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TUBERCULOSE---TREINAMENTO-EM-SERVI--O---CAPIM-DOURADO.ppt

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos e/ou sistemas. A doença é causada pelo Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch.

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Tuberculose
PARTE I – ASPECTOS
BÁSICOS E
EPIDEMIOLÓGICOS
O controle da tuberculose (TB) envolve
uma série de ações relacionadas a
práticas clínicas, organização de serviços,
interações com outras áreas dentro e fora
do setor saúde e sistema de informação e
vigilância.
• Agente etiológico:
A TB pode ser causada por qualquer uma das sete
espécies que integram o complexo Mycobacterium
tuberculosis: M. tuberculosis, M. bovis, M. africanum, M.
canetti, M. microti, M. pinnipedi e M. caprae.
Em alguns locais, o M. bovis pode ter
especial relevância como agente
etiológico da TB e apresenta-se de forma
idêntica ao M. tuberculosis, com maior
frequência da forma ganglionar e outras
extrapulmonares
TODO PACIENTE COM
TUBERCULOSE TRANSMITE A
DOENÇA?
Quem transmite a tuberculose?
Os pacientes com exame bacteriológico de escarro positivo sustentam a
cadeia de transmissão da doença. A TB extrapulmonar exclusivamente são
desprovidas de infectividade.
Crianças com TB
pulmonar, em geral,
têm baciloscopia
negativa e, por isso,
pouca importância na
cadeia de transmissão
da doença.

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  • 2. PARTE I – ASPECTOS BÁSICOS E EPIDEMIOLÓGICOS
  • 3. O controle da tuberculose (TB) envolve uma série de ações relacionadas a práticas clínicas, organização de serviços, interações com outras áreas dentro e fora do setor saúde e sistema de informação e vigilância.
  • 4. • Agente etiológico: A TB pode ser causada por qualquer uma das sete espécies que integram o complexo Mycobacterium tuberculosis: M. tuberculosis, M. bovis, M. africanum, M. canetti, M. microti, M. pinnipedi e M. caprae. Em alguns locais, o M. bovis pode ter especial relevância como agente etiológico da TB e apresenta-se de forma idêntica ao M. tuberculosis, com maior frequência da forma ganglionar e outras extrapulmonares
  • 5. TODO PACIENTE COM TUBERCULOSE TRANSMITE A DOENÇA?
  • 6. Quem transmite a tuberculose? Os pacientes com exame bacteriológico de escarro positivo sustentam a cadeia de transmissão da doença. A TB extrapulmonar exclusivamente são desprovidas de infectividade. Crianças com TB pulmonar, em geral, têm baciloscopia negativa e, por isso, pouca importância na cadeia de transmissão da doença.
  • 8. A probabilidade de uma pessoa ser infectada depende de fatores exógenos, entre eles, a infectividade do caso-fonte, a duração do contato e o tipo de ambiente partilhado. A avaliação do risco de infecção deve ser individualizada.
  • 9. PARTE II – DIAGNÓSTICO
  • 12. Diagnóstico clínico A duração da tosse para o diagnóstico clínico é igual em todas as populações?
  • 13. Tuberculose pulmonar: • Os sintomas clássicos, como tosse persistente seca ou produtiva, febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento. Tuberculose extrapulmonar: • Os sinais e sintomas dependem dos órgãos ou sistemas acometidos.
  • 14. Diagnóstico bacteriológico • É de importância fundamental em adultos, tanto para o diagnóstico quanto para o controle de tratamento da TB; • Resultados bacteriológicos positivos confirmam a tuberculose ativa em pacientes com quadro clínico sugestivo de TB.
  • 15. 1. Baciloscopia de escarro • A baciloscopia do escarro, permite detectar de 60% a 80% dos casos de TB pulmonar em adultos, o que é importante do ponto de vista epidemiológico; • Baciloscopia positiva e quadro clínico compatível com TB fecham o diagnóstico e autorizam o início de tratamento da TB.
  • 16. 2. Teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB) • Está indicado, prioritariamente, para o diagnóstico de tuberculose pulmonar e laríngea em adultos e adolescentes e populações de maior vulnerabilidade; • A sensibilidade do TRM-TB em amostras de escarro de adultos é de cerca de 90% sendo superior à da baciloscopia; • O teste também detecta a resistência à rifampicina, com uma sensibilidade de 95%.
