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Cadastro Nacional de Fornecedores Governamentais                             Ano III nº 11
                                               WWW.FORNECEDORESGOVERNAMENTAIS.COM.BR
               REVISTA




               GOVERNAMENTAIS
              F O N E C E D O R E S




                                       PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
                                        O retorno da construção de estradas em concreto


                                                   SINALIZAÇÃO VIÁRIA
                                                        Entenda as três modalidades


                                                     DICAS DE LICITAÇÃO
                                                              Da concorrência ao pregão



                                                                 INFORMATIVO
                                                                  Iluminação Pública LED




E MAIS
 Água tratamento Iluminação Limpeza Pública Saneamento e Uniformes Profissionais
                                                                              1
                                                                     Fornecedores Governamentais I
2 Fornecedores Governamentais
EXPEDIENTE                                                              PREZADO LEITOR
Diretor Executivo
Ely Ramos                                                               Os profissionais da Fornecedores Governamentais,
ely@fornecedoresgovernamentais.com.br                                   trabalham comprometidos na busca de um objetivo
                                                                        comum, levar ao conhecimento dos leitores, informa-
Diretor Comercial
Sergio de Freitas                                                       ções relevantes ao mercado de produtos e serviços.
freitas@fornecedoresgovernamentais.com.br
                                                                        A revista reuni informações cadastrais com uma lista
Departamento Comercial
Excecutivo de contas - José Aparecido                                   completa no formato classificado de A á Z, de máqui-
cido@fornecedoresgovernamentais.com.br                                  nas, produtos e serviços fornecidos por um grande nú-
Supervisão Administrativa Financeira
                                                                        mero de importantes empresas acostumadas a vender
Ramily Mateó                                                            para os Orgãos Públicos, além de matérias informati-
ramily@fornecedoresgovernamentais.com.br                                vas sobre fornecedores anunciantes.
Arte e Criação
sac@novaerahost.com.br                                                  Nosso objetivo é divulgar produtos e serviços e alavan-
                                                                        car negócios para novos e efetivos fornecedores, para
A Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional é um veí-
culo dirigido aos ORGÃOS de ADMINISTRAÇÃO PUBLICA MUNICIPAL,            tanto acreditamos no sucesso da nossa Revista, e nos
ESTADUAL e FEDERAL, mostrando informações sobre produtos, servi-
                                                                        eficazes meios eletrônicos e impressos.
ços e tecnologias.
A Revista Fornecedores Governamentais – Catálogo Nacional é distribu-
ída nominalmente e gratuitamente para os departamentos de compras,
                                                                        E é com essa visão que, mês a mês, nossas equipes
diretores de licitações e compras, Secretários de (Obras, Habitação,
Saúde, Transporte, Administração, Saneamento e Etc.), Autarquias e      se empenham em produzir com excelência nossos
prestadores de serviços para administração pública.
                                                                        produtos na Fornecedores Governamentais, a cada
        Para anunciar ligue: (11) 4112-2680                             Revista, a cada módulo no Portal e a cada informação
                                                                        diagramada.
Brasilia
Linkey Representações (61) 3202-4705
                                                                        A Fornecedores Governamentais se posiciona, como
Rio de Janeiro                                                          uma empresa de comunicação, servindo a importan-
GRP Representações (21) 2524-2457
                                                                        tes setores da economia brasileira através de diferen-
Minas Gerais                                                            tes tipos de mídia.
Midia Provider (31) 3346-5151
                                                                        Sua estrutura organizacional e modelo de negócios se-
Espirito Santo
Dicape Representações (27) 3229-1986                                    guem em linha com os maiores grupos internacionais
                                                                        de Midia.
Santa Catarina
Comtato Negócios (48 ) 9986-7640
                                                                        A Fornecedores Governamentais, produz e distribui
Rio Grande do Sul                                                       conteúdo de alto valor agregado para audiências pre-
Central Reunidas de Representações (51) 3336-2412
                                                                        viamente qualificadas, integrando comunidades de ne-
A Revista Fornecedores Governamentais é uma publicação trimestral       gócios (compradores e vendedores)
                              do
            Portal Fornecedores Governamentais
Rua Capricho, 694 Vila Gustavo CEP: 02254-000 São Paulo - SP
               www.fornecedoresgovernamentais.com.br
                        TEL 11 2803-5776
                                                                        Ely Ramos

       Filiado a Federação Nacional de Imprensa




                                                                                                           Fornecedores Governamentais I   3
NESTA EDIÇÃO

       4G                                           06:12 AM




      6 INFORMATIVO
       BNDS vai financiar redes de telefonia 4G




      7 DICAS DE LICITAÇÃO
       Modalidades de licitação - da concorrência ao leilão




     12 SINALIZAÇÃO VIÁRIA
       Entenda as 3 modalidades




     14   NEWS
       Iluminação Pública LED




     18   PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
       O retorno da construção das estradas em concreto




25                                                                                                  58
                                            CLASSIFICADOS

 25   Ambulâncias                              44    Implementos Rodoviários   52   Medicamentos
 29   Brinquedos Educativos                    44    Informática               52   Mobiliário Urnbano
 32   Controle de Pragas                       46    Isolamentos Térmicos      55   Produtos Quimicos
 36   Energia                                  49    Luminárias                57   Sinalização
 38   Esteiras Transportadoras                 50    Marketing Politico        61   Topografia
 42   Iluminação Pública                       50    Material escolar          62   Tubos e Conexões
Fornecedor em Destaque

 SULMACRO
A Empresa Sulmacro Comércio de Lixeiras Ltda, foi fundada em 04 de Abril de 1993, atua no ramo de; Lixeiras plásticas, carri-
nhos para coleta de lixo, carrinhos indústriais, suportes para lixeiras e outros, atendemos os estados do Paraná, Santa Catarina
e Rio Grande do Sul, atraves de vendedores próprios, com demonstração dos produtos, e outros estados atendemos via tele-
fone/internet, a atuação da Sulmacro é voltada ao meio ambiente, com produtos desenvolvidos para uma boa coleta e varrição.
É uma empresa especializada na produção de utensílios personalizados para armazenamento e coleta de lixo e soluções para
a área industrial.
                                              ( RECICLAR É PRESERVAR)




                                        www.sulmacro.com.br
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Informativo


BNDES VAI FINANCIAR EMPRESAS QUE INVESTIREM EM TECNOLOGIA NACIONAL PARA
                          REDES DE TELEFONIA 4G




Pelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agência Nacional de Te-
lecomunicações (Anatel), as empresas que vencerem a licitação das faixas desti-
nadas à telefonia 4G deverão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados
no país em suas redes entre 2012 e 2014

 O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o        Nos dois anos seguintes, o percentual dos investimentos em aqui-
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BN-        sição de bens e produtos com tecnologia nacional passa para
DES) tem linhas de financiamento para atender à demanda do       65% e, entre 2017 e 2022, para 70%.
edital de licitação para redes de telefonia 4G, que prevê per-
centuais mínimos de tecnologia nacional. Bernardo reuniu-se
                                                                 A exigência de conteúdo nacional foi questionada recentemen-
com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para tratar do
financiamento para a indústria nacional.
                                                                 te na Organização Mundial do Comércio (OMC) pelos Estados
“Estamos exigindo conteúdo nacional, com certeza muitas em-      Unidos e pela União Europeia. O ministro disse que as respostas
presas vão ter interesse, tem algumas ampliando ou se insta-     formais já foram enviadas ao órgão, via Itamaraty, e que o gover-
lando aqui, e nós precisamos de financiamento para a indús-      no não pensa em mudar essa regra do edital. “A Anatel recebeu
tria”, disse Paulo Bernardo. Segundo o ministro, o BNDES já      alguns pedidos pontuais e está avaliando, não sei se vai mudar
recebeu alguns pedidos da indústria e irá “apoiar fortemente”    uma ou outra coisa, mas o essencial não vai mudar nada”, disse
o processo.
                                                                 o ministro.
Pelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agên-
                                                                 Algumas empresas apresentaram à Anatel sugestões de mudan-
cia Nacional de Telecomunicações (Anatel), as empresas que
vencerem a licitação das faixas destinadas à telefonia 4G de-
                                                                 ças e pedidos de impugnação de itens do edital do leilão de 4G,
verão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados no         previsto para o segundo semestre. O Conselho Diretor da agência
país em suas redes entre 2012 e 2014.                            tem até 5 de junho para dar a resposta ao pedido das operadoras.

6 Fornecedores Governamentais
INTERNET 4G PARA O BRASIL E DEFINITIVAMENTE PELO BRASIL.             Governo e Anatel não devem alterar edital de
Esse parece ser o lema do ministério das Comunicações para a         leilão 4G
implantação do novo serviço no país. Segundo informações de          O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presiden-
sites especializados, a pasta presidida pelo ministro Paulo Ber-     te da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João
nardo, fez mais um pronunciamento, em favor do fomento às tec-
                                                                     Rezende, disseram em Curitiba, que o governo brasileiro vai
nologias nacionais para o desenvolvimento do novo sistema de
                                                                     dialogar com a União Europeia, o Japão e os Estados Unidos,
comunicações.
                                                                     países que questionam a obrigatoriedade de tecnologia nacio-
Desta vez, Bernardo confirmou a participação do Banco Nacional
                                                                     nal no leilão da quarta geração de telefonia móvel (4G), mas
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a conces-
                                                                     que pretende manter as condições já expressas no edital. “Não
são de crédito às organizações interessadas em instalar as novas
                                                                     pretendemos mudar nada porque estamos convencidos de
linhas de conexão.
                                                                     que está correto, queremos ter emprego, queremos ter a nossa
A afirmação do ministro é mais uma resposta ao questionamento
                                                                     indústria funcionando de forma competitiva”, disse Bernardo.
das empresas de comunicação internacionais, americanas e eu-
ropeias - que na semana passada apresentadaram à Agência Na-
cional de Telecomunicações (Anatel), solicitações para mudanças      O edital estipula que as empresas vencedoras devem utilizar,
nas exigências do edital.                                            tanto na implantação do celular de quarta geração quanto na
A previsão é de que a estrutura no documento de licitação na         internet rural, 50% de produtos fabricados no Brasil, ainda que
mude, diante de mais essa iniciativa do ministério, e que o Con-     a tecnologia seja estrangeira, e que outros 10% sejam fruto de
selho Diretor dê uma resposta aos pedidos das operadoras até o       tecnologia desenvolvida no Brasil. Segundo o ministro, isso
dia 5 de junho, apenas alguns dias antes para a votação do edital.   garante a competitividade nacional. “Os países mais desenvol-
                                                                     vidos, a Europa, os Estados Unidos, por causa da crise, desva-
ATÉ A COPA                                                           lorizam as suas moedas e com isso ganham competitividade
Segundo o governo, que leiloará as faixas de frequência para a       artificial”, analisou. “Os produtos chegam mais baratos aqui em
tecnologia em junho, a meta é ter o 4G, ao menos nas cidades-        relação aos que são produzidos no Brasil.”
-sede da Copa do Mundo, até o ano do avento: 2014.


Relatório da empresa de pesquisa em tecnologia Pyramid indica        O presidente da Anatel também insistiu na legalidade das exi-
que o Brasil terá mais de 18 milhões usuários do sistema LTE até o   gências do leilão. “Nós entendemos que como se trata de um
final de 2015, apesar do ceticismo de algumas operadoras quanto      bem público, que é a radiofrequência que está sendo leiloada,
à capacidade do país para implementar essa tecnologia.               não estamos ferindo nenhuma regra da Organização Mundial
                                                                     do Comércio”, reforçou. Rezende disse que o Ministério das
Estudo divulgado pela GSA Association aponta que as implanta-
                                                                     Comunicações e a Anatel, juntamente com o Ministério da In-
ções comerciais das redes LTE – tecnologia do 4G – em 2011,
                                                                     dústria e Comércio e o Itamaraty, vão responder a todos os
quase dobraram no mundo frente o ano anterior, passando de 15
                                                                     questionamentos. “Mas a intenção nossa é manter essas con-
para 29.
                                                                     dições do edital”, ressalvou.
Segundo a pesquisa da GSA, Evolution to LTE, são 285 operado-
ras que já têm planos ou estudos em andamento para implanta-
                                                                     Paulo Bernardo e João Rezende estiveram em Curitiba partici-
ção de redes com a tecnologia de conexão.
                                                                     pando de uma reunião da Associação de Emissoras de Radio-

A previsão da GSA Association é que ao final de 2012, sejam 119      difusão do Paraná. Bernardo anunciou que, no início de julho,
redes comerciais em 50 países.]                                      deve começar a discussão pública sobre a implantação do rá-
No Brasil, o 4G já está operando pela Sky em Brasília, apenas para   dio digital no País. “Pensamos em definir o modelo no segundo
comunicação de dados por modem.                                      semestre”, disse. Em razão das alterações que serão necessá-
Enquanto o leilão não chega, as operadoras têm se voltado para       rias, tanto nas emissoras quanto na troca de rádios pessoais,
o HSPA+, ou 3G+, que garante uma velocidade até três vezes           ele avalia que levará no mínimo quatro anos para a implantação
maior que a 3G.                                                      do novo modelo.
Dicas de Licitação


  MODALIDADES DE LICITAÇÃO
          DA CONCORRÊNCIA AO PREGÃO

A licitação é o procedimento administrativo através do qual a
Administração Pública seleciona a proposta que oferece mais
vantagens para o contrato de seu interesse.É um procedimento
                                                                   Obriga-se a utilização da concorrência para o caso de valores
rigorosamente determinado a que o Poder Público se submete,        mais elevados. A tomada de preços e o leilão são previstos para
estando previsto na Constituição e em legislação infra-consti-     negócios de vulto médio, enquanto o convite se destina a negó-
tucional, que se desenvolve na idéia de competição isonômica       cios de modesta significação econômica. A lei prevê que a Admi-
entre os interessados em contratar.                                nistração pode optar pela modalidade de valor mais elevado, ao
Não se pode, pois, no estudo e aplicação do Direito Adminis-       invés da correspondente ao respectivo patamar de valor, sendo
trativo, prescindir da análise do procedimento licitatório, que    vedada, contudo, a utilização de modalidade correspondente a
inspira festejados doutrinadores em suas obras, bem como           valor inferior.
fascina estudiosos interessados em tal assunto.
                                                                   Essas espécies licitatórias, com exceção do convite, dependem
A partir da análise da licitação enquanto meio para a efetivação   de publicação de aviso, contendo um resumo do edital com indi-
de contratações na Administração Pública, proceder-se-á a um       cação do local onde os interessados podem obter o texto comple-
detalhamento acerca das diversas modalidades de licitação,         to, bem como todas as informações acerca do certame. No caso
isto é, analisar-se-ão minuciosamente, à luz crítica do direito    do convite, a divulgação é feita por carta, seguida de afixação de
positivo, as diversas espécies de certames licitatórios e suas     cópia do instrumento convocatório em local apropriado. No âm-
características essenciais.                                        bito do Estado de Pernambuco, no entanto, a legislação prevê a
                                                                   publicação do aviso de convite, exigência que não é feita pela Lei
Tal estudo será ainda mais aprofundado tendo em vista a cria-      8.666/93.
ção, através da Medida Provisória n.º 2.026, de 04 de maio
de 2000, de uma nova modalidade de licitação, denominada           Transcorrem prazos mínimos, fixados na Lei de Licitações e Con-
                                                                   tratos Públicos, entre a divulgação e a apresentação das propos-
“pregão”, que dinamiza o procedimento licitatório, invertendo
                                                                   tas ou a realização do evento. Esses prazos variam dependendo
as fases de julgamento e habilitação, mas que por outro lado
                                                                   da modalidade adotada para o certame. Contam-se a partir da
enseja muita polêmica entre doutrinadores e aplicadores do di-
                                                                   data da última publicação do edital resumido ou da expedição do
reito, que alegam vícios de ilegalidade e inconstitucionalidade
                                                                   convite. Caso sejam feitas alterações no edital, haverá nova divul-
em tal medida provisória.
                                                                   gação e, se afetarem a formulação de propostas, recomeça-se a
                                                                   contar o prazo.
As diversas modalidades de licitação previstas na Lei n.º
8.666/93
                                                                   Esses prazos previstos em lei representam o mínimo a ser res-
As modalidades de licitação têm características próprias, des-
                                                                   peitado, nada obstando que a Administração, verificando a com-
tinando-se a determinados tipos de contratação. A licitação é o
                                                                   plexidade do objeto da licitação ou outros fatores, dilate esses
gênero, do qual as modalidades são as espécies(3). Desta for-      prazos mínimos, possibilitando uma efetiva participação dos in-
ma, possível é aplicar a essas espécies os preceitos genéricos     teressados.
da licitação, enquanto os específicos regem cada modalidade
em particular.                                                     A Medida Provisória n.º 2.026, editada em 04 de maio de 2000 e
As três primeiras espécies previstas (concorrência, tomada         regulamentada pelo Decreto n.º 3.555, de 08 de agosto de 2000,
de preços e convite) são, sem dúvida, as mais importantes(4).      instituiu, no âmbito da Administração Federal, uma nova moda-
Dependem, em regra geral, do valor que a Administração irá         lidade de licitação, o pregão, destinado à aquisição de bens e
presumivelmente dispender com a relação jurídica sucedânea,        serviços comuns, qualquer que seja o valor da contratação, em
ou seja, a partir dos patamares de valor estabelecidos em lei,     que a disputa pelo fornecimento é feita por meio de propostas e
corresponderão as distintas modalidades.                           lances, em sessão pública.

