 Contar e inventar histórias exerce sempre grande fascínio e alegria nas crianças. <br
/>Quando ouvem, reproduzem ou inve...
 22. Quando se quer contar é preciso estudar a história, escolher o melhor recurso para
a sua apresentação. <br />Antes d...
13. 13. • ESTRUTURA – DEVE SEGUIR ESTAS 4 FASES: 1. Introdução: deve
ser rápida, interessante apresentando os personagens ...
O Curso livre à distância é uma modalidade de educação não-formal de duração
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A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar-
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Contar históriasé umaarte que preservae transmite osvaloresculturaisde umacomunidade.
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O processocomunicativoe aoralidade
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Conto:A PequenaVendedorade Fósforos
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PROGRAMAÇÃO
INÍCIO
08/08/2015 e 22/08/2015 - (sábados alternados) das 8h00 às 16h00
27,28,30 e 31/07 (semanal das 14h00 às...
Estilos dos Contadores de Histórias;
Para que Contar Histórias;
Contando Histórias com Expressão Corporal;
Contando Histór...
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Curso de contador de historias

  1. 1.  Contar e inventar histórias exerce sempre grande fascínio e alegria nas crianças. <br />Quando ouvem, reproduzem ou inventam histórias, elas estão enriquecendo as suas experiências, desenvolvendo a imaginação, a sua linguagem oral e escrita.<br />  3. Após uma história, podemos levar os alunos a:<br /><ul><li> Reproduzir as histórias lidas ou contadas;  4. Reproduzir a história e dramatizar à luz da experiência da criança;  5. Executar desenhos;  6. Inventar outras historias.</li></li></ul><li>Contando uma boa História<br /> Para o professor levar os alunos a se interessarem pelas histórias, ele próprio deverá ser alguém interessado nelas. Observe esses cuidados e boa história.<br /><ul><li>Conhecer bem a história;  7. Fazer um planejamento antes de contá-la;  8. Não enfatizar detalhes simples;  9. Mostrar entusiasmo e alegria ao contá-la;  10. Evitar o uso de muitos “então”;  11. Utilizar linguagem clara e correta;  12. Pronunciar bem as palavras;  13. Olhar para os seus ouvintes;  14. falar em tom audível e com voz modulada</li></li></ul><li> Só depois que as crianças ouvirem várias histórias é que elas podem ser incentivadas a inventar outras. As crianças das séries iniciais gostam muito de contar as suas experiências pessoais. <br />Também os desenhos infantis são importantes, pois constituem um ótimo material para a criança contar histórias. <br /> Ela explica as suas criações, os personagens, os detalhes, transparecendo nas narrativas o seu mundo, com as suas emoções e sentimentos. <br />  15. Normalmente, a história deve ser escolhida levando-se em conta o interesse do ouvinte e a sua faixa etária, vejamos:<br /><ul><li> Até 03 anos de idade: prefere histórias de bichos, de brinquedos, de objetos e seres da natureza ( humanizados);  16. De 03 a 06 anos de idade: histórias de fadas, de crianças, de animais e de encantamento;  17. 07 anos de idade: prefere histórias de aventuras na família e na comunidade, bem como historias de fadas.</li></li></ul><li><ul><li> 08 anos de idade: já prefere histórias de fadas e histórias reais;  18. 09 anos de idade; histórias de fadas que tenham enredo mais elaborado, ao lado de histórias de humor, aventuras, narrativas de viagens, explorações, invenções etc.;  19. Dos 10 anos de idade para frente: fábulas, histórias com mitos e lendas.</li></li></ul><li> As histórias para crianças até três anos devem ter enredos bem simples e atraentes, conter situações próximas da vida da criança, isto é, da vida afetiva e doméstica, da sua vida social, sobre brinquedos e animas que a rodeiam.