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Evento Comportamento do Consumidor e Estratégias Digitais para E-commerce

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  1. 1. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Design e Usabilidade
  2. 2. DESIGN PARA NEGÓCIOS DIGITAIS O design atua como ferramenta importante dentro dos projetos digitais, mas sua função não é somente “embelezar” produtos ou “chamar atenção”. O design é reponsável por auxiliar e direcionar uma comunicação mais assertiva, pois trabalha com objetivos claros e com forte estudo nos usuários.
  3. 3. CONCEITOS DO DESIGN PARA E-COMMERCE Como deve ser: Emocional + Objetivo + Usual O design pode ajudar a criar credibilidade e confiança, fatores primordiais para o sucesso das vendas. Público Pesquisa Interface
  4. 4. COMO AS PESSOAS AVALIAM A CREDIBILIDADE? 15 de abril de 2012 Os participantes comentaram sobre vários assuntos ao avaliar a credibilidade de sites. http://www.consumerwebwatch.org/dynamic/ web-credibility-report-evaluate.cfm
  5. 5. COMO AS PESSOAS AVALIAM A CREDIBILIDADE? Percentagem de comentários relativos a aparência de design, por categoria http://www.consumerwebwatch.org/dynamic/web-credibility-report-evaluate.cfm
  6. 6. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Usabilidade
  7. 7. USABILIDADE Presente na Arquitetura de Informação, UXD e em qualquer lugar que uma pessoa use algo, usabilidade ajuda a deixar tudo melhor, ou pelo menos resolver problemas sérios que podem gerar situações perigosas.
  8. 8. MEMÓRIA HUMANA VS COMPUTACIONAL SELETIVA INDISCRIMINADA EVOLUTIVA ESTÁVEL ASSOCIATIVA DISCRETA Faber Ludens
  9. 9. Norman (2006) - Conhecimento na cabeça
  10. 10. Conhecimento no mundo
  11. 11. Conhecimento no mundo
  12. 12. Conhecimento no mundo
  13. 13. USABILIDADE - COMPONENTES Aprendizagem - O quanto é difícil completar tarefas básicas no primeiro encontro com a interface? Eficiência - Para os usuários que já tenham alguma familiaridade com a interface, como podem fazer tarefas mais rápido? Lembrança - Depois de um tempo sem acessar a interface, o quanto será difícil para alcançar proeficiência no uso? Erros - Quantos erros os usuários fazem, o quanto são preocupantes esses erros e como eles são corrigidos? Satisfação - O quanto é prazeroso usar essa interface?
  14. 14. A IMPORTÂNCIA DO CONTEXTO DE USO Cada usuário acessa o e-commerce com um objetivo específico, cada usuário tem um perfil de compra que deve ser analisado para que seja oferecido para ele um conteúdo adequado e também ofertas adequadas. Por isso, pensar no contexto em que o usuário vai utilizar o site poder dar subsídios interessantes para uma melhor criação. Por exemplo, como um usuário procuraria um celular em uma Loja Própria ou em uma Multiloja?
  15. 15. CONSTRUINDO O CONTEXTO DE USO Construir o perfil Construir Construir as dos consumidores ambiente de uso tarefas básicas
  16. 16. CRIANDO A EXPERIÊNCIA DE USO Arquitetura de Informação Indicadores de Layout das Telas Performance Avaliar a Usabilidade
  17. 17. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Navegabilidade
  18. 18. COMO OS USUÁRIOS PENSAM? Steve Krug em seu livro “Não me faça pensar”, afirma que quanto menos o usuário pensa, melhor é o entendimento do conteúdo na página. No artigo de Vitaly Friedman no site Smashing Magazine, ele cita que os usuários não usam as lojas digitais de forma muito diferente de lojas físicas. Os usuários olham as páginas de forma geral, grande parte do conteúdo passa dispercebido, pois ele clica em algo do seu interesse ou em algo que relembre o que ele procura. http://uxdesign.smashingmagazine.com/2008/01/31/10-principles-of-effective-web-design/
  19. 19. COMO OS USUÁRIOS PENSAM? Os usuários costumam “escanear” as páginas em sua navegação procurando pontos para guiá-los na navegação pela página
  20. 20. COMO OS USUÁRIOS PENSAM? Basicamente: • Usuários apreciam qualidade e credibilidade • Usuários não leêm, eles escaneiam a página • Usuários são impacientes e insistem em ganhar uma gratificação instantânea (expectativa/entrega) • Usuários não fazem as melhores escolhas
  21. 21. COMO OS USUÁRIOS PENSAM? Usuários não fazem as melhores escolhas porque escolhem a primeira opção que julgam adequada, mas não exatamente o que buscam. Filtros e navegações intuitivas podem ajudá-lo no processo.
