e da língua portu- plo de sabedoria humana eguesa, onde deixou desde dicionários a gramáticas e cristã vivida na simplicidadeselectas de textos muito bem escolhidos, além de um do homem comum. Antes delivro modelo para interpretação de textos. Durante mui- se dedicar ao ensino oficialto tempo elaborou as provas nacionais de Latim, de que após o 25 de Abril, foi pro-eu mesmo fui um dos auditores. Era um homem que fessor de várias gerações novivia para bem servir os outros. Era da diocese da Guar- seminário de Vila Real e nosda, para onde foi a sepultar. Recordá-lo-emos sempre colégios de Vila Real e de Vilacom um bom amigo e companheiro. Pêsames à família Pouca de Aguiar. Fez daque-em nome da Fraternitas. les alunos outros tantos amigos. Com todos era atenci- Sousa Serafim Sousa oso e indulgente, respeitador do modo de ser e estar de cada qual, menos no tocante aos valores cristãos ético/ Dados biográficos dogmáticos, a favor dos quais aplicava toda a força do Nasceu a 5 de Outubro de 1927. seu saber, dificultando-o, aqui e ali, de aceitar outros Licenciou-se em Filologia Clássi- conceitos, viessem de quem viessem. Uma virtude dos ca pela Faculdade de Letras da Uni- grandes como ele, que longe de denegrir, fortaleceu a versidade de Lisboa, teve larga expe- imagem de mestre sábio e santo que nos deixa. riência na docência da Língua Portu- Os seus livros dizem muito de si. «Como o Sol de guesa e das línguas clássicas (Latim Outono», o décimo, editado em 2008, de acordo com e Grego); foi orientador de estágio o título e o conteúdo, mais parece um testamento espiri- pedagógico, durante vários anos. tual. Dele extraio os considerandos seguintes. Trabalhou numa das reformas do en- A propósito das pinturas sob o tecto da Igreja de sino, tendo participado na autoria Sanfins «[…] Recordo-me, com que emoção!, quando Sanfins:dos programas de Latim e Grego. ainda de calcitas curtas e botinhas apertadas por causa A Texto Editora publicou as seguintes obras dele: das pernas tortas, minha madrinha e avozinha, no meioGramática Língua Portuguesa; Camões Lírico – O Texto da Igreja, me apontava com o dedo para o tecto a expli-em Análise; Amor de Perdição, de Camilo Castelo Bran- car, como só as avós sabem explicar, os mistérios daco; Os Maias, de Eça de Queirós – O Texto em Análise; Sra. da Conceição e Assumpção, ensinando-me o signi-Almeida Garrett – Alexandre Herculano – O Texto em ficado da cobra e do diabo e dos anjinhos a voaremAnálise; Os Lusíadas, de Luís de Camões – O Texto em com a Sra. ao colo, como se fossem passarinhos e meAnálise; Fernando Pessoa e Heterónimos – O Texto em apontava para o S.to António, S.ta Ana, S. Joaquim e oAnálise; Cesário Verde – António Nobre – Guerra seu compadre S. José, e me ensinava as histórias tãoJunqueiro – Camilo Pessenha – Teixeira de Pascoaes – lindas que eu, de boca aberta, ouvia com atenção deO Texto em Análise; Cancioneiro Geral – Bernardim Ri- mãos erguidas, à espera de alguma lambisquice saídabeiro – Sá de Miranda – António Ferreira – Diogo do bolso da sua saia, misturada com o rosário de azevi-Bernardes – O Texto em Análise; Poesia Barroca – Padre che (A. Sampaio, Sol de Outono, 2008, pp. 29-30).António Vieira – Neoclassicismo – Bocage – O Texto em Evocando o encontro com a Dra. Cibele «Ontem, Cibele:Análise; José Régio – Miguel Torga – Afonso Duarte – numa breve visita, dei uma fugida pelo passado. […]Sophia de Mello Breyner Andresen – O Texto em Análi- Lembrei-me, e com que saudade!, de quando, sentadose; Poesia Trovadoresca – Fernão Lopes – O Texto em à beira da estrada, já decidido o rumo, procurava novosAnálise; Os Sonetos, de Antero de Quental – Análise da caminhos para a Esperança. […]Obra; Aparição, de Vegílio Ferreira – Análise da Obra. Como recordo a conversa do sol e do silêncio! A Lisboa Editora publicou: Gramática Latina; Novo A meu lado, uns olhitos fundos como o mundo eMétodo de Latim – 10.