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          Mioma
          56ª Edição, abril de 2012


Lages                                 Meã
INDICE

    Pág. 3 — Páscoa: Cristo Ressuscitou, Aleluia!;

    Pág. 4, 5, 6 — VI domingo da quaresma;

    Pág. 7, 8, 9 — domingo de páscoa;

    Pág. 10, 11, 12 — II domingo da páscoa;

    Pág. 13, 14, 15 — III domingo da páscoa;

    Pág. 15, 16, 17 — IV domingo da páscoa

    Pág. 18— O que é a Pastoral Juvenil?

    Pág. 19— A Voz do Conselho Económico; Taizé; curiosidades


    Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/
    ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do
    Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição
    do mês seguinte:

                    Em mão ou por correio, até dia 15;
               Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia20.


                            Visite-nos em:
                    http://jesmioma.blogspot.com/




2
“Páscoa: Cristo Ressuscitou, Aleluia!”
De entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Santa que
relembra os acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. De fato, esta
semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da reden-
ção, o grande sinal do amor de Deus salvador. A Páscoa é momento culminante.
O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa e
alcança o seu apogeu na Vigília Pascal. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que
inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição.
A Quinta-Feira Santa é marcada por dois momentos celebrativos: 1. Pela manhã, cada
comunidade diocesana, reunida na Igreja Catedral em torno do Bispo, celebra a Missa Cris-
mal, na qual são abençoados o Santo Crisma, o Óleo dos catecúmenos e o Óleo dos Enfer-
mos. A partir do Tríduo Pascal e por todo o ano litúrgico, esses óleos serão utilizados para
os Sacramentos do Batismo, da Confirmação, das Ordenações Sacerdotal e Episcopal e da
Unção dos Enfermos. 2. À tarde, a celebração faz memória da Instituição da Eucaristia. Os
textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus
celebra a Páscoa judia, mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no
Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1). A
transladação solene do Santíssimo Sacramento é um sinal de continuidade entre o sacrifício
e a adoração da presença sacramental.
A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia sóbria. O centro
da celebração é a assembleia litúrgica não eucarística. Os paramentos são vermelhos e a
liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do Servo
sofredor (Is. 52,13), a carta aos Hebreus, e a Paixão segundo São João, o teólogo místico
que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração
da cruz com a antífona “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo! Vinde e
adoremos”. E os ritos da comunhão.
O grande Sábado Santo é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurrei-
ção. A Vigília Pascal é a grande celebração da Palavra de Deus. Os símbolos são abundan-
tes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição
de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra
com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação
cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do batismo e asper-
são com a água benta que recorda a água do nosso batismo; por fim a eucaristia que procla-
ma a ressurreição do Senhor, esperando a
sua última vinda (1 Cor. 11, 26).
O Papa Bento XVI nos exorta: “Exorto-
vos, portanto, a acolher esse mistério de
salvação, a participar intensamente do
Tríduo pascal, sustentáculo de todo o
ano litúrgico e momento de graça parti-
cular para todo o cristão; convido-vos a
buscar nestes dias o recolhimento e a
oração, de forma a alcançar mais pro-
fundamente essa fonte de graça.” Fonte:
www.igrejasaobenedito.com.br




                                                      3
DOMINGO VI da quaresma-domingo de ramos
                                      (1 de abril de 2012)

    LEITURA I Is 50, 4-7
    «Não desviei o meu rosto dos que Me ultrajavam, mas sei que não ficarei desi-
                                      ludido»
    Leitura do Livro de Isaías

    O Senhor deu-me a graça de falar como um discípulo, para que eu saiba dizer uma

    palavra de alento aos que andam abatidos.

    Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os dis-

    cípulos. O Senhor Deus abriu-me os ouvidos, e eu não resisti nem recuei um passo.

    Apresentei as costas àqueles que me batiam e a face aos que me arrancavam a barba;

    não desviei o meu rosto dos que me insultavam e cuspiam.

    Mas o Senhor Deus veio em meu auxílio, e, por isso, não fiquei envergonhado; tornei o

    meu rosto duro como pedra, e sei que não ficarei desiludido.
    Palavra do Senhor.

    SALMO RESPONSOR IAL Salmo 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)
    Refrão: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?

    Todos os que me veem escarnecem de mim,
    estendem os lábios e meneiam a cabeça:
    «Confiou no Senhor, Ele que o livre,
    Ele que o salve, se é seu amigo».

    Matilhas de cães me rodearam,
    cercou-me um bando de malfeitores.
    Trespassaram as minhas mãos e os meus pés,
    posso contar todos os meus ossos.

    Repartiram entre si as minhas vestes
    e deitaram sortes sobre a minha túnica.
    Mas Vós, Senhor, não Vos afasteis de mim,
    sois a minha força, apressai-Vos a socorrer-me.

    Hei-de falar do vosso nome aos meus irmãos,
    hei-de louvar-Vos no meio da assembleia.
    Vós que temeis o Senhor, louvai-O,
    glorificai-O, vós todos os filhos de Jacob,
    reverenciai-O, vós todos os filhos de Israel.




4
LEITURA II Filip 2, 6-11
              «Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou»
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses
Cristo Jesus, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus,
mas aniquilou-Se a Si próprio. assumindo a condição de servo, tornou-Se semelhante
aos homens. Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à
morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes para
que ao nome de Jesus todos se ajoelhem no céu, na terra e nos abismos, e toda a lín-
gua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.

Palavra do Senhor.


ACLAMAÇÃOANTES DO EVANGELHO Filip 2, 8-9
Refrão: Cristo obedeceu até à morte e morte de
cruz. Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um
nome que está acima de todos os nomes.


