Francisco Vilaça Lopes, Interno 2º ano MGF, vilaca.lopes@gmail.com
CS Portimão, ACES Barlavento Algarvio. 1º Curso de ORL ...
Prevalência de dificuldade autodeclarada
em ouvir: 4,3% Portimão; 4,4% Algarve
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Por...
Prevalência de dificuldade autodeclarada
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7,7% Portimão; 7,5% Algarve
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Alguns motivos de consulta em MGF,
frequentemente relacionados com ORL
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Uma Consulta de MGF
Subjectivo
Caracterização dos motivos de consulta / Anamnese
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Exame físico / MCDs disponívei...
S
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S
História da doença pregressa
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História familiar e social
Diagnósticos prévios em familiares / etnia / consanguinidade
Avaliação familiar / disfunção /...
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Exame físico
Temperatura / TA / FC / FR / SpO2
Inspecção e palpação (percusssão e auscultação) da cabeça e pescoço
Otosc...
A
Problemas activos
Justificam os motivos de consulta e a atitude terapêutica naquela consulta
Problemas activos em consultas de MGF,
frequentemente relacionados com ORL
n=299 consultas, Julho 2013, CS-Portimão
R97 Ri...
P
Requisição de MCDTs
- Gerais: patologia clínica, microbiologia, anatomia patológica.
- Radiologia
- Audiometria
- Impeda...
Radiologia convencional
(com relatório de radiologista; contraindicados na gravidez?)
Exame Indicado se suspeita
Taxa mod....
Cristiane Celli Matheus dos Santos-Pinto, Paulo Roberto dos Santos-Pinto, Edvaldo Luiz Ramalli, Ary dos Santos-Pinto, Dirc...
Cristiane Celli Matheus dos Santos-Pinto, Paulo Roberto dos Santos-Pinto, Edvaldo Luiz Ramalli, Ary dos Santos-Pinto, Dirc...
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Medical_X-Ray_imaging_NJR06_Nevit_nasal_bone_fracture.jpg
http://files.otorrinoufpb.webnode.com.br/200000044-e2967e3947/Rxocciptomental.JPG
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/casos/4099/velamento_de_seios_da_face.htm
Fabiano Celli Francisco; António Carlos Pires Carvalho; Gilberto Torres Neto; Vivian Frida Murta Francisco; Luís Alberto M...
Schüller view of the temporal bone showing a fracture (short white arrows) extending through the squamosal
temporal bone, ...
Tomografia Axial Computorizada
(com relatório de radiologista; contraindicados na gravidez?)
Exame Indicado se suspeita
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Fernando O. Balieiro; André Bordash; Aldo E. C. Stamm; Bruno B. Sebusiani; Iulo S. Baraúna Filho. Abordagens cirúrgicas pa...
Audiometria
Exame Indicado se suspeita
Taxa mod.ª
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Custo total
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Audiograma tonal
simples
Perda auditiva. Determina limia...
Audiograma tonal normal
http://www.babyhearing.org/hearingamplification/hearingloss/audiogram.asp
Perda auditiva de condução
(diferença entre via aérea e via óssea)
https://www.osha.gov/dts/osta/otm/noise/health_effects/...
Perda auditiva neurosensitiva
(sem diferença entre via aérea e via óssea)
https://www.osha.gov/dts/osta/otm/noise/health_e...
Perda auditiva mista
http://www.cochlea.eu/po/exploracao-funcional/methodes-subjectives
Presbiacúsia
(surdez neurosensorial com preferência pelos
sons agudos)
http://www.cochlea.eu/po/exploracao-funcional/metho...
Surdez congénita familiar
(surdez neurosensorial bilateral
em vale, ou de bolacha ratada)
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Lesão por ruído intenso
(surdez neurosensorial na frequência do ruído)
http://www.dizziness-and-balance.com/disorders/hear...
Impedanciometria
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Timpanograma
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permeabilidade dos tubos de...
Timpanograma
- Volume CAE
- Mobilidade máxima do sistema OM (admitância estática)
- Pressão no pico timpanométrico
- Forma...