º ano; Novo Método de Latim – onde se lia claro como a água; uma boquinha11.º ano; Novo Método de Latim – 12.º ano. pequenina, ligada à fornalha dum peito donde só saia um pensamento de estranha matemática: 1+1= 1. […] Rita Borregana Ana Rita Borregana Brás (continua na página 6)
  4. 4. 4 espiralENCONTRO REGIONAL EM CHAVES Foi em 26 de Setembro findo. Contou com 30 participantes: vinte sócios da Fraternitas e dez não sócios. Set findo. Contou participant vinte ticipantes: Fraternitas oito, previament inscritos, faltaram viamente razões impeditiv peditivas. Outros oito, previamente inscritos, faltaram por razões impeditivas. presentes, Real Bragança. restant tantes pertDos presentes, 22 residem na Diocese de Vila Real e três na de Bragança. Os restantes cinco pertencem à direc- presidente Seraf afim tesoureiro Luís secretária Urtélia Silvação: o presidente José Serafim de Sousa, o tesoureiro Luís Cunha, com a esposa, e a secretária Ur télia Silva com o marido. Presente esteve, também, o nosso assitente espiritual, P.e Guilhermino Saldanha. Presente est assitent ente P. Alípio M. Afonso Alípio A manhã começou com pa lavras de boas vindas dirigidas aos participantespor Alípio Afonso, em nome do gru-po promotor. Seguidamente, o pre-sidente, José Serafim de Sousa, jus-tificou o encontro dentro do planode actividades da associação para opresente ano. Pelas 11h30 tomou apalavra D. Amândio Tomás, bispoauxiliar de Vila Real, que amavelmen-te e sem quaisquer reservas anuíra – É mau que ainda assim aconte- os melhores catequistas pelo dom daao nosso convite. ça. É certo que está em certa sinto- palavra esclarecida e pelo exemplo nia com o texto canónico que acom- de vida familiar e profissional. COLÓQUIO COM O PASTOR PAST ASTOR panhou os rescritos das vossas dis- D. Amândio subordinou a sua pensas. Mas acontece que, nas en- MENSAGEM DO ENCONTRO MENSAGEMdouta alocução aos conteúdos do trelinhas do tempo, essa exigência se O encontro encerrou com a Eu-sacerdócio baptismal e ministerial, está a apagar. Também convosco se caristia paroquial das 18 horas. Estavincando que ambos dimanam do pode dizer que Deus escreveu direi- Eucaristia resultou num bom testemu-mesmo e único sacerdócio de Cristo to por linhas tortas. O amor concre- nho de fé, em que o coro da paró-(deduzo eu das suas palavras): to que Deus tem a cada um de nós quia, com o nosso colega Mourinho – Têm de ser mutuamente identifica-O com o nosso melhor ao órgão, deu o melhor de si emcooperantes e complementares. Nin- bem-estar, no contexto pessoal, fa- aprumo e vocalização. Mais pareceuguém poderá garantir que um seja miliar e social. E o novo caminho uma Eucaristia de festa. Os paroqui-mais importante que o outro, que escolhestes, a maioria de vós anos irão, certamente, recordá-la.exemplificando com as palavras de certamente, fez-vos mais felizes e À saída, o P e Saldanha tem estas .Santo Agostinho: Primeiro que tudo mais realizados, logo, teve a bênção palavras: Esteve tudo muito bem. Erasou cristão como vós e só depois de Deus. A evangelização e a espiri- bom que o mesmo se fizesse em to-vosso bispo; e com o exemplo de S. tualidade não se esgotam na Euca- das as dioceses.Paulo, decalcado em Jesus. O após- ristia.tolo