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FUNDAMENTOS II
ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE SANTA BARBARA
CURSO: TÉCNICO DE ENFERMAGEM;
ALUNOS: DIELSON VENÂNCIO;
ELAINE DOS SANTOS;
JOSÉ FELIPE DOS SANTOS;
MEYRE ELLEM;
ENFª.: JUCIRENE LESSA.
TURMA
PR 03
MEDICAMENTOS HIPNOTÓTICOS
São medicamentos que induzem ao um sono
hipnótico, isto é sem sonho. Quando em dose de ¼ da
dose hipnótica agem como sedativos.
O sono é vivenciado como anormal iniciado com
forte sonolência pacientes acordam com dificuldades e
referem mal estar. A ação hipnótica é acentuada em
qualquer paciente, além da também serem usados como
pré anestésicos.
LONGACTIL
O Longactil® possui amplas indicações terapêuticas em Clínica Geral,
Neuropsiquiatria, Obstetrícia e Ginecologia, Pediatria, Cirurgia e
Psiquiatria.
É utilizado para o controle das manifestações das desordens psicóticas,
para o controle de náuseas e vômitos. No alívio da inquietação e
apreensão antes das cirurgias.
No tratamento da porfiria aguda intermitente e do tratamento adjunto
do tétano. No controle das manifestações do tipo maníaco-depressivo. No
tratamento de soluço intratável e de muitos problemas comportamentais
das crianças: impulsividade, dificuldade em manter a atenção,
agressividade, instabilidade do humor.
CONTRAINDICAÇÕES
Nos casos de hipersensibilidade ao Cloridrato de
Clorpromazina e outros fenotiazínicos de estrutura química
similar. Há risco de glaucoma por fechamento do ângulo; risco de
retenção urinária, ligado a distúrbios uretroprostáticos.
Não usar em estados comatosos ou conjuntamente com o uso
de depressores do SNC (álcool, barbitúricos, narcóticos, etc.).
SUPERDOSAGEM
SINTOMAS:
O primeiro sintoma no sistema nervoso central é a depressão, podendo
levar à sonolência ou ao coma. Hipotensão e sintomas extrapiramidais.
Outras possíveis manifestações incluem agitação e inquietação,
convulsões, febre, reações autonômicas tais como boca seca e cólica
intestinal, alterações no eletrocardiograma e arritmias cardíacas.
TRATAMENTO
É importante verificar se o paciente está tomando outra medicação, uma
vez que é comum a condição de Superdosagem em pacientes que estão
recebendo terapia múltipla de drogas. O tratamento é essencialmente
sintomático e de suporte. É útil realizar lavagem gástrica precoce.
Manter o paciente sob observação e em ambiente ventilado uma vez que o
envolvimento com mecanismos extrapiramidais podem ocorrer disfagia e
dificuldades respiratórias em Superdosagem grave.
Não tentar a indução ao vômito porque a reação distônica da cabeça ou
pescoço pode ocasionar a aspiração do vômito.
SEDATIVOS
São estabilizadores psíquicos, agem no estado de angústia e
ansiedade fazendo desaparecer o temor e as atitudes agressivas.
Sedativo é o nome que se dá aos medicamentos capazes de
diminuir a atividade do cérebro, principalmente quando este fica
em estado de excitação acima do normal. O termo sedativo é
sinônimo de calmante ou sedante. Quando um sedativo é capaz de
diminuir a dor, recebe o nome de analgésico.
LEXOTAN
É indicado no tratamento de distúrbios
emocionais: estados de tensão e ansiedade,
humor depressivo, tensão nervosa, agitação e
insônia.
Apresentação
Comprimidos de 3 mg e 6 mg com 20 ou 30 comprimidos.
CONTRAINDICAÇÕES
Pacientes alérgicos as benzodiazepínicos, com insuficiência
respiratória, insuficiência hepatológica grave ou síndrome da
apneia do sono.
PRECAUÇÕES
Precaução especial ao se administrar lexotam em
pacientes com miastenia grave devido ao relaxamento
muscular pré existentes em pacientes com disfunções
renais e hepática graves.
