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Intensidade global de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento [% do PIB, 2011] Percentual de investimento privado em P...
Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro X Modelo Alemão (caso de sucesso)
Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro
Cenário Nacional da InovaçãoModelo Alemão
Cenário Nacional da InovaçãoGoverno Lança EMBRAPII
Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro
O QUE FAZER PARA      MELHORAR A      COMPETITIVIDADE?           Articulação entre a política de           inovação e a po...
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Ciência          Quadrante de Bohr     Quadrante de Pasteur                               Quadrante de Edison             ...
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Desafio do SENAI         Desafio da Indústria Ampliar Formação         Competitividade de mão-de-obra Tecnologia e Inovação
ESTRATÉGIAS DO SENAI          Tecnologia          e Inovação
INSTITUTOS SENAIPARCERIAS                              Universidades                                  e Centros           ...
INSTITUTO SENAI DETECNOLOGIAEspecialização em setores industriais relevantesEstrutura física orientada à prestação de serv...
INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA (63)                                                                       MA - Construção ...
INSTITUTO SENAI DEINOVAÇÃOEspecialização em áreasde conhecimentos transversaisEstrutura física orientadaa serviços avançad...
Pesquisa pré-competitiva (presume-se entendimentoda competição)                                 Cenário pré-competitivo   ...
ÁREAS DE ATUAÇÃOCriação de 23 Institutos SENAI deInovaçãoDivisão em 8 grupos temáticosProduçãoMateriais e componentesEngen...
INSTITUTOS SENAI DE          INOVAÇÃO            PARCERIAS ESTRATÉGICASPARCERIAS DE CONSOLIDAÇÃO - UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
Tecnologias Minerais                                 LOCALIZAÇÃO DOS INSTITUTOSMicroeletrônica                            ...
Minas Gerais                                               INSTITUTO                                               SENAI D...
Grau de Maturidade Tecnológica• Desenvolvido pela NASA nos anos 70 essa escala qualifica se  um determinado sistema está m...
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Risco em um Projeto Tecnológico                               Tempo / Investimento ($)           5                        ...
Risco em um Projeto Tecnológico                               Tempo / Investimento ($)           5                        ...
Tempo / Investimento ($)                 5                                                                                ...
Vidro de Transparência Variável        Estruturas            Vidros                             Privacidade e controle da ...
ISI em Engenharia de Superfícies   PosicionamentoSoluções para aumento dedesempenho, competitividade e qualidade dos produ...
Vidros                           Filmes Finos                                            Plasma                           ...
Aspersão Térmica  • Aeroespecial  • Medicina  • Textil  • Papel e Celulose
Physical Vapor Deposition (PVD)  • Filmes ópticos  • Vidros  • Polimeros   Janelas Inteligentes
Chemical Vapor Deposition (CVD)  • Carbon like Diamond  • Semicondutores  • Liquid Crystals  • Células Solares       Célul...
Tribology  • Confiabilidade  • Aumento da Vida de Componentes  • Qualidade
OBRIGADO PELA ATENÇÃO!             Alexandre Martins Barros, Dr.                         DiretorInstituto SENAI de Inovaçã...
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Arquivo do seminário apresentado pelo doutor Alexandre Martins Barros, diretor do Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Superfícies, no dia 4 de abril na seção UCS do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies para um público de 30 estudantes e professores.

