Apresentação abvcap realizada em 13 de março de 2007

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Apresentação abvcap realizada em 13 de março de 2007

  1. 1. Estrutura Societária Brasil Energia I Minoritários Total: 31,0% Total: 69,0% Votante: 56,0% Votante: 44,0%Eletrobras Outros Total: 34,0% Total: 0,7% Total: 65,4% Votante: 33,9% Votante: 0,7% Votante: 65,5% Aquisições 2
  2. 2. Atuação Classe de Consumo (2006) Número de Consumidores (2006) Res. 41,4% Res. 85,3% Ind. 0,7% Ind. 13,6% Com. 7,4% Outros Com. 20,3% 24,9% Outros 6,6% 1,3 MM Clientes 2.917 GWh 57,1 mil km de rede MT/BT e 5,2 mil km de rede AT 645.854 mil postes de rede elétrica 25.228 transformadores 3Fonte: Relatórios da CEMAR
  3. 3. Missão, Visão e ValoresMissão: Ser a maior empresa de energia elétrica com operações nas regiões Norte,Nordeste e Centro-Oeste e a melhor e mais rentável empresa de energia do BrasilVisão: Construir um portfólio de concessionárias de energia elétrica com foco nasregiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste que se diferenciem pela alta rentabilidade,excelência operacional e qualidade do serviçoValores – Foco em Gente – Ênfase na Meritocracia – Obstinação pelo Lucro – Compromisso com nossos clientes – Ética e Integridade – Simplicidade e Foco – Transparência e Comunicação – Excelência, Qualidade e Segurança – Comunidade e Meio Ambiente 4
  4. 4. Cronologia Conquistas em 2006 IPO Equatorial Após Mar/06 Adm. Equatorial Mai/ 04– Mar/06 Intervenção ANEEL Ago/02 – Mai/04 Adm. PP&L (EUA) Ago/00 – Ago/02Adm. Estatal Até Jul/00 5
  5. 5. Mudanças Implementadas após a Troca de Controle - Reestruturação Financeira -Cron. Pagto. da Dívida Bruta – Mar/03 (R$ milhões) Cron. Pagto. da Dívida Bruta – Dez/06 (R$ milhões) 54,5% 866,0 56,9% 594,5 21,8% 472,4 338,2 10,2% 6,6% 7,6% 9,2% 9,1% 7,2% 10,0% 3,6% 3,2% 188,8 88,0 57,2 45,2 54,7 54,1 42,7 59,5 31,6 28,0 Curto 2008 2009 2010 2011 Após Total Curto 2008 2009 2010 2011 Após Total Prazo 2011 Prazo 2011 Condições Atuais Prazo Médio: 9,5 anos Taxa Média: 12,5% a.a. (83,3% do CDI) 6Fonte: Relatórios da CEMAR
  6. 6. Mudanças Implementadas após a Troca de Controle - Reestruturação Organizacional - Redução dos níveis hierárquicos Atração e retenção de novos talentos Remuneração variável alinhada à criação de valor para o acionista Implementação de Sistemas Corporativos – SAP – Comercial – Técnico (Georede) Gerenciamento pelas Diretrizes 7Fonte: Relatórios da CEMAR
  7. 7. Mudanças Implementadas após a Troca de Controle - Disciplina Financeira - Centralização do controle de despesas Gerenciamento Matricial de Despesas Renegociação de contratos e terceirização PMSO caindo de 26,9% da receita liquida em 2003 para 13,8% em 2006 Custos e Despesas Gerenciáveis (% da R.L.) 26,9% 27,0% 19,0% 13,8% 2003 2004 2005 2006Custos e despesas gerenciáveis com pessoal,materiais, serviços de terceiros e outros, excluindoprovisões, gastos com reestruturação e outros custos e 8despesas não gerenciáveis
  8. 8. Mudanças Implementadas após a Troca de Controle - Gestão Regulatória Pró-ativa - CEMAR – Aumentos Tarifários (%) Revisão Tarifária de 2005 •BR Definitiva •ER adequada ao parque de ativos da CEMAR •Reconhecimento integral dos componentes da Parcela A 27,4 Reajuste Tarifário de 2006 0,6 •Menor glosa no estabelecimento da trajetória de perdas regulatórias •Reconhecimento do PLPT (4,3%) 19,7 13,6 3,3 16,0 14,6 13,6 0,9 26,8 4,5 8,8 11,5 16,5 12,7 10,1 7,2 2,1 2001 2002 2003 2004 2005 - RT 2006 Econômico Financeiro 9Fonte: Relatórios da CEMAR
  9. 9. Mudanças Implementadas após a Troca de Controle DEC (Duração Média/Ano) FEC (Frequência Média/Ano) 60,5 57,2 55,9 54,6 54,1 -34.6% 52,8 37,7 49,9 35,5 34,5 32,9 -29.7% 42,6 31,0 29,2 27,1 30,6 31,4 24,6 38,6 30,1 29,3 35,8 36,4 35,4 -41.9% -41.2% 25,0 29,9 28,1 26,6 22,2 22,5 19,8 18,0 1T05 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 4T06 1T05 2T05 3T05 4T05 1T06 2T06 3T06 4T06 CEMAR São Luis CEMAR São Luis 10Fonte: Relatórios da CEMAR
  10. 10. Número de Consumidores CAGR: 6,5% 1.348.877 1.254.3991.116.361 1.161.283 2003 2004 2005 2006 11
  11. 11. Energia Vendida (MWh) CAGR: 5,0% 2.913.241 2.787.758 2.587.9982.515.504 2003 2004 2005 2006 12
  12. 12. Receita Líquida (R$ MM) CAGR: 26,5% 855,6 665,4 526,1422,62003 2004 2005 2006 13
  13. 13. Eficiência Operacional – Produtividade e CustoConsumidores / Colaborador PMSO* (R$) / Consumidor CAGR: CAGR: 117,7 -11,6% 1099,6 16,3% 104,6 885,4812,5 91,92004 2005 2006 2004 2005 2006 14
