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TEXTO ÁUREO
[...] E o seu nome será Maravilhoso
Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz.
(Isaías 9.6)
VERDADE PRÁTICA
Como Homem, Jesus encarnou e
demonstrou ter um caráter perfeito,
suportando as fraquezas humanas,
sem dar lugar ao pecado.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – João 1.2
Jesus, o Verbo de Deus
Terça – Gênesis 3.15
Jesus, a semente da mulher
Quarta – João 1.14
Jesus, o Unigênito do Pai
Quinta – Atos 10.38
Jesus, ungido por Deus
LEITURA DIÁRIA
Sexta – João 14.6
Jesus, o caminho, a verdade e a vida
Sábado – Mateus 24.30
Jesus voltará “com poder e grande glória”
LEITURA DIÁRIA
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18,21-23; 3.16,17.
Mateus 1
18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim:
Estando Maria, sua mãe, desposada com José,
antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do
Espírito Santo.
21 – E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome
de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus
pecados.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18,21-23; 3.16,17
Mateus 1
22 – Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o
que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que
diz:
23 – Eis que a virgem conceberá e dará à luz um
filho, e ele será chamado pelo nome de
EMANUEL. (EMANUEL traduzido é: Deus
conosco).
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18,21-23; 3.16,17.
Mateus 3
16 – E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e
eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de
Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17– E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o
meu Filho amado, em quem me comprazo.
HINOS SUGERIDOS
3, 41 e 412 da Harpa Cristã.
OBJETIVO GERAL
Mostrar que Jesus encarnou e
demonstrou ter um caráter perfeito.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I. APRESENTAR Jesus de Nazaré como Filho do
Homem;
II. APONTAR o ministério e caráter supremo de
Jesus;
III. EXPLICAR a respeito da morte, ressurreição
e volta de Cristo.
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, vamos concluir o trimestre estudando a
respeito do Homem mais importante de todos os tempos —
Jesus.
Sua vinda a este mundo se deu de forma sobrenatural e foi
tão significativa e marcante que a História foi dividida em
duas partes: antes de Cristo e depois.
Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter
perfeito que refletia a sua natureza divina.
Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu.
Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das
festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos
e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos
amigos e a festas de casamento.
Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como
Homem e servo.
Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando
o seu nome.
ESBOÇO DA LIÇÃO
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
1. Sua origem humana.
2. Sua entrada no mundo.
3. Seu desenvolvimento humano e espiritual.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
1. O caráter exemplar de Jesus.
2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos
pecadores.
3. Seu caráter é referência para a Igreja.
III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO
1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor.
2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória.
COMENTÁRIO
• Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus,
o Homem de caráter perfeito.
• É impossível descrever a grandeza de sua
personalidade e do seu caráter com palavras
meramente humanas.
• Sua entrada no seio da raça humana, que se
achava em miséria espiritual, não somente
significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23),
mas o cumprimento da promessa do Criador de
redimir o homem no Éden.
• Ele se humanizou como “a semente da mulher”
que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15).
INTRODUÇÃO
PONTO CENTRAL
“Como Homem,
Jesus demonstrou
ter um caráter
perfeito.”
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
1. Sua origem humana.
2. Sua entrada no mundo.
3. Seu desenvolvimento humano e espiritual.
• Jesus se fez homem a fim de remir o homem
perdido, através do mistério da encarnação.
• Ele, o Verbo Divino se fez carne “e habitou
entre nós” (Jo 1.14).
• Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós)
de Deus.
1. Sua origem humana.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
• Diz Paulo: “Mas, vindo a plenitude dos tempos,
Deus enviou seu Filho, nascido de mulher,
nascido sob a lei, para remir os que estavam
debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção
de filhos” (Gl 4.4,5).
1. Sua origem humana.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
• Foi marcada por eventos de caráter espiritual e
humano de grande significado.
• O anjo Gabriel foi enviado à pequena cidade
de Nazaré, na Galileia, para anunciar à jovem
Maria que ela seria mãe do Salvador do
mundo, e que Ele seria gerado pelo Espírito
Santo (Lc 1.30,31; 34,35).
• Ao ser concebido Jesus se fez Verdadeiro
Homem e Verdadeiro Deus.
2. Sua entrada no mundo.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
• Seu caráter singular é modelo e referência
para todos os homens em todos os lugares e
em todos os tempos.
• Em sua infância e adolescência, sua criação foi
esmerada:“E o menino crescia e se fortalecia
em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de
Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos, iam
seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa”
(Lc 2.40,41).
3. Seu desenvolvimento humano e
espiritual.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
• Dos doze aos trinta anos, Jesus exerceu o
ofício de carpinteiro, aguardando o momento
de iniciar seu ministério terreno em prol da
salvação da humanidade.
• Seu caráter humano refletia a sua natureza
divina.
3. Seu desenvolvimento humano e
espiritual.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
• Ele foi apresentado ao mundo como “O Verbo”
que “era Deus”, sendo Criador de todas coisas,
pois “Ele estava no princípio com Deus.
• Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele
nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3).
3. Seu desenvolvimento humano e
espiritual.
