Projeto Jovem Aprendiz:uma nova perspectiva do adolescente na suarelação com o trabalho e a escola.
INTRODUÇÃO• No mundo contemporâneo, várias controvérsias aparecem em  relação à questão do trabalho de adolescentes e dos ...
LEI Nº 10.097, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000• A referida lei regulamenta o trabalho do menor como  aprendiz.• O artigo 428 diz...
• De acordo com essa lei, o menor aprendiz tem a anotação na  Carteira de Trabalho e deve estar matriculado e frequentando...
• As práticas oferecidas pelo programa são as seguintes:  •   Auxiliar de alimentação: preparo e serviços  •   Auxiliar de...
CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NA ADOLESCÊNCIA:INFLUÊNCIA DA ESCOLA E DO TRABALHO• Sarriera (2003) pontua que, a necessidade do ...
• Por possibilitar um sentido de participação e utilidade, entende-se  que o trabalho pode ser estruturante da identidade ...
• Fischer (2001) observa que o futuro coloca-se como um ideal a ser  conquistado, em função da capacidade do jovem de asse...
• Para muitos jovens, a relação trabalho-escola diz de (FISCHER,  2001):  • Trabalho parece funcionar como mecanismo de le...
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• De acordo com Valore e Viaro (2007), o termo pós-  modernidade é marcada pelo capitalismo e sua influência  sobre a civi...
• O mercado é marcado por:          [...] mudanças rápidas das condições do mercado, alta adaptabilidade por          part...
• Como mostra Fischer e outros (2001), ainda há controvérsias  na opinião de profissionais da saúde e a comunidade, se o  ...
ANÁLISE DAS ENTREVISTAS COM OSJOVENS APRENDIZES• Para a realização do trabalho foi aplicado um questionário  com seis jove...
• Segue abaixo os resultados:• 1. Idade e Sexo:Os adolescentes têm idades de 14 a 17 anos. Sendo 2participantes do sexo ma...
• 5. O que te motivou a participar deste programa?Dentre os motivadores a participar do programa, prevalece à busca deexpe...
• 7. Quais as adaptações que a participação neste programa   exigiu que você fizesse.De maneira geral todos tiveram que ad...
• 8. Em relação à escola, como fez para conseguir articular trabalho e   escola?Abaixo foram relatadas as respostas de alg...
CONCLUSÃO• Em virtude do que foi mencionado, percebe-se que a opinião dos  profissionais da saúde e da comunidade quanto a...
• O programa jovem aprendiz pode então contribuir nessa  perspectiva, de maneira a possibilitar o crescimento  profissiona...
REFERÊNCIAS• BRASIL. Lei nº 10.097, de 19 de dezembro de 2000. Altera  dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho –...
• O PROGRAMA. Aprendiz Legal. Disponível em:  <http://www.aprendizlegal.org.br/main.asp?Team={DB0CF55  D-A905-4471-A450-A4...
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  1. 1. Projeto Jovem Aprendiz:uma nova perspectiva do adolescente na suarelação com o trabalho e a escola.
  2. 2. INTRODUÇÃO• No mundo contemporâneo, várias controvérsias aparecem em relação à questão do trabalho de adolescentes e dos impactos que este pode provocar, influenciando muitas vezes no aprendizado ou condução dos estudos. Alguns acreditam que o trabalho traz o crescimento e o desenvolvimento do adolescente no que diz respeito à construção da sua identidade, outros afirmam que este provoca atraso na escolarização e até mesmo evasão escolar.• Diante dessa perspectiva o presente trabalho se propõe através de estudo bibliográfico e prática investigativa realizar um estudo acerca da relação entre trabalho e escola evidenciando a forma como essa dualidade aparece no programa Jovem Aprendiz, relatando sobre como funciona esse programa e quais os benefícios ele pode trazer para os adolescentes que se inserem neste tipo de trabalho.
