Arritmias1

428 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
428
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Arritmias1

  1. 1. ARRITMIASSociedade Brasileira de Terapia Intensiva
  2. 2. História 1824: Richard Reece: reanimação com descarga elétrica por agulhas de acuputura 1850: Ludwig e Hoffa descrevem a FV 1899: Prevost e Bateli descobrem que a corrente elétrica reverte a FV 1928: Kowenhoen, Longworthy e Hooker estudaram a eficácia de diferentes formas de corrente; 1936: Ferrie realizou desfibrilação transtorácica em carneiros; 1947: Claude Beck realizou a primeira desfibrilação direta bem sucedida em humanos; 1956: Paul Zoll desenvolveu o primerio desfibrilador CA com aplicação clínica
  3. 3. História 1961: Lown – Cardioversão 1967: Pantridge e Geddes: Desfibrilador em Unidade móvel – aumento sobrevida
  4. 4. Einthoven em seu laboratório com equipe, 1917.
  5. 5. Paul Zoll 1956
  6. 6. Fisiopatologia Distúrbios do Automatismo; Distúrbio da Condução; Condução e Automatismo
  7. 7. Atriais Fibrilação Atrial Flutter Atrial Taquicardia Atrial Taquicardia Supraventricular
  8. 8. Ventriculares Taquicardia Ventricular Fibrilação Ventricular
  9. 9. Fibrilação Atrial Atividade do Atrios: 400 – 700/min Reentrada NÃO há onda P Onda Fibrilatória ] 160 a 180 bat / Min Variação da amplitude da onda R
  10. 10. Flutter Atrial Onda P Serrilhado Frequência atrial: 300 FC: 150 DPOC, ICO
  11. 11. Taquicardia Supraventricular P pode ou não aparecer QRS estreito Reentrada
  12. 12. Taquicardia Atrial FC irregular 1:1 Bloqueio AV FC: 140 -200 P difícil de identificar RP > PR
  13. 13. Taquicardia Ventricular QRS anormais Ritmo regular FC:>100 < 200 3 ou mais bat sucessivos Monomórfica ou polimórficas Torsades de Pointes: QRS variávesis, retorcidas, helicoidal.
  14. 14. Fibrilação Ventricular Multifocal Ventricular Amplitudes variáveis, finas e grosseiras Sem QRS ou outras ondas
  15. 15. Bloqueios AV Retardo ou interrupção condução AV Classificação: Grau ou Sítio Grau: 1º , 2º ( I e II ), 3º (Total ) Sítio: Nó AV, Infranodal ( Hiss, Ramo ) O de Grau pode: acima ou abaixo Nó AV.
  16. 16. 1º GRAU Retardo do impulso na passagem AV QRS: Normal Ritmo: Normal P e QRS > PR ( >0.20 ). Em geral constante
  17. 17. Bloqueio 2º Grau – Tipo I Alguns conduzidos, outros bloqueados. Wenckebach Geralmente nó AV > tônus parassimpático ou drogas ( digital, propanolol e verapamil ) Bom prognóstico Prolongamento progressivo do PR* Ritmo Venticular irregular ( 4:3 ) QRS normal, p ( eventualmente bloqueada )
  18. 18. Bloqueio 2º Grau Tipo II Abaixo nó AV Lesão orgânica do feixe PR não se alarga previamente Frequente QRS alargado P não conduzidas de QRS PR mantido
  19. 19. Bloqueio 3º Grau Ausência completa de condução FC: 40 – 60: nó AV ( tônus e drogas ) Infranodal: bloqueioo de 2 ramos, FC: < 40 IAM QRS alargado ( episódios de assistolia ) PR variável Ritmo atrial regular
  20. 20. Cardioversão Choque Sincronizado ( R ) Corrente Contínua Interrupção do mecanismo reentrada Despolarização miocárdio excitável TSV, Flutter Atrial, FA, TV
  21. 21. Cardioversão FA-Difícil: Intox. Digit., AE aumentado, intolerância antirrítmicos, FA recidiva mesmo com medicação 70-90% reverte
  22. 22. Desfibrilação Não sincronizado FV/TV Sucesso: Correções clínicas prévias

×