EVANGELHO Forma breve Mc 15, 1-39
                      Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
N Naquele tempo, os príncipes dos sacerdotes reuniram-se em conselho, logo de
manhã, com os anciãos e os escribas, isto é, todo o Sinédrio.
Depois de terem manietado Jesus, foram entregá-l’O a Pilatos. Pilatos perguntou-Lhe:
R «Tu és o rei dos judeus?».
N Jesus respondeu:
J «É como dizes».
N E os príncipes dos sacerdotes faziam muitas acusações contra Ele. Pilatos interro-
gou-O de novo:
R «Não respondes nada? Vê de quantas coisas Te acusam».
N Mas Jesus nada respondeu, de modo que Pilatos estava admirado. Pela festa da
Páscoa, Pilatos costumava soltar-lhes um preso à sua escolha. Havia um, chamado
Barrabás, preso com os insurretos, que numa revolta tinham cometido um assassínio.
A multidão, subindo, começou a pedir o que era costume conceder-lhes.
Pilatos respondeu:
R «Quereis que vos solte o rei dos judeus?».
N Ele sabia que os príncipes dos sacerdotes O tinham entregado por inveja. Entretan-
to, os príncipes dos sacerdotes incitaram a multidão a pedir que lhes soltasse antes
Barrabás. Pilatos, tomando de novo a palavra, perguntou-lhes:
R «Então, que hei-de fazer d’Aquele que chamais o rei dos judeus?».
N Eles gritaram de novo:




                                                  5
R «Crucifica-O!».
    N Pilatos insistiu:
    R «Que mal fez Ele?».
    N Mas eles gritaram ainda mais:
    R «Crucifica-O!».
    N Então Pilatos, querendo contentar a multidão, soltou-lhes Barrabás e, depois de ter
    mandado açoitar Jesus, entregou-O para ser crucificado. Os soldados levaram-n’ O
    para dentro do palácio, que era o pretório, e convocaram toda a corte. Revestiram-n’
    O com um manto de púrpura e puseram-Lhe na cabeça uma coroa de espinhos que
    haviam tecido. Depois começaram a saudá-l’O:
    R «Salve, rei dos judeus!».
    N Batiam-Lhe na cabeça com uma cana, cuspiam-Lhe e, dobrando os joelhos, prostra-
    vam-se diante d’Ele. Depois de O terem escarnecido, tiraram-Lhe o manto de púrpura
    e vestiram-Lhe as suas roupas. Em seguida levaram-n’O dali para O crucificarem.
    Requisitaram, para Lhe levar a cruz, um homem que passava, vindo do campo, Simão
    de Cirene, pai de Alexandre e Rufo. E levaram Jesus ao lugar do Gólgota, que quer
    dizer, lugar do Calvário. Queriam dar-Lhe vinho misturado com mirra, mas Ele não o
    quis beber. Depois crucificaram-n’O. E repartiram entre si as as suas vestes, tirando-
    as à sorte, para verem o que levaria cada um. Eram nove horas da manhã quando O
    crucificaram. O letreiro que indicava a causa da condenação tinha escrito:
    «Rei dos Judeus». Crucificaram com Ele dois salteadores, um à direita e outro à
    esquerda. O s que passavam insultavam-n’ O e abanavam a cabeça, dizendo:
    R «Tu que destruías o templo e o reedificavas em três dias, salva-Te a Ti mesmo e
    desce da cruz».
    N Os príncipes dos sacerdotes e os escribas troçavam uns com os outros, dizendo:
    R «Salvou os outros e não pode salvar-Se a Si mesmo! Esse Messias, o Rei de Israel,
    desça agora da cruz, para nós vermos e acreditarmos».
    N Até os que estavam crucificados com Ele O injuriavam. Quando chegou o meio-dia,
    as trevas envolveram toda a terra até às três horas da tarde. E às três horas da tarde,
    Jesus clamou com voz forte:
    J «Eloí, Eloí, lemá sabactáni?».
    N que quer dizer: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?». Alguns dos pre-
    sentes, ouvindo isto, disseram:
    R «Está a chamar por Elias».
    N Alguém correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta duma cana,
    deu-Lhe a beber e disse:
    R «Deixa ver se Elias vem tirá-l’Odali».
    N Então Jesus, soltando um grande brado, expirou. O véu do templo rasgou-se em
    duas partes de alto a baixo. O centurião que estava em frente de Jesus, ao vê-l’O
    expirar daquela maneira, exclamou:
    R «Na verdade, este homem era Filho de Deus».
    N Palavra da salvação.




6
DOMINGO de Páscoa
                                  (8 de abril de 2012)

LEITURA I Atos 10, 34a.37-43
   «Comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos»
Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Vós sabeis o que aconteceu em toda

a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo que João pregou: Deus ungiu

com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curan-
do a todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele.

Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez no país dos judeus e em Jerusalém; e
eles mataram-n’O, suspendendo-O na cruz. Deus ressuscitou-O ao terceiro dia e per-

mitiu-Lhe manifestar-Se, não a todo o povo, mas às testemunhas de antemão desig-

nadas por Deus, a nós que comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado

dos mortos. Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constituído

por Deus juiz dos vivos e dos mortos.

É d’Ele que todos os profetas dão o seguinte testemunho: quem acredita n’Ele recebe

pelo seu nome a remissão dos pecados».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 1-2.16ab-17.22-23 (R. 24)
Refrão: Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria.
Ou: Aleluia.


Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.


A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver
para anunciar as obras do Senhor.




                                                 7
A pedra que os construtores rejeitaram
    tornou-se pedra angular.
    Tudo isto veio do Senhor:
    é admirável aos nossos olhos.


    LEITURA II Col 3, 1-4
                          «Aspirai às coisas do alto, onde está Cristo»

    Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Colossenses

    Irmãos:

    Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde está Cristo, sentado à

    direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra.

    Porque vós morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.

    Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar, também vós vos haveis de manifes-

    tar com Ele na glória.
    Palavra do Senhor.

    SEQUÊNCIA
    À Vítima pascal
    ofereçam os cristãos
    sacrifícios de louvor.


    O Cordeiro resgatou as ovelhas:
    Cristo, o Inocente,
    reconciliou com o Pai os pecadores.


    A morte e a vida
    travaram um admirável combate:
    Depois de morto,
    vive e reina o Autor da vida.


    Diz-nos, Maria:
    Que viste no caminho?




8
Vi o sepulcro de Cristo vivo
e a glória do Ressuscitado.
Vi as testemunhas dos Anjos,
vi o sudário e a mortalha.


Ressuscitou Cristo, minha esperança:
precederá os seus discípulos na Galileia.


Sabemos e acreditamos:
Cristo ressuscitou dos mortos.
Ó Rei vitorioso,
tende piedade de nós.


