Apresentação curso pic básico fbs eletrônica

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Apresentação curso pic básico fbs eletrônica

  1. 1. Linguagem C Aplicações baseadas no KIT PIC Básico 28P
  2. 2.  Estrutura básica de um microcontrolador;  O PIC16F883;  MPLAB IDE;  Linguagem C;  Manipulação de I/O;  Timers;  Interrupções;  Conversor A/D;  Comunicação Serial;  Manipulação de memória EEPROM;  Projeto.
  3. 3.  Sistema Decimal ◦ Composto por algarismos de 0 a 9 (base 10) Para representar uma quantidade por exemplo: 764d = 7*102 + 6*101+ 4*100 = 700 + 60+ 4 = 764
  4. 4.  Sistema Binário ◦ Composto pelo algarismos 0 e 1(base 2). Para representar uma quantidade utiliza estes dois algarismos, por exemplo: 10101011b = 1*27 + 0*26 +1*25 +0*24 +1*23+0*22 + 1*21 + 1*20 = 128 + 0 + 32 + 0 +8 + 0 + 2 + 1 = 171(base 10)
  5. 5.  Sistema Hexadecimal ◦ Composto por 16 algarismos (base 16) de 0 a F, ou seja: ◦ 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,A,B,C,D,E,F. Para representar uma quantidade em hexadecimal: 5DCh = 5*162 + D*161 +C*160 0 = 5*256+ 13*16 +12 = 1500 (base 10)
  6. 6.  Bit: 0 ou 1;  Nibble: 4bits;  Byte : 8 bits;  Word: 16 bits.
  7. 7.  AND ou ‘E’:
  8. 8.  OR ou ‘OU’:
  9. 9.  NOT ou ‘Não’:
  10. 10.  XOR ou ‘OU-EXCLUSIVO’:
  11. 11.  Basicamente, um microcontrolador é constituído de quatro partes: ◦ Memória de programa; ◦ Memória de dados; ◦ Unidade lógica Aritmética (ULA); ◦ Portas de I/O (Entrada e Saída);
  12. 12.  Von-Neumann
  13. 13.  Harvard
  14. 14.  O PIC16F883 apresenta a seguintes características: • 28 pinos sendo 24 para I/O; • Freqüência máxima de operação: 20 MHz; • Memória de programa: 4 Kwords; • Memória de dados: 256 bytes; • Memória EEPROM: 256 bytes; • Numero de Interrupções: 15; • 3 Timers (2 X 8 bits, 1 X 16 bits); • Comunicação serial: I2C, SPI, EUSART; • 11 canais analógicos de 10 bits; • 2 comparadores analógicos; • 2 módulos CCP(capture, compare e PWM); • 35 instruções.
  15. 15.  Freqüência do oscilador principal dividida por 4; Exemplo: fosc = 4MHz ciclo de máquina = fosc /4 = 4Mhz / 4 = 1Mhz tciclo = 1/1Mhz = 1µs
  16. 16.  Os microcontroladores PIC possuem alguns modos de osciladores disponíveis para operação. Tipos de osciladores: RC - RC externo; INTOSC - RC interno; EC - fonte clock externa; HS - cristal/ressonador de alta frequência (acima de 4MHZ); XT - cristal/ressonador de média frequência; LP - cristal/ressonador de baixa frequência(32 KHz)
  17. 17. RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 CEXT REXT
  18. 18. RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 XTAL C1 C2
  19. 19. São divididas em 3 tipos:  ROM –> Memória de Programa  RAM -> Memória de Dados  EEPROM -> Memória de Armazenamento
  20. 20.  Memória do tipo FLASH;  Dividida em duas páginas;  Vetor de reset;  Vetor de interrupção;
  21. 21.  Memória do tipo RAM;  Classificada em registradores de uso geral e de uso específico;  Dividida em bancos;
  22. 22.  Memória não volátil;  Usada para armazenar valores que não podem ser perdidos;  Escrita e apagada eletricamente;  256 bytes;
  23. 23.  Reset externo;  Quando aplicado nível baixo ocorre o reinicio do programa;  Pino 1 – RE3/MCLR RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 R1 10K
  24. 24.  Cão de guarda;  Contador de 8 bits;  Utilizado para verificar se o programa travou;  Reinicia(RESET) o microcontrolador quando ocorre overflow da contagem;  Seu valor deve ser reiniciado durando o fluxo do programa;
  25. 25.  Detecta baixa tensão de alimentação;  Tensões configuráveis : 4 V ou 2.1 V;  Caso tensão caia abaixo do valor configurado, ocorrerá um reset no software;
  26. 26.  Circuito interno que retarda o inicio da execução do programa;  Garante estabilização da tensão de alimentação;  Tempo: cerca 64ms após o pino MCLR ser colocado em nível alto;
  27. 27.  Criar projeto, inserir código fonte, compilar e gravar no KIT.
