Sistemas periciais

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Sistemas Periciais, Inteligência artificial

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Sistemas periciais

  1. 1. Barcarena, 04 de Janeiro de 2012 DISCIPLINA: Sistemas de Apoio à Decisão e à Gestão TURMA: 1º Ano CURSO: Contabilidade e Auditoria DOCENTES : Prof. Doutor Palma dos Reis / Prof. Joaquim Canhoto
  2. 2. - 20111485 – Diana Mocho de Carvalho - 20111578 – Lígia Panfieti Velez - 20111511 – Liliana Sofia Rosa Fernandes - 20111514 – Maria José Rodrigues Sistemas Periciais Discentes Ano Lectivo de 2011/2012
  3. 3. 1. Apresentação do trabalho 04 2. Introdução a sistemas baseados em conhecimento 05 a 07 3. Revisão bibliográfica e pesquisas na Web 08 a 13 3.1. Vantagens da utilização de Sistemas Periciais 08 3.2. Estrutura básica de um Sistema Pericial 09 e 10 3.3. Arquitectura de um Sistema Pericial para gerir informação 11 e 12 3.4. As Bibliotecas do futuro 13 3.5. A nossa Proposta 14 a 16 4. Conclusão 17 e 18 Bibliografia 19 Sistemas Periciais
  4. 4. Sistemas Periciais 1. Apresentação do Trabalho Este nosso trabalho enfatiza a dificuldade em se obterem informações, com precisão e qualidade, para apoiar tomadores de decisões, e a necessidade de prover os usuários finais com mecanismos poderosos, capazes de analisar, seleccionar e direccionar-lhes informações, de acordo com as suas necessidades e urgências. O principal objectivo do nosso trabalho é propormos um modelo para sistemas de gerenciamento da informação baseado em técnicas de inteligência artificial.
  5. 5. Sistemas Periciais 2. Introdução a Sistemas baseados em conhecimento A “Inteligência Artificial” está associada ao desenvolvimento de sistemas periciais. Estes sistemas baseados em conhecimento, com regras que reproduzem o conhecimento do perito, são utilizados para solucionar determinados problemas em domínios específicos. A área médica, desde o início das pesquisas, tem sido uma das áreas mais beneficiadas pelos sistemas periciais, por ser considerada detentora de problemas clássicos possuidores de todas as peculiaridades necessárias, para serem instrumentalizados por tais sistemas (Nilson, 1982).
  6. 6. Sistemas Periciais Mas nem todos os problemas devem ser resolvidos por meio de sistemas periciais. Existem características que indicam se determinado problema deve ou não usar esta tecnologia, eis algumas condições que poderão contribuir para a identificação do nível de adequação do uso de sistemas periciais: 2. Introdução a Sistemas baseados em conhecimento (cont.) •existência de peritos sobre o problema a tratar •existência de tarefas a realizar por vários peritos, sendo que o conhecimento necessário é multidisciplinar; •existência de tarefas que requeiram conhecimento de detalhes; •existência de tarefas que demonstrem grandes diferenças entre o desempenho dos melhores e dos piores peritos; •escassez de mão de obra especializada sobre o conhecimento requerido para a solução do problema.
  7. 7. Sistemas Periciais Sob o nosso ponto de vista, a ciência da informação e muitas outras áreas podem encontrar nos sistemas periciais, eficientes ferramentas para o gerenciamento da informação. Disponibilizar ferramentas para suporte à tomada de decisão, neste caso, vai mais além do que fornecer gráficos e tabelas ao usuário, significa prestar-lhes orientação, na identificação das suas necessidades, simulando cenários e possibilitando maior exactidão e confiabilidade nos seus resultados. 2. Introdução a Sistemas baseados em conhecimento (cont.)
  8. 8. Sistemas Periciais 3. Revisão Bibliográfica e pesquisas na web 3.1. Vantagem da utilização de Sistemas Periciais Os benefícios obtidos através da utilização da técnica de sistema periciais são diferentes daqueles obtidos pelos sistemas tradicionais, por se tratar de sistemas dotados de inteligência e conhecimento, eplo que, um sistema pericial: • é capaz de extrapolar as facilidades de tomada de decisão para muitas pessoas; • pode melhorar a produtividade e desempenho dos seus usuários; • reduz o grau de dependência que as organizações mantêm quando se vêem em situações críticas, por exemplo, a falta de um perito. • é uma ferramenta adequada para ser utilizada em formações de grupos de pessoas.