abdicou da educação antifemi- E continuou:nista, própria das escolas rabínicas – O meu lema é o de unir esfor- INTERPELAÇÕde que fora discípulo e algum tem- ços no sentido de congregar os cris- Após o almoço, os trabalhos con-po mestre, e associou à sua apostoli- tãos segundo os seus carismas. Tudo tinuaram sob a direcção do nossocidade todos os baptizados que acei- farei para levantar pontes de conver- presidente. Foi lida esta mensagemtaram colaborar consigo, indepen- gência e de colaboração. Conto de correio electrónico, enviado pelodentemente das suas condições so- convosco, com as vossas esposas e Fernando Neves: «Andou a ler-se naciais, do sexo ou do estado familiar. os vossos filhos. Assim como muitos semana passada, nas eucaristias, a Finda a alocução, até ao almo- de vós exercem em sociedade desta- primeira Carta a Timóteo. Num dosço, D. Amândio respondeu a ques- cados carismas imbuídos de fé, tam- dias leu-se parte do capítulo 3, emtões dos presentes, relacionadas com bém em Igreja, enquanto sociedade, que é dito: “É necessário, porém,as habituais resistências da hierar- os devereis evidenciar. Melhor que a que o bispo… se tenha casado umaquia à participações mais activas dos generalidade dos cristãos, vós só vez…”padres casados e das suas esposas compreendeis (ledes) a palavra pro- Afirmação semelhante é feita emnas próprias comunidades de resi- fética. Sois, por isso, os mais relação aos diáconos: “Os diáconosdência. D. Amândio respondeu em credenciados leitores nas celebra- sejam homens de uma só mulher.”conjunto e sem rodeios (deduzo): ções da Palavra e nas Eucaristias e e-mail: geral@fraternitas.pt * página oficial na Internet: www.fraternitas.pt * e-mail: direccao@fraternitas.pt * página oficial na Internet: w
  5. 5. l espiral 5 Igreja Católica e dessidentes anglicanos: ecumenismo... Neves Fernando Neves ladas aos quatro ventos e sem prota- Teremos voltado aos tempos do gonismo de grupo ou de missão. proselitismo e da apologética, no U m dos temas controver Não me parece bem que Roma sentido de guerra aos que são dife- sos, na actualidade reli- deva franquear assim as portas a rentes, para que, pela luta, nós seja- giosa, é a Constituição ´conversões` deste teor. mos os maiores estatisticamente, que Apostólica pela qual o Papa Bento A "pesca à linha", isto é, a conver- não os melhores? XVI admite para o exercício da Or- são individual, não fruto de ressenti- Por tudo isto, é urgente a consci- dem, na Igreja Católica, não sei mentos, de pressões sociais ou de ência e a prática do princípio, hoje quantos padres casados e bispos psicologia das massas - anglicanos que discordam da sua mais do que a "pesca à Igreja, por ordenar mulheres e ho- rede ou de arrastão", foi o mossexuais. Para que tal seja possí- processo preconizado por vel, não tem ele pejo de fechar os Jesus, de adesão pessoal, olhos à situação não celibatária des- motivada pela Fé, à vivên- ses requerentes, enquanto mantém, cia da Sua Mensagem. dentro da sua própria Igreja, essa Por que procede Roma aberração disciplinar que é o celi- assim? Para prejudicar o bato sacerdotal obrigatório, contra ecumenismo, com esta sua o qual tantos se insurgem, na medi- atitude, fazendo prevalecer da em que ele é um óbice à falta de os seus pontos de vista des- ministros ordenados, com grande prezando os da outra Igre- prejuízo das comunidades. ja? Para parecer ela ser a Pessoalmente, não vejo com bons maior e a melhor? Como reagiria se muito obnubilado, de uma Igreja olhos essa debandada em grupo de os padres e bispos católicos, em