SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 41
NEOPLASIAS
Prof. Axell Donelli


"Proliferações locais de clones
celulares cuja reprodução foge ao
controle normal, e que tendem para
um tipo de crescimento autônomo e
progressivo, e para a perda de
diferenciação."


Os agentes neoplásicos podem ser:
Físicos;
 Químicos;
 Biológicos;



A nomenclatura das neoplasias benignas
segue a regra de se acrescentar o sufixo
oma ao nome do tecido de origem. Ex.:
papiloma (origem do epitélio escamoso),
adenoma (origem do epitélio glandular),
fibroma (do tecido conjuntivo), lipoma ( do
tecido adiposo) etc.
Edema
Inchaço ou tumefação, é o acúmulo
de líquido no interstício ou em
cavidades do organismo.
 Edema Localizado: São edemas que
comprometem um território do
organismo ou órgão. Resultam de
distúrbios locais
 Ex: varizes; alérgicos, quimiotóxicos,
pulmonar agudo, por distúrbios de
drenagem linfática

 Edema

generalizado: quando se
espalha por todo o corpo e nas
cavidades pré-formadas.
 Ex:
Edema renal, cardíaco, da
gravidez.
 Edemas

causados
antidepressivos,
diuréticos.

por drogas:
hormônios,
Hidrodinâmica entre os compartimentos intersticial e
intravascular. Na porção arteriolar, a pressão hidrostática é
maior do que na porção venular, o que permite a saída de
líquido pela arteríola e a entrada deste pela vênula.
O líquido restante é drenado pela via linfática.
Situação em que há um desequilíbrio provocado pelo aumento da pressão
hidrostática, principalmente na porção arteriolar. A tendência é a maior
saída de líquido para o meio extravascular, provocando o acúmulo deste no
interstício.
Outra situação de desequilíbrio hidrodinâmico, agora provocado pela diminuição
da pressão oncótica, principalmente da porção venular. Também ocorre a saída de
líquido, acumulando-se no interstício.
Em casos especiais, pode haver a obstrução da via linfática, sem
alteração nas pressões oncótica e hidrostática. O resultado também é o
acúmulo de líquido no interstício em decorrência da falta de drenagem.
Embolia






“ Presença de substância estranha
ao
sangue
caminhando
na
circulação,
levando
à
oclusão
parcial ou completa da luz do vaso
em
algum
ponto
do
sistema
circulatório”.
Como a embolia pode ser causada por
outro material que se introduz na corrente
sangüínea,
criou-se
o
termo
tromboembolia para especificar que se
trata de um coágulo sangüíneo.
A embolia pode originar isquemias








Êmbolo: neste caso é algo que não tenha fluidez
necessária para passar por todos os segmentos
da circulação pulmonar.
Ex: Coágulo que se forma na veia da perna
esquerda e se solta do seu local de origem, o
fluxo do sangue o transportará. Subirá até a veia
cava inferior, coração, átrio direito, ventrículo
direito, passará ao tronco da artéria pulmonar.
Quando atingir um ramo mais estreito que seu
tamanho, o coágulo ali pára, interrompendo a
circulação local.
Exs: coágulos sangüíneos, bolhas de gás,
gordura.
Os êmbolos sólidos podem levar a morte súbita,
infarto ou hemorragia.
Infarto


Consiste em uma área circunscrita de
necrose
tecidual
causada
por
isquemia prolongada devido a
distúrbio da circulação arterial ou
venosa. “Morte tecidual devido à
falência vascular”.

Infarto Branco: quando há obstrução
arterial em órgãos sólidos com
circulação terminal.
Ex: baço, rins, coração

 Infarto

vermelho: aquele
em que a região atingida
tem cor vermelha por
causa
da
hemorragia
intensa que se forma na
área de necrose.

Ex: pulmão, intestino
Choque


“ Deficiência
sanguínea
periférico”.



O choque é provocado por uma diminuição
da perfusão de nutrientes para a célula
devido à deficiência do aporte sanguíneo.
Isso pode ser causado por uma queda do
volume sanguíneo circulante (é o que
ocorre no choque hemorrágico), por uma
propulsão cardiopulmonar inadequada ou
por uma grande vasodilatação periférica
(de capilares e veias).



aguda
da
no
leito

corrente
vascular


Sem uma circulação sangüínea ideal,
os tecidos sofrem hipóxia e carência
nutricional,
o
que
leva
a
alterações reversíveis.



