• Tecnólogo em Radiologia
• Pós Grad. em Docência e Gestão Acadêmica no Nível Superior
• Atuação em RM, TC, RD e Neurorrad...
Não existe conflito de interesse nessa
apresentação/ There is no conflict of
interest in this presentation
TÉCNICAS AVANÇADAS EM
NEURO RM
INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas, os avanços na
neurociência foram notáveis, com alguns mais
importantes relativos à neuroci...
TÉCNICAS AVANÇADAS
• ESPECTROSCOPIA DE PRÓTONS DO ENCÉFALO;
• PERFUSÃO CEREBRAL;
• ARTERIAL SPIN LABELING;
• SWI (GRADIENT...
ESPECTROSCOPIA
• A ERM, foi aprovada em 1995 pela FDA, e
marcou uma nova era na neurorradiologia;
• Técnica não-invasiva c...
ESPECTROSCOPIA
PRINCIPAIS INDICAÇÕES:
• Lesões focais (tumorais, inflamatórias e
infecciosas);
• Doenças neurodegenerativa...
RELAÇÃO DOS METABÓLITOS DETECTADOS
NA ESPECTROSCOPIA DO ENCÉFALO E SEU SIGNIFICADO
Metabólito Símbolo δ [ppm] Importância
...
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• Single Voxel
ESPECTROSCOPIA
• Multi Voxel
ESPECTROSCOPIA
• Espectro 3D
ESPECTROSCOPIA
PERFUSÃO CEREBRAL
O termo perfusão refere-se ao suplemento
de sangue em nível capilar, onde tem lugar a
troca de oxigênio ...
. . . . . . . . .
repetição repetição
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Gd encurta
T2*
PERFUSÃO CEREBRAL
Difusão e Perfusão Cerebral através...
MTT: mean transit time
Quantidade de contraste que
representa a quantidade de sangue
num dado volume de tecido
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agudo
(Antigas e Novas)FLAIR
DWI
(nova) (tecido em risco)
PERFUSÃO
mostra tecido em risco
Difusão e Perfusã...
• Mapa e gráfico
PERFUSÃO CEREBRAL
• Marcação de prótons do sangue arterial através de
um pulso de RF numa localização proximal à zona em
estudo;
• Comparaçã...
• Marcação da aquisição:
ARTERIAL SPIN LABELING
A - Região de aquisição abrange grande parte do parênquima encefálico; B –...
APLICAÇÃO MÉDICA:
• Avaliar tumores;
• Avaliar doenças degenerativas;
• Problemas estruturais vasculares.
ARTERIAL SPIN LA...
• Usa as diferenças de suscetibilidade entre
tecidos para geração de contraste;
• Empregadas sequências gradiente-eco com ...
• AVALIAÇÃO NAS CONDIÇÕES NEUROLÓGICAS:
- Injúria axonal difusa;
- Malformações vasculares;
- AVC;
- Coagulopatias;
- Doen...
A Angiografia por RM (ARM) é uma técnica
para estudo dos sistemas arterial e venoso e
para investigação de patologias vasc...
Angio Intra Venoso
Angio Intra Arterial
Angio Extra (cervical)
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
• Estudo do sistema arterial cerebral...
PRINCIPAIS TÉCNICAS:
• 2D TOF;
• 3D TOF;
• PC – Phase Contrast;
• Técnicas 3D com gadolínio.
ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
Angio Arterial Angio Venosa
ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
Angio Extra (Cervical)
ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
FLUXO LIQUÓRICO
• Fornece informações sobre a velocidade e
sentido do fluxo liquórico;
• Permite o estudo das hidrocefalia...
FLUXO LIQUÓRICO
• Usa a técnica de acoplamento cardíaco
(gating);
• Usa o sinal do fluxo sanguíneo do leito
vascular, para desencadear cad...
FLUXO LIQUÓRICO
FLUXO LIQUÓRICO
FLUXO LIQUÓRICO
Fluxo hiperdinâmico no quarto ventrículo
e reverso para o terceiro ventrículo.