  • 17. ATENÇÃO !!! • Como pode detectar bacilos mortos ou inviáveis, o TRM-TB não deve ser utilizado para diagnóstico nos casos de retratamento (reingresso após abandono e recidivas). Nesses casos, o diagnóstico da TB deve ser feito com baciloscopia de escarro e cultura para micobactérias, seguida do Teste de Tensibilidade (TS) para verificação de resistência aos fármacos. • Todos os exames (baciloscopia, TRM-TB ou cultura) deverão ser realizados, preferencialmente, na mesma amostra de escarro.
  • 18. 3. Cultura de escarro e teste de sensibilidade • A cultura é um método de elevada especificidade e sensibilidade no diagnóstico da TB. Nos casos pulmonares com baciloscopia negativa, a cultura do escarro pode aumentar em até 30% o diagnóstico bacteriológico da doença; • O resultado da cultura confirma o diagnóstico de micobacteriose, sendo necessária a identificação de espécie para caracterizar se é um caso de TB ou outra micobactéria.
  • 19. PARA A REALIZAÇÃO DA BACILOSCOPIA DE ESCARRO (PARA DIAGNÓSTICO) QUANTAS AMOSTRAS SÃO NECESSÁRIAS? E PARA O TESTE RÁPIDO MOLECULAR E CULTURA?
  • 21. Quando o paciente referir ausência de expectoração, o profissional de saúde deverá orientá-lo sobre como obter uma adequada amostra de escarro para exame. Quando disponível, a indução do escarro pode ser realizada.
  • 22. Diagnóstico por Imagem 1. Radiografia de tórax: Dentre os métodos de imagem, a radiografia do tórax é o de escolha na avaliação inicial e no acompanhamento da TB pulmonar. Juntamente com as radiografias de tórax, sempre devem ser realizados exames laboratoriais (baciloscopias, cultura e/ou teste rápido molecular) na tentativa de buscar o diagnóstico bacteriológico.
  • 23. Diagnóstico por Imagem 2. Tomografia computadorizada: A tomografia computadorizada (TC) é mais sensível para demonstrar alterações anatômicas dos órgãos ou tecidos comprometidos
  • 24. Diagnóstico por Imagem 3. Diagnóstico Histopatológico: A avaliação histológica de fragmento de tecido obtido por biópsia é um método empregado na investigação das formas pulmonares que se apresentam radiologicamente como doença difusa e nas formas extrapulmonares.
  • 25. Diagnóstico de HIV nas Pessoas com Tuberculose • Todo paciente com diagnóstico de tuberculose deve ser testado para HIV, preferencialmente o teste rápido e deve ser oferecido, o mais cedo possível. • Caso o teste anti-HIV seja positivo, o paciente deve ser encaminhado para o Serviço de Atenção Especializada (SAE).
  • 26. Diagnóstico da tuberculose na infância • Sintomas geralmente são inespecíficos e se confundem com infecções próprias da infância; • Procurar a tríade clássica: redução do apetite, perda de peso e tosse crônica; • Investigar a tuberculose na criança com pneumonia que não melhora com o tratamento antimicrobiano habitual; • O exame radiográfico do tórax deve ser solicitado precocemente em todas as crianças com suspeita de TB e é de fundamental importância no diagnóstico da doença; • Na prática, pode-se utilizar o lavado gástrico nas crianças menores e o escarro, sempre que possível.
  • 27. PARTE III – TRATAMENTO
  • 28. COMO É REALIZADO O TRATAMENTO? QUANTO TEMPO DURA O TRATAMENTO? QUANTOS MEDICAMENTOS?
  • 29. Em todos os esquemas de tratamento, os medicamentos deverão ser ingeridos diariamente e de uma única vez.
  • 30. É IMPORTANTE PESAR O PACIENTE? POR QUÊ?
  • 35. O Esquema Básico pode ser administrado nas doses habituais para gestantes e, dado risco de toxicidade neurológica ao feto atribuído à isoniazida, recomenda-se o uso de piridoxina (50mg/dia).
  • 36. Em casos individualizados, independentemente da presença de outras morbidades, quando a TB apresentar evolução clínica não satisfatória, o tratamento poderá ser prolongado na sua segunda fase, de quatro para sete meses e deve ser definido, idealmente, na referência secundária da tuberculose.
  • 37. Indicações para a ampliação do tempo de tratamento: • Pacientes com baciloscopias de acompanhamento negativas, com evolução clínica e/ou radiológica insatisfatórias; • Pacientes com baciloscopia positiva (poucos bacilos) no quinto ou sexto mês de tratamento, isoladamente, com boa evolução clínica e radiológica. Investigar a possibilidade de TB resistente; • Pacientes com apresentação radiológica evidenciando múltiplas cavidades, especialmente se exibem baciloscopia positiva ao final do segundo mês de tratamento. Investigar a possibilidade TB resistente.
