Palestra - Iniciação a Processos

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Conceitos básicos sobre processos (sensibilização)

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Palestra - Iniciação a Processos

  1. 1. Capacitar, sin. Mas, construindo relacionamentos.<br />
  2. 2. PalestraIniciação a Processos<br />Consultor: Edvaldo Corrêa<br />
  3. 3. EvoluçãoEmpresarial<br />Principais mudanças recentes:<br /><ul><li>Estruturas cada vez mais enxutas;
  4. 4. Maior agilidade nas tomadas de decisões;
  5. 5. Qualidade é obrigação (não é diferenciação);
  6. 6. Atualização tecnológica;
  7. 7. Redução do ciclo de vida dos produtos e serviços;
  8. 8. Reestruturação do nível/estrutura de poder;
  9. 9. Desperdício “zero”;
  10. 10. Ser maior não é melhor!
  11. 11. Empresas globais e preocupadas com o meio ambiente;
  12. 12. Foco nas pessoas e na responsabilidade social.</li></li></ul><li>Consequências<br />Principais:<br /><ul><li>Consumidor final ganha força;
  13. 13. Maior preocupação em estruturar os processos;
  14. 14. Maior interação com fornecedores e clientes;
  15. 15. Quem não participa da solução, faz parte do problema!;
  16. 16. As vantagens competitivas são cada vez menos percebidas pelos clientes;
  17. 17. Trabalho em “time”;
  18. 18. Flexibilidade e buscar “benchmark”;
  19. 19. Inovação e foco, sempre!</li></li></ul><li>Estratégia e Processos (VisãoGeral)<br /><ul><li>Compreender o NEGÓCIO DA EMPRESA
  20. 20. Analisar os PROCESSOS DE NEGÓCIO
  21. 21. Melhorar os PROCESSOS (por que/resultado/como)</li></li></ul><li>Melhoria de ProcessosEmpresariais<br /><ul><li>Princípios Básicos:
  22. 22. Eliminação da Burocracia
  23. 23. Eliminação da Duplicidade
  24. 24. Avaliação do Valor Agregado
  25. 25. Simplificação
  26. 26. Redução do tempo de Ciclo
  27. 27. Minimizar erros
  28. 28. Linguagem Simples e objetiva
  29. 29. Padronização
  30. 30. Parceria com Fornecedores</li></li></ul><li>Gestão: Funcional x Processos<br />Início<br />Fim<br />
  31. 31. Visão de Processos<br />Afinal, o que é um processo?<br /><ul><li>Processo é atividade ou conjunto de atividades que recebe uma entrada, realiza uma transformação agregando valor e gera uma saída para o cliente (interno ou externo).
  32. 32. Os processos fazem uso dos recursos da organização para gerar resultados concretos.</li></li></ul><li>Estrutura verticalizada<br />Propicia uma visão parcial e distorcida da organização. Primeiramente, ela não mostra aos clientes o que a organização faz ; segundo, não é possível ver os produtos / serviços fornecidos aos clientes. Por último, não se tem ideia do fluxo de trabalho por meio do qual são desenvolvidos, produzidos e entregues o produto / serviço.<br />
  33. 33. Diferenças entre estruturas<br />
  34. 34. Por que fazer Gestão por Processos?<br />1º<br />“ POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE “<br />“ POR LIVRE E ESPONTÂNEA PRESSÃO “<br />“ OU NOS ENQUADRAMOS OU QUEBRAMOS “<br />TEMOS QUE DANÇAR CONFORME A MÚSICA”<br />2º<br />3º<br />4º<br />
  35. 35. Desafios x Consequências<br /><ul><li>Muitas vezes há erros de comunicação entre departamentos, provocando falhas e não conformidades no resultado do trabalho;
  36. 36. Podem haver custos adicionais e retrabalho neste caso, quando existem erros nas tarefas antecessoras;
  37. 37. A utilização de tecnologia de informação pode não ser plena, com vários controles manuais envolvidos;
  38. 38. As funções e departamentos podem ter suas próprias regras e controles, não relacionadas à satisfação do cliente (externo e interno).</li></ul>3<br />
  39. 39. Algumas Vantagens<br /> Maximização do resultado do trabalho, pela especialização;<br />Análise de custos mais apurada;<br />Economia de escala em recursos utilizados;<br />Controle e coordenação centralizados;<br />Carreira profissional bem definida para os profissionais.<br />1º<br />2º<br />3º<br />4º<br />5º<br />
  40. 40. Quem é o “dono” do processo?<br />Todo processo precisa ter um responsável, para garantir sua eficiência e a eficácia.<br />Um processo sem um responsável caminha solto e, portanto não tem condições de ser analisado, quantificado e melhorado.<br />O “dono” do processo deve ser uma pessoa reconhecida por suas habilidades em lidar com atividades que o compõem.<br />Todo processo começa e termina no cliente. É o cliente que aciona o início do processo ao manifestar suas insatisfações e, no final, é exatamente para ele que são construídos e ou redesenhados os processos.<br />
  41. 41. Transformação<br />Entradas<br />Saídas<br />Insumos<br />Clientes<br />Banco de<br /> Conhecimentos<br />Feedback<br />Feedback<br />Exemplo de Macroprocesso<br />
  42. 42. Exemplo<br />PROCESSO<br />Venda de Imóveis<br />NORMA/REGULAMENTO<br />PROCESSO<br />INTERFACES<br />Imobiliária encaminha documentação do cliente<br />Atend. ao cliente<br />Gestão de Contratos<br />Pré-aprovação de propostas<br />Aprovação das Propostas<br />Recebimento de Sinal de negócio<br />Emissão de Contrato<br />Assinatura do contrato<br />
  43. 43. Matriz de Funcionamento<br />
  44. 44. “Tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples que isso.”<br />EINSTEIN<br />edvaldopirescorrêa<br />linkedin.com/edvaldocorrea<br />edvaldo_correa@yahoo.com.br<br />Edvaldocorreablog.blogspot.com<br />twitter.com/edvaldocorrea<br />

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