A Influência dos Estilos de Liderança no uso de Redes Sociais Digitais Felipe Amaral Borges Marcon Perez¹ Terezinha Angelo...
Organizações, Redes e  Incubadoras de Empresas <ul><li>REDE – de armadilha a conexão digital </li></ul><ul><ul><li>Pesquis...
Organizações, Redes e  Incubadoras de Empresas <ul><li>Destaca-se a relevância dos relacionamentos entre as organizações –...
Uso das Redes Sociais Digitais em Organizações <ul><li>Intraorganizacional </li></ul><ul><ul><li>Comunicação Interna </li>...
O papel das lideranças nas organizações <ul><li>Todas as ações adotadas, todas as decisões a que um gestor está sujeito, s...
Método <ul><li>Analisar a relação entre os estilos de liderança e o uso das redes sociais digitais nas organizações. </li>...
Análise dos resultados <ul><li>Incentivam relacionamentos informais e reconhecem o seu valor (65% - 77%) </li></ul><ul><li...
Análise dos resultados - Ferramentas-  <ul><li>LinkedIn – site de redes sociais mais utilizado (sendo usado somente pelos ...
Conclusões <ul><li>Líderes autoritários, mas efetiva utilização: evidencia o potencial de ação das Redes Sociais Digitais;...
REFERÊNCIAS <ul><li>ALMIRALL, E.; CASADESUS-MASANELL, R. Open Versus Closed Innovation: A Model of Discovery and Divergenc...
REFERÊNCIAS <ul><li>HEDIN, H. Market Intelligence Is Now More Socially Engaged.  Information Today , [s.l.], p.20, abr. 20...
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Apresentação KMBrasil 2011

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"A influência dos estilos de liderança no uso de redes sociais digitais", apresentado no XI Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento - KMBRASIL, São Paulo, 2011.

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Apresentação KMBrasil 2011

  1. 1. A Influência dos Estilos de Liderança no uso de Redes Sociais Digitais Felipe Amaral Borges Marcon Perez¹ Terezinha Angeloni² Flavia Panazzolo Maciel³ Rafael Ávila Faraco 4 1, 3 – Programa de Pós-graduação em Administração - UFSC; 2 – SG – Educação Empresarial 4 – Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL Florianópolis – SC – felipe@felipeperez.net
  2. 2. Organizações, Redes e Incubadoras de Empresas <ul><li>REDE – de armadilha a conexão digital </li></ul><ul><ul><li>Pesquisa social sobre redes sociais se iniciam ao fim da II Guerra Mundial e ganham fôlego após o fim da guerra fria (MARTELETO, 2001) ; </li></ul></ul><ul><li>Castells (2003) define como um conjunto abrangente de conexões entre elementos que têm relação de fato ; </li></ul><ul><li>Granovetter – Sociologia Econômica </li></ul><ul><li>DiMaggio e Powell – relacionando com práticas organizacionais </li></ul><ul><li>Mizruchi – Sociologia Estrutural (remonta a Durkheim, Marx e Simmel) </li></ul>
  3. 3. Organizações, Redes e Incubadoras de Empresas <ul><li>Destaca-se a relevância dos relacionamentos entre as organizações – capital de relacionamento (EDVINSSON, 2003) </li></ul><ul><li>Incubadoras empresariais </li></ul><ul><ul><li>Têm o potencial de fomentar este relacionamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Abrigam PMEs – que formam redes de cooperação na busca de objetivos comuns (BALLESTRIN; VARGAS, 2004) </li></ul></ul><ul><ul><li>Devem favorecer a aproximação entre empresas e universidades (LIMA; TEIXEIRA, 2001) </li></ul></ul><ul><ul><li>Empresas graduadas (após a incubação) devem manter o vínculo com as redes formadas na incubadora – mas estes laços são frequentemente rompidos (SERRA et al, 2008) </li></ul></ul>
  4. 4. Uso das Redes Sociais Digitais em Organizações <ul><li>Intraorganizacional </li></ul><ul><ul><li>Comunicação Interna </li></ul></ul><ul><ul><li>Formação de uma cultura compartilhada </li></ul></ul><ul><ul><li>Conectar profissionais de alto desempenho e com boas práticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Formar comunidades virtuais </li></ul></ul><ul><li>Interorganizacional / Extraorganizacional </li></ul><ul><ul><li>Conectar profissionais, especialistas, pesquisadores em busca de soluções e inovação </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover a colaboração com universidades, institutos de pesquisa, clientes e fornecedores com vistas à inovação aberta – Open Innovation </li></ul></ul><ul><ul><li>Marketing e relacionamento com o cliente – parte do controle está na mão dos clientes </li></ul></ul><ul><ul><li>Recrutamento e seleção – localização de especialistas, indicação e referências </li></ul></ul><ul><ul><li>(CROSS; THOMAS, 2009; MARTÍNEZ-TORRES et al ., 2010; ARCHIBALD; MCDERMONT, 2010; HASGALL; SHOHAM, 2007; PEREIRA, 2009; TERRA, 2009; BUGHIN et al , 2008; ALMIRAL; CASADESUS-MASANELL, 2010; BAIRD; GONZALEZ-WERTZ,2011; CARMICHAEL, 2011) </li></ul></ul>
