espiral                                          boletim da associação           FRATERNITAS MOVIMENTO                    ...
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ENCONTRO REGIONAL DA FRATERNITAS     Dia 22 de Outubro de 2005. O tempo ora                            ser poder, tanto na...
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  1. 1. espiral boletim da associação FRATERNITAS MOVIMENTO Nº 21/2 - Outubro de 2005 / Março de 2006 ENCONTRO REGIONAL DA FRATERNITAS O tempo passa! Ainda há tão pouco Página 12estávamos no Natal, e agora já nos aproximamosa largas passadas da Páscoa! Quarenta dias antese quarenta dias depois tudo é Páscoa. Porque aQuaresma não faz nenhum sentido se não épreparação para a grande celebração pascal. E por vezes esquecemos facilmente que muito mais que grandes organizações visíveis de conferências, actividades, concertos, o que verdadeiramente deve XIII ENCONTRO NACIONAL caracterizar a nossa Quaresma é uma intensa reflexão interior Fátima para a conversão, no sentido mais 28 de Abril a 1 de Maio de 2006 profundo daquela palavra grega Capuchinhos que se nos tornou bastante familiar, a metanoia. Quer dizer,a nossa preparação quaresmal deve ser uma Sumário:passagem de um estado de alma meio adormecidoe insensível, à tremenda realidade da Graça, para A outra margem! 3uma consciência de que somos salvos com Ele, O incêndio do ódio 4-5com o Cristo crucificado e ressuscitado que é arazão mesma da nossa fé. Comemoração 2º Aniversário do P. Filipe 6 Ao longo do tempo do ano, entre uma Páscoa VII Curso de Actualização Teológica 7e outra, todos corremos o risco de esquecer como XIII Encontro Nacional 8somos limitados e egoístas, como se o mais “Não tenhais medo... dos padres casados!” 9importante não fosse efectivamente vivermos com Nota do Editor 10Cristo a total entrega aos outros, e não uns outrosmais ou menos abstractos e sem rosto, mas aquele Cartas | Breves... | Novo sócio 11Outro que tem voz e nome e com quem nos Encontro Regional da Fraternitas 12 (continua na pág. 2)
  2. 2. 2 espiralPassagem acomodarmos, não nos resignarmos a viver(continuação da página 1) simplesmente como se não houvesse ainda muitocruzamos em cada momento da vida. E vem então caminho a andar. Como nos meus tempos deeste tempo quaresmal lembrar-nos que só uma jovem membro da Acção Católica cantávamosimensa conversão interior nos poderá conduzir a uma estrofe do nosso Hino que nunca meuma atitude diferente, mais desprendida e esqueceu, gostaria de convosco a recordar porqueentregue, menos centrada nas nossas próprias se nos aplica plenamente: “Há caminhos não andadosmazelas ou condicionalismos, e mais atenta a tudo que esperam por alguém…” E esse alguém temos quequanto o Outro espera de nós e nos pede ser nós, e temos de descobrir quais os caminhos asilenciosamente. Afinal Páscoa é isso mesmo, construir e percorrer.desde as suas raízes bíblicas da passagem do anjo Este ano, no nosso encontro anual vamosexterminador nas casas dos egípcios, da passagem também fazer uma passagem, talvez ainda umdo Mar Vermelho a pé enxuto, até à passagem da pouco nebulosa mas certamente necessária paraescravidão para a liberdade da Terra Prometida. não estagnarmos: vamos ser capazes de nos O Tríduo Pascal todo ele nos imbebe dessa interrogarmos interiormente como é que devemosprofunda sensação da passagem da morte à vida, estruturar estes encontros, em que estilo, em quedo pecado à graça, das trevas à luz. E enquanto a modelo, mas sobretudo com que atitude. Não podenossa sociedade contemporânea se agarra ser apenas um encontro de amigos que partilhamdistraidamente ao gozo duns dias de férias a meio as suas vidas em ambiente agradável edo percurso fatigante dum ano de trabalho, nós comunicativo, mas não passam disso. Temos quepodemos ter essa mais-valia enorme de viver a ser capazes de fazer a passagem para algo de maisSemana Maior num espírito de passagem para comprometedor e interpelador, em que nosuma realidade de salvos e redimidos. Só assim a ponhamos sempre em causa, em quePáscoa não será apenas uma celebração aprofundemos a nossa atitude de fé e esperança,comemorativa mas uma vivência interior profunda em que deixemos de ser meramente passivos eme jubilosa. E então dá-se sim a passagem duma vida relação a alguém competente e esclarecido que nosmais ou menos rotineira e vazia para uma nova ensine coisas novas e velhas, mas precisamos derealidade de inserção na ressurreição e na salvação passar a ser muito activos e