  22. 22. 10 DICAS: 1. Não faça o usuário pensar Ajude o usuário o usuário a fazer decisões de compras conscientes o livrando de dúvidas.
  23. 23. 10 DICAS: 2. Não abuse da paciência do usuário Facilite a navegação, com filtros, ferramentas de buscas e facilite a finalização dos pedidos.
  24. 24. 10 DICAS: 3. Guie a navegação e os focos de atenção Clareza na informação, uso não exagerado de elementos, não sobrecarrecar a memória do usuário com muitos pensamentos do que ele precisa fazer.
  25. 25. 10 DICAS: 4. Deixe claro o objetivo da página Guie o usuário pelo percurso da página, sites efetivos agradam pelos bons passo-a-passo e pelos botões grandes são “user friendly” e ajudam no processo.
  26. 26. 10 DICAS: 5. Escreva de forma eficaz Diferente da impressão, o texto da internet é entendido de forma diferente, por exemplo, textos longos não são lidos e linguagem promocional também não, além dos problemas com palavras em bold ou itálico que são ignoradas.
  27. 27. 10 DICAS: 5. Escreva de forma eficaz Dicas: • Use frases curtas e concisas (direto ao ponto) • Pense que os usuários irão escanear o layout e se aproveite disso usando elementos visuais, listas com bullets, mostre o que o usuário precisa e quer ver • Uma promoção não precisa soar como um anúncio, mostre para o usuário razões e objetivos para que ele use aquele serviço ou para que ele continue no seu site
  28. 28. 10 DICAS: 6. Opte por simplicidade Usuários raramente entram em um site para desfrutar do seu design, embora ele seja importante e faça com que o usuário sinta-se imerso no contexto, “keep it simple”-principle (KIS), pense na informação que vai ajudar o usuário.
  29. 29. 10 DICAS: 7. Trabalhe bem os respiros das páginas Espaços em branco ajudam o usuário a dividir conteúdos e áreas diminuindo sua carga visual. Trabalhe hierarquia de informação para reduzir a complexidade de leitura dos elementos da página.
  30. 30. 10 DICAS: 8. Comunique eficazmente Aaron Marcus lista três princípios fundamentais que podemos chamar de “linguagem visual” • Organize Consistência, coerência, navegabilidade. • Economize Simplicidade, clareza e ênfase no objeto • Comunique Legibilidade, simbologia, tipografia, 3 tipos de fonte no máximo, 3 corpos de fonte no máximo
  31. 31. 10 DICAS: 9. Aproveite-se das convenções Ser tradicional não significa ser chato. Aproveitar-se da de alguns itens convencionais ajuda na diminuição da curva de aprendizagem. Convenções ajudam a página a ganhar confiança, segurança e consequentemente credibilidade.
  32. 32. 10 DICAS: 10. Faça testes de usabilidade “If you want a great site, you’ve got to test.” Os testes podem ajudar no entendimento do uso do site pelos seus usuários, na confirmação da eficiência do site. Alguns pontos importantes: • Segundo Steve Krug, testar um usuário é 100% melhor que não testar nenhum; • Testes são processos interativos onde podem se perceber erros, consertá- los e testar novamente • Testes de usabilidade produzem resultados usuais, que devem ser usados para resolver os problemas de design do projeto • Segundo Weinberg, o desenvolvedor é a pessoa inadequada para testar o funcionamento do site
  33. 33. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Encontrabilidade
  34. 34. A estratégia da encontrabilidade pode ser resumida em uma frase: “A melhor maneira de encontrar o seu usuário é ser encontrado por ele” Felipe Morais
  35. 35. ENCONTRABILIDADE No livro lançado recentemente o Google discursa sobre o novo momento da verdade na decisão de compras. A internet é fator fundamental nesse ponto. Modelo mental tradicional: www.zeromomentoftruth.com/
  36. 36. ENCONTRABILIDADE Nesse novo pensamento, o usuário se utiliza da internet não só para conhecer sobre o produto, mas para aprender sobre o assunto e obviamente encontrá-lo para compra. Novo modelo mental: www.zeromomentoftruth.com/
  37. 37. ENCONTRABILIDADE A construção da página deve levar em consideração essa nova situação, um bom trabalho de SEO é fundamental na encontrabilidade da página. A construção do conteúdo deve ser pautada nesse pensamento. A tecnologia utilizada também vai influenciar a encontrabilidade do site. Códigos criptografados são mais difíceis de serem indexados. É importante pensar que a encontrabilidade vai além dos mecanismos de busca, tem relação direta com a a construção de conteúdo voltada para o usuário.
