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Base Nacional Comum Curricular
ENSINO MÉDIO
ESTRUTURA DA BNCC
26/02/2018
A BNCC DA EDUCAÇÃO BÁSICA
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. A ESTRUTURA DA BNCC
3. A ETAPA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
4. A ETAPA DO ENSINO FUNDAMENTAL
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
2. A ESTRUTURA DA BNCC
ENSINO MÉDIO
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
O Ensino Médio no contexto da Educação Básica
• Desafios: garantir a permanência e as aprendizagens
dos estudantes, respondendo às suas aspirações,
presentes e futuras
Para responder a essa necessidade,
mostra-se imprescindível considerar a
dinâmica social contemporânea
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
O Ensino Médio no contexto da Educação Básica
• Cenário: rápidas transformações nos contextos
nacional e internacional atingem diretamente as
populações jovens e, portanto, o que elas esperam
de sua formação
‒ Destaque para as rápidas mudanças:
‒ no mundo digital;
‒ no mundo do trabalho.
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
O Ensino Médio no contexto da Educação Básica
• Juventudes: diversa, dinâmica e participante ativa do
processo de formação que deve garantir sua inserção
autônoma e crítica no mundo.
noção ampliada e plural
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
O Ensino Médio no contexto da Educação Básica
• Finalidades do Ensino Médio (LDB):
- consolidação e aprofundamento dos conhecimentos
(prosseguimento de estudos);
- preparação básica para o trabalho e a cidadania
(continuar aprendendo, ter flexibilidade);
- aprimoramento do educando como pessoa humana
(formação ética e desenvolvimento da autonomia
intelectual e do pensamento crítico);
- compreensão dos fundamentos cientifico-
-tecnológicos dos processos produtivos (teoria x
- prática).
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
O Ensino Médio no contexto da Educação Básica
• Implicação: organizar uma escola que acolha as
diversidades e que reconheça os jovens como
interlocutores legítimos sobre o currículo, sobre o
ensino e sobre suas aprendizagens.
– Valorização do protagonismo juvenil
– Substituição de modelo único por um modelo
diversificado e flexível de currículo (Lei
nº 13.415/17) – BNCC e itinerários formativos
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
A BNCC do Ensino Médio
• Competências gerais da Educação Básica orientam
tanto as aprendizagens essenciais a serem garantidas
no âmbito da BNCC quanto os itinerários formativos.
• Organiza-se em continuidade ao proposto para a
Educação Infantil e o Ensino Fundamental:
• Articulação com as competências e habilidades
do EF (“perfil de saída” do 9º ano)
• Breve síntese /por área:
• desse “perfil” de saída;
• do que se espera no Ensino Médio.
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
A BNCC do Ensino Médio
• Organização por áreas do conhecimento (LDB,art.35-A)
Tal organização por áreas “não exclui
necessariamente as disciplinas, com suas
especificidades e saberes próprios historicamente
construídos, mas, sim, implica o fortalecimento das
relações entre elas e a sua contextualização para
apreensão e intervenção na realidade, requerendo
trabalho conjugado e cooperativo dos seus
professores no planejamento e na execução dos
planos de ensino” (CNE, Parecer 11/2009).
BNCCItinerários
ENSINOMÉDIO
HAB.
ÁREA
HAB.
ÁREA
HAB.
ÁREA
HAB.
ÁREA
C.ESP.
CHSA
C.ESP.
CNT
C.ESP.
MAT
C.ESP.
LGGS
ITP
COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC
HAB.
LP
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários
• Base não é currículo
• A BNCC define as aprendizagens essenciais a ser
garantidas aos estudantes, de modo a orientar a
(re)definição de currículos e propostas pedagógicas,
seja no que diz respeito ao âmbito específico da
BNCC (até 1.800 horas), seja no tocante à
organização e proposição de itinerários formativos.
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários
• Os itinerários formativos representam uma
possibilidade concreta de flexibilização da
organização curricular do Ensino Médio.
Constituem-se em trajetórias de formação dos
estudantes.
5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários
• Os currículos devem ser (re)definidos considerando
seus contextos e condições, as características da
região, as culturas locais, as necessidades de
formação e as demandas e aspirações dos estudantes.