de- sempre em renovação: Ecclesia uma Igreja para a outra. Quer, exac- sacordo com as suas orientações, se semper reformanda. Não no tamente, por ser em grupo, quer transferissem também, em massa, atrasmente, com tendências de só mormente pelas razões aduzidas tan- com notícia de toda a pompa e cir- olhar para o seu umbigo passado, to para a saída da sua Igreja como cunstância e de grande berra, para como criança que se recusasse a para a entrada na outra. outra confissão religiosa? nascer porque, no útero da mãe, Os visados terão todo o direito Aquela de Jesus de não fazer aos estava no melhor dos mundos. de discordar e até de se integrarem outros o que não queremos que nos António Marcelino, bispo emérito em qualquer outra confissão religi- façam a nós não teria de ser tida em de Aveiro, escrevendo sobre o osa, mas ´sponte sua`, sem bada- conta, nesta situação? profetismo na Igreja do nosso tem- po, refere duas grandes figuras: o cardeal Martini e o brasileiro bispoÕES POR FERNANDO NEVES Hélder, tão indesejados por uma boa parte Cúria romana. E é assim que E, também, em relação aos missa de terça-feira da XXIV semana escreve no Correio do Vouga de 21 presbíteros, mas na carta a Tito (1.5- comum: “Quem aspira a um cargo 0utubro: «Vaticano II... Já lá vão mais 6): “Constitui presbíteros nas cida- de governo na Igreja deve ser… ca- de quarenta anos... Porém, não po- des… alguém/homem sem crime e sado uma só vez...”? A este respeito, demos esquecer que são já muitos de uma só mulher.” gostaria de provocar os vossos co- os padres, leigos e consagrados que O e-mail termina com uma per- mentários hermenêuticos ou outros. do Vaticano II apenas ouviram falar gunta que a falta de tempo deixou Uma boa pergunta, Fernando. e os seus documentos são um livro sem resposta. Via Espiral, ei-la Para mim, Alípio, nós, padres casa- volumoso, ao lado de outros, que o reproduzida para todos os sócios: dos com uma só mulher, estamos em pó vai cobrindo. (...) O momento – Quando vemos que há prescri- sintonia com a irrevogável tradição histórico que a Igreja vive obriga a ções precisas para cada um dos apostólica. Em face dela a legisla- caminhos novos... que não podem graus da ordem (bispo, presbítero, ção canónica vigente sobre o celi- enredar-se em tradições e costumes diácono) porque é generalista a tra- bato não passa de pó que se impõe que, não raro, sossegam o espírito e dução litúrgica de Tm 3.1, lida na remover. anestesiam a vontade.»www.fraternitas.pt * e-mail: secretariado@fraternitas.pt * página oficial na Internet: www.fraternitas.pt * e-mail: tesouraria@fraternitas.pt
  6. 6. 6 espiral Em memória do Dr. Sousa Sampaio (Continuação da página 3) saudades de minha Mãe e Mãezinha (avó) que vejo e Ali estava a Esperança que eu procurava. Mais que revejo todos os dias na mudez do papel com um Bombonita, linda! […] dia!, uma flor e a lembrança duma prece (Ibidem, pp. E eu pensava: Que lindo ramo naquelas mãos para 48-49)!oferecer ao Céu na festa da Senhora da Piedade, a Ponto Encontro: Adiante, em Ponto de Encontroespirrar sangue de joelhos! Tudo branco: rosto, flores, […] Alegre como um passarinho, voava alto à pro-Esperança, Amor! cura de um ninho, procurando nas estrelas a minha Boa E eu remoía: mas que mãe mais linda!... Estrela. Deus aponta-me o norte do destino. […] Obri- E tu, toda vermelha de contente, respondias com a gada, Senhor, por esta estrela Cibele!boca a mentir ao coração: Sedento d’Amor e de Verdade, encontrei a vereda da – Não sejas tolo! Se eu até nem sou bonita! Felicidade (Ibidem, pp. 157). E, ali, naquele