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Doutrina da Humanidade

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Doutrina da Humanidade

  1. 1. 3 Religiões Africanas- Ritos de passagem Ritos de passagem são celebrações que marcam mudanças de status de uma pessoa no seio de uma comunidade. Os ritos de passagem podem ter caráter religioso, por exemplo; cada religião tem seus ritos, sendo parecidos com de outras religiões, ou não. Os ritos de passagem são realizados de diversas formas, dependendo da situação celebrada; desde rituais místicos ou religiosos. Os ritos de passagem marcam o momento de transição do individuo onde ele passa a participar na sociedade na qual estava inserido. Os ritos de passagem fazem parte da vida contemporânea também, nós sempre estamos criando situações que marcam uma passagem da nossa vida, por exemplo o rito de passagem dos calouros em universidade, como se fosse uma recepção para receber os novos estudantes, outro exemplo as festas de despedidas de solteiro, no próprio casamento também nós encontramos tais ritos, sem falar na tão esperada festa de quinze anos. Os ritos de passagem caracteriza uma sociedade. O rito de passagem de uma tribo indigena brasileira por exemplo: jovens da tribo têm que colocar as mãos dentro de uma espécie de luva cheia de formigas, cuja mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa. Os garotos têm que dançar com as mãos dentro da luva durante dez minutos, e a dor é tão intensa que o corpo sofre com convulsões, e a dor pode durar até 24 horas. O Cristianismo é uma Cosmovisão Podemos definir cosmovisão, em geral, como um conjunto de crenças fundamentais através das quais vemos o mundo. É a forma pela qual interpretamos e percebemos a realidade ao nosso redor, seja de forma consciente ou inconsciente. Esse conjunto de crenças nos diz, em primeiro lugar, o que as coisas são. O conjunto total de crenças de uma pessoa compõe a sua cosmovisão. Mas nem todas as crenças tem o mesmo "peso" dentro do sistema. As crenças que sustentamos sobre o mundo estão inter-relacionadas de diversas formas, e tem diferentes funções. Assim, embora num sentido mais lato, a totalidade das crenças de um individuo constitua sua cosmovisão individual, o conjunto de crenças mais fundamentais, que ocupam papel central na "imagem mental" do mundo de um ou mais indivíduos define a sua cosmovisão. Uma cosmovisão é basicamente um conjunto de ideias. É inegável que as ideias tenham um importante papel na conformação da vida humana. Mas há teorias contemporâneas que negam a prioridade das ideias, submetendo-as a condições psicológicas, econômicas, sociais ou linguísticas. Na verdade a perspectiva que alguém sustenta a respeito da relação entre as ideias e a ação já reflete a sua cosmovisão! Na perspectiva materialista marxista, por exemplo, os blocos fundamentais da cultura estão ligados as condições materiais da vida. Opondo-se aos materialistas, os idealistas afirmam que estes blocos são as ideias. Na perspectiva bíblica, a base da cultura se encontra em sua dinâmica religiosa e em suas expressões, tanto nas estruturas materiais da vida como nas ideias. Desse modo, concordamos em parte com os materialistas: as condições econômicas determinam em grande parte a forma de pensar e formam hábitos comportamentais difíceis de modificar sem ações de transformação. Também concordamos em parte com os idealistas: as ideias compõe os alicerces da cultura, onde todas as instituições vão se basear.