I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO
HOMEM
SÍNTESE DO TÓPICO (I)
Jesus de Nazaré foi e é o Filho do
Homem.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
Filho do Homem
• De todos os seus títulos, ‘Filho do Homem’ é o
que Jesus preferia usar a respeito de si
mesmo.
• E os escritores dos evangelhos sinóticos usam
a expressão 69 vezes.
• O termo ‘filho do homem’ tem dois possíveis
significados principais.
• O primeiro indica simplesmente um membro da
humanidade.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
Filho do Homem
• E, neste sentido, cada um é um filho do
homem.
• Tal significado era conhecido nos dias de Jesus
e remonta (pelo menos) aos tempos do livro de
Ezequiel, onde é empregada a fraseologia
hebraica bem' adam, com significado quase
idêntico.
• Essa expressão, na realidade, pode até mesmo
funcionar como o pronome da primeira pessoa
do singular, ‘eu’ (cf. Mt 16.13).
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
Filho do Homem
• Por outro lado, a expressão é usada também a
respeito da personagem profetizada em Daniel
e na literatura apocalíptica judaica posterior.
• Essa personagem surge no fim dos tempos
com uma intervenção dramática, a fim de trazer
a este mundo a justiça de Deus, o seu Reino e
o seu julgamento. Daniel 7.13,14 é o texto
fundamental para esse conceito apocalíptico”
(HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva
pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, p.310).
CONHEÇA MAIS
Jesus
“O ministério terreno de Jesus começou na cidade de Belém, na
província romana da Judeia. A ameaça à vinda do Rei Jesus,
quando menino, levara José a reunir a família e fugir para o Egito,
mas, ao retornarem, Deus recomendou que se estabelecessem em
Nazaré, na Galileia. Com aproximadamente 30 anos, Jesus foi
batizado no rio Jordão e, logo depois, foi tentado por Satanás no
deserto da Judeia. Então, Jesus principiou seu trabalho em
Cafarnaum, e passou a ministrar por toda a Israel, proferindo
parábolas, ensinando sobre o Reino e curando os enfermos”. Para
conhecer mais leia, Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD,
p.1210.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
1. O caráter exemplar de Jesus.
2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso
amor pelos pecadores.
3. Seu caráter é referência para a Igreja.
• Em seu ministério, Jesus demonstrou aspectos
do seu caráter que são referência e modelo
para todos os que o aceitam como Senhor e
Salvador.
• Suas ações revelam tanto o lado divino como o
lado humano de sua personalidade marcante e
singular.
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
a) Humildade e mansidão.
Para iniciar o seu ministério, foi até o rio Jordão
para ser batizado por João Batista. Este sentiu-
se constrangido, dizendo que Jesus é que
deveria batizá-lo. Mas Jesus insistiu com João
para que o batizasse, a fim de cumprir “toda a
justiça” (Mt 3.13-15). Ele implantou a “escola da
mansidão e da humildade”, convidando a todos
para aprenderem com Ele (Mt 11.28-31).
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
a) Humildade e mansidão.
Sendo Deus, Criador e Senhor, despojou-se de
seus atributos divinos, tornou-se homem e
servo, humilhando-se “até à morte” (Fp 2.6-8).
Jesus surpreendeu os discípulos quando fez
um trabalho de escravo, lavando os pés de
todos eles (Jo 13.3-5). Mansidão e humildade
são requisitos indispensáveis para quem quer
ser discípulo de Jesus.
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
b) Misericórdia e compaixão.
Ele teve compaixão das multidões, que andavam
desgarradas como ovelhas sem pastor
(Mt 9.36). Curou muitos que sofriam com
enfermidades (Mt 14.14). Ele se compadeceu
das pessoas famintas (Mt 15.32). Na parábola
do Bom Samaritano, Jesus pôs em evidência a
insensibilidade dos religiosos que não tinham
compaixão pelos caídos à beira do caminho
(Lc 10.30-37).
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
b) Misericórdia e compaixão.
Hoje, infelizmente, muitos que se dizem
cristãos têm mais preocupação com riquezas,
posições e prestígio pessoal do que com as
almas atacadas pelo Maligno.
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
c) Espírito pacificador.
Jesus conhecia bem a natureza humana sujeita
a desavenças e desentendimentos, mesmo
entre os irmãos. Por isso, exortou: “Portanto, se
trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares
de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai
reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois
vem, e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24).
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
c) Espírito pacificador.
De forma mais prática, ele reproduziu a
mensagem do salmo 133, tão esquecida nos
dias atuais. Paulo aconselha-nos a ter paz com
todos, sempre que possível (Rm 12.8; Hb 12.14).
1. O caráter exemplar de Jesus.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
• Os fariseus queriam matar a mulher adúltera.
• Jesus a perdoou e ordenou que não pecasse
mais (Jo 8.11).
• Aos seus discípulos, ensinou: “Como o Pai me
amou, também eu vos amei a vós; permanecei
no meu amor” (Jo 15.9).
2. Na prática, Ele demonstrou o seu
imenso amor pelos pecadores.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
• Ele declarou ao doutor da lei que o maior dos
mandamentos é amar a Deus acima de tudo, e
o segundo, é amar ao próximo como a si
mesmo (Mt 22.34-40).