  • 38. A indicação de internação compulsória para tratamento de tuberculose deve ser considerada somente em casos excepcionais, esgotadas todas as possibilidades de abordagem terapêutica ambulatorial, com avaliação dos serviços de assistência social e aval do Ministério Público.
  • 39. TUBERCULOSE x HIV Nos pacientes PVHIV o início concomitante do tratamento da tuberculose e da infecção pelo HIV é contraindicado, uma vez que pode haver aumento do risco de intolerância e de reações adversas, piorando a adesão.
  • 40. Seguimento do tratamento: O acompanhamento do tratamento consiste nas seguintes atividades: • acompanhamento clínico para todos os casos; • controle bacteriológico para os casos pulmonares; • controle radiológico, principalmente quando o exame de imagem tiver sido utilizado como parâmetro auxiliar para o diagnóstico.
  • 41. • Para o controle bacteriológico, é fundamental a realização de baciloscopia mensal nos casos de TB pulmonar para o monitoramento da efetividade do tratamento. • Espera-se a negativação da baciloscopia a partir do final da segunda semana de tratamento. Entretanto, pacientes podem persistir com baciloscopia positiva sem que isso signifique falha terapêutica. • Pacientes com baciloscopia positiva ao longo do tratamento ou que positivam após negativação devem ser avaliados quanto à adesão, falência e/ou resistência.
  • 42. Baciloscopia positiva ao final do segundo mês do tratamento, deve-se solicitar cultura para micobactéria com Teste de Sensibilidade (TS), prolongando a fase de ataque (RHZE) por mais 30 dias, e reavaliar o esquema de tratamento com o resultado do TS.
  • 43. Pacientes com evolução insatisfatória (não melhora clínica e/ou persistência de baciloscopia associada ou não, com aspecto radiológico evidenciando atividade de doença) devem ser encaminhados para uma referência de tuberculose para avaliação.
  • 44. Pacientes inicialmente com exame bacteriológico positivo deverão ter pelo menos duas baciloscopias negativas na fase de manutenção para comprovar cura, uma no decorrer da fase de manutenção e outra ao final do tratamento (5º ou 6° mês).
  • 48. Infecção Latente pelo M. tuberculosis (ILTB) Pessoas infectadas pelo M. tuberculosis que não apresentam TB ativa são identificadas como portadores da Infecção Latente pelo M. tuberculoisis (ILTB ). É importante salientar que antes de se efetuar o tratamento da ILTB deve-se sempre investigar sinais e sintomas clínicos sugestivos de tuberculose ativa e, na presença de qualquer suspeita, investigar a tuberculose ativa e não tratar a ILTB nesse momento.
  • 49. • O tratamento da ILTB com H reduz em 60% a 90% o risco de adoecimento. Esta variação se deve a duração e a adesão ao tratamento. • Isoniazida – na dose de 5mg/kg a 10 mg/kg de peso ate a dose máxima de 300mg/dia. Deve ser realizado por um período mínimo de seis meses.
  • 50. • Rifampicina (R) O regime com R é preferencial em indivíduos com mais de 50 anos de idade, crianças (< 10 anos de idade), hepatopatas, contatos de monorresistentes à H e intolerância à H. Está contraindicada nas PVHIV em uso de inibidores de protease ou de Dolutegravir, nessas situações preferir a utilização da H.
  • 51. Quimioprofilaxia em RN • Recém-nascidos (RN) expostos a casos de TB pulmonar ou laríngea podem ser infectados pelo M. tuberculosis (MTB) e desenvolver formas graves da doença. Nessas situações, recomenda-se a prevenção da infecção pelo MTB. O RN não deverá ser vacinado com a BCG ao nascer
  • 52. ATENÇÃO Não há contraindicações à amamentação, desde que a mãe não seja portadora de mastite tuberculosa. É recomendável o uso de máscara cirúrgica ao amamentar e ao cuidar da criança enquanto a baciloscopia do escarro se mantiver positiva.
  • 53. Quimioprofilaxia em RN • Caso o RN tenha sido inadvertidamente vacinado, recomenda-se o uso de H por seis meses e não está indicada a realização da PT . Avaliar individualmente a necessidade de revacinar para BCG após esse período, já que a H é bactericida e pode interferir na resposta imune aos bacilos da BCG efetuada.