corresponsáveis, dedo mundo em que nos movemos e somos. Bastante tal forma que o nosso encontro seja um abanãomassacrados por tantas desgraças, tanto para as nossas vidas, que correm o risco de sepessimismo, tanto derrotismo que os media nos arrastar cansadas e gastas, mas que não podemosincutem constantemente, poderemos passar a ser de maneira nenhuma deixar de tornar activas econstrutores, cada um à sua escala, claro, mas empenhadas. O nosso P. Filipe não espera de nósrealmente edificadores dum mundo melhor, mais outra coisa, ele que com uma vivência profundajusto e mais em paz. de Deus nos ajudou sempre a passar adiante, ele Este ano vamos cumprir já 10 anos sobre que até ao fim se comprometeu e empenhou emaquele dia em que o P. Filipe nos convidou apara abrir novos caminhos, em lançar novas sementes,um retiro de padres casados, algo de novo na em passar para novos desafios. Seremos capazesprática eclesial e que nos abriu perspectivas novas de o desiludir? Penso que não, mas preciso deda nossa realidade vivencial. Durante estes dez todos vocês para me ajudarem, porque oanos, muito caminho foi percorrido, fomos Movimento é isso mesmo: é passagem constantecrescendo e fomos sobretudo tomando para melhor, numa inquietude permanente queconsciência de que somos Igreja, e temos que nos não sabe o que é cruzar os braços nem parar osenquadrar nela como verdadeiros membros passos para a frente. Assim Deus nos ajude, e oactivos. O nosso querido P. Filipe já “passou” para Ressuscitado nos abra os olhos e o coração!o lado da luz plena e da alegria total. Mas deixou-nos uma enorme responsabilidade de não nos Vasco Fernandes
  3. 3. espiral 3 A outra margem! “Lembra-te que és pó…” eclesial. Mudança profunda, momento, é digno de respeito.As Cinzas abrem solenemente a radical! Pedem-nos heroicidadeQuaresma. Somos peregrinos! Erradicar o mal do mundo, autenticada: perseverança, sem“A vida é uma passagem para a mal colectivo e pessoal — é o desânimo! Por vezes, somosoutra margem”!… Aviso: desafio proposto! Não é capazes de sacrifícios incríveis:aproveitar o tempo. Enchemo- possível? Assusta-nos um peso peregrinar a pé, jejuar, avultadas--nos de coisas e ofertas… Há uma“uma só é neces- promessa: “Dou-vossária”! A realidade um coração novo”!é tão evidente! Se — para perdoar,tudo acaba em fechado à vaidade ecinza! O convite às ambições, abertoestá feito… à verdade, apoio da Eis o tempo fraqueza alheia,adequado à mu- compreensivo,dança: atitudes, honesto…comportamentos, O segredo pre-hábitos, menta- sente é a capacidadelidades. Urgente! de amar. Só amar!Não somos escra- Se amarmos, verda-vos… Livres e senhores! tão grande? Bem! Comecemos deiramente, resolvemos osTomemos a vida em nossas pelo mais simples — mudança maiores e os mais graves proble-mãos. Oh! O fatalismo pessoal. Choca-nos a fome no mas dos homens. Há vedetismo,entorpece-nos! Abramo-nos a mundo? Que podemos fazer? oportunismo, interesses, vaida-novas perspectivas, a novos Vençamos o desperdício que des. Estes arrastam à guerra, àmundos, a novas aventuras. muitas vezes provocamos. vingança, a egoísmos. E igno- A mudança pessoal e Simples e humildes! Depois, ram-se os problemas doscolectiva é urgente. O mundo corajosos para cortar o homens: o desemprego, a fome,novo exige a nossa cooperação. supérfluo. a falta de água, a ameaça dosNão existimos para o Lamentamos a violência no riscos naturais, doenças,aniquilamento. A vida é partilha. mundo? Afastemos a violência epidemias... Só o amor dáE começa por uma atitude nova, da nossa vida, da nossa família, soluções!um comportamento novo, do nosso emprego. Tenhamos a Recordemos a Transfigu-horizontes arrojados. coragem de enfrentar a injustiça, ração! O amor manifestado Quaresma — Meditação! com determinação e com risco transformou aqueles homens. ÉTransformação! — À mudança da nossa tranquilidade. caminho de transfiguração o quemoral? Não! A Metanóia exige Coragem! “Eu venci o mundo!” abre à justiça, à partilha, aomudança estrutural profunda, — é garantia de sucesso, mesmo perdão. Não pares!pessoal e colectiva: familiar, na contrariedade. Façamos o J. Soaresempresas, associativo, social e que devemos. Ser herói um 6 de Março de 2006