  9. 9. Sistemas Periciais 3.2. Estrutura Básica de um sistema Pericial
  10. 10. Sistemas Periciais 3.2. Estrutura Básica de um sistema Pericial (cont.) Base de Conhecimento: local onde reside o conhecimento do domínio visado pelo Sistema Pericial. Armazena o conhecimento necessário à tomada de decisão. Motor de Inferência: responsável pelo controlo do sistema e tomada de decisão. Usa o conhecimento da base de conhecimento para resolver o problema específico com os dados contidos na base de factos. Interface: contém os ecrãs do sistema desenvolvidos para interagir com os utilizadores. O interface do utilizador inclui dois componentes: - componente de aquisição de conhecimento que é utilizado pelo perito quando está a “ensinar” o sistema; - componente de explicação que interage com o utilizador Módulo de explicações: componente que explica o modo como as soluções foram obtidas e justifica os passos efectuados. A Base de Conhecimento depende do domínio. O Motor de Inferência e o Interface com o Utilizador, em princípio, não dependem do domínio. O perito, ou peritos, são a fonte de conhecimento do sistema.
  11. 11. Sistemas Periciais 3.3. Estrutura de um Sistema Pericial para gerir Informação Um sistema para gerir informação deverá ser construído a partir da integração dos seus elementos básicos: interface do utilizador, base de conhecimento e motor de inferência, que podem ser visualizados no diagrama apresentado a seguir:
  12. 12. Exemplos práticos de uma consulta ao sistema Pressupõe-se que o sistema pericial receba informações de diversas fontes dentro de uma instituição. Essas informações são analisadas e interpretadas pelo analisador semântico que actualiza uma base de informações estratégicas segundo as necessidades dos utilizadores registados no sistema. No momento em que determinado utilizador inicia a sua sessão, o sistema reconhece-o, ficando na memória do mesmo, o segmento da base de informações que interessariam àquele utilizador, bem como a parte da base de conhecimento cujas regras espelham as suas necessidades. Nesse momento, informações rotineiras, previamente definidas pelo utilizador, ser-lhe-ão apresentadas devidamente actualizadas. Ao solicitar informações adicionais, o utilizador provocará uma navegação na base de conhecimento e na base de informações, o que permitirá o seu atendimento imediato. Sistemas Periciais 3.3. Estrutura de um Sistema Pericial para gerir Informação (cont.)
  13. 13. Sistemas Periciais 3.4. As Bibliotecas do futuro Metzeler (1992) relatou: "A biblioteca do futuro pode ser capaz de prover um rico acesso para a utilização de conhecimento contido (frequentemente implícito) nas suas colecções. A maioria dos aspectos de desenvolvimento, nesta linha, poderia ser baseada em recuperação da informação. Isto, naturalmente, requereria um mais geral e robusto estigma da inteligência artificial e compreensão de linguagem natural do que existe no momento". Davis (1986) realçou que a experiência em catalogação estaria longe de ser explícita em regras, por estar implícita em heurísticas, empregadas pelos peritos que realizam o trabalho. Mais opiniões sobre este assunto, por vezes contraditórias, podem ser consultadas no Relatório do nosso trabalho.
  14. 14. Sistemas Periciais 3.5. A nossa Proposta Sendo o objectivo do nosso trabalho um modelo para sistemas de gestão de informação baseado em técnicas de inteligência artificial, aplicável a utilizadores de bibliotecas, a nossa proposta consiste em que o utilizador fosse portador de um cartão magnético carregado previamente, aquando da sua inscrição na biblioteca ou bibliotecas, com toda a sua identificação. O utilizador ao fazer uso do cartão magnético iria fornecer ao sistema, a par e passo, toda a informação do que ia pesquisando e, assim, “ensinando” o sistema sobre as suas preferências. Este sistema, para ser mais completo, após a escolha feita pelo utilizador, informá-lo-ia da disponibilidade do artigo escolhido e do período em que poderia ficar na posse do mesmo. No caso de o utilizador aceitar todas as indicações fornecidas pelo sistema, o mesmo faria o registo da cedência, e o próprio sistema, em articulação com os “arquivos” dos items, far-lhe-ia a entrega do que o utilizador lhe havia solicitado (à semelhança das máquinas de vending).
