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A Oceania é um continente situado no hemisfério sul, entre os oceanos
Índico e Pacífico.

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O Novíssimo Mundo (o “novo mundo” seria a América), como é
conhecido o conjunto de ilhas que junto com a Austrália formam ...
São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos:
-a Melanésia (“ilhas habitadas por negros”),

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São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos:
-a Micronésia (“pequenas ilhas”) e

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São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos:
-a Polinésia (“muitas ilhas”).

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A maior parte da Oceania está situada sobre a placa tectônica
Indoaustraliana, que se estende no sentido noroeste-sudeste,...
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Tribo aborígine que preserva alguns elementos de seu modo
de vida tradicional

Aborígine aculturado que teve seu modo de v...
O processo de colonização na Austrália pôs em contato
culturas diferentes, e os modos de vida de boa parte da
população ab...
A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e
pouco homogêneo.
No fim do século XVIII, com a perda de seus domín...
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A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e
pouco homogêneo.
No fim do século XVIII, com a perda de seus domín...
A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e
pouco homogêneo.
No fim do século XVIII, com a perda de seus domín...
Viagens de James Cook
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Em 1788, com o objetivo de construir uma colônia penal na
baía de Sydney, o governo britânico enviou outra expedição à
Aus...
Após a independência dos EUA, a Grã-Bretanha começou a
enviar para a Austrália seus prisioneiros condenados (os
convicts) ...
Após a independência dos EUA, a Grã-Bretanha começou a
enviar para a Austrália seus prisioneiros condenados (os
convicts) ...
No século XIX, Reino Unido, França e Alemanha, as grandes
potências européias da época, ampliaram a colonização da
Oceania...
No fim do século XIX e início do século XX, os Estados Unidos,
ao observarem a posição estratégica das ilhas do Pacífico,
...
No período da colonização da Austrália e da Nova Zelândia,
um grande número de habitantes nativos foi massacrado,
principa...
Na Nova Zelândia, os maoris, povo unido e socialmente bem
organizado, impuseram forte resistência à ocupação dos
britânico...
Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. E a tatuagem mais importante é
feita no rosto. [7] Para muitas c...
Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. E a tatuagem mais importante é
feita no rosto. [7] Para muitas c...
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O fato de não se organizarem politicamente sob a forma de
Estado explica por que o povo aborígene na Austrália (e os
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Fiji é um país e
arquipélago ao sul do
Oceano Pacífico. Possui
cerca de 300 ilhas e 540
ilhotas e atóis de origem
vulcânic...
As Ilhas Fiji são um paraíso tropical com belas praias. Suas águas claras e recifes de corais são
ideais para o mergulho.
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O Atol é uma ilha em forma de anel feita de corais e outros invertebrados, em forma
aproximadamente circular, formando no ...
Ilhas do Estreito de Torres, Austrália

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À volta de um vulcão que desponta à superfície do mar e se transforma em ilha, começa a
formar-se um anel de formações de ...
1º de julho de 1946. A marinha dos Estados Unidos realiza uma série de
explosões nucleares a fim de testar bombas atômicas...
Fotos impressionantes de testes de
bombas atômicas no Atol de Mururoa,
na Polinésia Francesa

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Atol de Bikini
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A Grande Barreira de Corais, na Austrália é o maior recife de corais do
mundo. Ela tem uma extensão de 2300km e é composta...
A mudança climática é a maior ameaça aos corais. Nos últimos anos, a
temperatura crescente das águas provocou o branqueame...
Devido ao turismo em massa e à poluição, a qualidade da água declinou,
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Austrália admite negligência na Grande Barreira de Corais
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LUCCI, Elian Alabi; e BRANCO, Anselmo Lázaro.Geografia Homem & Espaço – 23 ed. São Paulo:
Saraiva, 2010.
VESENTINI, José W...
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Oceania

