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Etapa 4 – Técnicas Japonesas 
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Conclusão 
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Referências Bibliográficas 
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Atps de adm da produção e operações etapas 3 e 4

  1. 1. Curso: Administração Disciplina: Administração da Produção e Operações Componentes: Nº Nome RA Período 01 Alex Lopes do Bomfim 2547450274 6º “A” 02 Diogo dos Santos Silva 3306505492 5º “A” 03 Etymos Kratos Gratão 3206511791 5º”A” 04 Everson Batista dos Santos 2504085965 6º”A” 05 Paola Roberta Vicente Contiero 6889511541 6º “A” 06 Priscilla Mota Coutinho 1153358577 5º “A” 07 Tiago Alves Mourão 1158393272 6º “A” 08 Tiago Teles Veríssimo 1107317729 6º “A” 09 Thiago Fagundes da silva 1033944007 6º ”A” Professor: Janderson Santos Atividade: ATPS - Etapas 3 e 4. Anápolis, 25 de novembro de 2013.
  2. 2. Etapa 3 – Previsão de vendas Administração de Recursos não Materiais MRP. MRPIL e ERP. As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas entre o pessoal que direta ou indiretamente lida com os processos produtivos, tanto de bens tangíveis quanto de serviços. O MRP surgiu da necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente, isto é, aquela que decorre da demanda independente. A demanda independente decorre das necessidades do mercado e se refere basicamente aos produtos acabados, ou seja, àqueles que são efetivamente entregues ao consumidor. Um aspecto importante na implantação desses sistemas é a formação dos custos do projeto, na qual se mostra que a parte de serviços é o maior componente, representado principalmente pelas consultorias envolvidas na implementação dos projetos. O outro aspecto a ser ressaltado é a colocação de sistemas de planejamento de recursos em produção pelo método big bang, o que parece ser muito frequente, em qualquer tamanho de projeto. Quanto às motivações para o desenvolvimento do projeto devem ser consideradas importantes as pressões do ambiente para maior vantagem competitiva e a necessidade de mudança de processos como originadoras de projetos de implantação de sistemas de planejamento de recursos. Na implantação, é necessário o apoio da alta administração, o que indica a necessidade de um patrocinador forte para o projeto, garantindo os recursos ao projeto e intervindo quando necessário. Para a administração da demanda dependente, as empresas utilizam sistemas MRP, MRP II, ou ERP. A principal informação contida nesses sistemas são as listas de material, em que qualquer erro pode levar ao não atendimento do cliente. Outras informações importantes são tempos e rotas de fabricação, que devem estar sempre atualizadas. Os sistemas de planejamento fornecem à área de compras a lista de itens faltantes para os quais deverão ser emitidas as ordens de compras, podendo ser por meio de EDI. Para a área de fabricação, é fornecido o plano mestre, do qual surgirão as ordens de fabricação. O sistema utiliza a estrutura analítica dos produtos, consolidando as necessidades de itens iguais. Uma maneira de visualizar o planejamento pelos sistemas MRP é utilizando as matrizes MRP. Com as informações do MRP, é realizado o planejamento das capacidades CRP, que informa a necessidade de recursos extras, como máquinas e horas extras de trabalho. Do CRP também podem ser obtidas informações de ociosidade dos recursos existentes. Desta forma, pode-se planejar uma utilização ótima dos recursos da empresa. Elementos de um sistema MRP: - lista de material (BOM): a parte mais difícil e trabalhosa do projeto; - controle de estoque: as informações sobre estoque são essenciais para a operação do MRP; - plano mestre: retrata a demanda a ser atendida, já depurada dos fatores externos; - compras: um dos produtos do MRP é uma relação dos itens que devem ser comprados.