  38. 38. ENCONTRABILIDADE Flash É possível indexar aplicações em flash a partir da criação de um conteúdo estático que duplica o conteúdo compilado, utilizando o SWFobject é possível deixar o conteúdo na mesma URL. Ajax, Javascript e outros conteúdos criptografados Por ser uma tecnologia assíncrona, onde é possível apresentar conteúdo sem página, o ajax é um impecílio para os mecanismos de busca. Para resolver isso o conteúdo deve ser pré-carregado na página, senão esse conteúdo pode ficar invisível
  39. 39. ENCONTRABILIDADE VS CMS O Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo são sistemas criados para auxiliar o administrador do site a organizar o conteúdo, porém alguns sistemas de gerenciamento dificultam a leitura dos sistemas. Vejamos alguns problemas que podem ser evitados: URLs Dinâmicas Os buscadores não entendem uma página de conteúdo, eles entendem uma mudança de caminho, isso faz com que o buscador copie acidentalmente o conteúdo várias vezes, isso prejudica a performance de busca.
  40. 40. ENCONTRABILIDADE VS CMS Vários caminhos de URL Em e-commerce, um problema típico é a progressão do ciclo de vida do produto, que vai acumulando várias URLs, é importante se certificar que por mais que existam vários links para aquela URL, é importante que ela seja única. Ex.: Quando o produto aparece em uma lista de presentes e também na sua categoria. Obs.: Mais exemplos no livro “O Guia para Projetar UX”.
  41. 41. ENCONTRABILIDADE / CONTEÚDO O conteúdo é extremamente importante nesse processo, o design da página deve ser construído pensando no conteúdo e conteúdo construído no pensamento da página. Palavras-chaves no conteúdo são muito importantes, os profissionais de SEO devem participar do processo de construção de conteúdo para que possam ser definidas uma lista de palavras para serem utilizadas no texto. Os sites de busca costumam procurar palavras em vários lugares dos sites para a indexação, com conteúdos interligados e complementares
  42. 42. ENCONTRABILIDADE / CONTEÚDO Dicas: Use Mapas do Site É comum atualmente esconder essas páginas na criação de sites, porém eles ajudam não no posicionamento da página, mas ajudam o buscador a entender a estrutura do diretório e a encontrar conteúdo novo e atualizado. Mantenha o conteúdo Atualizado O crescimento de conteúdo do site ajuda-o a manter uma boa colocação nos resultados de busca. Não significa que o conteúdo deva ser modificado, mas que novos conteúdos possam ser acrescentados.
  43. 43. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Comprabilidade
  44. 44. COMPRABILIDADE É muito importante que o processo de finalização de compra de um site seja simples. Econtrar um produto, escolher formas de pagamento e frete, e finalizar a compra facilmente são muito importantes. Otimizar o carrinho de compras é uma das tarefas mais importantes no design e estratégicas das lojas online. 59% é o número médio de abandono nessa área do site* *MarketSherpa E-Commerce study, 2006
  45. 45. COMPRABILIDADE Abandono do carrinho *MarketSherpa E-Commerce study, 2006 - Gráfico por Ricardo Panini
  46. 46. COMPRABILIDADE Alguma dicas segundo Ricardo Panini: • Sinalizar bem os passos e evitar botões iguais; • Deixar claro todos os passos que o usuário percorrerá até a finalização da compra; • Informações importantes devem ter destaque • Respiros visuais e fontes grandes e espaços corretos facilitam o entendimento das informações • Utilize um checkout único http://www.slideshare.net/rpanini/a-importncia-do-design-no-ecommerce
  47. 47. COMPRABILIDADE Exemplo de Checkout único: Mais exemplos em: http://www.1stwebdesigner.com/inspiration/excellent-shopping-cart- designs-showcase-and-best-practices/
  48. 48. COMPRABILIDADE Cafepress: • Opção de salvar o carrinho de compras • Integração com PayPal • Atualização de quantidade • Múltiplos métodos de envio
  49. 49. COMPRABILIDADE American Eagle: • Call to Action de frete gratuito a partir de um valor específico • Sumário de compra interessante • Recomendações de produtos antes da finalização da compra
  50. 50. COMPRABILIDADE BlueNile: • Processo de compra visual • Opção de continuar comprando ou finalizar a compra • Apresentação do número da ordem de compra • Informações de contatos • Frete grátis via FedEx • Data aproximada da entrega