A mudança de um sistema de
respiração aeróbico
para
um
anaeróbico, em decorrência da falta
de oxigênio, induz ao acúmulo de
ácido lático no local, provocando a
instauração de lesões irreversíveis e a
morte celular.
Os tipos de choque incluem o
neurogênico,
o
cardiogênico,
o
traumático,
o
hemorrágico,
por
queimaduras, cirúrgico etc.
 A evolução clínica desses tipos depende
do grau de recuperação do equilíbrio
hemodinâmico conseguido pelos tecidos
atingidos.
 No caso do choque hemorrágico, por
exemplo, esse equilíbrio pode ser
restituído por intermédio de uma
transfusão sanguínea imediata ou pela
introdução de outros líquidos.

ALTERAÇÕES DE
DESENVOLVIMENTO
As alterações de desenvolvimento
constituem modificações da forma
original devido a algum desequilíbrio
durante
a
ação
do
binômio
crescimento-diferenciação.
 Podem acometer um pequeno grupo
de células, um órgão inteiro ou um
indivíduo como um todo (como no
caso das teratologias – alterações
congênitas).



Dependendo do grau de acometimento e do
grupo celular afetado, as alterações de
desenvolvimento
adquirem
particularidades
morfológicas, as quais recebem nomenclaturas:



AGENESIA: ausência total ou parcial de
um órgão. Comum nas anomalias
congênitas. Um exemplo é agenesia de
dentes (principalmente de incisivos
laterais). Em alguns casos, a agenesia de
algum órgão (como encéfalo - anencefalia)
pode não ser compatível com a vida.
Agenesia Pulmonar
APLASIA: há somente um esboço embrionário
de uma região ou órgão, sem o completo
desenvolvimento destes.
 HIPOPLASIA ( hipo = escassez; plasia =
formação): formação deficiente de parte ou
totalidade de um órgão ou tecido. Há diminuição
do número de células, porém, estas conservam
morfologia e função normais; o tecido ou órgão
é que tem o volume e a função diminuídos.
Ex.: hipoplasia do esmalte dentário; o dente com
hipoplasia deve receber tratamento restaurador.
Em algumas situações, como em órgãos pares,
a hipoplasia pode passar despercebida.

Hipoplasia do Polegar

Aplasia da pele






ATRESIA: quando não há o completo
desenvolvimento de um órgão oco ou de um
ducto, não permitindo a distinção dos lúmens
desses órgãos.
ECTOPIA: quando um tecido ou órgão se
localiza em local não comumente observado.
Por exemplo, glândulas sebáceas na mucosa
bucal (grânulos de Fordyce) (lembre-se de que
a mucosa bucal não possui glândulas sebáceas
normalmente).
Um
outro
exemplo
em
Odontologia é a presença de tecido da glândula
tireóide no ventre da língua.
Atresia
Grânulos de Fordyce

Ectopia renal






ATROFIA: diminuição do volume de uma
região ou de um órgão, quando estes já
atingiram a idade adulta (já estão formados).
A quantidade de células diminui devido a
carência nutricional, a isquemia da região, a
fatores fisiológicos (por exemplo, na senilidade
os tecidos diminuem de volume) ou por desuso
do órgão (por exemplo, a atrofia muscular em
indivíduos imobilizados por muito tempo).
Em algumas situações não há diminuição do
volume do órgão, mas suas células são
substituídas por fibrose ou células gordurosas,
constituindo também uma espécie de atrofia por
haver menos células específicas.
HIPERPLASIA (hiper = excesso; plasia=
formação): aumento do número de células
parenquimatosas, que mantêm seu
tamanho e função normais.
 Porém, o tecido ou órgão hiperplásico tem
seu volume aumentado, bem como sua
função. Comum em células lábeis ou
estáveis.
 Ex.: aumento de volume do tecido
conjuntivo
fibroso
em
pacientes
portadores
de
próteses
totais
desajustadas.