8 Fornecedores Governamentais
Concorrência                                      Tomada de Preços                                 Convite
A concorrência é a modalidade de licitação        Conforme prevê o Estatuto das Licitações e       O convite é a modalidade de licitação en-
que se realiza, com ampla publicidade, para                                                        tre, no mínimo, três interessados do ramo
                                                  Contratações Públicas, a tomada de preços
assegurar a participação de quaisquer inte-                                                        pertinente a seu objeto, cadastrados ou
ressados que preencham os requisitos pre-         é a modalidade de licitação realizada entre      não, escolhidos e convidados pela unidade
vistos no edital convocatório.                    interessados previamente cadastrados ou          administrativa. Podem também participar
                                                  que preencham os requisitos para cadas-          aqueles que, mesmo não sendo convida-
Configura-se como a espécie apropriada para                                                        dos, estiverem cadastrados na correspon-
                                                  tramento até o terceiro dia anterior à data
os contratos de grande vulto, grande valor,                                                        dente especialidade e manifestarem seu
não se exigindo registro prévio ou cadastro       do recebimento das propostas, observada
                                                                                                   interesse com antecedência de 24 horas
dos interessados, cumprindo que satisfaçam        a necessária qualificação. É a licitação para    da apresentação das propostas.
as condições prescritas em edital, que deve       contratos de valor estimado imediatamente
ser publicado com, no mínimo, trinta dias de                                                       O convite é, dentre todas as modalidades
                                                  inferior ao estabelecido para a concorrência.
intervalo entre a publicação e o recebimento
                                                                                                   de licitação, a mais simples, sendo ade-
das propostas. Caso seja adotado um certa-
                                                  De modo sensível, a lei alterou a configura-
                                                                                                   quada a pequenas contratações, cujo ob-
me de acordo com os tipos, como os de me-
                                                                                                   jeto não contenha maiores complexidades,
nor preço, técnica e preço e melhor técnica,      ção da tomada de preços. Sob o Decreto-
                                                                                                   ou seja de pequeno valor. É a única modali-
esse intervalo mínimo é dilatado para quaren-     -Lei n.º 2300, de 1986, somente podiam
ta e cinco dias.
                                                                                                   dade de licitação que não exige publicação
                                                  participar aqueles regularmente inscritos no     de edital, já que a convocação é feita por
Estimando-se o valor do contrato posterior, a     cadastro do órgão licitante. A nova lei deter-   escrito, obedecendo a uma antecedência
concorrência é a modalidade obrigatória em        minou a possibilidade de participação tam-       legal de cinco dias úteis, por meio da carta-
razão de determinados limites, que por sua                                                         -convite.
                                                  bém dos interessados que atendam às con-
vez se sujeitam a revisões periódicas. Con-
                                                  dições até três dias antes do recebimento        Em princípio, o convite deverá contar com,
tudo, independentemente do valor, a lei pre-
vê que a modalidade concorrência deve ser         das propostas, o que tem dado margem a           no mínimo, três licitantes qualificados, ou
adotada nos seguintes casos: a) compra de         controvérsias e disputas infindáveis e, mes-     seja, em condições de contratar. O Tribu-
bens imóveis; b) alienações de bens imóveis       mo, insolúveis,                                  nal de Contas da União já decidiu inclusive
para as quais não tenha sido adotada a mo-                                                         que, não se obtendo esse número legal de
dalidade leilão; c) concessões de direito real                                                     propostas, impõe-se a repetição do ato,
de uso, serviço ou obra pública; d) licitações    Tem por finalidade tornar a licitação mais       convocando-se outros possíveis interes-
internacionais.                                   sumária e rápida. O objeto evidente da al-       sados, a fim de garantir a legitimidade do
                                                  teração que a nova lei introduziu foi o de       certame.
Além desses casos específicos previstos,          abrir as portas para um maior número de
versa o Estatuto das Licitações e Contratos                                                        A abertura de envelopes é feita em ato pú-
Públicos que a concorrência é obrigatória         licitantes. Entretanto, não resta dúvida que
                                                                                                   blico, no dia, hora e local especificados na
quando, em havendo parcelamento, o valor          o procedimento da tomada de preços aca-          carta-convite. O julgamento é feito por uma
das licitações das parcelas, em conjunto, cor-    ba por se tornar tão complexo quanto o da        comissão ou servidor designado pela auto-
respondam a montante igual ou superior ao         concorrência.                                    ridade administrativa.
previsto para a modalidade concorrência.

Há algumas ressalvas que devem ser feitas
em relação aos ditames da lei: admite-se a to-
mada de preços nas licitações internacionais,
quando o órgão ou entidade licitante possuir
cadastro internacional de fornecedores, ou
até convite, caso inexista fornecedor no país.
Além disso, permite-se que seja realizado
o leilão para a alienação de bens imóveis,
quando tenha sido adquirido por dação em
pagamento ou procedimentos judiciais.

Deve-se, portanto, caracterizar a concorrên-
cia como uma espécie do gênero licitação.
Conforme se constata, está adstrita aos mais
diversos princípios, características e requisi-
tos do gênero mais amplo.

                                                                                                                      Fornecedores Governamentais I   9
Dicas de Licitação



Concurso
O concurso é a modalidade de licitação entre quais-
quer interessados para escolha de trabalho técni-
co, científico ou artístico, mediante a instituição de
prêmio ou remuneração aos vencedores, segundo
critérios constantes de edital publicado na imprensa
oficial. É comumente utilizado na seleção de proje-
tos, onde se busca a melhor técnica, e não o menor
preço.

No entender de Hely Lopes Meirelles, o concurso
é uma modalidade de licitação de natureza espe-
cial, porque, apesar de se reger pelos princípios da
publicidade e da igualdade entre os participantes,
objetivando a escolha do melhor trabalho, dispensa
as formalidades específicas da concorrência.              Leilão
                                                          O leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer inte-
O concurso deve ser anunciado com ampla divulga-          ressados para a venda de bens móveis inservíveis para a
ção pela imprensa oficial e particular, através de edi-   Administração ou de produtos legalmente apreendidos ou
tal, publicado com uma antecedência mínima legal          penhorados, ou ainda para a alienação de bens imóveis
de 45 dias para a realização do evento. A qualifica-      cuja aquisição haja derivado de procedimento judicial ou
ção exigida aos participantes será estabelecida por       de dação em pagamento.
um regulamento próprio do concurso, que conterá
também as diretrizes e a forma de apresentação do         Pode-se verificar a ocorrência de dois tipos de leilão, que
trabalho, bem como as condições de realização e           são o comum e o administrativo. O leilão comum, que é
os prêmios a serem concedidos.                            privativo do leiloeiro oficial, é regido pela legislação federal
                                                          pertinente, podendo a Administração estabelecer as con-
O julgamento é feito por uma comissão especial,           dições específicas. Já o leilão administrativo é feito por ser-
integrada por pessoas de reputação ilibada e reco-        vidor público.
nhecido conhecimento da matéria, sejam ou não
servidores públicos. Esse julgamento será realizado       Antes do leilão, devem os bens ser previamente avaliados,
com base nos critérios fixados pelo regulamento do        constando no edital o preço mínimo a ser ofertado. Indis-
concurso.                                                 pensável se faz ainda que o edital descreva os bens, possi-
                                                          bilitando sua perfeita identificação. Deve, além disso, indi-
O pagamento do premio ou da remuneração é con-            car o local onde se encontram, possibilitando o exame por
dicionado à cessão, por parte do autor do projeto,        parte dos interessados. O dia, horário e local do pregão
dos direitos a ele relativos, a fim de que a Adminis-     são especificados também pelo instrumento convocatório.
tração possa utilizá-lo de acordo com o prescrito no
regulamento ou no ajuste para sua elaboração.             Para o leilão, não se exige qualquer tipo de habilitação pré-
                                                          via dos licitantes, tendo em vista que a venda é feita à vis-
Finaliza-se, portanto, o concurso com a classifi-         ta ou em curto prazo. Admite-se, entretanto, a exigência,
cação dos trabalhos e o pagamento do prêmio               quando o pagamento não for todo à vista, de um depósito
ou da remuneração, não sendo conferido qual-              percentual do preço, servindo como garantia.
quer direito a contrato com a Administração. Já a
execução do projeto escolhido será, de outra for-         Os lances no leilão deverão ser verbais, configurando uma
ma, objeto de outra licitação, revestida de outra         disputa pública entre os ofertantes, enquanto durar o pre-
modalidade(concorrência, tomada de preços ou              gão. Aquele que, ao final, oferecer maior lance, de valor
convite), vedada a participação do autor como li-         igual ou superior ao avaliado previamente, arremata o ob-
citante.                                                  jeto da licitação.
 10 Fornecedores Governamentais
Pregão eletrônico




O tipo licitatório chamado pregão eletrônico,     O fornecedor interessado em participar do
é utilizado pelo governo brasileiro para reali-   pregão eletrônico deve cadastrar-se por
zar contratos administrativos de bens e ser-      meio do web site do órgão solicitante. O for-
viços comuns, independentemente do valor          necedor normalmente recebe uma senha,
estimado, foi criada através da lei federal
                                                  que permite o acesso à opção para certifi-
10.520/2002. Esta lei também criou o cha-
mado “pregão presencial”, que obrigava os
                                                  cação da empresa. Após a confirmação da
contendentes a comparecerem à negocia-            certificação, o fornecedor está habilitado a
ção, liderada por um pregoeiro devidamen-         participar dos pregões referentes àquele
te designado pelo órgão da administração          órgão.
pública licitante.                                O pregão eletrônico acontece como numa
O pregão eletrônico foi criado visando, ba-       sala de bate-papo, onde as propostas são
sicamente, aumentar a quantidade de par-          apresentadas pelos concorrentes. Inicia-se
ticipantes e baratear o processo licitatório.     com a fixação da menor proposta. O pre-
Na administração pública, o pregão iniciou-       goeiro então instiga os concorrentes a fazer
-se pela ANATEL (Agência Nacional de Te-
                                                  lances até que não haja mais propostas. O
lecomunicações), em 1998. As agências
reguladoras possuem autonomia para efe-
                                                  pregão ocorre como um leilão ao contrá-
tuar sua regulamentação nos processos li-         rio, onde ganha o fornecedor que oferecer
citatórios, desde que não firam os princípios     o menor preço pela mercadoria ou serviço.
constitucionais.                                  Normalmente, a identidade dos autores dos
É um método que amplia a disputa licita-          lances não é revelada aos demais concor-
tória, permitindo a participação de várias        rentes.
empresas de diversos estados, na medida           Em seguida, verifica-se a habilitação da em-
em que dispensa a presença dos conten-            presa vencedora. Se ela não estiver perfeita-
dentes. Se trata de uma modalidade ágil,          mente habilitada, a habilitação da segunda
transparente e que possibilita uma negocia-
                                                  colocada é verificada. Ao final da sessão, os
ção eficaz entre os licitantes.
Igualmente tornou mais eficiente e barato o
                                                  proponentes podem manifestar a intenção
processo licitatório, tendo simplificado sig-     de interpor recursos, com prazo determina-
nificativamente muitas das etapas mais bu-        do.
rocráticas que tornavam morosa a contrata-        Finalmente, a contratação é efetuada após       Fonte:
ção com a administração pública.                  a decisão dos recursos interpostos.             Portal Fornecedores Governamentais


                                                                                                               Fornecedores Governamentais I   11
Sinalização Viária

ENTENDA AS TRÊS MODALIDADES




A Sinalização de Viária

Tem por objetivo organizar a circulação de pessoas e veículos para a segurança e
a fluidez. São designados como os principais tipos: a sinalização vertical, placas
apoiadas em postes ou outros dispositivos; a sinalização horizontal, marcas no
pavimento; e a sinalização semafórica, indicações luminosas com alternância de
passagem.
                                                                                         Por Maria Emilia Faria e Guilherme Roque


O Código Brasileiro de Trânsito é uma lei que define atribuições    Aos órgãos executivos municipais, assumem a responsabilidades
de diversas autoridades ligadas ao trânsito que passa diretrizes    tanto do planejamento, quanto aos projetos, a operação e fiscali-
para a engenharia de tráfego, estabelecendo normas de conduta,      zação do perímetro urbano e das estradas municipais. Deixando
infrações e penalidades aos usuários desse sistema. Tem como        para a Prefeitura as tarefas de sinalização.
base a Constituição do Brasil que respeita a Convenção de Viena     Desta forma por sua vez para que os municípios se integrem ao
e o Acordo do Mercosul em vigor desde 1998.                         Sistema Nacional de Trânsito, é preciso que se crie um órgão
Segundo o artigo 1º do CTB (Código de Trânsito Brasileiro):         municipal executivo de trânsito para que o mesmo desenvolva
considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos   atividades de engenharia de tráfego, fiscalização e educação do
e animais, de qualquer natureza nas vias terrestres do território   trânsito, controle e análise de estatísticas.
nacional, abertas à circulação.                                     Lembra o artigo 24°, parágrafo III, do CTB que o governo deve im-
 Existe uma clara divisão de responsabilidades e parcerias entre    plantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos
os órgãos federais, estaduais e municipais.                         e os equipamentos de controle viário.


12 Fornecedores Governamentais
Sinalização Vertical                            Sinalização Horizontal                         Semáforos e Planos de
                                                                                               Sincronização
                                                Sinalização horizontal ou de solo se utiliza
                                                de linhas, faixas, marcações, símbolos ou      Semáforo (também conhecido popu-
                                                legendas, em tipos e cores diversos, colo-     larmente como sinal, sinaleira e farol
                                                cados no pavimento da via, com a função        (português brasileiro) ou sinal luminoso
                                                de organizar o fluxo de pedestres ou veícu-    (português europeu) ) é um instrumen-
                                                los, complementando assim a sinalização        to utilizado para controlar o tráfego de
                                                vertical.                                      veículos e de pedestres (português bra-
                                                                                               sileiro) ou peões (português europeu)
Composta por placas verticais com men-                                                         nas grandes cidades em quase todo o
sagens impressas (sinais), fixadas ao lado                                                     mundo. Utiliza uma linguagem simples e
ou suspensas sobre a via com função de                                                         por isso de fácil assimilação. É compos-
aumentar a segurança, manter o fluxo de                                                        to geralmente por três círculos de luzes
tráfego em ordem, fornecer informações,                                                        coloridas. O controle semafórico permite
regulamentos o uso da via, advertir sobre si-                                                  alternar o direito de passagem na zona
tuações de perigo, indicar direções e pontos                                                   de conflito de uma interseção. O cálculo
de interesse aos usuários.                                                                     dos tempos no controle são gerados a
                                                                                               partir das limitações físicas das vias que
No mercado temos as empresas:                                                                  se interceptam e dos tempos perdidos no
Ensitran Sinalização, hoje considerada                                                         controle.
uma das maiores empresas de sinalização
viária. No ano de 2009 surge com parce-         No mercado temos as empresas:                  No mercado temos a empresas:
ria com a concessionária Rodovia Tiête no       Viacril Serviços e Sinalização Ltda, Pre-      Nippon Safety.Um novo conceito em si-
estado de São Paulo. Além de serem espe-        sente no mercado desde 1998 e tem como         nalização e controle de fluxo de trânsito
cializadas em sinalização vertical, também      principal linha de produtos a horizontal de    em vias públicas, balanças rodoviárias,
oferecem serviços de sinalização horizontal     sinalização de trânsito, tachas, tachões e     pedágios, sinalização ferroviária e marí-
e sinalização semafórica.                       tartarugas, sendo todos de fabricação pró-     tima.
                                                pria viabilizando melhores preços. Além das
Trabalha com materiais exigidos pelas nor-      rodovias urbanas executam trabalhos de
mas estabelecidas, como por exemplo, o          pintura de estacionamentos, shopping, hi-
Postiço de aço para sinalização rodoviária,     permercados e condomínios.
composto de 2 colunas tubulares, trava de
treliça padrão com fornecimento de chum-        Eletrorun Sinalização Eletrônica. No
badores galvonizado a prova de fogo con-        mercado desde 1967, consorciou-se com a
forme normas NBR 6323 e 7400 da ABNT.           CONTRANSIN em maio de 1995, em busca
                                                de evolução tecnológica, fazem sinalização
Semi- Póstico de aço para sinalização rodo-     horizontal e engenharia viária. Seus produ-
viária, composto de 1 coluna tubular de uma     tos são testados e tem aprovação dos pa-
seção e braço em forma de treliça no padrão     drões ABNT e INMETRO.
dimensionados de acordo com as normas
ABNT (NBR 14.428, 14.429,8.800 e 61.263)        MTS Sinalização Viária. Empresa pau-
com fornecimento de chumbadores.                lista especializada na sinalização rodoviá-
                                                ria e urbana, constituída em 2001. Atende
As placas são fabricadas em aço galvaniza-      empresas como DER’S e Prefeituras além
do, alumínio ou fibra de vidro conforme nor-    de empresas de concessionárias e de en-
mas ABNT, DER e ARTESP     .                    genharia de obras rodoviárias e urbanas.
                                                Utiliza materiais de Elastoplásticos à base
Meng Engenharia Com. e Indústria Ltda.          de poliuretano,permitindo alta visibilidade    Verde - indica que o cruzamento está li-
Trabalha com produtos modernos, todos de-       em estradas, conservação da cor e alta re-     vre para passagem;
senvolvidos pela empresa e realizados com       sistência.
moderna tecnologia a fim de proporcionar                                                       Amarela - indica que a passagem está
a eficiência dos seus produtos. Fabricam        Renotran Sinalização Viária. Tem como          prestes a ser fechada (em geral só se usa
vários tipos de coluna e braços para sus-       linha de produtos, tachas, tachão, calotas e   para tráfego de veículos)
tentação de placas de sinalização viária de     placas. Prestam serviços de pintura a frio e
regulamentação, advertência e indicação,        base d’água, sinalização extrusado a quen-     Vermelha - indica que a passagem pelo
grade de proteção para pedestres, pórticos      te. Presentes no mercado viário desde o        cruzamento está momentaneamente im-
e painéis balizadores.                          ano de 2000.                                   pedida.