  4. 4. 4 espiral A inda não havia está em jogo quando se fala dos renegam o Islão”. Concluindo: Ground Zero, nem motivos dos atentados: a grande maioria dos muçul- Madrid, nem Lon- “Então não entendeis, não manos no mundo ficou satisfeitadres. Não havia Toni Blair nem quereis entender que é uma com os ataques às torresBush Júnior. Ainda não existia cruzada em sentido contrário gémeas. É o que mostram aso conflito do Iraque, apenas a que está em curso? Uma guerra sondagens.guerra soviética no Afeganistão religiosa, a que chamais jihad,e os talibans. E já um taxista guerra santa? Então não Cuidado com os juízos globaisaustríaco de origem curda percebeis, não quereis perceber Pode muito bem ser que osexplicava, ao cliente que chefes muçulmanostransportava da Catedral cultos, como, p. ex., suade S. Estêvão para a Com as bênçãos do papa e espicaçados Eminência o grande Imã por pregadores inflamados, lançaram-seBolsa, que o Ocidente é Prof. Dr. Mohammed na guerra santa contra os infiéis — oscorrupto, só gosta de ver cruzados cristãos da Idade Média. Sayyed Tantawi, grandemulheres nuas em Com as bênçãos do padrinho do terror Xeque da mesquita Al- Osama Bin Laden e espicaçados por Azhar, recusem decidi-cartazes e revistas, que o pregadores do ódio, lançam-se na guerracristianismo já está na santa contra os infiéis — os cruzados damente o terrorismo emrampa descendente e que islâmicos do século XXI. As vítimas não nome de Allá. Tambémo futuro se chama Islão. contam, o terror prossegue. E o mundo desde há décadas o ocidental, ainda marcado peloE desfazia-se em cristianismo, que só lentamente vai professor universitário elouvores ao Ajatollah despertando, recusa dar atenção à autor de vários livros Dr.Khomeini que, ao seriedade da situação. Bassam Tibi, de origemintroduzir a lei islâmica síria e residente nano Irão, conseguiu Alemanha, tenta clari-instituir um estado modelar de que, para os muçulmanos, o ficar a diferença entre a doutrinajustiça social. Ocidente representa um mundo de paz do alcorão e a ideologia Quer dizer: ao contrário do que tem de ser conquistado, assassina islâmica. Mas quemque fazem correr pelo mundo castigado e convertido ao conhece os corações de todos oscertos comentadores superfi- Islão?” muçulmanos que vivem entrecialmente informados e pro- E a pedra negra do anel nós? Quem conhece e entendegramados para um anti ameri- cintilava-lhe no dedo quando ele as pregações dos seus mullahscanismo vulgar, na sua raiz o chamava “criminoso” ao nas mesquitas? É que tudo sedespertar do fanatismo islâmico Secretário Geral da ONU, Kofi resume a uma questão denão tem a ver nem com o Annam, e considerava a Itália, interpretação. Assim como oconflito do Iraque, nem com a a França e a Inglaterra seus facto de Jesus ter recusadoPalestina, nem com Bush e “inimigos”. E acentuava mais liminarmente o uso da espadaBlair. O seu profeta, o rico árabe uma vez: “Essencialmente é não pôde impedir que ossaudita mais procurado, de uma guerra religiosa que está cruzados da Idade Médiafigura ascética e olhos flame- em curso e quem o negar brandissem a espada contra osjantes, Osama Bin Laden, veio mente”. Segundo o padrinho do “infiéis”, também o facto de osesclarecer, menos de dois meses terror todos os árabes e todos os terroristas islâmicos nãoapós a catástrofe de Nova muçulmanos deveriam, “tomar pretenderem interpretar oYorque, o que é que realmente partido, se ficarem neutros conceito de jihad exactamente
  5. 5. espiral 5naquele sentido pacifista com Laden. As fogueiras onde ticos, não em último lugar deque os muçulmanos pacifistas o queimam a bandeira norte-ame- proveniência estrangeira?fazem, poderá muito bem não ricana e bonecos com a figura O Ocidente, após duaster explicação. de Bush. Queiram os cegos do terríveis guerras mundiais, após No livro “A Raiva e o Ocidente escutar a gritaria de a queda de duas ditaduras comOrgulho” a grande jornalista júbilo ao Deus-misericordioso- milhões de vítimas e após Sre-italiana Oriana Fallaci, a viver -e-irado, ou os gritos de Allah brenica, gozando, em certa me-em Nova Iorque, retrata com akbar… Serão grupos margi- dida, de paz e bem-estar, tem O INCÊNDIO DO ÓDIO *palavras fortes a adesão das nais extremistas? Minorias dificuldade em se adaptar a estemassas muçulmanas à guerra fanáticas? Mas são milhões e desafio cada vez mais próximo.santa de morte: “do Afeganistão milhões os extremistas! São Talvez não consiga atingir todoao Sudão, da Indonésia ao milhões e milhões os fanáticos! o alcance do que ainda está paraPaquistão, da Malásia ao Irão, Milhões e milhões para quem vir, nem das ideias ou meios dedo Egipto ao Iraque, da Argélia Osama Bin Laden, vivo ou combate que os assassinos deao Senegal, da Síria ao Kénia, morto, é uma lenda igual a massas islâmicos ainda poderãoda Líbia ao Chade, do Líbano a Khomeini. vir a desenvolver. Com efeito,Marrocos, da Palestina ao o reforço dos controlos fron-Yémen, da Arábia Saudita à Um Desafio Novo teiriços e a expulsão radical dosSomália, cresce a olhos vistos o Até onde vai, entre os pregadores do ódio não poderão,ódio ao Ocidente. Ele incendeia- muçulmanos que vivem entre só por si, resolver o problema.