• O amor é “a marca do cristão” (Jo 13.34,35).
2. Na prática, Ele demonstrou o seu
imenso amor pelos pecadores.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
• Ele disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para
que, como eu vos fiz, façais vós também”
(Jo 13.15).
• Em seu aspecto espiritual, como corpo de
Cristo, a Igreja não tem defeito.
• Ela é “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga,
nem coisa semelhante, mas santa e
irrepreensível” (Ef 5.27).
3. Seu caráter é referência para a Igreja.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
• No aspecto humano, porém, como organização
existem as “igrejas”, formadas por homens
mortais, falíveis e sujeitos a erros e pecados.
• Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida”
(Jo 14.6).
3. Seu caráter é referência para a Igreja.
II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER
SUPREMO
SÍNTESE DO TÓPICO (II)
Como Filho do Homem, Jesus teve um
ministério e caráter supremo.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“O Ministério Terreno de Cristo
• Cristo se fez Homem e Servo.
• Sendo rico, fez-se pobre; sendo santo, foi feito
pecado (2Co 5.21).
• Fez-se maldição (Gl 3.13) e foi contado com os
transgressores.
• Sendo digno, consideraram indigno. Foi, ainda,
feito menor que os anjos, que devem ter ficado
espantados ao verem Deus encarnado, como
servo, sendo tentado, sofrendo escárnio e
crucificado.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“O Ministério Terreno de Cristo
• Mas, depois de tudo, viram entronizado e
glorificado.
• Após seu batismo, Jesus inicia seu ministério.
João Batista não via necessidade de que Ele
fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que
Jesus não tinha pecado — Ele não precisaria
passar por um batismo de arrependimento nem
tinha de que se arrepender, mas Jesus fez
questão de ser batizado, num ato de
obediência e para cumprir toda a justiça,
deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15).
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“O Ministério Terreno de Cristo
• Seu ministério foi exercido na plenitude do
Espírito.
• Após ter sido batizado por João, Jesus foi
impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar
quarenta dias e quarenta noites no deserto.
• Nesta fase de jejum, oração e meditação num
lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo,
Ele teve o seu preparo espiritual.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“O Ministério Terreno de Cristo
• O ministério de Jesus durou cerca de três anos.
• O cálculo da duração é feito com base nas
festas pascais em que Ele esteve.
• O início de seu ministério se deu na véspera de
uma Páscoa; depois, participou de mais duas e
morreu na véspera de outra.
• O primeiro ano foi o da obscuridade; o
segundo, o do favor público e o terceiro, o da
oposição” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática
Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.142).
III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA
DE CRISTO
1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor.
2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em
glória.
• O significado de sua morte pode ser resumido
no que Ele próprio disse a Nicodemos: “Porque
Deus amou o mundo de tal maneira que deu o
seu Filho unigênito, para que todo aquele que
nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
(Jo 3.16).
• Através de sua morte, Jesus, fiel Sumo
Sacerdote, propiciou a reconciliação do homem
com Deus (Hb 2.17).
1. A morte de Cristo, exemplo supremo de
amor.
III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA
DE CRISTO
• Na cruz, Ele revelou o auge de seu caráter
amoroso e perdoador.
• Antes do último suspiro, clamou a Deus: “E
dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não
sabem o que fazem [...]” (Lc 23.34).
1. A morte de Cristo, exemplo supremo de
amor.
III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA
DE CRISTO
• Na ressurreição, o caráter humano foi
absorvido pelo caráter divino.
• Se para fazer-se homem despojou-se de sua
glória, na ressurreição retomou a plenitude de
sua grandeza divina, e venceu todas as forças
do mal, resultantes da Queda do homem
(1Co 15.19-26).
2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em
glória.
III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA
DE CRISTO
SÍNTESE DO TÓPICO (III)
Jesus veio ao mundo, morreu,
ressuscitou e voltará novamente para
buscar aqueles que são seus.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• “Jesus não foi forçado à cruz. Nada fez contra
a sua vontade.
• Submeteu-se à aflição espontaneamente.
Humilhou-se até à morte, e morte de cruz.
• Deixou-se crucificar.
• Que graça espantosa por parte daquEle que
tudo podia fazer para evitar tamanho suplício.
• Ele tinha o poder de entregar a sua vida e
tornar a tomá-la — e de fato fez isso.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• Sim, eterno Salvador não foi forçado ao
Calvário, mas atraído para ele, por amor a
Deus e à humanidade perdida.
• Sua morte foi vicária e sem dúvida, o profeta
Isaías tinha em mente o cordeiro pascal,
oferecido em lugar dos israelitas pecadores.
• Sobre a cabeça do cordeiro sem mancha
realizava-se uma transferência dupla.
• Primeiro, assegurava-se o perdão divino
mediante o santo cordeiro, oferecido e morto.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• Segundo, o animal, sendo assado, servia de
alimentação para alimentar o povo eleito.
• O sacrifício de Cristo foi duplo: morreu para nos
salvar, e ressuscitou para nossa justificação.