  51. 51. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Confiabilidade
  52. 52. CONFIABILIDADE E CREDIBILIDADE Com o crescimento das lojas virtuais prontas, cresce também a dúvida dos consumidores sobre a segurança e qualidade do serviço, o medo de clonagem de cartões, problemas com entrega podem gerar um abandono na compra. Em um artigo para o site E-commerce Brasil, Mateus Toledo dá algumas dicas que ajudam além de deixar informações na área de “Políticas de Privacidade e pagamento”. Com o entendimento de que essa área tem uma visibilidade praticamente nula e sugere: • No campo de finalização da compra, deixe um campo para que o usuário tenha que dar um aceite nos termos e condições; • Tenha um sistema de avaliação da loja e não tenha medo de deixar isso aberto nas redes sociais, isso ajudará a mostrar o quanto sua loja é transparente e também ajudará você a melhorá-la;
  53. 53. CONFIABILIDADE E CREDIBILIDADE • Utilize um SSL (Secure Socket Layer) próprio, pois é comum hoje que bancos façam propaganda grande para que as pessoas se preocupem com a segurança dos dados. Um SSL compartilhado pode gerar uma desconfiança a respeito; • Utilize um sistema de verificação de segurança, utilizar o selo de Site Blindado, Site Forte, ou algum outro; • Para ajudar na confiança dos desconfiados, no rodapé do site, além de colocar informações sobre direitos reservados, colocar o CNPJ ajuda na conversão dos desconfiados; • Não fuja das reclamações e responda os questionamentos feitos em sites como Reclame Aqui, Confiômetro, etc. http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/credibilidade-e-confiabilidade-um-problema- no-e-commerce/
  54. 54. CONFIABILIDADE E CREDIBILIDADE Robson Tavarone cita em um artigo para o site E-commerce News um case de um cliente que tinha 800 acessos únicos diários mas nenhuma conversão. Na análise do site do cliente o que foi encontrado: • Não havia nenhum selo de segurança a qual a loja pertencia; • Não aparecia o Cadeado de Segurança – SSL (Security Socket Layer) quando o cliente entrava com seus dados; • No navegador, não apareceria antes do domínio o HTTPS; • A Loja somente vendia por depósito bancário e SEDEX a Cobrar; • Não havia sistema de rastreamento de mercadorias; • Não eram visíveis as políticas de Troca & Devolução, Formas de Pagamento e Envio; http://ecommercenews.com.br/artigos/tutoriais/e-commerce-confianca-ou-confiabilidade
  55. 55. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Identidade Visual
  56. 56. CRIAÇÃO DE MARCA E IDENTIDADE VISUAL O que define uma identidade visual?
  57. 57. IDENTIDADE “Conjunto de características e circunstâncias que distinguem uma pessoa ou uma coisa* e graças às quais é possível individualizá-la” Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
  58. 58. PRA QUE SERVE IDENTIDADE VISUAL? IDENTIDADE VISUAL identificação interna identificação externa redução de custos incrementar vendas ATINGIR OBJETIVOS DO NEGÓCIO Marks of Excellence, 1997.
  59. 59. PRA QUE SERVE IDENTIDADE VISUAL? • Individualidade da marca - diferenciação. • Expressar visualmente que tipo de organização o cliente é. (ex. formal x informal) • Transmite atributos da marca. (segurança, confiança, etc) • Conecta o cliente a imagens e ideias. (apple= cool! - Harley=potência - Volvo=segurança) • Consistência nos canais de comunicação (sistematização) • Torna a compra / memorização mais fácil para o consumidor Jair Alves
  60. 60. QUANDO PENSAR EM IDENTIDADE VISUAL? • Nova Empresa, novo produto, novo serviço. • Aquisição, Fusão • Reposicionamento • Novo mercado • Troca de nome • Revitalização Jair Alves
  61. 61. ANTES - DEPOIS
  62. 62. INTERNET
  63. 63. EM QUAIS MATERIAIS CONSISTEM A ID? • Símbolo • Logotipo • Cor • Tipografia • Aplicações (papelaria, catálogos, produtos, embalagens, frota, uniformes, etc....) Jair Alves
  64. 64. ...E MAIS DO QUE NUNCA:
  65. 65. MARCAS NO MEIO DIGITAL O design de marcas na era contemporânea deve pensar que os pixels são por vezes o suporte complementar da identidade e por vezes o suporte principal de apresentação da marca. E o meio digital não se resume obviamente à uma página web.