ALELUIA 1 Cor 5, 7b-8a


Refrão: Aleluia. Repete-se

Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado: celebremos a festa do Senhor.
Refrão


EVANGELHO Jo 20, 1-9
                     «Ele tinha de ressuscitar dos mortos»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao
sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu então e foi ter com Simão Pedro
e com o discípulo predileto de Jesus e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e
não sabemos onde O puseram». Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos
ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo
mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou.
Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira.
Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a
cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte.
Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: viu e acreditou.
Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia
ressuscitar dos mortos.


Palavra da salvação.




                                                 9
DOMINGO II da páscoa
                                        (15 de abril de 2012)

     LEITURA I Atos 4, 32-35

                                «Um só coração e uma só alma»

     Leitura dos Atos dos Apóstolos

     A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; nin-

     guém chamava seu ao que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum.

     Os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus com grande poder e
     gozavam todos de grande simpatia.

     Não havia entre eles qualquer necessitado, porque todos os que possuíam terras ou

     casas vendiam-nas e traziam o produto das vendas, que depunham aos pés dos Após-

     tolos. Distribuía-se então a cada um conforme a sua necessidade.

     Palavra do Senhor.


     SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1)

     Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua miseri-
     córdia. Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre.
     Diga a casa de Israel:
     é eterna a sua misericórdia.
     Diga a casa de Aarão:
     é eterna a sua misericórdia.
     Digam os que temem o Senhor:
     é eterna a sua misericórdia.              A mão do Senhor fez prodígios,
                                               a mão do Senhor foi magnífica.
                                               Não morrerei, mas hei-de viver,
                                               para anunciar as obras do Senhor.
                                               Com dureza me castigou o Senhor,
                                               mas não me deixou morrer.
     A pedra que os construtores rejeitaram
     tornou-se pedra angular.
     Tudo isto veio do Senhor:
     é admirável aos nossos olhos.
     Este é o dia que o Senhor fez:
     exultemos e cantemos de alegria.




10
LEITURA II 1 Jo 5, 1-6
               «Todo o que nasceu de Deus vence o mundo»
Leitura da Primeira Epístola de São João

Caríssimos:

Quem acredita que Jesus é o Messias, nasceu de Deus, e quem ama Aquele que

gerou ama também Aquele que nasceu d’Ele.

Nós sabemos que amamos os filhos de Deus quando amamos a Deus e cumprimos os

seus mandamentos, porque o amor de Deus consiste em guardar os seus manda-
mentos. E os seus mandamentos não são pesados, porque todo o que nasceu de

Deus vence o mundo. Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.

Quem é o vencedor do mundo senão aquele que acredita que Jesus é o Filho de
Deus? Este é o que veio pela água e pelo sangue: Jesus Cristo; não só com a água,

mas com a água e o sangue. É o Espírito que dá testemunho, porque o Espírito é a
verdade.

Palavra do Senhor.


ALELUIA Jo 20, 29


Refrão: Aleluia. Repete-se


Disse o Senhor a Tomé: «Porque Me

viste, acreditaste; felizes os que

acreditam sem terem visto». Refrão



EVANGELHO Jo 20, 19-31

                         «Oito dias depois, veio Jesus ...»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa
onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se

no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos
e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor.




                                                 11
Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, tam-

     bém Eu vos envio a vós».

     Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem

     perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-

     lhes-ão retidos».

     Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.

     Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor».

     Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o
     dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois,

     estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles.
     Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse:

     «A paz esteja convosco».
     Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão

     e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente».

     Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!».

     Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem

     visto».

     Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escri-

     tos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias,
     o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.

     Palavra da salvação.




12
DOMINGO III da páscoa
                                     (22 de abril de 2012)

LEITURA I Atos 3, 13-15.17-19
          «Matastes o autor da vida; mas Deus ressuscitou-o dos mortos»
Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Pedro disse ao povo: «O Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob, o Deus de
nossos pais, glorificou o seu Servo Jesus, que vós entregastes e negastes na presença de
Pilatos, estando ele resolvido a soltá-l’O. Negastes o Santo e o Justo e pedistes a liberta-
ção dum assassino; matastes o autor da vida, mas Deus ressuscitou-O dos mortos, e nós
somos testemunhas disso.
Agora, irmãos, eu sei que agistes por ignorância, como também os vossos chefes.
Foi assim que Deus cumpriu o que de antemão tinha anunciado pela boca de todos os
Profetas: que o seu Messias havia de padecer. Portanto, arrependei-vos e convertei-vos,
para que os vossos pecados sejam perdoados».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a)
Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz do vosso rosto.


Quando Vos invocar, ouvi-me, ó Deus de justiça.
Vós que na tribulação me tendes protegido,
compadecei-Vos de mim
e ouvi a minha súplica.

Sabei que o Senhor faz maravilhas pelos seus amigos,
o Senhor me atende quando O
invoco.

Muitos dizem: «Quem nos fará
felizes?»
Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a
luz da vossa face.

Em paz me deito e adormeço
tranquilo,
porque só Vós, Senhor,
me fazeis repousar em segurança.




                                                       13
LEITURA II 1 Jo 2, 1-5a
     «Ele é a vítima de propiciação pelos nossos pecados e também pelos do mundo inteiro»

     Leitura da Primeira Epístola de São João


     Meus filhos, escrevo-vos isto, para que não pequeis. Mas se alguém pecar, nós temos

     Jesus Cristo, o Justo, como advogado junto do Pai.

     Ele é a vítima de propiciação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também

     pelos do mundo inteiro.
     E nós sabemos que O conhecemos, se guardamos os seus mandamentos. Aquele que

     diz conhecê-l’O e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está

     nele. Mas se alguém guardar a sua palavra, nesse o amor de Deus é perfeito.

     Palavra do Senhor.

     ALELUIA cf. Lc 24, 32
     Refrão: Aleluia. Repete-se

     Senhor Jesus, abri-nos as Escrituras, falai-nos e inflamai o nosso coração.

     Refrão


     EVANGELHO Lc 24, 35-48

     «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos
                                       ao terceiro dia»

     Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

     Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e
     como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresen-

     tou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de
     medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque

     se levantam esses pensamentos nos vossos corações?
     Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não
     tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os

     pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-
     lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?».




14
Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante

deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi,     quando ainda

estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei

de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’».

Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes:

«Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao ter-

ceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos

pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de
todas estas coisas».

Palavra da salvação.

