E-book EuSaúde - Câncer

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E-book EuSaúde - Câncer

  1. 1. Editor médico Reginaldo Albuquerque - CRM 647/DF Responsável Técnico Ricardo Cabral - CRM 31594/MG Organização: Laura Gris Mota, jornalista - 2573/DF Equipe Eu Saúde Patrícia Cabral Santiago EuSaúde Câncer é parte da coleção “EuSaúde” e está licenciado com Creative Commons - Atribui- ção-Não Comercial 4.0 Internacional. Estudos mostram que pessoas que têm maior conhecimento sobre saúde, têm muito mais saúde. Por isso, a Health Insight criou um projeto com o objetivo de engajar pessoas na promoção de saúde e bem-estar, a partir de um programa de educação, compartilhamento de experiências e adesão a programas de prevenção, seguimento de tratamentos para pacientes crônicos e qualidade de vida: O EuSaúde. Comunidades dedicadas a cada assunto, como Gestação, Cân- cer ou Diabetes, por exemplo, tornam possível que usuários interajam e compartilhem experiências e expectativas com pessoas que estão pas- sando pelo mesmo momento de vida. Também é possível falar com pro- fissionais de saúde, que podem tirar dúvidas sobre os assuntos relacio- nados. Como suporte à experiência, será disponibilizada uma biblioteca de conteúdos médicos, ebooks e vídeos sobre cada tema. O engajamento de pacientes na promoção da saúde é um conceito amplo, que vem crescendo em todo o mundo, por que já se sabe que só assim poderemos, ao mesmo tempo, enfrentar doenças e aumentar a qualidade de vida e o bem-estar. Estimulamos o conhecimento, a adesão a programas de saúde, a convivência em redes de afinidade e o com- partilhamento de dados e experiências. Esse livro faz parte da coleção EuSaúde e apoia o aprendizado básico sobre cada tema. Aprenda com o livro e inscreva-se em nosso programa, pelo site www.eusaude.com.br Icones Freepick from Flaticon, licenciados pela Creative Commons BY 3.0 e HelgaMariah— Shutterstock.
  2. 2. Sumário Página 06. Câncer Página 08. Conhecer Página 15. Página 18. Página 20. Previnir Tratar Vivendo com
  3. 3. 6 7 O câncer é considerado um problema de saúde pública, especial- mente entre os países em desenvolvimento, onde a incidência da doença vem aumentando. No mundo, 8,2 milhões de pessoas mor- rem, por ano, vítimas de câncer. No Brasil, são registradas mais de 190 mil mortes por ano. Para 2016, estima-se a ocorrência de mais de 596 mil casos da doença no país. Além do impacto físico e emocional, o câncer também é de alto custo para o sistema de saúde. Por isso, é fundamental saber reduzir os riscos de desenvolver a doença. Contexto Brasil Mulheres Incidência no Brasil 01. Câncer Mama Feminina 57.960 17.620 16.340 10.890 7.600 6.950 6.150 5.870 5.030 4.830 Cólon e Reto Linfoma não Hodgkin Sistema nervoso Central Glândula Tireoide Ovário Corpo do Útero Traqueia, Brônquio e Pulmão Estômago Colo do Útero A ciência já evoluiu bastante em relação às causas do câncer. Uma equipe internacional de cientistas, por exemplo, examinou os 3 bilhões de letras do código ge- nético, em 560 casos de câncer de mama. Foram des- cobertos um total de 93 conjuntos de genes, que, se sofrerem alterações, podem causar tumores. Com isso, os cientistas acreditam que estamos próximos de criar o que se pode considerar a lista de genes responsáveis por cânceres Homens Sistema Nervoso Central Leucemias Laringe Bexiga Esôfago Cavidade Oral Estômago Cólon e Reto Traqueia, Brônquio e pulmão Próstata 61.200 17.330 16.660 12.920 11.140 7.950 7.200 6.360 5.540 5.440