sol a morrer, diante das ervinhas e Uma felicidade inteiramente partilhada Di-lo o partilhada.dos olhos marotos daquela cotovia, os padrinhos, lem- postfácio: «Hoje, pela manhã, ao abrir a janela, entrou-bras-te?, disseste o “sim” do compromisso, da certeza, -me com o sol empurrada pelo vento a vozita muitoda confiança, e trocamos o meu bem-me-quer pelo teu afinadinha do meu amigo passarinho, todo asseadinhoamor-perfeito. […] a dizer-me: Tudo tão simples, tão verdadeiro e tão lindo! – Olá! Bom dia! […] E lembrei-me do que um dia E eu lembrava-me de minha Mãe, que lindas são as escrevi:Mães!, que me cobria de beijinhos pequeninos quando – […] Eram o sol, as avezinhas e as flores que fala-me dava o pão que eu beijava na mão. […] Tantas vam os nossos amores! Obrigado, Senhor, por este postalzinho d’amor! […] Depois, perdida no egoísmo do silêncio barulhento Deus é presença dialogante da rua, olhei para o Céu e caiu-me aquela folhinha da- quela árvore velhinha e eu li o pensamento-amor da-DIALOGANTE – caudal de comunicação vivencial quela folha trazida pelo correio azul do vento e foi ae, assim, corresponde às necessidades e anseios minha vez de me lembrar de vós:de autotranscendência contínua e progressiva. Obrigada, Senhor, pelo favor do Vosso Amor! CibeleA escuta é uma exigência da espiritualidade. Sampaio (Idem, 177).Daí a necessidade: Teacher entre os seminaristasde silêncio interior – disponibilidade para ouvir; Sousa Serafim Sousada harmonia interior – capacidade para ouvir; António Augusto Sousa Sampaio Marinho, 87 anosda paz interior – ouvido para ouvir. de idade, mais conhecido por “Teacher” entre os semi- naristas e antigos alunos do seminário de Vila Real, foiNão é o que se ouve, se estuda e se reflecte vítima de um acidente que lhe lesionou a cervical, a 23que enche o vazio existencial. de Setembro. Ainda foi operado no Hospital de S. João,Essas são verdades frias ou mornas no Porto, mas não sobreviveu e deixou-nos em 7 deque se dissipam nas praias emocionais ou intelectuais. Outubro de 2009.As verdades quentes são fruto da intuição/fé. Era doutorado em Teologia e leccionou Teologia Fun-São elas que levam a aprender e a flutuar no divino. damental vários anos no seminário de Vila Real, além deSão elas que constituem a comunicação vivencial. ter sido praticamente o introdutor do estudo do Inglês no seminário. Foi pároco de Mondrões, do concelho de Vila«É o Espírito que diz ao nosso espírito e verdade.» Real, e era um padre que criava simpatia e amizade ondeÉ o Espírito que segreda, sugere, apela e acciona quer que estivesse e com quem quer que se encontrasse.a autotranscendência contínua e progressiva. Era ainda muito dedicado à investigação histórica e es-Transcender-se é ser mais imagem do Transcendente. creveu muitos e diversos livros sobre esses temas, nomea-Transcender-se é ser mais semelhante ao Transcenden- damente sobre a capela da Granginha, da paróquia dete. Valdanta, concelho de Chaves. O funeral foi em Sanfins,do Douro, sua terra natal,Este apelo do Espírito está em pleno curso no dia 8 de Outubro. Ao funeral, que foi presidido peloE a Humanidade actual já sente o Sopro soprar. bispo coadjutor de Vila Real, D. Amândio Tomás, com-O pedagógico encontro junto do poço de Jacob pareceram quase todos os sacerdotes de Vila Real e pra-mostra como a Divina Presença é dialogante ticamente todos os membros da Fraternitas de que foie como nos conduz à VERDADE pela PROFUNDIDADE. sócio fundador. Deixou-nos muita saudade. Que Deus Cristo Martins Cristo Mar artins o tenha na Sua paz.