                             DOMINGO IV da páscoa
                                 (29 de abril de 2012)

LEITURA I Actos 4, 8-12

                        «Em nenhum outro há salvação»


Leitura dos Actos dos Apóstolos

Naqueles dias, Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: «Chefes do povo e anciãos,

já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um enfermo e o modo

como ele foi curado, ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: É em nome de
Jesus Cristo, o Nazareno, que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, é por

Ele que este homem se encontra perfeitamente curado na vossa presença.

Jesus é a pedra que vós, os construtores,

desprezastes e que veio a tornar-se pedra

angular. E em nenhum outro há salvação,

pois não existe debaixo do céu outro
nome, dado aos homens, pelo qual possa-

mos ser salvos».

Palavra do Senhor.




                                                  15
SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22)

     Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular.

     Ou: Aleluia

     Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
     porque é eterna a sua misericórdia.
     Mais vale refugiar-se no Senhor,
     do que fiar-se nos homens.
     Mais vale refugiar-se no Senhor,
     do que fiar-se nos poderosos.
                                                 Eu Vos darei graças porque me ouvistes
                                                 e fostes o meu Salvador.
                                                 A pedra que os construtores rejeitaram
                                                 tornou-se pedra angular.
                                                 Tudo isto veio do Senhor:
                                                 é admirável aos nossos olhos.

     Bendito o que vem em nome do Senhor,
     da casa do Senhor nós Vos bendizemos.
     Vós sois o meu Deus: eu Vos darei graças.
     Vós sois o meu Deus: eu Vos exaltarei.
     Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
     porque é eterna a sua misericórdia.


     LEITURA II 1 Jo 3, 1-2

                              «Veremos a Deus tal como Ele é»
     Leitura da primeira Epístola de São João

     Caríssimos:
     Vede que admirável amor o Pai nos consagrou em nos chamarmos filhos de Deus.

     E somo-lo de facto.
     Se o mundo não nos conhece, é porque não O conheceu a Ele.

     Caríssimos, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que havemos de

     ser. Mas sabemos que, na altura em que se manifestar, seremos semelhantes a Deus,

     porque O veremos como Ele é.

     Palavra do Senhor.




16
ALELUIA Jo 10, 14

Refrão: Aleluia. Repete-se

Eu sou o bom pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e as minhas

ovelhas conhecem-Me. Refrão

EVANGELHO Jo 10, 11-18

                 «O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas

ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o

lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário

não se preocupa com as ovelhas.

Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas, e as minhas ovelhas conhecem-Me,
do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas

minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as

reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o

Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu

que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o man-

damento que recebi de meu Pai».

Palavra da salvação.




                                               17
O que é a Pastoral Juvenil?

                                                      É a vida e a experiência de Igreja vivida pelos
                                                      jovens que encontram essa oportunidade e razões
                                                      nos contactos que fazem e nos encontros que
                                                      vivem, diariamente, com as pessoas ligadas à
                                                      Igreja. Os jovens procuram, mesmo que o não
                                                      manifestem, uma experiência forte de relação que
                                                      lhes transmita alegria, esperança, confiança, aven-
                                                      tura e paz. É necessário que as pessoas que eles
                                                      encontram, com a “marca” Igreja, sejam referên-
                                                      cias de valores semelhantes ou relacionados e,
                                                      sobretudo, sejam pessoas alegres, felizes, fiáveis
                                                      e cheias de confiança e esperança na vida e nos
     outros. Importa que o encontro celebrado entre alguém da Igreja e os jovens deixe sempre a con-
     vicção de que a pessoa é sincera e coerente e que vale a pena levá-la a sério e acreditar no que ela
     vive. Significa isto que nascerá nos jovens o desejo de “tocar” as fontes e as causas daquela vida e
     de “ouvir”, “conhecer” e “seguir” o Profeta daquela mensagem. Esta experiência desperta curiosi-
     dade, estimula a vontade do reencontro e dá razões e conteúdos para a reflexão e para a procura.
     A Pastoral Juvenil, mais do que uma sequência de momentos ou de atividades e festas, é uma rela-
     ção de pessoas e uma renovação de encontros, sempre e todos com referência à Pessoa de Jesus
     que Se torna o Mestre daquelas experiências e o Amigo daquelas relações. Por isso, os convites, os
     encontros e os temas para cada experiência de Pastoral Juvenil devem ter sempre, no centro, a Pes-
     soa e a Palavra de Jesus e deixar algum desafio que aproxime dele.
     Diocese. A primeira dimensão de atividades, de reflexões e de ação da/para a Pastoral Juvenil,
     como um projeto integral, é a diocese. Esta é a Igreja Local e é esta que deve ter um projeto orga-
     nizado e completo para a vida e a formação dos jovens. Este projeto deve ter em conta o Plano
     Pastoral respetivo, a proposta que é indicada pela Santa Sé, a orientação coordenada (encontros e,
     sobretudo, acontecimentos nacionais) do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ) e o
     caminho programático que a diocese está a querer percorrer com os jovens. É aqui que estes são
     chamados a viver a sua relação com a Pessoa Jesus Cristo, na Comunidade cristã onde estão inseri-
     dos – diocese, paróquia e grupo. Também é na diocese que os jovens, inseridos em algum movi-
     mento, obra, carisma ou estrutura juvenil, devem integrar a sua experiência pessoal e comunitária.
     Individualmente, ou em grupo isolado, ninguém realiza uma experiência eclesial completa nem
     tem a autêntica dimensão da eclesialidade, pois não se abre à universalidade da vocação e da mis-
     são nem à catolicidade da mensagem libertadora do Evangelho. Embora as Congregações e os
     Movimentos tenham uma ligação carismática supra dioceses, é em cada diocese que devem fazer a
     unidade da formação, do trabalho e da ação pastoral juvenil: no diálogo, na entreajuda e na partilha
     de experiências, a partir de um projeto de unidade que é feito pelo Plano Pastoral Diocesano.
     Paróquias, grupos, obras e movimentos. A estes cabe concretizar as propostas, planos e suges-
     tões que vêm da diocese e/ou do DNPJ, de forma criativa, entusiasta e mobilizadora, acrescentan-
     do e valorizando com o carisma próprio de cada um. Cabe, aos seus animadores, fazer um acom-
     panhamento pessoal, espiritual, formativo e vocacional de todos e de cada jovem. É essencial que
     estes animadores possuam alma e coração que os faça viver e testemunhar a firmeza da Fé, a ale-
     gria da Esperança e a generosidade do Amor em Jesus Cristo, de modo a que os outros creiam.
     D. Ilídio Pinto Leandro, bispo em Viseu