  4. 4. 8 9 02.Conhecer As células têm um ciclo de vida. Nascem, reproduzem-se, desapa- recem. E novas células aparecem para substituir as anteriores. No câncer, este processo é descontrolado e as células crescem de uma forma anormal. Isto é causado por mutações no DNA. É no DNA que estão as instruções de como as células devem fun- cionar, inclusive como elas devem se dividir e se restaurar. É normal ocorrerem mutações no DNA, mas quando elas não são corrigidas a tempo, as células passam a crescer muito e muito rápido, formando um tumor. Nem todos os tumores são cancerosos. Os tumores podem causar uma série de problemas, dependendo de onde eles crescem no corpo. Tumores benignos: Tumores malignos: se espalham para os outros tecidos próximos. são os conhecidos como cancerosos e podem se disseminar para outros tecidos e órgãos. Como tudo começa O que é risco Risco é a chance de uma pessoa ter uma doença, num determi- nado período de tempo. O cálculo individual de uma pessoa ter uma doença é uma ciên- cia sem exatidão. A avaliação de risco é apenas uma estimativa. A estimativa, no entanto, indica alguns passos que você deve tomar como prevenção. O tabaco além de causar câncer no pul- mão, pode provocá-lo na boca, traqueia, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim, bexiga e cérvix. Fatores de Risco Cigarro Algumas células cancerosas podem migrar pelo san- gue ou pela linfa para outras áreas do corpo. Este pro- cesso é chamado metástase. Os canceres metastáti- cos são mais difíceis de serem tratados. Nas pessoas que param de fu- mar antes dos 30 anos os riscos de morrer por uma doença cau- sada pelo fumo(*) diminui em 90%; naqueles que param antes dos 50 anos o risco é de 50 %. (*) As outras doenças causadas pelo fumo além do câncer de pulmão são: enfisema e bronquite crônica. Os fumantes passivos têm também maior risco de terem câncer.
  5. 5. 10 11 A luz ultravioleta do sol pode danificar o DNA das células da pele e causarem câncer. Exposição ao sol Infecções Procure usar chapéu e roupas que cubram a pele sempre que sair ao sol. E não esqueça do proteto- res celular! Exposição a outrostipos de radiação Não é só a radiação solar que pode cau- sar câncer. As camas de bronzeamento, exames como o de RX e alguns aparelhos domésticos também emitem as chamadas radiações ionizantes. Elas podem causar leucemia, câncer de tireoide, mielomas e câncer de pulmão, estômago, colo e ovário. Alguns vírus e bactérias são capazes de causar ou aumentar o risco de desenvolvimento de câncer. Os mais conhecidos são: 20 X maior é a proba- bilidade de câncer em pacientes e trabalhadores expostos, excessivamente, à exames radiológicos. O papilo humano vírus (HPV) causa câncer na cervix, no pênis, vagina, ânus e endofaringe. O vírus da hepatite B e da hepatite C aumentam o risco de desenvolvimento de câncer hepático. O vírus Epstein-Baar aumenta o risco do linfoma de Burkitt. A bactéria Helicobacter pylori aumenta o risco de câncer gástrico. No Brasil, já temos as vacinas para o vírus HPV e o da hepatite B. Se informe. Álcool em excesso – mais do que um drink por dia para mulher e dois para os homens, aumenta o risco para o desenvolvimento dos seguintes tipos de câncer: Câncer da boca e orofaringe Álcool HPV Certos tipos de papilomas vírus (HPV) causam verrugas geni- tais enquanto outros causam câncer cervicais. Existe uma vaci- na, chamada Gardasil. Ela é recomendada para todas as crian- ças e mulheres entre 9 e 26 anos. Hepatite B O vírus da hepatite B causa uma inflamação no fígado, que pode evoluir para uma infeção crônica, fibrose e câncer. Ela faz parte do calendário de vacinação infantil do Ministério da Saúde e a primeira dose ocorre nos primeiros dias de vida. . Quem não se vacinou até os 18 anos, ou tem risco de adquirir a doença, também deve receber a imunização. Câncer do esôfago Câncer de mama Câncer colo retal Câncer de fígado