E Onusko. Tympanometry. Am Fam Physician. 2004 Nov 1;70(9):1713-1720. Disponível em: http://www.aafp.org/afp/2004/1101/p17...
Otite serosa
Rigidez timpânica
Timpanosclerose
Colesteatoma
Tumor OM
Cerumen
Erro técnico
Perfuração
timpânica
Tubo de
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Audiometria de respostas
eléctricas evocadas (ERA)
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Vestibulometria
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Outros
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Estroboscopia
(inclui laringoscopia)
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P
Lavagem auricular / remoção corpo estranho
/ tamponamento nasal
Prescrição terapêuticas em ambulatório
Reavaliação em no...
Liga de Pediatria da Universidade Federal do Espírito Santo [internet]. Vídeos: Caderno de Atenção Primária – Procedimento...
Liga de Pediatria da Universidade Federal do Espírito Santo [internet]. Vídeos: Caderno de Atenção Primária – Procedimento...
TK Young, R Hall. The occasional management of epistaxis. Can J Rural Med 2010;15(2):70-74. Acedido a 18-1-2014 e disponív...
#1 C. de Dermatologia (S67) 1,7% (5)
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#2 C. de Cirurgia Geral (A67) 1,3% (...
Motivos de referenciação de MGF para ORL
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Tempos de resposta ao pedido de consulta externa por ALERT
P1, desde o pedido médico no CS até à realização da consulta.
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Problemas activos dos doentes
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Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 AlertP1, 2 SU
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A atitude tomada pelo ORL
era fazível pelo MGF?
Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 via AlertP1, 2 via SU
Crité...
Sim 15
Não 5
A atitude tomada pelo ORL
era fazível pelo MGF?
Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 via AlertP1, 2...
Principais situações a enviar ao
ORL via consulta externa
- Surdez de transmissão, ou neurossensorial para colocação de pr...
Principais situações a enviar ao
ORL via SU
- Hipoacúsia súbita neurossensorial
- Paralisia facial periférica
- Corpo estr...
Conclusões
- Os médicos de MGF e ORL servem populações diferentes quanto à prevalência, estádio,
e gravidade das patologia...
Muito obrigado !
Bases de Referenciação de MGF para ORL
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FV Lopes. Bases de Referenciação de Medicina Geral e Familiar para Otorrinolaringologia [palestra]. Urgência em ORL: 1º Curso de ORL para Médicos de Família: Faro, Auditório da Unidade Hospitalar de Faro do Centro Hospitalar do Algarve, 28 de Março de 2013.
FV Lopes. Bases de Referenciação de Medicina Geral e Familiar para Otorrinolaringologia [palestra]. Urgência em ORL: 2º Curso de ORL para Médicos de Família: Faro, Auditório da Unidade Hospitalar de Faro do Centro Hospitalar do Algarve, 27 de Março de 2014. Diaporama em http://slidesha.re/1gKTbwU

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Bases de Referenciação de MGF para ORL

  1. 1. Francisco Vilaça Lopes, Interno 2º ano MGF, vilaca.lopes@gmail.com CS Portimão, ACES Barlavento Algarvio. 1º Curso de ORL para Médicos de Família, Auditório Centro Hospitalar do Algarve-U.H.Faro, 27-28-Março-2014 BASES DE REFERENCIAÇÃO MGF → ORL