-se como um fogo estimulado nós na Europa, a simpatia pelos A verdade é que o terror conti-pelo vento enquanto os discí- autores dos atentados em Nova nua a ser o grande desafio àspulos do fundamentalismo Yorque, Madride ou Londres? nossas democracias.islâmico se multiplicam como Ninguém sabe. Não lhes im- Mas ele sublinha tambémcélulas que se dividem sempre porta sequer o facto de ultima- como é urgente a união de todasmais. mente em Londres quatro as comunidades religiosas no Quem, no Ocidente, não jovens terem sido traiçoeira- combate comum contra o mal doperceber isto queira ver nas mente mandados para a morte nosso tempo, mais propriamentetelevisões as imagens que, todos pelos assassinos? Também não de todos os tempos. Contraos dias, ali nos são apresentadas: serve de nada que, sob o slogan fundamentalismo e fanatismo As massas que inundam as “guerra santa contra os nas próprias fileiras.ruas de Islamabad, as praças de americanos”, todos os dias em Walter AxtmannNairobi, as mesquitas de Bagdade e arredores sejamTeherão. As caras furiosas, os assassinados inúmeros ira- (* in Kirche In, 08/2005, pp. 32,33)punhos cerrados e ameaçadores, quianos, entre os quais inúmerasos cartazes com a figura de Bin crianças, por islâmicos faná- (Tradução de João Simão)
  6. 6. 6 espiralComemoração do 2º Aniversário dapartida do P. Filipe F ez no passado dia 27 No de Novembro dois lado es- anos que o Padre querdoFilipe Figueiredo nos deixou do Pal-duma forma inesperada, mas co esta-marcante para todos aqueles que va umcom ele conviveram. retrato Em Estarreja, sua terra do Pa-natal, onde foi criada em 2004 a dre Fi-Fundação Cónego Filipe de l i p eFigueiredo, quis esta Fundação, mani-juntamente com a Câmara festando-Municipal, comemorar o 2º -nos a sua presença. Filipe tinha pelo Povo cigano”.Aniversário da sua partida com A Orquestra da EsproArte, Foi uma alegria e um sentiruma Semana de Comemorações de Mirandela, dirigida pelo profundamente a importânciaque encerrou com um Concerto Maestro e Director de Orques- que Maria tinha na vida doque teve lugar no Auditório tras e Compositor Espanhol de Padre Filipe e que tão bem nosMunicipal a que tive a origem Cigana Paco Suarez, e soube transmitir. Foi um mo-oportunidade de assistir, com o um Grupo de Solistas, Bailari- mento de muita união a todos osVasco em representação do nos e Cantores ciganos, delei- que sabiam como era e é o Padrenosso Movimento Fraternitas. taram-nos com um Programa de Filipe esse momento em que a Foi um Concerto mara- música de vários autores esposa de Paco Suarez nosvilhoso em que sentimos conhecidos entre os quais ele cantou essa Ave-Maria. É bomrealmente a presença do Padre próprio Paco Suarez. sabermos e lembrarmos aquelesFilipe, nosso fundador que tanta Este Concerto teve o seu que amamos e que partiram àsaudade nos deixou, mas que lá momento mais alto quando o nossa frente para junto do Pai.do Alto vela por nós e nos ajuda Maestro Paco Suarez nos dissea continuar a ser sinal da que tinha composto uma Ave- Bem haja Padre Filipe pelopresença do Senhor no meio de -Maria em homenagem ao Padre bem que nos fez e, lá do Céutodos aqueles que connosco se Filipe que ele lembrava com onde acreditamos nos tenhacruzam. muita saudade e a quem oferecia precedido, vele por nós para que Gostava de partilhar con- aquilo que sabia que o Padre consigamos seguir no caminhovosco o que senti pois sinto-me Filipe tanto gostava, dizendo: que nos mostrou e por ondena obrigação de o divulgar a “seja onde for que ele estiver queremos e cremos vir atodos aqueles que conheceram aqui fica a nossa Homenagem encontrar-nos um dia!o Padre Filipe e sabem como ele de grande saudade lembrandoamava o nosso Movimento... toda a amizade que o Padre Mª Isabel Beires Fernbandes