  6. 6. 12 13 Fatores associados ao risco de câncer Alimentação Estudos já confirmaram que o consumo de carne vermelha, gordurosa e processa- da podem aumentar o risco de câncer. Obesidade O sobrepeso também aumenta o risco de câncer, principalmente de mama, cólon, esôfago, rim, vesícula e uterinos. Duas salsichas... 60g Duas fatias de presunto........ 50g Carne moida em uma porção regular........ 100g Espaguete à bolonhesa Sanduiche de presunto Café da manhã Inglês 75g Três fatias de Bacon............. Uma salsicha..... 30g Substitua o pre- sunto por frango ou atum................ 0g Menos carne, utilizar mais vegetais.............. 15g 25g Uma fatia de Bacon............. 70g285g recomendadoConsumido Caroços Vários tipos Sintomas Ferida que não cicatriza Vários tipos Mudança na Rotina Intestinal Câncer Colorretal Sangramento sem Razão Tumores Ginecológico Colorretal e de Medula Modificação na Aparência de Verrugas Câncer de Pele Dificuldade para engolir Câncer de Garganta ou de esôfago Dor Inexplicável Vários tipos Tosse e Rouquidão Câncer na garganta ou nos pulmões Perda de Peso sem Motivos Vários Tipos Alteração no Hábito de Urinar Câncer de Próstata ou de Bexiga Os sintomas de câncer variam de acordo com os tipos de tumores e de pessoa a pessoa. Por isso é importante conhecer os sintomas mais comuns para alguns tipos de câncer. Ocorrem no sistema linfático, rede de vasos e gân- glios essenciais para a imunidade. Uma célula can- cerosa pode sair de seu lugar de origem e acabar retidas ali. “São consistentes e não doem” “O primeiro sinal de câncer na boca ou na garganta é um machucado que não fecha”. Qualquer feri- mento na pele que não melhora com remédios e curativos merece cuidados. Isso acontece por que tumores podem interferir na coagulação do san- gue e desestabilizar o processo de cicatrização. A maioria das pessoas tem ocasionalmente episó- dios de diarreia, no entanto, se isso passa a aconte- cer com frequência você deve procurar um médico. “Dependendo de sua localização, os tumores de in- testino grosso aumentam a frequência das fezes e propiciam quadros de diarreia intensa”. A perda de sangue não pode ser considerada nor- mal. A formação de úlceras na parede de órgãos com câncer leva a sangramentos, a doença afeta a coagulação. Esse sinal é mais comum em homens. “O crescimen- to da próstata provoca um estreitamento do canal da uretra, por onde passa a urina”. “O jato de urina fica fraco e há uma sensação de não conseguir es- vaziar a bexiga”. Manchas, pintas e verrugas devem ser acompa- nhadas de perto. “Principalmente aquelas com saliências, bordas irregulares e cores variadas”, também vale cuidado dobrado com estruturas que coçam e sangram. Lesões malignas nesses órgãos dificultam a degluti- ção. “Essa obstrução parcial causa um desconforto ao engolir a comida”. Salame Salsichas e Cachorro-quente Carne Processada Carne Vermelha Bacon Vaca Porco Cordeiro Grupo 1 Grupo 2 Provoca Câncer Provavelmente causará Câncer
  7. 7. 1514 Tipos Os cânceres são denominados pelo nome da área e das células onde se iniciam. O nome permanece mesmo que ele se espalhe para outras partes do corpo. Um câncer que começa no pulmão e se espalha para o fígado, continua sendo um câncer pulmonar. Carcinoma: começa na pele ou pelo tecido que co- bre outros órgãos. Sarcoma: começa em tecidos conectivos (ossos, músculos, car- tilagens e vasos sanguíneos). Leucemia: começa na medu- la óssea onde se formam as células sanguíneas. Linfomas e mielomas: cânceres do siste- ma imunológico. 03.Prevenir O câncer não é uma única doença, mas um grupo de doenças relacionadas, às vezes, com os nossos genes, com o nosso estilo de vida, ou com o meio ambiente. Por isso, a prevenção - ações que podem diminuir a chance de uma pessoa vir a ter câncer – não são restritas a um único contexto. Exposição ao sol Vários centros científicos estão estudando os meios para evitar o aparecimento do câncer, entre eles: Mudanças no estilo de vida. Investigações precoces em alterações físicas e sócio ambientais que podem causar câncer. Uso de medicamentos que possam tratar as condições pré-cancerosas e impeçam que o câncer apareça. Não há nenhuma garantia 100% se- gura para prevenção do câncer, mas existem vários caminhos que podem reduzir significativamente o risco.”
