Estatísticas de Gênero 
Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010 
Sistema Nacional de Informações de Gênero SN...
Processo de construção coletiva: Concepção e Planejamento 
O Sistema Nacional de Informações de Gênero (SNIG) é fruto de ...
Objetivos do SNIG: 
Conhecimento da realidade socioeconômica das mulheres sob a perspectiva das desigualdades de gênero 
...
Sobre os resultados: 
 O presente estudo sistematizou um conjunto de indicadores com base no Censo Demográfico 2010, cons...
População Famílias Migração 
Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicador...
Houve queda entre 2000 e 2010 na proporção de mulheres com ao menos um filho nascido vivo, especialmente nos grupos de ida...
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A contribuição monetária das mulheres no rendimento familiar total foi de 33,0% em 2000, atingindo 40,9% em 2010. Na área ...
Na maioria dos municípios do NE o indicador supera 50% (contribuição das mulheres foi maior que a dos homens no rendimento...
Pessoas com Deficiência 
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Gerência de Indicadores ...
Deficiência severa: grande dificuldade ou não consegue de modo algum enxergar, ouvir, caminhar/subir escadas e deficiência...
Habitação 
Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais 
Gerência de Indicadores Sociais
No Brasil, em 2000, 24,9% dos domicílios tinham responsáveis mulheres (75,1% responsáveis homens) 
Em 2010, 38,7% dos domi...
“Outras” foram consideradas as piores alternativas de saneamento, em função da maior probabilidade de exposição direta dos...
Educação 
Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
Houve redução da desigualdade de gênero no acesso à escola ao longo do tempo, resultando em maior escolarização feminina.
Em 2000, os homens de 15 a 17 anos de idade possuíam uma proporção significativamente maior do que as mulheres no ensino f...
As áreas gerais de formação nas quais as mulheres com 25 anos ou mais de idade estão em maior proporção, isto é, “Educação...
Mercado de Trabalho 
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Entre 2000 e 2010 ocorreu aumento da taxa de atividade das mulheres e queda da taxa dos homens.
A taxa de atividade das mulheres que vivem nas áreas rurais era 45,5%, ou seja, 26,7 pontos percentuais abaixo da observad...
O nível de ocupação das mulheres que possuem todos os filhos frequentando creches é bem superior ao daquelas onde os filho...
Rendimento 
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Nas regiões cuja atividade rural é significativa, o percentual de mulheres não remuneradas é elevado, como é o caso das Re...
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O efeito combinado das disparidades de sexo e cor ou raça no mercado de trabalho, mensurado por meio da razão entre o rend...
Link para acessar o SNIG: 
http://www.ibge.gov.br/apps/snig/v1/?loc=0
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A Institucionalização das Políticas para as Mulheres Rurais

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Presentación Power Point: Plan para una nueva instituacionalización de Políticas Públicas para Mujeres Rurales para superar las desigualdades de gênero e promover la autonomia de mujeres rurales.

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A Institucionalização das Políticas para as Mulheres Rurais