  66. 66. DESIGN LÍQUIDO No livro “DNA Empresarial”, a Profa. Dra. Lígia Fascione fala sobre a identidade líquida. Aqui podemos citar as “marcas líquidas”. Líquidos, fluidos se adequam ao espaço onde são inseridos, se adequando as formas do espaço e adentrando profundamente em todas as reentrâncias existentes.
  67. 67. DESIGN LÍQUIDO Tanto como nascer “offline” e se tornar “online”, a marca pode sair do digital e partir para o físico, em expansões praticamente infinitas. Isso deve ser levado em consideração no design de marcas. Não é possível mais desassociar uma situação da outra.
  68. 68. INTERFACE O design de marcas não é só o design para um símbolo gráfico que vai estar em algum site, mas também design para sistemas integrados digitais e gráficos, onde essa marca tem que se expandir coerentemente e integralmente.
  69. 69. CULTURA DE CONSUMO DE DESIGN Culturalmente, o Brasil ainda não é um país acostumado a consumir design de qualidade (não estou falando de design de carros). É papel do designer “educar” o cliente para que essa cultura cresça e se solidifique.
  70. 70. O PROCESSO CRIATIVO Muitos profissionais divergem sobre a forma mais correta de definir uma estratégia, metodologia ou sequência de trabalho para se definir o design de uma marca.
  71. 71. EXPERIMENTAÇÃO “Não sei se existe a inspiração, mas se ela vier, vai me encontrar trabalhando”. Pablo Picasso Rafic Farah
  72. 72. CONCEITUAÇÃO O símbolo e o logotipo devem ter algum conceito relacionado ao tipo de negócio da empresa, deve refletir o que a marca quer passar. Nike deusa grega da vitória. O símbolo desenhado por Carolyn Davidson, representa a abstração da asa de uma estátua desta deusa.
  73. 73. “O norte do designer é a cultura” Claudio Ferlauto
  74. 74. COMO SER CRIATIVO Segunda a Profa. Msc. e artista Martha Gabriel a criatividade está vinculada a bloqueios e preconceitos que fazem parte da nossa formação cultural. Alguns fatores que inibem a criatividade segundo Martha. Gabriel, além da preguiça: • Rótulos • Riscos • Ego • Dinheiro • Ambiente
  75. 75. COMO SER CRIATIVO • Veja muitas referências • Conheça o que o mercado está fazendo • Seja entusiasta • Pratique alguma atividade relacionada artes ou diversão (música, leitura, dança, teatro, cinema)
  76. 76. CAMINHOS “A solução mora no problema” Rico Lins Dados, dados, dados, pesquisa, pesquisa, pesquisa. Todas as informações que forem encontradas são importantes, entender a IDENTIDADE CORPORATIVA vai ajudar no design da marca. Dados de planejamento, objetivos de branding, pesquisa de comportamento do consumidor, tendências do seguimento...
  77. 77. PARA ANALISAR • Concorrentes • Mercado semelhante • Problemas da marca existente • Qualidades da marca existente • Objetivos primários e secundários
  78. 78. DESIGN THINKING “Design Thinking, ou pensamento de Design, é uma abstração do modelo mental utilizado há anos pelos designers para dar vida a idéias. Esse modelo mental e seus poderosos conceitos podem ser aprendidos e utilizados por qualquer pessoa e aplicados em qualquer cenário de negócio ou social.” Tim Brown
  79. 79. PROCESSO IDEO DISCOVERY INTERPRETATION IDEATION EXPERIMENTATION EVOLUTION
  80. 80. PROCESSO STANFORD
  81. 81. PROCESSO CRIATIVO POR BRUNO MUNARI DF CD CRIATIVIDADE • PAINEL SEMÂNTICO CONHECIMENTO COLETA E E DEFINIÇÃO DO ANÁLISE DE • RELAÇÕES VISUAIS PROBLEMA DADOS • CONCEITOS DE DESIGN
  82. 82. PAINEL SEMÂNTICO Semântica é o estudo do significado da linguagem. O painel semântico é um guia de referências rápido, ele pode ser formatado de diversas maneiras de acordo com a necessidade do projeto ou área de atuação. Ele pode conter: • Somente imagens (referências visuais) • Somente textos (conceitos e palavras-chave) • Imagens e textos interrelacionados
  83. 83. PAINEL SEMÂNTICO - EXEMPLOS Fonte: http://fernandasegolin.wordpress.com
  84. 84. CORES Não é necessário citar a importância das cores, que envolve estudos longos e importantes, mas também ela é fator determinante na apresentação coerente dos conceitos aplicados na marca. Existem significados psicológicos para cores, Modesto Farina em seu livro cita essas sensações e possíveis aplicações em diversos meios. Exemplo do azul: • associação material: montanhas longínquas, frio, mar, céu, gelo, feminilidade, águas tranquilas • associação afetiva: espaço, viagem, verdade, sentido, afeto, infinito, sentimento profundo, meditação
  85. 85. CORES A KISSmetrics criou um infográfico que mostra como as cores trabalham no processo de persuação das compras. http://www.agni.art.br/como-as-cores-afetam-as-compras/
  86. 86. CORES
  87. 87. OUTRAS INFLUÊNCIAS
  88. 88. OUTRAS INFLUÊNCIAS
  89. 89. OUTRAS INFLUÊNCIAS
  90. 90. CORES Com aplicações simples dos símbolos da marca e com um foco grande nas cores, conseguimos identificar facilmente uma empresa. Marcelo Trevisani defende: “Marca é a cultura e as experiências que residem na mente de cada consumidor a respeito de um produto ou serviço de uma empresa.”. E as cores ajudam nesse processo.
