Universidade Federal de Campina Grande UFCG             Departamento de Sistemas e Computação DSC      Programa de Pós-Gra...
TópicosRevisão Sistemática (RS):  1.   O que é?  2.   Quais são os objetivos?  3.   Qual é a importância?  4.   Onde surgi...
1. O que é uma Revisão Sistemática?É um método de revisão bibliográfica do estado da arte.      Processo de apoio à condu...
2. Quais são os objetivos de uma RS?Buscar fundamentação teórica.      Levantar o estado da arte;      Resumir e confron...
2. Quais são os objetivos de uma RS?Auxiliar o pesquisador.      Amadurecer o conhecimento sobre o tema a ser visto;    ...
3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.      Robusta e consistente:           Maior cobertura ...
3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.      Robusta e consistente:           Maior cobertura ...
3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.      Robusta e consistente:           Maior cobertura ...
4. Onde surgiu a RS?Na medicina.      Método desenvolvido por uma rede de colaboração para       que médicos pudessem se ...
5. Quais são as contribuições da RS?Revisão abrangente:      Revisão do estado da arte de temas relativos à área de      ...
5. Quais são as contribuições da RS?Pesquisas alinhadas:      Realização de estudos e pesquisas científicas não       env...
5. Quais são as contribuições da RS?Pesquisas interessantes:      Auxílio à identificação de problemas atuais não       e...
5. Quais são as contribuições da RS?Encontrar respostas:      Subsídios para a identificação de soluções para       probl...
5. Quais são as contribuições da RS?Encontrar perguntas:      Oportunidade de identificar problemas novos e       relevan...
5. Quais são as contribuições da RS?Promove a produção científica:      Produção de conteúdo relevante para publicações  ...
5. Quais são as contribuições da RS?Atualização constante da pesquisa:      Rápida atualização do estado da arte sobre o ...
5. Quais são as contribuições da RS?Resultados visíveis:      Rápida produção textual de relatórios, trabalhos de       c...
5. Quais são as contribuições da RS?Integração entre pesquisadores:      Possibilidade de interação mais intensa entre or...
5. Quais são as contribuições da RS?Nivelamento dos pesquisadores:      Rápida incorporação e nivelamento de novos membro...
5. Quais são as contribuições da RS?Reabilitação de pesquisadores:      Desenvolvimento do hábito da pesquisa científica ...
6. Quais são as etapas da RS?Basicamente três etapas de estudo, e muitos procedimentos.      Etapa 1 – Planejamento e for...
7. Ciclo de vida da RS:                                                                    22      Figura 2: Macro-visão d...
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8. Etapas e procedimentos:   Etapa 1 – Planejamento e formalização.       Metatarefas e suas atividades.                ...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.      Metatarefab) Execução dos estudos primários.       ...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.      Metatarefas e suas atividades.                                     ...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.      Metatarefa a) Análises quantitativas e qualitativas.               ...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.       Metatarefa b) Análises das publicações.       Representação dos da...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.      Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos.  Fechamento de     ...
8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.      Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos.  Fechamento de     ...
8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.      Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos.  Fechamento de     ...
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8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.        Metatarefa a) Análises quantitativas e qualitativas.        Meta...
9. Precisa mesmo de documentação?Sim!A documentação constante é a base deste             método S I S T E M Á T I C O !   ...
10. Na prática funciona?Sim!                           84
ReferênciasProtocolos completos para leitura nos anexos de:      Barcellos, Monalessa Perini. “Uma Estratégia Para       ...
ReferênciasFerramenta de execução da RS:      StArt [http://lapes.dc.ufscar.br/ferramentas/start-tool]Ferramentas de cata...
ReferênciasLinks com guias e cursos online:      Curso de Revisão Sistemática On-line da       Univesp/Cochrane:       [h...
ReferênciasBibliografia:       Kitchenham,B.A.; Dyba,T.; Jorgensen,M. (2004).        Evidence-based Software Engineering,...
ReferênciasGuias da metodologia:    (i) Cochrane Collaboration. Cochrane Reviewers’ Handbook. Version        4.2.1. Decemb...