HIPERTROFIA (hiper = excesso; trofia =
nutrição): aumento do volume celular
provocado pelo aumento individual do
tamanho da célula, sem alteração do seu
número.
 Comum em células permanentes ou
estáveis
(células
musculares,
principalmente).
 Ex.: atleta halterofilista apresenta suas
células musculares aumentadas.



Tanto a hiperplasia quanto a hipertrofia
podem ser de origem hormonal, em
que atuação de hormônios para o
aumento da quantidade ou de volume
celular; pode ainda ser compensadora,
ou seja, para compensar algum
estímulo; e, por fim, nutricional, em
que há aumento da quantidade ou do
volume celular em função do aumento
da vascularização no local.
METAPLASIA
(meta = mudança;
plasia= formação): uma célula adulta
passa a adquirir características de outro
tipo de célula adulta. Pode se
desenvolver em tecidos expostos a
prolongados traumatismos ou a irritações
crônicas.
Ex.: a célula cilíndrica dos epitélios
respiratórios pode adquirir características
de célula escamosa (semelhante a do
epitélio cutâneo). Esse processo é
denominado de metaplasia escamosa.







ANAPLASIA: desdiferenciação celular, ou seja,
as células adultas adquirem características mais
primitivas (embrionárias).
Indica desvios da normalidade mais acentuados
do que na displasia, além de ser irreversível.
Representa o melhor critério para o diagnóstico
de malignidade dos tumores (neoplasias).
DISPLASIA (dis = diferente; plasia =
formação): proliferação celular excessiva,
acompanhada de ausência ou escassez de
diferenciação. Precedido por uma irritação ou
inflamação crônica, o processo displásico pode
regredir se retirada a causa irritante. Constitui
uma forma reduzida de anaplasia.
Patologia 4
Patologia 4

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso Autônomo
Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso AutônomoAula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso Autônomo
Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso AutônomoMauro Cunha Xavier Pinto
 
Processos inflamatórios - agudo e crônico
Processos inflamatórios - agudo e crônicoProcessos inflamatórios - agudo e crônico
Processos inflamatórios - agudo e crônicoMarília Gomes
 
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de Almeida
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de AlmeidaDistúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de Almeida
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de AlmeidaJosé Alexandre Pires de Almeida
 
Terceira semana gastrulação
Terceira semana gastrulaçãoTerceira semana gastrulação
Terceira semana gastrulaçãoJoão Monteiro
 
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...Cleanto Santos Vieira
 
Fisiologia Humana 6 - Sistema Renal
Fisiologia Humana 6 - Sistema RenalFisiologia Humana 6 - Sistema Renal
Fisiologia Humana 6 - Sistema RenalHerbert Santana
 
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal Ozimo Gama
 
Disturbios circulatorios ii
Disturbios circulatorios iiDisturbios circulatorios ii
Disturbios circulatorios iiEudes Inacio
 
Patologia geral aula conceitos
Patologia geral aula conceitosPatologia geral aula conceitos
Patologia geral aula conceitosLarissaComparini
 
Calcificações patológicas
Calcificações patológicasCalcificações patológicas
Calcificações patológicasMarília Gomes
 
Síndromes de vias biliares
Síndromes de vias biliaresSíndromes de vias biliares
Síndromes de vias biliarespauloalambert
 

Mais procurados (20)

Traumatologia Ortopédica
Traumatologia OrtopédicaTraumatologia Ortopédica
Traumatologia Ortopédica
 
Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso Autônomo
Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso AutônomoAula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso Autônomo
Aula - SNA - Introdução ao Sistema Nervoso Autônomo
 
Processos inflamatórios - agudo e crônico
Processos inflamatórios - agudo e crônicoProcessos inflamatórios - agudo e crônico
Processos inflamatórios - agudo e crônico
 
Choque
ChoqueChoque
Choque
 
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de Almeida
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de AlmeidaDistúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de Almeida
Distúrbios circulatórios - Dr. José Alexandre Pires de Almeida
 
Terceira semana gastrulação
Terceira semana gastrulaçãoTerceira semana gastrulação
Terceira semana gastrulação
 
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICAINFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
 
Morte celular
Morte celularMorte celular
Morte celular
 
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...
Patologia geral - agressões e reações celulares reversíveis e irreversíveis -...
 