  5. 5. O papel das lideranças nas organizações <ul><li>Todas as ações adotadas, todas as decisões a que um gestor está sujeito, são influenciadas por seu estilo de liderança </li></ul><ul><li>Blake e Mouton (1975) – Grid de Liderança </li></ul><ul><ul><li>Estilos : Autoridade-obediência; empobrecido; meio de estrada; country club </li></ul></ul><ul><li>Likert (1979) </li></ul><ul><ul><li>Estilos : autoritário-rígido; autoritário-benevolente; participativo-consultivo; participativo-grupal </li></ul></ul><ul><li>Atkins e Katcher (1973) – LIFO: Life Orientation </li></ul><ul><ul><li>Estilos : dá e apóia; toma e controla; mantém e conserva; adapta e negocia. </li></ul></ul><ul><li>Hesey e Blanchard (1986) – Liderança Situacional </li></ul><ul><ul><li>Posturas : Determinar; Persuadir; compartilhar; delegar </li></ul></ul>
  6. 6. Método <ul><li>Analisar a relação entre os estilos de liderança e o uso das redes sociais digitais nas organizações. </li></ul><ul><li>Abordagem quantitativa </li></ul><ul><li>Levantamento nas empresas incubadas física ou virtualmente no MIDI – Tecnológico, incubadora mantida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia – ACATE </li></ul><ul><li>Coleta de dados por meio de questionários eletrônicos com 15 questões fechadas e 6 abertas (não obrigatórias) </li></ul><ul><li>População: 20 empresas incubadas (2010); obtendo-se 17 questionários respondidos . </li></ul><ul><li>Dados quantitativos analisados por meio de estatística descritiva – teste Qui-quadrado (χ²) e qualitativos por análise de conteúdo </li></ul>
  7. 7. Análise dos resultados <ul><li>Incentivam relacionamentos informais e reconhecem o seu valor (65% - 77%) </li></ul><ul><li>Sabem que os colaboradores usam RSD (82%); não incentivam o uso profissional (35%);não orientam (70%); líderes usam para fins pessoais (60%) </li></ul><ul><li>O acesso só é restrito ou bloqueado em 6% das empresas; </li></ul><ul><li>Líderes caracterizam as empresas como democráticas e participativas; </li></ul><ul><li>Mas apresentam estilos rígidos, autoritários e coercitivos: “autoritário-rígido” / “autoritário benevolente”; “toma e controla” / “mantém e conserva”; “determinar”, e “persuadir” </li></ul>
  8. 8. Análise dos resultados - Ferramentas- <ul><li>LinkedIn – site de redes sociais mais utilizado (sendo usado somente pelos gestores); </li></ul><ul><li>Wikis (de uso interno): ferramenta mais comum (60%); </li></ul><ul><li>Fóruns (externos) (53%); blogs (47%). </li></ul><ul><li>A maior parte das empresas submente as publicações à aprovação prévia; </li></ul><ul><li>Os líderes acreditam que as Redes Sociais Digitais: </li></ul><ul><li>aumentam o compartilhamento de conhecimento (82%); </li></ul><ul><li>diminui a concentração dos colaboradores (47%); </li></ul><ul><li>prejudica a produtividade (24%); </li></ul><ul><li>pode colocar em risco informações estratégicas (35%); </li></ul>
  9. 9. Conclusões <ul><li>Líderes autoritários, mas efetiva utilização: evidencia o potencial de ação das Redes Sociais Digitais; </li></ul><ul><li>O uso se dá mediante regras, restrições e medidas procedurais, condizentes com estilo autoritário; </li></ul><ul><li>Muito embora o relacionamento por meio de RSD supere as restrições impostas, é duramente marcado pelas características de controle e dominação dos líderes; </li></ul>- O que tudo isso significa? A comunicação e o relacionamento por meio da Internet são capazes de subverter as normas e regulamentos, bem como os modelos instituídos de concentração de poder. (CASTELLS, 2001) O uso de RSD no contexto corporativo é inexorável, todavia, organizações onde prevaleçam posturas autocráticas e hierárquico-funcionais dificilmente poderão aproveitar todos os benefícios destas ferramentas, podendo comprometer o seu futuro (TERRA, 2009).