18
A Voz do Conselho Económico
Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de fevereiro de 2012



                     Receita                                    Despesas

             Dia/Evento                                 Evento             Montante
    Ofertórios Dominicais          203,13 €     Venc. Pároco               600,00 €

    Missas plurintencionais        255,00 €     Evangelização              109,56 €

    Ofertório 1.º domingo-
                                    52,07 €     Catequese                   30,00 €
    Universidade Católica

    Entregue pelas mordomas da
                                   300,11 €     Cartório                       6,00
    Santa Bárbara

    Outras ofertas –oferta para
                                    100,00€     Outras despesas               33,88
    igreja

    2 funerais (Lages)              80,00 €

    Côngrua (2 pessoas)              20,00€



    TOTAL                         1010,31 €                                779,44 €

                                              Saldo (receita - despesa)               230,87 €


Contributos a entregar na Diocese:
•     Missas Plurintencionais :                 127,50 €
•     Universidade Católica                      52,07 €
Total a entregar :                              179,57 €

                                       SALDO REAL =             51,30 €


                                       Todas as quartas 3as-feiras de cada mês, às
                                       21h, na igreja dos Terceiros, junto ao parque
                                       da Cidade de Viseu. (24 de abril de 2012)


Curiosidades: abril: É o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu
nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das
culturas. Outra hipótese sugere que abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de
Vénus, deusa do amor e da paixão. É por esta razão que surgiu a crença de que os
amores nascidos em abril são para sempre.




                                                           19
2012
     = Lua cheia   = Lua nova    = Quarto crescente   = Quarto Minguante




            Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro.
                                               Com a colaboração do JES




