1º Seminário
Internacional Bike Tour
   saúde, desporto e acção social




    São Paulo, 20 de Janeiro de 2010



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O que é?




           Porquê esta associação?
                                     2
Sumário:

O IDT
  Missão
  Visão
  Valores
Estrutura orgânica e Recursos
Áreas de intervenção
A prevenção
Conclusões


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O IDT
MISSÃO

   Promover a redução do consumo de drogas lícitas e ilícitas, bem como a diminuição das
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Estrutura orgânica e Recursos
CD
                                                                                      Conselho Directivo
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IDT
                      Instituto da Droga e da Toxicodependência, IP




                      22 CRI – Centros de Resp...
Áreas de intervenção


Tratamento
Reinserção
Redução de Riscos e Minimização
de Danos
Dissuasão
Prevenção
A prevenção


• Indicada
• Selectiva
• Universal
P O R I
PplanoOperacional de respostas integradas
 lano operacional de Respostas Integradas
O   Plano Operacional         de   Respostas Integradas          é uma
medida estruturante ao nível da intervenção integra...
QUADRO DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA *

PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS

                                           ...
OPERACIONALIZAÇÃO

PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS

                                            A execução do PO...
DIAGNÓSTICO NACIONAL

PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS



                                                 RESULT...
Programa de Intervenção Focalizada




                                     16
Programa de Intervenção Focalizada
  • Promover projectos de prevenção selectiva na área das toxicodependências,
  baseado...
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TU ALINHAS
O www.tu-alinhas.pt, é um sítio, na área da toxicodependência,
criado e desenvolvido pelo NAI, direccionado a j...
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EU E OS OUTROS
Definição:
 O Eu e os Outros é um projecto na área da prevenção universal,
 criado e desenvolvido pelo NAI,...
Objectivo:
 Promover, junto dos jovens, a reflexão em grupo sobre temas
 do desenvolvimento ligados à adolescência, criand...
As histórias:
  As histórias estão organizadas por parágrafos, no final dos
  quais os jogadores, assumindo o papel do per...
Prevenção Universal

Intervenção integrada com outros áreas de promoção da saúde e
estilos de vida saudáveis em contexto e...
Bike Tour Lisboa - 2006

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Bike Tour Lisboa - 2007
Conclusões
A prevenção dos consumos de substancias psicoactivas,
 lícitas ou ilícitas faz-se também através da promoção de
 estilos d...
INSTITUTO DA DROGA E DA TOXICODEPENDÊNCIA, I.P.




                   www.idt.pt
                     idt@idt.min-saude.p...
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I Seminário Internacional Bike Tour - Instituto da Droga e da Toxicodependência

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Apresentação de Manuel Cardoso

I Seminário Internacional Bike Tour - Saúde, Esporte e Ação Social

19 e 20 de Janeiro de 2010
Edifício sede da FIESP - São Paulo SP

O evento é uma iniciativa da organização World Bike Tour e dos governos federal, estadual e municipal de São Paulo, é sediado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com o apoio do Serviço Social da Indústria (SESI-SP)

A solenidade contou com a presença de Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo; Diamantino Nunes, presidente World Bike Tour; Alexandre Nunes, Secretário de Transportes da Prefeitura de São Paulo; Vital Neto, Presidente de honra do Instituto Superar; Sérgio Barbour, Chefe de Relações Institucionais e Governamentais da Fiesp; Antonio P. Souza, Instituto da Droga e da Toxicodependência e Walter Feldman, Secretário Esporte da Prefeitura de São Paulo.

Após a abertura, deu-se início ao círcuito de palestras.