  10. 10. REFERÊNCIAS <ul><li>ALMIRALL, E.; CASADESUS-MASANELL, R. Open Versus Closed Innovation: A Model of Discovery and Divergence. The Academy Of Management Review (AMR) , v. 35, n. 1, p.27-47, jan. 2010. </li></ul><ul><li>ARCHIBALD, D; MCDERMOTT, R; ARCHIBALD, D. Harnessing your staff’s informal networks. Harvard Business Review , v. 88, n. 3, p.82-89, mar. 2010. </li></ul><ul><li>BALESTRIN, A.; VARGAS, L. M. A dimensão estratégica das redes horizontais de PMEs: Teorização e evidências. Revista de Administração Contemporânea : Edição Especial, São Paulo, p.203-227, 2004. </li></ul><ul><li>BLAKE, R. R.; MOUTON, J. S. O Grid Gerencial. São Paulo: Pioneira, 1975. </li></ul><ul><li>______. O Novo Grid Gerencial. São Paulo: Pioneira, 1986. </li></ul><ul><li>BUGHIN, J. et al. The next step in open innovation. Mckinsey Quarterly , New York, v. 4, p.112-122, 2008. </li></ul><ul><li>CROSS, R. THOMAS, R. Redes Sociais . São Paulo: Gente, 2009. </li></ul><ul><li>EDVINSSON, L. Longitude Corporativa: Navegando pela Economia do Conhecimento. São Paulo: M. Books do Brasil, 2003. </li></ul><ul><li>GRANOVETTER, M. Ação econômica e estrutura social: O problema da imersão. In: MARTES, Ana Cristina Braga. Redes e Sociologia Econômica. São Carlos: Edufscar, 2009. Cap. 1, p. 31-68. </li></ul><ul><li>______. The Strenght of Weak Ties. The American Journal of Sociology. Vol. 78, n. 6, p. 1360-1380, maio de 1973. </li></ul>
  11. 11. REFERÊNCIAS <ul><li>HEDIN, H. Market Intelligence Is Now More Socially Engaged. Information Today , [s.l.], p.20, abr. 2010. </li></ul><ul><li>HEDIN, Hans. Market Intelligence Is Now More Socially Engaged. Information Today , [s.l.], p.20, abr. 2010. </li></ul><ul><li>HERSEY, P.; BLANCHARD, K. H.. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986. 254 p. </li></ul><ul><li>HERSEY, P.; BLANCHARD, K. H.. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986. 254 p. </li></ul><ul><li>MARTÍNEZ-TORRES, M. R. et al . The role of Internet in the development of future software projects. Internet Research , [s.l.], v. 20, n. 1, p.72-86, 01 jan. 2010. Disponível em: <www.emeraldinsight.com/1066-2243.htm>. Acesso em: 17 mar. 2011. </li></ul><ul><li>MIZRUCHI, M. S. Análise de redes sociais: Avançoes recentes e controvérsias atuais. In: MARTES, Ana Cristina Braga. Redes e Sociologia Econômica. São Carlos: Edufscar, 2009. Cap. 4, p. 131-159. </li></ul><ul><li>POWELL, W. W.; SMITH-DOERR, L.. Networks and Economic Life. In: SMELSER, N. J.; SWEDBERG, R. (Comp.). The Handbook of Economic Sociology. 2. ed. Princerton, Nj: Princeton University, 2003. p. 379-402. </li></ul><ul><li>SERRA, F. R. et al . Inovação e redes de relacionamento na geração de conhecimento em incubadoras . globADVANTAGE Working Paper. N.º 14, p. 1-33, 2008. </li></ul><ul><li>TERRA, J. C. C. Gestão 2.0 . São Paulo: Campus Elsevier, 2009. </li></ul>

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