                                                jesmioma@hotmail.com




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  • 1. Afonsim Fontainhas Mioma 56ª Edição, abril de 2012 Lages Meã
  • 2. INDICE Pág. 3 — Páscoa: Cristo Ressuscitou, Aleluia!; Pág. 4, 5, 6 — VI domingo da quaresma; Pág. 7, 8, 9 — domingo de páscoa; Pág. 10, 11, 12 — II domingo da páscoa; Pág. 13, 14, 15 — III domingo da páscoa; Pág. 15, 16, 17 — IV domingo da páscoa Pág. 18— O que é a Pastoral Juvenil? Pág. 19— A Voz do Conselho Económico; Taizé; curiosidades Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mês seguinte: Em mão ou por correio, até dia 15; Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia20. Visite-nos em: http://jesmioma.blogspot.com/ 2
  • 3. “Páscoa: Cristo Ressuscitou, Aleluia!” De entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Santa que relembra os acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. De fato, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da reden- ção, o grande sinal do amor de Deus salvador. A Páscoa é momento culminante. O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor na Quinta-Feira Santa e alcança o seu apogeu na Vigília Pascal. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição. A Quinta-Feira Santa é marcada por dois momentos celebrativos: 1. Pela manhã, cada comunidade diocesana, reunida na Igreja Catedral em torno do Bispo, celebra a Missa Cris- mal, na qual são abençoados o Santo Crisma, o Óleo dos catecúmenos e o Óleo dos Enfer- mos. A partir do Tríduo Pascal e por todo o ano litúrgico, esses óleos serão utilizados para os Sacramentos do Batismo, da Confirmação, das Ordenações Sacerdotal e Episcopal e da Unção dos Enfermos. 2. À tarde, a celebração faz memória da Instituição da Eucaristia. Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia, mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1). A transladação solene do Santíssimo Sacramento é um sinal de continuidade entre o sacrifício e a adoração da presença sacramental. A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia sóbria. O centro da celebração é a assembleia litúrgica não eucarística. Os paramentos são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do Servo sofredor (Is. 52,13), a carta aos Hebreus, e a Paixão segundo São João, o teólogo místico que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração da cruz com a antífona “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo! Vinde e adoremos”. E os ritos da comunhão. O grande Sábado Santo é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurrei- ção. A Vigília Pascal é a grande celebração da Palavra de Deus. Os símbolos são abundan- tes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do batismo e asper- são com a água benta que recorda a água do nosso batismo; por fim a eucaristia que procla- ma a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26). O Papa Bento XVI nos exorta: “Exorto- vos, portanto, a acolher esse mistério de salvação, a participar intensamente do Tríduo pascal, sustentáculo de todo o ano litúrgico e momento de graça parti- cular para todo o cristão; convido-vos a buscar nestes dias o recolhimento e a oração, de forma a alcançar mais pro- fundamente essa fonte de graça.” Fonte: www.igrejasaobenedito.com.br 3
  • 4. DOMINGO VI da quaresma-domingo de ramos (1 de abril de 2012) LEITURA I Is 50, 4-7 «Não desviei o meu rosto dos que Me ultrajavam, mas sei que não ficarei desi- ludido» Leitura do Livro de Isaías O Senhor deu-me a graça de falar como um discípulo, para que eu saiba dizer uma palavra de alento aos que andam abatidos. Todas as manhãs Ele desperta os meus ouvidos, para eu escutar, como escutam os dis- cípulos. O Senhor Deus abriu-me os ouvidos, e eu não resisti nem recuei um passo. Apresentei as costas àqueles que me batiam e a face aos que me arrancavam a barba; não desviei o meu rosto dos que me insultavam e cuspiam. Mas o Senhor Deus veio em meu auxílio, e, por isso, não fiquei envergonhado; tornei o meu rosto duro como pedra, e sei que não ficarei desiludido. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSOR IAL Salmo 21 (22), 8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a) Refrão: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes? Todos os que me veem escarnecem de mim, estendem os lábios e meneiam a cabeça: «Confiou no Senhor, Ele que o livre, Ele que o salve, se é seu amigo». Matilhas de cães me rodearam, cercou-me um bando de malfeitores. Trespassaram as minhas mãos e os meus pés, posso contar todos os meus ossos. Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram sortes sobre a minha túnica. Mas Vós, Senhor, não Vos afasteis de mim, sois a minha força, apressai-Vos a socorrer-me. Hei-de falar do vosso nome aos meus irmãos, hei-de louvar-Vos no meio da assembleia. Vós que temeis o Senhor, louvai-O, glorificai-O, vós todos os filhos de Jacob, reverenciai-O, vós todos os filhos de Israel. 4
  • 5. LEITURA II Filip 2, 6-11 «Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses Cristo Jesus, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio. assumindo a condição de servo, tornou-Se semelhante aos homens. Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte e morte de cruz. Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem no céu, na terra e nos abismos, e toda a lín- gua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. Palavra do Senhor. ACLAMAÇÃOANTES DO EVANGELHO Filip 2, 8-9 Refrão: Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz. Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes. EVANGELHO Forma breve Mc 15, 1-39 Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos N Naquele tempo, os príncipes dos sacerdotes reuniram-se em conselho, logo de manhã, com os anciãos e os escribas, isto é, todo o Sinédrio. Depois de terem manietado Jesus, foram entregá-l’O a Pilatos. Pilatos perguntou-Lhe: R «Tu és o rei dos judeus?». N Jesus respondeu: J «É como dizes». N E os príncipes dos sacerdotes faziam muitas acusações contra Ele. Pilatos interro- gou-O de novo: R «Não respondes nada? Vê de quantas coisas Te acusam». N Mas Jesus nada respondeu, de modo que Pilatos estava admirado. Pela festa da Páscoa, Pilatos costumava soltar-lhes um preso à sua escolha. Havia um, chamado Barrabás, preso com os insurretos, que numa revolta tinham cometido um assassínio. A multidão, subindo, começou a pedir o que era costume conceder-lhes. Pilatos respondeu: R «Quereis que vos solte o rei dos judeus?». N Ele sabia que os príncipes dos sacerdotes O tinham entregado por inveja. Entretan- to, os príncipes dos sacerdotes incitaram a multidão a pedir que lhes soltasse antes Barrabás. Pilatos, tomando de novo a palavra, perguntou-lhes: R «Então, que hei-de fazer d’Aquele que chamais o rei dos judeus?». N Eles gritaram de novo: 5
  • 6. R «Crucifica-O!». N Pilatos insistiu: R «Que mal fez Ele?». N Mas eles gritaram ainda mais: R «Crucifica-O!». N Então Pilatos, querendo contentar a multidão, soltou-lhes Barrabás e, depois de ter mandado açoitar Jesus, entregou-O para ser crucificado. Os soldados levaram-n’ O para dentro do palácio, que era o pretório, e convocaram toda a corte. Revestiram-n’ O com um manto de púrpura e puseram-Lhe na cabeça uma coroa de espinhos que haviam tecido. Depois começaram a saudá-l’O: R «Salve, rei dos judeus!». N Batiam-Lhe na cabeça com uma cana, cuspiam-Lhe e, dobrando os joelhos, prostra- vam-se diante d’Ele. Depois de O terem escarnecido, tiraram-Lhe o manto de púrpura e vestiram-Lhe as suas roupas. Em seguida levaram-n’O dali para O crucificarem. Requisitaram, para Lhe levar a cruz, um homem que passava, vindo do campo, Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo. E levaram Jesus ao lugar do Gólgota, que quer dizer, lugar do Calvário. Queriam dar-Lhe vinho misturado com mirra, mas Ele não o quis beber. Depois crucificaram-n’O. E repartiram entre si as as suas vestes, tirando- as à sorte, para verem o que levaria cada um. Eram nove horas da manhã quando O crucificaram. O letreiro que indicava a causa da condenação tinha escrito: «Rei dos Judeus». Crucificaram com Ele dois salteadores, um à direita e outro à esquerda. O s que passavam insultavam-n’ O e abanavam a cabeça, dizendo: R «Tu que destruías o templo e o reedificavas em três dias, salva-Te a Ti mesmo e desce da cruz». N Os príncipes dos sacerdotes e os escribas troçavam uns com os outros, dizendo: R «Salvou os outros e não pode salvar-Se a Si mesmo! Esse Messias, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para nós vermos e acreditarmos». N Até os que estavam crucificados com Ele O injuriavam. Quando chegou o meio-dia, as trevas envolveram toda a terra até às três horas da tarde. E às três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte: J «Eloí, Eloí, lemá sabactáni?». N que quer dizer: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?». Alguns dos pre- sentes, ouvindo isto, disseram: R «Está a chamar por Elias». N Alguém correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta duma cana, deu-Lhe a beber e disse: R «Deixa ver se Elias vem tirá-l’Odali». N Então Jesus, soltando um grande brado, expirou. O véu do templo rasgou-se em duas partes de alto a baixo. O centurião que estava em frente de Jesus, ao vê-l’O expirar daquela maneira, exclamou: R «Na verdade, este homem era Filho de Deus». N Palavra da salvação. 6