Nós e Suturas
Nós e SuturasNós e Suturas
Nós e Suturas
 
Exame físico geral
Exame físico geralExame físico geral
Exame físico geral
 
Fisiologia Humana 6 - Sistema Renal
Fisiologia Humana 6 - Sistema RenalFisiologia Humana 6 - Sistema Renal
Fisiologia Humana 6 - Sistema Renal
 
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de AlmeidaLesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
 
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal
Anatomia Cirúrgica da Região Abdominal
 
Disturbios circulatorios ii
Disturbios circulatorios iiDisturbios circulatorios ii
Disturbios circulatorios ii
 
Patologia geral aula conceitos
Patologia geral aula conceitosPatologia geral aula conceitos
Patologia geral aula conceitos
 
Aula sobre distúrbios circulatórios
Aula sobre distúrbios circulatóriosAula sobre distúrbios circulatórios
Aula sobre distúrbios circulatórios
 
Calcificações patológicas
Calcificações patológicasCalcificações patológicas
Calcificações patológicas
 
Síndromes de vias biliares
Síndromes de vias biliaresSíndromes de vias biliares
Síndromes de vias biliares
 
Fraturas
FraturasFraturas
Fraturas
 

Destaque

Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez QuaresmaConceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez QuaresmaEuripedes Barbosa
 
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasia
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasiaAgenesia, aplasia, atresia, hipoplasia
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasiaEli Caballero
 
Patologia geral cap.08 - disturbios do crescimento - bogliolo
Patologia geral   cap.08 - disturbios do crescimento - boglioloPatologia geral   cap.08 - disturbios do crescimento - bogliolo
Patologia geral cap.08 - disturbios do crescimento - boglioloRallana Kelvia
 
Lesão celular reversivel e inreversivel
Lesão celular reversivel e inreversivelLesão celular reversivel e inreversivel
Lesão celular reversivel e inreversivelFernanda Lima Pinto
 
Aula 6 inflamação crônica
Aula 6 inflamação crônicaAula 6 inflamação crônica
Aula 6 inflamação crônicaenfermagem copias
 
7 alteração de crescimento e diferenciação
7 alteração de crescimento e diferenciação7 alteração de crescimento e diferenciação
7 alteração de crescimento e diferenciaçãoTamiris Ferreira
 
Apresentação citometria
Apresentação citometriaApresentação citometria
Apresentação citometriaIvo Kerppers
 
Malformações congênitas infratentoriais.
Malformações congênitas infratentoriais.Malformações congênitas infratentoriais.
Malformações congênitas infratentoriais.isadoracordenonsi
 
Hipertrofia hiperplasia - suplementos
Hipertrofia   hiperplasia - suplementosHipertrofia   hiperplasia - suplementos
Hipertrofia hiperplasia - suplementosQueimadarquivo
 
Aula Digestivo 1 2010
Aula Digestivo 1 2010Aula Digestivo 1 2010
Aula Digestivo 1 2010UFPEL
 

Destaque (20)

Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez QuaresmaConceitos em Patologia - Juarez Quaresma
Conceitos em Patologia - Juarez Quaresma
 
Patologia aula 1
Patologia aula 1Patologia aula 1
Patologia aula 1
 
Apostilas completas.doc patologia (1)
Apostilas completas.doc patologia (1)Apostilas completas.doc patologia (1)
Apostilas completas.doc patologia (1)
 
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasia
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasiaAgenesia, aplasia, atresia, hipoplasia
Agenesia, aplasia, atresia, hipoplasia
 
Patologia geral cap.08 - disturbios do crescimento - bogliolo
Patologia geral   cap.08 - disturbios do crescimento - boglioloPatologia geral   cap.08 - disturbios do crescimento - bogliolo
Patologia geral cap.08 - disturbios do crescimento - bogliolo
 
Patologia Médica
Patologia MédicaPatologia Médica
Patologia Médica
 
Patologia geral
Patologia geralPatologia geral
Patologia geral
 
Adaptações celulares
Adaptações celularesAdaptações celulares
Adaptações celulares
 
Lesão celular reversivel e inreversivel
Lesão celular reversivel e inreversivelLesão celular reversivel e inreversivel
Lesão celular reversivel e inreversivel
 