  2. 2. Prevalência de dificuldade autodeclarada em ouvir: 4,3% Portimão; 4,4% Algarve Portugal, Censos 2011. Portal do Instituto Nacional de Estatística [Internet]. INE, IP – Portugal. Base de Dados [acedido 08-I-2014]. Disponível em: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_base_dados&menuBOUI=13707095&contexto=bd&selTab=tab2 0-4anos 5–9 10–14 15–19 20–24 25–29 30–34 35–39 40–44 45–49 50–54 55–59 60–64 65–69 70–74 75–79 80–84 85–89 ≥90 0% 20% 40% 60% 80% 100%
  3. 3. Prevalência de dificuldade autodeclarada em compreender os outros ou fazer-se compreender: 2,9% Portimão; 3,1% Algarve Portugal, Censos 2011. Portal do Instituto Nacional de Estatística [Internet]. INE, IP – Portugal. Base de Dados [acedido 08-I-2014]. Disponível em: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_base_dados&menuBOUI=13707095&contexto=bd&selTab=tab2 0-4anos 5–9 10–14 15–19 20–24 25–29 30–34 35–39 40–44 45–49 50–54 55–59 60–64 65–69 70–74 75–79 80–84 85–89 ≥90 0% 20% 40% 60% 80% 100%
  4. 4. Prevalência de dificuldade autodeclarada em andar ou subir degraus: 7,7% Portimão; 7,5% Algarve Portugal, Censos 2011. Portal do Instituto Nacional de Estatística [Internet]. INE, IP – Portugal. Base de Dados [acedido 08-I-2014]. Disponível em: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_base_dados&menuBOUI=13707095&contexto=bd&selTab=tab2 0-4anos 5–9 10–14 15–19 20–24 25–29 30–34 35–39 40–44 45–49 50–54 55–59 60–64 65–69 70–74 75–79 80–84 85–89 ≥90 0% 20% 40% 60% 80% 100%
  5. 5. Alguns motivos de consulta em MGF, frequentemente relacionados com ORL n=299 consultas, Julho 2013, CS-Portimão R05 Tosse 3,7% (11) A04 Debilidade / Cansaço geral 2,3% (7) N01 Cefaleia 2,0% (6) R21 Sinal / Queixa da garganta 1,7% (5) N17 Vertigem / Tontura 1,3% (4) R60 Resultados de análises / Procedimentos 1,3% (4) A03 Febre 1,0% (3) H02 Problema de audição 1,0% (3) A05 Sentir-se doente 0,7% (2) D19 Sinal / Sintoma dos dentes / gengivas 0,7% (2) H01 Otalgia 0,7% (2) H13 Sensação de ouvido tapado 0,7% (2) L01 Sintoma / Queixa do pescoço 0,7% (2) N16 Alteração do olfacto / gosto 0,7% (2) P06 Perturbação do sono 0,3% (2) R28 Limitação funcional / Incapacidade (respiratória) 0,3% (2) R41 Radiologia / Imagiologia diagnóstica (ap.resp.) 0,3% (2) D09 Náuseas 0,3% (1) D10 Vómitos 0,3% (1) D20 Sinal / sintoma da boca / língua / dentes 0,3% (1) H03 Acufeno / zumbido / ruído / assobio 0,3% (1) H28 Limitação funcional / Incapacidade (audição) 0,3% (1) H48 Clarificação / discussão de MC / pedido 0,3% (1) H50 Medicação / prescrição / renovação / injecção 0,3% (1) H60 Resultados de análises / Procedimentos 0,3% (1) R02 Dificuldade respiratória 0,3% (1) R75 Sinusite aguda / crónica 0,3% (1)
  6. 6. Uma Consulta de MGF Subjectivo Caracterização dos motivos de consulta / Anamnese Objectivo: Exame físico / MCDs disponíveis Avaliação: Diagnóstico de Problemas Plano: Pedido de MCDTs / Terapêutica / Remarcação MGF / Encaminhamento
  7. 7. S História da doença actual / caracterização dos motivos de consulta Início / frequência / remissão / recidiva / localização / irradiação / intensidade / qualidade / factores de alívio / agravamento / sintomas acompanhantes Causa que o doente atribui ao sintoma / o que o doente pensa do sintoma / como o interpreta
  8. 8. S História da doença pregressa Diagnósticos prévios / lista de problemas activos / passivos / antecedentes pessoais / diários médicos / enfermagem / CSP / Hospital / internamentos / cirurgias / trauma / consultas / história pediátrica Medicamentos prescritos / consumidos / tóxicos / químicos / físicos / tabaco / álcool / suplementos alimentares / ervanárias Epidemiologia clínica / vacinação / outras profilaxias / época do ano / epi-en- pandemias / contacto com doentes / animais / viagens / hábitos / tempos livres / desporto / exposições ambientais / profissionais / condições salubridade na habitação / água / aquecimento / luz / electricidade / lixo