Mais informações acesse o site http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2010/01/19/bike_tour_fiesp_palestras.ntc

www.worldbiketour.net

Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/Fiesp

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I Seminário Internacional Bike Tour - Instituto da Droga e da Toxicodependência

  1. 1. 1º Seminário Internacional Bike Tour saúde, desporto e acção social São Paulo, 20 de Janeiro de 2010 Manuel Cardoso IDT
  2. 2. O que é? Porquê esta associação? 2
  3. 3. Sumário: O IDT Missão Visão Valores Estrutura orgânica e Recursos Áreas de intervenção A prevenção Conclusões 3
  4. 4. O IDT
  5. 5. MISSÃO Promover a redução do consumo de drogas lícitas e ilícitas, bem como a diminuição das toxicodependências. VISÃO Ser a entidade nacional de referência, com reconhecimento internacional, para a intervenção nas condutas aditivas. VALORES Significa o reconhecimento da plena dignidade humana das pessoas envolvidas no fenómeno dos comportamentos aditivos (das drogas, do álcool, dos Humanismo medicamentos ou outros) e tem como corolário a compreensão da complexidade e relevância da sua história individual, familiar e social, bem como a consideração do seu estado como doença. Valorização de uma atitude de abertura à inovação, sem dogmas ou ideias preconcebidas, face aos resultados cientificamente comprovados das Pragmatismo experiências ensaiadas nos diversos domínios do combate às dependências de substâncias psico-activas e a consequente adopção de soluções adequadas à conjuntura nacional que possam proporcionar resultados práticos positivos. A percepção das realidades e dos fenómenos é mais sentida e melhor percebida a nível local, pelo que se deve partir das suas Territorialidade necessidades/propostas para construir planos de intervenção que respondam a diagnósticos territoriais (identificando problemas e recursos), definindo prioridades para o início ou continuidade das intervenções. A intervenção em toxicodependências não constitui um fim em si mesmo, devendo descentrar-se das substâncias e assumir a Centralidade no Cidadão centralidade no cidadão e nas suas necessidades objectivas e subjectivas, de acordo com os seus direitos e deveres. As abordagens e as respostas devem construir-se de forma integrada, não clivando a realidade individual e social. Os serviços e os profissionais devem organizar a sua intervenção operacional criando estratégias e/ou dispositivos de resposta abrangentes e Integração de Respostas que constituam uma rede de acção coerente e simultaneamente capaz de lidar com a complexidade e transversalidade da problemática das drogas e questões conexas. Qualidade é um processo de avaliação contínua da intervenção realizada face aos parâmetros e procedimentos Qualidade das Intervenções considerados de “boas práticas” ou de rigor científico, adequados à mesma intervenção, tendo em conta as realidades específicas, a “ambição” e as capacidades da sua concretização pelos seus actores. Promover e assegurar o potencial do capital humano da Organização para garantir a qualidade da intervenção e o Qualificação dos Profissionais cumprimento das competências e objectivos definidos para o Instituto, com ganhos em saúde para o cidadão e para comunidade.
  6. 6. Estrutura orgânica e Recursos
  7. 7. CD Conselho Directivo CC - Conselho Consultivo CNCDT - Conselho Nac. Combate à Droga e Toxicodependência AE - Assessorias Especializadas * CES - Comissão de Ética para a Saúde DIC DTR ** DPAG DMFRI Departamento de Intervenção Departamento de Tratamento Departamento de Planeamento Departamento de Monitorização, na Comunidade e Reinserção e Administração Geral Formação e Relações Internacionais NGEF GAD NP NT NE Núcleo de Gestão Gabinete de Apoio Núcleo de Prevenção Núcleo de Tratamento Núcleo de Estatística Económica e Financeira à Dissuasão NRD NGRH NPD NR Núcleo de Redução Núcleo de Gestão de Núcleo de Publicações Núcleo de Reinserção de Danos