• Cristo também é o Pão da vida, o nosso
‘alimento diário’.
• Sua morte foi cruel.
• Ele foi levado ao matadouro, esta palavra
sugere brutalidade.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• Não é de admirar que a natureza envolvesse a
cruz em um manto de trevas, cobrindo, assim,
a maldade dos seres humanos.
• José de Arimateia, conseguiu permissão de
Pilatos para tirar o corpo da cruz.
• E, com Nicodemos, levando quase cem arráteis
dum composto de mirra, aloés, envolveram o
corpo do Senhor em lençóis com as
especiarias, como era costume dos judeus.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• Havia no horto daquele lugar um sepulcro em
que ainda ninguém havia sido posto.
• Ali puseram Jesus (Jo 19.38-42).
• Sepultar os mortos era considerado um ato de
piedade.
• Também era comum que se sepultassem os
mortos no mesmo dia de seu falecimento.
SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
“A morte de Cristo foi voluntária
• O corpo de um homem executado não tinha
permissão de ficar pendurado na cruz a noite
inteira (Dt 21.23), pois isso, para a mente
judaica, poluiria a terra.
• Às seis horas, começaria o sábado da semana
da Páscoa, durante a qual estava proibida
qualquer execução” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia
Sistemática Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.156).
CONCLUSÃO
• Jesus é o maior e mais excelente personagem
da História.
• Não é fácil descrevê-lo, não tanto por falta de
dados e informações, mas por causa de sua
grandeza, de sua personalidade singular e de
seu caráter inigualável.
• Não poderia ser diferente. “Porque nele foram
criadas todas as coisas que há nos céus e na
terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam
dominações, sejam principados, sejam
potestades; tudo foi criado por ele e para ele.
CONCLUSÃO
• E ele é antes de todas as coisas, e todas as
coisas subsistem por ele.
• E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o
princípio e o primogênito dentre os mortos,
para que em tudo tenha a preeminência”
(Cl 1.16-18).
PARA REFLETIR
A respeito de Jesus Cristo, o modelo
supremo de caráter, responda:
1. Para que Jesus se fez homem?
Para remir o homem perdido.
PARA REFLETIR
A respeito de Jesus Cristo, o modelo
supremo de caráter, responda:
2. Que fez Jesus dos doze aos trinta anos?
Ele exerceu o ofício de carpinteiro,
aguardando o momento de iniciar seu
ministério.
PARA REFLETIR
A respeito de Jesus Cristo, o modelo
supremo de caráter, responda:
3. Que revelam as ações de Jesus em seu
ministério?
O lado divino e o lado humano de sua
personalidade singular.
PARA REFLETIR
A respeito de Jesus Cristo, o modelo
supremo de caráter, responda:
4. Cite algumas características do caráter de
Jesus como homem perfeito.
Humilde, manso, misericordioso,
pacificador.
PARA REFLETIR
A respeito de Jesus Cristo, o modelo
supremo de caráter, responda:
5. Como Jesus demonstrou seu amor pelos
homens?
Ele demonstrou seu amor na prática.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
• Jesus Cristo foi o maior “evento” que aconteceu no
mundo.
• Chamamos evento porque nosso Senhor não era
simplesmente homem, Ele era Deus; não era
simplesmente Deus, Ele era homem.
• A encarnação do Filho trouxe à humanidade uma
nova esperança que há muito havia desaparecido
entre os hebreus.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
• Entretanto, essa esperança alcançou a
humanidade inteira, pois Jesus Cristo morreu por
todo o mundo.
• Por isso, ao iniciar a aula, professor, procure levar
o aluno a essa reflexão.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
O Filho de Deus se fez Homem
• Não há nada mais significativo nos Evangelhos
que a narrativa da Encarnação de Jesus.
• Com encarnação nos referimos ao processo de
humanização da divindade.
• Jesus é achado Filho de Deus e sua concepção foi
obra do Espírito Santo.
• As Escrituras afirmam que Maria, sua mãe,
concebeu a Jesus virginalmente (Lc 1.26-35).
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
O Filho de Deus se fez Homem
• A concepção de Cristo foi obra do Espírito Santo,
sem paternidade humana, assistida pelo Pai
Celeste; e obra da Santíssima Trindade.
• Diferentemente dos deuses pagãos, o Deus da
Bíblia buscou se revelar a humanidade toda como
igual com ela.
• Sem deixar de ser divino e, igualmente, sem
deixar de ser humano, pois as suas duas
naturezas, humanas e divinas são inseparáveis.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
Verdadeiro Deus
• O Credo Apostólico afirma: “Creio [...] em Jesus
Cristo, seu Filho Unigénito, o qual foi concebido
pelo Espírito Santo”.
• O apóstolo Paulo também testemunha com
clareza a sua divindade: “De sorte que haja em
vós o mesmo sentimento que houve também em
Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não
teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2.5,6).
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
Verdadeiro Deus
• Por isso, o modo do Deus Único agir e de se
relacionar com o ser humano está demonstrado
em Jesus Cristo.