                                                                                                               Fornecedores Governamentais I   13
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ILUMINAÇÃO PÚBLICA LED

Nos últimos anos temos visto grandes mudan-      Até pouco tempo atrás, a maneira mais tradicional de se
ças no campo da iluminação por conta dos avan-   iluminar grandes ambientes, considerando neste caso
ços realizados no desenvolvimento dos LEDs,      não apenas ruas e estradas, mas também, por exem-
                                                 plo, monumentos públicos ou grandes edifícios, era a
principalmente nas possibilidades de aplicação
                                                 aplicação de lâmpadas de vapor de descarga em alta
de diferentes equipamentos para a geração de     pressão. Contudo, a indústria da iluminação trilha novos
luz. Não apenas os produtos para iluminação      caminhos e as cidades já começaram a viver uma nova
pontual sofreram mudanças, como luminárias       era.
residenciais e as LampLEDs, mas também as        Por isso, convido você a conhecer as quatro vantagens
soluções para projetos de grande porte. Entre    mais promissoras da utilização dos LEDs para na ilu-
                                                 minação pública. Novo conceito de iluminação externa
os melhores exemplos dessa nova realidade
                                                 para ruas, avenidas, praças, estacionamentos e túneis,
está o da iluminação pública, que quando feita   a linha LED Luminária Pública, emite luz constante e
com o uso de diodos emissores de luz gera uma    uniforme, proporcionando ambientes mais seguros e
série de vantagens.                              agradáveis.

A lâmpada é desenvolvida em liga de alumínio e os LEDs de alta potência garantem
durabilidade e eficiência energética, pois geram economia superior a 50% em relação
às tradicionais luminárias de descarga. Sem falar na segurança, pois as luminárias
de LED preservam o ambiente da presença do mercúrio, contido nas lâmpadas tradi-
cionais.




14 Fornecedores Governamentais
Economia                                                    Segurança
Sabe-se que atualmente o maior gasto dos municípios         Os LEDs na iluminação pública geram mais conforto
com iluminação é gerado por instalações em áreas públi-     visual, contribuindo para que os indivíduos possam
cas, como ruas e praças. Por esta razão, é importante que   ter um desempenho visual melhor do que acontece
os gestores públicos reflitam sobre a melhor forma de re-   no ambiente. Outro ponto de destaque é que com
alizar seus investimentos visando resultados positivos em   esse tipo de tecnologia podemos obter altos índi-
curto, médio e logo prazo.                                  ces de reprodução de cor (IRC), ou seja, mesmo de
                                                            noite a iluminação é muito mais completa.
Um exemplo disso é alcançado pela comparação entre          Em ruas e avenidas, principalmente em horas de
um projeto feito com 200 lâmpadas de vapor de mercúrio      pouco movimento, esse fator pode ser decisivo
substituídas por luminárias de LED. Apenas esta alteração   para que se evitem assaltos, atropelamentos ou
é capaz de gerar uma economia de, aproximadamente,          outros acidentes nas vias públicas.
30 megawatts anuais. Isto representa um grande benefício
para a cidade, cujo dinheiro pode ser usado para suprir
outras demandas da população.

Sustentabilidade
Antes uma utopia, agora uma necessidade. Cada
vez mais a sustentabilidade é um item considerado
fundamental, tanto pelas empresas como pela ini-
ciativa pública, na hora da escolha por projetos de
iluminação.
Uma luminária com tecnologia dos diodos emissores
de luz é capaz de evitar a emissão de 0,4 toneladas
de dióxido de carbono na atmosfera.
Multiplique isso por milhares de pontos de luz em           Os modelos ultilizados são Praça, indicado para
uma cidade e chegará a um montante significativo            uso em praças, parques e condomínios, tem po-
de gases que deixam de poluir nosso planeta.                tência de 30W; Rua, para utilização em avenidas,
                                                            estradas, estacionamentos e parques, tem po-
 Ainda sobre esse tema, sabe-se que a iluminação            tência de 180W; e o modelo Túnel, com potência
pública é responsável por 25% das emissões de               de 123W e que pode ser instalado em túneis,
CO2 e que, por isso, a opção dos LEDs se mostra             galpões e grandes áreas cobertas. Todas são
não apenas a mais barata, mas a que menos agride            acompanhadas por seu respectivo poste de ferro
o meio-ambiente.                                            com aço galvanizado.

Manutenção                                                  As luminárias têm índice de proteção IP66, isto
Uma instalação de LED em qualquer ambiente re-              é, são totalmente protegidas contra penetração
quer muito menos manutenção, já que sua vida útil           de pó e jatos de água com pressão de 1 bar a 3
é muito maior que a das lâmpadas de vapor de mer-           metros. Também apresentam índice de reprodu-
cúrio, por exemplo.                                         ção de cor (IRC) superior a 80, e temperatura de
                                                            cor de 5000K. Funciona diretamente na rede elé-
Ainda que se gaste mais em um primeiro momento              trica com tensão de 220V e têm durabilidade de
no aporte para a aquisição dos equipamentos, este           até 50 mil horas, aliando fácil instalação e baixo
custo logo se paga em médio e longo prazo.                  custo de manutenção.

                                                                                          Fornecedores Governamentais I   15
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Uso de LEDs na iluminação pública ainda não é predominante no Brasil

O Brasil continua atrasado em relação a outros países no que se       Apesar de ainda ter um preço inicial de aquisição superior às LVS,
refere à implementação de políticas públicas na área da conserva-     é necessário considerar que os LEDs possuem um baixo custo de
ção e eficiência energética.                                          manutenção, visto que seriam substituídos a cada 12 anos (conside-
                                                                      rando o uso em média de 11 a 12 horas ao dia, com tempo de vida de
Verificam-se perdas importantes na transmissão elétrica, relatadas    50.000 horas), e baixo consumo de energia, o que levaria ao longo de
por comissão especial do Tribunal de Contas da União (TCU), da        sua vida útil a um custo menor que o das LVS.
ordem de 17% (enquanto na Europa e EUA este valor é em torno
de 5%), com o uso ineficiente dos chuveiros elétricos (atendem        Outros benefícios podem ainda ser destacados, como a não emissão
mais de 80% dos domicílios), que representam 7% de todo consu-        de radiação ultravioleta, evitando a atração de insetos à luminária e
mo nacional de eletricidade e mais de 18% do pico de demanda,         sua degradação, contribuindo para redução dos custos da manuten-
e que poderiam ser trocados pelo aquecimento solar, e com mo-         ção; maior resistência a impactos e vibrações; e contribuição para a
tores e eletrodomésticos de baixas eficiências.                       redução da poluição luminosa com iluminação direcionada.
Assim, existe um grande potencial de economia de energia que se       Na iluminação das vias públicas, os LEDs apresentam mais uma van-
poderia alcançar com soluções já existentes.                          tagem, a reprodução das cores com mais eficiência e qualidade, o
                                                                      que favorece a visualização das informações apresentadas nas vias
O Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf) lançado pelo
                                                                      públicas, tais como sinalização de trânsito, de advertência, de locali-
Ministério de Minas e Energia (MME) em outubro de 2011 (porta-
                                                                      zação etc.
ria 594/MME), apesar do bom diagnóstico realizado da situação
atual, tem metas e propostas pífias (redução de 10% no consumo
                                                                      Devido à baixa tensão dos LEDs, que trabalham com tensões e cor-
total) do que se espera para um país da importância do Brasil,
                                                                      rentes contínuas, é possível a conexão às baterias eletroquímicas, dis-
dentro do contexto das mudanças climáticas, em que a cadeia
                                                                      pensando o auxílio da rede elétrica. Com isso, possibilita aos atuais
produtiva da energia é a vilã e a que mais emite gases de efeito
estufa.                                                               projetos para iluminação em vias públicas a integração de uma fonte
                                                                      eólica e/ou fotovoltaica aos postes de luz, tornando possível prover
Ainda prevalecem idéias e conceitos retrógrados do século passa-      iluminação aos municípios e rodovias que ainda não possuem linhas
do no que se refere à oferta de energia. Para os gestores públicos    de transmissão, e mesmo aquelas que já possuem.
(e os empreiteiros, é claro) a única forma de ofertar mais energia
para o país é construindo mega-hidrelétricas na região Amazôni-       O estímulo à pesquisa e inovação desta fonte luminosa levou o la-
ca, termelétricas a combustíveis fósseis e usinas nucleares. Não      boratório SENDES/UFPE a desenvolver uma luminária denominada
se leva em conta que usando melhor e introduzindo novas tecno-        LUMISOL (www.lumisolcaa.blogspot.com.br), que reúne além da tec-
logias, também se pode “gerar” energia elétrica e disponibilizar no   nologia LED uma alimentação com eletricidade solar fotovoltaica. Este
sistema elétrico nacional.                                            se configura como um dos muitos exemplos neste Brasil afora de de-
                                                                      senvolvimento de produto nacional com valor agregado.
Um dos casos mais evidentes e emblemáticos da pouca visão             Escrito por: Heitor Scalambrini Costa e Silvio Dinis
dos gestores reside na questão da iluminação pública. É estimado      Heitor Scalambrini Costa e Silvio Diniz são integrantes do departamento de Soluções em Energia e Design (SENDES) da Universidade
                                                                      Federal de Pernambuco (UFPE).
que em torno de 15% da energia elétrica produzida é consumida
nesta modalidade. O PNEf prevê um potencial de redução na ilu-
minação pública de 9% da demanda e na economia de energia,
substituindo as lâmpadas menos eficientes por lâmpadas de va-
por de sódio (LVS).

No Brasil, dos 15 milhões de pontos de iluminação existentes, em
torno de 60% são LVS. No entanto, esta tecnologia está ultrapas-
sada quando comparada com os LEDs (diodos emissores de luz),
que apresentam alto rendimento, mais do que o dobro da vida
útil da LVS (em média 50.000 horas, porém fabricantes falam em
100.00 horas) e um baixo consumo de energia elétrica, de até 50%
menor às de vapor de sódio, proporcionando assim uma redução
significativa do consumo, em particular no pico da demanda do
setor elétrico.

16 Fornecedores Governamentais
Fornecedores Governamentais I   17
Pavimentação Asfáltica


O retorno da construção de estradas em concreto
pelas Concessionárias do País
                                 Por Maria Emilia Faria e Guilherme Roque




                                                                            Concreto volta a ser opção para
                                                                            manter a qualidade das rodo-
                                                                            vias e estradas federais
                                                                            As estradas brasileiras depois de décadas voltam a ser pavi-
                                                                            mentadas em alguns trechos, com concreto. Algumas conces-
                                                                            sionárias assumiram trechos em média por anos, com grande
                                                                            volume de tráfego principalmente de veículos pesados geran-
                                                                            do consequência de uso.
                                                                            Na hora de recuperar uma rodovia, construírem novos trechos
                                                                            ou duplicar as estradas, se faz necessário fazer a conta na pon-
                                                                            ta do lápis, qual será o menor custo de manutenção ao longo
                                                                            do período da concessão.
                                                                            Para Marcelo Dama, Gerente da Concepa, “a vida útil do pavi-
                                                                            mento de concreto é mais que o dobro, não precisando de tan-
                                                                            ta manutenção o que reduz o custo além de evitar a interrup-
                                                                            ção do trânsito. O custo em princípio é maior, mas, compensa
                                                                            ao longo do período da concessão”.
                                                                            Também para o especialista Marcio Rocha Pitta da ABCP (As-
                                                                            sociação Brasileira de Cimento Portland), as principais e mais
                                                                            importantes rodovias do mundo como nos EUA, Alemanha,
                                                                            França entre outros países, é utilizado o pavimento de con-
                                                                            creto.
                                                                            Na verdade a utilização de concreto em pavimentação das es-
                                                                            tradas não chega a ser novidade, porque muitas das rodovias
                                                                            brasileiras, foram construídas com concreto e depois muda-
                                                                            ram o piso, como é o caso da Rodovia Presidente Dutra, que
                                                                            liga o Rio de Janeiro a São Paulo, e a Via Anhanguera, que liga
                                                                            a capital paulista à região de Campinas e interior do estado.

                                                                            Foi-se o asfalto. Vem o concreto.
                                                                            Foi-se o concreto. Vem o asfalto

                                                                            Se no passado a opção pelo asfalto foi estimulada pelo bai-
                                                                            xo custo, cria do desenvolvimento do petróleo, era prático,
                                                                            facilitava a manutenção além do conforto ao dirigir, visto que
                                                                            antigamente as pistas de concreto tinham fendas gerando
                                                                            pequenos degraus na pista com o passar do tempo.
                                                                            Na atualidade deixou de ser interessante pela elevação do
                                                                            preço do petróleo, além da capacidade de produção da in-
                                                                            dústria de cimento com novas tecnologias, tornaram as
                                                                            estradas de concreto tão confortáveis quanto as de asfal-
                                                                            to, gerando interesse das autoridades e concessionárias de
                                                                            rodovias para o retorno a pavimentação de concreto nas es-
                                                                            tradas brasileiras.
18 Fornecedores Governamentais
Todavia, vale ressaltar que as opiniões de especialistas no         RFG - Fale-nos um pouco sobre o produto CBUQ utilizado nos ser-
assunto são divididas, como por exemplo, a do Professor da          viços prestados pela Usicom?
USP José Tavares Balbo, que diz “há poucos engenheiros com
    ,
vivência na aplicação de pavimentos de concretos no país,           André - Hoje, produzimos nove tipos de CBUQ. Os mais utilizados
assim como poucos professores especializados no assunto”.           no estado de São Paulo ainda são a FAIXA III - DER-SP para rodo-
Para Balbo, apesar das vantagens em diversas situações, a           vias e avenidas, e a FAIXA IV para ruas, ciclovias e estacionamentos.
aplicação do pavimento de concreto não é tão simples quanto         O uso de asfalto modificado por polímero vem sendo amplamente
a do asfalto, os erros em uma obra aparecem rapidamente e as        requisitado nas obras públicas. Isso deve-se ao fato da melhora no
refazer tem um custo alto.                                          desempenho dos pavimentos, da resistência a fadiga, ao envelhe-
Considerado como a maior obra rodoviária do país, o Rodanel,        cimento e muitas outras vantagens em relação ao material usinado
está sendo utilizado o pavimento de concreto.                       com CAP (cimento asfáltico) convencional. E também, temos o as-
                                                                    falto com adição de borracha. Uma solução ecologicamente correta
Outro exemplo que vale a pena lembrar é a rodovia dos Imi-          para o descarte de pneus usados e que contribuí também com a
grantes, que liga São Paulo a Baixada Santista que também           melhoria na qualidade do CBUQ.
foi utilizado o pavimento de concreto na interligação Anchieta
- Imigrantes.                                                       RFG - Em sua opinião o CBUQ tem espaço crescente em grandes
Embora especialistas de ambos os lados reconheçam que o             obras?
tipo de pavimento depende de inúmeros fatores, como volu-
me de tráfego, características de solo, custo de manutenção          André - O CBUQ é um produto que tem tempo de vida útil de apro-
periódica e de uma gerência ao longo prazo, tudo indica que o       ximadamente 20 anos, sua manutenção e aplicação sai bem mais
asfalto ainda continuará a ser utilizado.                           em conta do que o pavimento de concreto e o conforto de se trafe-
                                                                    gar em uma via pavimentada com asfalto é muito maior. Isso torna
Há muitas licitações de obras públicas em que é prevista a utili-
                                                                    o CBUQ mais atrativo no aspecto econômico para grandes obras.
zação do asfalto, fato este que nos leva a crer que o pavimento
                                                                     No que tange o aspecto ecológico, o CBUQ utiliza borracha de
de concreto não irá reinar solitário, mesmo porque muitas em-
                                                                    pneus usados, e o asfalto fresado, pode ser reutilizado para produ-
presas especializadas em pavimentações atuam no mercado
                                                                    ção de asfalto novamente.
com o asfalto e seus derivados bem como o concreto e até
mesmo pavimento ecológico que utiliza asfalto reciclado e bor-
                                                                    RFG - A empresa trabalha com diferentes tipos de revestimentos
racha de pneus velhos em sua composição garantindo assim
                                                                    asfálticos. Qual o mais utilizado em vias urbanas?
segundo entendidos no assunto, menos ruído, maior aderência
dos pneus e menos dispersão de água no caso de chuva. No
                                                                     André - Hoje trabalhamos com nove tipos de CBUQ, o mais utili-
ano de 2011 a Rodovia dos Bandeirantes recebeu esse tipo de
                                                                    zado em vias urbanas continua sendo o CBUQ - FAIXA III - DER-
asfalto ecológico entre os Km 85 e 78.a concessionária CCR
                                                                    -SP usinado com CAP convencional, seguido pelo CBUQ - FAIXA IV
Auto BAN, que administra a estrada diz que foram utilizados
cerca de 450 mil pneus e que apesar de custa 30% mais caro
                                                                    usinado com CAP convencional. O asfalto modificado por polímero
que o comum, é muito mais resistente que os asfaltos tradicio-      vem ganhando muito espaço nas obras públicas, porém, o asfalto
nais, além dos benefícios ambientais.                               tradicional continua sendo o mais procurado.