<br />  20. Para crianças de três a seis anos as histórias são solicitadas para que sejam repetidas – as crianças sempre ouvem com encantamento e interesse. Ouvindo várias vezes a mesma história, as crianças já sabem o que vai acontecer e podem identificar-se melhor com o contexto e apreciar os detalhes da história.<br />  21. Na idade escolar, 2º e 3º ano, as crianças ainda estão ligadas à fase anterior – ou seja, à dos 3 aos 6 anos. Mais tarde elas entenderão que a história acontece no mundo do faz-de-conta e começam a manifestar o seu senso crítico e a utilizar em sua expressão um pouco de lógica. <br />Por exemplo:como é que a vovó do Chapeuzinho Vermelho saiu da barriga do lobo com vida?<br />
  2. 2.  22. Quando se quer contar é preciso estudar a história, escolher o melhor recurso para a sua apresentação. <br />Antes de contar uma história é muito útil e conveniente conversar com os ouvintes sobre ela, o que evitará interrupções. Além disso, o contador deve ficar sentado, sem se mover de um lado para o outro, pois para os alunos se torna difícil saber se acompanham os movimentos físicos de quem conta ou os fatos da história.<br />  23. <ul><li> O tempo de duração de uma história depende da faixa etária e dos interesses que desperta nos alunos.  24. Para as crianças menores não devemos ultrapassar 10 minutos, enquanto que para as maiores bastam apenas 20 minutos de narrativa.Mas, não esqueçam: o tempo é flexível.  25. O contador nunca deve interromper a história. 1. A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS 2. 2. Contar histórias é um meio muito eficiente de transmitir uma ideia, de levar novos conhecimentos e ensinamentos. É um meio de resgatar a memória. 3. 3. Todo bom contador de histórias deve ser também um bom ouvinte de si mesmo, do mundo e de outras pessoas. O contador deve ser sensível para ouvir e falar. Contar simplesmente porque gosta de contar. 4. 4. O narrador deve estar ciente de que o importante é a história. As crianças gostam de ouvir seus avôs, pais, etc. contando histórias bíblicas, de fadas, da vida deles mesmos e de quando eram crianças. É preciso fazer uma seleção do que contar, levando-se em conta o interesse do ouvinte, a sua faixa etária e a lição que quer trazer ao ouvinte. Alguns pontos precisam ser considerados em cada faixa etária: 5. 5. • 3 a 4 anos – idade do fascínio: Os textos devem ser curtos e atraentes, pode- se usar gravuras de preferência grandes. Histórias que tenham bichos, brinquedos e objetos e usem expressões repetitivas. 6. 6. • 5 a 6 anos – idade realista: Histórias da vida real, falando do lar etc. Os textos devem ser curtos e ter muita ação, o enredo deve ser simples. Até os 6 anos a criança gosta de ouvir a mesma história várias vezes. 7. 7. • 7 a 9 anos – idade fantástica: Gosta de histórias de personagens que possuem poder, histórias de aventuras, humorísticas e vinculadas à realidade. 8. 8. • 10 a 12 anos – idade heróica: Narrativas de viagens, explorações, relatos históricos e preocupação com os outros e fábulas. 9. 9. COMO TRABALHAR UMA HISTÓRIA? • Selecionar – Procurar dentro daquilo que se quer ensinar ou de acordo com o contexto da aula que será dada; pesquisar até encontrar algo que toque o contador de maneira especial. 10. 10. Se for uma história que já veio no material, leia várias vezes buscando encontrar nela algo especial que toque o contador, porque é só assim que ela será transmitida autenticamente ao público. 11. 11. • Recriar – Não se deve pegar uma história e contá-la como vem escrita, é preciso passá-la para a linguagem oral. Saiba contar a história e não apenas decorá- la. 12. 12. • Ensaiar– não se deve repetir nem exagerar nos gestos e movimentos. A voz deve ser aquecida para garantir um tom adequado; O olhar deve ser dirigido para todos os lados e para todos os ouvintes; Corrigir os vícios de linguagem, tais como: então, né, daí e outros.