  9. 9. Diários, lista probs, medicações, vigilâncias, vacinação, habitação hospitalares
  10. 10. S História familiar e social Diagnósticos prévios em familiares / etnia / consanguinidade Avaliação familiar / disfunção / recursos de saúde / familiares / sociais / vizinhança / amigos Estado de emprego / exigências laborais / litígio Isolamento social / pobreza Nacionalidade / problemas com a Lei
  11. 11. O Exame físico Temperatura / TA / FC / FR / SpO2 Inspecção e palpação (percusssão e auscultação) da cabeça e pescoço Otoscopia (pneumática) / Inspecção orofaringe Laringoscopia indirecta? / rinoscopia anterior? Exame objectivo da pele Exame neurológico / diapasão MCDTs disponíveis Monospot? / Streptest? ( glicémia capilar / HgbA1c / rastreio HIV? / urina II / DIG / ECG / HO ) Ferramentas informáticas Score de Attia (faringite streptocócica) / Verificador interacções medicamentosas ( scores de risco para doenças cardiovasculares / diabetes mellitus / gravidade clínica / etc... )
  12. 12. A Problemas activos Justificam os motivos de consulta e a atitude terapêutica naquela consulta
  13. 13. Problemas activos em consultas de MGF, frequentemente relacionados com ORL n=299 consultas, Julho 2013, CS-Portimão R97 Rinite alérgica 2,3% (7) R76 Amigdalite aguda 1,3% (4) H82 Síndrome vertiginoso 1,0% (3) P06 Perturbação do sono 1,0% (3) R05 Tosse 1,0% (3) R75 Sinusite aguda / crónica 1,0% (3) R90 Hipertrofia das amígdalas / adenóides 1,0% (3) H70 Otite externa 0,7% (2) H81 Cerúmen excessivo no ouvido 0,7% (2) N17 Vertigem / tontura 0,7% (2) R02 Dispneia / dificuldade respiratória 0,7% (2) R74 Infecção aguda do aparelho respiratório superior 0,7% (2) H01 Otalgia 0,3% (1) H86 Surdez 0,3% (1) H87 Lesão acústica 0,3% (1) N01 Cefaleia 0,3% (1) R08 Sintoma / Queixa nasal, outro 0,3% (1)
  14. 14. P Requisição de MCDTs - Gerais: patologia clínica, microbiologia, anatomia patológica. - Radiologia - Audiometria - Impedanciometria - Audiometria de respostas eléctricas evocadas - Rehabilitação auditiva - Vestibulometria - Endoscopia - Laringologia - Rinologia - Outros exames/procedimentos
  15. 15. Radiologia convencional (com relatório de radiologista; contraindicados na gravidez?) Exame Indicado se suspeita Taxa mod.ª € Custo total € RX cavum faríngeo Hipertrofia dos adenóides 1,10 4,00 RX ossos próprios do nariz Fracturas dos ossos do nariz 0,90 3,00 RX seios perinasais (2 inc.) Alterações anatómicas, corpos estranhos, estados inflamatórios, neoplasias, etc. das fossas nasais, seios perinasais, e órbita 1,30 5,00 RX rochedo (células mastóides) Esclerose ou pneumatização (otite média crónica, neoplasias, TB, post-cirurgia OM, etc.) 1,20 4,70 Dacriocistografia (sacos e vias lacrimais) Epífora, obstrução/dilatação congénita/adquirida (leishmaniose, p.ex.) 10,00 50,00
  16. 16. Cristiane Celli Matheus dos Santos-Pinto, Paulo Roberto dos Santos-Pinto, Edvaldo Luiz Ramalli, Ary dos Santos-Pinto, Dirceu Barnabé Raveli. Espaço nasofaringeano. Avaliação pela telerradiografia R Clin Ortodon Dental Press, Maringá, v. 4, n. 6 - dez. 2005/jan. 2006. Disponível em http://www.aoa.org.br/download/down59.pdf