• Nele são denunciadas toda imagem falsa de Deus,
as divindades pagãs e tudo o que nada tem haver
com o seu amor e a sua justiça.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
Verdadeiro Homem
• O Credo Apostólico também declara: “Creio [...]
em Jesus Cristo [...] [que] nasceu da virgem Maria,
padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi
crucificado, morto e sepultado”.
• Esse artigo declara o ensino bíblico sobre a
natureza humana de Jesus.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter
Verdadeiro Homem
• Quando conhecemos a natureza humana de
Jesus Cristo, podemos chegar a Ele com toda a
nossa fraqueza e fragilidade porque Ele foi
humano como nós o somos. Imagine: Deus em
sua glória encarnou-se humanamente e não quis
ser um “super-homem”.
• Por que nos apresentaríamos super-humanos
diante de Deus? Ele nos conhece por dentro e por
fora!
A RAZÃO DA NOSSA FÉ
Assimcremos,assimvivemos
Lição 1 - Inspiração Divina e Autoridade da
Bíblia
Lição 2 - O Único Deus Verdadeiro e a Criação
Lição 3 - A Santíssima Trindade: um só Deus
em três Pessoas
Lição 4 - O Senhor e Salvador Jesus Cristo
Lição 5 - A Identidade do Espírito Santo
Lição 6 - A Pecaminosidade Humana e a sua
Restauração a Deus
Lição 7 - A Necessidade do Novo Nascimento
Lição 8 - A Igreja de Cristo
Lição 9 - A Necessidade de Termos uma Vida
Santa
Lição 10 - As Manifestações do Espírito Santo
Lição 11 - A Segunda Vinda de Cristo
Lição 12 - O Mundo Vindouro
Lição 13 - Sobre a Família e a sua Natureza
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Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter

  • 1.
  • 2. TEXTO ÁUREO [...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. (Isaías 9.6)
  • 3. VERDADE PRÁTICA Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.
  • 4. LEITURA DIÁRIA Segunda – João 1.2 Jesus, o Verbo de Deus Terça – Gênesis 3.15 Jesus, a semente da mulher
  • 5. Quarta – João 1.14 Jesus, o Unigênito do Pai Quinta – Atos 10.38 Jesus, ungido por Deus LEITURA DIÁRIA
  • 6. Sexta – João 14.6 Jesus, o caminho, a verdade e a vida Sábado – Mateus 24.30 Jesus voltará “com poder e grande glória” LEITURA DIÁRIA
  • 7. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Mateus 1.18,21-23; 3.16,17. Mateus 1 18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. 21 – E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
  • 8. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Mateus 1.18,21-23; 3.16,17 Mateus 1 22 – Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: 23 – Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL. (EMANUEL traduzido é: Deus conosco).
  • 9. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Mateus 1.18,21-23; 3.16,17. Mateus 3 16 – E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. 17– E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
  • 10. HINOS SUGERIDOS 3, 41 e 412 da Harpa Cristã.
  • 11. OBJETIVO GERAL Mostrar que Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito.
  • 12. OBJETIVOS ESPECÍFICOS I. APRESENTAR Jesus de Nazaré como Filho do Homem; II. APONTAR o ministério e caráter supremo de Jesus; III. EXPLICAR a respeito da morte, ressurreição e volta de Cristo.
  • 13. INTERAGINDO COM O PROFESSOR Prezado professor, vamos concluir o trimestre estudando a respeito do Homem mais importante de todos os tempos — Jesus. Sua vinda a este mundo se deu de forma sobrenatural e foi tão significativa e marcante que a História foi dividida em duas partes: antes de Cristo e depois. Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter perfeito que refletia a sua natureza divina. Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu. Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos amigos e a festas de casamento. Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como Homem e servo. Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando o seu nome.
  • 14. ESBOÇO DA LIÇÃO I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM 1. Sua origem humana. 2. Sua entrada no mundo. 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO 1. O caráter exemplar de Jesus. 2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. 3. Seu caráter é referência para a Igreja. III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO 1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. 2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória.
  • 15. COMENTÁRIO • Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. • É impossível descrever a grandeza de sua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. • Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. • Ele se humanizou como “a semente da mulher” que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15). INTRODUÇÃO
  • 16. PONTO CENTRAL “Como Homem, Jesus demonstrou ter um caráter perfeito.”
  • 17. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM 1. Sua origem humana. 2. Sua entrada no mundo. 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual.
  • 18. • Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação. • Ele, o Verbo Divino se fez carne “e habitou entre nós” (Jo 1.14). • Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. 1. Sua origem humana. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 19. • Diz Paulo: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5). 1. Sua origem humana. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 20. • Foi marcada por eventos de caráter espiritual e humano de grande significado. • O anjo Gabriel foi enviado à pequena cidade de Nazaré, na Galileia, para anunciar à jovem Maria que ela seria mãe do Salvador do mundo, e que Ele seria gerado pelo Espírito Santo (Lc 1.30,31; 34,35). • Ao ser concebido Jesus se fez Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. 2. Sua entrada no mundo. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 21. • Seu caráter singular é modelo e referência para todos os homens em todos os lugares e em todos os tempos. • Em sua infância e adolescência, sua criação foi esmerada:“E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa” (Lc 2.40,41). 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 22. • Dos doze aos trinta anos, Jesus exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério terreno em prol da salvação da humanidade. • Seu caráter humano refletia a sua natureza divina. 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 23. • Ele foi apresentado ao mundo como “O Verbo” que “era Deus”, sendo Criador de todas coisas, pois “Ele estava no princípio com Deus. • Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3). 3. Seu desenvolvimento humano e espiritual. I. JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM
  • 24. SÍNTESE DO TÓPICO (I) Jesus de Nazaré foi e é o Filho do Homem.