  91. 91. CORES O designer Alexandre Wollner defende o uso de poucas cores na criação de marcas, para que seja facilmente identificada e para que seja mais prática e barata nos processos de impressão.
  92. 92. A TIPOGRAFIA NAS MARCAS Tipografia vai além do simples desenho da fonte (caracteres). A tipografia tem relação com a forma com que a LETRA É USADA, isso engloba diagramação, uso das cores e um forte pensamento em linguagem visual.
  93. 93. “A tipografia é a cara da linguagem” Ellen Lupton
  94. 94. TIPOGRAFIA Com tipografia é possível trazer situações visuais que englobem as sensações desejadas. Trabalhe pesos e formas de acordo com a necessidade.
  95. 95. A TIPOGRAFIA NAS MARCAS Existem muitas marcas que são criadas somente com tipos. Marcas sempre presentes no ranking da Interbrand.
  96. 96. Simplicidade!!!
  97. 97. A TIPOGRAFIA NAS MARCAS Hoje já é possível embedar fontes no html ou hospedar a fonte em servidores específicos, que pode facilitar ou até mesmo acabar com a necessidade de utilizar fontes substitutas no html.
  98. 98. TIPOGRAFIA Use famílias e suas variações na identidade visual. Se a fonte da marca for uma fonte específica, procure uma fonte de apoio. Pode ser definida também uma fonte “display” para títulos e uma fonte mais voltada para leitura, texto.
  99. 99. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Layout
  100. 100. PRIORIDADES NO DESIGN DE PÁGINAS Criar para e-commerce requer uma preocupação grande com o contexto de uso dos usuários, os objetivos da página, padrões web e identidade de marca. A análise dos usuários se faz importante nesse processo. Isso ajudará na melhor escolha da posição dos elementos na página, a categorização dos elementos dentro do menu e possíveis customizações de layout.
  101. 101. ORGANIZAÇÃO DOS PRODUTOS Organize de forma clara e relacione os produtos por tipo ou funcionalidade, levando em consideração o contexto de uso do usuário.
  102. 102. GESTALT Gestalt é um fenômeno estudado pela psicologia mas que se aplica muito ao design, por vezes é esquecido e abandonado. É relacionado como o olho humano entende os elementos visuais, como imagens são formadas e completadas institivamente e intuitivamente.
  103. 103. GESTALT - LEIS Proximidade: Objetos próximos tendem a formar uma figura de grupo.
  104. 104. GESTALT - LEIS Fechamento: O olho humano cria elementos faltantes para completar uma forma ou imagem.
  105. 105. GESTALT - LEIS Continuidade Um padrão se estende visualmente mesmo após a sua parada.
  106. 106. GESTALT - LEIS Similaridade Elementos com propriedades similares automaticamente são associados.
  107. 107. IMPORTANTE - GESTALT Aproveita-se desses elementos e outros como Alinhamento e Balanço dos elementos para criar relacionamentos visuais e definir a importância dos elementos e organização dos menus.
  108. 108. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO - WIREFRAME
  109. 109. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO - WIREFRAME
  110. 110. LAYOUTS INTERESSANTES
  111. 111. LAYOUTS INTERESSANTES
  112. 112. LAYOUTS INTERESSANTES
  113. 113. CATEGORIZAÇÃO Crie categorias com taxonomia adequada ao usuário, um teste de cardsorting traz resultados efetivos para essa construção.