  2. 2. 4 Devemos admitir que diferentes condições de vida afetam profundamente o sistema de crenças de alguém. Para que uma cosmovisão tenha sucesso em orientar a vida, ela deve ser capaz de iluminar a experiência apontar caminhos. Ou seja: ela deve ser consistente com os fatos da experiência. Como as condições da experiência variam bastante, temos às vezes cosmovisões (no sentido de conjunto total de crenças) divergentes emergindo dos mesmos compromissos básicos de fé. A visão de mundo Anabatista, por exemplo, é diferente da visão de mundo Calvinistica. Naturalmente, é legítimo perguntar qual cosmovisão está mais de acordo com a Bíblia. Mas também devemos admitir que condições de experiência diferentes podem levar a diferentes ênfases e novas descobertas sobre a verdade bíblica. Que tipo de experiência pode afetar nossa cosmovisão? A vida emocional, por exemplo. Sentimentos enraizados de abandono podem afetar a integridade da fé. Pessoas que foram submetidas ou testemunharam abusos frequentes de autoridade podem moldar sua cosmovisão de tal forma que o poder seja sempre identificado com o mal. Pessoas que nunca conheceram a miséria e a exploração de perto podem adotar uma visão otimista da sociedade e apoiar teorias econômicas liberais. Conflitos pessoais podem causar uma ruptura entre o que é confessado na fé e a prática, e alguém pode tentar fechar essa brecha alterando não a prática, mas a confissão de fé. A vida social também pode nos levar a uma alteração de cosmovisão. O desejo de manter privilégios sociais pode nos levar a adotar posturas que justificam a opressão. Ou podemos ser levados a aceitar como corretos certos comportamentos imorais devido à pressão da maioria. Temos então que a cosmovisão tem sempre duas fontes: (1) nossas crenças fundamentais, fornecidas pela orientação religiosa fundamental, através da fé, e (2) nossas experiências e condições de vida, incluindo condições materiais, sociais, emocionais, intelectuais, etc. Podemos dizer que ela serve como um mediador entre a fé e essas condições de vida. É preciso admitir que comportamentos e práticas sempre surge associados a idéia, e que estas tem o poder de gerar comportamentos. Ou seja, mesmo não sendo independentes das condições da experiência, as idéias tem uma função “mediadora” na vida humana, através de nosso sistema de crenças que orienta o comportamento. O sistema de crenças da coletividade compõe sua cosmovisão, aquilo em que o povo acredita e a forma como interpreta a realidade. Tudo o mais em sua vida será grandemente determinado por esse sistema: o valor do ser humano para aquela cultura, a família, os relacionamentos, as leis, questões de ética, o valor da ciência e do trabalho, questões da moral e da justiça, modelos econômicos, a importância de Deus na sociedade, etc. Cristianismo versus Naturalismo O conflito de nosso dia é o teísmo contra o naturalismo. Teísmo é a crença de que há um Deus transcendente que criou o Universo; naturalismo é a crença de que causas naturais sozinhas são suficientes para explicar tudo o que existe. Naturalismo é a ideia de que a natureza é tudo o que existe, que a vida surgiu de uma colisão de átomos por acaso, evoluindo mais tarde para a vida humana como a conhecemos hoje. Naturalismo pode até incluir certas formas de religião – aquelas em que o espiritual é concebido como totalmente inerente à natureza, como as religiões neo pagãs e a Nova Era. O Cristianismo ensina que há um Deus
  3. 3. 5 transcendente que existe antes de o mundo vir a existência, que Ele é a origem última de todas as coisas. O universo é dependente a todo o momento de seu governo e cuidado providencial. Relativismo Moral. Na moralidade, o naturalismo resulta em relativismo. Se a natureza é tudo o que há, então não há uma fonte transcendente de verdade moral, e podemos construir nossa própria moralidade. Em contraste, os cristãos acreditam em um Deus que tem falado, que revelou um padrão absoluto e imutável de certo e errado, baseado, em última instância, em seu próprio carácter santo. Multiculturalismo. Os naturalistas tratam todas as culturas como moralmente equivalentes, cada uma meramente refletindo sua própria história e experiência. Pragmatismo. Desde que os naturalistas negam quaisquer padrões transcendentes de moral, eles tendem a fazer uma abordagem pragmática da vida. O pragmatismo diz: O que funcionar melhor é o certo. Em contraste, o cristão é um idealista, julgando ações não pelo que dá certo, mas pelo que deve ser, baseado em padrões objetivos. Utopia. Os naturalistas geralmente abraçam a noção iluminista de que a natureza é essencialmente boa, o que leva ao utopismo. O utopismo diz: Se tão somente criarmos as estruturas sociais e económicas certas, podemos ser conduzidos a uma era de harmonia e prosperidade. Perspectiva deste mundo. Os naturalistas só consideram o que acontece neste mundo, nesta época, nesta vida. Mas os cristãos vêm as coisas sob perspectiva eterna. Tudo o que fazemos agora tem significado eterno, porque um dia haverá julgamento, e então se tornará evidente que nossas escolhas na vida tiveram consequências que durarão por toda a eternidade. Os contornos de um sistema de vida cristão se tornarão claros nas quatro secções que se