Selecionamos uma das muitas empresas que prestam o servi-
ço de pavimentação asfáltica e pavimentação ecológica entre
outros serviços

Usicom Solução em Massa Asfáltica
A Usicom tem se destacado no comércio e distribuição de ma-
téria prima destinados a pavimentação asfáltica. Está localiza-
da em Bragança Paulista a 12 anos e recentemente inaugurou
uma unidade em Praia Grande - SP e brevemente deve inaugu-
rar mais duas unidades, uma em Barueri e outra em Guarulhos.

Conversamos com André Toshio Sasaki, gerente da Usicom:

RFG - Há diferença na aplicação do produto em estradas ou
vias urbanas?

 André - Na aplicação não. Há diferença apenas na interdição
do tráfego. Em vias urbanas, tem-se a liberdade de fechar uma
rua inteira (dependendo do local) para aplicar o CBUQ, já em
uma rodovia, o trabalho é um pouco mais complexo, não se
tem a mesma flexibilidade de horário que em uma via urbana,
as faixas de rolamento devem ser pavimentadas uma-a-uma, o
esquema de segurança e sinalização é mais rígido e só pode
trabalhar na rodovia mediante autorização da policía rodoviária.
                                                                                                               Fornecedores Governamentais I   19
FAÇA PARTE DO MAIOR CADASTRO NACIONAL DE
                      FORNECEDORES GOVERNAMENTAIS


                                 SE SUA EMPRESA TEM INTERESSE EM FORNECER PARA

                                           ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS,

                                             ESSE É O LUGAR CERTO.

                                                  ASSOCIE-SE.




                                     WWW.FORNECEDORESGOVERNAMENTAIS.COM.BR



20 Fornecedores Governamentais
FORNECEDORES
ADUBOS E FERTILIZANTES                     Ariná Distribuidora de Bebidas Ltda ME    ALIMENTAÇÃOREFEIÇ/BUFFET
                                           r Cassilandia, 201, Vl Prado              Abrevo do Brasil Representações Ltda

                  Adubos                   São Paulo, SP, 02559-030
                                           Fone: (11) 3966-5038
                                                                                     r Bahia, s/n, Sn, Jd América
                                                                                     Cariacica, ES, 29140-020
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                                           Matta Comercio e Representacoes Ltda
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                                           r Moreira da Rocha, 69, Mondubim          Coriscal
     Matozinhos - MG - Cep. 35720-000
                                           Fortaleza, CE, 60762-370                  r Deoclécio Pereira, s/n, Sn, Frota
            Fone: (31) 3712-1576
                                           Fone: (85) 3232-0302                      Cachoeira do Sul, RS, 96508-250
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 Fone: (15) 3244-3743                      São Bernardo do Campo. SP, 09811-410      Brasília, DF, 70634-200
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 Vargem Grande Paulista, SP, 06730-000                                               Prestomed Serviços Médicos Ltda
 Fone: (11)4243-9379 Fax: (11)4703-2614                                              r Ubá,Br, 201, Pça da Bandeira
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                                                                                                      +
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                          AQUECEDORES
                                                     Interiores Projetos e Paisagismo           HUM/ADM/JUR/FIN

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            São Paulo - SP, 04429-210
                                                     Fone: (11)2944-1446 Fax: (11)2944-1446     São Paulo, SP, 02442-170
               Fone: (11)5621-9476
        atendimento@astrosol.com.br                                                             Fone: (11) 2856-7077
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                                                     Belo Horizonte, MG, 30410-060
                                                                                                HUM/ADM/JUR/FIN
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                      Arfoz                                                                     São Paulo, SP, 01136-000
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                                                     Contagem, MG, 32280-170
               arfoz@arfoz.com.br                                                               Belo Horizonte, MG, 30130-131
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                www.arfoz.com.br                                                                Fone: (31) 3227-8711

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                                                     av Vargas,Pres, 650, An 4 Sl 44,
 r Festa Chinesa. 160 – Conj. Hab. JK                                                           av Paulista, 1471, Cj 403/1203, Bela Vista
                                                     Jd Nova Itapevi
 São Paulo, SP, 08465-140                                                                       São Paulo, SP, 01311-200
                                                     Itapevi, SP, 06694-000
 Fone: (11)2153-8181 Fax: (11)2555-7823                                                         Fone: (11) 3141-0398
                                                     Fone: (11) 4141-7625
 kfrio@kfrio.com.br
                                                     ASSESSORIA JURÍDICA
                                                                                                 AUTO PEÇAS
                                                      YAMADA ADVOGADOS                          Mult Equipamentos Ltda
 Fort Ar Refrigeração e Ar Condicionado                  Assessoria e Consultoria Jurídica      r Zurick, 140 a – Calafate
 Rod PR 412 KM 02 – Jd Suzuki                              Comercial - Cível - Trabalhista      Belo Horizonte. MG, 30480-050
 São José dos Pinhais, PR, 83025-640                  Av. Antônio Afonso de Lima, 700 sala 02   Fone: (31)2526--0600 Fax:(11)2526-0623
 Tel (41) 3458-1615                                         Centro - Arujá. SP, 07400-000       edson@maxclean.srv.br
 ARMAS/MUNIÇ/EXPLOSIVOS                                          Fone: (11) 2359-5446
 MILITARES                                                    advyamada@hotmail.com              AUTOMAÇÃO
 Blinseg Comércio de Artigos para Caça e Pes-                                                   Saint Paul Industria e Comércio Ltda
                                                     AUDIO/VIDEO/FOTO/CINE
 ca Ltda                                                                                        r Rogério Giorgi, 322/328 – Vila Carrão
                                                     Macchina Publicidade Ltda
 av Álvaro Ramos, 2422, Quarta Parada                                                           São Paulo, SP, 03431-000
                                                     r Guaraúna,Br, 187, Alto da Glória
 São Paulo, SP, 03331-001                                                                       Fone: (11)2093-7070 Fax (11)2093-7070
                                                     Curitiba, PR, 80030-310
 Fone: (11) 2601-0253                                                                           sac@saintpaul.ind.br
                                                     Fone: (41) 3015-1509



22 Fornecedores Governamentais
Fornecedores Governamentais I   23
AR CONDICIONADO
                                 A EMPRESA
                                 A A.Dias ar condicionado chega à quarta década de existência comemorando a liderança no setor de
                                 distribuição de ar condicionado no Brasil.
                                 Posição esta, conquistada graças ao seu principal objetivo, desde a fundação em 1969: Alcançar a exce-
                                 lência em atendimento e serviços.
                                 Para isto, dispõe de pessoal especializado em instalação e manutenção de ar condicionado e frota exclu-
                                 siva de veículos para entregas e assistência técnica de ar condicionado, além de oferecer ao mercado as
                                 principais marcas de equipamentos nacionais e importados.




                                                                A.D          IAS
                                                             AR CONDICIONADO


                                                               (11) 3649-4000
                                                              www.adias.com.br

24 Fornecedores Governamentais
FORNECEDORES
Visus Sistemas de Automação Ltda                   BIOTECNOLOGIA                               CIMENTO           E    ARTEFATOS              DE
r Carlos Aloysio Hannecker, 40 – Rondonia          Biocod Biotecnologia Ltda                   CIMENTO
Novo Hamburgo, RS, 93415-220
                                                   Av do Contorno, 9636 3 and                  Casa do Cimento Silveira Ltda
Fone: (51)3524-2020 Fax: (51)3595-4541
                                                   Sto Agostinho                               av Ernesto Vilela, 1647, Nova Rússia
financeiro@visus.ind.br
                                                   Belo Horizonte, MG, 30110-936               Ponta Grossa, PR, 84070-000
www.visus.ind.br
                                                   Fone: (31)3036-5000 Fax: (31)3036-5002      Fone: (42) 3227-5400
                                                   marciabrant@biocod.com.br
AVIAÇÃO/ANGARES                                    www.biocod.com.br                           De Marchi Blocos - Grupo De Marchi
Andares     Administracao     de   Servicos   de
                                                                                               av Paraná, 4597, Cajuru do Sul
Construcao Ltda
                                                                                               Sorocaba, SP, 18105-002
r Ipiau, 609, Sl 2, Jd Satélite                    BRINQUEDOS/EDUCATIVOS
                                                                                               Fone: (15) 3225-4422
São José dos Campos, SP, 12230-750




                                                    CARLU
                                                                                               www.demarchi.com.br
Fone: (12) 3916-3918
                                                                                               sac@demarchi.com.br




                                                                                               ecoBRISA
BALANÇAS                                                                                       CLIMATIZADORES
Balanças Micheletti                                                       BRINQUEDOS
r Noel de Camargo,Sgto, 307,                             Carlu Brinquedos Educativos
Jd Imperador                                        r Avelino Hofstaetter, 398 – Jd Coopagro
São Paulo, SP, 03937-000                                    Toledo, PR, 85903-660
                                                                                                 Viva Equipamentos Ind e Com Ltda
Fone: (11) 2722-0408                                Fone: (45)3055-7001 Fax: (45)3055-7001
                                                                                                     R Francisco Ceara Barbosa, 394
                                                            licitação@carlu.com.br
Caumaq Industria Metalúrgica Ltda
                                                                                                        Campinas, SP , 13082-030
                                                              www.carlu.com.br
r Araujo de Porto Alegre – Santa Helena
                                                                                                            Fone(19) 3303-1400

Cachoeira do Sul, RS, 96503-460
                                                                                                           gabarra@viva.com.br

Fone (51) 3723-9087                                CABOS COAXICIAIS                                        www.ecobrisa.com.br

caunaq@caumaq.com.br
                                                   Rosenberger                                 COMBUSTIVEIS/LUBRIFICANTES
www.caumaq.com.br
                                                         Domex                                 Fanal Comércio e Derivados de Petróleo
                                                                                               av Henry Ford, 2262, Prq da Mooca
BANDEIRAS/DISTINTIVOS/                                                                         São Paulo, SP, 03109-001
                                                   Rosemberger Domex Telecomunicações
MEDALHAS/TROFÉUS                                                                               Fone: (11) 2915-7711
                                                   R Cabletech, 601 - Guaramirim
Manufatura Glória Bandeiras e Bordados                                                         www.fanal.com.br
                                                   Caçapava, SP, 12295-230
r Gonçalves Dias, 311, Brás                                                                    comercial@fanal.com.br
                                                   Fone(12) 3878-4600
São Paulo, SP, 03019-050
                                                   vendas@rdt.com.br
Fone: (11)2693-7275 Fax: (11)2692-1065                                                         COMPONENTES ELETRONICOS
                                                   www.rdt.com.br                              Comp Total Ltda
Patrulha Com Uniformes e Art Esportivos Ltda                                                   R Vitória, 471 – Sta Efigenia

av Floriano Peixoto,Mal, 585, Centro                                                           São Paulo, SP, 01210-001
                                                   CERAMICAS AVANÇADAS                         Tel (11)3224-1840 Fax (11)3224-1849
Curitiba, PR, 80010-130



                                                       JOMON
                                                                                               marcelo@comptotal.com.br
Fone: (41) 3324-4815
                                                                                               www.comptotal.com.br

Sukets Bandeiras
                                                    Jomon ind de Art Cerâmicos                 CONCRETO-ARTEFS/POSTES/
r Ângelo Vita,Dr, 51, Vl Zilda
                                                     Av Bento Gonçalves, 9500 – Agronomia
                                                                                               TUBOS/PRÉ´MOLDADOS
São Paulo, SP, 03069-000
                                                        Porto Alegre - RS -CEP 91501-970       Concrefer Distribuidora de Postes e Ferro
Fone: (11) 2091-3530
                                                                                               r Letícia,Sta, 134, Km 5,8 Sp-73
Fax: (11) 2091-3530                                           Fone (11) 3308-9920
                                                                                               Campinas, SP, 13054-044
www.sunkets.com.br                                           jomon@jomon.com.br
                                                                                               Fone: (19)3266-6622 Fax: (19)3266-6622
sac@sunkets.com.br                                             www.jomon.com.br
                                                                                               concrefer@concrefer.com.br




                                                                                                                      Fornecedores Governamentais I   25
FORNECEDORES
   Indústria de Postes Indaial Ltda             Vision Camisetas Personalizadas Ltda       Texel Construção Civil
   r Itajaí, 455,                               r Francisco Runze, 290, Asilo              r Almeida de Morais, 234, Vl Matias
   Indaial, SC, 89130-000                       Blumenau, SC, 89037-560                    Santos, SP, 11015-450
   Fone: (47) 3333-8100 Fax: (47) 3333-8100     Fone: (47) 3429-2175                       Fone: (13) 3222-3152


                                                Confecções Vasconcelos                     CONSTR.PESADAS/CONSTR. E
   Poste Padrão Pronto
                                                av Aracaju, 177, 177, Jd Sta Rita          MONTAG ELETROMECANICA
   Energia, Padrão, Postes, Pronto, Valinhos
                                                Guarulhos, SP, 07143-220                   A Scultetus Engenharia Civil Ltda
   Rod Municipal dos Andradas, 2970
                                                Fone: (11)2402-2965 Fax: (11)2402-2965     r Albuquerque,Cel, 1120,
   Jd Lorena
                                                                                           Canoinhas, SC, 89460-000
   Valinhos, SP, 13277-650
                                                Modolo Uniformes                           Fone: (47) 3622-4412
   Fone: (19)3859-2760 Fax: (19)3859-2760
                                                av Emílio Ribas, 2602, Jd Vila Galvão
                                                Guarulhos, SP, 07050-001                   Brigatto Construções Reformas e Pinturas
   CONCURSOS PÚBLICOS
                                                Fone: (11)2452-4509 Fax: (11)2452-4881     r Salgueiro do Campo, 383, Jd Ibirapuera
   Instituto Nacional de Educação
   Cetro – INEC                                                                            São Paulo, SP, 05814-210
                                                Zapz Uniformes Ltda                        Fone: (11) 5851-6170
   av Paulista, 2001 13 and – Cerqueira Cesar
                                                r Max Beckmann, 315, Glória
   São Paulo, SP, 01311-300
                                                Joinville, SC, 89216-315                   CTE - Construtora Terranas e Estudos Ltda
   Tel (11) 3146-2770 Fax (11) 3146-2847
                                                Fone: (47) 3801-1000                       r Palma,Profa, 14, Barbalho
   tamara.correa@institutocetro.org.br
   www.institutocetro.org.br                                                               Salvador, BA, 40301-060
                                                CONSTRUÇÕES CIVIS/                         Fone: (71) 3243-9033
                                                EDIFICAÇÕES
    CONFECÇÕES /UNIFÓRMES/
                                                J M A Construção Civil de Itu              CBV Empreendimentos Imobiliários
    CALÇADOS/BOLSAS/AFINS
                                                r Acácio de Vasconcelos Camargo,           r Álvaro Teixeira de Souza Leite, 290,
   Advento Uniformes Personalizados
                                                Prof, 10, São Luiz                         Centro
   r Francisco Pinto Miguel, 530
                                                Itu, SP, 13304-180                         Sorocaba, SP, 18035-530
   Prq Fernanda
                                                Fone: (11)4025-4610 Fax: (11)4025-4610     Fone: (15) 3202-4130
   São Paulo, SP, 05888-100
                                                licitacao@jma.com.br
   Fone: (11)5824-9803 Fax: (11)5821-2821
   sac@advento.com.br                                                                      COINBRA Construtora
                                                Matsuda Engenharia e Construções           r Loiola,Dr, 400, Vl Tibério
   www.advento.com.br
                                                av Antônio,Sto, 157, Centro                Ribeirão Preto, SP, 14050-070
                                                Mogi-mirim, SP, 13800-030                  Fone: (16) 3237-0650
   Bonifor Confecções Ltda
                                                Fone: (19) 3806-3491                       www.construcoimbra.com.br
   av Gov Roberto da Silveira, 2465
                                                www.matsuda.eng..br                        sac@construcoimbra.com.br
   Pq Industrial
                                                sac@matsuda.eng..br
   Apucarana, PR, 86800-520
   Fone: (41)3641-4600                                                                     Serki Fundações Ltda
                                                                                           av Indústrias, 400, São João




                                                          SUL
   Fax: (41)3641-4615
   bonifor@bonifor.com.br                                                                  Porto Alegre, RS, 90200-290

   www.bonifor.com.br                                                                      Fone: (51) 3371-1022 Fax: (51) 3371-1035