  3. 3. 13. 13. • ESTRUTURA – DEVE SEGUIR ESTAS 4 FASES: 1. Introdução: deve ser rápida, interessante apresentando os personagens sem divagação. Ex: há muito tempo, era uma vez… 14. 14. 2.Desenvolvimento: são contados os fatos essenciais com bastante ação. 15. 15. 3. Clímax: ponto de maior emoção da história. 16. 16. 4. Conclusão: Aqui você deve ter maior atenção, pois na conclusão é que transmitimos a lição, o ensinamento para quem ouve. 17. 17. A preparação do ambiente é necessária? A preparação do ambiente é muito importante. Se o contador está numa sala de aula, deve fazer algo que mostre que naquele momento será contada uma história, chamando assim a atenção dos ouvintes para o momento. Como? Usando um objeto sobre a mesa ou um lenço jogado no ombro etc. O contador deve se prevenir contra ruídos e interrupções. Enfim, encontrar uma posição agradável. 18. 18. QUAIS SÃO OS ELEMENTOS NECESSÁRIOS PARA SE CONTAR UMA HISTÓRIA? Os seguintes elementos são fundamentais na contação de histórias: 19. 19. • Emoção – O contador deve gostar do que faz e do que vai contar; deve antes navegar na história para depois transmiti-la. 20. 20. • Expressão – é muito importante, o olhar deve transmitir o que está sendo falado, daí a importância de olhar para todos os ouvintes. Você pode se expressar durante a história com música, barulhos de objetos, com o corpo, tudo que deixe a história mais atrativa, mas sem exageros. 21. 21. • Improvisação – Caso o contador se esqueça de uma parte da história, deve encontrar um modo de continuá-la, por isso a importância de saber o esqueleto da história e não decorá-la. 22. 22. • Espontaneidade – O conhecimento da história oferece ao contador segurança, naturalidade, desibinição e espontaneidade para a contação. 23. 23. • Credibilidade – O contador não deve denunciar o seu erro. 24. 24. • Voz – é um elemento dramático e essencial; é o instrumento de trabalho do contador. Por isso deve observar o seguinte: 25. 25. 1. Altura – muito bem calculada para caracterizar os personagens. 2. Volume – é a variação entre forte e fraco, mostrando as emoções dos personagens. 3. Ritmo – é a variação de velocidade. 4. Pausa – é o silêncio no meio da fala, para dar o clima de suspense, mas não efinição e Informações Legais sobre Cursos Livres Os cursos livres têm como Base Legal o Decreto Presidencial N° 5.154, de 23 de julho de 2004, Art. 1° e 3° e PORTARIA Nº 008, de 25/06/2002 publicado no DIÁRIO OFICIAL – SC – Nº 16.935 - 27.06.2002.
  4. 4. O Curso livre à distância é uma modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. A Constituição Federal em seu Artigo 205/CF, “caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também pelo Artigo 206/CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”. Curso Livre - Lei nº 9.394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional passou a integrar a modalidade de Educação Profissional. Educação Profissional, é a modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Conforme a Lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97) citam que os cursos chamados "Livres" não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente. Não existe legislação específica que regulamente estes cursos, por isto, os cursos livres não são passíveis de regulação por parte do Ministério da Educação. Não havendo exigência de escolaridade anterior. A categoria Curso Livre atende a população com objetivo de oferecer profissionalização rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, ex: Informática, Atendimento, Secretariado, Webdesign, Segurança, Idiomas, Culinária, Corte & Costura, Estética, Beleza, etc. Livre significa que não existe a obrigatoriedade de: carga horária podendo variar entre algumas horas ou vários meses de duração, disciplinas, tempo de duração e diploma anterior. Desse modo, a oferta desses cursos não depende de atos autorizativos por parte deste Ministério, quais sejam: credenciamento institucional, autorização e reconhecimento de curso. As escolas que oferecem este tipo de curso têm direito de emitir certificado ao aluno em conformidade com a Lei nº 9394/96; Decreto nº 5.154/04; Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97). Lembrando que Curso livre não tem vínculo nem reconhecimento pelo MEC/CAPES. Esses Certificados têm validade legal para diversos fins, porém não podem ser convalidados, validados ou chancelados por escolas reconhecidas pelo MEC/CAPES.