  17. 17. Cristiane Celli Matheus dos Santos-Pinto, Paulo Roberto dos Santos-Pinto, Edvaldo Luiz Ramalli, Ary dos Santos-Pinto, Dirceu Barnabé Raveli. Espaço nasofaringeano. Avaliação pela telerradiografia R Clin Ortodon Dental Press, Maringá, v. 4, n. 6 - dez. 2005/jan. 2006. Disponível em http://www.aoa.org.br/download/down59.pdf
  18. 18. http://en.wikipedia.org/wiki/File:Medical_X-Ray_imaging_NJR06_Nevit_nasal_bone_fracture.jpg
  19. 19. http://files.otorrinoufpb.webnode.com.br/200000044-e2967e3947/Rxocciptomental.JPG
  20. 20. http://www.medicinanet.com.br/conteudos/casos/4099/velamento_de_seios_da_face.htm
  21. 21. Fabiano Celli Francisco; António Carlos Pires Carvalho; Gilberto Torres Neto; Vivian Frida Murta Francisco; Luís Alberto Moreira de Souza; Marina Celli Francisco; Lea Mirian Barbosa da Fonseca; Bianca Gutfilen; Adhemar Azevedo de Mendonça Júnior. Avaliação da via lacrimal pelos métodos radiológicos. Radiol Bras vol.40 no.4 São Paulo July/Aug. 2007, http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842007000400014
  22. 22. Schüller view of the temporal bone showing a fracture (short white arrows) extending through the squamosal temporal bone, anterior to the mastoid process (long white arrow) and into the external auditory canal (double white arrows). Hoeffner E et al. AJNR Am J Neuroradiol 2012;33:2026-2032 ©2012 by American Society of Neuroradiology
  23. 23. Tomografia Axial Computorizada (com relatório de radiologista; contraindicados na gravidez?) Exame Indicado se suspeita Taxa mod.ª € Custo total € TAC: CE, face, seios perinasais, sella turcica, ouvidos, faringe, maxila sup/inf, ATM, pescoço, etc. Mesmas indicações, com melhor resolução espacial (maiores sensibilidade e especificidade); pré- operatórios. ~12,50 ~70,00 Ecografia Partes moles do pescoço, tiróide Estudo de nódulos (tiroideus, quistos do canal tireoglosso, adenopatias benignas/malignas, metástases, abcessos, etc.) 2,50 14,30
  24. 24. Fernando O. Balieiro; André Bordash; Aldo E. C. Stamm; Bruno B. Sebusiani; Iulo S. Baraúna Filho. Abordagens cirúrgicas para os osteomas dos seios paranasais. Rev. Bras. Otorrinolaringol. 70(2); São Paulo Mar./Apr. 2004. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-72992004000200004
  25. 25. Audiometria Exame Indicado se suspeita Taxa mod.ª € Custo total € Audiograma tonal simples Perda auditiva. Determina limiares de detecção do som pelas vias aérea e óssea. 2,50 4,35 Audiograma vocal Perda auditiva. Determina limiares de detecção de discurso e sua compreensão. 2,50 4,35 Audiograma tonal até aos 5 anos de idade igual 5,00 6,00 Audiograma vocal até aos 10 anos de idade igual 5,00 6,00 Acufenometria Acufenos. Determina frequência do a., sua intensidade subjectiva, e se é mascarável ou inibível. 1,50 4,35
  26. 26. Audiograma tonal normal http://www.babyhearing.org/hearingamplification/hearingloss/audiogram.asp
  27. 27. Perda auditiva de condução (diferença entre via aérea e via óssea) https://www.osha.gov/dts/osta/otm/noise/health_effects/conductive.html
  28. 28. Perda auditiva neurosensitiva (sem diferença entre via aérea e via óssea) https://www.osha.gov/dts/osta/otm/noise/health_effects/sensorineural.html
  29. 29. Perda auditiva mista http://www.cochlea.eu/po/exploracao-funcional/methodes-subjectives
  30. 30. Presbiacúsia (surdez neurosensorial com preferência pelos sons agudos) http://www.cochlea.eu/po/exploracao-funcional/methodes-subjectives
  31. 31. Surdez congénita familiar (surdez neurosensorial bilateral em vale, ou de bolacha ratada) http://www.raisingdeafkids.org/hearingloss/testing/audiogram/cookiebite.php