  7. 7. espiral 7 VII Curso de Actualização Teológica 2005 Com a presença de cerca de activa a parti-setenta associados teve lugar em cipação indi-Fátima, na Casa de Nª. Sr.ª do vidual com aCarmo, na data de 11 a 13 de correspondenteNovembro de 2005, mais um riqueza de re-curso de actualização teológica, flexões e desubordinado ao tema “Pertença conclusões.Eclesial do Cristão”, que foi Os temas de-orientado pelo Doutor João senvolvidosDuque, Teólogo e Professor pelo confe-Universitário. rencista fo- Numa breve sessão de ram: “Dimen- O conferencista, Dr. João Duque.abertura, após uma sucinta são eclesial Trindade, que é em si mesmoapresentação dos presentes, a da fé”, “Igreja como comuni- relação, comunidade. Nasecretária deu notícias sobre o dade” e “Comunidade laical”. origem, na vida e na morte, o serque entretanto se tem passado na Salientou-se que a fé cristã de humano engloba em si umnossa associação e falou dos cada um de nós é a adesão a algo aspecto relacional, comunitário.membros que não puderam estar que nos é proposto, não a algo A nossa identidade como crentespresentes por doença ou por que nasça de cada um. É uma não se define a partir de nósimpossibilidade profissional. experiência, uma adesão pes- próprios mas é-nos dada gra-Estes momentos de notícias da soal. Mas essa adesão pessoal a tuitamente por Deus. Deus“Família Fraternitas” são muito algo que é proposto é um acolhe cada ser humano talimportantes porque nos ajudam processo comunitário. Dando como acontece ele ser. Oa manter a união entre todos e a esse passo de adesão, entramos acolhimento da fé não é desin-dar expressão à preocupação de numa comunidade de fé — há carnado, é condicionado pelasuns pelos outros. um conteúdo de fé que é trans- circunstâncias, pelos contextos O plano de trabalhos mitido e que se aceita. Esta op- culturais e sociais.proposto previa três conferên- ção pessoal de aceitação dum A comunidade humanacias, seguidas, cada uma delas, conteúdo transmitido começa na constrói-se na assunção dasde sessões de trabalhos por família. diferenças de cada um. Agrupos e de plenários comen- A nossa profissão de fé num fraternidade é algo a construir.tados pelo orientador. Deste Deus uno e trino é o início damodo torna-se muito mais nossa relação com Deus (continua na página 8) Fundo de Partilha Como todos somos sabedores, é imperioso, mor- Porém, só é possível distribuir o que os sócios da mente nos tempos que correm, acorrer e Fraternitas “depositam aos pés dos apóstolos”... acudir a casos de necessidade. E, como apren- Eis o NIB da nossa conta (para transferências para demos e importa praticar, a caridade começa pela a solidariedade): própria casa... 0033-0000-45218426660-05.
  8. 8. 8 espiralVII Curso de Actualização do além, da cidade celeste, foi primeiros sábados, para “ga-Teológica 2005 uma ilusão e criou muitas rantir” a salvação da alma, já(continuação da página 7) perversões. pouco dizem à mundividênciaEmbora consideremos mais Depois falou-se de Igreja das actuais gerações. Hoje emfácil entrar em comunhão com hierárquica e de Igreja Povo de dia o acento tónico vai para osquem concorda connosco, Deus. Reflectiu-se sobre os aspectos sociais, a ajuda mútua,devemos entender que o Senhor ministérios e o lugar dos o voluntariado a favor do irmão,nos trata duma forma bem ministérios ordenados. Salien- cristão ou doutra fé, como sendodiferente: Ele ama-nos apesar tou-se que o ministério funda- esses os passos que definem adas nossas infidelidades. mental é o do cristão como autêntica caminhada de A Igreja não é uma entidade anunciador da Boa Nova. Todo salvação.orientada para si mesma, mas o cristão, clérigo ou não, se Os trabalhos terminaramuma entidade orientada para os define por estar ao serviço dos com a Eucaristia dominical.outros. É uma barca para todos. outros. Nestes termos, quando Tratou-se realmente dumaA relação Igreja–mundo é uma fazemos uma crítica, é uma jornada de reflexão, dumrelação fundamental. auto-crítica que fazemos. encontro de amizade entre A tentativa dalgumas Decididamente: uma prática irmãos, de conforto e animaçãosociedades monacais de religiosa de missas, terços, para todos.antecipar já neste mundo a vida novenas, primeiras sextas feiras, João Simão X III E N C O N T R O N A C I O N A L Data: de 28 de Abril (jantar) a 1 de Maio (almoço) de 2006 Local: Casa dos Capuchinhos (Fátima) Inscrições: Secretariado da Fraternitas Eduarda Oliveira e Cunha Estrada Velha de Abravezes, 292 3510-204 VISEU Certamente não carece referir a importância e a necessidade de nos encontrarmos, de reflectirmos, de rezarmos, de convivermos, de avaliarmos a nossa actuação, de apoiarmos que dá o seu melhor pela nossa Associação/Movimento. A presença de todos e de cada um é estímulo para os outros. A nossa Assembleia Geral Anual, que terá lugar durante o Encontro, precisa de ti e da tua opinião. Precisamos uns dos outros. Mobilizemo-nos!