  28. 28.  Características: ◦ Estruturada; ◦ Alto nível (comparada ao Assembly); ◦ Facilidade de acesso ao hardware; ◦ Portabilidade; ◦ Curva de aprendizagem reduzida; ◦ Reutilização de código;
  29. 29.  São Utilizados para: ◦ Documentação do software; ◦ Exclusão de linhas durante a compilação.  Comentários de linha simples: //este é um comentário de linha simples  Comentários de Múltiplas linhas: /* este é um comentário de múltiplas linhas */
  30. 30.  Nomes dados a variáveis, funções ou outros elementos;  São compostos por caracteres alfanuméricos ou numéricos;  Somente podem ser iniciados por uma letra ou ‘_’, nunca por número;  Podem possuir até 32 caracteres;  Exemplo: ◦ temperatura; ◦ _tempo1; ◦ velocidade_angular;
  31. 31.  Não podem ser utilizadas como identificadores auto break case char const continue default do double else enum extern float for goto if int long register return struct switch typedef union unsigned void volatile while
  32. 32. Tipo Tamanho em bits Intervalo char 8 0 a 255 int 8 0 a 255 float 32 -1.5 x 1045 to 3.4 x 1038 void 0 Nenhum valor
  33. 33.  signed ◦ signed int variavel_x;  unsigned ◦ unsigned int variavel_x  short ◦ short int flag_x;  long ◦ long int variavel_x;
  34. 34.  int1: especifica valores de 1 bit (equivale ao short int);  boolean: especifica valores de 1 bit (equivale ao short int e int1);  int8: especifica valores de 8 bits (equivale ao tipo int padrão);  byte: especifica valores de 8 bits ( equivale ao int e ao int8);  int16: especifica valores de 16 bits ( equivale ao long int);  int32: especifica valores de 32 bits.
  35. 35.  Bases: ◦ Binária; ◦ Octal ; ◦ Decimal; ◦ Hexadecimal:  Exemplo: Representação do numero 50 nas diferentes bases: ◦ 50 - Decimal ◦ 0x32- Hexadecimal ◦ 0b00110010 - Binário ◦ 062- Octal
  36. 36.  Declaração: ◦ const int valor1 = 100; ◦ #define valor1 100  São declaradas no inicio do programa, fora de qualquer função.