   RJS Produtos Promocionais
   av das Industrias. 449 – Centro
                                                       ENGENHARIA                          CONSTRUÇÕES PRÉ FABRICADA
                                                                                           Tiotto Arquitetura Consultoria Incorporação
                                                         R São Pedro, 2115 – Centro        r Joaquim Afonso de Souza, 32,
   Mandaguari. PR, 86975-000
                                                            Itararé, SP, 18460-000         Vl Celeste
   Fone: (44) 3233-2216
                                                   Tel (15) 3532-5000 Fax (15) 3532-5000   São Paulo, SP, 02543-000
   e-mai: comercial@promosulbrindes.com.br
                                                       clayton@sulengenharia.com.br        Fone: (11) 3858-4430 (11) 3858-4430
   www.promosulbrindes.com.br
                                                         www.sulengenharia.com.br          info@tiotto.com.br




26 Fornecedores Governamentais
2011




       Fornecedores Governamentais I   27
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RevistaFornecedores Governamentais 11

  • 1. Cadastro Nacional de Fornecedores Governamentais Ano III nº 11 WWW.FORNECEDORESGOVERNAMENTAIS.COM.BR REVISTA GOVERNAMENTAIS F O N E C E D O R E S PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA O retorno da construção de estradas em concreto SINALIZAÇÃO VIÁRIA Entenda as três modalidades DICAS DE LICITAÇÃO Da concorrência ao pregão INFORMATIVO Iluminação Pública LED E MAIS Água tratamento Iluminação Limpeza Pública Saneamento e Uniformes Profissionais 1 Fornecedores Governamentais I
  • 3. EXPEDIENTE PREZADO LEITOR Diretor Executivo Ely Ramos Os profissionais da Fornecedores Governamentais, ely@fornecedoresgovernamentais.com.br trabalham comprometidos na busca de um objetivo comum, levar ao conhecimento dos leitores, informa- Diretor Comercial Sergio de Freitas ções relevantes ao mercado de produtos e serviços. freitas@fornecedoresgovernamentais.com.br A revista reuni informações cadastrais com uma lista Departamento Comercial Excecutivo de contas - José Aparecido completa no formato classificado de A á Z, de máqui- cido@fornecedoresgovernamentais.com.br nas, produtos e serviços fornecidos por um grande nú- Supervisão Administrativa Financeira mero de importantes empresas acostumadas a vender Ramily Mateó para os Orgãos Públicos, além de matérias informati- ramily@fornecedoresgovernamentais.com.br vas sobre fornecedores anunciantes. Arte e Criação sac@novaerahost.com.br Nosso objetivo é divulgar produtos e serviços e alavan- car negócios para novos e efetivos fornecedores, para A Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional é um veí- culo dirigido aos ORGÃOS de ADMINISTRAÇÃO PUBLICA MUNICIPAL, tanto acreditamos no sucesso da nossa Revista, e nos ESTADUAL e FEDERAL, mostrando informações sobre produtos, servi- eficazes meios eletrônicos e impressos. ços e tecnologias. A Revista Fornecedores Governamentais – Catálogo Nacional é distribu- ída nominalmente e gratuitamente para os departamentos de compras, E é com essa visão que, mês a mês, nossas equipes diretores de licitações e compras, Secretários de (Obras, Habitação, Saúde, Transporte, Administração, Saneamento e Etc.), Autarquias e se empenham em produzir com excelência nossos prestadores de serviços para administração pública. produtos na Fornecedores Governamentais, a cada Para anunciar ligue: (11) 4112-2680 Revista, a cada módulo no Portal e a cada informação diagramada. Brasilia Linkey Representações (61) 3202-4705 A Fornecedores Governamentais se posiciona, como Rio de Janeiro uma empresa de comunicação, servindo a importan- GRP Representações (21) 2524-2457 tes setores da economia brasileira através de diferen- Minas Gerais tes tipos de mídia. Midia Provider (31) 3346-5151 Sua estrutura organizacional e modelo de negócios se- Espirito Santo Dicape Representações (27) 3229-1986 guem em linha com os maiores grupos internacionais de Midia. Santa Catarina Comtato Negócios (48 ) 9986-7640 A Fornecedores Governamentais, produz e distribui Rio Grande do Sul conteúdo de alto valor agregado para audiências pre- Central Reunidas de Representações (51) 3336-2412 viamente qualificadas, integrando comunidades de ne- A Revista Fornecedores Governamentais é uma publicação trimestral gócios (compradores e vendedores) do Portal Fornecedores Governamentais Rua Capricho, 694 Vila Gustavo CEP: 02254-000 São Paulo - SP www.fornecedoresgovernamentais.com.br TEL 11 2803-5776 Ely Ramos Filiado a Federação Nacional de Imprensa Fornecedores Governamentais I 3
  • 4. NESTA EDIÇÃO 4G 06:12 AM 6 INFORMATIVO BNDS vai financiar redes de telefonia 4G 7 DICAS DE LICITAÇÃO Modalidades de licitação - da concorrência ao leilão 12 SINALIZAÇÃO VIÁRIA Entenda as 3 modalidades 14 NEWS Iluminação Pública LED 18 PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA O retorno da construção das estradas em concreto 25 58 CLASSIFICADOS 25 Ambulâncias 44 Implementos Rodoviários 52 Medicamentos 29 Brinquedos Educativos 44 Informática 52 Mobiliário Urnbano 32 Controle de Pragas 46 Isolamentos Térmicos 55 Produtos Quimicos 36 Energia 49 Luminárias 57 Sinalização 38 Esteiras Transportadoras 50 Marketing Politico 61 Topografia 42 Iluminação Pública 50 Material escolar 62 Tubos e Conexões
  • 5. Fornecedor em Destaque SULMACRO A Empresa Sulmacro Comércio de Lixeiras Ltda, foi fundada em 04 de Abril de 1993, atua no ramo de; Lixeiras plásticas, carri- nhos para coleta de lixo, carrinhos indústriais, suportes para lixeiras e outros, atendemos os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, atraves de vendedores próprios, com demonstração dos produtos, e outros estados atendemos via tele- fone/internet, a atuação da Sulmacro é voltada ao meio ambiente, com produtos desenvolvidos para uma boa coleta e varrição. É uma empresa especializada na produção de utensílios personalizados para armazenamento e coleta de lixo e soluções para a área industrial. ( RECICLAR É PRESERVAR) www.sulmacro.com.br sulmacro@sulmacro.com.br (49) 3323-5657 Av Imperatriz Leopoldina, 153 E CEP 89808-060 Chapecó - SC 5 Prefeito aqui você encontra a mais completa linha de equipamentos para varrição e coleta de lixo na sua cidade !
  • 6. Informativo BNDES VAI FINANCIAR EMPRESAS QUE INVESTIREM EM TECNOLOGIA NACIONAL PARA REDES DE TELEFONIA 4G Pelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agência Nacional de Te- lecomunicações (Anatel), as empresas que vencerem a licitação das faixas desti- nadas à telefonia 4G deverão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados no país em suas redes entre 2012 e 2014 O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o Nos dois anos seguintes, o percentual dos investimentos em aqui- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BN- sição de bens e produtos com tecnologia nacional passa para DES) tem linhas de financiamento para atender à demanda do 65% e, entre 2017 e 2022, para 70%. edital de licitação para redes de telefonia 4G, que prevê per- centuais mínimos de tecnologia nacional. Bernardo reuniu-se A exigência de conteúdo nacional foi questionada recentemen- com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para tratar do financiamento para a indústria nacional. te na Organização Mundial do Comércio (OMC) pelos Estados “Estamos exigindo conteúdo nacional, com certeza muitas em- Unidos e pela União Europeia. O ministro disse que as respostas presas vão ter interesse, tem algumas ampliando ou se insta- formais já foram enviadas ao órgão, via Itamaraty, e que o gover- lando aqui, e nós precisamos de financiamento para a indús- no não pensa em mudar essa regra do edital. “A Anatel recebeu tria”, disse Paulo Bernardo. Segundo o ministro, o BNDES já alguns pedidos pontuais e está avaliando, não sei se vai mudar recebeu alguns pedidos da indústria e irá “apoiar fortemente” uma ou outra coisa, mas o essencial não vai mudar nada”, disse o processo. o ministro. Pelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agên- Algumas empresas apresentaram à Anatel sugestões de mudan- cia Nacional de Telecomunicações (Anatel), as empresas que vencerem a licitação das faixas destinadas à telefonia 4G de- ças e pedidos de impugnação de itens do edital do leilão de 4G, verão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados no previsto para o segundo semestre. O Conselho Diretor da agência país em suas redes entre 2012 e 2014. tem até 5 de junho para dar a resposta ao pedido das operadoras. 6 Fornecedores Governamentais
  • 7. INTERNET 4G PARA O BRASIL E DEFINITIVAMENTE PELO BRASIL. Governo e Anatel não devem alterar edital de Esse parece ser o lema do ministério das Comunicações para a leilão 4G implantação do novo serviço no país. Segundo informações de O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presiden- sites especializados, a pasta presidida pelo ministro Paulo Ber- te da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João nardo, fez mais um pronunciamento, em favor do fomento às tec- Rezende, disseram em Curitiba, que o governo brasileiro vai nologias nacionais para o desenvolvimento do novo sistema de dialogar com a União Europeia, o Japão e os Estados Unidos, comunicações. países que questionam a obrigatoriedade de tecnologia nacio- Desta vez, Bernardo confirmou a participação do Banco Nacional nal no leilão da quarta geração de telefonia móvel (4G), mas de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a conces- que pretende manter as condições já expressas no edital. “Não são de crédito às organizações interessadas em instalar as novas pretendemos mudar nada porque estamos convencidos de linhas de conexão. que está correto, queremos ter emprego, queremos ter a nossa A afirmação do ministro é mais uma resposta ao questionamento indústria funcionando de forma competitiva”, disse Bernardo. das empresas de comunicação internacionais, americanas e eu- ropeias - que na semana passada apresentadaram à Agência Na- cional de Telecomunicações (Anatel), solicitações para mudanças O edital estipula que as empresas vencedoras devem utilizar, nas exigências do edital. tanto na implantação do celular de quarta geração quanto na A previsão é de que a estrutura no documento de licitação na internet rural, 50% de produtos fabricados no Brasil, ainda que mude, diante de mais essa iniciativa do ministério, e que o Con- a tecnologia seja estrangeira, e que outros 10% sejam fruto de selho Diretor dê uma resposta aos pedidos das operadoras até o tecnologia desenvolvida no Brasil. Segundo o ministro, isso dia 5 de junho, apenas alguns dias antes para a votação do edital. garante a competitividade nacional. “Os países mais desenvol- vidos, a Europa, os Estados Unidos, por causa da crise, desva- ATÉ A COPA lorizam as suas moedas e com isso ganham competitividade Segundo o governo, que leiloará as faixas de frequência para a artificial”, analisou. “Os produtos chegam mais baratos aqui em tecnologia em junho, a meta é ter o 4G, ao menos nas cidades- relação aos que são produzidos no Brasil.” -sede da Copa do Mundo, até o ano do avento: 2014. Relatório da empresa de pesquisa em tecnologia Pyramid indica O presidente da Anatel também insistiu na legalidade das exi- que o Brasil terá mais de 18 milhões usuários do sistema LTE até o gências do leilão. “Nós entendemos que como se trata de um final de 2015, apesar do ceticismo de algumas operadoras quanto bem público, que é a radiofrequência que está sendo leiloada, à capacidade do país para implementar essa tecnologia. não estamos ferindo nenhuma regra da Organização Mundial do Comércio”, reforçou. Rezende disse que o Ministério das Estudo divulgado pela GSA Association aponta que as implanta- Comunicações e a Anatel, juntamente com o Ministério da In- ções comerciais das redes LTE – tecnologia do 4G – em 2011, dústria e Comércio e o Itamaraty, vão responder a todos os quase dobraram no mundo frente o ano anterior, passando de 15 questionamentos. “Mas a intenção nossa é manter essas con- para 29. dições do edital”, ressalvou. Segundo a pesquisa da GSA, Evolution to LTE, são 285 operado- ras que já têm planos ou estudos em andamento para implanta- Paulo Bernardo e João Rezende estiveram em Curitiba partici- ção de redes com a tecnologia de conexão. pando de uma reunião da Associação de Emissoras de Radio- A previsão da GSA Association é que ao final de 2012, sejam 119 difusão do Paraná. Bernardo anunciou que, no início de julho, redes comerciais em 50 países.] deve começar a discussão pública sobre a implantação do rá- No Brasil, o 4G já está operando pela Sky em Brasília, apenas para dio digital no País. “Pensamos em definir o modelo no segundo comunicação de dados por modem. semestre”, disse. Em razão das alterações que serão necessá- Enquanto o leilão não chega, as operadoras têm se voltado para rias, tanto nas emissoras quanto na troca de rádios pessoais, o HSPA+, ou 3G+, que garante uma velocidade até três vezes ele avalia que levará no mínimo quatro anos para a implantação maior que a 3G. do novo modelo.
  • 8. Dicas de Licitação MODALIDADES DE LICITAÇÃO DA CONCORRÊNCIA AO PREGÃO A licitação é o procedimento administrativo através do qual a Administração Pública seleciona a proposta que oferece mais vantagens para o contrato de seu interesse.É um procedimento Obriga-se a utilização da concorrência para o caso de valores rigorosamente determinado a que o Poder Público se submete, mais elevados. A tomada de preços e o leilão são previstos para estando previsto na Constituição e em legislação infra-consti- negócios de vulto médio, enquanto o convite se destina a negó- tucional, que se desenvolve na idéia de competição isonômica cios de modesta significação econômica. A lei prevê que a Admi- entre os interessados em contratar. nistração pode optar pela modalidade de valor mais elevado, ao Não se pode, pois, no estudo e aplicação do Direito Adminis- invés da correspondente ao respectivo patamar de valor, sendo trativo, prescindir da análise do procedimento licitatório, que vedada, contudo, a utilização de modalidade correspondente a inspira festejados doutrinadores em suas obras, bem como valor inferior. fascina estudiosos interessados em tal assunto. Essas espécies licitatórias, com exceção do convite, dependem A partir da análise da licitação enquanto meio para a efetivação de publicação de aviso, contendo um resumo do edital com indi- de contratações na Administração Pública, proceder-se-á a um cação do local onde os interessados podem obter o texto comple- detalhamento acerca das diversas modalidades de licitação, to, bem como todas as informações acerca do certame. No caso isto é, analisar-se-ão minuciosamente, à luz crítica do direito do convite, a divulgação é feita por carta, seguida de afixação de positivo, as diversas espécies de certames licitatórios e suas cópia do instrumento convocatório em local apropriado. No âm- características essenciais. bito do Estado de Pernambuco, no entanto, a legislação prevê a publicação do aviso de convite, exigência que não é feita pela Lei Tal estudo será ainda mais aprofundado tendo em vista a cria- 8.666/93. ção, através da Medida Provisória n.º 2.026, de 04 de maio de 2000, de uma nova modalidade de licitação, denominada Transcorrem prazos mínimos, fixados na Lei de Licitações e Con- tratos Públicos, entre a divulgação e a apresentação das propos- “pregão”, que dinamiza o procedimento licitatório, invertendo tas ou a realização do evento. Esses prazos variam dependendo as fases de julgamento e habilitação, mas que por outro lado da modalidade adotada para o certame. Contam-se a partir da enseja muita polêmica entre doutrinadores e aplicadores do di- data da última publicação do edital resumido ou da expedição do reito, que alegam vícios de ilegalidade e inconstitucionalidade convite. Caso sejam feitas alterações no edital, haverá nova divul- em tal medida provisória. gação e, se afetarem a formulação de propostas, recomeça-se a contar o prazo. As diversas modalidades de licitação previstas na Lei n.º 8.666/93 Esses prazos previstos em lei representam o mínimo a ser res- As modalidades de licitação têm características próprias, des- peitado, nada obstando que a Administração, verificando a com- tinando-se a determinados tipos de contratação. A licitação é o plexidade do objeto da licitação ou outros fatores, dilate esses gênero, do qual as modalidades são as espécies(3). Desta for- prazos mínimos, possibilitando uma efetiva participação dos in- ma, possível é aplicar a essas espécies os preceitos genéricos teressados. da licitação, enquanto os específicos regem cada modalidade em particular. A Medida Provisória n.º 2.026, editada em 04 de maio de 2000 e As três primeiras espécies previstas (concorrência, tomada regulamentada pelo Decreto n.º 3.555, de 08 de agosto de 2000, de preços e convite) são, sem dúvida, as mais importantes(4). instituiu, no âmbito da Administração Federal, uma nova moda- Dependem, em regra geral, do valor que a Administração irá lidade de licitação, o pregão, destinado à aquisição de bens e presumivelmente dispender com a relação jurídica sucedânea, serviços comuns, qualquer que seja o valor da contratação, em ou seja, a partir dos patamares de valor estabelecidos em lei, que a disputa pelo fornecimento é feita por meio de propostas e corresponderão as distintas modalidades. lances, em sessão pública. 8 Fornecedores Governamentais