  114. 114. CATEGORIZAÇÃO - CARD SORTING Nessa técnica o usuário relaciona os elementos e diz em como o conteúdo poderia ser organizado. http://ciid.dk/education/portfolio/py/courses/service-design-new-library-experiences/projects/knowledge- consultancy-services-in-libraries/
  115. 115. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Conteúdos e Vendas
  116. 116. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS Trabalhar o funil de vendas é analisar o processo de compra total realizado pelo consumidor, é avaliar quais são os pontos de saída e como otimizar a experiência. Resumindo, o número de vendas é menor que o número de usuários que acessam o site, por isso a analogia com o funil. Daniel Pereira, da LUZ Consultoria, traz pontos importantes para serem observados: http://www.slideshare.net/masterluz/palestra-funil-de-vendas-luz-loja-de- consultoria
  117. 117. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS • Um bom funil de vendas permite que se desenvolva um processo de vendas, para deixar claros os passos para o cliente atingir a compra de forma eficaz. • Permite a criação de estratégias de longo prazo, pois a cada estágio de venda pede uma estratégia e abordagem diferente • Permite mensuração dos resultados e a observação de onde ocorrem as maiores perdas e as maiores taxas de conversão. http://www.slideshare.net/masterluz/palestra-funil-de-vendas-luz-loja-de- consultoria
  118. 118. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS Perguntas para ajudar a criar um perfil de vendas: • Quais os marcos importantes ao longo da venda? • Quais informações podem ser oferecidas ao cliente para maior segurança na tomada de decisão? • Quais os pontos de estrangulamento no processo de vendas? • Onde estão as oportunidades de intervir e aumentar as chances de venda? • Onde se pode criar métricas para verificar a taxa de sucesso do funil? http://www.slideshare.net/masterluz/palestra-funil-de-vendas-luz-loja-de-consultoria
  119. 119. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS Pensando em conteúdo, o que se pode analisar segundo o site To The Web: Quais conteúdos conduzirão seus prospects pelo funil de vendas? QUEM Quem você está tentando atrair para o seu site? Descreva um vistante típico • defina o grupo primário de usuários • defina o grupo secundário de usuários • defina o grupo terciário de usuários
  120. 120. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS O QUÊ Qual conteúdo é específico para cada usuário desse site? • crie conteúdos que atendam pelo menos três grupos importantes , trace um plano que aborde os problemas que cada grupo pretende resolver acessando o site e suas objeções • considere qual é a mensagem mais importante que a página deve transmitir
  121. 121. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS COMO Como você pode incentivar os visitantes a interagirem com a sua empresa? • entenda e refine o processo de venda que os visitantes seguirão em seu site • defina as métricas-chave do negócio para poder medir o sucesso alcançado
  122. 122. PIPELINE - FUNIL DE VENDAS http://totheweb.com/ learning_center/attracting- sales-prospects.html
  123. 123. EURIPEDES MAGALHÃES - @EURIPEDESM Testes
  124. 124. UXD - TRABALHANDO MELHORIAS Projeto - Planeta Verde Tang O que é - Uma “rede social” para crianças Objetivo - Melhorar o uso do site Aprendizados - A partir de testes, foi identificada a dúvida sobre a dificuldade das crianças fazerem scroll no site
  125. 125. Click Tale
  126. 126. Depois
  127. 127. Antes - Recorde
  128. 128. Depois - Recorde
  129. 129. UXD - TRABALHANDO MELHORIAS Depois de quase 22 dias de teste A/B, foi gerada massa critica suficiente para encerraramento do teste. Visitas - 3.220 (Que tiveram suas impressões divididas em 50% para cada versão) Conversões - 70 (Que 40% gerado pela página original e 60% pela versão B) E o resultado foi: 53% de incremento no volume de envio de vídeos na versão B (botão abaixo do passo) sobre a versão A. 69% superior à taxa de conversão da versão A no dia 13/09.
  130. 130. HEURÍSTICAS - JAKOB NIELSEN As heurísticas são uma série de “dicas” ou “regras” que ajudam no entendimento de situações comuns que acontecem diariamente e que podem atrapalhar a navegação pelos usuários.