  7. 7. l espiral 7PELO DOM DA VIDA, graças te damos Secretariado, Fraternitas Moviment vimento, O Secretariado, em nome da direcção da Associação Fraternitas Movimento, deseja, a cada um dos sócios aniversariantes dest trimest parabéns ersariant aniversariantes deste trimeste, parabéns e muitas bênçãos divinas... ... e oferece um excerto do livro Discussão de Fron- […] Que Maria, minha e Tua Mãe, me acolha […]teiras, edição do autor, Jacinto de Sousa Gil (sócio n.º no seu regaço amoroso e me leve a Ti, fonte única da80), Leiria 1994, páginas 10 a 13: vida e limite máximo de felicidade. «A quem irei senão a Ti? […] Mesmo que vá roto, andrajoso, sujo, esfomeado, sem Tu és infinito, Senhor! Sem balizas, sem marcas! “graça”, que eu Te encontre, Senhor, de braços abertos, Mas eu, limitado, finito, exageradamente míope em correndo ao meu encontro, louco de amor, transpiran-relação a Ti, preciso de balizas que sinalizem o cami- do perdão, […] e se faça “uma festa”.nho que a Ti conduz. E dessas preciso, Senhor! Obrigado, Senhor! …» […] Ah, Senhor, como Tu és grande no perdão, rápi-do no esquecer e pai no abraçar; como é doce o Teu OUTUBROabraço e dolorosa a Tua ausência; como o meu cora- 1 – Maria T. M. Pinto (Régua)ção, criado para Ti, experimentou a procura inútil da 3 – Mª Joaquina F F L. Canito (Vila Chã, V.ª Conde) . .quietude sem Ti e longe de Ti!… 17 – Maria da Glória Leal Silva (Amarante) 18 – Manuel Batista F Ribeiro (Cabanões, Viseu) . 19 – Jacinto de Sousa Gil (Leiria) 20 – Maria do Carmo F F Gouveia (Ermesinde) . .nATAL: olhar de fé NOVEMBRO NOVEMBRO SOBRE o mundo 1 – Alcina R.M. Teixeira (Murça) Por muito que vociferem as vozes das desgraça, os 2 – António de Jesus Branco (Santa Cruz, Chaves)cristãos acreditam que o mundo não avança à deriva. A 3 – José Sampaio Ferreira (Lisboa)Igreja precisa de cultivar nos seus filhos a capacidade 7 – José Ramos Mendes (Arganil)de discernir para além das aparências de desnorte da 9 – M.ª Odete C. Gameiro Antunes (Entroncamento)época actual, relembrando que as convulsões deste 11 – Henrique Maria dos Santos (Évora)mundo são gemidos das dores de parto de uma nova 14 – Boaventura Santos Silveira (Angeiras, Lavra)criação (Rm 8, 22). Onde muitos apenas vêem uma noite 15 – Luísa de Fátima A. Pinto (Santa Marta de Portozelo/opaca e sem saída, a Igreja descortina sombras que não Viana do Castelo)impedem o pressentimento de que a Luz do Espírito de 16 – Maria de S. José M. Rebelo (Lisboa)Deus continua a atravessar as vicissitudes da História. 16 – Luciano Augusto Rodrigues (Bragança) Para vislumbrar este horizonte luminoso, precisamos 17 – Iolanda C. L. Carneiro (Porto)de um olhar que capte o mistério do divino no mais 18 – Vincent Norbert D´ Souza (Fojo, Abrantes)recôndito do Homem. A Graça, realidade anterior à que- 20 – Caetano António Pacheco de Andrade (Vila Francada, continua a manter-se operante no coração huma- de Xira)no, devolvendo-nos a confiança de que Deus Se deixa 22 – Paulo Tunes Eufrásio (Charneca da Caparica)tocar na substância mundana e temporal da nossa con- 23 – Alzira C. L. M. Quintas Rocha (Passal, Castelo dedição. Não é por acaso que o Advento nos preparou Paiva)para acolher o acontecimento de Deus na História, esti- 23 – Faustino Afonso (Vila Real)mulando-nos a sair da sonolência das nossas rotinas e 23 – Maria Angélica S.F Silveira (Angeiras, Lavra) .incitando-nos a adoptar a atitude de uma sentinela an- 24 – Salomão Duarte Morgado ( Leça do Balio)siosa pelo vislumbre da aurora da Salvação. Só esta ati- 25 – Rosa M.