  3. 3. São inúmeras as vantagens de se dispor de um sistema MRP, entre elas: - instrumento de planejamento: permite o planejamento de compras, de contratações ou demissões de pessoal, necessidades de capital de giro, necessidades de equipamentos e demais insumos produtivos; - simulação: situações de diferentes cenários de demanda podem ser simuladas e ter seus efeitos analisados; - custos: como o MRP baseia-se na explosão dos produtos, levando em conhecimento detalhado de todos os seus componentes, e, no caso do MRP II, de todos os demais insumos necessários à fabricação, fica fácil o cálculo detalhado do custo de cada produto; - reduz a influência dos sistemas informais: com a implantação do MRP, deixam de existir os sistemas informais, muito usuais nas fábricas ainda hoje. O MRP II é uma extensão do MRP com a inclusão de recursos como: mão de obra, equipamentos, instalações, entre outros. O tratamento que se dá aos recursos segue a mesma lógica dado aos materiais, com os devidos ajustes, por exemplo, sem estoque à mão, sem lote de fabricação etc. Pela análise que fizemos na Empresa O Teuto utiliza-se o BPCS, abrangendo todas as áreas como: financeiro, produção, compras, contabilidade e os demais departamentos. O sistema é bastante eficaz, e de uso vital para a empresa, na qual os funcionários são treinados na parte do sistema que será usado no seu setor, eles não passam a conhecê-lo como um todo, apenas nas atividades ali executadas em seus departamentos.
  4. 4. Etapa 4 – Técnicas Japonesas No início da década de 60, quando os japoneses tentavam reerguer seu país após a derrota da segunda guerra mundial, desenvolveram a ferramenta dos 5S, que em palavras japonesas são: Seiri, Seiton, Seisoh, Seiketsu e Shitsuke. (VIEIRA FILHO, 2010)- Seiri - Senso de Utilização: Separar apenas o que for útil, as coisas inúteis e desnecessárias guarda-las, disponibilizando espaço para aquilo que é rotina de trabalho.- Seiton - Senso de Organização: Deixar tudo em ordem para que possam ser encontrados facilmente e estejam prontos para o uso sempre que necessário. - Seisoh – Senso de Limpeza: Manter o ambiente de trabalho sempre limpo, de maneira que a sujeira não atrapalhe a produtividade e que evite acidentes. Deixando tudo limpo é fácil perceber o estado de conservação do ambiente de trabalho. - Seiketsu– Senso de Higiene: Cuidar da saúde física e mental, lembrando que é necessário ter uma saúde estável para trabalhar e sempre limpo para relacionar-se socialmente. Assim é possível colaborar com a imagem da empresa perante o público interno e externo. - Shitsuke – Senso de Ordem e disciplina: Seguir as normas e regras de forma ética, e visar na melhoria contínua. Os cincos sensos desempenham um papel fundamental nas organizações, e o funcionário não aplicará somente no trabalho, mas também na sua vida pessoal. - Kaizen significa mudança para melhor, e é uma palavra de origem japonesa e tem o significado de melhoria contínua na vida em geral, seja ela pessoal, familiar, social e no trabalho. Nos anos 50, os japoneses retomaram as idéias da administração clássica de Taylor para renovar sua indústria e criaram o conceito de Kaizen, que significa aprimoramento contínuo. Essa prática visa o bem não somente da empresa como do homem que trabalha nela, partindo do princípio de que o tempo é o melhor indicador de competitividade, além de atuar de reconhecer e eliminar os desperdícios existentes na empresa seja em processos produtivos, produtos novos, manutenção de máquinas ou, ainda, processos administrativos. Para o Kaizen, é sempre possível fazer melhor, nenhum dia deve passar sem que alguma melhoria tenha sido implantada, seja ela na estrutura da empresa ou no indivíduo. O Sistema de produção da Toyota é conhecido pela sua aplicação do princípio do Kaizen. Para o Kaizen, trabalha-se e vive-se de forma mais equilibrada e satisfatória possível, se pelo menos três quesitos forem atendidos: estabilidade financeira e emocional ao empregado, clima organizacional agradável e ambiente simples e funcional. Poka-yoke - Significa "a prova de erros" engloba os conceitos desenvolvidos por Shingo no Sistema Toyota de Produção durante os anos 60 no Japão. Esses conceitos são aplicados desde o projeto até a implementação dos dispositivos a prova de erros. O objetivo do Poka Yoke é evitar que os erros se tornem defeitos, através da eliminação de suas causas. Sendo assim, esse sistema, ao evitar que os erros aconteçam, é mais econômico, pois reduz os custos das avaliações e controles da qualidade. Estamos