Recursos Humanos e Documentação NAI NLF NEI Núcleo de Atendimento Núcleo de Licenciamento NI Núcleo de Estudos e Informação e Fiscalização Núcleo de Informática e Investigação NGP NF Núcleo de Gestão Núcleo de Formação e Planeamento NRI Núcleo de Relações Internacionais DRN DRC DRLVT DRA DRAL Delegação Regional Delegação Regional Delegação Regional de Delegação Regional Delegação Regional do Norte do Centro Lisboa e Vale do Tejo do Alentejo do Algarve NAT - Núcleo de Apoio Técnico *** NAT - Núcleo de Apoio Técnico *** NAT - Núcleo de Apoio Técnico *** NAT - Núcleo de Apoio Técnico *** NAT - Núcleo de Apoio Técnico *** NAG - Núcleo de Apoio Geral NAG - Núcleo de Apoio Geral NAG - Núcleo de Apoio Geral NAG - Núcleo de Apoio Geral NAG - Núcleo de Apoio Geral CRI - 7 Centros de Respostas Integradas CRI - 6 Centros de Respostas Integradas CRI - 5 Centros de Respostas Integradas CRI - 3 Centros de Respostas Integradas CRI - Centro de Respostas Integradas UD - Unidade de Desabituação UD - Unidade de Desabituação UD - Unidade de Desabituação/C. Taipas UD - Unidade de Desabituação CT - Comunidade Terapêutica CT - Comunidade Terapêutica CT - Comunidade Terapêutica UA - Unidade de Alcoologia UA - Unidade de Alcoologia UA - Unidade de Alcoologia **** Serviços Centrais Serviços Regionais Unidades de Intervenção Local * Assessorias: do Coordenador Nacional, Imprensa, Jurídica e de Contencioso, Serviços de Saúde Ocupacional e Instalações e Equipamentos. ** Junto ao DTR funciona o Conselho Clínico Interno, o Coordenador Nacional de Enfermagem e o Coordenador Nacional de Serviços Farmacêuticos. *** O NAT integra um Responsável Clínico Regional e um Responsável de Enfermagem Regional. **** Apoio às Delegações Regionais do Alentejo e Algarve.
  8. 8. IDT Instituto da Droga e da Toxicodependência, IP 22 CRI – Centros de Respostas Integradas: Tratamento, Reinserção, Prevenção, Reinserç Prevenç Redução de Riscos e Minimização de Danos Reduç Minimizaç 45 Equipas de tratamento 4 Unidades de Desabituação 3 Comunidades Terapêuticas 3 Unidades de Alcoologia MINISTÉRIO DA SAÚDE
  9. 9. Áreas de intervenção Tratamento Reinserção Redução de Riscos e Minimização de Danos Dissuasão Prevenção
  10. 10. A prevenção • Indicada • Selectiva • Universal
  11. 11. P O R I PplanoOperacional de respostas integradas lano operacional de Respostas Integradas
  12. 12. O Plano Operacional de Respostas Integradas é uma medida estruturante ao nível da intervenção integrada, que procura potenciar as sinergias disponíveis no território e contribuir para “reduzir de forma significativa consumo de drogas entre a população e diminuir os efeitos perniciosos em termos sociais e de saúde, causados pelo consumo e tráfico de drogas ilícitas” (Plano Nacional contra a Droga e as Toxicodependências, 2005, p.4) com base nos princípios da parceria, territorialidade, integração e participação da comunidade. 12
  13. 13. QUADRO DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA * PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS Parceria Participação Territorialidade Integração ( * adaptado da Abordagem Estratégica da Luta contra a Pobreza e Exclusão Social da Organização Internacional Trabalho, 2004)
  14. 14. OPERACIONALIZAÇÃO PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS A execução do PORI concretiza-se mediante a definição de territórios de intervenção prioritários, nos quais serão constituídos Núcleos Territoriais. Cada Núcleo Territorial é formado por entidades parceiras que actuam localmente e que se reúnem com vista a concertarem esforços no objectivo comum de implementar um Programa de Respostas Integradas.
  15. 15. DIAGNÓSTICO NACIONAL PLANO OPERACIONAL DE RESPOSTAS INTEGRADAS RESULTADOS Foram identificados 163 territórios distribuídos por 83 concelhos de Portugal Continental
  16. 16. Programa de Intervenção Focalizada 16