  9. 9. espiral 9“NÃO TENHAIS MEDO... DOS PADRES CASADOS!” Por Marcel Metzeger*“Não tenhais medo!” pastoral noutra Igreja. O franceses. Convém sabermosEste apelo, lançado pelo Concílio Vaticano II não teve que não são admitidos aopapa João Paulo II em medo de restaurar o diaconado episcopado senão os padres a1978, no dia da sua eleição, para homens casados: os quem foi feito um inquéritoficou célebre. Há dez anos, diáconos podem celebrar prévio, e nele se declararamo padre Bernard Sesboüe baptismos, casamentos, como partidários da doutrinausou-o como título dum funerais, liturgias da Palavra, oficial do celibato. Se um bispolivro em que propunhaencarar a possibilidade da sendo ao mesmo tempo francês colocasse a hipótese daordenação de alguns missionários nos seus meios ordenação de homens casados –homens casados. Será ambientes. Então porque razão como em Estrasburgo em Junhoque houve progressos se há-de recusar esta solução de 2000 – isso significaria queneste ponto? Parece que para o ministério sacerdotal, ele evoluiu, ou que o inquéritonão. quando se reconhece a tinha sido mal feito. importância da Eucaristia para Presentemente, convém Com efeito, em Novembro cada comunidade e se deplora dizer aos bispos de França:último, a conferência episcopal que a falta de padres as privem “Não tenhais medo, quanto aode França, ao comentar os dela com tanta frequência? ministério sacerdotal, dostrabalhos do recente sínodo Um dos argumentos que homens casados. Vós já osromano, declarava, a propósito muitas vezes se utiliza é a menor admitis ao diaconado. Jesus deudo celibato eclesiástico: mobilidade do clero casado. o exemplo, Ele que confiou as“Perante a falta de padres que Mas os pastores do tempo de S. chaves da Igreja a um homemcaracteriza um certo número de Paulo, que eram chefes de casado, ao qual, dizem-nos osregiões no mundo, o sínodo ana- família, eram assim tão móveis? Evangelhos, Ele tinha curado alisou a hipótese de ordenação de Os pastores protestantes e os sogra. Não tenhais medo dehomens casados, os “viri padres anglicanos serão estudar a história da Igreja paraprobati” (ou seja: homens que porventura inamovíveis? nela descobrir a diversidade dejá deram provas).Os Bispos Quanto ao celibato sacer- soluções pastorais adoptadasexprimiram a opinião de que dotal, o facto de admitir a segundo os tempos e os lugares,não se deveria enveredar por ordenação de homens casados graças à assistência do Espíritoesta via. Reafirmaram a não significa o seu fim: as duas Santo”.importância do celibato na formas de vida existem desde as No cristianismo, é Jesus, oprática da Igreja latina (...) origens do cristianismo. S. primeiro, que convidou a não terImporta promover e defender a Paulo não era casado, mas cha- medo no meio da tempestade (Joescolha do celibato sacerdotal”. mava homens casados para os 6, 20). Ele dirigia-se aos seus ministérios. E as Igrejas orien- discípulos, dos quais os bispos Duas formas de vida tais conservaram as duas tradi- se consideram sucessores. No entanto, o papa João ções.Paulo II não teve receio deadmitir à ordenação mais de 200 Diversidade de soluçõeshomens casados, viri probati, pastorais * (padre, teólogo, já foi director da Faculdade de Teologia de Estrasburgo,que tinham dado provas Podíamos então espantar- colaborador de Regard Chrétien des DNAexercendo um ministério nos com a posição dos bispos — texto inserto no nº 21, de 25.01.2006)
  10. 10. 10 espiral vento.” De facto, desafiar oENCONTRO REGIONAL DA FRATERNITAS(continuação da pág. 12) vento é ter a coragem de ser luz, mesmo para quem não nos compreende! É sermos farol e O ambiente do Encontro, Depois de um dia assim não nos contentarmos em sercomo sempre, foi de um intenso vivido em tão reconfortante apenas uma vela a arremessartestemunho do interesse que convívio de irmãos, depois da fumos inúteis.cada um mostrava pelo bem- troca de recordações das vidas Agora esperamos ansiosa-estar dos outros, mesmo passadas e das presentes, chegou mente o costumado grandeausentes. A Direcção do nosso a hora das despedidas. Abraços