  • 54. Tuberculose Drogarresistente (TB DR) O tratamento da tuberculose drogarresistente (TB DR) é um dos maiores desafios para o controle da doença no mundo, especialmente a que envolve resistência à rifampicina, isolada ou combinada a outros fármacos, pois se trata do medicamento mais ativo contra o bacilo da TB.
  • 56. PARTE IV – ESTRATÉGIAS PROGRAMÁTICAS PARA O CONTROLE DA TUBERCULOSE
  • 57. Vacinação • A vacina previne especialmente as formas graves da doença, como TB miliar e meníngea na criança. • A meta de cobertura vacinal preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para BCG é a vacinação de 90% das crianças menores de um ano de idade. • A BCG não protege indivíduos já infectados pelo M. tuberculosis e nem evita o adoecimento por reativação endógena ou reinfecção exógena.
  • 59. A Estratégia Saúde da Família (ESF) deve realizar a Busca Ativa em toda sua comunidade adscrita, com a inclusão da identificação do SR em todas as visitas domiciliares, com o devido encaminhamento para o rastreamento da tuberculose. Apesar da Busca Passiva ser relevante no controle da TB , a Busca Ativa mostra-se mais eficaz na detecção precoce dos casos da doença.
  • 60. COMO É REALIZADA A PESQUISA DOS SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS? QUAIS OS FORMULÁRIOS UTILIZADOS? QUANTAS VEZES É REALIZADA NO ANO?
  • 61. Realizado 2 vezes ao ano: 1º Semestre – 30 de junho 2º Semestre – 30 de dezembro
  • 64. Adesão A não adesão ao tratamento pode ter consequências importantes para o paciente e para a comunidade, diminuindo a possibilidade de cura, mantendo a cadeia de transmissão e aumentando o risco de resistência aos medicamentos e de óbitos por tuberculose. X
  • 68. Ações estratégicas para situações e populações Especiais
  • 69. • Pessoas vivendo com HIV (PVHIV); • Pessoas privada de liberdade (PPL); • População em Situação de Rua (PSR); • Indígenas; • Profissionais da saúde; • Usuários de álcool e outras drogas; • Pessoas com Diabetes mellitus; • Tabagistas.
  • 71. Atenção básica e tuberculose As pessoas com suspeita de tuberculose devem ser identificadas, atendidas e vinculadas à atenção básica, por meio da ESF ou das unidades básicas de saúde. Quais as competências da Atenção Básica?
  • 72. Organização das referências em tuberculose • A definição local das referências deve ser pactuada na Comissão Intergestores Bipartite – CIB, principalmente quando se relaciona a mais de um município. • Os municípios deverão, para fins de planejamento, definir a rede de atenção e incluir os exames e procedimentos necessários de média e alta complexidade.
  • 73. Notificação Mediante confirmação de um caso de tuberculose, a unidade de saúde (pública ou privada) que identifica o caso é responsável por sua notificação. Outros serviços também podem notificar o caso, como os laboratórios. Cabe ressaltar que, por Portaria Ministerial, a tuberculose é uma doença de notificação compulsória (Portaria no 204, de 17 de fevereiro de 2016).
  • 76. Acompanhamento e encerramento dos casos Uma vez confirmado o diagnóstico, o caso de tuberculose deve ser acompanhado até o seu encerramento. Todo esforço deve ser feito para que não haja interrupção do tratamento. Em caso de transferência do paciente para outro serviço, é de responsabilidade do serviço de saúde de origem certificar-se de que o paciente chegou e foi recebido pelo serviço de destino.
  • 77. Visita domiciliar A visita domiciliar tem como objetivo identificar sintomáticos respiratórios, agendar exame de contatos, reforçar as orientações, verificar possíveis obstáculos à adesão, procurar soluções para superá-los e evitar o abandono.
  • 78. Investigação de contatos A investigação de contatos é de fundamental importância para controle da doença, uma vez que, por meio dessa investigação, é possível identificar os casos de tuberculose ativa, iniciar precocemente o tratamento e interromper a cadeia de transmissão da doença. Essa ação também permite a identificação dos casos de infecção latente, o que possibilita a prevenção do desenvolvimento da tuberculose ativa.
  • 79. ATENÇÃO !!! Devemos manter • Vigilância em ambiente hospitalar; • Vigilância em outras instituições de longa permanência; • Vigilância em populações mais vulneráveis; • Vigilância da ILTB; • Vigilância dos casos de tratamentos especiais para tuberculose.