Hipossinal em DP no interior do quarto
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TRACTOGRAFIA
• Estudo das vias nervosas presentes na
substâncias brancas;
• Técnica recente (Basser,
1994), não invasiva, ...
• Avalia as fibras nervosas através dos traços de
difusão da água representada por um tensor;
• A técnicas de tratografia ...
APLICAÇÕES
• Diâmetro e visualização das fibras nervosas
cerebrais e sua densidade;
• Estado da mielinização na neogênese ...
TRACTOGRAFIA
Ferramentas automáticas (aplicação)
separam as fibras com base na sua
forma e projeção.
Tratografia das fibras
Fiber Tracking
TRACTOGRAFIA
Clustering das Fibras
Fiber Clustering
Vista superior das
fibras nervosas
cerebrais
TRACTOGRAFIA
Vista lateral das
fibras nervosas
cerebrais
HIPÓFISE DINÂMICO
• Estudo dinâmico funcional;
• Procedimentos que são efetuadas sequências
rápidas para avaliar adenoma h...
• Estudo rápido;
• Tumor na hipófise → realce tardio;
• Parênquima adjacente → realce precoce;
HIPÓFISE DINÂMICO
HIPÓFISE DINÂMICO
HIPÓFISE DINÂMICO
PROGRAMAÇÃO:
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DINÂMICO
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
FUNCIONAL (fMR)
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detectar as áreas de atividade;
• Permit...
• Aumento da oxigenação no sangue em locais
específicos do córtex cerebral durante tarefa
específica:
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
FUNCIONAL (fMR)
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
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CONCLUSÃO
Com os avanços tecnológicos e o surgimentos
de novas técnicas, o técnico/tecnólogo devem
ficar atentos e informa...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• WESTBROOK, C.; KAUT, C. Ressonância Magnética Prática.
Segunda edição. EUA. Guanabara Koogan....
OBRIGADO!!!
FABIANO LADISLAU
fladislau@gmail.com
“SER O MAIS RICO DO CEMITÉRIO NÃO É O QUE IMPORTA PRA
MIM...IR PRA CAMA À...
TÉCNICAS AVANÇADAS EM NEURO RM - JPR 2015
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Resumo das principais Técnicas de Neuro RM, voltadas exclusivamente para técnicos e tecnólogos com atuação em RM. Palestra proferida na JPR 2015.

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TÉCNICAS AVANÇADAS EM NEURO RM - JPR 2015

  1. 1. • Tecnólogo em Radiologia • Pós Grad. em Docência e Gestão Acadêmica no Nível Superior • Atuação em RM, TC, RD e Neurorradiologia • Centro Internacional SARAH de Neurorreabilitação e Neurociências • Conselheiro e Presidente da CEPro do CRTR/RJ FABIANO LADISLAU
  2. 2. Não existe conflito de interesse nessa apresentação/ There is no conflict of interest in this presentation
  3. 3. TÉCNICAS AVANÇADAS EM NEURO RM
  4. 4. INTRODUÇÃO Nas últimas décadas, os avanços na neurociência foram notáveis, com alguns mais importantes relativos à neurociência. Há mais de 300 anos o cérebro era um mistério completo, sendo atualmente um mistério desvendável. Espectroscopia de Prótons do Encéfalo – Lara A. Brandão e Romeu C. Domingues
  5. 5. TÉCNICAS AVANÇADAS • ESPECTROSCOPIA DE PRÓTONS DO ENCÉFALO; • PERFUSÃO CEREBRAL; • ARTERIAL SPIN LABELING; • SWI (GRADIENTE); • ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO; • FLUXO LIQUÓRICO; • TRACTOGRAFIA (TRATOGRAFIA); • HIPÓFISE DINÂMICO (FUNCIONAL); • RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fRM).
