Perfil cidadao pre-escolar

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Perfil cidadao pre-escolar

  1. 1. Um perfil de competências para o cidadão pré-escolar Projecto financiado pela FCT, MCTES (PTDC/CED/67633/2006) – “Avaliação em EPE” Outubro 2007-Outubro 2010 Gabriela Portugal (investigadora responsável) Paula Santos, Aida Figueiredo, Ofélia Libório, Natália Abrantes, Carlos Silva, Sónia Góis Universidade de Aveiro – Departamento de Educação
  2. 2. Finalidade da Educação Pré Escolar Organizar um conjunto de experiências a partir das quais as crianças aprendem e desenvolvem competências pessoais e sociais.competências pessoais e sociais.competências pessoais e sociais.competências pessoais e sociais. OCEPE O desenvolvimento pessoal e social enquanto área integradora do processo educativo tem a ver com a forma como a criança se relaciona consigo própria, com os outros e com o mundo, num processo que implica o desenvolvimento de atitudes e valores, atravessando as áreas de expressão e comunicação e de conhecimento do mundo.
  3. 3. Competências Pessoais e Sociais em EPE •Motricidade Fina e Grossa •Expressões Artísticas •Linguagem •Pensamento lógico, conceptual e matemático •Compreensão do mundo físico e tecnológico •Compreensão do mundo social •Competência social•Auto-estima positiva •Curiosidade e desejo de aprender •Auto-organização /iniciativa •Criatividade •Ligação ao mundo AquisiAquisiAquisiAquisiçççções essenciaisões essenciaisões essenciaisões essenciaisComportamento noComportamento noComportamento noComportamento no grupogrupogrupogrupo AtitudesAtitudesAtitudesAtitudes
  4. 4. Atitudes: auto-estima positiva Esta condição expressa-se de várias formas: bem-estar, auto-confiança, serenidade interior e vitalidade, capacidade de lidar com experiências difíceis (resiliência) e evidência de comportamento assertivo. Tem muito a ver com sentido de segurança, de pertença, de identidade, de objectivos, de competência.
  5. 5. Atitudes: Curiosidade e desejo de aprender Investir na curiosidade e desejo de aprender é investir na preservação ou no fortalecimento do ímpeto exploratório e está na base da disposição para aprender ao longo da vida. Uma atitude exploratória, caracterizada por curiosidade e abertura ao mundo circundante disponibiliza a pessoa para formas mais intensas de concentração e envolvimento.
  6. 6. Atitudes: Auto-organização e iniciativa Tem a ver com a capacidade para apresentar uma ideia ou opinião ou ainda para definir objectivos (ser capaz de decidir o que pretende) e organizar-se relativamente a esses objectivos. Isto inclui vontade e capacidade de mobilizar esforços para atingir um fim, capacidade de decidir acerca de um método ou plano de acção para o atingir, com flexibilidade para ajustar os planos se necessário.
  7. 7. Atitudes: Criatividade A criatividade, incluindo a imaginação, inclui também fluência ideacional e disposição para produzir ideias originais em resposta a um determinado problema. É comummente reconhecida como tendência para fazer diferente, olhar as situações de diferentes ângulos, ser flexível.
  8. 8. Atitudes: Ligação ao mundo Relaciona-se com o desenvolvimento de uma orientação positiva relativamente a si próprio, aos outros, à comunidade e natureza. É o que confere sentido, valor à educação, estando na base de uma orientação pro-social e construtiva do mundo.
  9. 9. Competência social Refere-se à capacidade de compreender os sentimentos, intenções, percepções e pensamentos de outras pessoas e os próprios sentimentos, motivos e comportamentos. Inclui um vasto repertório de formas de interagir com os outros e a capacidade de perceber qual a abordagem ou comportamento mais adequado em determinada situação. A competência social da criança pode ser apreciada em situações de interacção e cooperação com outras crianças e adultos, implicando, para além de competências comunicacionais, o reconhecimento de diferentes papéis sociais, respeito pelas regras e princípios de vida em comum, controlo de impulsos e expressão adequada de emoções.
  10. 10. Competência motora fina Refere-se à capacidade de manipulação de pequenos instrumentos e objectos que requerem uma coordenação meticulosa ao nível da mão e dos dedos. Inclui a capacidade de focalização e de controlo de cada pequeno movimento e de combinação de acções. Também se manifesta na facilidade com que se desenvolve novos padrões de movimento. Importa atender à forma como a criança manipula pequenos objectos evidenciando um certo grau de destreza, precisão, evolução ou complexificação dos movimentos.
  11. 11. Competência motora grossa Diz respeito à forma como cada um de nós se movimenta e utiliza o corpo, em diversas situações, com vista a alcançar certos objectivos. Inclui a capacidade para coordenar diferentes partes do corpo e para controlar o sistema neuromuscular em relação a uma variedade de espaços, objectos, sinais e tarefas. Isto requer uma consciência das sensações corporais e uma diferenciação do esquema corporal (consciência das tensões musculares, posturas e posições corporais em relação ao contexto).