seguem: criação – Deus trouxe o mundo à existência através da sua palavra e criou a humanidade à sua imagem; queda – a condição humana é desfigurada pelo pecado; redenção – Deus em sua graça proveu uma maneira de nos reconciliar consigo mesmo; e restauração – somos chamados a trazer esses princípios a todas as áreas da vida e criar uma nova cultura. Equipados deste entendimento, podemos mostrar não somente que a cosmovisão cristã oferece as melhores respostas – respostas que concordam com o senso comum e com a mais avançada ciência – mas também que cristãos podem tomar as armas espirituais na grande luta cósmica entre cosmovisões conflitantes. O Cristianismo numa Era Pós-Cristã Todo cristão em dia com sua vida espiritual sabe que estamos vivendo os dias que antecedem a volta de Jesus. E este evento será precedido de sinais e movimentações previstas na Bíblia. Um dos sinais mais evidentes é a preparação do mundo para receber o Anticristo, um líder mundial que dominará os sistemas social, político e econômico das nações. A filosofia do sistema do anticristo colide com os princípios cristãos. Assim, todos nós com nossa maneira de ser e de pensar nos constituímos resistências à implantação dessa nova ordem mundial que se prepara para ser implantada. Por consequência, para o mundo, necessário se torna eliminar toda forma de pensamento cristão para que as pessoa recebam essa nova forma de pensar numa nova sociedade global, sem “preconceitos” ou “discriminações”. De fato os tempos estão mudando, os costumes estão mudando e a forma de pensar das pessoas também. Sabemos que o fato social é que informa a produção das leis. Para se ter uma legislação permissiva ao aborto, ao casamento homossexual e outros pontos de afronta ao Cristianismo é necessário preparar as mentes das pessoas, que de alguma forma são informadas por uma visão cristã de mundo, ainda que distorcida, e resistem a tamanhas
  4. 4. 6 mudanças. Assim, monta-se toda uma estratégia de programas com doses de homossexualismo, traições, promiscuidades, etc., por meio da TV, cinema, teatro, internet, debates sociais e outras mídias para que tais comportamentos sejam encarados como algo normal e socialmente aceitável ou necessário. Num segundo momento tais comportamentos devem ser classificados em minorias que sob a bandeira de direitos humanos, ou melhor, do humanismo, buscam legitimar tais práticas, que receberão proteção e defesa do ordenamento jurídico do país, independente de qual grupo político esteja no poder. O profeta Daniel falando sobre o domínio do Anticristo falou: “…e cuidará em mudar os tempos e a lei …” (Daniel 7.25). Mudar os tempo implica em mudanças de padrões de comportamento, visão de mundo, tendências filosóficas e consciência social. Mudar as leis significa transformar as tendências em fatos sociais para promover alterações nas legislações das nações de forma a dar guarida a todo comportamento até então reprovável e tornar cada dia mais difícil a sobrevivência do pensamento cristão e dos autênticos seguidores de Jesus num mundo que então já se considera pós-cristão. Vemos fundamentos imprescindíveis para a vida harmônica em sociedade serem transtornados, vilipendiados, apequenados e condenados sem chance de defesa. A sociedade moderna ignora os valores da família e da reverência. Vivemos numa época em que a irreverência é louvada enquanto que a decência fica em segundo plano. A libertinagem travestida de liberdade está massificando a permissividade de maneira que o correto agora é o errado. Tudo isso em nome de um relativismo inconsequente onde não existe responsabilidades. Nesse ambiente ainda há hipócritas falando de ética e contra a violência num momento e promovendo o aborto, e experiências com embriões em outro. Ora, a vida começa na concepção. Se o Direito a vida é Direito Fundamental porque agora vamos fechar os olhos a tamanho crime contra quem não pode se defender? Não podemos ser contra os avanços tecnológicos, mas não podemos ser contra a vida. As pesquisas com células tronco podem ser feitas com células não embrionárias. Enquanto isso, em nome do prazer pelo prazer países como Holanda e Canadá praticam verdadeira violência contra a mente infantil quando autorizam a adoção de crianças por casais homossexuais. Na verdade a luta dos homossexuais pelos seus direitos não legitima a violência psíquica contra a infância e contra a família. No caso do Brasil , tais direitos podem muito bem ser defendidos pelo atual Código Civil através de contratos específicos. Uma coisa é certa Deus não muda. Nele não há mudança nem sombra de variação Tiago 1.17). Isto porque Ele é perfeito e peremptoriamente completo em si mesmo. Por isso seus preceitos são absolutamente inquestionáveis e o que a Bíblia descreve como pecado sempre será pecado e impróprio para o ser humano. Sobre o relativismo profetizou Isaías: Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!(Isaías 5.20). Sem dúvida alguma há uma responsabilidade do homem pela inversão de valores atual. A consequência virá de diversas formas, seja por fenômenos naturais, sociais ou psico-sociais. É necessário a cada um de nós entedermos que Deus estabeleceu para-peitos para não cairmos no abismo da inconsequência. O Cristianismo em um Mundo Pós-Moderno Desde 1972 o mundo passa por mudanças profundas nas práticas sociais, culturais, políticas, econômicas e porque não dizer na vivência religiosa dos indivíduos. Os movimentos filosófico-teológicos característicos das ultimas décadas do século XX, romperam com o que durante vários séculos, no nível da fé cristã, acreditava-se ser verdade fundamental,