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Sistematização de revisões bibliográficas em pesquisas da área de IHC

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Elizabete Munzlinger
Fabricio Batista Narcizo
José Eustáquio Rangel de Queiroz

Departamento de Sistemas e Computação (DSC)
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

RESUMO
Durante o desenvolvimento de uma pesquisa científica na área de Interação Humano-Computador (IHC) é necessário identificar, ler, analisar e interpretar publicações relevantes sobre determinado tema ou assunto. Tal tarefa resulta usualmente em extensos volumes de dados bibliográficos, os quais devem ser integrados em um único documento, com o objetivo de facilitar a avaliação da robustez da evidência em questão. Não obstante, isto não constitui uma tarefa fácil de realizar. As revisões sistemáticas têm o papel de preencher tal lacuna, provendo sínteses abrangentes, confiáveis e imparciais de uma pesquisa sobre um tema específico, integrando em um único relatório grandes volumes de estudos individuais, proporcionando a melhor evidência para a tomada de decisões e também auxiliando a identificar novos nichos de pesquisa.

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Sistematização de revisões bibliográficas em pesquisas da área de IHC

  1. 1. Universidade Federal de Campina Grande UFCG Departamento de Sistemas e Computação DSC Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação COPIN Sistematização de revisõesbibliográficas em pesquisas da área de IHC MSc. Elizabete Munzlinger MSc. Fabricio Batista Narcizo Prof. Dr. José Eustáquio Rangel de Queiroz
  2. 2. TópicosRevisão Sistemática (RS): 1. O que é? 2. Quais são os objetivos? 3. Qual é a importância? 4. Onde surgiu? 5. Quais são as suas contribuições? 6. Quais são as suas etapas? 7. Ciclo de vida da RS. 8. Etapas e procedimentos da RS. 9. Qual a documentação gerada? (88 slides) 2
  3. 3. 1. O que é uma Revisão Sistemática?É um método de revisão bibliográfica do estado da arte.  Processo de apoio à condução de estudos;  É um meio de identificar, avaliar e interpretar todas as pesquisas disponíveis, atuais e relevantes para uma questão de pesquisa específica, área temática, ou fenômeno de interesse;  É uma forma de estudo secundário.  Os estudos individuais que fornecem subsídios para uma revisão sistemática são chamados de estudos primários. 3
  4. 4. 2. Quais são os objetivos de uma RS?Buscar fundamentação teórica.  Levantar o estado da arte;  Resumir e confrontar as evidências existentes sobre um dado assunto, tema, problema;  Buscar novas linhas de investigação, evitando abordagens infrutíferas;  Identificar recomendações e lacunas para pesquisas futuras. 4
  5. 5. 2. Quais são os objetivos de uma RS?Auxiliar o pesquisador.  Amadurecer o conhecimento sobre o tema a ser visto;  Posicionar adequadamente novas atividades de investigação;  Subsidiar conteúdo para a delimitação do problema de pesquisa para Tese/Dissertação/Projeto;  Fornecer conteúdo para a produção científica (publicações). 5
  6. 6. 3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.  Robusta e consistente:  Maior cobertura de publicações pertinentes.  Oferece melhores resultados do processo de revisão da literatura. 6
  7. 7. 3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.  Robusta e consistente:  Maior cobertura de publicações pertinentes;  Oferece melhores resultados do processo de revisão da literatura.  Íntegra e confiável:  Permite que a RS seja auditada, reproduzida e continuada. 7
  8. 8. 3. Qual é a importância de uma RS?Gerar uma revisão de qualidade.  Robusta e consistente:  Maior cobertura de publicações pertinentes;  Oferece melhores resultados do processo de revisão da literatura.  Íntegra e confiável:  Permite que a RS seja auditada, reproduzida e continuada.  Justa e não tendenciosa:  Sintetiza todos os trabalhos relacionados sem preconceitos;  Inclui também as publicações cujas hipóteses são contrárias 8 às defendidas.