Crescimento e desenvolvimento
Crescimento e desenvolvimentoCrescimento e desenvolvimento
Crescimento e desenvolvimento
 
Neoplasias
NeoplasiasNeoplasias
Neoplasias
 
Aula 6 inflamação crônica
Aula 6 inflamação crônicaAula 6 inflamação crônica
Aula 6 inflamação crônica
 
10.2 pneumologia
10.2 pneumologia10.2 pneumologia
10.2 pneumologia
 
7 alteração de crescimento e diferenciação
7 alteração de crescimento e diferenciação7 alteração de crescimento e diferenciação
7 alteração de crescimento e diferenciação
 
Necropsiaweb
NecropsiawebNecropsiaweb
Necropsiaweb
 
Apresentação citometria
Apresentação citometriaApresentação citometria
Apresentação citometria
 
Malformações congênitas infratentoriais.
Malformações congênitas infratentoriais.Malformações congênitas infratentoriais.
Malformações congênitas infratentoriais.
 
Hipertrofia hiperplasia - suplementos
Hipertrofia   hiperplasia - suplementosHipertrofia   hiperplasia - suplementos
Hipertrofia hiperplasia - suplementos
 
Patologia basica
Patologia basicaPatologia basica
Patologia basica
 
Aula Digestivo 1 2010
Aula Digestivo 1 2010Aula Digestivo 1 2010
Aula Digestivo 1 2010
 

Semelhante a Patologia 4

medresumo hematologia
medresumo hematologia   medresumo hematologia
medresumo hematologia Medicina Fsm
 
02 hematologia completa
02 hematologia   completa02 hematologia   completa
02 hematologia completaAgathadeLima1
 
Alterações vasculares
Alterações vascularesAlterações vasculares
Alterações vascularesNathalia Fuga
 
Patologia 02 lesão e morte celular - med resumos - arlindo netto
Patologia 02   lesão e morte celular - med resumos - arlindo nettoPatologia 02   lesão e morte celular - med resumos - arlindo netto
Patologia 02 lesão e morte celular - med resumos - arlindo nettoJucie Vasconcelos
 
Db301 un4 inflam_aguda
Db301 un4 inflam_agudaDb301 un4 inflam_aguda
Db301 un4 inflam_agudabiomedicassia
 
Patologia 08 degenerações - med resumos - arlindo netto
Patologia 08   degenerações - med resumos - arlindo nettoPatologia 08   degenerações - med resumos - arlindo netto
Patologia 08 degenerações - med resumos - arlindo nettoJucie Vasconcelos
 
Alterações do crescimento celular
Alterações do crescimento celularAlterações do crescimento celular
Alterações do crescimento celulardrthiagobarboza
 
Aulas sistema cardiovascular_1
Aulas sistema cardiovascular_1Aulas sistema cardiovascular_1
Aulas sistema cardiovascular_1Maria Santos
 
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismo
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismoInflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismo
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismoadrianomedico
 

Semelhante a Patologia 4 (20)

Hematologia completa
Hematologia   completaHematologia   completa
Hematologia completa
 
Hematologia MEDResumo 2011
Hematologia MEDResumo 2011Hematologia MEDResumo 2011
Hematologia MEDResumo 2011
 
medresumo hematologia
medresumo hematologia   medresumo hematologia
medresumo hematologia
 
02 hematologia completa
02 hematologia   completa02 hematologia   completa
02 hematologia completa
 
Alterações vasculares
Alterações vascularesAlterações vasculares
Alterações vasculares
 
Patologia 02 lesão e morte celular - med resumos - arlindo netto
Patologia 02   lesão e morte celular - med resumos - arlindo nettoPatologia 02   lesão e morte celular - med resumos - arlindo netto
Patologia 02 lesão e morte celular - med resumos - arlindo netto
 
Sistema cardiovascular sangue (1)
Sistema cardiovascular   sangue (1)Sistema cardiovascular   sangue (1)
Sistema cardiovascular sangue (1)
 
Sangue
SangueSangue
Sangue
 
Db301 un4 inflam_aguda
Db301 un4 inflam_agudaDb301 un4 inflam_aguda
Db301 un4 inflam_aguda
 