  32. 32. Lesão por ruído intenso (surdez neurosensorial na frequência do ruído) http://www.dizziness-and-balance.com/disorders/hearing/noise.htm
  33. 33. Impedanciometria Exame Indicações Taxa mod.ª Custo Timpanograma >7meses. Otite serosa, avaliar permeabilidade dos tubos de timpanostomia, mobilidade óssea OM 4,35 2,00 Pesquisa de reflexos acústicos ipsi-laterais ou contra-laterais Suspeita de neurinoma do acústico com audiograma normal. Paralisia facial (topologia, prognóstico). 3,42 2,00
  34. 34. Timpanograma - Volume CAE - Mobilidade máxima do sistema OM (admitância estática) - Pressão no pico timpanométrico - Forma da curva pressão-impedância
  35. 35. E Onusko. Tympanometry. Am Fam Physician. 2004 Nov 1;70(9):1713-1720. Disponível em: http://www.aafp.org/afp/2004/1101/p1713.html Desarticulação óssea Fragilidade timpânica Fixação óssea Fluido no OM
  36. 36. Otite serosa Rigidez timpânica Timpanosclerose Colesteatoma Tumor OM Cerumen Erro técnico Perfuração timpânica Tubo de timpanostomia permeável (Mastoidectomia) Otite serosa inicial ou em resolução Timpanosclerose Membrana timpânica retraída Virose respiratória superior Disfunção tubária Antecede OMA Saliência da membrana timpânica OMA
  37. 37. Audiometria de respostas eléctricas evocadas (ERA) Exame Indicações Taxa mod.ª Custo Respostas do tronco cerebral (PEA) - traçado e protocolo (PEA em crianças) Estudo da sensibilidade auditiva em indivíduos não-colaborantes, diagnóstico diferencial do neurinoma do acústico, rastreio neonatal. Hipoacúsia neurosensorial unilateral/ assimétrica, acufenos unilaterais, etc. 2,50- 15,00 56,45- 62,10 Otoemissões acústicas?
  38. 38. Vestibulometria Exame Indicações Taxa mod.ª € Custo total € Testes calóricos vestibulares Desequilíbrio por lesão periférica. 6,00 6,56 Estudo da marcha com plataforma eléctrica e registo (MFR) Avalia compensação central em doentes com lesão vestibular uni ou bilateral, ou em doentes com sintomas fictícios. 2,00 10,85 Estudo vestibular completo idem 6,00 17,11 Endoscopia Nasal, Sinuscopia, Nasofaringolaringo- scopia Inspecção das cavidades anatómicas 3,50-5,00 8,55-12,46
  39. 39. Outros Exame Indicação Taxa mod.ª € Custo total € Estroboscopia (inclui laringoscopia) Disfonias/afonias 5,00 5,00 Análise computorizada da voz / provas de avaliação foniátrica Para comparação futura depois de tratamento médico, cirúrgico, ou fonoterapia. 2,00 5,39 Rinomanometria computorizada com provocação nasal Diagnóstico definitivo de rinite alérgica 2,50 8,09 Testes por picada (prick) – r. hipersensibilidade imediata Atopia 2,00 6,22 Punção aspirativa de gânglio linfático Citologia de lesão 4,00 20,00 Biópsias com pinça ou agulha (gânglio, gengiva, nariz, faringe, etc.) Citologia/histologia de lesão 1,60-3,50 2,60-5,18
  40. 40. P Lavagem auricular / remoção corpo estranho / tamponamento nasal Prescrição terapêuticas em ambulatório Reavaliação em nova consulta de MGF Encaminhamento à Especialidade (ORL)
  41. 41. Liga de Pediatria da Universidade Federal do Espírito Santo [internet]. Vídeos: Caderno de Atenção Primária – Procedimentos; 04/10/2011. Disponível em http://liped.weebly.com/1/post/2011/10/vdeos-caderno-de-ateno-primria-procedimentos.html [acedido a 11-1-2014] Lavagem auricular Água morna, em direcção à parede posterior do canal. Se muito ressequido, Otoceril previamente durante 1 semana. Contraindicações: otite média, suspeita ou antecedentes de perfuração timpânica ou cirurgia otológica.