  9. 9. 4. Onde surgiu a RS?Na medicina.  Método desenvolvido por uma rede de colaboração para que médicos pudessem se atualizar acerca de novos procedimentos sem necessariamente fazer um curso ou especialização, acompanhando a evolução da medicina.  Método proposto em diversos guias:  (i) Cochrane ReviewersHandbook.  (ii) Australian National Health and Medical Research Council.  (iii) Systematic Reviews Group.  (iv) CRD Guidance. 9
  10. 10. 5. Quais são as contribuições da RS?Revisão abrangente:  Revisão do estado da arte de temas relativos à área de IHC, de modo abrangente, incorporando um espectro maior de resultados relevantes, não limitando as conclusões à leitura de um número reduzido de artigos, obtidos a partir de processos de busca ad hoc; 10
  11. 11. 5. Quais são as contribuições da RS?Pesquisas alinhadas:  Realização de estudos e pesquisas científicas não enviesadas e com elevado valor científico; 11
  12. 12. 5. Quais são as contribuições da RS?Pesquisas interessantes:  Auxílio à identificação de problemas atuais não esgotados na área de IHC; 12
  13. 13. 5. Quais são as contribuições da RS?Encontrar respostas:  Subsídios para a identificação de soluções para problemas investigados no foco da pesquisa de interesse; 13
  14. 14. 5. Quais são as contribuições da RS?Encontrar perguntas:  Oportunidade de identificar problemas novos e relevantes no desenvolvimento do estudo; 14
  15. 15. 5. Quais são as contribuições da RS?Promove a produção científica:  Produção de conteúdo relevante para publicações científicas; 15
  16. 16. 5. Quais são as contribuições da RS?Atualização constante da pesquisa:  Rápida atualização do estado da arte sobre o tema ou área da pesquisa, graças à possibilidade de repetição da busca, a partir dos mesmos critérios previamente adotados na RS, o que garante a inclusão de novas referências em função do período de meses/anos remanescentes; 16
  17. 17. 5. Quais são as contribuições da RS?Resultados visíveis:  Rápida produção textual de relatórios, trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses; 17
  18. 18. 5. Quais são as contribuições da RS?Integração entre pesquisadores:  Possibilidade de interação mais intensa entre orientador e orientando no desenvolvimento gradual de pesquisas caracterizadas pela constante geração/atualização da documentação produzida; 18
  19. 19. 5. Quais são as contribuições da RS?Nivelamento dos pesquisadores:  Rápida incorporação e nivelamento de novos membros no âmbito dos grupos de pesquisa das instituições, mediante o acesso a relatórios de atividades de RS de outros pesquisadores; 19
  20. 20. 5. Quais são as contribuições da RS?Reabilitação de pesquisadores:  Desenvolvimento do hábito da pesquisa científica sistematizada por uma sequência de etapas e fundamentada em procedimentos bem definidos a partir de um protocolo de estudo. 20
  21. 21. 6. Quais são as etapas da RS?Basicamente três etapas de estudo, e muitos procedimentos.  Etapa 1 – Planejamento e formalização  Etapa 2 – Condução/execução  Etapa 3 – Sumarização Todas as fases devem ser organizadas e documentadas insistentemente, inadiavelmente, (in)voluntariamente... 21 Figura 1. Etapas-chave de uma RS.
  22. 22. 7. Ciclo de vida da RS: 22 Figura 2: Macro-visão do processo de RS (Munzlinger, 2012).
  23. 23. 23
  24. 24. 24
  25. 25. 8. Etapas e procedimentos: Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefas e suas atividades. 25
  26. 26. 26
  27. 27. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa. O que te move? (Reflexão e diagnóstico) 27
  28. 28. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico).Cansado do ócio e resolve voltar a estudar Motivações 28
  29. 29. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico).Cansado do ócio e Problemas ao defender resolve voltar uma ideia a estudar Motivações 29
  30. 30. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico).Cansado do ócio e Problemas ao defender Explorar uma ideia (nova?) resolve voltar uma ideia Trabalhar em um projeto a estudar Motivações 30
  31. 31. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico). Não tem certeza sobre o que resolver ou como resolver Motivações 31
  32. 32. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico). Não tem certeza Necessidade sobre o que resolver de publicação ou como resolver Motivações 32
  33. 33. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa (reflexão/diagnóstico). Não tem certeza Necessidade Rever o estado sobre o que resolver de publicação da arte ou como resolver Motivações 33
  34. 34. 34
  35. 35. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefab) Execução dos estudos primários. Por onde começar? (Organização e ação) 35
  36. 36. 8. Etapas e procedimentos: Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefab) Execução dos estudos primários.Conversar muitocom o orientador Ações 36
  37. 37. 8. Etapas e procedimentos: Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefab) Execução dos estudos primários.Conversar muito Trocar informaçõescom o orientador com o grupo de pesquisa Ações 37
  38. 38. 8. Etapas e procedimentos: Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefab) Execução dos estudos primários.Conversar muito Trocar informações Coletar materialcom o orientador com o grupo com o orientador de pesquisa e grupo de pesquisa Ações 38
  39. 39. 8. Etapas e procedimentos: Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefab) Execução dos estudos primários.Conversar muito Trocar informações Coletar material Pesquisarcom o orientador com o grupo com o orientador Revisar de pesquisa e grupo de pesquisa Ler Ações 39
  40. 40. 40
  41. 41. 41
  42. 42. 42
  43. 43. 43
  44. 44. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefac) Criação do Protocolo de Estudo.Redação dos estudos primários (Pré-projeto) Ações 44
  45. 45. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefac) Criação do Protocolo de Estudo.Redação dos estudos Delineamento dos critérios primários de seleção de publicações (Pré-projeto) relevantes Ações 45