  37. 37.  Declaração: ◦ tipo nome_da_variável; ◦ tipo nome_da_variável = valor_da_variável;  Exemplo: declarar a variável chamada temperatura, sendo de 8 bits não sinalizada: unsigned int temperatura; Ou apenas: int temperatura;  Iniciando variáveis do mesmo tipo em linha única: int temp1, temp2, temp3; ou int temp1=10, temp2 = 20, temp3 = 30;
  38. 38.  São declaradas dentro do corpo de funções ou blocos de código;  Disponíveis apenas dentro do bloco ou função onde foi declarada;  Exemplo: void main() { int valor; //declara a variável local da função main valor =0; //inicia com 0 while(true) //loop infinito { printf(“%d”, valor++); //imprime o valor incrementado //da variável na serial } }
  39. 39.  Declaradas fora do corpo de qualquer função;  Todas as funções podem alterar ou usar o seu valor;  Exemplo: int valor; //variável global void verifica_valor(void) //função para verificar o valor do ad lido { if(valor < 127) // se valor for menor que 127 RB0 = 1; //liga RB0 } void main() //função principal { valor = read_adc(); //le valor do ad verifica_valor(); //chama função para verificar valor }
  40. 40.  Linguagem C possui grande quantidade de operadores;  Operadores de alto e baixo nível;  Tipos: ◦ Atribuição; ◦ Aritméticos; ◦ Relacionais; ◦ Lógicos; ◦ Lógicos bit a bit;
  41. 41.  Representado pelo caracter: “=“;  Utilizado para atribuir um determinado valor a uma variável.  Exemplo: ◦ x = 10; ◦ y = x+3;
  42. 42.  Realizam operações matemáticas; OPERADOR AÇÃO + Adição - Subtração * Multiplicação / Divisão % Resto de divisão inteira ++ Incremento -- Decremento
  43. 43.  operador % : x = 5%2;  Operador ++; x = 1; x++;  Operador --; x = 10; x--;
  44. 44.  Usados em testes condicionais para determinar relações entre dados. OPERADOR AÇÃO > Maior que >= Maior ou igual que < Menor que <= Menor ou igual que == Igual a != Diferente de
  45. 45.  São usados para realizar testes booleanos entre elementos em um teste condicional OPERADOR AÇÃO && AND (E) || OR (OU) ! NOT (NÃO)
  46. 46.  São utilizados para operações lógicas entre elementos ou variáveis. OPERADOR AÇÃO & AND(E) | OR(OU) ^ XOR (OU EXCLUSIVO) ~ NOT (NÃO) >> Deslocamento à direita << Deslocamento à esquerda
  47. 47.  Abreviação entre a operação e atribuição Forma expandida Forma reduzida x = x + y x += y x = x - y x -= y x = x * y x *= y x = x / y x /= y x = x % y x %= y x = x & y x &= y x = x | y x |= y x = x ^ y x ^= y x = x << y x <<= y x = x >> y x >>= y
  48. 48.  São divididas em dois grupos:  Testes condicionais;  Estruturas de repetições;
  49. 49.  Utilizada para executar um comando ou bloco de comandos no caso de uma determinada condição ser avaliada como verdadeira.  Forma geral: ◦ if(condição) comando;  Exemplo: ◦ if(temperatura < setPoint) RELE = 1;
  50. 50.  Utilizado quando há a necessidade de tomar uma ação caso a condição for avaliada como falsa. if (condição) comandoA; else comandoB; Exemplo: if (temperatura < setpoint) rele = 1; else rele = 0;
  51. 51.  Para executar um bloco de códigos dentro da declaração if- else: if(condição) { comandoA1; //bloco de código para a condição verdadeira comandoaA2; ... comandoAn; } else { comandoB1; //bloco de código para a condição falsa comandoB2; ... comandoBn; }
  52. 52.  É utilizado para a realização de comparações sucessivas de uma forma elegante, clara e eficiente. switch(variável) { case constante1: comandoA; . . . break; case constante2: comandoB; . . . break; . . . . . . default: comandoX; }
  53. 53.  Exemplo switch(caracter_recebido) { case ‘1’: LED1 = 1; break; case ‘2’: LED2 = 1; break; default: LED1 = 0; LED2 = 0; }
  54. 54.  Estrutura de repetição mais utilizada, sendo muito poderosa na Linguagem C  Forma geral: for( inicialização;condição;incremento) comando; Ou for( inicialização;condição;incremento) { Comando1; Comando2; . . . ComandoN; }
  55. 55.  Exemplo for(x = 0;x <11;x++) { printf(“ %d x 10 = %d”,x, x*10); }
  56. 56.  Repete um comando ou um conjunto de instruções enquanto uma condição for avaliada como verdadeira.  Forma geral: while(condição) { comando1; comando2; ... comandoN; }
  57. 57. x = 0; while(x<10) { LED = 1; delay_ms(500); LED = 0; delay_ms(500); x++; } while(1); while(!RA0); Exemplos
  58. 58.  Tem o funcionamento ligeiramente diferente do while.  Forma geral: do { comandoA; comandoB; ... comandoN; } while (condição);
  59. 59.  Exemplo do { led = 1; delay_ms(500); led = 0; delay_ms(500); x++; }while(x<10);
  60. 60.  Funções são grupos de instruções que podem ser utilizados uma ou mais vezes sem a necessidade de repetir a digitação do código;  Em todo programa C existe ao menos uma função – função main();
  61. 61.  Características de funções ◦ programa fica mais legível e melhor estruturado; ◦ Reutilização de código; ◦ Cada função tem um nome único; ◦ Os nomes de funções seguem as mesmas regras de nomenclatura para variáveis; ◦ Podem ter qualquer nome exceto main.