A flexibilidade deve ser tomada
como princípio obrigatório.

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Estrutura da bncc

  • 1. Base Nacional Comum Curricular ENSINO MÉDIO ESTRUTURA DA BNCC 26/02/2018
  • 2. A BNCC DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. A ESTRUTURA DA BNCC 3. A ETAPA DA EDUCAÇÃO INFANTIL 4. A ETAPA DO ENSINO FUNDAMENTAL 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO
  • 3. 2. A ESTRUTURA DA BNCC ENSINO MÉDIO
  • 4. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO O Ensino Médio no contexto da Educação Básica • Desafios: garantir a permanência e as aprendizagens dos estudantes, respondendo às suas aspirações, presentes e futuras Para responder a essa necessidade, mostra-se imprescindível considerar a dinâmica social contemporânea
  • 5. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO O Ensino Médio no contexto da Educação Básica • Cenário: rápidas transformações nos contextos nacional e internacional atingem diretamente as populações jovens e, portanto, o que elas esperam de sua formação ‒ Destaque para as rápidas mudanças: ‒ no mundo digital; ‒ no mundo do trabalho.
  • 6. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO O Ensino Médio no contexto da Educação Básica • Juventudes: diversa, dinâmica e participante ativa do processo de formação que deve garantir sua inserção autônoma e crítica no mundo. noção ampliada e plural
  • 7. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO O Ensino Médio no contexto da Educação Básica • Finalidades do Ensino Médio (LDB): - consolidação e aprofundamento dos conhecimentos (prosseguimento de estudos); - preparação básica para o trabalho e a cidadania (continuar aprendendo, ter flexibilidade); - aprimoramento do educando como pessoa humana (formação ética e desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico); - compreensão dos fundamentos cientifico- -tecnológicos dos processos produtivos (teoria x - prática).
  • 8. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO O Ensino Médio no contexto da Educação Básica • Implicação: organizar uma escola que acolha as diversidades e que reconheça os jovens como interlocutores legítimos sobre o currículo, sobre o ensino e sobre suas aprendizagens. – Valorização do protagonismo juvenil – Substituição de modelo único por um modelo diversificado e flexível de currículo (Lei nº 13.415/17) – BNCC e itinerários formativos
  • 9. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO A BNCC do Ensino Médio • Competências gerais da Educação Básica orientam tanto as aprendizagens essenciais a serem garantidas no âmbito da BNCC quanto os itinerários formativos. • Organiza-se em continuidade ao proposto para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental: • Articulação com as competências e habilidades do EF (“perfil de saída” do 9º ano) • Breve síntese /por área: • desse “perfil” de saída; • do que se espera no Ensino Médio.
  • 10. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO A BNCC do Ensino Médio • Organização por áreas do conhecimento (LDB,art.35-A) Tal organização por áreas “não exclui necessariamente as disciplinas, com suas especificidades e saberes próprios historicamente construídos, mas, sim, implica o fortalecimento das relações entre elas e a sua contextualização para apreensão e intervenção na realidade, requerendo trabalho conjugado e cooperativo dos seus professores no planejamento e na execução dos planos de ensino” (CNE, Parecer 11/2009).
  • 12. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários • Base não é currículo • A BNCC define as aprendizagens essenciais a ser garantidas aos estudantes, de modo a orientar a (re)definição de currículos e propostas pedagógicas, seja no que diz respeito ao âmbito específico da BNCC (até 1.800 horas), seja no tocante à organização e proposição de itinerários formativos.
  • 13. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários • Os itinerários formativos representam uma possibilidade concreta de flexibilização da organização curricular do Ensino Médio. Constituem-se em trajetórias de formação dos estudantes.
  • 14. 5. A ETAPA DO ENSINO MÉDIO Currículos do Ensino Médio: BNCC e itinerários • Os currículos devem ser (re)definidos considerando seus contextos e condições, as características da região, as culturas locais, as necessidades de formação e as demandas e aspirações dos estudantes. A flexibilidade deve ser tomada como princípio obrigatório.