  • 25. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO Filho do Homem • De todos os seus títulos, ‘Filho do Homem’ é o que Jesus preferia usar a respeito de si mesmo. • E os escritores dos evangelhos sinóticos usam a expressão 69 vezes. • O termo ‘filho do homem’ tem dois possíveis significados principais. • O primeiro indica simplesmente um membro da humanidade.
  • 26. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO Filho do Homem • E, neste sentido, cada um é um filho do homem. • Tal significado era conhecido nos dias de Jesus e remonta (pelo menos) aos tempos do livro de Ezequiel, onde é empregada a fraseologia hebraica bem' adam, com significado quase idêntico. • Essa expressão, na realidade, pode até mesmo funcionar como o pronome da primeira pessoa do singular, ‘eu’ (cf. Mt 16.13).
  • 27. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO Filho do Homem • Por outro lado, a expressão é usada também a respeito da personagem profetizada em Daniel e na literatura apocalíptica judaica posterior. • Essa personagem surge no fim dos tempos com uma intervenção dramática, a fim de trazer a este mundo a justiça de Deus, o seu Reino e o seu julgamento. Daniel 7.13,14 é o texto fundamental para esse conceito apocalíptico” (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, p.310).
  • 28. CONHEÇA MAIS Jesus “O ministério terreno de Jesus começou na cidade de Belém, na província romana da Judeia. A ameaça à vinda do Rei Jesus, quando menino, levara José a reunir a família e fugir para o Egito, mas, ao retornarem, Deus recomendou que se estabelecessem em Nazaré, na Galileia. Com aproximadamente 30 anos, Jesus foi batizado no rio Jordão e, logo depois, foi tentado por Satanás no deserto da Judeia. Então, Jesus principiou seu trabalho em Cafarnaum, e passou a ministrar por toda a Israel, proferindo parábolas, ensinando sobre o Reino e curando os enfermos”. Para conhecer mais leia, Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p.1210.
  • 29. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO 1. O caráter exemplar de Jesus. 2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. 3. Seu caráter é referência para a Igreja.
  • 30. • Em seu ministério, Jesus demonstrou aspectos do seu caráter que são referência e modelo para todos os que o aceitam como Senhor e Salvador. • Suas ações revelam tanto o lado divino como o lado humano de sua personalidade marcante e singular. 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 31. a) Humildade e mansidão. Para iniciar o seu ministério, foi até o rio Jordão para ser batizado por João Batista. Este sentiu- se constrangido, dizendo que Jesus é que deveria batizá-lo. Mas Jesus insistiu com João para que o batizasse, a fim de cumprir “toda a justiça” (Mt 3.13-15). Ele implantou a “escola da mansidão e da humildade”, convidando a todos para aprenderem com Ele (Mt 11.28-31). 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 32. a) Humildade e mansidão. Sendo Deus, Criador e Senhor, despojou-se de seus atributos divinos, tornou-se homem e servo, humilhando-se “até à morte” (Fp 2.6-8). Jesus surpreendeu os discípulos quando fez um trabalho de escravo, lavando os pés de todos eles (Jo 13.3-5). Mansidão e humildade são requisitos indispensáveis para quem quer ser discípulo de Jesus. 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 33. b) Misericórdia e compaixão. Ele teve compaixão das multidões, que andavam desgarradas como ovelhas sem pastor (Mt 9.36). Curou muitos que sofriam com enfermidades (Mt 14.14). Ele se compadeceu das pessoas famintas (Mt 15.32). Na parábola do Bom Samaritano, Jesus pôs em evidência a insensibilidade dos religiosos que não tinham compaixão pelos caídos à beira do caminho (Lc 10.30-37). 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 34. b) Misericórdia e compaixão. Hoje, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm mais preocupação com riquezas, posições e prestígio pessoal do que com as almas atacadas pelo Maligno. 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 35. c) Espírito pacificador. Jesus conhecia bem a natureza humana sujeita a desavenças e desentendimentos, mesmo entre os irmãos. Por isso, exortou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24). 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 36. c) Espírito pacificador. De forma mais prática, ele reproduziu a mensagem do salmo 133, tão esquecida nos dias atuais. Paulo aconselha-nos a ter paz com todos, sempre que possível (Rm 12.8; Hb 12.14). 1. O caráter exemplar de Jesus. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 37. • Os fariseus queriam matar a mulher adúltera. • Jesus a perdoou e ordenou que não pecasse mais (Jo 8.11). • Aos seus discípulos, ensinou: “Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor” (Jo 15.9). 2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 38. • Ele declarou ao doutor da lei que o maior dos mandamentos é amar a Deus acima de tudo, e o segundo, é amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40). • O amor é “a marca do cristão” (Jo 13.34,35). 2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 39. • Ele disse: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15). • Em seu aspecto espiritual, como corpo de Cristo, a Igreja não tem defeito. • Ela é “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.27). 3. Seu caráter é referência para a Igreja. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 40. • No aspecto humano, porém, como organização existem as “igrejas”, formadas por homens mortais, falíveis e sujeitos a erros e pecados. • Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6). 3. Seu caráter é referência para a Igreja. II. SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO
  • 41. SÍNTESE DO TÓPICO (II) Como Filho do Homem, Jesus teve um ministério e caráter supremo.
