Jogos Teatrais

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Slide sobre jogos teatrais, elaborado pela professora Rosane Christina de Oliveira. Aulas detalhadas no www.cirandadaarte.com.br/webzine

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Jogos Teatrais

  1. 1. Jogos teatrais
  2. 2. Jogos teatrais A norte-americana Viola Spolin (1906- 1994) foi a primeira a sistematizar e refletir acerca dos jogos teatrais. Seu trabalho baseia-se, em parte, na experiência que teve com Neva Boyd, educadora que introduziu jogos recreativos e danças folclóricas para imigrantes, no período da grande depressão, em Chicago, a partir de 1924.
  3. 3. Principais livros de Spolin: -Improvisação para o teatro (1963) traduzido no Brasil, em 1978, por Koudela. - O jogo teatral no livro do diretor (1999) - Jogos teatrais: O fichário de Viola Spolin (2001)
  4. 4. Elementos básicos do jogo: - Jogadores e platéia; - Foco; - Instrução; - Avaliação; - Pontos de observação.
  5. 5. Aspectos importantes do jogo - Diferença entre “mostrar” e “contar”; - A corporificação do “onde”, “o que” e “quem”.
  6. 6. Conceito de Jogo Teatral O jogo teatral é um jogo de construção com a linguagem artística. Na prática com o jogo teatral, o jogo de regras é princípio organizador do grupo de jogadores para a atividade teatral. O trabalho com a linguagem desempenha a função de construção de conteúdos, por intermédio da forma estética. São procedimentos lúdicos com regras explícitas.
  7. 7. Características do Jogo Teatral  Jogo de regras.  Divisão palco/plateia.  Transição de gesto espontâneo para a decodificação de seu significado.  Estabelece o processo de comunicação.  Intencional e explicitamente dirigido para observadores.
  8. 8. Princípio do Jogo Teatral É o mesmo da improvisação teatral, ou seja, a comunicação que emerge da espontaneidade das interações entre sujeitos engajados na solução cênica de um problema ou conflito.
  9. 9. Jogo Teatral na educação Tem a finalidade de promover o crescimento pessoal e o desenvolvimento cultural dos jogadores por meio do domínio da comunicação e do uso interativo da linguagem teatral, numa perspectiva improvisacional ou lúdica.
  10. 10. Fontes:  CABRAL, Beatriz A.V. Drama como método de ensino. São Paulo: HUCITEC, 2006.  DESGRANGES, Flávio. Pedagogia do teatro: provocação e dialogismo. São Paulo: HUCITEC, 2006.  KOUDELA, I.D. Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984.  PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.  RYNGAERT. Jean-Pierre. Jogar, representar: práticas dramáticas e formação. São Paulo: Cosac Naify, 2009.  SLADE, Peter. O jogo dramático infantil. São Paulo: Summus, 1978.  SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1987.
  11. 11. Fontes - Coleção Grandes Educadores: Jean Piaget. Apresentação de Yves de La Taille. São Paulo: Atta mídia e educação. Suporte: DVD. - KOUDELA, I.D. Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984. - LOPES, Josiane. Afinal, o que é construtivismo? Revista Nova Escola – Edição Nº139 - Janeiro/ Fevereiro de 2001. Disponível em: http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modul o=9&texto=474. - PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1971. - SANTOS, Vera Lúcia Bertoni. Brincadeira e conhecimento: do faz-de-conta à representação teatral. Porto Alegre: Mediação, 2004.
  12. 12. Fontes:  HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 2008.  RETONDAR, Jeferson J. M. Teoria do Jogo: a dimensão lúdica da existência humana. Petrópolis: Vozes, 2007.

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