  • 7. DOMINGO de Páscoa (8 de abril de 2012) LEITURA I Atos 10, 34a.37-43 «Comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos» Leitura dos Actos dos Apóstolos Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Espírito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curan- do a todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele. Nós somos testemunhas de tudo o que Ele fez no país dos judeus e em Jerusalém; e eles mataram-n’O, suspendendo-O na cruz. Deus ressuscitou-O ao terceiro dia e per- mitiu-Lhe manifestar-Se, não a todo o povo, mas às testemunhas de antemão desig- nadas por Deus, a nós que comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos. Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos mortos. É d’Ele que todos os profetas dão o seguinte testemunho: quem acredita n’Ele recebe pelo seu nome a remissão dos pecados». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 1-2.16ab-17.22-23 (R. 24) Refrão: Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria. Ou: Aleluia. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Diga a casa de Israel: é eterna a sua misericórdia. A mão do Senhor fez prodígios, a mão do Senhor foi magnífica. Não morrerei, mas hei-de viver para anunciar as obras do Senhor. 7
  • 8. A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Tudo isto veio do Senhor: é admirável aos nossos olhos. LEITURA II Col 3, 1-4 «Aspirai às coisas do alto, onde está Cristo» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Colossenses Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar, também vós vos haveis de manifes- tar com Ele na glória. Palavra do Senhor. SEQUÊNCIA À Vítima pascal ofereçam os cristãos sacrifícios de louvor. O Cordeiro resgatou as ovelhas: Cristo, o Inocente, reconciliou com o Pai os pecadores. A morte e a vida travaram um admirável combate: Depois de morto, vive e reina o Autor da vida. Diz-nos, Maria: Que viste no caminho? 8
  • 9. Vi o sepulcro de Cristo vivo e a glória do Ressuscitado. Vi as testemunhas dos Anjos, vi o sudário e a mortalha. Ressuscitou Cristo, minha esperança: precederá os seus discípulos na Galileia. Sabemos e acreditamos: Cristo ressuscitou dos mortos. Ó Rei vitorioso, tende piedade de nós. ALELUIA 1 Cor 5, 7b-8a Refrão: Aleluia. Repete-se Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado: celebremos a festa do Senhor. Refrão EVANGELHO Jo 20, 1-9 «Ele tinha de ressuscitar dos mortos» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. Correu então e foi ter com Simão Pedro e com o discípulo predileto de Jesus e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: viu e acreditou. Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. Palavra da salvação. 9
  • 10. DOMINGO II da páscoa (15 de abril de 2012) LEITURA I Atos 4, 32-35 «Um só coração e uma só alma» Leitura dos Atos dos Apóstolos A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma; nin- guém chamava seu ao que lhe pertencia, mas tudo entre eles era comum. Os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus com grande poder e gozavam todos de grande simpatia. Não havia entre eles qualquer necessitado, porque todos os que possuíam terras ou casas vendiam-nas e traziam o produto das vendas, que depunham aos pés dos Após- tolos. Distribuía-se então a cada um conforme a sua necessidade. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118), 2-4.16ab-18.22-24 (R. 1) Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua miseri- córdia. Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom: o seu amor é para sempre. Diga a casa de Israel: é eterna a sua misericórdia. Diga a casa de Aarão: é eterna a sua misericórdia. Digam os que temem o Senhor: é eterna a sua misericórdia. A mão do Senhor fez prodígios, a mão do Senhor foi magnífica. Não morrerei, mas hei-de viver, para anunciar as obras do Senhor. Com dureza me castigou o Senhor, mas não me deixou morrer. A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Tudo isto veio do Senhor: é admirável aos nossos olhos. Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria. 10
  • 11. LEITURA II 1 Jo 5, 1-6 «Todo o que nasceu de Deus vence o mundo» Leitura da Primeira Epístola de São João Caríssimos: Quem acredita que Jesus é o Messias, nasceu de Deus, e quem ama Aquele que gerou ama também Aquele que nasceu d’Ele. Nós sabemos que amamos os filhos de Deus quando amamos a Deus e cumprimos os seus mandamentos, porque o amor de Deus consiste em guardar os seus manda- mentos. E os seus mandamentos não são pesados, porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o vencedor do mundo senão aquele que acredita que Jesus é o Filho de Deus? Este é o que veio pela água e pelo sangue: Jesus Cristo; não só com a água, mas com a água e o sangue. É o Espírito que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. Palavra do Senhor. ALELUIA Jo 20, 29 Refrão: Aleluia. Repete-se Disse o Senhor a Tomé: «Porque Me viste, acreditaste; felizes os que acreditam sem terem visto». Refrão EVANGELHO Jo 20, 19-31 «Oito dias depois, veio Jesus ...» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. 11
  • 12. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, tam- bém Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser- lhes-ão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escri- tos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome. Palavra da salvação. 12
  • 13. DOMINGO III da páscoa (22 de abril de 2012) LEITURA I Atos 3, 13-15.17-19 «Matastes o autor da vida; mas Deus ressuscitou-o dos mortos» Leitura dos Atos dos Apóstolos Naqueles dias, Pedro disse ao povo: «O Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob, o Deus de nossos pais, glorificou o seu Servo Jesus, que vós entregastes e negastes na presença de Pilatos, estando ele resolvido a soltá-l’O. Negastes o Santo e o Justo e pedistes a liberta- ção dum assassino; matastes o autor da vida, mas Deus ressuscitou-O dos mortos, e nós somos testemunhas disso. Agora, irmãos, eu sei que agistes por ignorância, como também os vossos chefes. Foi assim que Deus cumpriu o que de antemão tinha anunciado pela boca de todos os Profetas: que o seu Messias havia de padecer. Portanto, arrependei-vos e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam perdoados». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 4, 2.4.7.9 (R. 7a) Refrão: Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz do vosso rosto. Quando Vos invocar, ouvi-me, ó Deus de justiça. Vós que na tribulação me tendes protegido, compadecei-Vos de mim e ouvi a minha súplica. Sabei que o Senhor faz maravilhas pelos seus amigos, o Senhor me atende quando O invoco. Muitos dizem: «Quem nos fará felizes?» Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz da vossa face. Em paz me deito e adormeço tranquilo, porque só Vós, Senhor, me fazeis repousar em segurança. 13