  46. 46. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefac) Criação do Protocolo de Estudo.Redação dos estudos Delineamento dos critérios Definição das bases de primários de seleção de publicações dados para consulta (Pré-projeto) relevantes com restrições definidas Ações 46
  47. 47. 47
  48. 48. 48
  49. 49. 49
  50. 50. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 1 – Planejamento e formalização.  Metatarefa a) Identificação da necessidade da pesquisa.  Metatarefab) Execução dos estudos primários.  Metatarefa c) Criação do Protocolo de Estudo. Revisão primária: Protocolo de Revisão DOC Pré-projeto com introdução DOC Sistemática com pré-projeto problema, objetivos e e critérios de seleção e questões de pesquisa. definição de bases de busca Ações → Documentações 50
  51. 51. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefas e suas atividades. 51
  52. 52. 52
  53. 53. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa a) Planejamento da execução do PE. Criação e calibração da expressão de busca Execução da busca para criar grupo de controle Ações 53
  54. 54. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa a) Planejamento da execução do PE. Criação e calibração Atualização do da expressão grupo de de busca controle e do PE Execução da busca para criar grupo de controle Ações 54
  55. 55. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa a) Planejamento da execução do PE. Criação e calibração Atualização do Adaptação da da da expressão grupo de expressão de busca controle e do PE de busca para Execução da busca cada engenho para criar grupo de controle Ações 55
  56. 56. 56
  57. 57. 57
  58. 58. 58
  59. 59. 59
  60. 60. 60
  61. 61. 61
  62. 62. 7. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa b) Execução do PE. Execução da busca Download e catalogação das publicações nas ferramentas Cadastro do PE na ferramenta de Ações 62 apoio
  63. 63. 7. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa b) Execução do PE. Execução da Seleção das busca publicações Download e por leitura de catalogação das metadados publicações nas (critérios de filtragem) ferramentas Cadastro do PE na ferramenta de Ações 63 apoio
  64. 64. 7. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa b) Execução do PE. Execução da Seleção das Leitura e extração busca publicações de dados das Download e por leitura de publicações selecionadas catalogação das metadados (critérios de filtragem) publicações nas (critérios de filtragem) ferramentas Cadastro do PE na ferramenta de Ações 64 apoio
  65. 65. 65
  66. 66. 66
  67. 67. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 2 – Condução/execução.  Metatarefa a) Planejamento da execução do PE.  Metatarefa b) Execução do PE. Protocolo de Revisão STA R Catálogo de metadados DOC Sistemática atualizado T das publicações retornadas na busca Representações Coletânea de DOC DOC MMI de dados extraídos publicações das publicações Ações → Documentações 67
  68. 68. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefas e suas atividades. 68
  69. 69. 69
  70. 70. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa a) Análises quantitativas e qualitativas. Sumarização dos dados catalográficos das publlicações e de conteúdo Ações 70
  71. 71. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa a) Análises quantitativas e qualitativas. Sumarização Criação de fichas de leituras dos dados catalográficos com registros próprios das publlicações e de conteúdo Ações 71
  72. 72. 72
  73. 73. 73
  74. 74. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa b) Análises das publicações. Representação dos dados em tabelas, gráficos, etc Rascunho de relatórios Ações 74
  75. 75. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa b) Análises das publicações. Representação dos dados Criação de em tabelas, gráficos, etc mapas mentais e/ou Rascunho de relatórios mapas conceituais Ações 75
  76. 76. 76
  77. 77. 77
  78. 78. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos. Fechamento de relatórios Atualização do PE Ações 78
  79. 79. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos. Fechamento de Produção relatórios de artigo(s), capítulos de Atualização do PE dissertações/teses Ações 79
  80. 80. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos. Fechamento de Produção Publicação relatórios de artigo(s), capítulos de de artigo(s) Atualização do PE dissertações/teses Ações 80
  81. 81. 81
  82. 82. 8. Etapas e procedimentos:Etapa 3 – Sumarização.  Metatarefa a) Análises quantitativas e qualitativas.  Metatarefa b) Análises das publicações.  Metatarefa c) Produção de relatórios e artigos. Indicadores Informação adquirida DOC quantitativos DOC Textos e DOC representada em e qualitativos análises mapas mentais e/ou mapas conceituais DOC Protocolo DOC Relatórios DOC Capítulo da atualizado Artigos Tese/Dissertação Ações → Documentações 82
  83. 83. 9. Precisa mesmo de documentação?Sim!A documentação constante é a base deste método S I S T E M Á T I C O !  Ao final teremos ao menos:  “Proposta de Projeto.doc”  “Protocolo de Revisão Sistemática.doc”  “Artigos Catalogados.start”  “Relatório de Revisão Sistemática.doc”  “Mapa Mental.mm”  “Artigo(s) para Publicação.doc”  “Capítulo de Tese.doc” → Documentações 83
  84. 84. 10. Na prática funciona?Sim! 84
  85. 85. ReferênciasProtocolos completos para leitura nos anexos de:  Barcellos, Monalessa Perini. “Uma Estratégia Para Medição De Software E Avaliação De Bases De Medidas Para Controle Estatístico De Processos De Software Em Organizações De Alta Maturidade”. Tese de Doutorado. Programa de Pós-graduação em Engenharia de Sistemas e Computação, COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009.  Souza. Gleison dos Santos. “Ambientes De Engenharia De Software Orientados A Corporação”. Tese de Doutorado. Programa de Pós-graduação em Engenharia de Sistemas e Computação, COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008.