  8. 8. 16 17 Orientações para prevenção Câncer de mama Há controvérsias sobre com qual seria a melhor idade para a mulher começar a fazer mamografias. As sociedades médicas recomendam mamografias anuais a partir dos 40 anos (quais sociedades). O Ministério da Saúde recomenda que o exame seja feito a cada dois anos, entre 50 e 74 anos. Câncer do colo do útero A recomendação é que o exame para o ras- treamento do câncer cervical seja realizado três anos após o início da vida sexual. Mas deve começar a ser feito antes dos 21 anos. Ele deve ser feito anualmente até os 30 anos. Entre 30 e 65 anos, se os exames anteriores tiverem sido normais, o teste deve ser feito a cada três anos. Câncer de próstata Não há consenso sobre os reais benefícios destes testes. Os homens acima de 50 anos devem conversar com seus médicos sobre os prós e os contras de realizá-los. Se já houve história fa- miliar de câncer de próstata, essa conversa precisa começar antes dos 45 anos. Câncer de Próstata. Câncer de Mama. Câncer do colo do Útero. 8 maneiras de permanecer saudável e evitar a doença Mantenha um peso saudável. Câncer colorretal A recomendação é que as mulhe- res e os homens em torno dos 50 anos, façam um exame anual de pesquisa de sangue oculto nas fezes. Outros testes recomendados são a sigmoidoscopia (a cada 5 anos); a colonoscopia (a cada 10 anos) e a CT colonografia (a cada 5 anos). Pergunte ao seu médico quais os testes que você deve fazer e com que frequência. Os testes depen- dem da sua idade, sexo, sua his- tória médica e familiar e de seu estilo de vida. Faça exercícios regularmente. Não fume. Tenha uma alimentação saudável. Se consumir álcool, beba com moderação. Proteja-se do sol. Proteja se de DST por uso da camisinha ou preservativo nas relações sexuais. Faça testes de rastreamento(*) (*) Testes de rastreamento ajudam a prevenir certas doenças porque podem identificar sua presença muito antes delas se manifes- tarem. A importância do rastreamento já foi demonstrada para os seguintes tipos de câncer: cólon e reto, mama e cervical. Câncer Colorretal.