  131. 131. HEURÍSTICAS - JAKOB NIELSEN 1) Feedback O sistema deve informar continuamente ao usuário sobre o que ele está fazendo. 10 segundos é o limite para manter a atenção do usuário focalizada no diálogo. 2) Falar a linguagem do usuário A terminologia deve ser baseada na linguagem do usuário e não orientada ao sistema. As informações devem ser organizadas conforme o modelo mental do usuário. 3) Saídas claramente demarcadas O usuário controla o sistema, ele pode, a qualquer momento, abortar uma tarefa, ou desfazer uma operação e retornar ao estado anterior. Usabilidoido
  132. 132. HEURÍSTICAS - JAKOB NIELSEN 4) Consistência Um mesmo comando ou ação deve ter sempre o mesmo efeito. A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve ser formatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento. 5) Prevenir erros Evitar situações de erro. Conhecer as situações que mais provocam erros e modificar a interface para que estes erros não ocorram. 6) Minimizar a sobrecarga de memória do usuário O sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuário faça suas escolhas, sem a necessidade de lembrar um comando específico. Usabilidoido
  133. 133. HEURÍSTICAS - JAKOB NIELSEN 7) Atalhos Para usuários experientes executarem as operações mais rapidamente. Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta em sistemas hipertexto. Atalhos também servem para recuperar informações que estão numa profundidade na árvore navegacional a partir da interface principal. 8) Diálogos simples e naturais Deve-se apresentar exatamente a informação que o usuário precisa no momento, nem mais nem menos. A seqüência da interação e o acesso aos objetos e operações devem ser compatíveis com o modo pelo qual o usuário realiza suas tarefas. Usabilidoido
  134. 134. HEURÍSTICAS - JAKOB NIELSEN 9) Boas mensagens de erro Linguagem clara e sem códigos. Devem ajudar o usuário a entender e resolver o problema. Não devem culpar ou intimidar o usuário. 10) Ajuda e documentação O ideal é que um software seja tão fácil de usar (intuitivo) que não necessite de ajuda ou documentação. Se for necessária a ajuda deve estar facilmente acessível on-line. Usabilidoido
  135. 135. HTML No código HTML se inserem as informções de tagueamentos e também de códigos para SEO. Hoje dia existe o HTML 5 e os sites que contém animações via esses códigos e também os sites que chamamos de “design responsivo”.
  136. 136. HTML - DESIGN RESPONSIVO
  137. 137. ADMINISTRAÇÃO DO SITE Ao gerar conteúdo para o um blog por exemplo, é importante pensar que o texto a ser publicado, pode conter palavras que ajudam na busca do Google além das tags relacionadas ao post. Quanto mais citações, mais relevância ao assunto, quanto mais relação com outros conteúdos online, mais relevância também. O Wordpress permite ainda a instalação de diversos widgets e plug-ins que ajudam na divulgação do conteúdo.
  138. 138. CONCLUINDO... Em linhas gerais, sabemos que independente da técnica utilizada, o olhar deve ser voltado para o ser humano que vai utilizar essa criação. Partindo deste ponto, fica mais fácil perceber caminhos inteligentes para o desenvolvimento. Sair do senso comum e ir em busca de algo novo e interessante verdadeiramente.
  139. 139. @EURIPEDESM Links úteis e bibliografia • Design Thinking - Tim Brown • Design de Navegação Web - James Kalbach • Design para a Internet - Felipe Memória • Não me faça Pensar - Steve Krug • Ergodesign e Arquitetura de Informação - Luiz Anger • O Guia para Projetar UX - Russ Unger • Zero Moment of Truth - Jim Lecinski • Psicodinâmica das Cores em Comunicação - Modesto Farina • E-Commerce Usability - David Travis
  140. 140. @EURIPEDESM Links úteis e bibliografia • http://www.designthinkingforeducators.com/ • http://www.uxnet.org/ • http://mitworld.mit.edu/video/357/ • http://designthinking.ideo.com/ • http://arquiteturadeinformacao.com/ • http://www.usabilitycounts.com/ • http://www.intuitionhq.com/ • http://nform.com/tradingcards/affinity-diagram
  141. 141. @EURIPEDESM Links úteis e bibliografia • http://typekit.com • http://typeface.neocracy.org/examples.html • http://www.logodesignlove.com • http://logofaves.com • http://www.logomoose.com • http://logooftheday.com • http://www.logopond.com • http://38one.com/cleverblog
  142. 142. @EURIPEDESM Links úteis e bibliografia •http://uxdesign.smashingmagazine.com/2008/01/31/10-principles-of-effec- tive-web-design/ •http://www.slideshare.net/rpanini/a-importncia-do-design-no-ecommerce •http://web.cs.wpi.edu/~matt/courses/cs563/talks/smartin/int_design.html http://webinsider.uol.com.br/2010/03/02/a-estrategia-da-encontrabilidade- e-ocupar-espacos/ •http://www.1stwebdesigner.com/inspiration/excellent-shopping-cart-de- signs-showcase-and-best-practices/
  143. 143. @EURIPEDESM Obrigado web: www.euripedes.com.br mail: euripedes@euripedes.com.br twitter: @euripedesm MAIS: http://posmktdigital.wordpress.com/ www.twitter.com/mktdigimpacta

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