PATOLOGIA p1.docx
PATOLOGIA p1.docxPATOLOGIA p1.docx
PATOLOGIA p1.docx
 
Patologia 08 degenerações - med resumos - arlindo netto
Patologia 08   degenerações - med resumos - arlindo nettoPatologia 08   degenerações - med resumos - arlindo netto
Patologia 08 degenerações - med resumos - arlindo netto
 
Choque
ChoqueChoque
Choque
 
Tecido sanguíneo.pdf
Tecido sanguíneo.pdfTecido sanguíneo.pdf
Tecido sanguíneo.pdf
 
Alterações do crescimento celular
Alterações do crescimento celularAlterações do crescimento celular
Alterações do crescimento celular
 
Manual de hematologia
Manual de hematologiaManual de hematologia
Manual de hematologia
 
Patologia aula 2
Patologia aula 2Patologia aula 2
Patologia aula 2
 
Aulas sistema cardiovascular_1
Aulas sistema cardiovascular_1Aulas sistema cardiovascular_1
Aulas sistema cardiovascular_1
 
Fisiologia.pptx
Fisiologia.pptxFisiologia.pptx
Fisiologia.pptx
 
Patologia - Prof. Rafael Ramos.pptx
Patologia - Prof. Rafael Ramos.pptxPatologia - Prof. Rafael Ramos.pptx
Patologia - Prof. Rafael Ramos.pptx
 
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismo
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismoInflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismo
Inflamação serosa do miocárdio no hipertiroidismo
 

Mais de Anhanguera Enfermagem A/B (8)

Teoria das relações interpessoais em enfermagem
Teoria das relações interpessoais em enfermagemTeoria das relações interpessoais em enfermagem
Teoria das relações interpessoais em enfermagem
 
Teoria do autocuidado orem
Teoria do autocuidado  oremTeoria do autocuidado  orem
Teoria do autocuidado orem
 
Cicatrização e reparo 2
Cicatrização e reparo 2Cicatrização e reparo 2
Cicatrização e reparo 2
 
Hemorragia med7002 2004_2
Hemorragia med7002 2004_2Hemorragia med7002 2004_2
Hemorragia med7002 2004_2
 
Inflama o aguda
Inflama  o  agudaInflama  o  aguda
Inflama o aguda
 
Patologia3
Patologia3Patologia3
Patologia3
 
Teorias de enfermagem
Teorias de enfermagemTeorias de enfermagem
Teorias de enfermagem
 
Teorias de enfermagem
Teorias de enfermagemTeorias de enfermagem
Teorias de enfermagem
 

Último

1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilMariaHelena293800
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdfSQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdfAndersonW5
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdfCarinaSofiaDiasBoteq
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024azulassessoria9
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguaKelly Mendes
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteLeonel Morgado
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfMarcianaClaudioClaud
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfCsarBaltazar1
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdfLindinhaSilva1
 

Último (20)

662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdfSQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de língua
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 