  • 42. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “O Ministério Terreno de Cristo • Cristo se fez Homem e Servo. • Sendo rico, fez-se pobre; sendo santo, foi feito pecado (2Co 5.21). • Fez-se maldição (Gl 3.13) e foi contado com os transgressores. • Sendo digno, consideraram indigno. Foi, ainda, feito menor que os anjos, que devem ter ficado espantados ao verem Deus encarnado, como servo, sendo tentado, sofrendo escárnio e crucificado.
  • 43. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “O Ministério Terreno de Cristo • Mas, depois de tudo, viram entronizado e glorificado. • Após seu batismo, Jesus inicia seu ministério. João Batista não via necessidade de que Ele fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que Jesus não tinha pecado — Ele não precisaria passar por um batismo de arrependimento nem tinha de que se arrepender, mas Jesus fez questão de ser batizado, num ato de obediência e para cumprir toda a justiça, deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15).
  • 44. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “O Ministério Terreno de Cristo • Seu ministério foi exercido na plenitude do Espírito. • Após ter sido batizado por João, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar quarenta dias e quarenta noites no deserto. • Nesta fase de jejum, oração e meditação num lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo, Ele teve o seu preparo espiritual.
  • 45. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “O Ministério Terreno de Cristo • O ministério de Jesus durou cerca de três anos. • O cálculo da duração é feito com base nas festas pascais em que Ele esteve. • O início de seu ministério se deu na véspera de uma Páscoa; depois, participou de mais duas e morreu na véspera de outra. • O primeiro ano foi o da obscuridade; o segundo, o do favor público e o terceiro, o da oposição” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.142).
  • 46. III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO 1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. 2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória.
  • 47. • O significado de sua morte pode ser resumido no que Ele próprio disse a Nicodemos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). • Através de sua morte, Jesus, fiel Sumo Sacerdote, propiciou a reconciliação do homem com Deus (Hb 2.17). 1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO
  • 48. • Na cruz, Ele revelou o auge de seu caráter amoroso e perdoador. • Antes do último suspiro, clamou a Deus: “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem [...]” (Lc 23.34). 1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor. III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO
  • 49. • Na ressurreição, o caráter humano foi absorvido pelo caráter divino. • Se para fazer-se homem despojou-se de sua glória, na ressurreição retomou a plenitude de sua grandeza divina, e venceu todas as forças do mal, resultantes da Queda do homem (1Co 15.19-26). 2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória. III. A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO
  • 50. SÍNTESE DO TÓPICO (III) Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e voltará novamente para buscar aqueles que são seus.
  • 51. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • “Jesus não foi forçado à cruz. Nada fez contra a sua vontade. • Submeteu-se à aflição espontaneamente. Humilhou-se até à morte, e morte de cruz. • Deixou-se crucificar. • Que graça espantosa por parte daquEle que tudo podia fazer para evitar tamanho suplício. • Ele tinha o poder de entregar a sua vida e tornar a tomá-la — e de fato fez isso.
  • 52. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • Sim, eterno Salvador não foi forçado ao Calvário, mas atraído para ele, por amor a Deus e à humanidade perdida. • Sua morte foi vicária e sem dúvida, o profeta Isaías tinha em mente o cordeiro pascal, oferecido em lugar dos israelitas pecadores. • Sobre a cabeça do cordeiro sem mancha realizava-se uma transferência dupla. • Primeiro, assegurava-se o perdão divino mediante o santo cordeiro, oferecido e morto.
  • 53. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • Segundo, o animal, sendo assado, servia de alimentação para alimentar o povo eleito. • O sacrifício de Cristo foi duplo: morreu para nos salvar, e ressuscitou para nossa justificação. • Cristo também é o Pão da vida, o nosso ‘alimento diário’. • Sua morte foi cruel. • Ele foi levado ao matadouro, esta palavra sugere brutalidade.
  • 54. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • Não é de admirar que a natureza envolvesse a cruz em um manto de trevas, cobrindo, assim, a maldade dos seres humanos. • José de Arimateia, conseguiu permissão de Pilatos para tirar o corpo da cruz. • E, com Nicodemos, levando quase cem arráteis dum composto de mirra, aloés, envolveram o corpo do Senhor em lençóis com as especiarias, como era costume dos judeus.
  • 55. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • Havia no horto daquele lugar um sepulcro em que ainda ninguém havia sido posto. • Ali puseram Jesus (Jo 19.38-42). • Sepultar os mortos era considerado um ato de piedade. • Também era comum que se sepultassem os mortos no mesmo dia de seu falecimento.