  42. 42. Liga de Pediatria da Universidade Federal do Espírito Santo [internet]. Vídeos: Caderno de Atenção Primária – Procedimentos; 04/10/2011. Disponível em http://liped.weebly.com/1/post/2011/10/vdeos-caderno-de-ateno-primria-procedimentos.html [acedido a 11-1-2014] Remoção de corpo estranho Cautela: ausência de material adequado, tampões de silicone.
  43. 43. TK Young, R Hall. The occasional management of epistaxis. Can J Rural Med 2010;15(2):70-74. Acedido a 18-1-2014 e disponível em http://www.cma.ca/cjrm/vol-15/issue_2/70 Tamponamento nasal Material útil: algodão, lidocaína, vaselina, azeite, óleo de amêndoas doces, Merocel, tampão embebido em antibiótico. Antibioterapia profilática oral! Cautela: coagulopatia, tumor, atopia, corticóides inalados.
  44. 44. #1 C. de Dermatologia (S67) 1,7% (5) #2 C. de Otorrinolaringologia (H67,R67) 1,3% (4) #2 C. de Cirurgia Geral (A67) 1,3% (4) #3 C. de Cardiologia (K67) 1,0% (3) #3 C. de Oftalmologia (F67) 1,0% (3) #4 C. de Bem-Estar Fetal (W67) 0,7% (2) #4 C. de Gastroenterologia (D67) 0,7% (2) #4 C. de Medicina Interna (A67) 0,7% (2) #4 C. de Neurologia (N67) 0,7% (2) #4 C. de Ortopedia (L67) 0,7% (2) #4 C. de Pediatria Médica (A67) 0,7% (2) #4 Cheque dentista (D67) 0,7% (2) #4 Serviço de Urgência (A67) 0,7% (2) #5 C. de Cessação Tabágica (P67) 0,3% (1) #5 C. de Gravidez de Alto Risco (W67) 0,3% (1) #5 C. de Hematologia (B67) 0,3% (1) #5 C. de Psicologia Infantil (P66) 0,3% (1) #5 C. de Psiquiatria (P67) 0,3% (1) #5 C. de Reumatologia (L67) 0,3% (1) #5 C. de Senologia (X67) 0,3% (1) Destinos de referenciação a partir da MGF n=299 consultas, Julho/13, CS-Portimão
  45. 45. Motivos de referenciação de MGF para ORL n=4 consultas, Julho/13, CS-Portimão H82 Síndrome vertiginoso 1 R97 Rinite alérgica 1 H81 Cerúmen excessivo no ouvido 1 H86 Surdez 1
  46. 46. Tempos de resposta ao pedido de consulta externa por ALERT P1, desde o pedido médico no CS até à realização da consulta. Valores médios em dias, do CS-Portimão para o CHBA, Jan-Mai/2013. Anestesiologia - Dor 56 Neurologia 32 Cardiologia 651 Obstetrícia 28 Cirurgia Geral 138 Oftalmologia 103 Dermato-Venereologia 257 Ortopedia 325 Doenças Infecciosas* 6 Otorrinolaringologia 90 Gastroenterologia 164 Pediatria 118 Ginecologia 51 Pneumologia 109 Hematologia Clínica 16 Psiquiatria – Consulta Geral 86 MFR – Fisiatria 61 Urologia 763 Medicina Interna 51 * consulta assegurada pela Medicina Interna.