  14. 14. EBITDA (R$ MM) CAGR: 39,8% 54,1% 340,7 28,3%22,0% 16,2% 188,693,2 85,22003 2004 2005 2006 EBITDA Margem EBITDA (% RL) 15
  15. 15. Eficiência Operacional – Geração de Caixa EBITDA / MWh EBITDA / Consumidor 118,1 264,3 CAGR: CAGR: 89,3% 87,9% 67,6 156,132,9 74,82004 2005 2006 2004 2005 2006 16
  16. 16. Lucro Líquido (R$ MM) 137,9* 228,8 CAGR: 128,3% 125,4 60,4* -31,1 -53,0 2003 2004 2005 2006Lucro Líquido Pro Forma*: desconsiderando ativofiscal diferido de 2005 e despesas com IPO em 172006
  17. 17. Divida Líquida (R$MM e Múltiplo do EBITDA Anual) 6,7627,3 4,0 1,6 339,1 0,3 305,0 105,02003 2004 2005 2006 Dívida Líquida Dívida Líquida/EBITDA LTM 18
  18. 18. Investimentos: CEMAR, Diretos PLPT e Depreciação (R$ MM) Investimento CEMAR: CAGR 04/07: 154,3% 183,6 169,1 180,0 128,7 136,9 102,7 73,049,0 49,0 57,0 42,0 0,0 2004 2005 2006 2007e Investimentos CEMAR* Investimentos PLPT** Depreciação 19
  19. 19. Perspectivas Regulatórias Empresa de Referência Remuneração • A CEMAR opera sobre Capital Ganhos bem abaixo da ER • BRR de Escala razoavelmente • A ER – CEMAR • O mercado avaliada no aumentará da CEMAR primeiro ciclo significativamente cresce acima em função do da média • Investimentos elevado nível de nacional acima da QRR investimentos e do Parcela B - 2005 Parcela B - 2009 crescimento de • Até 2008 o • Investimentos número de PLPT ligará do PLPT consumidores 249 mil clientes • Custo da • Inclusão de dívida reduzido custos associados as Perdas e Qualidade compensarão osAgo/2005 ajustes propostos Ago/2009 pela ANEEL 20
  20. 20. Pontos FortesGeração de Caixa Grande Potencial deCrescente com Ganhos CrescimentoFuturos de EficiênciaCultura Voltada para Altos Padrões deResultados e Administração Governança CorporativaProfissional 21
  21. 21. Desempenho da Equatorial – EQTL11 140 Evolução do Preço 130 (31/3/06 = 100 a 9/3/07)Evolução do Preço EQTL11: 29,6% 120 IBOV: 15,7% IEE: 14,2% 110 Volume Médio Negociado 100 2006: R$3,1 MM 90 Últ. 60 dias: R$4,8 MM Últ. 30 dias : R$4,2 MM 80 31/3/06 30/4/06 30/5/06 29/6/06 29/7/06 28/8/06 27/9/06 25/1/07 24/2/07 27/10/06 26/11/06 26/12/06 EQTL11 IBOV IEE 22
  22. 22. Contatos Octavio Pereira Lopes e Firmino SampaioCo-Presidentes do Conselho de Administração da Equatorial Energia Carlos Piani Presidente - Equatorial Energia Leonardo Dias Diretor Financeiro e de RI – Equatorial Energia e CEMAR Arnaldo Faissol Gerente de Relações com Investidores – Equatorial Energia Telefone1: +0 XX (98) 3217-2245 Telefone2: +0 XX (98) 3217-2113 E-mail: ri@equatorialenergia.com.br Website: http://www.equatorialenergia.com.br/ri 23
  23. 23. AVISOAs estimativas e declarações futuras constantes da presente apresentação têm por embasamento, emgrande parte, as expectativas atuais e estimativas sobre eventos futuros e tendências que afetam oupodem potencialmente vir a afetar os negócios, a situação financeira, os resultados operacionais eprospectivos da Companhia. Estas estimativas e declarações estão sujeitas a diversos riscos, incertezase suposições e são feitas com base nas informações de que a Companhia atualmente dispõe. Estaapresentação também está disponível no site www.equatorialenergia.com.br/ri e no sistema IPE da CVM.Essas estimativas envolvem riscos e incertezas e não consistem em garantia de um desempenho futuro,sendo que os reais resultados ou desenvolvimentos podem ser substancialmente diferentes dasexpectativas descritas nas estimativas e declarações futuras. Tendo em vista os riscos e incertezasenvolvidos, as estimativas e declarações acerca do futuro constantes desta apresentação podem não vira ocorrer e, ainda, os resultados futuros e o desempenho da Companhia podem diferir substancialmentedaqueles previstos nas estimativas da Companhia. Por conta dessas incertezas, o investidor não deve sebasear nestas estimativas e declarações futuras para tomar uma decisão de investimento.As palavras “acredita”, “pode”, “poderá”, “estima”, “continua”, “antecipa”, “pretende”, “espera” eexpressões similares têm por objetivo identificar estimativas. Tais estimativas referem-se apenas à dataem que foram expressas, sendo que a Companhia não pode assegurar a atualização ou revisão dequaisquer dessas estimativas em razão da ocorrência de nova informação, de eventos futuros ou dequaisquer outros fatores.Esta apresentação não constitui oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra dequaisquer valores mobiliários. E, esta apresentação ou qualquer informação aqui contida não constituema base de um contrato ou compromisso de qualquer espécie. 24

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