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Belo Horizonte - Perfil 
Territorial Expanse: 330.9 Km2 
Population: 2.38 million inhabitants (IBGE, 2010). It is the 5t...
Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional 
Criaçao: 1993 
Objetivo primeiro = erradicar a fome e reduzir a...
Ações para a redução do desperdicio: 
•Comercialização; 
•Producão; 
•Utilização; 
•Coleta e redistribuicão; 
•Transformac...
Comercialização direta do Produtor Rural para Consumidor Final Projeto “Directo de la Hacienda”: Início: 2004 Quem: pequen...
“Direto de la Hacienda”
Comercialização Intermediada pela Prefeitura 
Projeto “ABasteCer” (“Hortaliza Fea”) 
Início: 1993 
Quem: comerciantes 
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Santa Lucia
Projeto “ABasteCer” (“Hortaliza Fea”)
Campanha permanente de redução do desperdício: 
1.Aproveitamento integral de hortaliças e frutas em todos os projetos de a...
Alimentação Escolar
HORTAS ESCOLARES E COMUNITÁRIAS 
Redução do tempo e das distâncias entre produtor e consumidor; 
Redução das etapas de man...
Hortas escolares e comunitárias 
•Redução do tempo e distância entre produtor e consumidor final; 
•Produtos agroecológico...
Banco de Alimentos 
•Aproveitar ao máximo os alimentos que chegam; 
•Selecionar os doadores, propondo um mínimo de aprovei...
RECEBIMENTO/PESAGEM
SELEÇÃO
HIGIENIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
PROCESSAMENTO MÍNIMO
PORCIONAMENTO / ROTULAGEM / EMBALAGEM
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DISTRIBUIÇÃO
Destino final do lixo orgânico 
1.Coleta: pela Companhia de Serviço de Limpeza Urbana – SLU, duas vezes por semana para co...
Compostagem 
O composto orgânico produzido é utilizado nos jardins e parques do município. 
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Destino final do lixo orgânico 
2. Doado para uma instituição sem fins lucrativos (hacienda) para alimentação de suínos. A...
DESTINO FINAL DOS ALIMENTOS
Processamento de Alimentos (em implantação) 
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Benefício para os doadores: 
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Desafios a serem enfrentados: 
Legislação sanitária/Código Defesa dos Consumidores 
Prazo de validade dos alimentos: 
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MUCHAS GRACIAS! 
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Los desafíos en la Gestión de Desperdicios en Brasil (Maria Angela Girioli)

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Experiencias en reducción de desperdicios de alimentos y mejoramiento de la seguridad alimentaria, buenas prácticas vinculadas a los programas gubernamentales en Brasil. Presentación realizada por Maria Angela Girioli (Prefeitura de Belo Horizonte), en el marco de la Consulta Regional a Expertos en Pérdidas y Desperdicios de Alimentos en América Latina y el Caribe, realizada los días 8, 9 y 10 de octubre de 2014 en Santiago de Chile.

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Los desafíos en la Gestión de Desperdicios en Brasil (Maria Angela Girioli)