  6. 6. ESPECTROSCOPIA • A ERM, foi aprovada em 1995 pela FDA, e marcou uma nova era na neurorradiologia; • Técnica não-invasiva capaz de oferecer informação metabólita/bioquímica sobre o parênquima cerebral normal e sobre os vários processos patológicos; • Capaz de identificar patologias invisíveis a RMC.
  7. 7. ESPECTROSCOPIA PRINCIPAIS INDICAÇÕES: • Lesões focais (tumorais, inflamatórias e infecciosas); • Doenças neurodegenerativas (DA, demências, EM, ELA, etc); • Epilepsia; • Hidrocefalia de pressão normal; • Doenças psiquiátricas, etc. NEURORRADIOLOGIA, Diagnóstico por Imagem das Alterações Encefálicas – Giovanni Guido Cerri
  8. 8. RELAÇÃO DOS METABÓLITOS DETECTADOS NA ESPECTROSCOPIA DO ENCÉFALO E SEU SIGNIFICADO Metabólito Símbolo δ [ppm] Importância N-acetil aspartado NAA 2,01 Marcador de viabilidade e densidade neuronal Creatina Cr 3,03 Envolvido na produção de ATP; marcador da reserva energética Colina Co 3,23 Marcador de quebra de membrana e proliferação celular Mioinositol ml 3,56 Marcador de glicose e osmolalidade celular Lipídeos Lip 0,9 a 1,3 Marcador de desmielinização e necrose Lactato Lac 1,33 (pico duplo) Marcador de processos anaeróbicos NEURORRADIOLOGIA, Diagnóstico por Imagem das Alterações Encefálicas – Giovanni Guido Cerri
  9. 9. - • Single Voxel ESPECTROSCOPIA
  10. 10. • Multi Voxel ESPECTROSCOPIA
  11. 11. • Espectro 3D ESPECTROSCOPIA
  12. 12. PERFUSÃO CEREBRAL O termo perfusão refere-se ao suplemento de sangue em nível capilar, onde tem lugar a troca de oxigênio e nutrientes entre o sangue e o tecido.
  13. 13. . . . . . . . . . repetição repetição Up to 60 images Gd encurta T2* PERFUSÃO CEREBRAL Difusão e Perfusão Cerebral através da Ressonância Magnética – Luiz Antônio de Andrade Mendonça
  14. 14. MTT: mean transit time Quantidade de contraste que representa a quantidade de sangue num dado volume de tecido CBV: cerebral blood volume Área sob a curva de concentração (integral da curva de perfusão) TTP MTT CBV Quantidade de sangue que passa numa região por unidade de tempo CBF: cerebral blood flow Tipos de mapas de perfusão TTP: time to peak Em quanto tempo o sangue chega ao pico de contraste (decaimento máximo do sinal). Em quanto tempo o sangue passa (first-pass) pelo tecido CBF=CBV / MTT Difusão e Perfusão Cerebral através da Ressonância Magnética – Luiz Antônio de Andrade Mendonça
  15. 15. revela infarto agudo (Antigas e Novas)FLAIR DWI (nova) (tecido em risco) PERFUSÃO mostra tecido em risco Difusão e Perfusão Cerebral através da Ressonância Magnética – Luiz Antônio de Andrade Mendonça
  16. 16. • Mapa e gráfico PERFUSÃO CEREBRAL
  17. 17. • Marcação de prótons do sangue arterial através de um pulso de RF numa localização proximal à zona em estudo; • Comparação com imagens de controle, sem pulso de marcação; • Método independente de gadolínio, dispensando um aparato de injeção de contraste; • Fornece a medida do fluxo sanguíneo absoluto; • Pode ser repetida múltiplas vezes sem risco de FSN; ARTERIAL SPIN LABELING
  18. 18. • Marcação da aquisição: ARTERIAL SPIN LABELING A - Região de aquisição abrange grande parte do parênquima encefálico; B – Pós-processamento, com subtração do controle às imagens marcadas, resultando numa imagem cujo sinal é proporcional ao CBF.