  9. 9. 18 19 04.Tratar Existem vários tipos de tratamento para o câncer. Eles dependem do tipo, estágio em que se encontra, do histórico de saúde individual. Cirurgia É a retirada da parte do corpo onde está o tumor. Isso faz com que o câncer não se espalhe para outras partes do organismo. Depois da cirurgia, normalmente há uma complementação com outros tipos de tratamento. Há várias técnicas de cirurgia e elas variam de acordo com o tipo de câncer, a parte do corpo que ele se encontra e o seu tamanho. Quimioterapia É a aplicação de substâncias químicas para destruir as células cancerígenas. Ela pode ser feita por via oral ou injetável (en- dovenosa, intramuscular, subcutânea ou diretamente no tumor). A quimioterapia é conhecida por seus efeitos colaterais. Isso ocorre porque os medicamentos afetam não só os tumores, mas também outras células do corpo. Sempre converse com seu médico a respeito do melhortratamento. Imunoterapia Alguns tumores afetam diretamente o sistema imune. Pesqui- sas recentes apontaram que a imunoterapia, associada ou não a outros tipos de tratamento, pode ser eficaz para esses tipos de câncer. A imunoterapia estimula o sistema imunológico da pessoa para que ele mesmo destrua o câncer. Radioterapia Alguns tipos de câncer não podem ser retirados por cirurgia. Ou- tros, apesar de retirado cirurgicamente, têm chances de retorno. Nesses casos, usa-se a radioterapia. Nesse tipo de tratamento, a área do tumor é exposta a raios ionizantes, que destroem as célu- las cancerígenas. Terapia-Alvo Técnicas modernas de diagnósticos já conseguem identificar mutações específicas de células cancerígenas. Dessa forma, é possível criar uma terapia-alvo para essas mudanças. Esse tipo de tratamento pode reduzir os efeitos colaterais e os custos de tratamentos.
  10. 10. 20 21 05.Vivendo com Nutrição Atividade Física Uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos in- tegrais, diminuem o risco de câncer digestivo, nos pulmões e em outros órgãos. Para uma vida saudável, siga as orientações da Organização Mundial da Saúde sobre ali- mentação. Exercícios regulares de intensidade modera- da – cerca de 2h30 por semana – diminuem o risco de câncer de colo intestinal de um terço – quando comparados com aqueles que não se exercitam. Para uma vida saudável, siga as recomenda- ções da Organização Mundial da Saúde. Hábitos de vida saudável ajudam na diminuição do risco de câncer e tam- bém de outras doenças.” Emoções Ao receber um diagnóstico câncer, os pacientes têm reações emo- cionais diferentes, desde o choque inicial, ansiedade e até mesmo raiva. Todas as reações, quando extremadas - muito negativas ou muito positivas - impactam no tratamento. Por isso, o cuidado com os aspectos emocionais do paciente e da família é fundamental. Alguns pacientes entram num estado de negação com a doença. Essa situação é perigosa, porque ele pode atrasar o início do trata- mento. Outras pessoas têm medo dos efeitos associados ao trata- mento do câncer. Uma forma de evitar o medo é conhecer e enten- der a doença. Existe também o sentimento de angústia de lidar com uma doença que vai lhe acompanhar por toda a vida. Procurar ajuda para combater a tristeza e o medo que surge pelo diagnóstico da doença é uma ação importante. Por vezes, o tratamento das emoções não exige nada específico, além da melhor compreensão e convivência com a doença. Outras vezes, o envolvimento de uma equipe multidisciplinar, com psicote- rapia, por exemplo, vai fazer parte do tratamento do câncer. É importante saber que o câncer, mesmo após a cura, vai acompa- nhar a pessoa para o resto da vida e cuidar da saúde de modo global vai colaborar para a melhoria da qualidade de vida.
  11. 11. Instituto Nacional de Câncer (INCA) http://www.inca.gov.br Incidência de Câncer no Brasil - Estimativas 2016 http://www.inca.gov.br/estimativa/2016 Sociedade Americana de Medicina (American Medical Association) http://www.ama-assn.org/ama O EUSAÚDE tem propósitos edu- cacionais e o seu conteúdo não deve ser usado para diagnóstico e trata- mentos. O EUSAÚDE não prediz se você vai ter uma determinada doença, apenas estima a sua chance e oferece orien- tação de como reduzir o seu risco. Não há garantia de que, seguindo as recomendações, você não desenvol- va a doença. O SEU MÉDICO DEVE SER SEMPRE CONSULTADO. Referências

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