  • 56. SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO “A morte de Cristo foi voluntária • O corpo de um homem executado não tinha permissão de ficar pendurado na cruz a noite inteira (Dt 21.23), pois isso, para a mente judaica, poluiria a terra. • Às seis horas, começaria o sábado da semana da Páscoa, durante a qual estava proibida qualquer execução” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.156).
  • 57. CONCLUSÃO • Jesus é o maior e mais excelente personagem da História. • Não é fácil descrevê-lo, não tanto por falta de dados e informações, mas por causa de sua grandeza, de sua personalidade singular e de seu caráter inigualável. • Não poderia ser diferente. “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele.
  • 58. CONCLUSÃO • E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. • E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl 1.16-18).
  • 59. PARA REFLETIR A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda: 1. Para que Jesus se fez homem? Para remir o homem perdido.
  • 60. PARA REFLETIR A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda: 2. Que fez Jesus dos doze aos trinta anos? Ele exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério.
  • 61. PARA REFLETIR A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda: 3. Que revelam as ações de Jesus em seu ministério? O lado divino e o lado humano de sua personalidade singular.
  • 62. PARA REFLETIR A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda: 4. Cite algumas características do caráter de Jesus como homem perfeito. Humilde, manso, misericordioso, pacificador.
  • 63. PARA REFLETIR A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda: 5. Como Jesus demonstrou seu amor pelos homens? Ele demonstrou seu amor na prática.
  • 64. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter • Jesus Cristo foi o maior “evento” que aconteceu no mundo. • Chamamos evento porque nosso Senhor não era simplesmente homem, Ele era Deus; não era simplesmente Deus, Ele era homem. • A encarnação do Filho trouxe à humanidade uma nova esperança que há muito havia desaparecido entre os hebreus.
  • 65. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter • Entretanto, essa esperança alcançou a humanidade inteira, pois Jesus Cristo morreu por todo o mundo. • Por isso, ao iniciar a aula, professor, procure levar o aluno a essa reflexão.
  • 66. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter O Filho de Deus se fez Homem • Não há nada mais significativo nos Evangelhos que a narrativa da Encarnação de Jesus. • Com encarnação nos referimos ao processo de humanização da divindade. • Jesus é achado Filho de Deus e sua concepção foi obra do Espírito Santo. • As Escrituras afirmam que Maria, sua mãe, concebeu a Jesus virginalmente (Lc 1.26-35).
  • 67. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter O Filho de Deus se fez Homem • A concepção de Cristo foi obra do Espírito Santo, sem paternidade humana, assistida pelo Pai Celeste; e obra da Santíssima Trindade. • Diferentemente dos deuses pagãos, o Deus da Bíblia buscou se revelar a humanidade toda como igual com ela. • Sem deixar de ser divino e, igualmente, sem deixar de ser humano, pois as suas duas naturezas, humanas e divinas são inseparáveis.
  • 68. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter Verdadeiro Deus • O Credo Apostólico afirma: “Creio [...] em Jesus Cristo, seu Filho Unigénito, o qual foi concebido pelo Espírito Santo”. • O apóstolo Paulo também testemunha com clareza a sua divindade: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2.5,6).
  • 69. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter Verdadeiro Deus • Por isso, o modo do Deus Único agir e de se relacionar com o ser humano está demonstrado em Jesus Cristo. • Nele são denunciadas toda imagem falsa de Deus, as divindades pagãs e tudo o que nada tem haver com o seu amor e a sua justiça.
  • 70. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter Verdadeiro Homem • O Credo Apostólico também declara: “Creio [...] em Jesus Cristo [...] [que] nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado”. • Esse artigo declara o ensino bíblico sobre a natureza humana de Jesus.
  • 71. SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO Jesus Cristo, o Modelo Supremo de caráter Verdadeiro Homem • Quando conhecemos a natureza humana de Jesus Cristo, podemos chegar a Ele com toda a nossa fraqueza e fragilidade porque Ele foi humano como nós o somos. Imagine: Deus em sua glória encarnou-se humanamente e não quis ser um “super-homem”. • Por que nos apresentaríamos super-humanos diante de Deus? Ele nos conhece por dentro e por fora!
  • 72. A RAZÃO DA NOSSA FÉ Assimcremos,assimvivemos Lição 1 - Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia Lição 2 - O Único Deus Verdadeiro e a Criação Lição 3 - A Santíssima Trindade: um só Deus em três Pessoas Lição 4 - O Senhor e Salvador Jesus Cristo Lição 5 - A Identidade do Espírito Santo Lição 6 - A Pecaminosidade Humana e a sua Restauração a Deus Lição 7 - A Necessidade do Novo Nascimento Lição 8 - A Igreja de Cristo Lição 9 - A Necessidade de Termos uma Vida Santa Lição 10 - As Manifestações do Espírito Santo Lição 11 - A Segunda Vinda de Cristo Lição 12 - O Mundo Vindouro Lição 13 - Sobre a Família e a sua Natureza Próxima Revista