  • 9. Concorrência Tomada de Preços Convite A concorrência é a modalidade de licitação Conforme prevê o Estatuto das Licitações e O convite é a modalidade de licitação en- que se realiza, com ampla publicidade, para tre, no mínimo, três interessados do ramo Contratações Públicas, a tomada de preços assegurar a participação de quaisquer inte- pertinente a seu objeto, cadastrados ou ressados que preencham os requisitos pre- é a modalidade de licitação realizada entre não, escolhidos e convidados pela unidade vistos no edital convocatório. interessados previamente cadastrados ou administrativa. Podem também participar que preencham os requisitos para cadas- aqueles que, mesmo não sendo convida- Configura-se como a espécie apropriada para dos, estiverem cadastrados na correspon- tramento até o terceiro dia anterior à data os contratos de grande vulto, grande valor, dente especialidade e manifestarem seu não se exigindo registro prévio ou cadastro do recebimento das propostas, observada interesse com antecedência de 24 horas dos interessados, cumprindo que satisfaçam a necessária qualificação. É a licitação para da apresentação das propostas. as condições prescritas em edital, que deve contratos de valor estimado imediatamente ser publicado com, no mínimo, trinta dias de O convite é, dentre todas as modalidades inferior ao estabelecido para a concorrência. intervalo entre a publicação e o recebimento de licitação, a mais simples, sendo ade- das propostas. Caso seja adotado um certa- De modo sensível, a lei alterou a configura- quada a pequenas contratações, cujo ob- me de acordo com os tipos, como os de me- jeto não contenha maiores complexidades, nor preço, técnica e preço e melhor técnica, ção da tomada de preços. Sob o Decreto- ou seja de pequeno valor. É a única modali- esse intervalo mínimo é dilatado para quaren- -Lei n.º 2300, de 1986, somente podiam ta e cinco dias. dade de licitação que não exige publicação participar aqueles regularmente inscritos no de edital, já que a convocação é feita por Estimando-se o valor do contrato posterior, a cadastro do órgão licitante. A nova lei deter- escrito, obedecendo a uma antecedência concorrência é a modalidade obrigatória em minou a possibilidade de participação tam- legal de cinco dias úteis, por meio da carta- razão de determinados limites, que por sua -convite. bém dos interessados que atendam às con- vez se sujeitam a revisões periódicas. Con- dições até três dias antes do recebimento Em princípio, o convite deverá contar com, tudo, independentemente do valor, a lei pre- vê que a modalidade concorrência deve ser das propostas, o que tem dado margem a no mínimo, três licitantes qualificados, ou adotada nos seguintes casos: a) compra de controvérsias e disputas infindáveis e, mes- seja, em condições de contratar. O Tribu- bens imóveis; b) alienações de bens imóveis mo, insolúveis, nal de Contas da União já decidiu inclusive para as quais não tenha sido adotada a mo- que, não se obtendo esse número legal de dalidade leilão; c) concessões de direito real propostas, impõe-se a repetição do ato, de uso, serviço ou obra pública; d) licitações Tem por finalidade tornar a licitação mais convocando-se outros possíveis interes- internacionais. sumária e rápida. O objeto evidente da al- sados, a fim de garantir a legitimidade do teração que a nova lei introduziu foi o de certame. Além desses casos específicos previstos, abrir as portas para um maior número de versa o Estatuto das Licitações e Contratos A abertura de envelopes é feita em ato pú- Públicos que a concorrência é obrigatória licitantes. Entretanto, não resta dúvida que blico, no dia, hora e local especificados na quando, em havendo parcelamento, o valor o procedimento da tomada de preços aca- carta-convite. O julgamento é feito por uma das licitações das parcelas, em conjunto, cor- ba por se tornar tão complexo quanto o da comissão ou servidor designado pela auto- respondam a montante igual ou superior ao concorrência. ridade administrativa. previsto para a modalidade concorrência. Há algumas ressalvas que devem ser feitas em relação aos ditames da lei: admite-se a to- mada de preços nas licitações internacionais, quando o órgão ou entidade licitante possuir cadastro internacional de fornecedores, ou até convite, caso inexista fornecedor no país. Além disso, permite-se que seja realizado o leilão para a alienação de bens imóveis, quando tenha sido adquirido por dação em pagamento ou procedimentos judiciais. Deve-se, portanto, caracterizar a concorrên- cia como uma espécie do gênero licitação. Conforme se constata, está adstrita aos mais diversos princípios, características e requisi- tos do gênero mais amplo. Fornecedores Governamentais I 9
  • 10. Dicas de Licitação Concurso O concurso é a modalidade de licitação entre quais- quer interessados para escolha de trabalho técni- co, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmio ou remuneração aos vencedores, segundo critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial. É comumente utilizado na seleção de proje- tos, onde se busca a melhor técnica, e não o menor preço. No entender de Hely Lopes Meirelles, o concurso é uma modalidade de licitação de natureza espe- cial, porque, apesar de se reger pelos princípios da publicidade e da igualdade entre os participantes, objetivando a escolha do melhor trabalho, dispensa as formalidades específicas da concorrência. Leilão O leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer inte- O concurso deve ser anunciado com ampla divulga- ressados para a venda de bens móveis inservíveis para a ção pela imprensa oficial e particular, através de edi- Administração ou de produtos legalmente apreendidos ou tal, publicado com uma antecedência mínima legal penhorados, ou ainda para a alienação de bens imóveis de 45 dias para a realização do evento. A qualifica- cuja aquisição haja derivado de procedimento judicial ou ção exigida aos participantes será estabelecida por de dação em pagamento. um regulamento próprio do concurso, que conterá também as diretrizes e a forma de apresentação do Pode-se verificar a ocorrência de dois tipos de leilão, que trabalho, bem como as condições de realização e são o comum e o administrativo. O leilão comum, que é os prêmios a serem concedidos. privativo do leiloeiro oficial, é regido pela legislação federal pertinente, podendo a Administração estabelecer as con- O julgamento é feito por uma comissão especial, dições específicas. Já o leilão administrativo é feito por ser- integrada por pessoas de reputação ilibada e reco- vidor público. nhecido conhecimento da matéria, sejam ou não servidores públicos. Esse julgamento será realizado Antes do leilão, devem os bens ser previamente avaliados, com base nos critérios fixados pelo regulamento do constando no edital o preço mínimo a ser ofertado. Indis- concurso. pensável se faz ainda que o edital descreva os bens, possi- bilitando sua perfeita identificação. Deve, além disso, indi- O pagamento do premio ou da remuneração é con- car o local onde se encontram, possibilitando o exame por dicionado à cessão, por parte do autor do projeto, parte dos interessados. O dia, horário e local do pregão dos direitos a ele relativos, a fim de que a Adminis- são especificados também pelo instrumento convocatório. tração possa utilizá-lo de acordo com o prescrito no regulamento ou no ajuste para sua elaboração. Para o leilão, não se exige qualquer tipo de habilitação pré- via dos licitantes, tendo em vista que a venda é feita à vis- Finaliza-se, portanto, o concurso com a classifi- ta ou em curto prazo. Admite-se, entretanto, a exigência, cação dos trabalhos e o pagamento do prêmio quando o pagamento não for todo à vista, de um depósito ou da remuneração, não sendo conferido qual- percentual do preço, servindo como garantia. quer direito a contrato com a Administração. Já a execução do projeto escolhido será, de outra for- Os lances no leilão deverão ser verbais, configurando uma ma, objeto de outra licitação, revestida de outra disputa pública entre os ofertantes, enquanto durar o pre- modalidade(concorrência, tomada de preços ou gão. Aquele que, ao final, oferecer maior lance, de valor convite), vedada a participação do autor como li- igual ou superior ao avaliado previamente, arremata o ob- citante. jeto da licitação. 10 Fornecedores Governamentais
  • 11. Pregão eletrônico O tipo licitatório chamado pregão eletrônico, O fornecedor interessado em participar do é utilizado pelo governo brasileiro para reali- pregão eletrônico deve cadastrar-se por zar contratos administrativos de bens e ser- meio do web site do órgão solicitante. O for- viços comuns, independentemente do valor necedor normalmente recebe uma senha, estimado, foi criada através da lei federal que permite o acesso à opção para certifi- 10.520/2002. Esta lei também criou o cha- mado “pregão presencial”, que obrigava os cação da empresa. Após a confirmação da contendentes a comparecerem à negocia- certificação, o fornecedor está habilitado a ção, liderada por um pregoeiro devidamen- participar dos pregões referentes àquele te designado pelo órgão da administração órgão. pública licitante. O pregão eletrônico acontece como numa O pregão eletrônico foi criado visando, ba- sala de bate-papo, onde as propostas são sicamente, aumentar a quantidade de par- apresentadas pelos concorrentes. Inicia-se ticipantes e baratear o processo licitatório. com a fixação da menor proposta. O pre- Na administração pública, o pregão iniciou- goeiro então instiga os concorrentes a fazer -se pela ANATEL (Agência Nacional de Te- lances até que não haja mais propostas. O lecomunicações), em 1998. As agências reguladoras possuem autonomia para efe- pregão ocorre como um leilão ao contrá- tuar sua regulamentação nos processos li- rio, onde ganha o fornecedor que oferecer citatórios, desde que não firam os princípios o menor preço pela mercadoria ou serviço. constitucionais. Normalmente, a identidade dos autores dos É um método que amplia a disputa licita- lances não é revelada aos demais concor- tória, permitindo a participação de várias rentes. empresas de diversos estados, na medida Em seguida, verifica-se a habilitação da em- em que dispensa a presença dos conten- presa vencedora. Se ela não estiver perfeita- dentes. Se trata de uma modalidade ágil, mente habilitada, a habilitação da segunda transparente e que possibilita uma negocia- colocada é verificada. Ao final da sessão, os ção eficaz entre os licitantes. Igualmente tornou mais eficiente e barato o proponentes podem manifestar a intenção processo licitatório, tendo simplificado sig- de interpor recursos, com prazo determina- nificativamente muitas das etapas mais bu- do. rocráticas que tornavam morosa a contrata- Finalmente, a contratação é efetuada após Fonte: ção com a administração pública. a decisão dos recursos interpostos. Portal Fornecedores Governamentais Fornecedores Governamentais I 11
  • 12. Sinalização Viária ENTENDA AS TRÊS MODALIDADES A Sinalização de Viária Tem por objetivo organizar a circulação de pessoas e veículos para a segurança e a fluidez. São designados como os principais tipos: a sinalização vertical, placas apoiadas em postes ou outros dispositivos; a sinalização horizontal, marcas no pavimento; e a sinalização semafórica, indicações luminosas com alternância de passagem. Por Maria Emilia Faria e Guilherme Roque O Código Brasileiro de Trânsito é uma lei que define atribuições Aos órgãos executivos municipais, assumem a responsabilidades de diversas autoridades ligadas ao trânsito que passa diretrizes tanto do planejamento, quanto aos projetos, a operação e fiscali- para a engenharia de tráfego, estabelecendo normas de conduta, zação do perímetro urbano e das estradas municipais. Deixando infrações e penalidades aos usuários desse sistema. Tem como para a Prefeitura as tarefas de sinalização. base a Constituição do Brasil que respeita a Convenção de Viena Desta forma por sua vez para que os municípios se integrem ao e o Acordo do Mercosul em vigor desde 1998. Sistema Nacional de Trânsito, é preciso que se crie um órgão Segundo o artigo 1º do CTB (Código de Trânsito Brasileiro): municipal executivo de trânsito para que o mesmo desenvolva considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos atividades de engenharia de tráfego, fiscalização e educação do e animais, de qualquer natureza nas vias terrestres do território trânsito, controle e análise de estatísticas. nacional, abertas à circulação. Lembra o artigo 24°, parágrafo III, do CTB que o governo deve im- Existe uma clara divisão de responsabilidades e parcerias entre plantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos os órgãos federais, estaduais e municipais. e os equipamentos de controle viário. 12 Fornecedores Governamentais