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  1. 1. • Nome: Alexandre Martins Barros• Formação: – Engenheiro Metalurgista – FEI 1991 – Mestrado pela Escola Politécnica da USP – 1996 • Metalurgia Física – Doutorado pela Escola Politécnica da USP – 1999 • Comportamento Mecânico• Vida profissional: – Serviço Nacional da Indústria Bahia (SENAI Bahia) 2002-2005 • Montagem e estruturação do setor de metalurgia e análise de falhas do CIMATEC – Ford Motor Co • Especialista Sênior – SENAI DN • Diretor do Instituto SENAI em Engenharia de Superfícies
  2. 2. Intensidade global de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento [% do PIB, 2011] Percentual de investimento privado em P&D 66% 71% 83% % do PIB em P&D [2010] 43% 74% Externo Privado 0,00% - 0,25% Público 0,26% - 0,50% 0,51% - 1,00% 1,01% - 2,00% Acima de 2,01%Fonte: Unesco; Roland Berger Strategy Consultants; Eurostat; OECD 3
  3. 3. Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro X Modelo Alemão (caso de sucesso)
  4. 4. Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro
  5. 5. Cenário Nacional da InovaçãoModelo Alemão
  6. 6. Cenário Nacional da InovaçãoGoverno Lança EMBRAPII
  7. 7. Cenário Nacional da InovaçãoModelo Brasileiro
  8. 8. O QUE FAZER PARA MELHORAR A COMPETITIVIDADE? Articulação entre a política de inovação e a política de comércio exterior Inovação e P&D para PMEs Apoiar projetos estruturantes e P&D em grande escala Programas setoriais de inovação Projetos de P&D pré-competitivosFonte: Mobilização Empresarial pela Inovação
  9. 9. Horizontes da políticanacional de inovação Fortalecimento do Sistema de Inovação • Cooperação entre empresas e instituições de pesquisa de excelência (Fraunhofer e MIT); • Desenvolvimento de uma rede de laboratórios para testes industriais; Desenvolvimento de Políticas industriais e • Desenvolvimento de uma rede de institutos de Tecnológicas para inovação no segmento pré- competitivo. inovação Formação de • Desenvolvimento do marco regulatório; recursos humanos • EMBRAPII ; • Formação em ensino • Apoio do BNDES ao técnico (PRONATEC); programa SENAI de apoio à • Qualificação em ciência competitividade. e engenharia (PCsF).
  10. 10. Ciência Quadrante de Bohr Quadrante de Pasteur Quadrante de Edison Pronto para o Uso
  11. 11. PRESENÇA ATUAL DO SENAI
  12. 12. O SENAI E SUA CAPACIDADEATUAL DE ATENDIMENTOO SENAI é a maior rede privada de educaçãoprofissional e serviços tecnológicosAtua em 28 setoresPossui 809 Unidades OperacionaisFinal de 2011 tínhamos 2.533.778matrículas (previsão de ampliação para4.000.000 até 2014)Em 2011 foram realizados 130.000 serviçospara 20.000 empresas atendidas55% no PRONATECFonte: SENAI – Grandes Números
  13. 13. Desafio do SENAI Desafio da Indústria Ampliar Formação Competitividade de mão-de-obra Tecnologia e Inovação
  14. 14. ESTRATÉGIAS DO SENAI Tecnologia e Inovação
  15. 15. INSTITUTOS SENAIPARCERIAS Universidades e Centros de Pesquisa Institutos SENAI Instituições Setores Internacionais Industriais
  16. 16. INSTITUTO SENAI DETECNOLOGIAEspecialização em setores industriais relevantesEstrutura física orientada à prestação de serviços técnicos etecnológicosLocalização em regiões de alta densidade industrial
