Lieracia, media, cidadania

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  • Boa tarde a todos e sejam bem-vindos! Vamos dar início ao Workshop “a essência é estar em rede – dinâmicas de utilização das redes sociais”. O meu nome é Paulo Faria e partilho a moderação deste workshop com Ádila Faria. Agradecemos, em primeiro lugar, o convite que nos foi feito pela Organização do Congresso Nacional Literacia, Media e Cidadania. O objecto do nosso trabalho para hoje é reflectir acerca da utilização das redes sociais. Pensamos, na estruturação deste workshop, começar por uma abordagem teórica, mas numa perspectiva reflexiva do nosso tempo, sobretudo centrado na a partir da escola. Há uma semana atrás na Futurália, o professor Paulo Dias lembrava um aspecto que me parece crucial: habitualmente aborda-se a inovação na educação, na perspectiva de que a tecnologia é um meio para a inovação. É isso que fazemos concerteza. Mas desafio que se nos coloca na integração das tecnologias vai muito além disso: a nossa função é reflectir e educar para inovar. Não é só trazer a tecnologia para inovar na educação, é exactamente o contrário: o nosso desafio é que estratégias, qual o pensamento que devemos construir para pensar a educação no sentido de sermos inovadores. Significa que temos que dotar as crianças, adolescentes e adultos de capacidades de competências para resolverem os problemas que lhes são colocados. Em virtude dos tempos que vivemos as respostas são difíceis, e por isso o caminho poderá muito bem ser por levar à reflexão contínua e à busca incessante por inovar, na escola, na universidade, no nosso trabalho seja ele qual for.
  • Os tempos que vivemos afirmam-se por uma cultura do efémero, do conjuntural, do precário, do utilitário, do curto prazo. Nesta perspectiva não há passado, nem futuro, mas sim a linha de horizonte segundo a personagem de um romance (a estrada) de Cormac McCarthy (2007), publicado pela Editora Relógio de Água em 2007. Agora todos compreendemos o que significa globalização: qualquer acontecimento regional pode ter um impacto incontrolável ao nível mundial. Recorde-se as implicações financeiras da banca norte-americana ou mesmo ao nível da propagação de doenças.
  • Alguns filósofos e pensadores expressam a mudança do mundo à partir das grandes navegações, dos transportes e das grandes conquistas técnicas e tecnológicas. A revolução industrial e os avanços da segunda guerra mundial na tecnologia e no aspecto produtivo, sem dúvida, contribuiram em muito para a evolução do mundo moderno, alterando a sociedade e a economia do planeta. Confesso que diante de vários estudos e pesquisas, vejo que o que mudou foi a comunicação, a evolução de processamento de informações, envolvidas no contexto intelectual e de máquinas providas de chips e microprocessadores que acumulam quantidades inimagináveis de textos e imagens. Veja-se o papel das redes…
  • 1.34
  • A tecnologia está hoje presente na nossa vida pessoal e profissional. Em boa verdade esta é parte integrante da nossa sociedade. Das pessoas aqui presentes, embora ligadas a ramos profissionais muito semelhantes, pensem na tecnologia que usamos todos os dias. A tecnologia da informação e da comunicação está presente em todas as actividades do dia a dia. É admirável como ninguém consegue ficar hoje sem o telemóvel umas horas. Faz parte praticamente do corpo, 24 horas ligado, ao lado da cama. O computador pessoal ou do trabalho, faz parte das rotinas pessoais e profissionais, o e-mail é o endereço mais continuo, o facebook, os sites, a televisão, o carro, home-banking, enfim, tudo depende das tecnologias de informação e comunicação. Para nós é muito exigente todo este acompanhamento. Porquê?
  • Há, precisamente, uma década Prensky (2001) criou duas expressões que se tornaram célebres, quando apelidou os adultos que usam as tecnologias de “digital immigrants” e as crianças que nascem nesta era de “digital natives”. Nessa altura defendia que o actual sistema educativo norte-americano já não respondia aos desafios da Sociedade do Conhecimento. Dentro das premissas, o que podemos fazer é tentar acompanhar a evolução e atualizarmo-nos , pois a tecnologia da informação veio para ficar e em definitivo, e alcançará modelos, produtos, soluções e cultura programática culminando em mudança de comportamento e da sociedade como conhecemos hoje.