  47. 47. Problemas activos dos doentes enviados pelos CSP ao ORL Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 AlertP1, 2 SU H81 – Cerúmen em excesso no ouvido 4 D84 – Refluxo gastroesofágico 2 H86 – Surdez 2 N17 – Tonturas 2 R75 – Sinusite crónica 2 R90 – Hipertrofia das amígdalas / adenóides 2 R99 – Desvio do septo nasal 2 A75 – Mononucleose infecciosa 1 D01 – Cólicas infantis 1 D82 – Disfunção da articulação têmporo-mandibular 1 H70 – Otite externa 1 H74 – Otite média crónica 1 H84 – Presbiacúsia 1 R06 – Epistáxis 1 R74 – Rinite / faringite aguda 1 R83 – Amigdalite crónica 1 R85 – Neoplasia maligna do nariz 1 R97 – Rinite alérgica 1
  48. 48. A atitude tomada pelo ORL era fazível pelo MGF? Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 via AlertP1, 2 via SU Critérios: sim, se a anamnese, E.O., MCDTs requisitados ou terapêuticas realizadas/prescritas estavam ao alcance do MGF nos CSP; não, se algum meio mais avançado foi necessário.
  49. 49. Sim 15 Não 5 A atitude tomada pelo ORL era fazível pelo MGF? Jan.º 2014, ORL-CHA-UPTM, n = 20 consultas, 18 via AlertP1, 2 via SU Critérios: sim, se a anamnese, E.O., MCDTs requisitados ou terapêuticas realizadas/prescritas estavam ao alcance do MGF nos CSP; não, se algum meio mais avançado foi necessário.
  50. 50. Principais situações a enviar ao ORL via consulta externa - Surdez de transmissão, ou neurossensorial para colocação de prótese auditiva - Otite serosa que não remite ao fim de 4 mêses - Timpanograma anormal - Tonturas com nistagmo - Zumbidos mascaráveis - Amigdalites de repetição: critérios de Paradise – 7 amigdalites/ano no último ano, ou 5/ano nos últimos 2 anos, ou 3/ano nos últimos 3 anos, ou insucesso escolar ou sintomas de patologia do sono - Hipertrofia dos adenóides com relevância clínica (infecções, sono, etc.) - Obstrução nasal unilateral que não alivia com vasoconstrictores/corticóides nasais - Fractura nasal com desalinhamento passada uma semana do traumatismo, ou aos 6 mêses - Rino-sinusite que não alivia com corticóides nasais e restante terapêutica médica (mínimo 3 mêses de tratamento)
  51. 51. Principais situações a enviar ao ORL via SU - Hipoacúsia súbita neurossensorial - Paralisia facial periférica - Corpo estranho de difícil remoção - Perfuração timpânica traumática / outro traumatismo grave - Fractura nasal com desalinhamento se ainda sem edema, ou aos 5-7 dias depois do traumatismo - Fractura nasal exposta / hematoma do septo nasal - Epistaxis / hemorragias buco-faríngeas / laringo-traqueais de difícil controlo - Otite / sinusite complicada - Dispneia laríngea ( stridor ) - Suspeita de neoplasias: disfonia, parestesias faríngeas, odinofagia unilateral, massas cervicais, com mais de 2-3- semanas de duração
  52. 52. Conclusões - Os médicos de MGF e ORL servem populações diferentes quanto à prevalência, estádio, e gravidade das patologias, e dispõem também de diferentes conhecimentos, aptidões, experiências e recursos materiais e humanos no seu local de atendimento. - Os serviços prestados nos CSP e no Hospital devem complementar-se, pelo que é fundamental uma boa comunicação entre os especialistas para evitar gastos supérfluos e a confusão dos nossos doentes. - A melhor abordagem de um doente com patologia ORL em CSP implica da parte do MGF excelência nos seguintes pontos: . relação médico-doente e entrevista clínica . acesso à história pregressa no ficheiro clínico; . exame objectivo dirigido e interpretação de MCDTs; . conhecimento teórico da patologia e diagnóstico diferencial; . domínio das terapêuticas possíveis em consultório e ambulatório. - Nas situações indicadas, o MGF resumirá a história clínica e referenciará atempadamente o doente à ORL. - O ORL atenderá o doente atempadamente e informará o colega dos CSP daquilo que diagnosticou e como tratou. - Os meios informáticos poderão facilitar muito a comunicação médica entre MGF e ORL.
  53. 53. Muito obrigado !

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