  15. 15. Sistemas Periciais 3.5. A nossa Proposta
  16. 16. Sistemas Periciais P: Que tipo de artigo pretende? 1 – Livros 2 – Revistas 3 – Jornais R: 1 - Livros P: De que género? 1 – Romance 2 – Histórico 3 – Técnico R: 3 - Técnico P: Qual a área? 1 – Informática 2 – Gestão 3 – Contabilidade R: 3 - Contabilidade P: Escolher por: 1 – Título 2 – Autor 3 – Editor R: 2 - Autor P: Qual o autor? 1 – Rui M. P. Almeida 2 – Paulo Reis 3 – Vários R: 1 – Rui M.P. Almeida P: Sugerimos: 1 – SNC Explicado 2 – SNC Legislação 3 – SNC Casos Práticos 4. Nenhum dos anteriores, nova Pesquisa? Hummmmmmm … e a pesquisa continua, até chegar à solução óptima! 3.5. A nossa Proposta
  17. 17. Sistemas Periciais 4. Conclusão Como exemplo prático da utilização de sistemas inteligentes com analisador semântico podemos citar sistemas inteligentes de recuperação de informações que incorporem conhecimentos e/ou estrutura de registo, políticas de indexação e estratégias de pesquisas. Estes sistemas poderiam auxiliar os utilizadores que têm dificuldades em se lembrar de regras, como, por exemplo, no caso de bibliotecas, regras de truncagens (substituição de caracteres nas pesquisas), noções dos operadores booleanos (introdução de “ou”, “e” nas pesquisas), etc. Neste caso, a linguagem natural participaria com expressivo valor, permitindo que os utilizadores interrogassem o sistema de forma amigável. Com este tipo de ferramenta, obtém-se a vantagem de o sistema ser totalmente simples de operar e compreender a linguagem do utilizador que normalmente expressa as suas necessidades na sua língua nativa.
  18. 18. Sistemas Periciais 4. Conclusão (cont.) Existem algumas metodologias para o desenvolvimento de sistemas de apoio à decisão. Alguns aspectos são comuns a todas as metodologias. Deve ser criado um grupo de peritos que têm por missão o acompanhamento da evolução do sistema. No caso específico de um sistema pericial, considerando que é um sistema dotado de mecanismos de aprendizagem, tal sistema deverá ter a sua base de conhecimento avaliada periodicamente, bem como o seu desempenho, para adequação às necessidades de recursos de hardware adicionais, ou mesmo para análise da sua eficácia. Entre outras vantagens produzidas pelo uso de um sistema inteligente, destacamos, a total facilidade na formação para o uso do sistema, bem como a rapidez para a obtenção de sugestões para a resolução dos problemas a ele submetidos.
  19. 19. Sistemas Periciais 4. Bibliografia ALURI, Rao. Expert systems for libraries. Library administration & management. March 1988 CHECLAND, P.B. Systems Thinking, Systems Practice, Chichester, England: John Wiley, 1981. LANCASTER, F.W. et alii. Evaluation of Interactive Knowledge – Based Sistems: Overview and Design for Empirical Testing. Journal of the American Society for Information Science. 47 (1) p.57-69, 1996. LANCASTER, F. Wilfrid. Information retrieval systems: caracteristics, testing and evaluation, Chichester, England: John Wiley, 1978, p. 279-282, LANCASTER, F. Wilfrid and Warner, Amy J. Information retrieval today, Information resources Virginia: press, 1993, p.301-307. LAND, F. Adapting to Changing User Requirements, Information & Management, 5(1), p 91-107, 1982. NILSON, Neils S. Principles of Artificial Intelligence, Springer Verlag, Berlin, 1982. PALMA-DOS-REIS, A. (1999), Sistemas de Decisão, Universidade Aberta, Lisboa. Rich, Elaine, Artificial Intelligence, New York: Mc Graw Hill Book, 1983. SHIAO, Feng Su; Lancaster F. W.. Evaluation of Expert Systems in Reference Service Applications. RQ 35, n.2, Winter 1995, p.219-228.

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