  • Claro que os níveis de intimidade e aproximação se fazem a várias níveis.
  • Retomando o título do nosso workshop, A ESSENCIA É ESTAR EM REDE… A ESSÊNCIA É ESTAR LIGADO…
  • O autor salienta que as teorias de aprendizagem, como behaviorismo, cognitivismo e construtivismo, não exploram o impacto das tecnologias e das redes na aprendizagem, propondo uma teoria de aprendizagem para a era digital: o conectivismo. Siemens (2005) menciona que o conectivismo integra os princípios das teorias do caos, da rede, da complexidade e da auto-organização.
  • Cada vez se dá mais ênfase à colaboração, à dinâmica de grupo, à auto-regulação e à capacidade de liderança. O construtivismo social valoriza a negociação na construção de sentido com os outros (Bonk & Cunningham, 1998; Jonassen et al., 1995; von Glasersfels, 1996). Vygotsky (1978) também perspectiva a aprendizagem como um processo social, desenvolvendo o conceito de zona de desenvolvimento próximo.
  • Considera os seguintes 7 princípios do conectivismo. O Behaviorismo, o Cognitivismo e o Construtivismo (…) pertencem a um tempo em que a aprendizagem não beneficiava do tremendo impacto da tecnologia (…) não têm em conta os actuais ambiente sociais subjacentes ao processo de aprendizagem, nem outros aspectos muito relevantes, como sejam mobilidade profissional ao longo da vida, a importância da aprendizagem informal, a grande variedade de formas e meios de aprendizagem – através de comunidades de práticas, rede pessoais ou tarefas ligadas ao desempenho de uma profissão, desenvolvendo-se continuamente ao longo da vida.”
  • E agora? O que fazemos? Sabemos que as alterações de paradigma exigem um processo nada linear e muito menos pacífico. A inovação é um processo que exige uma grande abertura das pessoas e das instituições aos desafios aos tempos actuais. Simens com esta teoria ainda emergente manifestava estas e outras preocupações, de simbiose entre o virtual e o físico, entre o mundo do trabalho, a aprendizagem formal e a aprendizagem informal, contínua, permanente, face a uma cultura institucional universitária e educativa, em geral, que pareciam alheadas das grandes mudanças em curso.
  • O conectivismo, enquanto teoria de aprendizagem, baseia-se nos princípios das teorias da rede e teorias da complexidade e da auto-organização. A aprendizagem ocorre em ambientes extremamente complexos e em constante mudança e evolução. Para o conectivismo, o sujeito está sempre a adquirir novas informações (Siemens, 2004), daí a importância do estabelecimento e organização do conhecimento em rede, de forma a não se perder informação.
  • Em primeiro lugar: a ideia de rede social não é nova. Na verdade é um conceito usado há mais de um século. Recentemente ouvimos falar deste conceito ligado à Internet. Uma  rede social  é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns.
  • Depois de algum tempo, mostra e pode comentar. Depois de vermos as palavras de todos os presentes, alguém acrescentava ou retirava alguma das palavras? Construímos agora um campo semântico dos conceitos associados a rede social. Ádila 1- recolhe as principais palavras; 2. coloca no wordle;
  • Os media sociais. Os dispositivos móveis facilitaram o desenvolvimento das redes sociais pela sua divulgação e facilidade de acesso. Ao mesmo tempo, aumenta naturalmente o potencial de utilizadores dos sites. Às vezes somos redutores quando falamos nos medias sociais, mas há um conjunto grande de opções, conforme o que pretende o utilizador. Daqui salientamos o publish, share, social networks. As redes sociais influenciam o próprio desenvolvimento da Internet. Em 2004 nasceu o termo web 2.0 que sublinhava a importância que tinha cada utilizador na construção de informação que circula na internet. Um dos símbolos e é um marco que deriva dessa ideia é a Wikipédia, a encicloplédia onde todos podem contribuir e não apenas os especialistas. Os blogues primeiro pela grande adesão ao nível do ensino e depois O facebook teve a originalidade de revolucionar o mercado pela facilidade com que se interage. O Twitter tem a marca de ambos, com a nuance de limitar o espaço de comnicação a 140 caracteres, daí o nome de microblogging. Nos últimos tempos, uma das marcas mais relevantes dos sites são a procura de algum tipo de interacção com os visitantes dos seu espaço. Seja através de comentários, ou fazer seu seguidor. A palavra de ordem é interacção.