  17. 17. Programa de Intervenção Focalizada • Promover projectos de prevenção selectiva na área das toxicodependências, baseados em evidência científica, dirigidos a grupos específicos: • Famílias Vulneráveis • Crianças e Jovens Vulneráveis • Indivíduos com Padrões de Consumo de Substâncias Psicoactivas em Contextos Recreativos • Introduzir um sistema rigoroso e estruturado de selecção, monitorização e avaliação dos projectos. 17
  18. 18. 18
  19. 19. TU ALINHAS O www.tu-alinhas.pt, é um sítio, na área da toxicodependência, criado e desenvolvido pelo NAI, direccionado a jovens e tendo como objectivo principal prestar informação e promover comportamentos saudáveis. O www.tu-alinhas.pt é um sítio de carácter lúdico-pedagógico que visa facilitar o acesso a conteúdos adequados às necessidades da população jovem possibilitando uma escolha livre e informada e a prevenção de comportamentos de risco. Embora seja direccionado para os jovens, o sítio contempla informação para pais, educadores e técnicos de saúde e de educação que em conjunto com os jovens poderão encontrar novas formas de diálogo, relacionamento e aprendizagem. 19 19
  20. 20. 20
  21. 21. EU E OS OUTROS Definição: O Eu e os Outros é um projecto na área da prevenção universal, criado e desenvolvido pelo NAI, para trabalhar em contexto escolar com jovens de uma forma estimulante e interactiva. Constitui-se como um instrumento promotor de processos de tomada de decisão, confrontação no seio do grupo e exploração de informação dirigido a grupos de jovens entre os 10 e os 18 anos. Tem por base 8 histórias em suporte electrónico (em formato de narrativa interactiva), cada uma delas abordando temas ligados ao desenvolvimento pessoal e social. 21 21
  22. 22. Objectivo: Promover, junto dos jovens, a reflexão em grupo sobre temas do desenvolvimento ligados à adolescência, criando uma dinâmica de grupo geradora de crescimento pessoal e social. Os jogadores têm por objectivo de jogo conduzirem um grupo de personagens, mediante um conjunto de decisões partilhadas, na resolução de problemas do dia-a-dia. Formar profissionais do terreno na área da prevenção universal, estabelecendo relações com parceiros (nomeadamente DGIDC, IPJ, PSP, PIEC, CIG, DGS, entre outros) de forma a fomentar o trabalho em rede com estruturas do terreno, mobilizando e dinamizando os recursos já existentes, num processo abrangente e promotor da saúde mental. 22 22
  23. 23. As histórias: As histórias estão organizadas por parágrafos, no final dos quais os jogadores, assumindo o papel do personagem principal, são confrontados com várias opções, das quais podem escolher apenas uma. O processo de construção das histórias iniciou-se com a definição de grandes temas. Assumiu-se que cada tema se desenvolveria em torno de um personagem diferente. Os grandes temas traduzem aspectos característicos da adolescência e a relação com as substâncias psicoactivas surge de forma integrada e não como elemento central da trama. 23 23
  24. 24. Prevenção Universal Intervenção integrada com outros áreas de promoção da saúde e estilos de vida saudáveis em contexto escolar, como sejam: Nutrição/alimentação saudável Saúde oral Consumos de álcool, tabaco e drogas Educação Sexual Questões do género Comportamentos violentos Ambiente Civismo Promoção de estilos de vida saudáveis em contexto ambiental
  25. 25. Bike Tour Lisboa - 2006 27
  26. 26. Bike Tour Lisboa - 2007
  27. 27. Conclusões
  28. 28. A prevenção dos consumos de substancias psicoactivas, lícitas ou ilícitas faz-se também através da promoção de estilos de vida saudáveis. A promoção de estilos de vida saudáveis ganha ainda mais sentido quando se associa à promoção do desporto e muito mais quando associada à: Promoção da inclusão E assim… … vale a pena a associação Sportis /IDT
  29. 29. INSTITUTO DA DROGA E DA TOXICODEPENDÊNCIA, I.P. www.idt.pt idt@idt.min-saude.pt SERVIÇOS CENTRAIS Praça de Alvalade, nº 7 - 5º ao 13º 1700-036 Lisboa Telef. 21 111 91 00 / 21 111 90 99 Fax: 21 111 27 95 31

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