  3. 3. LEI Nº 10.097, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000• A referida lei regulamenta o trabalho do menor como aprendiz.• O artigo 428 diz o seguinte: Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de quatorze e menor de dezoito anos, inscrito em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar, com zelo e diligência, as tarefas necessárias a essa formação. (BRASIL, 2000)
  4. 4. • De acordo com essa lei, o menor aprendiz tem a anotação na Carteira de Trabalho e deve estar matriculado e frequentando a escola. Deve ainda estar inscrito em programa de aprendizagem desenvolvido sob a orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica. O contrato do menor aprendiz não pode durar mais que dois anos e é garantido a ele por lei o salário mínimo hora. (BRASIL, 2000)• A formação técnico-profissional do mesmo “caracteriza-se por atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas de complexibilidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho.”. (BRASIL, 2000)
  5. 5. • As práticas oferecidas pelo programa são as seguintes: • Auxiliar de alimentação: preparo e serviços • Auxiliar de produção industrial • Comércio e varejo • Conservação, limpeza e sustentabilidade ambiental • Gestão pública • Logística • Ocupações administrativas • Práticas bancárias • Telesserviços • Turismo (O PROGRAMA..., 2012)
  6. 6. CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NA ADOLESCÊNCIA:INFLUÊNCIA DA ESCOLA E DO TRABALHO• Sarriera (2003) pontua que, a necessidade do jovem assumir compromissos colocando-se diante à vida adulta expressa profunda mudança de seu papel no mundo, levando-o a questionamentos e incertezas, próprias da "crise da identidade" na adolescência, proposta por Erikson.• O jovem desenvolve sua identidade ao tomar decisões ocupacionais de modo mais racional e sistemático, marcado pela exploração vocacional e autoconfiança. À medida que tem oportunidades, reduz as possibilidades, decidindo por uma profissão de seu interesse e compatível com suas aptidões. (SARRIERA, 2003)• Percebe-se dessa forma, que o desenvolvimento da identidade pessoal, tem íntima relação com a escolha vocacional, em consonância com os interesses e habilidades do adolescente. (SARRIERA, 2003)
  7. 7. • Por possibilitar um sentido de participação e utilidade, entende-se que o trabalho pode ser estruturante da identidade se proporcionar ao jovem um sentido de vida, facilitando escolhas profissionais à medida que possa ser fonte de informações e aprendizagem, permitindo também novos contatos sociais, ampliando a rede de amizades e a social. (SARRIERA, 2003)• Há uma controvérsia apontada na relação trabalho-escola diante do fato de, por um lado, profissionais da saúde, educadores, psicólogos e especialistas em segurança do trabalho pontuarem danos potenciais que o trabalho precoce pode causar ao crescimento e desenvolvimento da criança, no que diz respeito a aspectos biopsicossociais e atraso na escolarização, devido à frequente repetência e evasão escolar. Já por outro lado, a própria comunidade onde estão inseridos e os mesmos, menores trabalhadores, interpretam o trabalho infantil e do adolescente como positivo para formação educativa do cidadão. (FISCHER, 2001)
  8. 8. • Fischer (2001) observa que o futuro coloca-se como um ideal a ser conquistado, em função da capacidade do jovem de assegurar sua própria formação através da escola formal, na medida em que o grau de escolarização é reconhecido pelos jovens como pressuposto para empregabilidade, bem como identificam na formação um diferencial de competitividade, diante das dificuldades de colocação que existem no mercado de trabalho. A associação do sucesso profissional ao estudo representa para muitos jovens o caminho para a melhoria das condições de vida.• Analisando o trabalhar-estudar afirmam-se alguns conteúdos da representação sobre o trabalho, presentes entre jovens estudantes, trabalhadores e não-trabalhadores. A contradição diz da presença da dimensão das conseqüências do trabalho para a escolarização, tais como maior cansaço, falta de tempo para o estudo, atrapalhar o estudo etc., ao lado da dimensão moral do trabalho, associando valores e também afirmando vantagens a ele, como maior maturidade do aluno trabalhador, necessidade de construção de futuro e resultante aprendizado. (FISCHER, 2001)
  9. 9. • Para muitos jovens, a relação trabalho-escola diz de (FISCHER, 2001): • Trabalho parece funcionar como mecanismo de legitimação de valores sociais hegemônicos. A escola parece ter o poder de libertar assegurando um futuro diferente; • Trabalho cumpre função associada à sobrevivência. A escola funciona como instância de saber e de criatividade;• Ambos, trabalho e escola, estão estreitamente ligados às possibilidades ou impossibilidade de futuro de crianças e adolescentes. Fischer (2001) observa a crença na escola como instituição capaz de transferir saber e possibilitar melhor futuro para crianças e adolescentes.Observou-se também que, apesar do trabalho representar um risco para a escolarização, este é legitimado pelas representações dos próprios jovens, ora justificando-o, ora legitimando-o.
  10. 10. RELAÇÃO DO ADOLESCENTE COM O TRABALHO E A ESCOLAINFLUÊNCIADOS PELO SURGIMENTO DE NOVOSPARADIGMAS DA CONTEMPORANEIDADE• O termo adolescência é considerado um conceito recente, que tem por finalidade designar uma determinada etapa da vida, a qual é caracterizada por um conjunto de mudanças em uma esfera social, física e psicológica. Ora esta fase é tida como um momento de “crise” (OZELLA, 2002, p.16), ora é vista pela ótica de um ideal a ser alcançada.• A adolescência não pode ser pensada fora do seu contexto sociocultural, nele ela foi criada e se constituiu. Sendo assim, ela não estará isenta dos valores, crenças, pensamentos de uma cultura. Será diretamente influenciada pelos paradigmas existentes, estando, a todo o momento, submetida a surgimento e mudanças de padrões culturais.