ª P Pereira (Vermoim, Maia). .tude pode transfigurar o que existe de desconcertante 28 – Maria Lúcia G. C. Valente (Régua).em nós, como poetizou Alberto Caeiro: Eu sou do tama- 30 – David Marques Silva (Torres Novas).nho do que vejo/E não do tamanho da minha altura. A luz, primeira obra de Deus (Gn 1,2), conheceu DEZEMBROnovos horizontes em Cristo, Luz do mundo. É para anun- 1 – Luís António Gouveia (Ermesinde)ciar esse desígnio de Deus que os cristãos são chama- 2 – Manuel Ferreira da Silva (Lisboa)dos a ser também luz do mundo (Mt 5,24), como diz o 12 – Maria Emília G. G. Rodrigues (Santiago da Guar-Vaticano II: A Igreja espalha os reflexos da luz divina da, Ansião)quando cura e eleva a dignidade da pessoa humana, 24 – Joaquim Borges Macedo Teles (Tendais, Cinfães)consolida a coesão da sociedade e dá um sentido mais 26 – Maria Fernanda L. G. Simão (Azurva, Aveiro)profundo à actividade quotidiana dos homens (GS 40). 26 – Maria Natália S. R. S. Ribeiro (Coimbra) Manuel Ribeiro 31 – Manuel Joaquim Monteiro Fernandes (Coimbra)
  8. 8. VIDA(S) na FRATERNITA S VIDA(S) FRATERNITA Um Santo Natal! Um 2010 pleno de bênçãos divinas! 9 de Setembro – Aniversário de Pamela, esposa o quadro intrínseco de valores não está em causa. Estãode Armando Marques da Silva (Freiria, Caranguejeira). sim, os processos de transmissão/imposição.Encontrava-se nos EUA, junto dos filhos e netos, já que 3 de Novembro – Pedido de Manuel J. Monteiroteve um descolamento de retina. O Armando aguarda Fernandes (Coimbra) de orações pelas filhas: Uma, naa terceira operação à próstata. No dia 9 de Dezembro, Holanda, foi atacada por uma infecção causada por umregressada a Portugal, aconteceu um segundo vírus, a outra, saiu ontem do hospital, com problemasdescolamento. Quanto ao marido, as dores na coluna pulmonares, tendo contraído uma pneumonia.são imensas, andando a fazer fisioterapia. 6 de Novembro – Carta de José da Silva Pinto 9 de Setembro – Nascimento da Diana, neta (Régua): A Mariazinha está estacionária, tendo vindo ado casal Paiva (Oliveira de Azeméis), primeiro rebento diminuir a fala, pronunciando, agora, mas consciente,da Liliana, a filha mais nova. Foi um parto atribulado, meia dúzia de palavras simples, por semana, a algumasque culminou em cesariana… «Acresce-nos a morte de perguntas que lhe fazemos… o que ajuda a que nadadois irmãos meus», comunicou o Manuel Paiva. Mais lhe falte, humanamente falando.tarde: Agora tudo está bem, graças…e também a um 13 de Novembro – Carta de Luís Antónioenorme grupo de pessoas a orar …, adiantou. Gouveia (Ermesinde): Nunca mais me posso esquecer 13 de Outubro – Carta de Manuel Ferreira da dele (P e Filipe Figueiredo) na minha casa e no convívio .Silva (Lisboa): À muito querida Associação Fraternitas! do Seminário do Bom Pastor, em Ermesinde… Era muitoOs últimos