  • 14. LEITURA II 1 Jo 2, 1-5a «Ele é a vítima de propiciação pelos nossos pecados e também pelos do mundo inteiro» Leitura da Primeira Epístola de São João Meus filhos, escrevo-vos isto, para que não pequeis. Mas se alguém pecar, nós temos Jesus Cristo, o Justo, como advogado junto do Pai. Ele é a vítima de propiciação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro. E nós sabemos que O conhecemos, se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz conhecê-l’O e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele. Mas se alguém guardar a sua palavra, nesse o amor de Deus é perfeito. Palavra do Senhor. ALELUIA cf. Lc 24, 32 Refrão: Aleluia. Repete-se Senhor Jesus, abri-nos as Escrituras, falai-nos e inflamai o nosso coração. Refrão EVANGELHO Lc 24, 35-48 «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresen- tou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou- lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?». 14
  • 15. Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao ter- ceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas». Palavra da salvação. DOMINGO IV da páscoa (29 de abril de 2012) LEITURA I Actos 4, 8-12 «Em nenhum outro há salvação» Leitura dos Actos dos Apóstolos Naqueles dias, Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: «Chefes do povo e anciãos, já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um enfermo e o modo como ele foi curado, ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: É em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, é por Ele que este homem se encontra perfeitamente curado na vossa presença. Jesus é a pedra que vós, os construtores, desprezastes e que veio a tornar-se pedra angular. E em nenhum outro há salvação, pois não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possa- mos ser salvos». Palavra do Senhor. 15
  • 16. SALMO RESPONSORIAL Salmo 117 (118),1 e 8-9.21-23.26.28cd.29 (R. 22) Refrão: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Ou: Aleluia Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Mais vale refugiar-se no Senhor, do que fiar-se nos homens. Mais vale refugiar-se no Senhor, do que fiar-se nos poderosos. Eu Vos darei graças porque me ouvistes e fostes o meu Salvador. A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Tudo isto veio do Senhor: é admirável aos nossos olhos. Bendito o que vem em nome do Senhor, da casa do Senhor nós Vos bendizemos. Vós sois o meu Deus: eu Vos darei graças. Vós sois o meu Deus: eu Vos exaltarei. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. LEITURA II 1 Jo 3, 1-2 «Veremos a Deus tal como Ele é» Leitura da primeira Epístola de São João Caríssimos: Vede que admirável amor o Pai nos consagrou em nos chamarmos filhos de Deus. E somo-lo de facto. Se o mundo não nos conhece, é porque não O conheceu a Ele. Caríssimos, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Mas sabemos que, na altura em que se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porque O veremos como Ele é. Palavra do Senhor. 16
  • 17. ALELUIA Jo 10, 14 Refrão: Aleluia. Repete-se Eu sou o bom pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me. Refrão EVANGELHO Jo 10, 11-18 «O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor. O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas, e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o man- damento que recebi de meu Pai». Palavra da salvação. 17
  • 18. O que é a Pastoral Juvenil? É a vida e a experiência de Igreja vivida pelos jovens que encontram essa oportunidade e razões nos contactos que fazem e nos encontros que vivem, diariamente, com as pessoas ligadas à Igreja. Os jovens procuram, mesmo que o não manifestem, uma experiência forte de relação que lhes transmita alegria, esperança, confiança, aven- tura e paz. É necessário que as pessoas que eles encontram, com a “marca” Igreja, sejam referên- cias de valores semelhantes ou relacionados e, sobretudo, sejam pessoas alegres, felizes, fiáveis e cheias de confiança e esperança na vida e nos outros. Importa que o encontro celebrado entre alguém da Igreja e os jovens deixe sempre a con- vicção de que a pessoa é sincera e coerente e que vale a pena levá-la a sério e acreditar no que ela vive. Significa isto que nascerá nos jovens o desejo de “tocar” as fontes e as causas daquela vida e de “ouvir”, “conhecer” e “seguir” o Profeta daquela mensagem. Esta experiência desperta curiosi- dade, estimula a vontade do reencontro e dá razões e conteúdos para a reflexão e para a procura. A Pastoral Juvenil, mais do que uma sequência de momentos ou de atividades e festas, é uma rela- ção de pessoas e uma renovação de encontros, sempre e todos com referência à Pessoa de Jesus que Se torna o Mestre daquelas experiências e o Amigo daquelas relações. Por isso, os convites, os encontros e os temas para cada experiência de Pastoral Juvenil devem ter sempre, no centro, a Pes- soa e a Palavra de Jesus e deixar algum desafio que aproxime dele. Diocese. A primeira dimensão de atividades, de reflexões e de ação da/para a Pastoral Juvenil, como um projeto integral, é a diocese. Esta é a Igreja Local e é esta que deve ter um projeto orga- nizado e completo para a vida e a formação dos jovens. Este projeto deve ter em conta o Plano Pastoral respetivo, a proposta que é indicada pela Santa Sé, a orientação coordenada (encontros e, sobretudo, acontecimentos nacionais) do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ) e o caminho programático que a diocese está a querer percorrer com os jovens. É aqui que estes são chamados a viver a sua relação com a Pessoa Jesus Cristo, na Comunidade cristã onde estão inseri- dos – diocese, paróquia e grupo. Também é na diocese que os jovens, inseridos em algum movi- mento, obra, carisma ou estrutura juvenil, devem integrar a sua experiência pessoal e comunitária. Individualmente, ou em grupo isolado, ninguém realiza uma experiência eclesial completa nem tem a autêntica dimensão da eclesialidade, pois não se abre à universalidade da vocação e da mis- são nem à catolicidade da mensagem libertadora do Evangelho. Embora as Congregações e os Movimentos tenham uma ligação carismática supra dioceses, é em cada diocese que devem fazer a unidade da formação, do trabalho e da ação pastoral juvenil: no diálogo, na entreajuda e na partilha de experiências, a partir de um projeto de unidade que é feito pelo Plano Pastoral Diocesano. Paróquias, grupos, obras e movimentos. A estes cabe concretizar as propostas, planos e suges- tões que vêm da diocese e/ou do DNPJ, de forma criativa, entusiasta e mobilizadora, acrescentan- do e valorizando com o carisma próprio de cada um. Cabe, aos seus animadores, fazer um acom- panhamento pessoal, espiritual, formativo e vocacional de todos e de cada jovem. É essencial que estes animadores possuam alma e coração que os faça viver e testemunhar a firmeza da Fé, a ale- gria da Esperança e a generosidade do Amor em Jesus Cristo, de modo a que os outros creiam. D. Ilídio Pinto Leandro, bispo em Viseu 18
  • 19. A Voz do Conselho Económico Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de fevereiro de 2012 Receita Despesas Dia/Evento Evento Montante Ofertórios Dominicais 203,13 € Venc. Pároco 600,00 € Missas plurintencionais 255,00 € Evangelização 109,56 € Ofertório 1.º domingo- 52,07 € Catequese 30,00 € Universidade Católica Entregue pelas mordomas da 300,11 € Cartório 6,00 Santa Bárbara Outras ofertas –oferta para 100,00€ Outras despesas 33,88 igreja 2 funerais (Lages) 80,00 € Côngrua (2 pessoas) 20,00€ TOTAL 1010,31 € 779,44 € Saldo (receita - despesa) 230,87 € Contributos a entregar na Diocese: • Missas Plurintencionais : 127,50 € • Universidade Católica 52,07 € Total a entregar : 179,57 € SALDO REAL = 51,30 € Todas as quartas 3as-feiras de cada mês, às 21h, na igreja dos Terceiros, junto ao parque da Cidade de Viseu. (24 de abril de 2012) Curiosidades: abril: É o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome deriva do Latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão. É por esta razão que surgiu a crença de que os amores nascidos em abril são para sempre. 19
  • 20. 2012 = Lua cheia = Lua nova = Quarto crescente = Quarto Minguante Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro. Com a colaboração do JES jesmioma@hotmail.com 20