  11. 11. • De acordo com Valore e Viaro (2007), o termo pós- modernidade é marcada pelo capitalismo e sua influência sobre a civilização. Um modelo mercantilista-consumista que vai influenciar na subjetividade, produzindo pessoas narcisistas, exibicionistas, individualistas, consumistas, flexívei s e fragmentadas.• Os autores afirmam que antes o trabalho assumia uma peça importante como modelador de valores e princípios fundamentais para a construção da identidade, uma vez que se antes o mercado era caracterizado pela segurança e estabilidade, hoje o seu slogan é a flexibilidade.
  12. 12. • O mercado é marcado por: [...] mudanças rápidas das condições do mercado, alta adaptabilidade por parte dos trabalhadores, constante inovação de técnicas e produtos, deslocamentos de tempo e lugar, exigência de se correr riscos constantemente, capacidade de atuar performaticamente em várias frentes, trabalho em equipes momentâneas, falta de instâncias normativas definidas, superficialidade da relação homem-trabalho. (VALORE; VIARO, 2002, p.59).• Com isso pode-se chegar os novos paradigmas propostos pela sociedade e que com frequência não são percebidos pelas pessoas, apenas sentidas as suas consequências. É possível citar aqui a exigência do mercado em mão de obra qualificada, valorização de habilidades interpessoais, busca de profissionais que se preocupam com a busca de conhecimento.
  13. 13. • Como mostra Fischer e outros (2001), ainda há controvérsias na opinião de profissionais da saúde e a comunidade, se o jovem deve ou não trabalhar, mas, não pode-se negar os benefícios tragos por uma abordagem estruturada que é o projeto jovem aprendiz, para construção da identidade profissional e desenvolvimento de outras habilidades.
  14. 14. ANÁLISE DAS ENTREVISTAS COM OSJOVENS APRENDIZES• Para a realização do trabalho foi aplicado um questionário com seis jovens aprendizes de uma empresa do município de Lagoa da Prata. Antes foi tomada a autorização do setor de RH, sendo que ambos os participantes estavam cientes dos objetivos do questionário. Optou-se por omitir informações pessoais, para não expor empresa e/ou funcionários. Estas entrevistas não seguiram metodologias estatísticas, pois, o objetivo principal era embasar os argumentos do grupo e demonstrá-los em sala de aula, com cunho voltado para didática, e elementos para exemplificação.
  15. 15. • Segue abaixo os resultados:• 1. Idade e Sexo:Os adolescentes têm idades de 14 a 17 anos. Sendo 2participantes do sexo masculino e 4 do sexo feminino.• 2. Como ficou sabendo do programa Jovem Aprendiz?Obtiveram informações por meio de parentes, amigos que jáparticipavam do programa e divulgação da escola.• 3. Há quanto tempo participa do programa?Todos os entrevistados estão no programa há dois meses.• 4. Desempenha qual função? Trabalha em que setor?Todos são contratados e desempenham a função de Auxiliar deEscritório. Porém se distribuem de acordo com a necessidade daempresa entre os setores de logística, financeiro, contabilidade.
  16. 16. • 5. O que te motivou a participar deste programa?Dentre os motivadores a participar do programa, prevalece à busca deexperiência. Outro motivador apresentado foi à busca daindependência pessoal e financeira relatada da seguinte maneira:“Porque desde cedo eu sempre tive vontade de trabalhar, ser maisindependente e ter meu próprio dinheiro” (sic).• 6. Você obteve algum benefício deste programa para sua vida profissional e/ou pessoal? Se sim, Quais?Dentre os benefícios reconhecidos pelos adolescentes encontram-se apossibilidade de adquirir responsabilidade, compromisso, respeito,novas experiências, conhecimentos, amizades e segundo uma dasentrevistadas uma possiblidade de treinamento das habilidadespessoais, relatando que “*...+ sempre fui muito tímida e agora estouprocurando me sobressair mais.” (sic).
  17. 17. • 7. Quais as adaptações que a participação neste programa exigiu que você fizesse.De maneira geral todos tiveram que adaptar-se a novarealidade, pois seus horários sofreram uma drástica mudança.Um caso isolado, mas que se torna importante ressaltar, quenesta empresa, um dos jovens (não entrevistado) havia desistidodias antes por não conseguir intercalar seus horários. Sãorelatos dos entrevistados:“*...+ Eu acordo cedo para estudar no ‘Ensino Médio’, tardetrabalhando e noite estudo curso Técnico fora da minha cidade.”(sic.)“Ser pontual, e ser responsável com o meu trabalho” (sic.)