  5. 5. falando então de um controle de qualidade com uma inspeção de 100% já que as causas dos erros são combatidas pelos dispositivos implementados. Como exemplo simples, podemos citar a tomada de três pinos, onde não existe a possibilidade de inversão da mesma. Ou o velho exemplo do disquete, que só entra na posição adequada. O Poka Yoke pode ser de duas maneiras: De controle - quando a linha de produção para assim que a causa do erro é detectada, ou seja, o processo não vai continuar se o mesmo possuir um erro. De advertência - nesse caso é emitido um alarme ou sinalização para que os operadores possam tomar as devidas providências. Manutenção Produtiva Total A manutenção produtiva total visa atingir o que se pode chamar de “zero falha” ou “zero quebra”. Ou seja, atingir uma situação aparentemente impossível, de que nenhum equipamento venha a quebrar em operação. Foi desenvolvida no Japão na década de 1960, a partir de conceitos desenvolvidos nos Estados Unidos, e está se espalhando pelo mundo todo. A TPM como é conhecida, apoia-se em três princípios fundamentais: - Melhoria das pessoas: Sem o desenvolvimento, preparação e motivação das pessoas, é praticamente impossível atingir um nível adequado de aplicação da filosofia TPM. Todos os programas iniciam-se com o treinamento das pessoas. - Melhoria dos equipamentos: depois das pessoas, os equipamentos constituem o maior recurso de uma empresa. A TPM diz que todos os equipamentos podem e devem ser melhorados, conseguindo a partir daí, grandes ganhos de produtividade. - Qualidade total: A TPM é parte integrante dos conceitos de qualidade total. A implantação de um programa deve caminhar junto com a implantação de um programa de melhoria da qualidade e da produtividade. Técnicas utilizadas na Teuto No laboratório Teuto é utilizado o 5s, uma ferramenta da qualidade que visa à conscientização das pessoas para manter o ambiente de trabalho limpo e organizado, para melhorar a produtividade, reduzir custos e evitar acidentes. Quando implantamos o programa 5s em uma organização é necessário acompanhar se está sendo eficaz e praticado pelos funcionários. São realizadas auditorias com o objetivo de melhoria continua e de eliminar falhas no programa. Geralmente são treinados funcionários da própria empresa para que façam a auditoria, checando cada setor, em todo ambiente de trabalho, registrando todos os fatos não conforme. Para melhor audita-los pode ser utilizado um checklist na qual o auditor deverá cobrar de forma robusta e eficaz, deixando registrado quem está fora do especificado e realizar ações corretivas para melhorias.
  6. 6. Ishikawa Na área de qualidade da Teuto é possível identificar uma das ferramentas utilizadas para responder ao cliente por uma não conformidade. Essa ferramenta é conhecida como Ishikawa ou diagrama de causa e efeito.Diagrama de Ishikawa foi desenvolvido em 1953, pelo professor Kaoru Ishikawa, que apresentou o diagrama de causa e efeito para funcionários de uma fábrica que discutiam um problema de qualidade. O diagrama de Ishikawa mostra a relação entre um efeito e todas as possibilidades de causa que podem justificar a ocorrência desse efeito. Para cada efeito existem inúmeras causas dentro de categorias como as 6M’s: Materiais, Máquina, Método, Meio ambiente, Mão-de-obra, Medida. KANBAN Nos tempos atuais a Teuto já constitui do método Kanban que é o Sistema que foi desenvolvido a partir do conceito simples de aplicação da gestão visual no controle de produção e estoques ("Kanban" significa "cartão visual" em japonês) com a função primordial de viabilizar a produção. O Sistema Kanban é usualmente composto por quadros e cartões visuais que auxiliam o planejamento da produção e o controle de estoques. De acordo com a quantidade de cartões disponíveis nos quadros, são tomadas as decisões priorização de produção, setup de máquinas e até mesmo de paradas de linha para manutenção.
  7. 7. Conclusão Com a elaboração desta Atividade nos proporcionou mais aprendizado, na matéria proposta de Administração da Produção e operações, E foi possível demonstrar na prática a aplicação de algumas ferramentas muito importante, e nos demonstrou várias opções de reduzir custos de produção e aperfeiçoar da melhor maneira possível à utilização dos recursos produtivo de uma organização.
  8. 8. Referências Bibliográficas MARTINS, Petrônio Garcia; LAUGENI, Fernando Piero. Administração da Produção e operações. Ed. Especial Anhanguera. São Paulo: Saraiva, 2011. MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P. Administração da produção. São Paulo: Ed. Saraiva, 1998. DAYCHOUW, Merthi. Ferramentas e técnicas de gerenciamento. Braspor, 2007.

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