Patologia 4

  • 2.  "Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução foge ao controle normal, e que tendem para um tipo de crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação."
  • 3.  Os agentes neoplásicos podem ser: Físicos;  Químicos;  Biológicos; 
  • 4.  A nomenclatura das neoplasias benignas segue a regra de se acrescentar o sufixo oma ao nome do tecido de origem. Ex.: papiloma (origem do epitélio escamoso), adenoma (origem do epitélio glandular), fibroma (do tecido conjuntivo), lipoma ( do tecido adiposo) etc.
  • 5.
  • 6.
  • 7. Edema Inchaço ou tumefação, é o acúmulo de líquido no interstício ou em cavidades do organismo.  Edema Localizado: São edemas que comprometem um território do organismo ou órgão. Resultam de distúrbios locais  Ex: varizes; alérgicos, quimiotóxicos, pulmonar agudo, por distúrbios de drenagem linfática 
  • 8.  Edema generalizado: quando se espalha por todo o corpo e nas cavidades pré-formadas.  Ex: Edema renal, cardíaco, da gravidez.  Edemas causados antidepressivos, diuréticos. por drogas: hormônios,
  • 9. Hidrodinâmica entre os compartimentos intersticial e intravascular. Na porção arteriolar, a pressão hidrostática é maior do que na porção venular, o que permite a saída de líquido pela arteríola e a entrada deste pela vênula. O líquido restante é drenado pela via linfática.
  • 10. Situação em que há um desequilíbrio provocado pelo aumento da pressão hidrostática, principalmente na porção arteriolar. A tendência é a maior saída de líquido para o meio extravascular, provocando o acúmulo deste no interstício.
  • 11. Outra situação de desequilíbrio hidrodinâmico, agora provocado pela diminuição da pressão oncótica, principalmente da porção venular. Também ocorre a saída de líquido, acumulando-se no interstício.
  • 12. Em casos especiais, pode haver a obstrução da via linfática, sem alteração nas pressões oncótica e hidrostática. O resultado também é o acúmulo de líquido no interstício em decorrência da falta de drenagem.
  • 13. Embolia    “ Presença de substância estranha ao sangue caminhando na circulação, levando à oclusão parcial ou completa da luz do vaso em algum ponto do sistema circulatório”. Como a embolia pode ser causada por outro material que se introduz na corrente sangüínea, criou-se o termo tromboembolia para especificar que se trata de um coágulo sangüíneo. A embolia pode originar isquemias
  • 14.     Êmbolo: neste caso é algo que não tenha fluidez necessária para passar por todos os segmentos da circulação pulmonar. Ex: Coágulo que se forma na veia da perna esquerda e se solta do seu local de origem, o fluxo do sangue o transportará. Subirá até a veia cava inferior, coração, átrio direito, ventrículo direito, passará ao tronco da artéria pulmonar. Quando atingir um ramo mais estreito que seu tamanho, o coágulo ali pára, interrompendo a circulação local. Exs: coágulos sangüíneos, bolhas de gás, gordura. Os êmbolos sólidos podem levar a morte súbita, infarto ou hemorragia.
  • 15. Infarto  Consiste em uma área circunscrita de necrose tecidual causada por isquemia prolongada devido a distúrbio da circulação arterial ou venosa. “Morte tecidual devido à falência vascular”. Infarto Branco: quando há obstrução arterial em órgãos sólidos com circulação terminal. Ex: baço, rins, coração 
  • 16.  Infarto vermelho: aquele em que a região atingida tem cor vermelha por causa da hemorragia intensa que se forma na área de necrose. Ex: pulmão, intestino
  • 17. Choque  “ Deficiência sanguínea periférico”.  O choque é provocado por uma diminuição da perfusão de nutrientes para a célula devido à deficiência do aporte sanguíneo. Isso pode ser causado por uma queda do volume sanguíneo circulante (é o que ocorre no choque hemorrágico), por uma propulsão cardiopulmonar inadequada ou por uma grande vasodilatação periférica (de capilares e veias).  aguda da no leito corrente vascular
  • 18.  Sem uma circulação sangüínea ideal, os tecidos sofrem hipóxia e carência nutricional, o que leva a alterações reversíveis.  A mudança de um sistema de respiração aeróbico para um anaeróbico, em decorrência da falta de oxigênio, induz ao acúmulo de ácido lático no local, provocando a instauração de lesões irreversíveis e a morte celular.
  • 19. Os tipos de choque incluem o neurogênico, o cardiogênico, o traumático, o hemorrágico, por queimaduras, cirúrgico etc.  A evolução clínica desses tipos depende do grau de recuperação do equilíbrio hemodinâmico conseguido pelos tecidos atingidos.  No caso do choque hemorrágico, por exemplo, esse equilíbrio pode ser restituído por intermédio de uma transfusão sanguínea imediata ou pela introdução de outros líquidos. 
