12ª aula 07 05-2010 - violencia

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12ª aula 07 05-2010 - violencia

  1. 1. Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes em uma perspectiva da Teoria Crítica da Sociedade Prof. Marcelo Moreira Neumann
  2. 2. Violência e Sociedade <ul><li>“ Pode-se falar de uma claustrofobia da humanidade dentro do mundo administrado, de uma sensação de fechamento dentro do mundo administrado, de uma sensação de fechamento dentro de uma rede de malha, tramada de ponta a ponta pela socialização. Quanto mais espessa é a rede, tanto mais se anseia sair dela, porquanto é precisamente a sua espessura que impede qualquer evasão. Isto reforça a fúria contra a civilização. Violenta e irracionalmente, protesta-se contra ela”. T.Adorno “Educação após Auschwitz” </li></ul>
  3. 3. A violência se dirige... <ul><li>“ Um esquema confirmado pela história de todas as perseguições é que a ira se dirige contra os fracos, sobretudo contra aqueles que são julgados socialmente débeis e, ao mesmo tempo – com ou sem razão- felizes” </li></ul><ul><li>T.Adorno “Educação após Auschwitz” </li></ul>
  4. 4. Sobre a gênese da burrice <ul><li>Em seus começos a vida intelectual é infinitamente delicada. O sentido do caracol depende do músculo, e os músculos ficam frouxos quando se prejudica seu funcionamento. O corpo é paralisado pelo ferimento físico, o espírito pelo medo. Na origem, as duas coisas são inseparáveis.(...)A burrice é uma cicatriz. Ela pode se referir a um tipo de desempenho entre outros, ou a todos, práticos e intelectuais. Toda burrice parcial de uma pessoa designa um lugar em que o jogo dos músculos foi, em vez de favorecido, inibido no momento do despertar.(...)Essas cicatrizes constituem deformações. Elas podem criar caracteres, duros e capazes, podem tornar as pessoas burras...” </li></ul>
  5. 5. Conceito de Violência <ul><ul><li>&quot;(...) uma realização determinada das relações de força tanto em termos de classes sociais quanto em termos interpessoais (...). Em lugar de tomarmos a violência como violação e transgressão de normas, regras etc., preferimos considerá-la sob dois outros ângulos. Em primeiro lugar, com conversão de uma diferença e de uma assimetria numa relação hierárquica de desigualdade, com fins de dominação, de exploração e de opressão. Isto é a conversão dos diferentes em desiguais e a desigualdade em relação entre superior e inferior. Em segundo lugar como ação que trata a um ser humano não como sujeito mais como uma coisa. Esta caracterizada pela inércia, pela passividade e pelo silêncio. De modo que, quando a atividade e a fala de outrem são impedidas ou anuladas, há violência&quot;. </li></ul></ul><ul><li>Marilena Chauí </li></ul>

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