  • Este mapa configura a utilização das redes aos nível mundial. É de Fevereiro de 2011 e aponta para o Facebook com mais de 640 milhões de utilizadores. Eu acho que estou certo em dizer que o Facebook está actualmente no auge de sua fama / visibilidade: mais do que uma plataforma social, tornou-se um fenômeno social (O mundo é obcecado com Facebook).
  • Outros dados que podem ser relevantes
  • Depois de mostrar as redes a que pertence, cada pessoa vai dizer as razões pela qual se encontra na rede, nomeadamente se alguém utiliza a rede com fins profissionais.
  • A este propósito, recuperamos um dos exemplo paradigmático desta força latente na rede!
  • Manuel Castells, sociólogo e especialista em comunicação. Argelia y Jordania, Iemen, Egipto, Líbia…
  • Para além dos aspectos sociais e políticos dos exemplos apresentados que não nos cabe agora aqui discutir, a rede proporciona-nos
  • A qualidade da nossa comunicação é um critério-chave para aferir da utilidade e da qualidade do uso das redes sociais na vida de cada um.
  • Num texto notável do professor Dias de Figueiredo (2001), publicada em Novo Conceito, Nova Aprendizagem, publicado pela Gulbenkian e com outros textos de grande valor como o de Edgar Morin (sete saberes) ou o testemunho de Papert, fala-nos É um futuro que exige que nos libertemos de visões estagnadas sobre o que são a educação e os contextos que ela deve oferecer, uma reconcepção desses contextos para encontrar novos equilíbrios, um exercício permanente da criatividade e uma abertura para novos paradigmas.
  • Devido à facilidade de acesso criada pela rede, uma nova abordagem vem ganhando terreno, a conectividade, que exige aos professores e aos alunos a capacidade de lidarem com o conhecimento na rede. Com o conhecimento na Internet, segundo Albion e Maddux (2007). Falamos então no impacto dos meios digitais na vida das pessoas.
  • Os direitos de autor ou até o impacto das informações partilhadas, são aspectos que nem sempre parecem devidamente acautelados, mas é importante arranjar mecanismos de filtragem e de hierarquização. Cada vez mais é importante reconhecer a fiabilidade das fontes e dar conta do seu autor. A geração actual também já foi apelidada de copy/paste. De factor creio que na maior dos casos nunca foi ensinado como se pesquisa na web. No paasado pesquisavamos limitados à biblioteca, e a alguns livros de referência. Neste âmbito é necessário conduzir a aprender novas formas de pesquisar. Por exemplo, o primeiro resultado do motor de bisca não é necessariamente o mais importante. Depois é necessa´rio saber cruzar, confrontar informação.
  • Dizer que a aprendizagem é colaborativa significa que esta se faz em contextos de práticas sociais que implicam a colaboração entre iguais e destes com os adultos que, em princípio, se tornam os tutores que modelam progressivamente determinados conhecimentos e atitudes.
  • Surgiu há pouco tempo um estudo feito em 10 países promovido por uma empresa (AVG) de programas de protecção de computadores e publicado na CNN que dava conta que pais e outros familiares publicavam fotografias das crianças na Internet antes dos dois anos de idade.
  • Há outros espalos, mas gostaria de destacar este, coordenado pelo Tito de Morais.