  1. 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  2. 2. A Oceania é um continente situado no hemisfério sul, entre os oceanos Índico e Pacífico. Em função da grande distância que separa o continente da Europa, a Oceania só foi efetivamente colonizada no final do século XVIII. Por isso passou a ser chamada de NOVÍSSIMO MUNDO (ou Novíssimo Continente) Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  3. 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  4. 4. O Novíssimo Mundo (o “novo mundo” seria a América), como é conhecido o conjunto de ilhas que junto com a Austrália formam a Oceania, é a maior concentração de ilhas do planeta. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  5. 5. São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos: -a Melanésia (“ilhas habitadas por negros”), Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  6. 6. São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos: -a Micronésia (“pequenas ilhas”) e Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  7. 7. São mais de 25 mil ilhas agrupadas em 3 principais arquipélagos: -a Polinésia (“muitas ilhas”). Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  8. 8. A maior parte da Oceania está situada sobre a placa tectônica Indoaustraliana, que se estende no sentido noroeste-sudeste, da Índia à Nova Zelândia. Outra parte se espalha sobre a placa tectônica do Pacífico, onde um incessante vulcanismo faz algumas ilhas brotarem do fundo do mar, ao mesmo tempo que acarreta o afundamento de outras. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  9. 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  10. 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  11. 11. Tribo aborígine que preserva alguns elementos de seu modo de vida tradicional Aborígine aculturado que teve seu modo de vida alterado, pois aparece com alguns adereços que são comuns à população de origem europeia. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  12. 12. O processo de colonização na Austrália pôs em contato culturas diferentes, e os modos de vida de boa parte da população aborígine foram alterados a partir do contato com o modo de vida dos ingleses que ocuparam o país. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  13. 13. A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e pouco homogêneo. No fim do século XVIII, com a perda de seus domínios na América do Norte*, o Reino Unido voltou suas atenções para essa parte da Terra. *Independência EUA - 1776 Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  14. 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  15. 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  16. 16. A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e pouco homogêneo. No fim do século XVIII, com a perda de seus domínios na América do Norte*, o Reino Unido voltou suas atenções para essa parte da Terra. *Independência EUA - 1776 O capitão James Cook foi um explorador, navegador e cartógrafo inglês Foi o primeiro a mapear Terra Nova antes de fazer três viagens para o Oceano Pacífico durante a qual ele conseguiu o primeiro contato europeu com a costa leste da Austrália e o Arquipélago do Havaí, bem como a primeira circunavegação registrada da Nova Zelândia Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  17. 17. A colonização da Oceania desenvolveu-se de modo lento e pouco homogêneo. No fim do século XVIII, com a perda de seus domínios na América do Norte*, o Reino Unido voltou suas atenções para essa parte da Terra. *Independência EUA - 1776 Ele é considerado o pai da Oceania. O capitão James Cook foi um explorador, navegador e cartógrafo inglês Foi o primeiro a mapear Terra Nova antes de fazer três viagens para o Oceano Pacífico durante a qual ele conseguiu o primeiro contato europeu com a costa leste da Austrália e o Arquipélago do Havaí, bem como a primeira circunavegação registrada da Nova Zelândia Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  18. 18. Viagens de James Cook Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  19. 19. Em 1788, com o objetivo de construir uma colônia penal na baía de Sydney, o governo britânico enviou outra expedição à Austrália. Em seguida, tomou posse da Nova Zelândia e de outros arquipélagos do Pacífico. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  20. 20. Após a independência dos EUA, a Grã-Bretanha começou a enviar para a Austrália seus prisioneiros condenados (os convicts) que antes eram enviados para o continente norteamericano. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  21. 21. Após a independência dos EUA, a Grã-Bretanha começou a enviar para a Austrália seus prisioneiros condenados (os convicts) que antes eram enviados para o continente norteamericano. Apenas em meados do século XIX a Austrália começou a receber os primeiros colonos livres, isto é, que foram para lá de livre e espontânea vontade. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  22. 22. No século XIX, Reino Unido, França e Alemanha, as grandes potências européias da época, ampliaram a colonização da Oceania, instalando bases navais e comerciais em várias ilhas. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  23. 23. No fim do século XIX e início do século XX, os Estados Unidos, ao observarem a posição estratégica das ilhas do Pacífico, decidiram se apossar de algumas (Marshall, Carolinas, Marianas e Palau, entre outras), onde instalaram bases militares, que permaneceram até os dias atuais. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  24. 24. No período da colonização da Austrália e da Nova Zelândia, um grande número de habitantes nativos foi massacrado, principalmente pelos britânicos. Os aborígines que habitavam a Austrália foram mortos, escravizados e degredados pelo colonizador. Reserva indígena do XINGU Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  25. 25. Na Nova Zelândia, os maoris, povo unido e socialmente bem organizado, impuseram forte resistência à ocupação dos britânicos e foram duramente combatidos. Atualmente os maoris restringem-se a pouco mais de 250 mil, fixados principalmente na Ilha do Norte, próximo a Auckland, cidade mais populosa da Nova Zelândia. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  26. 26. Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. E a tatuagem mais importante é feita no rosto. [7] Para muitas culturas, a mão, o rosto e o pescoço ficam fora da pintura corporal. Para os maoris, o homem cobre todo o rosto quanto mais nobre ele é ou pela sua posição social. A tatuagem dá status dentro da tribo ou clã. Quando eles entravam em guerra, cortavam a cabeça do inimigo e colocavam-na em urnas sagradas. No século 19, as cabeças tatuadas dos guerreiros maoris se tornaram objetos cobiçados por colecionadores europeus. O tráfico dessas cabeças começou com os próprios maoris, eles passaram a matar e vender para comerciantes e trocá-las por armas de fogo. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  27. 27. Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. E a tatuagem mais importante é feita no rosto. [7] Para muitas culturas, a mão, o rosto e o pescoço ficam fora da pintura corporal. Para os maoris, o homem cobre todo o rosto quanto mais nobre ele é ou pela sua posição social. A tatuagem dá status dentro da tribo ou clã. Quando eles entravam em guerra, cortavam a cabeça do inimigo e colocavam-na em urnas sagradas. No século 19, as cabeças tatuadas dos guerreiros maoris se tornaram objetos cobiçados por colecionadores europeus. O tráfico dessas cabeças começou com os próprios maoris, eles passaram a matar e vender para comerciantes e trocá-las por armas de fogo. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  28. 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  29. 29. O fato de não se organizarem politicamente sob a forma de Estado explica por que o povo aborígene na Austrália (e os indígena, na América) não puderam reagir em conjunto contra o colonizador. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  30. 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  31. 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  32. 32. Fiji é um país e arquipélago ao sul do Oceano Pacífico. Possui cerca de 300 ilhas e 540 ilhotas e atóis de origem vulcânica, espalhados numa área de 3 milhões km². Apenas cerca de 110 ilhas são habitadas pelos 944 mil residentes. A capital é Suva, na Ilha de Viti Levu. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  33. 33. As Ilhas Fiji são um paraíso tropical com belas praias. Suas águas claras e recifes de corais são ideais para o mergulho. Foi possessão britânica de 1874 até 1970, quando tornou-se um país independente Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  34. 34. O Atol é uma ilha em forma de anel feita de corais e outros invertebrados, em forma aproximadamente circular, formando no seu interior uma lagoa. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  35. 35. Ilhas do Estreito de Torres, Austrália Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  36. 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  37. 37. À volta de um vulcão que desponta à superfície do mar e se transforma em ilha, começa a formar-se um anel de formações de coral. Lentamente, o vulcão que levara à formação da ilha perde actividade até se extinguir e começar a afundar-se gradualmente no oceano. Mas as formações calcárias do coral que a cercam, mais rígidas, permanecem quase à superfície, retendo as areias e dando às ilhas daí resultantes o seu formato típico, rodeando uma lagoa central, onde outrora ficara a ilha Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  38. 38. 1º de julho de 1946. A marinha dos Estados Unidos realiza uma série de explosões nucleares a fim de testar bombas atômicas no Atol de Bikini, ao sul do Oceano Pacífico, perto da Oceania. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  39. 39. Fotos impressionantes de testes de bombas atômicas no Atol de Mururoa, na Polinésia Francesa Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  40. 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  41. 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  42. 42. Atol de Bikini Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  43. 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  44. 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  45. 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  46. 46. A Grande Barreira de Corais, na Austrália é o maior recife de corais do mundo. Ela tem uma extensão de 2300km e é composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilha e 300 atóis de coral. Os recifes abrigam uma enorme variedade de animais, são o maior organismo vivo do mundo. Porém, toda esta diversidade está ameaçada de extinção pela poluição e aquecimento de suas águas. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  47. 47. A mudança climática é a maior ameaça aos corais. Nos últimos anos, a temperatura crescente das águas provocou o branqueamento dos corais e obrigou certas espécies marinhas a deixarem o local. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  48. 48. Devido ao turismo em massa e à poluição, a qualidade da água declinou, e muitas partes do recife foram prejudicadas. A Barreira de Corais de Belize, o segundo maior sistema de recifes de coral, enfrenta as mesmas ameaças devido à mudança climática e ao turismo. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  49. 49. Austrália admite negligência na Grande Barreira de Corais 03 de outubro de 2012 • 10h28 • atualizado às 11h51 http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6198936-EI238,00-Australia+admite+negligencia+na+Grande+Barreira+de+Corais.html A Austrália admitiu nesta quarta-feira sua negligência na preservação da Grande Barreira de Corais, após um estudo revelar que a Barreira perdeu mais da metade de seus prados de corais em três décadas, como resultado das tempestades, da depredação e do aquecimento global. "Eu acredito que o estudo provocou o efeito de uma onda de choque em muitos lares na Austrália", declarou o ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, em um discurso na emissora estatal ABC. O governo de centro-esquerda tem tomado medidas de preservação, mas "não há dúvida de que houve negligência por décadas", acrescentou. A Grande Barreira de Corais perdeu mais da metade de seus corais nos últimos 27 anos sob a influência de fatores meteorológicos (tempestades), clima (aquecimento) e industrial (nitratos agrícolas), de acordo com o estudo publicado na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences. E o recife pode continuar a deteriorar-se nas mesmas proporções até 2022, se nada for feito para proteger os corais, afirma o documento que sintetizou nada menos que 2.258 trabalhos científicos. Os ciclones, 34 no total desde 1985, são responsáveis por quase metade (48%) da degradação, seguido pela Acanthaster púrpura (42%), uma estrela do mar invasiva e predadora também chamada de "coroa de espinhos", que devora os corais, e o branqueamento associado ao aquecimento do oceano. Os corais são o lar de milhões de algas que lhes dão cores e não suportam a elevação atual da temperatura da água. Quando essas microalgas morrem, o coral perde a cor e morre de fome, tornando-se um esqueleto calcário. "A perda da metade da cobertura coralina original é uma fonte de enorme preocupação porque é sinônimo de perda de hábitat para dezenas de milhares de espécies" marinhas, avaliaram os pesquisadores. Dois graves episódios de embranquecimento ocorreram em 1998 e em 2002, relacionados com o aumento da temperatura dos oceanos, e tiveram "um impacto nefasto de grande magnitude", em particular nas porções centrais e setentrionais do arrecife. No entanto, um dos autores do estudo, Hugh Sweatman, afirma que a barreira tem a possibilidade de se reconstituir. "Mas a reconstituição leva entre 10 e 20 anos. Atualmente, os intervalos entre os problemas são curtos demais para uma reconstituição completa", disse. Patrimônio Mundial pela Unesco em 1981, a Grande Barreira de Corais se estende por cerca de 345 mil km² ao longo da costa leste da Austrália, e é o maior conjunto de recifes de coral do mundo, com 3 mil "sistemas" de recife e centenas de ilhas tropicais. Ela abriga 400 espécies de corais, 1,5 mil espécies de peixes, 4 mil espécies de moluscos e muitas espécies ameaçadas de extinção, como o peixe-boi e a tartaruga verde. Os recifes de coral geram dezenas de milhares de milhões de dólares em receitas de turismo a cada ano em todo o mundo e a questão da preservação é tão ecológica quanto econômica, ressaltou Tony Burke. "É por isso que temos a responsabilidade de cuidar muito bem deles, e este estudo é um lembrete de que não podemos deixar as coisas como elas estão", disse. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  50. 50. A maior barreira de corais do planeta vive uma crise ambiental sem precedentes. Relatório recente mostra que a Grande Barreira de Corais Australiana já perdeu mais da metade de sua cobertura (50,7%) nos últimos 27 anos E, se nada for feito na próxima década, podem restar apenas 5% da formação no ano de 2022, diz o documento do Instituto Australiano de Ciência Marinha, que sintetizou mais de 2 mil trabalhos científicos sobre o assunto. Estendendo-se por mais de 2.000 quilômetros ao longo da costa do estado de Queensland, a Grande Barreira de Corais é composta por quase três mil pequenos recifes e mais de 900 ilhas no oceano Pacífico. Atualmente, é lar de 400 espécies de corais, 1.500 espécies de peixes, 4.000 espécies de moluscos eanimais em risco de extinção, como o peixe-boi e a tartaruga verde. Como é possível que esse paraíso natural, declarado Patrimônio Mundial da Humanidade em 1981 e que gera cerca de 5 bilhões de dólares em turismo para a economia australiana, esteja desaparecendo? De acordo com a pesquisa, publicada na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences, três fatores principais explicam a redução alarmante. 1)Mudanças climáticas respondem por 48% da degradação da barreira. Desde 1985, 34 ciclones atingiram a região carregando consigo toneladas de sedimento e resíduos tóxicos de atividades industriais e agrícolas da terra para o mar. 2)O segundo fator é a explosão de uma população de estrelas-do-mar da espécie Acanthaster púrpura, também conhecida como “coroa de espinhos”, que literalmente devora os corais. 