  5. 5. 7 inquestionável, da qual não se podia abrir mão. Um dos resultados dessas mudanças é o que hoje chamamos de pós-modernidade. Quais as características da pós-modernidade? No que tange a fé, tudo é relativizado, há um distanciamento de tudo o que é considerado “antigo”, a sensação de vazio, a liquidez e brevidade das coisas, a fragmentação, a desvalorização das hierarquias simbólicas e “um retorno ao sentimentalismo, a explosão religiosa e um novo comportamento diante do mundo, do outro, de si mesmo e de Deus” Vivemos um tempo de mudanças, mudanças profundas em todos os sentidos: no campo das ciências e tecnologias, da política, nas relações sociais entre outros. E todas essas mudanças são frutos do vento do desenvolvimento econômico e tecnológico que empurrou as relações humanas e sociais para a direção da pós-modernidade. A essência das coisas não importa, só é quente o que é superficial, e a vida pode ser comparada a um coquetel, onde tudo pode ser experimentado, mas tudo está desvalorizado. O homem moderno, segundo Harvey, está interessado em aproveitar o momento, em consumir. Interessa-se por tudo e por isso tem dificuldade de fazer síntese. Por isso mesmo é vulnerável, porque de tudo está sujeito, tornando-se assim evasivo e contraditório. Pelo fato de ser bem-informado, há escassez de uma formação consistente, pois se interessa por vários assuntos ao mesmo tempo. Sua curiosidade é incansável e insaciável. Sua busca por prazer e satisfação pessoal, serve como parâmetro também para a escolha de sua vivência religiosa, pois adere tudo aquilo que lhe apetece. Um bom exemplo da característica desse ser humano pós-moderno, pode ser visto hoje, na zona sul do Rio de Janeiro, num grande outdoor sobre calçados, em que um famoso ator, de porte atlético, da Rede Globo, diz: “no meu tipo de trabalho e fora dele, estilo e conforto são fundamentais”. A sociedade pós-moderna se caracteriza pelas ações de seus sujeitos que seguem a cartilha das ideologias materialistas – o ter acima do ser – do hedonismo – o prazer acima de tudo – da permissividade – tudo é bom desde que me sinta bem – relativismo – “não há nada absoluto, nada totalmente bom ou mau e as verdades são oscilantes” – consumismo – se vive para consumir, há uma contínua substituição de tudo: coisas, pessoas, relações, etc. Niilismo – caracterizada pela subjetividade, a paixão pelo nada, e a descrença em qualquer fundamentação religiosa para a existência humana numa indiferença assustadora. Na sociedade pós-moderna, o ser humano não serve a Deus, mas serve- se de Deus para realizar seus desejos. Por isso sua fidelidade a uma única Igreja ou a uma única crença lhe é prejudicial e insuficiente. O resultado disso é uma oferta religiosa grande e variada e uma fé superficial e sem consistência. Deus não Comete Erros O que podemos aprender deste capítulo é que Deus por ser tão maravilhoso e bondoso sempre tem planos para seus filhos e seus planos são os melhores. Deus não desampara um filho. Deus só dá aquilo que somos capazes de suportar. A história da criança Max é uma prova disso. A criança nasceu com autismo mas não foi nenhuma pedra de tropeço aos seus familiares, ao contrário foi uma prova viva de que Deus não comete erros. Essa criança talvez tenha sido vista com desprezo, vista pelas pessoas com olhar de pena, ou porque simplesmente é diferente das outras crianças. Mas para sua família a criança é tida como uma benção de Deus. Essa criança demonstrou uma enorme capacidade de amar o próximo. Capaz de transformar sua mãe em uma pessoa cristã que enxerga seu filho como um grande presente de Deus na sua vida. O verdadeiro problema deste mundo não é deformação no corpo, mas sim na alma. Infelizmente é assim, pessoas são capazes de fazerem julgamento sem ao menos conhecer, são capazes de dar valor ao que esta fora do que o que esta dentro.
  6. 6. 8 O Que Há de Errado Conosco? A pergunta básica é: de onde veio o universo e como a vida começou? Por que há guerra e sofrimento, doença e morte? Sabemos que o universo veio das mãos de um Criador que está acima de todas as coisas, mas como explicar o mal? As Escrituras ensinam que Deus criou o Universo e nos fez a sua imagem, para sermos santos e para vivermos de acordo com seus Mandamentos, e nos fez com o livre arbítrio de escolha. Adão e Eva exerceram suas liberdades de escolha infelizmente escolheram o mal e nós como filhos continuamos com o livre arbítrio de escolhas e continuamos a escolher o mal. Ao pecarem Adão e Eva, a natureza por sua vez também sentiu o impacto do pecado. A desobediência levou-nos a vivermos como escravos do pecado, somos regido por este mal que nos assola, mas convém a cada um de nós nos afastarmos deste mal e nos aproximarmos do nosso Criador para que possamos um dia estar com Ele em sua Morada.

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