  • 20. ALTERAÇÕES DE DESENVOLVIMENTO As alterações de desenvolvimento constituem modificações da forma original devido a algum desequilíbrio durante a ação do binômio crescimento-diferenciação.  Podem acometer um pequeno grupo de células, um órgão inteiro ou um indivíduo como um todo (como no caso das teratologias – alterações congênitas). 
  • 21.  Dependendo do grau de acometimento e do grupo celular afetado, as alterações de desenvolvimento adquirem particularidades morfológicas, as quais recebem nomenclaturas:  AGENESIA: ausência total ou parcial de um órgão. Comum nas anomalias congênitas. Um exemplo é agenesia de dentes (principalmente de incisivos laterais). Em alguns casos, a agenesia de algum órgão (como encéfalo - anencefalia) pode não ser compatível com a vida.
  • 23. APLASIA: há somente um esboço embrionário de uma região ou órgão, sem o completo desenvolvimento destes.  HIPOPLASIA ( hipo = escassez; plasia = formação): formação deficiente de parte ou totalidade de um órgão ou tecido. Há diminuição do número de células, porém, estas conservam morfologia e função normais; o tecido ou órgão é que tem o volume e a função diminuídos. Ex.: hipoplasia do esmalte dentário; o dente com hipoplasia deve receber tratamento restaurador. Em algumas situações, como em órgãos pares, a hipoplasia pode passar despercebida. 
  • 25.    ATRESIA: quando não há o completo desenvolvimento de um órgão oco ou de um ducto, não permitindo a distinção dos lúmens desses órgãos. ECTOPIA: quando um tecido ou órgão se localiza em local não comumente observado. Por exemplo, glândulas sebáceas na mucosa bucal (grânulos de Fordyce) (lembre-se de que a mucosa bucal não possui glândulas sebáceas normalmente). Um outro exemplo em Odontologia é a presença de tecido da glândula tireóide no ventre da língua.
  • 27.
  • 29.    ATROFIA: diminuição do volume de uma região ou de um órgão, quando estes já atingiram a idade adulta (já estão formados). A quantidade de células diminui devido a carência nutricional, a isquemia da região, a fatores fisiológicos (por exemplo, na senilidade os tecidos diminuem de volume) ou por desuso do órgão (por exemplo, a atrofia muscular em indivíduos imobilizados por muito tempo). Em algumas situações não há diminuição do volume do órgão, mas suas células são substituídas por fibrose ou células gordurosas, constituindo também uma espécie de atrofia por haver menos células específicas.
  • 30.
  • 31. HIPERPLASIA (hiper = excesso; plasia= formação): aumento do número de células parenquimatosas, que mantêm seu tamanho e função normais.  Porém, o tecido ou órgão hiperplásico tem seu volume aumentado, bem como sua função. Comum em células lábeis ou estáveis.  Ex.: aumento de volume do tecido conjuntivo fibroso em pacientes portadores de próteses totais desajustadas. 
  • 32.
  • 33. HIPERTROFIA (hiper = excesso; trofia = nutrição): aumento do volume celular provocado pelo aumento individual do tamanho da célula, sem alteração do seu número.  Comum em células permanentes ou estáveis (células musculares, principalmente).  Ex.: atleta halterofilista apresenta suas células musculares aumentadas. 
  • 34.
  • 35.
  • 36.  Tanto a hiperplasia quanto a hipertrofia podem ser de origem hormonal, em que atuação de hormônios para o aumento da quantidade ou de volume celular; pode ainda ser compensadora, ou seja, para compensar algum estímulo; e, por fim, nutricional, em que há aumento da quantidade ou do volume celular em função do aumento da vascularização no local.
  • 37. METAPLASIA (meta = mudança; plasia= formação): uma célula adulta passa a adquirir características de outro tipo de célula adulta. Pode se desenvolver em tecidos expostos a prolongados traumatismos ou a irritações crônicas. Ex.: a célula cilíndrica dos epitélios respiratórios pode adquirir características de célula escamosa (semelhante a do epitélio cutâneo). Esse processo é denominado de metaplasia escamosa. 
  • 38.
  • 39.    ANAPLASIA: desdiferenciação celular, ou seja, as células adultas adquirem características mais primitivas (embrionárias). Indica desvios da normalidade mais acentuados do que na displasia, além de ser irreversível. Representa o melhor critério para o diagnóstico de malignidade dos tumores (neoplasias). DISPLASIA (dis = diferente; plasia = formação): proliferação celular excessiva, acompanhada de ausência ou escassez de diferenciação. Precedido por uma irritação ou inflamação crônica, o processo displásico pode regredir se retirada a causa irritante. Constitui uma forma reduzida de anaplasia.