POSOLOGIA
Dose média para tratamento de pacientes não
internados 1,5 a 3mg até 3x ao dia, a dose máxima diária
em adultos é 36mg.
EFEITOS COLATERAIS
Confusão mental, sonolência, dores de cabeça, tontura,
diplopia(visão dupla), distúrbios gastrointestinais, fadiga,
insuficiência cardíaca.
DIAZEPAM
O Diazepam está indicado para sedação
basal antes de procedimentos terapêuticos ou
intervenções tais como: cardioversão,
cateterismo cardíaco, endoscopia, exames
radiológicos, pequenas cirurgias, redução de
fraturas, biópsias, curativos em queimados,
etc., com o objetivo de aliviar a tensão,
ansiedade ou estresse agudo e para diminuir a
lembrança de tais procedimentos. É igualmente
útil no pré-operatório de pacientes ansiosos e
tensos.
CONTRAINDICAÇÕES
O Diazepam não deve ser administrado a
pacientes com hipersensibilidade aos
benzodiazepínicos e a pacientes dependentes de
outras drogas, inclusive álcool, exceto neste último
caso, quando utilizado para o tratamento dos
sintomas agudos de abstinência.
ADVERTÊNCIAS
Pacientes sob uso do Diazepam devem ser alertados quanto à realização
de atividades perigosas que requeiram grande atenção como operar máquinas
perigosas ou dirigir veículos. Devem ser igualmente alertados sobre o
consumo concomitante de bebidas alcoólicas pois pode ocorrer
potencialização dos efeitos indesejáveis de ambas as drogas.
POSOLOGIA
As doses parenterais recomendadas para adultos e adolescentes
variam de 2 a 20mg IM ou IV, dependendo do peso corporal,
indicação e gravidade dos sintomas. Em algumas indicações
(tétano, por exemplo) podem ser necessárias doses mais elevadas.
A administração intravenosa do Diazepam deve ser sempre
lenta (0,5 - 1mL/ minuto), pois a administração excessivamente
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HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
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Fundamentos II Medicamentos Hipnóticos e Sedativos

  • 1. FUNDAMENTOS II ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE SANTA BARBARA CURSO: TÉCNICO DE ENFERMAGEM; ALUNOS: DIELSON VENÂNCIO; ELAINE DOS SANTOS; JOSÉ FELIPE DOS SANTOS; MEYRE ELLEM; ENFª.: JUCIRENE LESSA. TURMA PR 03
  • 2. MEDICAMENTOS HIPNOTÓTICOS São medicamentos que induzem ao um sono hipnótico, isto é sem sonho. Quando em dose de ¼ da dose hipnótica agem como sedativos. O sono é vivenciado como anormal iniciado com forte sonolência pacientes acordam com dificuldades e referem mal estar. A ação hipnótica é acentuada em qualquer paciente, além da também serem usados como pré anestésicos.
  • 3. LONGACTIL O Longactil® possui amplas indicações terapêuticas em Clínica Geral, Neuropsiquiatria, Obstetrícia e Ginecologia, Pediatria, Cirurgia e Psiquiatria. É utilizado para o controle das manifestações das desordens psicóticas, para o controle de náuseas e vômitos. No alívio da inquietação e apreensão antes das cirurgias. No tratamento da porfiria aguda intermitente e do tratamento adjunto do tétano. No controle das manifestações do tipo maníaco-depressivo. No tratamento de soluço intratável e de muitos problemas comportamentais das crianças: impulsividade, dificuldade em manter a atenção, agressividade, instabilidade do humor.
  • 4. CONTRAINDICAÇÕES Nos casos de hipersensibilidade ao Cloridrato de Clorpromazina e outros fenotiazínicos de estrutura química similar. Há risco de glaucoma por fechamento do ângulo; risco de retenção urinária, ligado a distúrbios uretroprostáticos. Não usar em estados comatosos ou conjuntamente com o uso de depressores do SNC (álcool, barbitúricos, narcóticos, etc.).