  • Cooperativo Colaborativo Dispobilizar conteúdos Divulgar actividades Eventos Espaço de intervenção da comunidade
  • Lieracia, media, cidadania

    1. 2. A essência é estar em rede – dinâmicas de utilização das redes sociais Ádila Faria [email_address] Paulo Faria [email_address]
    2. 3. <ul><li>PRIMEIRA PARTE </li></ul><ul><li>A essência é estar ligado … </li></ul><ul><li>Da Conectividade ao Conectivismo. </li></ul><ul><li>A vez das Redes Sociais. </li></ul><ul><li>A Segurança na Rede. </li></ul><ul><li>SEGUNDA PARTE </li></ul><ul><li>O que faço na rede? Exemplo de utilização do Ning . </li></ul><ul><li>Desenho de uma actividade ou de um espaço virtual. </li></ul>
    3. 4. A essência é estar ligado … “ As pessoas estavam sempre a preparar-se para o futuro. Eu não acreditava nisso. O futuro não se estava a preparar para elas. O futuro nem sabia que elas existiam.” Cormac McCarthy, A Estrada (2007, p.112)
    4. 5. Umas das marcas da sociedade actual é a rapidez com que se assiste às alterações científicas e tecnológicas. Estas conquistas tecnológicas fazem cada vez mais parte dos gestos mais insignificantes do dia-a-dia.
    5. 8. Prensky (2001)
    6. 10. Devido à facilidade de acesso criada pela rede, uma nova abordagem vem ganhando terreno, a conectividade.
    7. 11. Da Conectividade ao Conectivismo A conectividade caracteriza o estar do sujeito na rede . É uma capacidade imprescindível na economia do conhecimento. Saber o que conectar, a que conectar , passou a ser uma capacidade basilar, perspectivada por vários autores. (Castells e Simens)
    8. 12. As teorias de aprendizagem, como behaviorismo, cognitivismo e construtivismo, não exploram o impacto das tecnologias e das redes na aprendizagem , propondo uma teoria de aprendizagem para a era digital: o conectivismo. Siemens (2005)
    9. 13. O conectivismo assenta no facto de que as decisões a tomar se baseiam em informações que também estão em constante mudança.
    10. 14. George Simens considera sete princípios do conectivismo: - a aprendizagem e o conhecimento baseiam-se na diversidade de opiniões; - a aprendizagem é um processo de conexão de nós especializados ou fontes de informação; - a aprendizagem pode estar em aplicativos não humanos; - a capacidade para conhecer mais é mais crítica do que o que é conhecido; - criar e manter conexões é necessário para facilitar uma aprendizagem contínua ; - a capacidade para identificar conexões entre áreas, ideias e conceitos é crucial; - actualização é a intenção de todas as actividades de aprendizagem conectivistas; - a tomada de decisão é em si um processo de aprendizagem: escolher o que aprender e prever as consequências da nova informação no real que vai ser alterado.
    11. 15. E, agora?
    12. 16. E agora?
    13. 17. A vez das Redes Sociais As novas realidades implicam alteração de paradigmas nos processos como gerimos a informação e o conhecimento – há uma nova relação o saber . Construímos o conhecimento em interacção – na rede
    14. 18. Rede Social
    15. 19. ACTIVIDADE 1. Cada uma das pessoas presentes vai escrever no máximo três palavras para expressar o que entende por Rede Social.
    16. 20. As redes sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo:
    17. 22. As redes sociais e a evolução tecnológica
    18. 24. Portugal ocupa o 18.º lugar  com 5,2 milhões de utilizadores. Fonte: Internet World Stats, 2010
    19. 25. Fonte: Pordata
    20. 26. <ul><li>ACTIVIDADE 2. </li></ul><ul><li>Cada membro escreve o nome da rede (s) em que participa. </li></ul><ul><li>Que tipo de utilização lhe dá: pessoal, profissional? </li></ul>
    21. 27. O que une as redes sociais?
    22. 28. Um ponto em comum entre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objectivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais reflecte um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, num contexto de maior participação democrática e mobilização social. http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social
    23. 30. “ El poder de la gente es mucho más grande que la gente en el poder.” Wael Ghonim http://www.dreig.eu/caparazon/2011/03/06/nadie-que-este-diariamente-en-las-redes-sociales-es-la-misma-persona-ni-aqui-ni-en-los-paises-arabes/
    24. 32. Nas transformações ocorridas no mundo árabe, as tecnologias, nomeadamente as Redes Sociais, tiveram um papel fundamental sobretudo na mobilização dos pessoas e ultrapassam a censura naqueles regimes. Manuel Castells afirma que talvez tenha acontecido uma das maiores transformações que a Internet tenha facilitado.