  62. 62.  O formato geral de uma função é: Tipo_da_função nome_da_função (parâmetros) { //bloco de comandos Comando1; Comando2; ... return; }
  63. 63.  Tipo da função -> especifica o tipo de dado de retorno;  Nome da função -> identifica a função e é o nome utilizado para a chamada da mesma.  Parâmetros - > são argumentos onde são passados para que a função utilize durante sua execução;
  64. 64.  Exemplo int calcula_media(int A, int B) { int media; media = (A + B)/2; return media; } void main (void) { int nota_final; int nota1, nota2; nota1 = 5; nota2 = 9; nota_final = calcula_media(nota1, nota2); }
  65. 65.  O compilador CCS possui varias funções prontas que auxiliam em: ◦ Manipulação de I/O; ◦ Configuração de registradores; ◦ Leitura do conversor A/D; ◦ Configuração e uso dos timers; ◦ Delays; ◦ PWM; ◦ Matemáticas; ◦ .....
  66. 66.  output_low() ◦ output_low (PIN_B1); // coloca o pino RB1 em 0  output_high() ◦ Output_high (PIN_A0); // coloca o pino RA0 em 1  output_bit() ◦ Output_bit (pin_A0, 0);// coloca o pino RA0 em 0  output_x() ◦ output_b (0xFF); // escreve o valor 0xFF no PORTB  input() ◦ x = input(PIN_A0); // lê o estado do pino RA0  input_x() ◦ x = input_b(); // lê o estado do PORTB
  67. 67.  delay_cycles() ◦ delay_cycles (1); // aguarda 1 us.  delay_us() ◦ Delay_us (1); // aguarda 1 us.  delay_ms() ◦ delay_ms (1); // aguarda 1 ms.