  17. 17. INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA (63) MA - Construção Civil RN – Petróleo e Gás DF - Construção CE - Metalmecânica PB - Têxtil e Vestuário / Alimentos PB - Couro e Calçado PB – Automação Industrial e TI 1 1 1 PE - Química AC - Madeira e Mobiliário 3 PE - Automação 3 PE - Alimentos e Bebidas 1 AL – Plástico BA - Construção BA - Química 3 BA - Eletroeletrônica 1 2 MG – Alimentos e Bebidas 1 MG – Automotivo MT – Bio-energia MT - Alimentos e Bebidas MG – Metalmecânica 3 6 MG – Mineração GO - Química 1 MG – Química GO - Automação MG – Meio Ambiente GO - Alimentos e Bebidas 1 6 ES - Metalmecânica 8 MS - Alimentos e Bebidas 7 RJ – Ambiental PR – Petroquímico RJ – Alimentos e Bebidas PR – Tecnologia da Informação RJ – Design e Mídias PR – Madeira e Mobiliário 8 RJ – Solda PR – Alimentos e Bebidas RJ – Automação e Sistemas PR – Construção Civil 6 DN – CETIQT – Têxtil e Vestuário PR – Metalmecânica PR – Celulose e Papel SP – Têxtil e Vestuário SC – Alimentos SP – Construção Civil RS – Madeira e Mobiliário SC – Ambiental SP – Couro e Calçado RS – Couro e Meio Ambiente SC – Logística SP – Alimentos e Bebidas RS – Mecatrônica SC – Metalmecânica SP – Energia RS – Refrigeração e Alimentos SC – Eletro-eletrônica SP – Metalmecânica RS – Petróleo e Gás / Energia SC – Automação e TI SP – Meio Ambiente RS – Calçado / Logística SC – Materiais SP – Eletrônica SC – Design Têxtil e do Vestuário
  18. 18. INSTITUTO SENAI DEINOVAÇÃOEspecialização em áreasde conhecimentos transversaisEstrutura física orientadaa serviços avançadosPesquisa aplicada aossetores pré-competitivosAtendimento nacional:parcerias e redes de inovação
  19. 19. Pesquisa pré-competitiva (presume-se entendimentoda competição) Cenário pré-competitivo Cenário competitivo Conhecimento fundamental Aplicação do conhecimento Compartilhamento de PI Validação tecnológica Demonstração Protótipos Definição do produto Desenvolv. do produto Demonstração Produção Escala do tempo MODELO DE FINANCIAMENTO Embrapii FRAMEWORK PROGRAMMS
  20. 20. ÁREAS DE ATUAÇÃOCriação de 23 Institutos SENAI deInovaçãoDivisão em 8 grupos temáticosProduçãoMateriais e componentesEngenhariade superfícies e fotônicaMicroeletrônicaTecnologia da comunicaçãoe da informaçãoTecnologias ConstrutivasEnergiaDefesa
  21. 21. INSTITUTOS SENAI DE INOVAÇÃO PARCERIAS ESTRATÉGICASPARCERIAS DE CONSOLIDAÇÃO - UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
  22. 22. Tecnologias Minerais LOCALIZAÇÃO DOS INSTITUTOSMicroeletrônica SENAI DE INOVAÇÃO (ISI) 1o Fase de Plano de implantação concluída Tecnologias Construtivas 1 Energias Renováveis 1 1 1 Engenharia de Software 1 Conformação e Soldagem Automação da Produção 2 Logística Engenharia de Superfícies 1 Biomassa Metalurgia e Ligas Especiais 3 Energia elétrica de alta potência Eletroquímica 1 4 2 Tecnologia Laser Sistema Virtuais de Produção 1 Sistemas Embarcados Química Aplicada 2 Engenharia de CerâmicasSoluções Integradas em Metal- Mecânica 2 Biotecnologia Engenharia de Polímeros Tecnologia de Micromanufatura Defesa
  23. 23. Minas Gerais INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃOCenário Tecnologia transversal e fundamental para a geração de produtos inovadores.Áreas demandadas para o ISI Energia, Petróleo e Gás, Metalurgia, Ferramentas de Fabricação, Mineração, Automotiva e a Indústria Nacional de VidrosPortfólio:- Consultoria em Tecnologia de Superfícies Metálicas, Cerâmicas e Poliméricas;- Soluções de Resistência à Corrosão;- Desenvolvimento de Superfícies e Revestimentos;- Caracterização de Superfícies;- Tribologia (desgaste, atrito e lubrificação);- Vidros;- Filmes finos.