  86. 86. ReferênciasFerramenta de execução da RS:  StArt [http://lapes.dc.ufscar.br/ferramentas/start-tool]Ferramentas de catalogação de artigos:  Mendeley [http://www.mendeley.com/]  EndNote [http://www.endnote.com/]Ondepublicar (Qualis A1):  ACM Computing Surveys (CSUR) [http://csur.acm.org/]  Information Sciences [http://www.journals.elsevier.com/information-sciences/]  ACM Transactions on Information Systems (TOIS) [http://tois.acm.org/]
  87. 87. ReferênciasLinks com guias e cursos online:  Curso de Revisão Sistemática On-line da Univesp/Cochrane: [http://www.virtual.epm.br/cursos/metanalise/]  Alvaro NagibAtallah, AldemarAraujoCastroRevisãoSistemáticadaLiteraturaeMet análise: [http://www.centrocochranedobrasil.org.br/apl/artigos/artig o_530.pdf]  Estudos De Revisão Sistemática: Um Guia Para Síntese Criteriosa Da Evidência Científica [http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v11n1/12.pdf]
  88. 88. ReferênciasBibliografia:  Kitchenham,B.A.; Dyba,T.; Jorgensen,M. (2004). Evidence-based Software Engineering, Proceedings of the 26th International Conference on Software Engineering (ICSE’04), Scotland.  Biolchini,J., Mian, P. G., Natali, A. C. C., and Travassos, G. H. (2005). Systematic review in software engineering. Technical report, RT–ES 679/05 System Engineering and Computer Science Dept., COOPE/UFRJ.  Mafra, S. N., Travassos, G. H. (2006). riosapoiando a buscaporevidênciaemEngenharia de Software. cnico, RT-ES 687/06, Travassos, G. H.
  89. 89. ReferênciasGuias da metodologia: (i) Cochrane Collaboration. Cochrane Reviewers’ Handbook. Version 4.2.1. December 2003 (ii) Australian National Health and Medical Research Council. How to review the evidence: systematic identification and review of the scientific literature, 2000. IBSN 186-4960329. (iii) Pai, Madhukar., McCulloch, Michael., and Colford, Jack. Systematic Review: A Road Map Version 2.2. Systematic Reviews Group, UC Berkeley, 2002. [www.medepi.org/meta/guidelines/Berkeley_Systematic_Reviews_ Road_Map_ V2.2.pdf viewed 20 June 2004]. (iv) Khan, Khalid, S., terRiet, Gerben., Glanville, Julia., Sowden, Amanda, J. and Kleijnen, Jo. (eds) Undertaking Systematic Review of Research on Effectiveness. CRD’s Guidance for those Carrying Out or Commissioning Reviews. CRD Report Number 4 (2nd Edition), NHS Centre for Reviews and Dissemination, University of York, IBSN 1 900640 20 1, March 2001.
  90. 90. Universidade Federal de Campina Grande UFCG Departamento de Sistemas e Computação DSCPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Computação COPIN Elizabete Munzlinger {elizabete@elizabete.com.br} Fabricio Batista Narcizo {narcizo@copin.ufcg.edu.br} José Eustáquio Rangel de Queiroz {rangel@computacao.ufcg.edu.br} Material de apoio em http://www.elizabete.com.br/rs

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