  12. 12. Expressões artísticas Tem a ver com a capacidade de expressar adequadamente algo que é percepcionado, experienciado, sentido ou pensado através de formas de expressão artística, como as artes visuais (pinturas, desenhos, construções), música e canções, jogo simbólico, drama, dança ou movimento. Interessa perceber até que ponto a criança se expressa de forma criativa e original, gosta e se interessa pelas diversas formas de expressões artísticas, jogo simbólico… Evidenciado na forma e facilidade com que se apropria dos ritmos na música e dança; como imita personagens ou expressa emoções e ideias utilizando recursos dramáticos (teatro, fantoches, marionetas, sombras), musicais, artes visuais ou dança
  13. 13. Linguagem Este campo diz respeito ao domínio da linguagem enquanto instrumento de expressão das nossas experiências (sentimentos, percepções, ideias, imaginação) de uma forma precisa e eficaz. Numa forma receptiva a linguagem diz respeito à competência para compreender o que os outros expressam através da linguagem (oral ou escrita), em qualquer tipo de situação (na ou fora da escola, com adultos ou com outras crianças,…) e através de todos os tipos de media (televisão, rádio, cinema, teatro, internet,…)
  14. 14. Pensamento lógico, conceptual e matemático Refere-se ao “poder de abstracção”, à capacidade de transcender o concreto. Manifesta-se numa variedade de operações: ordenação, categorização, seriação, lidar com a quantidade e com o número, lidar com conceitos espaciais e temporais, utilizar conceitos relacionados com o mundo físico, psicológico e social, artes e linguagem, descobrir padrões, fazer generalizações, retirar conclusões na base do raciocínio lógico e levantar questões.
  15. 15. Compreensão do mundo físico e tecnológico A compreensão do mundo físico implica uma curiosidade espontânea relativamente a diferentes aspectos da realidade, percebendo as características dos materiais e tecnologias, a forma como diferentes objectos ou seres vivos se comportam em diferentes situações e em relação uns com os outros; implica ainda a capacidade de prever os efeitos de certos actos em objectos e na natureza, e uma atitude para respeitar, cuidar e proteger.
  16. 16. Compreensão do mundo social A compreensão do mundo social implica um conhecimento acerca das diversas formas como as pessoas se organizam e de como a vida decorre ao nível das famílias, pequenas comunidades, país… Inclui a compreensão das condições, hábitos e regras inerentes ao funcionamento dos grupos, uma compreensão de processos básicos relativamente à economia, saúde, justiça, comunicação, política e reconhecimento da diversidade. Esta compreensão associa-se a uma atitude pro-social, a um sentido de responsabilidade e ao desejo de participar no processo de melhoria da qualidade de vida de todos.
  17. 17. Como é que lá chegamos? Através de uma cultura de observação, avaliação e questionamento permanente tendo como ponto de referência as crianças... Atitude experiencial – perceber o que significa para cada criança viver e fazer parte de um determinado contexto educacional: processo de reconstrução da experiência da criança ao nível do próprio adulto… DPS do cidadão pré-escolar Auto-estima positiva Curiosidade e desejo de aprender Auto- organização/iniciativa Criatividade Competência social Motricidade Expressões Artísticas Linguagem Pensamento lógico, conceptual e matemático Compreensão do mundo físico e tecnológico Compreensão do mundo social Ligação ao mundo
  18. 18. ATITUDE EXPERIENCIAL DPS do cidadão pré-escolar Auto-estima positiva Curiosidade e desejo de aprender Auto- organização/iniciativa Criatividade Competência social Motricidade Expressões Artísticas Linguagem Pensamento lógico, conceptual e matemático Compreensão do mundo físico e tecnológico Compreensão do mundo social Ligação ao mundo
  19. 19. ATITUDE EXPERIENCIAL DPS do cidadão pré-escolar sensibilidade estimulação autonomia Auto-estima positiva Curiosidade e desejo de aprender Auto- organização/iniciativa Criatividade Competência social Motricidade Expressões Artísticas Linguagem Pensamento lógico, conceptual e matemático Compreensão do mundo físico e tecnológico Compreensão do mundo social Ligação ao mundo
  20. 20. Obrigada, pela atenção. gabriela.portugal@ua.pt Projecto financiado pela FCT, MCTES (PTDC/CED/67633/2006) – Avaliação em Educação Pré-Escolar – Sistema de Acompanhamento das Crianças (SAC) Outubro 2007-Outubro 2010 Gabriela Portugal (investigadora responsável) Paula Santos, Aida Figueiredo, Ofélia Libório, Carlos Silva, Natália Abrantes, Sónia Góis Universidade de Aveiro – Departamento de Educação

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