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Educação inclusiva
A escola como espaço inclusivo
Tereza Cristina Leandro de Faria
O que é o espaço escolar?
Quem são os alunos excluídos do espaço escolar?
Que atores e autores participam do espaço escolar?
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Não há receitas mas ideias e ideias, conceitos e dados factuais, discurso e prática.
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Garantir o êxito da inclusão pressupõe mudanças em inúmeros aspectos: a melhoria da
qualidade na formação dos professores (inicial e continuada); a elaboração do projeto
político pedagógico da escola; a participação de todos ; a revisão do papel político social da
escola; a previsão e provisão de recursos humanos, físicos, materiais e financeiros;
valorização do magistério e a vontade política para reverter as condições de funcionamento
das escolas brasileiras.
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  • 1. Educação inclusiva A escola como espaço inclusivo Tereza Cristina Leandro de Faria
  • 2. O que é o espaço escolar? Quem são os alunos excluídos do espaço escolar? Que atores e autores participam do espaço escolar? Que energias fluem nas interações desses “personagens”? Como promover a inclusão na escola? O que é o espaço escolar? Espaço físico Dimensão atitudinal Diretrizes de órgãos normativos da educação (1990; 1994) Examinar a inclusão no espaço escolar é tarefa complexa e urgente, é preciso sobretudo saber que a escola é reflexo do contexto social, econômico e político e este precisa ser inclusivo.
  • 3. Quem são os alunos excluídos do espaço escolar? São muitos os alunos excluídos do espaço escolar (reprovação e repetência) e embora estatisticamente numerosa, a população de deficientes é percentualmente bem menor do que a do dito normais que estão excluídos e que precisam ser incluídos na aprendizagem. Os alunos excluídos do espaço escolar estão impedidos de acesso à norma culta, à cultura, à apropriação do saber, ferramenta fundamental de luta pelo exercício da cidadania. Que atores e autores participam do espaço escolar? Embora sejam muitos os atores (alunos, professores, técnicos em educação, diretor e equipe de gabinete, merendeiras, faxineiras, porteiros, zeladores etc. ) poucos são autores. Assim é porque nem todos os que trabalham no espaço escolar participam do planejamento das atividades e das discussões em torno das funções sociais da escola e dos papéis de cada qual para a concretização da intencionalidade educativa.
  • 4. Que energias fluem nas interações desses “personagens”? Kurt Lewin: teoria do campo O campo é o espaço de vida de uma pessoa do qual a própria pessoa faz parte juntamente com o meio psicológico, tal como existe para o indivíduo. As características dinâmicas do campo são representadas através dos conceitos de forças psicológicas e sociais. Essas forças podem explicar, de modo geral, tipos de atração e de afastamento interpessoal. De acordo com Lewin, há valências que caracterizam os sujeitos e objetos que compõem o meio psicológico. Em termos de comportamento, as valências positivas correspondem às tendências de aproximação, enquanto as valências negativas, as tendências de rejeição.
  • 5. Como promover a inclusão na escola? Não há receitas mas ideias e ideias, conceitos e dados factuais, discurso e prática. DESEJO CONDIÇÕES Garantir o êxito da inclusão pressupõe mudanças em inúmeros aspectos: a melhoria da qualidade na formação dos professores (inicial e continuada); a elaboração do projeto político pedagógico da escola; a participação de todos ; a revisão do papel político social da escola; a previsão e provisão de recursos humanos, físicos, materiais e financeiros; valorização do magistério e a vontade política para reverter as condições de funcionamento das escolas brasileiras.
  • 6. Como promover a inclusão na escola? Não há receitas mas ideias e ideias, conceitos e dados factuais, discurso e prática. DESEJO CONDIÇÕES Garantir o êxito da inclusão pressupõe mudanças em inúmeros aspectos: a melhoria da qualidade na formação dos professores (inicial e continuada); a elaboração do projeto político pedagógico da escola; a participação de todos ; a revisão do papel político social da escola; a previsão e provisão de recursos humanos, físicos, materiais e financeiros; valorização do magistério e a vontade política para reverter as condições de funcionamento das escolas brasileiras.