3)Já a terceira pressão ambiental vem da acidificação dos oceanos, fenômeno desencadeado pelo aumento da concentração de CO2 na atmosfera. Como consequência, os corais ficam esbranquiçados e quebradiços e acabam morrendo. Mas há ainda um quarto fator que contribui para o colapso da Grande Barreira: a negligência das autoridades públicas. Depois do alerta dos cientistas, o governo australiano admitiu que fechou os olhos às ameaças aos corais. “Todos levamos a culpa por não termos feito o suficiente e agora precisamos nos concentrar em garantir que podemos consertar isso”, disse o ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, ontem à noite na televisão australianaABC. O problema do surto de populações de estrelas do mar que se alimentam dos corais foi registrado pela primeira vez em 1962 e, desde então, repete-se a cada 15 anos. Para controlar a ação predatória, mergulhadores injetam uma proteína nas estrelas do mar para matá-las, uma a uma. Mas é preciso avançar nesse trabalho. “Não dá para evitar as tormentas, mas podemos deter as estrelas-do-mar. Se conseguirmos isso, daremos uma maior oportunidade à Barreira para que se adapte ao aumento da temperatura dos mares e à acidificação dos oceanos”, afirma a pesquisa do Instituto Australiano de Ciência Marinha. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  51. 51. A maior barreira de corais do planeta vive uma crise ambiental sem precedentes. Relatório recente mostra que a Grande Barreira de Corais Australiana já perdeu mais da metade de sua cobertura (50,7%) nos últimos 27 anos E, se nada for feito na próxima década, podem restar apenas 5% da formação no ano de 2022, diz o documento do Instituto Australiano de Ciência Marinha, que sintetizou mais de 2 mil trabalhos científicos sobre o assunto. Estendendo-se por mais de 2.000 quilômetros ao longo da costa do estado de Queensland, a Grande Barreira de Corais é composta por quase três mil pequenos recifes e mais de 900 ilhas no oceano Pacífico. Atualmente, é lar de 400 espécies de corais, 1.500 espécies de peixes, 4.000 espécies de moluscos eanimais em risco de extinção, como o peixe-boi e a tartaruga verde. Como é possível que esse paraíso natural, declarado Patrimônio Mundial da Humanidade em 1981 e que gera cerca de 5 bilhões de dólares em turismo para a economia australiana, esteja desaparecendo? De acordo com a pesquisa, publicada na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences, três fatores principais explicam a redução alarmante. 1)Mudanças climáticas respondem por 48% da degradação da barreira. Desde 1985, 34 ciclones atingiram a região carregando consigo toneladas de sedimento e resíduos tóxicos de atividades industriais e agrícolas da terra para o mar. 2)O segundo fator é a explosão de uma população de estrelas-do-mar da espécie Acanthaster púrpura, também conhecida como “coroa de espinhos”, que literalmente devora os corais. 3)Já a terceira pressão ambiental vem da acidificação dos oceanos, fenômeno desencadeado pelo aumento da concentração de CO2 na atmosfera. Como consequência, os corais ficam esbranquiçados e quebradiços e acabam morrendo. Mas há ainda um quarto fator que contribui para o colapso da Grande Barreira: a negligência das autoridades públicas. Depois do alerta dos cientistas, o governo australiano admitiu que fechou os olhos às ameaças aos corais. “Todos levamos a culpa por não termos feito o suficiente e agora precisamos nos concentrar em garantir que podemos consertar isso”, disse o ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, ontem à noite na televisão australianaABC. O problema do surto de populações de estrelas do mar que se alimentam dos corais foi registrado pela primeira vez em 1962 e, desde então, repete-se a cada 15 anos. Para controlar a ação predatória, mergulhadores injetam uma proteína nas estrelas do mar para matá-las, uma a uma. Mas é preciso avançar nesse trabalho. “Não dá para evitar as tormentas, mas podemos deter as estrelas-do-mar. Se conseguirmos isso, daremos uma maior oportunidade à Barreira para que se adapte ao aumento da temperatura dos mares e à acidificação dos oceanos”, afirma a pesquisa do Instituto Australiano de Ciência Marinha. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  52. 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  53. 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  54. 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  55. 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  56. 56. LUCCI, Elian Alabi; e BRANCO, Anselmo Lázaro.Geografia Homem & Espaço – 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. VESENTINI, José Willian; e VLACH, Vânia. Geografia Crítica, Geografia do Mundo industrializado. 27 ed. São Paulo: Ática, 2010. TAMDJIAN, James Onnig; e MENDES, Ivan Lazzari. Estudos de Geografia: o espaço do mundo II, 1 ed. São Paulo: FTD, 2008. Sites consultados: http://herdeirodeaecio.blogspot.com.br/2007/12/o-processo-de-formaode-um-atol.html http://maringa.odiario.com/blogs/edsonlima/2008/04/24/destruicaototal/ Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  57. 57. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia

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