  5. 5. A jurisprudência do Conselho Nacional de Educação tem sido no sentido de declarar- lhes a equivalência, de acordo com regras amplas e flexíveis. Cooperativas, Empresas e Profissionais Autônomos também podem ministrar tais cursos e emitir certificado. As pessoas que fazem os nossos Cursos Livres, qualificam-se mais em suas profissões, superam os concorrentes, são promovidos em suas empresas, e os que estão desempregados, preparam-se para o mercado de trabalho e conseguem rapidamente um novo emprego. A Oficina no Galpão do Ponto de Cultura Percursos Culturais será realizada através de processos teóricos e práticos tendo como pano de fundo a utilização da literatura mundial e o instrumental produzido pelos Contadores e Mestres. Temas Propostos: O que é a Contação de Histórias? Quem é o Contador? Como contar histórias. Por que contar histórias? Os primeiros Contadores de Histórias. Como selecionar histórias? Como escolher e avaliar histórias? Os elementos presentes na Contação de Histórias (a respiração, a voz, o som). A utilização da música para o Contador. O trabalho do Contador de histórias. A importância dos Contos de Fadas para a aprendizagem. O corpo instrumento de trabalho do Contador de Histórias. Trabalhando com diversas faixas – etárias: as características da fase idosa, adulta, da infância e da adolescência. Avaliação: Será realizada durante os dias de execução da Oficina e com o preenchimento de questionário de fechamento da Oficina. so grátis de Contação de Histórias - com opção de certificadoválido!
  6. 6. Contar históriasé umaarte que preservae transmite osvaloresculturaisde umacomunidade. A contação de histórias temgrande importâncianodesenvolvimentoinfantil,poisalémde ser um ato de carinhopor parte doadulto,é um reconhecimentode que acriança pode aprender muitocom as histórias,fábulase contosde fadas,de modolúdicoe imaginativo,sobreo mundoque a espera. Com este cursográtis de Contação de Histórias, o alunoaprenderá:  A origemdaliteraturainfantil;  As característicasde uma obra ideal paracrianças;  Comotirar maiorproveitodashistórias;  e mais. Cursoespecialmente indicadoparaestudantese profissionaisde pedagogia, psicopedagogia, letras,psicólogosinfantis, psicólogosdaeducação,professores,e demaisinteressadosnaárea da educação. Com o seguinte conteúdoprogramático: Introdução A origemdaliteraturainfantil A relevânciadashistóriasinfantisparaodesenvolvimentodacriançado maternal Contosde Fadas e o UniversoInfantil Característicasde umaboa obra para crianças As dificuldadesde sercriança Transmissãode valoresatravésdashistórias Tirandoum maiorproveitodashistórias Contação de históriase interaçãosocial A Teoriasócio-históricade Vygotsky Estudoda históriainfantil
  7. 7. O processocomunicativoe aoralidade Conto:O PatinhoFeio Conto:A PequenaVendedorade Fósforos Conto:O Soldadinhode Chumbo Bibliografia/LinksRecomendados FICHA DE INFORMAÇÕES Embasamento Legal: nossoscursostêmbase legal constituídapeloDecretoPresidencial nº 5.154 e nossa metodologiasegue asnormasdoMEC atravésda ResoluçãoCNEnº 04/99. Pré-requisitos:nãohápré-requisitosparaesse curso,sugere-se terEnsinoMédiocompleto (nãoobrigatório). Carga Horária do Certificado:40 horas Objetivos:cursolivre para QualificaçãoProfissional,onde oalunoaprenderáosfundamentos da contação de histórias;a origemdaliteraturainfantil;históriasinfantise desenvolvimento das crianças;contos de fada e o universoinfantil;característicasde umaboa obra para crianças; as dificuldadesde sercriança;transmissãode valoresatravésdashistórias;tirando maiorproveitodashistórias;contaçãode históriase interaçãosocial;a teoriasócio-histórica de Vygotsky;estudodahistóriainfantil;processocomunicativoe oralidade;contos:opatinho feio,apequenavendedorade fósforose osoldadinhode chumbo. Vantagens do Certificado: * AtualizarseuCurrículo,aumentandosuaschancesparaconquistarumbom emprego; * Aumentarsuaschancesde promoçãono emprego(atual); * CompletarhorasematividadesExtracurriculares(geralmente exigidasemFaculdades); * ProgressãoFuncional paraServidoresPúblicos; * Pré-Requisitoparaconcursose cursos. ontador de Histórias