  1. 1. CONSULTA REGIONAL DE EXPERTOS EN PÉRDIDAS Y DESPERDICIOS DE ALIMENTOS EN AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE “Los desafios en la Gestión de Desperdicios en Brasil”
  2. 2. Belo Horizonte - Perfil Territorial Expanse: 330.9 Km2 Population: 2.38 million inhabitants (IBGE, 2010). It is the 5th largest municipal population in Brazil. HDI: 0,81 (PNUD, 2010) - It ranks 8th among Brazilian capitals. Poverty rate: 14.17% (IPEA, 2000) Minas GeraisVenda NovaNortePampulhaNoroesteBarreiroOesteCentro-SulLesteNordesteBelo HorizonteMinas Horizonte
  3. 3. Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Criaçao: 1993 Objetivo primeiro = erradicar a fome e reduzir a desnutrição DHAA = POLÍTICA PÚBLICA Objetivo Garantir o DHAA, por meio da assistência alimentar, acesso a alimentação saudável, educação alimentar, geracão de empregos e renda, fortalecimento da agricultura familiar e urbana, participação social
  4. 4. Ações para a redução do desperdicio: •Comercialização; •Producão; •Utilização; •Coleta e redistribuicão; •Transformacão e distribuição.
  5. 5. Comercialização direta do Produtor Rural para Consumidor Final Projeto “Directo de la Hacienda”: Início: 2004 Quem: pequenos produtores rurais do entorno de Belo Horizonte Como: permissão de uso de espaço público via chamamento público Condição: ser agricultor familiar, arcar com o transporte dos produtos, comercialização feita por membro da família Produtos: folhosas, legumes, frutas, ovos, quitandas Vantagens: •Produtor – vende por preços mais justos •Comprador - compra produtos frescos e de qualidade por preços mais baixos. OBS: geralmente os produtos são agroecológicos.
  6. 6. “Direto de la Hacienda”
  7. 7. Comercialização Intermediada pela Prefeitura Projeto “ABasteCer” (“Hortaliza Fea”) Início: 1993 Quem: comerciantes Como: permissão de uso de espaço público via licitação pública Condição: o detentor da permissão constrói as instalações em espaço público e é obrigatório que comercialize pelo menos 20 produtos com preços controlados - US$ 0,40 Produtos: folhosas, legumes, frutas, ovos, quitandas Vantagem: produtos de classificação comercial inferior, mas de qualidade, são comercializados por tornam as folhosas, legumes e frutas acessíveis para a população de baixa renda, que historicamente os consomem muito pouco.
  8. 8. Santa Lucia
  9. 9. Projeto “ABasteCer” (“Hortaliza Fea”)
  10. 10. Campanha permanente de redução do desperdício: 1.Aproveitamento integral de hortaliças e frutas em todos os projetos de assistência alimentar ( alimentação escolar, creches, asilos, abrigos) e restaurantes populares (administração própria); 2. Oficinas, vídeos, cartilhas e teatro visando o aproveitamento integral dos alimentos para público em geral 3. Redução do resto-ingestão: Serviço self-service; Acompanhamento dos alunos durante a refeição Envolvimento dos alunos
  11. 11. Alimentação Escolar
  12. 12. HORTAS ESCOLARES E COMUNITÁRIAS Redução do tempo e das distâncias entre produtor e consumidor; Redução das etapas de manipulação Educação para o Consumo Alimentar
  13. 13. Hortas escolares e comunitárias •Redução do tempo e distância entre produtor e consumidor final; •Produtos agroecológicos; •Menores preços; •Geração de emprego e renda; •Fortalecimento dos vínculos comunitários.
  14. 14. Banco de Alimentos •Aproveitar ao máximo os alimentos que chegam; •Selecionar os doadores, propondo um mínimo de aproveitamento do que chega; •Calcular o custo x beneficio da cadeia: buscar, processar, armazenar; •Fazer os processos com economia de agua e energia elétrica; •Doar a instituições/pessoas cadastradas; •Intregar o Banco a rede de segurança alimentar local
  15. 15. RECEBIMENTO/PESAGEM
  16. 16. SELEÇÃO
  17. 17. HIGIENIZAÇÃO
  18. 18. CLASSIFICAÇÃO
  19. 19. PROCESSAMENTO MÍNIMO
  20. 20. PORCIONAMENTO / ROTULAGEM / EMBALAGEM
  21. 21. ARMAZENAMENTO
  22. 22. DISTRIBUIÇÃO
  23. 23. Destino final do lixo orgânico 1.Coleta: pela Companhia de Serviço de Limpeza Urbana – SLU, duas vezes por semana para compostagem
  24. 24. Compostagem O composto orgânico produzido é utilizado nos jardins e parques do município. Instalações do Serviço de Limpeza Urbana
  25. 25. Destino final do lixo orgânico 2. Doado para uma instituição sem fins lucrativos (hacienda) para alimentação de suínos. A instituição acolhe pessoas portadoras de dependência química para tratamento.
  26. 26. DESTINO FINAL DOS ALIMENTOS
  27. 27. Processamento de Alimentos (em implantação) OBJETIVO: Aproveitamento das hortaliças e frutas sem condições para distribuição, mas próprias para o processamento. Tipos de processamento: •Desidratação •Despolpamento de frutas e produção de: Polpas congeladas para suco Geleias Doces em pasta. Importância: redução do desperdício; aumento da shelf- life; obtenção de novos produtos.
  28. 28. Benefício para os doadores: •Marketing Social; •Redução do custo de descarte de produtos não comercializados; •Divulgação da parceria através da utilização da logomarca do Programa Banco de Alimentos
  29. 29. Desafios a serem enfrentados: Legislação sanitária/Código Defesa dos Consumidores Prazo de validade dos alimentos: Prazo legal X Impropriedade para o consumo = DESPERDÍCIO “Válido até...” X “Melhor consumir até...”
  30. 30. Legislação Sanitária Uso de sanitizantes em alimentos consumidos crus Altas concentraciones: •Exigem enxague ( consumo de agua) •Estragam folhosas
  31. 31. MUCHAS GRACIAS! Maria Angela Girioli Deputy Secretary Municipal Deputy Secretariat of Food and Nutrition Security. Belo Horizonte Brasil mariaangela@pbh.gov.br a.girioli@gmail.com

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