  68. 68.  setup_adc_ports() ◦ setup_adc_ports (AN0);//define RA0 como entrada analógica  set_adc_channel () ◦ set_adc_channel(2); //seleciona canal 2 para conversão  read_adc () ◦ valor = read_adc(); //le o resultado da conversão  adc_done () ◦ while (!adc_done()); //fica em loop até o fim da conversão
  69. 69.  #asm #endasm Permite a inclusão de código assembly. Exemplo: #asm bsf PORTB,3 // estas duas instruções geram um pulso nop bcf PORTB,3 // no pino RB3. #endasm
  70. 70.  #case ◦ Ativa a distinção entre caracteres maiúsculos/minúsculos.  #define ◦ Utilizado para substituir valores por identificadores ou até mesmo macro comandos. Exemplo: #define BT1 RB0 #define liga_led RC0 = 1
  71. 71.  #include ◦ Insere arquivos externos  Exemplo:  #include <16F883.h>  #include "PIC16F883_SFR.h“  #ROM ◦ Armazena valores na EEPROM durante a gravação  Exemplo:  #rom 0x2100 = { 0x00, 0x25};
  72. 72.  #fuses ◦ Configura os fusíveis de funcionamento ◦ Exemplo:  #fuses XT,NOMCLR,NOWDT,NOPROTECT,PUT,NOBROWNOUT,NOLVP  Alguns Fusíveis disponíveis para o PIC16F883:  1.00 XT Crystal osc <= 4mhz  1.00 EC_IO External clock  1.03 NOWDT No Watch Dog Timer  1.03 WDT Watch Dog Timer  1.05 NOMCLR Master Clear pin used for I/O  1.05 MCLR Master Clear pin enabled  1.06 PROTECT Code protected from reads  1.07 NOCPD No EE protection  1.07 CPD Data EEPROM Code Protected  1.08 NOBROWNOUT No brownout reset
  73. 73.  #ifdef #endif ◦ Permite compilação condicional  Exemplo: #define OK . . #ifdef OK delay_ms(200); #endif
  74. 74.  #INT_XXXX ◦ Indica para o compilador que o trecho a seguir refere-se a uma rotina de interrupção  Algumas das interrupções reconhecidas são: ◦ INT_EXT (RB0/Int) ◦ INT_TIMER0 (Timer 0) ◦ INT_RB (RB4~7) ◦ INT_EEPROM (EEPROM interna) ◦ INT_AD (Conversor A/D interno) ◦ INT_DEFAULT (Caso entre na rotina de interrupção por engano)
  75. 75.  #use delay ◦ Informa o clock do sistema  Exemplo:  #use delay (clock=4000000)  #byte ◦ Permite o acesso a posições de RAM (Registros e memória geral) pela indicação de seu endereço real  Exemplo:  #byte PORTB = 0x06
  76. 76.  #bit ◦ Usado para definir um identificador para um bit de uma variável já definida. ◦ Exemplo:  int flags; #bit ST_BT1 = flag.0
  77. 77.  PIC Básico 28 P
  78. 78.  Permitem a comunicação com o mundo exterior;  Organizados por PORTs;  Podem ser definidos como entrada ou saídas conforme a necessidade;  Dois registradores para manipulação: TRISX e PORTX;
  79. 79.  Configurando direção do PINO: ◦ Registrador TRISX 0 = pino configurado como saída; 1 = pino configurado como entrada; Exemplo: TRISA = 0b00000001; //define o RA0 como entrada digital
  80. 80.  Lendo o estado do pino: if(RA0 == 0) //se pino RA0 estiver com valor zero comandoX; //executa comando x  Lendo estado do PORT inteiro: int valor; valor = PORTA; If(PORTB == 128) //se Pino RB7 igual a 1 comandoY; //executa comando Y
  81. 81.  Hardware: R1 10K + 5V RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883
  82. 82. RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 R1 330R D1 LED-RED  Esquema 1
  83. 83. Esquema 2 RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 R1 330R D1 LED-RED +5V
  84. 84.  Execute o exemplo 1 e teste no KIT. Verifique seu funcionamento.  Simular no MPLAB.
  85. 85.  Desenvolva uma aplicação onde faça a leitura dos quatros botões e ligue os LEDS em código binário para indicar qual tecla foi pressionada.
  86. 86.  Quando uma tecla é pressionada gera um certo ruído:  Esse ruído pode causar interferência no software.
  87. 87.  O exemplo 2 exibe como ler uma tecla usando técnica de Debounce.