  • 5. SUPERDOSAGEM SINTOMAS: O primeiro sintoma no sistema nervoso central é a depressão, podendo levar à sonolência ou ao coma. Hipotensão e sintomas extrapiramidais. Outras possíveis manifestações incluem agitação e inquietação, convulsões, febre, reações autonômicas tais como boca seca e cólica intestinal, alterações no eletrocardiograma e arritmias cardíacas.
  • 6. TRATAMENTO É importante verificar se o paciente está tomando outra medicação, uma vez que é comum a condição de Superdosagem em pacientes que estão recebendo terapia múltipla de drogas. O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte. É útil realizar lavagem gástrica precoce. Manter o paciente sob observação e em ambiente ventilado uma vez que o envolvimento com mecanismos extrapiramidais podem ocorrer disfagia e dificuldades respiratórias em Superdosagem grave. Não tentar a indução ao vômito porque a reação distônica da cabeça ou pescoço pode ocasionar a aspiração do vômito.
  • 7. SEDATIVOS São estabilizadores psíquicos, agem no estado de angústia e ansiedade fazendo desaparecer o temor e as atitudes agressivas. Sedativo é o nome que se dá aos medicamentos capazes de diminuir a atividade do cérebro, principalmente quando este fica em estado de excitação acima do normal. O termo sedativo é sinônimo de calmante ou sedante. Quando um sedativo é capaz de diminuir a dor, recebe o nome de analgésico.
  • 8. LEXOTAN É indicado no tratamento de distúrbios emocionais: estados de tensão e ansiedade, humor depressivo, tensão nervosa, agitação e insônia.
  • 9. Apresentação Comprimidos de 3 mg e 6 mg com 20 ou 30 comprimidos.
  • 10. CONTRAINDICAÇÕES Pacientes alérgicos as benzodiazepínicos, com insuficiência respiratória, insuficiência hepatológica grave ou síndrome da apneia do sono.
  • 11. PRECAUÇÕES Precaução especial ao se administrar lexotam em pacientes com miastenia grave devido ao relaxamento muscular pré existentes em pacientes com disfunções renais e hepática graves.
  • 12. POSOLOGIA Dose média para tratamento de pacientes não internados 1,5 a 3mg até 3x ao dia, a dose máxima diária em adultos é 36mg.
  • 13. EFEITOS COLATERAIS Confusão mental, sonolência, dores de cabeça, tontura, diplopia(visão dupla), distúrbios gastrointestinais, fadiga, insuficiência cardíaca.
  • 14. DIAZEPAM O Diazepam está indicado para sedação basal antes de procedimentos terapêuticos ou intervenções tais como: cardioversão, cateterismo cardíaco, endoscopia, exames radiológicos, pequenas cirurgias, redução de fraturas, biópsias, curativos em queimados, etc., com o objetivo de aliviar a tensão, ansiedade ou estresse agudo e para diminuir a lembrança de tais procedimentos. É igualmente útil no pré-operatório de pacientes ansiosos e tensos.
  • 15. CONTRAINDICAÇÕES O Diazepam não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos e a pacientes dependentes de outras drogas, inclusive álcool, exceto neste último caso, quando utilizado para o tratamento dos sintomas agudos de abstinência.
  • 16. ADVERTÊNCIAS Pacientes sob uso do Diazepam devem ser alertados quanto à realização de atividades perigosas que requeiram grande atenção como operar máquinas perigosas ou dirigir veículos. Devem ser igualmente alertados sobre o consumo concomitante de bebidas alcoólicas pois pode ocorrer potencialização dos efeitos indesejáveis de ambas as drogas.
  • 17. POSOLOGIA As doses parenterais recomendadas para adultos e adolescentes variam de 2 a 20mg IM ou IV, dependendo do peso corporal, indicação e gravidade dos sintomas. Em algumas indicações (tétano, por exemplo) podem ser necessárias doses mais elevadas. A administração intravenosa do Diazepam deve ser sempre lenta (0,5 - 1mL/ minuto), pois a administração excessivamente rápida pode provocar apneia; instrumental de reanimação deve estar disponível para qualquer eventualidade.