Encontro-Curso, a nívelMovimento, através de um aos molhos entre os irmãos, nacional, em Fátima, nos«fundo de maneio», tem beijos e promessas de novos próximos dias 11,12 e 13 deprestado toda a espécie de ajuda encontros, cada um de nós lá Novembro, onde iremos estudara qualquer sócio que dela partiu para suas terras, não sem e discutir o tema deste ano,precise. Mas nunca se sabe um olhar para trás cheio de «Presença Eclesial do Cristão»,quem precisou e que ajuda saudades daquele Encontro que sob a orientação do Dr. Joãorecebeu!... É a vivência da tanta força nos deu para Duque, teólogo leigo, professornorma evangélica: «não saiba a continuarmos a viver esta da Universidade Católica detua mão esquerda o que faz a tua fraternidade, ao nosso jeito. Braga. Nele participarão sóciosdireita». E o nosso jeito não é sermos do nosso Movimento de todo o Sabemos viver aquilo que carneiros de Panurgo país.um dia, Antoine de Saint- (personagem do «Pantagruel» O nosso MovimentoExupéry escreveu: «A caridade de Rabelais), mas assumir as «Fraternitas» é uma portanunca humilhou aquele que nossas responsabilidades e sempre aberta a todos.beneficiou dela, nem sequer o caminhar em frente com a Sobretudo aos que aprenderamprendeu com as correntes da coragem que Confúcio a amar, porque, se aquele quegratidão, já que a dádiva não foi recomendava aos seus quer fazer bem, bate à porta,feita a ele, mas sim a Deus». É discípulos: “O sábio... quando aquele que ama, encontra-apreciso amar para perceber vem a tempestade, caminha sempre aberta!...isto!... sobre as ondas e desafia o Manuel Paiva Nota do Editor: Assim, decidindo-se pela sua saí- único responsável, peço a todos Este número do nosso boletim da no primeiro trimestre de 2006, perdão. Espiral corresponde a dois tri- vai um pouco mais “gordo”, com- Mas importa repensar os moldes mestres, sendo, portanto, um nú- pensando (se tal é possível!...) o do nosso boletim e, principal- mero duplo. deplorável atraso. mente, julgo chegado o momen- Tal facto deve-se, principalmen- Por outro lado, os ecos que me fo- to de se proceder à minha substi- te à impossibilidade de o ter fei- ram chegando (mais do que quei- tuição. Sem angústias nem so- to sair, com normalidade, no tem- xas, eram lamentos pela sua ausên- bressaltos. Aliás, estou a fazer o po devido — altura do Natal de cia...), demonstram a importância Espiral desde o número um e é 2005. Teve a ver com a minha deste elo entre os membros da nos- importante renovar. disponibilidade/indisponi- sa Associação e outros leitores Vamos pensar e andar para a fren- bilidade, o que, sinceramente la- atentos. te! mento. Pelo facto do atraso, de que sou o Alberto Osório
  11. 11. espiral 11 Cartas... Acompanho, com vivo interesse, a actuação da da Associação, Dr. Vasco Fernandes, desejando- “Fraternitas”, através da agradável visita trimes- -lhe e a toda a equipa, profícuo trabalho. tral do jornalzinho “Espiral”. Envio o cheque junto, para ajudar as despesas Bem haja a este e a quem o envia, a começar com o boletim. pelo primeiro responsável: o caro João Simão, Subscrevo-me, com amizade e consideração dilecto companheiro de Coimbra. Braga, 21-09-2005 Felicito, de modo especial, o novo Presidente Eurico Nogueira N.R.: Muito nos apraz registar esta rito de Braga e leitor atento do nos- outras certamente já o foi feito) o missiva, que nos remeteu o Sr. D. so boletim. Cremos ser também de seu contributo para as nossas des- Eurico Nogueira, arcebispo emé- agradecer (por esta via, pois por pesas. Bem haja! QUOTAS Novo Sócio da FRATERNITAS Agradecemos o favor de serem pagas as quotas para Admitido na Reunião de Direcção de 4 de Fevereiro de 2006 o nosso Movimento. A única fonte de receita são Nº 106 -DOMINGOS COSTA LEITE os nossos contributos e, quando faltam, o tesoureiro vê-se em apertos... No próximo número esperamos cisco Santos (Vila do Conde), e b r e v e s . . . poder incluir um texto mais desen- do António Limas (Argentina). volvido sobre este nosso irmão que Não esquecendo a Mariazinha, FALECIMENTO (a): A mãe tão brevemente passou