    25. 35. <ul><li>Algumas potencialidades da rede… </li></ul><ul><ul><li>Divulgar uma iniciativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Apelar a uma causa </li></ul></ul><ul><ul><li>Recordar o aniversário de uma pessoa </li></ul></ul><ul><ul><li>Procurar emprego </li></ul></ul><ul><ul><li>Acompanhar uma actualidade (produtos, bens, serviços)… </li></ul></ul><ul><ul><li>Partilhar fotografias e vídeos </li></ul></ul><ul><ul><li>Manifestar estados de espírito </li></ul></ul><ul><li>(in Internet e Redes Sociais (2011). Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto) </li></ul>
    26. 36. ACTIVIDADE 4. As Redes facultam-nos a oportunidade de comunicar mais. Comunicamos hoje realmente melhor?
    27. 37. 3.5 Os desafios à Sociedade e à Escola “ O problema reside em que alguns professores têm uma concepção romântica sobre os processos que determinam a aprendizagem e a construção de conhecimento e concomitantemente do uso das tecnologias no acto de ensinar e aprender . Pensam que é suficiente colocar os computadores com algum software ligados à Internet nas salas de aula que os alunos vão aprender e as práticas se vão alterar. Sabemos que não é assim”. (Guilhermina Miranda, 2007). http://www.youtube.com/watch?v=Mirxkzkxuf4&feature=player_embedded
    28. 38. <ul><li>Devido à facilidade de acesso criada pela rede, emergem três pilares: </li></ul><ul><ul><li>direitos de autor e plágio; </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul><ul><li>Sobre este último ponto, os autores defendem que se o conhecimento está na rede. </li></ul><ul><li>Albion e Maddux (2007) </li></ul>
    29. 39. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio; </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
    30. 40. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio, </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
    31. 41. <ul><ul><li>direitos de autor e plágio, </li></ul></ul><ul><ul><li>desenvolvimento de capacidades e competências para colaboração efectiva </li></ul></ul><ul><ul><li>a avaliação (do aluno). </li></ul></ul>
    32. 42. http://edition.cnn.com/2010/TECH/social.media/10/07/baby.pictures/index.html A Segurança na Rede
    33. 44. Qual será a idade para deixar uma criança criar o seu próprio espaço numa rede social?
    34. 45. O que faço na rede? Exemplo de utilização do Ning .
    35. 46. O que nos diz?
    36. 47. Ning é uma plataforma online que permite ao utilizador criar as suas próprias redes sociais. Cada usuário pode criar a sua própria rede social e aderir a redes de usuários que partilhem os mesmos interesses. Ao contrário de redes generalistas como o Hi5 ou Facebook , que condicionam a rede social à interacção pessoal, o Ning permite o compartilhamento de interesses específicos . http://en.wikipedia.org/wiki/Ning
    37. 48. O Ning é agora uma plataforma paga. Os encargos do Ning estão de acordo com o número de utilizadores que se pretende agrupar, com a sua capacidade e com algumas funcionalidades.
    38. 49. Espaço extraordinário para comunicar, divulgar e partilhar as nossas experiências e conquistas do dia-a-dia na educação pré-escolar e desenvolvimento pessoal docente. http:// janelajardim.ning.com
    39. 51. Grupos temáticos
    40. 52. Estrutura do Fórum de Discussão
    41. 53. Membros
    42. 54. Chat
    43. 55. Correio interno: caixa de entrada
    44. 60. <ul><li>Desenho de uma actividade ou de um espaço virtual </li></ul><ul><ul><li>Definir o objectivo </li></ul></ul><ul><ul><li>O tipo de rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Dinâmicas de utilização </li></ul></ul><ul><ul><li>Cuidados com a segurança </li></ul></ul>
    45. 61. Bibliografia Consultada: Prensky, M. (2001) Digital Natives, Digital Immigrants. McCarthy, Cormac (2007). A estrada. Lisboa: Relógio de Água, p. 112. Albion, P & Maddux, C. (2007). Networked Knowledge: Challenges for Teacher Education. Journal of Technology and Teacher Education, 15, 3, pp. 303-310. Siemens, G. (2005). Connectivism: A learning theory for the digital age. International Journal of Instructional Technology & Distance Learning, 2.

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