  • 13. Sinalização Vertical Sinalização Horizontal Semáforos e Planos de Sincronização Sinalização horizontal ou de solo se utiliza de linhas, faixas, marcações, símbolos ou Semáforo (também conhecido popu- legendas, em tipos e cores diversos, colo- larmente como sinal, sinaleira e farol cados no pavimento da via, com a função (português brasileiro) ou sinal luminoso de organizar o fluxo de pedestres ou veícu- (português europeu) ) é um instrumen- los, complementando assim a sinalização to utilizado para controlar o tráfego de vertical. veículos e de pedestres (português bra- sileiro) ou peões (português europeu) Composta por placas verticais com men- nas grandes cidades em quase todo o sagens impressas (sinais), fixadas ao lado mundo. Utiliza uma linguagem simples e ou suspensas sobre a via com função de por isso de fácil assimilação. É compos- aumentar a segurança, manter o fluxo de to geralmente por três círculos de luzes tráfego em ordem, fornecer informações, coloridas. O controle semafórico permite regulamentos o uso da via, advertir sobre si- alternar o direito de passagem na zona tuações de perigo, indicar direções e pontos de conflito de uma interseção. O cálculo de interesse aos usuários. dos tempos no controle são gerados a partir das limitações físicas das vias que No mercado temos as empresas: se interceptam e dos tempos perdidos no Ensitran Sinalização, hoje considerada controle. uma das maiores empresas de sinalização viária. No ano de 2009 surge com parce- No mercado temos as empresas: No mercado temos a empresas: ria com a concessionária Rodovia Tiête no Viacril Serviços e Sinalização Ltda, Pre- Nippon Safety.Um novo conceito em si- estado de São Paulo. Além de serem espe- sente no mercado desde 1998 e tem como nalização e controle de fluxo de trânsito cializadas em sinalização vertical, também principal linha de produtos a horizontal de em vias públicas, balanças rodoviárias, oferecem serviços de sinalização horizontal sinalização de trânsito, tachas, tachões e pedágios, sinalização ferroviária e marí- e sinalização semafórica. tartarugas, sendo todos de fabricação pró- tima. pria viabilizando melhores preços. Além das Trabalha com materiais exigidos pelas nor- rodovias urbanas executam trabalhos de mas estabelecidas, como por exemplo, o pintura de estacionamentos, shopping, hi- Postiço de aço para sinalização rodoviária, permercados e condomínios. composto de 2 colunas tubulares, trava de treliça padrão com fornecimento de chum- Eletrorun Sinalização Eletrônica. No badores galvonizado a prova de fogo con- mercado desde 1967, consorciou-se com a forme normas NBR 6323 e 7400 da ABNT. CONTRANSIN em maio de 1995, em busca de evolução tecnológica, fazem sinalização Semi- Póstico de aço para sinalização rodo- horizontal e engenharia viária. Seus produ- viária, composto de 1 coluna tubular de uma tos são testados e tem aprovação dos pa- seção e braço em forma de treliça no padrão drões ABNT e INMETRO. dimensionados de acordo com as normas ABNT (NBR 14.428, 14.429,8.800 e 61.263) MTS Sinalização Viária. Empresa pau- com fornecimento de chumbadores. lista especializada na sinalização rodoviá- ria e urbana, constituída em 2001. Atende As placas são fabricadas em aço galvaniza- empresas como DER’S e Prefeituras além do, alumínio ou fibra de vidro conforme nor- de empresas de concessionárias e de en- mas ABNT, DER e ARTESP . genharia de obras rodoviárias e urbanas. Utiliza materiais de Elastoplásticos à base Meng Engenharia Com. e Indústria Ltda. de poliuretano,permitindo alta visibilidade Verde - indica que o cruzamento está li- Trabalha com produtos modernos, todos de- em estradas, conservação da cor e alta re- vre para passagem; senvolvidos pela empresa e realizados com sistência. moderna tecnologia a fim de proporcionar Amarela - indica que a passagem está a eficiência dos seus produtos. Fabricam Renotran Sinalização Viária. Tem como prestes a ser fechada (em geral só se usa vários tipos de coluna e braços para sus- linha de produtos, tachas, tachão, calotas e para tráfego de veículos) tentação de placas de sinalização viária de placas. Prestam serviços de pintura a frio e regulamentação, advertência e indicação, base d’água, sinalização extrusado a quen- Vermelha - indica que a passagem pelo grade de proteção para pedestres, pórticos te. Presentes no mercado viário desde o cruzamento está momentaneamente im- e painéis balizadores. ano de 2000. pedida. Fornecedores Governamentais I 13
  • 14. News ILUMINAÇÃO PÚBLICA LED Nos últimos anos temos visto grandes mudan- Até pouco tempo atrás, a maneira mais tradicional de se ças no campo da iluminação por conta dos avan- iluminar grandes ambientes, considerando neste caso ços realizados no desenvolvimento dos LEDs, não apenas ruas e estradas, mas também, por exem- plo, monumentos públicos ou grandes edifícios, era a principalmente nas possibilidades de aplicação aplicação de lâmpadas de vapor de descarga em alta de diferentes equipamentos para a geração de pressão. Contudo, a indústria da iluminação trilha novos luz. Não apenas os produtos para iluminação caminhos e as cidades já começaram a viver uma nova pontual sofreram mudanças, como luminárias era. residenciais e as LampLEDs, mas também as Por isso, convido você a conhecer as quatro vantagens soluções para projetos de grande porte. Entre mais promissoras da utilização dos LEDs para na ilu- minação pública. Novo conceito de iluminação externa os melhores exemplos dessa nova realidade para ruas, avenidas, praças, estacionamentos e túneis, está o da iluminação pública, que quando feita a linha LED Luminária Pública, emite luz constante e com o uso de diodos emissores de luz gera uma uniforme, proporcionando ambientes mais seguros e série de vantagens. agradáveis. A lâmpada é desenvolvida em liga de alumínio e os LEDs de alta potência garantem durabilidade e eficiência energética, pois geram economia superior a 50% em relação às tradicionais luminárias de descarga. Sem falar na segurança, pois as luminárias de LED preservam o ambiente da presença do mercúrio, contido nas lâmpadas tradi- cionais. 14 Fornecedores Governamentais
  • 15. Economia Segurança Sabe-se que atualmente o maior gasto dos municípios Os LEDs na iluminação pública geram mais conforto com iluminação é gerado por instalações em áreas públi- visual, contribuindo para que os indivíduos possam cas, como ruas e praças. Por esta razão, é importante que ter um desempenho visual melhor do que acontece os gestores públicos reflitam sobre a melhor forma de re- no ambiente. Outro ponto de destaque é que com alizar seus investimentos visando resultados positivos em esse tipo de tecnologia podemos obter altos índi- curto, médio e logo prazo. ces de reprodução de cor (IRC), ou seja, mesmo de noite a iluminação é muito mais completa. Um exemplo disso é alcançado pela comparação entre Em ruas e avenidas, principalmente em horas de um projeto feito com 200 lâmpadas de vapor de mercúrio pouco movimento, esse fator pode ser decisivo substituídas por luminárias de LED. Apenas esta alteração para que se evitem assaltos, atropelamentos ou é capaz de gerar uma economia de, aproximadamente, outros acidentes nas vias públicas. 30 megawatts anuais. Isto representa um grande benefício para a cidade, cujo dinheiro pode ser usado para suprir outras demandas da população. Sustentabilidade Antes uma utopia, agora uma necessidade. Cada vez mais a sustentabilidade é um item considerado fundamental, tanto pelas empresas como pela ini- ciativa pública, na hora da escolha por projetos de iluminação. Uma luminária com tecnologia dos diodos emissores de luz é capaz de evitar a emissão de 0,4 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. Multiplique isso por milhares de pontos de luz em Os modelos ultilizados são Praça, indicado para uma cidade e chegará a um montante significativo uso em praças, parques e condomínios, tem po- de gases que deixam de poluir nosso planeta. tência de 30W; Rua, para utilização em avenidas, estradas, estacionamentos e parques, tem po- Ainda sobre esse tema, sabe-se que a iluminação tência de 180W; e o modelo Túnel, com potência pública é responsável por 25% das emissões de de 123W e que pode ser instalado em túneis, CO2 e que, por isso, a opção dos LEDs se mostra galpões e grandes áreas cobertas. Todas são não apenas a mais barata, mas a que menos agride acompanhadas por seu respectivo poste de ferro o meio-ambiente. com aço galvanizado. Manutenção As luminárias têm índice de proteção IP66, isto Uma instalação de LED em qualquer ambiente re- é, são totalmente protegidas contra penetração quer muito menos manutenção, já que sua vida útil de pó e jatos de água com pressão de 1 bar a 3 é muito maior que a das lâmpadas de vapor de mer- metros. Também apresentam índice de reprodu- cúrio, por exemplo. ção de cor (IRC) superior a 80, e temperatura de cor de 5000K. Funciona diretamente na rede elé- Ainda que se gaste mais em um primeiro momento trica com tensão de 220V e têm durabilidade de no aporte para a aquisição dos equipamentos, este até 50 mil horas, aliando fácil instalação e baixo custo logo se paga em médio e longo prazo. custo de manutenção. Fornecedores Governamentais I 15
  • 16. News Uso de LEDs na iluminação pública ainda não é predominante no Brasil O Brasil continua atrasado em relação a outros países no que se Apesar de ainda ter um preço inicial de aquisição superior às LVS, refere à implementação de políticas públicas na área da conserva- é necessário considerar que os LEDs possuem um baixo custo de ção e eficiência energética. manutenção, visto que seriam substituídos a cada 12 anos (conside- rando o uso em média de 11 a 12 horas ao dia, com tempo de vida de Verificam-se perdas importantes na transmissão elétrica, relatadas 50.000 horas), e baixo consumo de energia, o que levaria ao longo de por comissão especial do Tribunal de Contas da União (TCU), da sua vida útil a um custo menor que o das LVS. ordem de 17% (enquanto na Europa e EUA este valor é em torno de 5%), com o uso ineficiente dos chuveiros elétricos (atendem Outros benefícios podem ainda ser destacados, como a não emissão mais de 80% dos domicílios), que representam 7% de todo consu- de radiação ultravioleta, evitando a atração de insetos à luminária e mo nacional de eletricidade e mais de 18% do pico de demanda, sua degradação, contribuindo para redução dos custos da manuten- e que poderiam ser trocados pelo aquecimento solar, e com mo- ção; maior resistência a impactos e vibrações; e contribuição para a tores e eletrodomésticos de baixas eficiências. redução da poluição luminosa com iluminação direcionada. Assim, existe um grande potencial de economia de energia que se Na iluminação das vias públicas, os LEDs apresentam mais uma van- poderia alcançar com soluções já existentes. tagem, a reprodução das cores com mais eficiência e qualidade, o que favorece a visualização das informações apresentadas nas vias O Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf) lançado pelo públicas, tais como sinalização de trânsito, de advertência, de locali- Ministério de Minas e Energia (MME) em outubro de 2011 (porta- zação etc. ria 594/MME), apesar do bom diagnóstico realizado da situação atual, tem metas e propostas pífias (redução de 10% no consumo Devido à baixa tensão dos LEDs, que trabalham com tensões e cor- total) do que se espera para um país da importância do Brasil, rentes contínuas, é possível a conexão às baterias eletroquímicas, dis- dentro do contexto das mudanças climáticas, em que a cadeia pensando o auxílio da rede elétrica. Com isso, possibilita aos atuais produtiva da energia é a vilã e a que mais emite gases de efeito estufa. projetos para iluminação em vias públicas a integração de uma fonte eólica e/ou fotovoltaica aos postes de luz, tornando possível prover Ainda prevalecem idéias e conceitos retrógrados do século passa- iluminação aos municípios e rodovias que ainda não possuem linhas do no que se refere à oferta de energia. Para os gestores públicos de transmissão, e mesmo aquelas que já possuem. (e os empreiteiros, é claro) a única forma de ofertar mais energia para o país é construindo mega-hidrelétricas na região Amazôni- O estímulo à pesquisa e inovação desta fonte luminosa levou o la- ca, termelétricas a combustíveis fósseis e usinas nucleares. Não boratório SENDES/UFPE a desenvolver uma luminária denominada se leva em conta que usando melhor e introduzindo novas tecno- LUMISOL (www.lumisolcaa.blogspot.com.br), que reúne além da tec- logias, também se pode “gerar” energia elétrica e disponibilizar no nologia LED uma alimentação com eletricidade solar fotovoltaica. Este sistema elétrico nacional. se configura como um dos muitos exemplos neste Brasil afora de de- senvolvimento de produto nacional com valor agregado. Um dos casos mais evidentes e emblemáticos da pouca visão Escrito por: Heitor Scalambrini Costa e Silvio Dinis dos gestores reside na questão da iluminação pública. É estimado Heitor Scalambrini Costa e Silvio Diniz são integrantes do departamento de Soluções em Energia e Design (SENDES) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). que em torno de 15% da energia elétrica produzida é consumida nesta modalidade. O PNEf prevê um potencial de redução na ilu- minação pública de 9% da demanda e na economia de energia, substituindo as lâmpadas menos eficientes por lâmpadas de va- por de sódio (LVS). No Brasil, dos 15 milhões de pontos de iluminação existentes, em torno de 60% são LVS. No entanto, esta tecnologia está ultrapas- sada quando comparada com os LEDs (diodos emissores de luz), que apresentam alto rendimento, mais do que o dobro da vida útil da LVS (em média 50.000 horas, porém fabricantes falam em 100.00 horas) e um baixo consumo de energia elétrica, de até 50% menor às de vapor de sódio, proporcionando assim uma redução significativa do consumo, em particular no pico da demanda do setor elétrico. 16 Fornecedores Governamentais
  • 18. Pavimentação Asfáltica O retorno da construção de estradas em concreto pelas Concessionárias do País Por Maria Emilia Faria e Guilherme Roque Concreto volta a ser opção para manter a qualidade das rodo- vias e estradas federais As estradas brasileiras depois de décadas voltam a ser pavi- mentadas em alguns trechos, com concreto. Algumas conces- sionárias assumiram trechos em média por anos, com grande volume de tráfego principalmente de veículos pesados geran- do consequência de uso. Na hora de recuperar uma rodovia, construírem novos trechos ou duplicar as estradas, se faz necessário fazer a conta na pon- ta do lápis, qual será o menor custo de manutenção ao longo do período da concessão. Para Marcelo Dama, Gerente da Concepa, “a vida útil do pavi- mento de concreto é mais que o dobro, não precisando de tan- ta manutenção o que reduz o custo além de evitar a interrup- ção do trânsito. O custo em princípio é maior, mas, compensa ao longo do período da concessão”. Também para o especialista Marcio Rocha Pitta da ABCP (As- sociação Brasileira de Cimento Portland), as principais e mais importantes rodovias do mundo como nos EUA, Alemanha, França entre outros países, é utilizado o pavimento de con- creto. Na verdade a utilização de concreto em pavimentação das es- tradas não chega a ser novidade, porque muitas das rodovias brasileiras, foram construídas com concreto e depois muda- ram o piso, como é o caso da Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, e a Via Anhanguera, que liga a capital paulista à região de Campinas e interior do estado. Foi-se o asfalto. Vem o concreto. Foi-se o concreto. Vem o asfalto Se no passado a opção pelo asfalto foi estimulada pelo bai- xo custo, cria do desenvolvimento do petróleo, era prático, facilitava a manutenção além do conforto ao dirigir, visto que antigamente as pistas de concreto tinham fendas gerando pequenos degraus na pista com o passar do tempo. Na atualidade deixou de ser interessante pela elevação do preço do petróleo, além da capacidade de produção da in- dústria de cimento com novas tecnologias, tornaram as estradas de concreto tão confortáveis quanto as de asfal- to, gerando interesse das autoridades e concessionárias de rodovias para o retorno a pavimentação de concreto nas es- tradas brasileiras. 18 Fornecedores Governamentais