  18. 18. • 8. Em relação à escola, como fez para conseguir articular trabalho e escola?Abaixo foram relatadas as respostas de alguns entrevistados quedemonstram como é feita a articulação dos seus horários para conciliartrabalho e escola. Por um lado percebem-se os dificultadores nesteobjetivo, por outro, que os adolescentes se mantem motivados apermanecer e buscar resultados.“*...+, meus trabalhos e deveres são feitos de madrugada e finais desemana” (sic.)“Tive que parar um pouco com um cursinho que eu fazia a noite porqueestava ficando cansativo, mas aos poucos estou voltando”. (sic.)“Nas primeiras semanas foi mais difícil me acostumar, mais acho que é sóuma questão de costume. É só saber dividir o tempo de escola comtrabalho que sobra tempo o suficiente para estudar, trabalhar e termomentos de laser.” (sic.)“Para mim não está sendo muito fácil, eu saio do serviço às 12:00horas, minha mãe me busca, e tenho que almoçar para chegar na escola12:30 horas, mas apesar do pouco tempo que tenho, graças a Deus estouconseguindo, e nem por isso minhas notas abaixaram.” (sic.)
  19. 19. CONCLUSÃO• Em virtude do que foi mencionado, percebe-se que a opinião dos profissionais da saúde e da comunidade quanto ao tema trabalho na adolescência ainda é divergente. Alguns consideram essa perspectiva como fator prejudicial para o desenvolvimento do adolescente, outros já acreditam ser um meio importante para aquisição de valores sociais. Fato que não se pode negar, é que o ser humano está em constantes transformações, porém, em alguns períodos da vida estas transformações ocorrem de maneira mais acentuada, como é na adolescência, mudanças fisiológicas e psicológicas estão acontecendo com grande intensidade, o que irá influenciar na maneira como o jovem pensa, sente e age. Outros fatores que também são determinantes nesta etapa da vida são os fatores socioculturais, com a construção de seus paradigmas, cujos mesmos influenciarão a maneira como esta etapa da vida é percebida. Sendo assim, na perspectiva positiva do trabalho este pode assumir um papel de facilitador na aquisição de valores e habilidades, bem como, função importante para construção da identidade do indivíduo.
  20. 20. • O programa jovem aprendiz pode então contribuir nessa perspectiva, de maneira a possibilitar o crescimento profissional, em um mercado que exige o tempo todo, cada vez mais experiência, contribuindo também para a independência pessoal e financeira, além de ser uma possibilidade para que esses adolescentes adquiram valores como: responsabilidade, compromisso e respeito.• Vale ressaltar também, que para se inserirem nesta nova realidade intercalando trabalho e escola, os adolescentes vêem-se diante da necessidade de se adaptar a um novo esforço no que diz respeito ao controle de horários e a conciliação das responsabilidades que são exigidas tanto pela empresa quando pelos estudos. Porém, podem conseguir através disso aprenderem a se organizar e dividirem o tempo para todas as demandas existentes, trabalho, escola e lazer.
  21. 21. REFERÊNCIAS• BRASIL. Lei nº 10.097, de 19 de dezembro de 2000. Altera dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943. Diário Oficial da União, Brasília, 19 dez. 2000.• FISCHER, Frida Mariana et al. Futuro e Liberdade: o trabalho e a instituição escolar nas representações sociais de adolescentes. Estudos de Psicologia (Natal). Natal, v. 6, n.2, dez, 2001, p. 245-258.• VALORE, Luciana Albanese; VIARO, Renee Volpato. Profissão e sociedade no projeto de vida de adolescentes em orientação profissional. Rev. bras. orientac. prof, São Paulo, v. 8, n. 2, dez. 2007 . Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679 -33902007000200006&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 02 nov. 2012.
  22. 22. • O PROGRAMA. Aprendiz Legal. Disponível em: <http://www.aprendizlegal.org.br/main.asp?Team={DB0CF55 D-A905-4471-A450-A46DC90BF3F5}> Acesso em: 02 nov. 2012• OZELLA, Sérgio. Adolescência: uma perspectiva crítica. In: KOLLER, Sílvia Helena. Adolescência e psicologia: concepções, práticas e reflexões. Rio de Janeiro. Conselho Federal de Psicologia. 2002, cáp.1, p. 16-24.• SARRIERA, Jorge Castellá et al. Formação da Identidade Ocupacional em Adolescentes. Estudos de Psicologia (Natal). Natal, v.6, n. 1, jun. 2003, p. 27 – 32.
  23. 23. • Fábio Ferreira• Leiliane Silva• Natália Elias• Natália Resende

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