  8. 8. PROGRAMAÇÃO INÍCIO 08/08/2015 e 22/08/2015 - (sábados alternados) das 8h00 às 16h00 27,28,30 e 31/07 (semanal das 14h00 às 18h00) CARGA HORÁRIA 16 Horas. CONCEITO: O curso oferecido pela Cruz Vermelha Brasileira, objetiva que o aluno adquira competências e habilidades, através de práticas lúdicas, comunicativas de expressão oral, através de estímulos a leitura, de técnicas variadas de narrativa de forma criativa para atuar no mercado de trabalho. OBJETIVO Realizar vivências de percepção do ambiente, de si mesmo e do outro; Desenvolver a memorização, concentração, imaginação e desinibição; Trabalhar a improvisação e a criatividade através dos conhecimentos prévios; Apresentar as técnicas básicas para contar histórias interagindo com o público; Conhecer diversas e diferentes formas de apresentação de uma mesma história para públicos distintos; Analisar o enredo, o ambiente e os personagens da história. Criar ambientes e personagens no imaginário, com gestos e emissão de vozes; Relacionar fatos do cotidiano com o imaginário dos contos; Contar histórias juntamente com expressão corporal, dobradura, fantoches entre outros; Confeccionar fantoches para uso na contação de histórias. Conhecer os diversos tipos de histórias; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento infantil;
  9. 9. Estilos dos Contadores de Histórias; Para que Contar Histórias; Contando Histórias com Expressão Corporal; Contando Histórias com Origami; Contando Histórias com Fantoches; Interdisciplinaridade e a Contação de Histórias; Técnicas de confecção de fantoche; Conhecendo Alguns Tipos de Histórias; Principais Autores e Obras; Diferença entre Ler e Contar Histórias; Recursos e Dicas utilizados para Contar Histórias; PROFESSORA Roseli Aparecida Gentil – Arte-educadora e Pedagoga. Técnica em Origami (dobradura de papel), Contadora de Histórias, especializada em Maquiagem Infantil e escultura em balões. Palestrante de Projetos Especiais, tais como: Saber Fazer, Romitec, Criança na Livraria, Bibliotecas – Prefeitura de Santo André, Aprender para Conviver com Criatividade no Mundo da Pediatria, Semana Especial da Criança entre outros atendendo mais de 11.000 participantes. Oficineira em diversas Feiras de Livro e Bienais, entre elas as de: São Paulo, Curitiba, Pernambuco e Rio de Janeiro. Representante dos discentes junto ao MEC da Comissão Própria de Avaliação – CPA – da Faculdade Uniradial Estácio de Sá, Campus Marajoara de 2009 a 2011. PÚBLICO ALVO Professores e auxiliares de classe Pessoas interessadas em trabalho voluntário, de oficineiras, "Freelancer" em eventos infantis; MATERIAL FORNECIDO Apostila e Certificado VALOR R$ 250,00 (podendo ser parcelado em 2x no cheque ou cartão) DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Cópia do RG e CPF OBSERVAÇÕES • O curso está sujeito à confirmação • Fica reservada à Coordenação Geral, a substituição de professor por outros, de igual qualificação, caso haja necessidade. • Não haverá reembolso em caso de desistência ou ausência do aluno.

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