  • 19. Todavia, vale ressaltar que as opiniões de especialistas no RFG - Fale-nos um pouco sobre o produto CBUQ utilizado nos ser- assunto são divididas, como por exemplo, a do Professor da viços prestados pela Usicom? USP José Tavares Balbo, que diz “há poucos engenheiros com , vivência na aplicação de pavimentos de concretos no país, André - Hoje, produzimos nove tipos de CBUQ. Os mais utilizados assim como poucos professores especializados no assunto”. no estado de São Paulo ainda são a FAIXA III - DER-SP para rodo- Para Balbo, apesar das vantagens em diversas situações, a vias e avenidas, e a FAIXA IV para ruas, ciclovias e estacionamentos. aplicação do pavimento de concreto não é tão simples quanto O uso de asfalto modificado por polímero vem sendo amplamente a do asfalto, os erros em uma obra aparecem rapidamente e as requisitado nas obras públicas. Isso deve-se ao fato da melhora no refazer tem um custo alto. desempenho dos pavimentos, da resistência a fadiga, ao envelhe- Considerado como a maior obra rodoviária do país, o Rodanel, cimento e muitas outras vantagens em relação ao material usinado está sendo utilizado o pavimento de concreto. com CAP (cimento asfáltico) convencional. E também, temos o as- falto com adição de borracha. Uma solução ecologicamente correta Outro exemplo que vale a pena lembrar é a rodovia dos Imi- para o descarte de pneus usados e que contribuí também com a grantes, que liga São Paulo a Baixada Santista que também melhoria na qualidade do CBUQ. foi utilizado o pavimento de concreto na interligação Anchieta - Imigrantes. RFG - Em sua opinião o CBUQ tem espaço crescente em grandes Embora especialistas de ambos os lados reconheçam que o obras? tipo de pavimento depende de inúmeros fatores, como volu- me de tráfego, características de solo, custo de manutenção André - O CBUQ é um produto que tem tempo de vida útil de apro- periódica e de uma gerência ao longo prazo, tudo indica que o ximadamente 20 anos, sua manutenção e aplicação sai bem mais asfalto ainda continuará a ser utilizado. em conta do que o pavimento de concreto e o conforto de se trafe- gar em uma via pavimentada com asfalto é muito maior. Isso torna Há muitas licitações de obras públicas em que é prevista a utili- o CBUQ mais atrativo no aspecto econômico para grandes obras. zação do asfalto, fato este que nos leva a crer que o pavimento No que tange o aspecto ecológico, o CBUQ utiliza borracha de de concreto não irá reinar solitário, mesmo porque muitas em- pneus usados, e o asfalto fresado, pode ser reutilizado para produ- presas especializadas em pavimentações atuam no mercado ção de asfalto novamente. com o asfalto e seus derivados bem como o concreto e até mesmo pavimento ecológico que utiliza asfalto reciclado e bor- RFG - A empresa trabalha com diferentes tipos de revestimentos racha de pneus velhos em sua composição garantindo assim asfálticos. Qual o mais utilizado em vias urbanas? segundo entendidos no assunto, menos ruído, maior aderência dos pneus e menos dispersão de água no caso de chuva. No André - Hoje trabalhamos com nove tipos de CBUQ, o mais utili- ano de 2011 a Rodovia dos Bandeirantes recebeu esse tipo de zado em vias urbanas continua sendo o CBUQ - FAIXA III - DER- asfalto ecológico entre os Km 85 e 78.a concessionária CCR -SP usinado com CAP convencional, seguido pelo CBUQ - FAIXA IV Auto BAN, que administra a estrada diz que foram utilizados cerca de 450 mil pneus e que apesar de custa 30% mais caro usinado com CAP convencional. O asfalto modificado por polímero que o comum, é muito mais resistente que os asfaltos tradicio- vem ganhando muito espaço nas obras públicas, porém, o asfalto nais, além dos benefícios ambientais. tradicional continua sendo o mais procurado. Selecionamos uma das muitas empresas que prestam o servi- ço de pavimentação asfáltica e pavimentação ecológica entre outros serviços Usicom Solução em Massa Asfáltica A Usicom tem se destacado no comércio e distribuição de ma- téria prima destinados a pavimentação asfáltica. Está localiza- da em Bragança Paulista a 12 anos e recentemente inaugurou uma unidade em Praia Grande - SP e brevemente deve inaugu- rar mais duas unidades, uma em Barueri e outra em Guarulhos. Conversamos com André Toshio Sasaki, gerente da Usicom: RFG - Há diferença na aplicação do produto em estradas ou vias urbanas? André - Na aplicação não. Há diferença apenas na interdição do tráfego. Em vias urbanas, tem-se a liberdade de fechar uma rua inteira (dependendo do local) para aplicar o CBUQ, já em uma rodovia, o trabalho é um pouco mais complexo, não se tem a mesma flexibilidade de horário que em uma via urbana, as faixas de rolamento devem ser pavimentadas uma-a-uma, o esquema de segurança e sinalização é mais rígido e só pode trabalhar na rodovia mediante autorização da policía rodoviária. Fornecedores Governamentais I 19
  • 20. FAÇA PARTE DO MAIOR CADASTRO NACIONAL DE FORNECEDORES GOVERNAMENTAIS SE SUA EMPRESA TEM INTERESSE EM FORNECER PARA ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS, ESSE É O LUGAR CERTO. ASSOCIE-SE. WWW.FORNECEDORESGOVERNAMENTAIS.COM.BR 20 Fornecedores Governamentais
  • 21. FORNECEDORES ADUBOS E FERTILIZANTES Ariná Distribuidora de Bebidas Ltda ME ALIMENTAÇÃOREFEIÇ/BUFFET r Cassilandia, 201, Vl Prado Abrevo do Brasil Representações Ltda Adubos São Paulo, SP, 02559-030 Fone: (11) 3966-5038 r Bahia, s/n, Sn, Jd América Cariacica, ES, 29140-020 Vanguard Fone: (27) 2121-8722 (27) 2121-8722 Matta Comercio e Representacoes Ltda R.Argemiro Cardoso, 355 r Moreira da Rocha, 69, Mondubim Coriscal Matozinhos - MG - Cep. 35720-000 Fortaleza, CE, 60762-370 r Deoclécio Pereira, s/n, Sn, Frota Fone: (31) 3712-1576 Fone: (85) 3232-0302 Cachoeira do Sul, RS, 96508-250 www.adubosvanguard.com.br Fone: (51) 3722-2904 Fax: (51) 3722-4019 Agro Paes Comércio e Representações AGUA TRATAMENTO r Deodoro da Fonseca,Mal, 93, Maxclean do Brasil N&C Produtos Naturais Ltda Me Piedade, SP, 18170-000 r Armando Bakx, 217 – Utinga qd SOFN Quadra 2, s/n, Sn Qd 2 Bl B Lj 29, Fone: (15) 3244-3743 São Bernardo do Campo. SP, 09811-410 Brasília, DF, 70634-200 Fone: (11)4109-7915 Fax: (11)4109-7786 Fone: (61) 3234-7900 (61) 3234-7900 Agrícola Granoto edson@maxclean.srv.br r Angra dos Reis, 192, Km 39, www.maxclean.srv.br AMBULÂNCIAS Vargem Grande Paulista, SP, 06730-000 Prestomed Serviços Médicos Ltda Fone: (11)4243-9379 Fax: (11)4703-2614 r Ubá,Br, 201, Pça da Bandeira Unikraft Ind e Com de Prod Quimicos r Martinho de Campos. 140 Rio de Janeiro, RJ, 20260-050 + Agropecuaria Daneluz Ltda V Anastacio - São Paulo. SP, 05093-050 Fone: (21) 3232-4444 (21) 3232-4444 r Antônio Broilo, 2786, Cruzeiro Fone: (11)3654-0807 Fax: (11)3835-3797 Caxias do Sul, RS, 95074-020 helio@unikraft.com.br Fone: (54) 3212-1344 ALIMENTAÇÃO Coopertiva AECIA de Agrucultores AGROPECUÁRIA - PRODUTOS R Dr.Osvaldo Hampe, 704, Centro Agropecuaria Daneluz Ltda Protector Life Home Care Antonio Prado, RS, 95250-000 r Antônio Broilo, 2786, Cruzeiro r Pedro Setti, 31, Vl Paiva Fone: (54)3293-3114 Fax: (54)3293-3112 Caxias do Sul, RS, 95074-020 São Paulo, SP, 02075-090 www.aecia.com.br Fone: (54) 3212-1344 Fone: (11)2901-9897 Fax: (11)9198-2211 Distribuidor Max protectorlife@ protectorlife.com.br Banet Bolsa do Agronegócio Av 7 de Setembro, 329, Centrio www.protectorlife.com.br r Eliza Fernandes Braz, 125, JD Paulista Bacuri, MA, 65270-000 Resgate Remoções Hospitalares Ourinhos, SP, 19907-110 Fone: (98) 3392-1335 r Rosmaninho, 34, Jd Lucinda Fone: (14) 8116-6466 jorgecunha2008@gmail.com São Paulo, SP, 08041-170 banet@banet.com.br Fone: (11)2055-6802 Fax: (11)7203-3455 www.banet.com.br Paladar Com e Repr de Prod Alimentícios al Inajá, 100, Gp 1, Tamboré Weizur do Brasill Ltda ANDAIMES/ESCORAS Barueri, SP, 06460-055 Avelino Locações Av Idenpendencia, 70, Alto B. Vista Fone: (11)4191-4457 Fax: (11)4191-4457 r Thiago,S, 1125, Jd São Roque Sorocaba, SP, 95320-000 Fone: (15)3228-2404 Americana, SP, 13469-425 www.weizur.com.br Está lendo esta frase? Fone: (19) 3478-2053 AGUA MINEIRAL/BEBIDAS/CAFÉ então este Água Express espaço é bom! B&D Locadora Ltda r Sebastião Custódio de Oliveira, 112, ANUNCIE AQUI! r José Marchi, 550, Hortolândia, SP, 13184-507 Itupeva, SP, 13295-000 Fone: (19) 3897-2233 (11) 3463-0937 Fone: (11) 4496-3463 Fornecedores Governamentais I 21
  • 22. FORNECEDORES Interforma Equipamentos Ltda ARQUITETURA/URBANISMO Paxeco Som r Maurício Sirotsky Sobrinho, 994, Dis Industrial Bambu Amarelo pça Ilo Ottani, 7, Pari Cachoeirinha, RS, 94930-370 av Deodoro,Mal, 166, Gonzaga São Paulo, SP, 03028-003 Fone: 8009-791167 Santos, SP, 11060-400 Fone: (11) 2694-8980 AQUECEDORES SOLARES Fone: (11)3289-5606 Fax: (11)3227-0990 AUDITORIA/CONSULT/TREINAM- AQUECEDORES Interiores Projetos e Paisagismo HUM/ADM/JUR/FIN ASTRO-SOL r Valdemar M Grazziotin, 78, Det Norske Veritas Ltda Antônio Prado, RS, 95250-000 av Rio Branco, 7, Sl 906, São Pelegrino Desde 1984 Fone: (54) 3293-2323 Caxias do Sul, RS, 95010-060 Fone: (54) 3223-4326 Climatic do Brasil Planalto Flores r Damásio Pinto, 14, Parada XV Novembro V Trevisan Contab Audit Org & Adm Sc Ltda R JEAN GABRIEL VILLIN, 215 São Paulo, SP, 08247-001 r Alonso Brasiliense, 84, Lauzane Paulista São Paulo - SP, 04429-210 Fone: (11)2944-1446 Fax: (11)2944-1446 São Paulo, SP, 02442-170 Fone: (11)5621-9476 atendimento@astrosol.com.br Fone: (11) 2856-7077 Tecnoagro Comércio e Serviços Ltda www.astrosol.com.br av Francisco Sá, 787, Lj 508, Prado AUDITORIA/CONSULT/TREINAM- Belo Horizonte, MG, 30410-060 HUM/ADM/JUR/FIN AR CONDICIONADO Fone: (31) 3332-8682 Brasil J F R vendas@tecnoagro.com.br r Bosque, 528, Barra Funda Arfoz São Paulo, SP, 01136-000 ARRENDAMENTO/ALIENAÇÕES/ Fone: (11) 3392-2948 Ar Condicionado Central Ltda CONCESSÕES/IMOVEIS Av. Paraná. 287/275 – Centro Arcominas Ltda Foz do Iguaçu. PR, 85852-000 Pedrosa Orsini Auditores Independentes S/C Ltda r Rio Tocantins, 1317, Riacho das Pedras Fone: (45)3572-1063 Fax: (45)3523-9340 r Rio Grande do Norte, 1560, Sl 605, Funcionários Contagem, MG, 32280-170 arfoz@arfoz.com.br Belo Horizonte, MG, 30130-131 Fone: (31) 3352-1000 www.arfoz.com.br Fone: (31) 3227-8711 Eco-ita - Enob Concessoes Itapevi Ltda. Kfrio Refrigeração Fabbri & Cia S/S Auditores Independentes av Vargas,Pres, 650, An 4 Sl 44, r Festa Chinesa. 160 – Conj. Hab. JK av Paulista, 1471, Cj 403/1203, Bela Vista Jd Nova Itapevi São Paulo, SP, 08465-140 São Paulo, SP, 01311-200 Itapevi, SP, 06694-000 Fone: (11)2153-8181 Fax: (11)2555-7823 Fone: (11) 3141-0398 Fone: (11) 4141-7625 kfrio@kfrio.com.br ASSESSORIA JURÍDICA AUTO PEÇAS YAMADA ADVOGADOS Mult Equipamentos Ltda Fort Ar Refrigeração e Ar Condicionado Assessoria e Consultoria Jurídica r Zurick, 140 a – Calafate Rod PR 412 KM 02 – Jd Suzuki Comercial - Cível - Trabalhista Belo Horizonte. MG, 30480-050 São José dos Pinhais, PR, 83025-640 Av. Antônio Afonso de Lima, 700 sala 02 Fone: (31)2526--0600 Fax:(11)2526-0623 Tel (41) 3458-1615 Centro - Arujá. SP, 07400-000 edson@maxclean.srv.br ARMAS/MUNIÇ/EXPLOSIVOS Fone: (11) 2359-5446 MILITARES advyamada@hotmail.com AUTOMAÇÃO Blinseg Comércio de Artigos para Caça e Pes- Saint Paul Industria e Comércio Ltda AUDIO/VIDEO/FOTO/CINE ca Ltda r Rogério Giorgi, 322/328 – Vila Carrão Macchina Publicidade Ltda av Álvaro Ramos, 2422, Quarta Parada São Paulo, SP, 03431-000 r Guaraúna,Br, 187, Alto da Glória São Paulo, SP, 03331-001 Fone: (11)2093-7070 Fax (11)2093-7070 Curitiba, PR, 80030-310 Fone: (11) 2601-0253 sac@saintpaul.ind.br Fone: (41) 3015-1509 22 Fornecedores Governamentais
  • 24. AR CONDICIONADO A EMPRESA A A.Dias ar condicionado chega à quarta década de existência comemorando a liderança no setor de distribuição de ar condicionado no Brasil. Posição esta, conquistada graças ao seu principal objetivo, desde a fundação em 1969: Alcançar a exce- lência em atendimento e serviços. Para isto, dispõe de pessoal especializado em instalação e manutenção de ar condicionado e frota exclu- siva de veículos para entregas e assistência técnica de ar condicionado, além de oferecer ao mercado as principais marcas de equipamentos nacionais e importados. A.D IAS AR CONDICIONADO (11) 3649-4000 www.adias.com.br 24 Fornecedores Governamentais
  • 25. FORNECEDORES Visus Sistemas de Automação Ltda BIOTECNOLOGIA CIMENTO E ARTEFATOS DE r Carlos Aloysio Hannecker, 40 – Rondonia Biocod Biotecnologia Ltda CIMENTO Novo Hamburgo, RS, 93415-220 Av do Contorno, 9636 3 and Casa do Cimento Silveira Ltda Fone: (51)3524-2020 Fax: (51)3595-4541 Sto Agostinho av Ernesto Vilela, 1647, Nova Rússia financeiro@visus.ind.br Belo Horizonte, MG, 30110-936 Ponta Grossa, PR, 84070-000 www.visus.ind.br Fone: (31)3036-5000 Fax: (31)3036-5002 Fone: (42) 3227-5400 marciabrant@biocod.com.br AVIAÇÃO/ANGARES www.biocod.com.br De Marchi Blocos - Grupo De Marchi Andares Administracao de Servicos de av Paraná, 4597, Cajuru do Sul Construcao Ltda Sorocaba, SP, 18105-002 r Ipiau, 609, Sl 2, Jd Satélite BRINQUEDOS/EDUCATIVOS Fone: (15) 3225-4422 São José dos Campos, SP, 12230-750 CARLU www.demarchi.com.br Fone: (12) 3916-3918 sac@demarchi.com.br ecoBRISA BALANÇAS CLIMATIZADORES Balanças Micheletti BRINQUEDOS r Noel de Camargo,Sgto, 307, Carlu Brinquedos Educativos Jd Imperador r Avelino Hofstaetter, 398 – Jd Coopagro São Paulo, SP, 03937-000 Toledo, PR, 85903-660 Viva Equipamentos Ind e Com Ltda Fone: (11) 2722-0408 Fone: (45)3055-7001 Fax: (45)3055-7001 R Francisco Ceara Barbosa, 394 licitação@carlu.com.br Caumaq Industria Metalúrgica Ltda Campinas, SP , 13082-030 www.carlu.com.br r Araujo de Porto Alegre – Santa Helena Fone(19) 3303-1400 Cachoeira do Sul, RS, 96503-460 gabarra@viva.com.br Fone (51) 3723-9087 CABOS COAXICIAIS www.ecobrisa.com.br caunaq@caumaq.com.br Rosenberger COMBUSTIVEIS/LUBRIFICANTES www.caumaq.com.br Domex Fanal Comércio e Derivados de Petróleo av Henry Ford, 2262, Prq da Mooca BANDEIRAS/DISTINTIVOS/ São Paulo, SP, 03109-001 Rosemberger Domex Telecomunicações MEDALHAS/TROFÉUS Fone: (11) 2915-7711 R Cabletech, 601 - Guaramirim Manufatura Glória Bandeiras e Bordados www.fanal.com.br Caçapava, SP, 12295-230 r Gonçalves Dias, 311, Brás comercial@fanal.com.br Fone(12) 3878-4600 São Paulo, SP, 03019-050 vendas@rdt.com.br Fone: (11)2693-7275 Fax: (11)2692-1065 COMPONENTES ELETRONICOS www.rdt.com.br Comp Total Ltda Patrulha Com Uniformes e Art Esportivos Ltda R Vitória, 471 – Sta Efigenia av Floriano Peixoto,Mal, 585, Centro São Paulo, SP, 01210-001 CERAMICAS AVANÇADAS Tel (11)3224-1840 Fax (11)3224-1849 Curitiba, PR, 80010-130 JOMON marcelo@comptotal.com.br Fone: (41) 3324-4815 www.comptotal.com.br Sukets Bandeiras Jomon ind de Art Cerâmicos CONCRETO-ARTEFS/POSTES/ r Ângelo Vita,Dr, 51, Vl Zilda Av Bento Gonçalves, 9500 – Agronomia TUBOS/PRÉ´MOLDADOS São Paulo, SP, 03069-000 Porto Alegre - RS -CEP 91501-970 Concrefer Distribuidora de Postes e Ferro Fone: (11) 2091-3530 r Letícia,Sta, 134, Km 5,8 Sp-73 Fax: (11) 2091-3530 Fone (11) 3308-9920 Campinas, SP, 13054-044 www.sunkets.com.br jomon@jomon.com.br Fone: (19)3266-6622 Fax: (19)3266-6622 sac@sunkets.com.br www.jomon.com.br concrefer@concrefer.com.br Fornecedores Governamentais I 25
  • 26. FORNECEDORES Indústria de Postes Indaial Ltda Vision Camisetas Personalizadas Ltda Texel Construção Civil r Itajaí, 455, r Francisco Runze, 290, Asilo r Almeida de Morais, 234, Vl Matias Indaial, SC, 89130-000 Blumenau, SC, 89037-560 Santos, SP, 11015-450 Fone: (47) 3333-8100 Fax: (47) 3333-8100 Fone: (47) 3429-2175 Fone: (13) 3222-3152 Confecções Vasconcelos CONSTR.PESADAS/CONSTR. E Poste Padrão Pronto av Aracaju, 177, 177, Jd Sta Rita MONTAG ELETROMECANICA Energia, Padrão, Postes, Pronto, Valinhos Guarulhos, SP, 07143-220 A Scultetus Engenharia Civil Ltda Rod Municipal dos Andradas, 2970 Fone: (11)2402-2965 Fax: (11)2402-2965 r Albuquerque,Cel, 1120, Jd Lorena Canoinhas, SC, 89460-000 Valinhos, SP, 13277-650 Modolo Uniformes Fone: (47) 3622-4412 Fone: (19)3859-2760 Fax: (19)3859-2760 av Emílio Ribas, 2602, Jd Vila Galvão Guarulhos, SP, 07050-001 Brigatto Construções Reformas e Pinturas CONCURSOS PÚBLICOS Fone: (11)2452-4509 Fax: (11)2452-4881 r Salgueiro do Campo, 383, Jd Ibirapuera Instituto Nacional de Educação Cetro – INEC São Paulo, SP, 05814-210 Zapz Uniformes Ltda Fone: (11) 5851-6170 av Paulista, 2001 13 and – Cerqueira Cesar r Max Beckmann, 315, Glória São Paulo, SP, 01311-300 Joinville, SC, 89216-315 CTE - Construtora Terranas e Estudos Ltda Tel (11) 3146-2770 Fax (11) 3146-2847 Fone: (47) 3801-1000 r Palma,Profa, 14, Barbalho tamara.correa@institutocetro.org.br www.institutocetro.org.br Salvador, BA, 40301-060 CONSTRUÇÕES CIVIS/ Fone: (71) 3243-9033 EDIFICAÇÕES CONFECÇÕES /UNIFÓRMES/ J M A Construção Civil de Itu CBV Empreendimentos Imobiliários CALÇADOS/BOLSAS/AFINS r Acácio de Vasconcelos Camargo, r Álvaro Teixeira de Souza Leite, 290, Advento Uniformes Personalizados Prof, 10, São Luiz Centro r Francisco Pinto Miguel, 530 Itu, SP, 13304-180 Sorocaba, SP, 18035-530 Prq Fernanda Fone: (11)4025-4610 Fax: (11)4025-4610 Fone: (15) 3202-4130 São Paulo, SP, 05888-100 licitacao@jma.com.br Fone: (11)5824-9803 Fax: (11)5821-2821 sac@advento.com.br COINBRA Construtora Matsuda Engenharia e Construções r Loiola,Dr, 400, Vl Tibério www.advento.com.br av Antônio,Sto, 157, Centro Ribeirão Preto, SP, 14050-070 Mogi-mirim, SP, 13800-030 Fone: (16) 3237-0650 Bonifor Confecções Ltda Fone: (19) 3806-3491 www.construcoimbra.com.br av Gov Roberto da Silveira, 2465 www.matsuda.eng..br sac@construcoimbra.com.br Pq Industrial sac@matsuda.eng..br Apucarana, PR, 86800-520 Fone: (41)3641-4600 Serki Fundações Ltda av Indústrias, 400, São João SUL Fax: (41)3641-4615 bonifor@bonifor.com.br Porto Alegre, RS, 90200-290 www.bonifor.com.br Fone: (51) 3371-1022 Fax: (51) 3371-1035 RJS Produtos Promocionais av das Industrias. 449 – Centro ENGENHARIA CONSTRUÇÕES PRÉ FABRICADA Tiotto Arquitetura Consultoria Incorporação R São Pedro, 2115 – Centro r Joaquim Afonso de Souza, 32, Mandaguari. PR, 86975-000 Itararé, SP, 18460-000 Vl Celeste Fone: (44) 3233-2216 Tel (15) 3532-5000 Fax (15) 3532-5000 São Paulo, SP, 02543-000 e-mai: comercial@promosulbrindes.com.br clayton@sulengenharia.com.br Fone: (11) 3858-4430 (11) 3858-4430 www.promosulbrindes.com.br www.sulengenharia.com.br info@tiotto.com.br 26 Fornecedores Governamentais
  • 27. 2011 Fornecedores Governamentais I 27