  88. 88.  Faça a leitura das 4 teclas usando a técnica de DEBOUNCE de teclas. Os botões deverão ter as seguintes funções:  BT1 – incrementa valor nos leds;  BT2 – decrementa valor nos leds;  BT3 – zera valor dos leds;  BT4 – inverte estado do RELE;
  89. 89. RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 R1 330R R2 330R R3 330R R4 330R R5 330R R6 330R R7 330R
  90. 90. RA0/AN0/ULPWU/C12IN0- 2 RA1/AN1/C12IN1- 3 RA2/AN2/VREF-/CVREF/C2IN+ 4 RA4/T0CKI/C1OUT 6 RA5/AN4/SS/C2OUT 7 RB0/AN12/INT 21 RB1/AN10/P1C/C12IN3- 22 RB2/AN8/P1B 23 RA7/OSC1/CLKIN 9 RA6/OSC2/CLKOUT 10 RC0/T1OSO/T1CKI 11 RC1/T1OSI/CCP2 12 RB7/ICSPDAT 28 RB6/ICSPCLK 27 RB5/AN13/T1G 26 RB4/AN11/P1D 25 RC7/RX/DT 18 RC6/TX/CK 17 RC5/SDO 16 RC4/SDI/SDA 15 RC3/SCK/SCL 14 RC2/CCP1/P1A 13 RA3/AN3/VREF+/C1IN+ 5 RB3/AN9/PGM/C12IN2- 24 RE3/MCLR/VPP 1 U1 PIC16F883 R1 330R R2 330R R3 330R R4 330R R5 330R R6 330R R7 330R +5V
  91. 91.  Tabela para display cátodo comum
  92. 92.  O Exemplo 3 mostra como acionar displays de 7 segmentos.
  93. 93.  Desenvolva uma aplicação para que o valor no display seja incrementado ao apertar uma determinada tecla e decrementado quando pressionado outra e uma outra tecla para reiniciar o valor da contagem do display. O valor deve ir de 0 a 9.
  94. 94.  Periféricos internos ao microcontrolador  São utilizados para: ◦ Contagem de tempos; ◦ Contagem de eventos;  O PIC16F883 possui 3 timers: ◦ Timer0 - > 8 bits ◦ Timer1 - > 16 bits ◦ Timer2 -> 8 bits
  95. 95.  Temporizador/ contador de 8 bits;  Diagrama de Blocos:
  96. 96.  Registradores associados:
  97. 97.  Temporizador / Contador de 16 bits
  98. 98.  Registradores associados:
  99. 99.  Temporizador de 8 bits
  100. 100.  Registradores associados:
  101. 101.  O exemplo 4 exibe como usar o TIMER1 para criar uma base de tempo para um temporizador.
  102. 102.  Utilize o TIMER0 para criar uma base de tempo para piscar um LED ou mais LEDs, faça o mesmo utilizando o TIMER2 obs.: Base de tempo de 1 segundo
  103. 103.  Eventos assíncronos;  Desvia o programa automaticamente para o vetor de interrupção (0x04);  São classificadas em dois grupos: ◦ Convencionais ; ◦ Periféricos;
  104. 104.  O exemplo 5A exibe a forma de se tratar interrupção com base no fluxograma de tratamento e o exemplo 5B exibe uma forma utilizando os recursos do compilador para tratamento da interrupção.  Os exemplos exibirão como usar a interrupção para a multiplexação de display de sete segmentos e os LEDS que estão ligados no mesmo barramento de dados usando a técnica de varredura, ou seja, acenderemos um display por vez: primeiro o display 1, depois o display 2 e depois os LEDS e assim repetidamente.  Para que não percebermos o liga e desliga dos displays trabalharemos com uma freqüência de varredura de aproximadamente 80 Hz, pois acima de 50 Hz temos a impressão de todos os displays ligados ao mesmo tempo.
  105. 105.  Com base nos exemplos anteriores crie um contador de segundos usando o TIMER0 para a varredura dos displays e o TIMER1 para a base de tempo de um segundo. Utilize interrupções para esse processo. O contador deve ir de 0 a 59 e quando chegar em 60 deve-se reiniciar os displays e incrementar os LEDS.
  106. 106.  Converte um sinal analógico em digital;  Resolução é dada por: Vref : tensão de referência do conversor n : numero de bits do conversor
  107. 107.  Características ◦ Conversor de 10 bits; ◦ 11 canais disponíveis; ◦ Referência interna; ◦ Referência externa; ◦ Conversor por aproximações sucessivas; ◦ Freqüência de conversão ajustável por software; ◦ Interrupção associada ao termino da conversão.