grãos de areia da minha ampulheta vão-me amigo do meu filho Vasco, um dos poucos no retiro delembrando… que já tenho quase 91 anos, com a Jovens, em Fátima…gratíssima recordação de que o nosso saudoso e sem- 26 de Novembro – E-mail de Manuel Ribeiropre querido P e Filipe Figueiredo foi comigo que teve uma . (Porto) nas vésperas do retiro de 27 a 29: No meio dosdas primeiras conversas sobre o sonho-projecto da nos- ruídos e dos barulhos com que obstruímos a limpidez desa Fraternitas… Já colaborava com ele, ainda no exercí- nós mesmos, chegam-nos convites/desafios como este.cio da sagrada Ordem do sacerdócio, e continuou amobilizar-me depois que pedi(…) a recondução ao es- De 1 para 2 de Dezembro – Ocorrência detado laical. um AVC isquémico (lado esquerdo) ao nosso assistente espiritual, P e Guilhermino Saldanha, na sequência da . 24 de Outubro – Lançamento, em Leiria, na convalescença, considerada normal, de uma interven-Sala Polivalente da Biblioteca Municipal, dos seguintes ção cirúrgica ao coração, em que foram colocados trêslivros de Jacinto de Sousa Gil (Leiria): Pão e Queijo; by-pass’s, encontrando-se internado no Hospital Mili-Leiria – Catedrais (2 Vol.); Leiria – Conventos (2 Vol.) e tar, nos cuidados intensivos.Leiria – Irmandades e Locais de Culto. 5 de Dezembro – «As nossas orações e compa- 27 de Outubro – Recepção de uma proposta rativamente pequenos sofrimentos presentes são por ele,de letra e música para o hino da Fraternitas, de Faustino P e Saladanha», comunicou o casal Armando e Pamela. .Afonso, acompanhada da mensagem: Tenho muita penade não me encontrar em condições para participar mais 7 de Dezembro – Piorou a situação isquémicaactivamente nas actividades programadas, mas…, e do P e Saldanha e tornou-se hemorrágica. Não se sabe .sobretudo, a minha falta de saúde (já tive um ataque como vai ficar a parte neurológica. «Vai ficar muito tem-cadíaco…) não mo permite. Esperamos expor, oportu- po paralisado… Necessitará de fisioterapia… Será ne-namente, as várias propostas. cessário inscrevê-lo nos Serviços de Acção Social, em Oeiras – ISFA… Um passo de cada vez. A recuperação Outubro – Recepção do livro Francisco Caboz – não será fácil… Fé em Deus. As nossas orações…», in-A Construção e a Desconstrução de um Padre, de Ho- formou José Serafim, presidente da Fraternitas.rácio Neto Fernandes (Porto), ed. Papiro. De um ecopor e-mail: A vida é um poema construído por cada um 10 de Dezembro – Boas Festas do Movimentode nós, mais ou menos ritmado, mais ou menos em con- Nós Somos Igreja: Que o Natal nos dê a dimensão amo-formidade com os cânones estabelecidos pelas insti- rosa da vida, o exercício da fraternidade, a disciplina datuições ornadoras. As instituições devem ajudar-nos a paz, o sentido da compaixão e a prática da solidarieda-escolher o rumo, não impôr. Neste livro, história de vida, de, em Cristo Jesus. Urtélia Silva Urtélia Silv Boletim da Associação espiral Fraternitas Movimento Responsável: Fernando Félix Praceta dos Malmequeres, 4 - 3.º Esq. N.º 37 - Outubro / Dezembro de 2009 Massamá / 2745-816 Queluz www.fraternitas.pt e-mail: fernfelix@gmail.com

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