  19. 19. APLICAÇÃO MÉDICA: • Avaliar tumores; • Avaliar doenças degenerativas; • Problemas estruturais vasculares. ARTERIAL SPIN LABELING A e B – Diminuição da altura e hipersinal do hipocampo direito, compatíveis com esclerose mesial; C – Mapa de CBF, definida por uma área brilhante na região temporal medial direita (hiperperfusão); D e F – Fusão do mapa de perfusão do ASL com as imagens anatômicas.
  20. 20. • Usa as diferenças de suscetibilidade entre tecidos para geração de contraste; • Empregadas sequências gradiente-eco com TE longo; • Sinal dos tecidos com suscetibilidade magnética diferente se tornam de fase. SWI (GRADIENTE)
  21. 21. • AVALIAÇÃO NAS CONDIÇÕES NEUROLÓGICAS: - Injúria axonal difusa; - Malformações vasculares; - AVC; - Coagulopatias; - Doenças degenerativas; - Distúrbios associados a calcificação intracraniana e deposição de ferro. SWI (GRADIENTE) Haacke, Mittal et al., 2009 Zhu, Qi et al. 2008 Zhen, Mittal et al, 2009.
  22. 22. A Angiografia por RM (ARM) é uma técnica para estudo dos sistemas arterial e venoso e para investigação de patologias vasculares. ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO A ARM utiliza um conjunto de técnicas que são utilizadas de acordo com a área a ser estudada, com ou sem a ajuda de contraste endovenoso.
  23. 23. Angio Intra Venoso Angio Intra Arterial Angio Extra (cervical) PRINCIPAIS INDICAÇÕES • Estudo do sistema arterial cerebral; • Aneurismas cerebrais; • Visualização do Círculo Arterial Cerebral; • Mal formação Artério-Venosa; • Angiomas cavernosos; • Detecção de Arteriosclerose; • Disseccção da carótida; • Visualização do sistema Carotídeo e Vértebro-Basilar. ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
  24. 24. PRINCIPAIS TÉCNICAS: • 2D TOF; • 3D TOF; • PC – Phase Contrast; • Técnicas 3D com gadolínio. ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
  25. 25. Angio Arterial Angio Venosa ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
  26. 26. Angio Extra (Cervical) ANGIO INTRA E EXTRACRANIANO
  27. 27. FLUXO LIQUÓRICO • Fornece informações sobre a velocidade e sentido do fluxo liquórico; • Permite o estudo das hidrocefalias obstrutivas ou hidrocefalia de pressão normal.
  28. 28. FLUXO LIQUÓRICO
  29. 29. • Usa a técnica de acoplamento cardíaco (gating); • Usa o sinal do fluxo sanguíneo do leito vascular, para desencadear cada sequência de pulsos. • Um fotossensor é colocado sobre o dedo do paciente para detectar um pulso no leito capilar. FLUXO LIQUÓRICO
  30. 30. FLUXO LIQUÓRICO
  31. 31. FLUXO LIQUÓRICO
  32. 32. FLUXO LIQUÓRICO
  33. 33. Fluxo hiperdinâmico no quarto ventrículo e reverso para o terceiro ventrículo. Hipossinal em DP no interior do quarto ventrículo indicando fluxo hipodinâmico. FLUXO LIQUÓRICO
  34. 34. TRACTOGRAFIA • Estudo das vias nervosas presentes na substâncias brancas; • Técnica recente (Basser, 1994), não invasiva, que tem motivado neurologistas, neurocirurgiões e neurocientistas para um maior entendimento funcional do cérebro.