  1. 1. Estatísticas de Gênero Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010 Sistema Nacional de Informações de Gênero SNIG 10/11/2014 Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  2. 2. Processo de construção coletiva: Concepção e Planejamento O Sistema Nacional de Informações de Gênero (SNIG) é fruto de um trabalho contínuo desenvolvido pela Coordenação de População e Indicadores Sociais (COPIS), em parceria com outras áreas do IBGE e demais órgãos públicos diretamente interessados na produção e disseminação de indicadores e análises de gênero. SNIG 2006 com dados censitários de 1991 e 2000 (parceria SPM). A presente publicação foi empreendida no âmbito do Termo de Cooperação Técnica com a Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM e do Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio da Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombola.
  3. 3. Objetivos do SNIG: Conhecimento da realidade socioeconômica das mulheres sob a perspectiva das desigualdades de gênero Análise de indicadores sociodemográficos e socioeconômicos até o nível geográfico municipal Subsidiar a formulação, coordenação e implementação de políticas públicas para equidade de gênero Temas abordados:  População, famílias e migração  Pessoas com Deficiência  Habitação  Educação  Mercado de Trabalho  Rendimento
  4. 4. Sobre os resultados:  O presente estudo sistematizou um conjunto de indicadores com base no Censo Demográfico 2010, considerando, sempre que possível e pertinente: Desagregação por sexo, cor ou raça, grupos de idade e situação do domicílio; Desagregação até o nível municipal de forma a conhecer a realidade local das questões de gênero e subsidiar a formulação de políticas municipais de gênero (exceto desagregação por situação do domicílio); Temas ou aspectos concernentes às questões de gênero apontadas pelas recomendações internacionais, previstas nos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres e presentes na investigação censitária; e Comparação com o Censo Demográfico 2000.
  5. 5. População Famílias Migração Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  6. 6. Houve queda entre 2000 e 2010 na proporção de mulheres com ao menos um filho nascido vivo, especialmente nos grupos de idade até 34 anos. Persistem diferenças entre a área urbana e rural e entre mulheres brancas e pretas ou pardas.
  7. 7. Grande parte dos municípios nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do Paraná, apresentaram valores superiores ao da média nacional (11,8%). Até mesmo nos Municípios das Capitais, há grande variação neste indicador, que foi de 6,5%, em Belo Horizonte, a 16,9%, em Boa Vista.
  8. 8. A contribuição monetária das mulheres no rendimento familiar total foi de 33,0% em 2000, atingindo 40,9% em 2010. Na área rural, contribuição feminina passou de 24,4% para 42,4%, superando ligeiramente a contribuição das mulheres em área urbana em 2010.
  9. 9. Na maioria dos municípios do NE o indicador supera 50% (contribuição das mulheres foi maior que a dos homens no rendimento familiar total). Elevado percentual de participação do rendimento das mulheres nos municípios da Região Norte e no norte de Minas Gerais.
  10. 10. Pessoas com Deficiência Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  11. 11. Deficiência severa: grande dificuldade ou não consegue de modo algum enxergar, ouvir, caminhar/subir escadas e deficiência mental/intelectual. Há maior incidência nos idosos (mais dificuldades funcionais) e mulheres. Elas tendem a reportar mais doenças e dificuldades.
  12. 12. Habitação Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  13. 13. No Brasil, em 2000, 24,9% dos domicílios tinham responsáveis mulheres (75,1% responsáveis homens) Em 2010, 38,7% dos domicílios tinham responsáveis mulheres.
  14. 14. “Outras” foram consideradas as piores alternativas de saneamento, em função da maior probabilidade de exposição direta dos moradores e do meio ambiente a riscos diversos de contaminação.  Abastecimento de água por meio de água de chuva armazenada, carros-pipa, rios, açudes, lagos, igarapés etc.)  Esgoto despejado em valas, rios, lagos, mar etc.  Lixo jogado em terreno baldio ou logradouro, jogado em rio, lago ou mar etc.
  15. 15. Educação Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  16. 16. Houve redução da desigualdade de gênero no acesso à escola ao longo do tempo, resultando em maior escolarização feminina.
  17. 17. Em 2000, os homens de 15 a 17 anos de idade possuíam uma proporção significativamente maior do que as mulheres no ensino fundamental (44,0% e 36,4%, respectivamente). Em 2010, a taxa de frequência escolar líquida no ensino médio deles era de 42,4%, quase 10 pontos percentuais abaixo da proporção feminina (52,2%).
  18. 18. As áreas gerais de formação nas quais as mulheres com 25 anos ou mais de idade estão em maior proporção, isto é, “Educação” (83,0%) e “Humanidades e Artes” (74,2%), são justamente aquelas com menor rendimento mensal médio entre as pessoas ocupadas (R$ 1.811 e R$ 2.224, respectivamente).
  19. 19. Mercado de Trabalho Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  20. 20. Entre 2000 e 2010 ocorreu aumento da taxa de atividade das mulheres e queda da taxa dos homens.
  21. 21. A taxa de atividade das mulheres que vivem nas áreas rurais era 45,5%, ou seja, 26,7 pontos percentuais abaixo da observada para os homens no meio rural.
  22. 22. O nível de ocupação das mulheres que possuem todos os filhos frequentando creches é bem superior ao daquelas onde os filhos não frequentavam creche.
  23. 23. Rendimento Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais
  24. 24. Nas regiões cuja atividade rural é significativa, o percentual de mulheres não remuneradas é elevado, como é o caso das Regiões Norte e Centro-Oeste rural (45,1% e 45,5%, respectivamente)
  25. 25. Uma das metas do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres 2013-2015 é "a redução da taxa de desigualdade de rendimento entre mulheres e homens". Entre 2000 e 2010, houve um ligeiro aumento da razão de rendimentos médios de 0,65 para 0,68.
  26. 26. O efeito combinado das disparidades de sexo e cor ou raça no mercado de trabalho, mensurado por meio da razão entre o rendimento médio das mulheres pretas ou pardas e o rendimento médio dos homens brancos, é de 41,0%. Na Região Sudeste, a dupla desigualdade é ainda maior (38,0%).
  27. 27. Link para acessar o SNIG: http://www.ibge.gov.br/apps/snig/v1/?loc=0
  28. 28. Selecionando os temas
  29. 29. Selecionando os indicadores
  30. 30. Selecionando os cruzamentos
  31. 31. Selecionando os cruzamentos
  32. 32. Selecionando a área geográfica
  33. 33. Exemplo de seleção de área: Brasil
  34. 34. Exemplo de seleção de área: UF
  35. 35. Formas de visualização do resultado: Mapa
  36. 36. Formas de visualização do resultado: Tabela
  37. 37. Formas de visualização do resultado: Gráfico

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