  24. 24. Grau de Maturidade Tecnológica• Desenvolvido pela NASA nos anos 70 essa escala qualifica se um determinado sistema está mais próximo da ciência ou da tecnologia. – TRL 1 São observados os princípios do fenômeno – TRL 2 Conceitos e aplicações são especuladas – TRL 3 Funções críticas são testadas – TRL 4 Validação em laboratório – TRL 5 Validação em um ambiente relevante – TRL 6 Demonstração de um protótipo em campo de provas – TRL 7 Demonstração de um protótipo no ambiente real – TRL 8 Sistema validado e qualificado – TRL 9 Sistema validado em diversas missões
  25. 25. Grau de Maturidade Tecnológica Ciência Determinar o Desenvolvimento DemonstraçãoDesenvolvimento da Testes e Básica Tecnologia Uso da Tecnologia do Produto Produção TRL 1 TRL 2 TRL 3 TRL 4 TRL 5 TRL 6 TRL 7 TRL 8 TRL 9Ciência Tecnologia
  26. 26. Grau de Dificuldade em Ciêcia e Tecnologia• Também desenvolvido pela NASA é uma escala que mensura a dificuldade de desenvolver uma tecnologia. Ou seja, transformar uma descoberta científica em um produto de consumo.R&D3-I Dificuldade: Baixa Chance de sucesso: 99%R&D3-II Dificuldade: Moderada Chance de sucesso: 90%R&D3-III Dificuldade: Alta Chance de sucesso: 80%R&D3-IV Dificuldade: Muito Alta Chance de sucesso: 50%R&D3-V Dificuldade: Extrema Chance de sucesso: 20%
  27. 27. Risco em um Projeto Tecnológico Tempo / Investimento ($) 5 20% 4 50% R&D3 3 80% 2 90% 1 99% TRL 1 TRL 2 TRL 3 TRL 4 TRL 5 TRL 6 TRL 7 TRL 8 TRL 9• Compostos reforçados com fibra de carbono
  28. 28. Risco em um Projeto Tecnológico Tempo / Investimento ($) 5 20% 4 50% R&D3 3 80% 2 90% 1 99% TRL 1 TRL 2 TRL 3 TRL 4 TRL 5 TRL 6 TRL 7 TRL 8 TRL 9• Microprocessadores
  29. 29. Tempo / Investimento ($) 5 20% 4 50% R&D3 3 80% 2 90% 1 99%Daniel Bernoulli1738 TRL 1 TRL 2 TRL 3 TRL 4 TRL 5 TRL 6 TRL 7 TRL 8 TRL 9 Santos Dumont 1906 Validação em um ambiente relevante
  30. 30. Vidro de Transparência Variável Estruturas Vidros Privacidade e controle da Autolimpantes, hidrofóbic Escudos ativos para luminosidade proteção sonora os/hidrofílicos, funcionais Sensores ópticosPainéis de Instrumentos Sensores ópticos autolimpantesDisplays transparentes, revestimentosantirreflexo e antiestético para painéisde instrumentos, antifogging Rodas Proteção contra corrosão, Motores decoração Revestimentos resistentes ao desgaste e redutores de atrito Pneus Controle dinâmico de tração (atrito/frenagem) Faróis Refletores, revestimentos autolimpantes, antifogging, resistentes ao desgaste e ao Interior envelhecimento Superfícies auto catalíticas para Limpadores Espelhos de purificação do ar, superfícies Sensores de chuva Propriedades Variáveis bactericidas e autolimpantes para controle de Controle da luminosidade e velocidade autolimpantes
  31. 31. ISI em Engenharia de Superfícies PosicionamentoSoluções para aumento dedesempenho, competitividade e qualidade dos produtospor meio da alteração das suas propriedades superficiais
  32. 32. Vidros Filmes Finos Plasma Eletroquímica TribologiaFonte: Estudos de equipe
  33. 33. Aspersão Térmica • Aeroespecial • Medicina • Textil • Papel e Celulose
  34. 34. Physical Vapor Deposition (PVD) • Filmes ópticos • Vidros • Polimeros Janelas Inteligentes
  35. 35. Chemical Vapor Deposition (CVD) • Carbon like Diamond • Semicondutores • Liquid Crystals • Células Solares Células Solares
  36. 36. Tribology • Confiabilidade • Aumento da Vida de Componentes • Qualidade
  37. 37. OBRIGADO PELA ATENÇÃO! Alexandre Martins Barros, Dr. DiretorInstituto SENAI de Inovação em Engenharia de Superfícies am.barros@fiemg.com.br Fone: (31) 3489-2153

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