pela Fra- esposa do Silva Pinto (Santa da Antónia Sampaio faleceu no ternitas. Marta de Penaguião). passado dia 16 de Outubro de À sua esposa e a todos os seus, os Tenhamo-los a todos presentes 2005. Abnegadamente suportou nossos sentidos pêsames. nas nossas orações. várias maleitas e sofrimentos que Ânimo e efectivas melhoras. EM PROVAÇÃO: Vários dos a atormentaram nos últimos anos nosso consócios encontram-se em NASCIMENTO: No passa- de vida. provação, por motivos de doença. do dia 23 de Novembro de 2005, Paz para ela. Ressalvando outras situações de nasceu, com 32 semanas, a Ca- FALECIMENTO (b): Nesse que, por vezes, não temos conhe- rolina, filha do Manoel Pombal mesmo dia, 14 de Outubro de cimento oportuno, só o sabendo e da Luísa. 2005, teve igualmente a sua bastante mais tarde, devemos men- Os nossos sinceros parabéns aos páscoa, o nosso sócio António cionar expressamente os casos do pais e felicidades para a meni- Júlio Sampaio Veríssimo (nº Luís Gouveia (Ermesinde), do na. 104). Orival Pinto (Vila Real), do Fran-
  12. 12. ENCONTRO REGIONAL DA FRATERNITAS Dia 22 de Outubro de 2005. O tempo ora ser poder, tanto na política como na Igreja, ou parachovia ora sorria: era o retrato da vida de qualquer se locupletarem, ou para desassossegarmortal deste complicado planeta!... consciências com fardos que não carregam! Será Tinha sido que os visados,esse o dia marcado por andarempara o Encontro desavisados, nãoRegional da estremeceram?!...«Fraternitas», da A «Casa dazona Norte. Por Carreira»sorte foi em Vizela, pertence à famíliana quinta da «Casa da Isabel e doda Carreira», que Vasco, colegastinha uma frondosa deste grupo dee refrescante sacerdotesfloresta de «dispensados» docastanheiros, exercício docarvalhos da Índia, ministério.tílias e outras Fomos aliárvores de grande porte, a rodear aristocráticas recebidos como verdadeiros irmãos, no calor dehabitações, cujo granito testemunhava, quem se sabe dar, fazendo-nos sentir nossa a casasilenciosamente, as já longínquas vozes de quem que tão bem nos acolheu!...as ergueu!... Havia salas e salões para tudo quanto Eram 40, acompanhados de familiares. E maisse pudesse sonhar: divertimento, descanso, 10 que nos enviaram saudações por não poderemcavaqueira, jogos, e até uma linda capela, de estar presentes, dados os seus compromissos.rendilhados de pedra na sineira, nos dintéis e Viveram-se ali horas de um convíviocornijas da fachada. Ali reflectimos e rezamos pela fraternalmente alegre, como tem sido timbrealma dos colegas falecidos e pela saúde dos ainda destes Encontros de almas gémeas nas vicissitudesvivos. É que todos nós aprendemos a amar, e o de uma vida marcada pelo espírito de inter-ajuda,amor é um caminhar, unidos, na mesma direcção. que tanto conforto tem dado àqueles que, algumaConforme escreveu o romancista francês Saint- vez, precisaram da presença amiga dos colegas,Exupéry, «Amar não consiste apenas em olhar uns em horas adversas. Em vez de enxugarmospara os outros, mas em caminhar unidos na mesma lágrimas, preferimos que elas não brotem. É quedirecção». o verdadeiro amigo não é o que nos enxuga as Podemos não ter tudo o que amamos, mas lágrimas, mas sim aquele que não as deixa cair!...amamos tudo o que temos! Mesmo que nos Enquanto uma equipa se afadigava, numa dasquisessem tirar «tudo», há faúlhas da alma que cozinhas, a preparar um apetitoso (e nunca maisnão se apagam nas provações...No Evangelho do esquecido!) arroz de frango, e a distribuir, pelas31º Domingo, do passado dia 30 de Outubro, mesas, os acepipes trazidos pelos sócios doCristo deu o golpe de misericórdia nos que querem Movimento «Fraternitas», outros colhiam, para um magusto familiar, castanhas fresquinhas que os castanheiros boletim da espiral associação fraternitas movimento prodigamente iam deixando cair Rua Lourinha, 429 - Hab 2 = 4435-310 RIO TINTO no chão manteado de folhas Responsável: Alberto Osório de Castro e-mail: espiral.boletim@clix.pt amolecidas. Nº 21/2 - Outº 2005 / Mar 2006 (continua na página 10)

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