  35. 35. • Avalia as fibras nervosas através dos traços de difusão da água representada por um tensor; • A técnicas de tratografia por RM não demonstra fibra a fibra mas sim um conjunto delas , indicando possíveis trajetos nervosos pela substância branca. TRACTOGRAFIA
  36. 36. APLICAÇÕES • Diâmetro e visualização das fibras nervosas cerebrais e sua densidade; • Estado da mielinização na neogênese (recém nascidos); • Grau de (des)mielinização ao longo da idade e em casos de doença; • Estudos pré e pós operatórios cerebrais; • Esclerose Múltipla; • Desordens psiquiátricas: Esquizofrenia; • Estudo do miocárdio (músculo cardíaco). TRACTOGRAFIA
  37. 37. TRACTOGRAFIA Ferramentas automáticas (aplicação) separam as fibras com base na sua forma e projeção.
  38. 38. Tratografia das fibras Fiber Tracking TRACTOGRAFIA Clustering das Fibras Fiber Clustering
  39. 39. Vista superior das fibras nervosas cerebrais TRACTOGRAFIA Vista lateral das fibras nervosas cerebrais
  40. 40. HIPÓFISE DINÂMICO • Estudo dinâmico funcional; • Procedimentos que são efetuadas sequências rápidas para avaliar adenoma hipofisário; • Não possui BHE o contraste é bem evidenciado;
  41. 41. • Estudo rápido; • Tumor na hipófise → realce tardio; • Parênquima adjacente → realce precoce; HIPÓFISE DINÂMICO
  42. 42. HIPÓFISE DINÂMICO
  43. 43. HIPÓFISE DINÂMICO PROGRAMAÇÃO:
  44. 44. HIPÓFISE DINÂMICO Sag T1 SE Cor T1 SE Cor T2 SE DINÂMICO
  45. 45. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fMR) • Analisa o fluxo sanguíneo no cérebro para detectar as áreas de atividade; • Permite explorar funções cerebrais como a memória, linguagem, controle de motricidade, etc;
  46. 46. • Aumento da oxigenação no sangue em locais específicos do córtex cerebral durante tarefa específica: Ex.: Movimento dos dedos ativa o córtex motor. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fMR)
  47. 47. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fMR) BOLD Blood Oxigen Level DependentDependente do Nível de Oxigenação no Sangue
  48. 48. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FUNCIONAL (fMR) 1 = IMAGEM DE ORIGEM 2= DADOS ESTATÍSTICOS BOLD 3 = IMAGEM PARAMÉTRICA BOLD SOBREPOSTA SOBRE A ANATOMIA 4 = PARADIGMA
  49. 49. CONCLUSÃO Com os avanços tecnológicos e o surgimentos de novas técnicas, o técnico/tecnólogo devem ficar atentos e informados sobre esses procedimentos para uma maior compreensão e aplicação desses métodos. A educação continuada deve fazer parte de TODA nossa vida profissional, para proporcionar um atendimento adequado a sociedade.
  50. 50. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • WESTBROOK, C.; KAUT, C. Ressonância Magnética Prática. Segunda edição. EUA. Guanabara Koogan. 1998; • STARK, D. D.; BRADLEY, W. G.; Ressonância Magnética. 3ª edição. EUA. Revinter. 1999; • CERRI, G. G.; LEITE, C. C.; LUCATO, L. T.; AMARO JUNIOR, E.; Neurorradiologia, Diagnóstico Por Imagens das Alterações Encefálicas. 2ª edição. Rio de Janeiro-Brasil. 2011; • WESTBROOK, C.. Manual de Técnicas de Ressonância Magnética. 3ª edição. EUA. Guanabara Koogan. 2010; • BRANDÃO, L. A.; DOMINGUES, R. C.; Espectroscopia de Prótons do Encéfalo - Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro, Brasil. 2002
  51. 51. OBRIGADO!!! FABIANO LADISLAU fladislau@gmail.com “SER O MAIS RICO DO CEMITÉRIO NÃO É O QUE IMPORTA PRA MIM...IR PRA CAMA À NOITE E PENSAR QUE FOI FEITO ALGUMA COISA GRANDE, ISSO É O QUE IMPORTA PRA MIM.” Steve jobs

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