  108. 108.  Primeiramente configura a direção do pino como entrada no registrador TRISX correspondente.  Definir o pino como entrada analógica ◦ Registradores:  ANSEL e ANSELH Exemplo:  TRISA = 0b00000001; //pino RA0 como entrada  ANSEL = 0b00000001; //pino RA0 funcionando como AN0
  109. 109.  Clock
  110. 110.  Resultado da conversão
  111. 111.  O exemplo 6 exibe como configurar o conversor A/D e como obter o resultado da conversão. O Resultado da conversão é exibido nos LEDS e o valor de entrada analógica pode ser variado utilizando o POT1.
  112. 112.  Simule um sensor de temperatura com o POT2 obedecendo a seguinte relação: ◦ 0 v – 0 °C ◦ 5 V – 99°C Exibir o valor da temperatura nos displays.
  113. 113.  #use rs232(baud=9600, xmit=PIN_C6,rcv=PIN_C7)  Onde é configurado o baud rate da comunicação e os pinos de transmissão e recepção de dados.  Neste caso temos a seguinte configuração: ◦ Baude rate = 9600 bps ◦ Pino de transmissão: RC6 ◦ Pino de recepção: RC7
  114. 114.  printf ◦ Envia uma string(seqüência de caracteres) pela serial. ◦ Exemplo:  printf(“hello world”); //imprime na serial a string: hello world  putc ◦ Envia apenas um caractere na serial. Exemplo: putc(‘f’); //imprime na serial o caracter ‘f’
  115. 115.  gets ◦ Lê uma string da serial ◦ Exemplo:  char buffer[10]; //declara o vetor buffer para armazenamento da string  gets(buffer); //aguarda a chegada de string na serial  Getc ◦ Lê um caracter da serial  Exemplo:]  char c; //declara a variável para armazenamento do caractere  c = getc(); // atribui a c quando caracter disponível na serial
  116. 116.  Kbhit ◦ Retorna verdadeiro (1) se chegar um caractere pela serial e falso(0) enquanto não houver caractere. ◦ Exemplo: if(kbhit()) //se caracter na serial { c = getc(); //atribui o valor para c }
  117. 117.  O exemplo 7 exibe uma comunicação serial entre um computador e o microcontrolador. Neste exemplo será enviado pela serial o valor de tensão sempre que houver a chegada do caractere ‘T’ pela serial.
  118. 118.  Desenvolva um sistema onde seja possível ligar ou desligar cada LED independentemente através de comandos enviados pelo terminal do computador.
  119. 119.  write_eeprom (endereço, valor); ◦ Exemplo: #define END_VOLUME 10 // endereço na EEPROM volume++; //incrementa o valor write_eeprom(END_VOLUME,volume); //salva na EEPROM endereço 10
  120. 120.  read_eeprom (endereço); ◦ Exemplo: #define END_VOLUME 10 //endereço volume = read_eeprom (END_VOLUME); //lê o valor presente no //Endereço 10 da EEPROM
  121. 121.  O exemplo 8 mostra como armazenar e ler valores na memória EEPROM. Será armazenado o valor no display e quando reiniciar o microcontrolador este valor será carregado no display novamente.
  122. 122.  Desenvolva uma aplicação onde seja armazenado na EEPROM o valor de uma Variável de 16 bits.
  123. 123.  Desenvolver um controlador de temperatura do tipo ON/OFF, onde será ajustado um valor para ser mantido no display e o sistema controlará a saída para manter esta temperatura.  Recursos utilizados: ◦ Conversor A/D para leitura do sensor de temperatura; ◦ Interrupção; ◦ Varredura de displays; ◦ Leitura de teclas; ◦ Acionamento de rele.
  124. 124.  Fábio B. de Souza  www.fbseletronica.wordpress.com  fabio_souza53@hotmail.com

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