Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu

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Palestra espírita a luz dos ensinamentos das obras básicas sobre a progressão dos mundos, diferentes mundos habitados e progressão dos espíritos. Palestra elaborada por Eduardo Ottonelli Pithan, Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brasil

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Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu

  1. 1. Eduardo Ottonelli Pithan Grupo Vagalumes – Novo Hamburgo 82042277
  2. 2.  EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO, Allan Kardec, Cap. III números 1 a 19.  LIVRO DOS ESPIRITOS, Allan Kardec, questões 96, 97, 98, 99, 100 A 113; 114, 118, 121.
  3. 3. Evangelho segundo o Espiritismo 1 – Jesus disse: “O coração de vocês não deve se perturbar. Creiam em Deus e também em mim. Há muitas moradas na casa do meu Pai (Ou seja, existem muitos mundos habitados), pois se não fosse assim, Eu já teria dito a vocês. Eu me vou para preparar o lugar, e após ter ido e preparado o lugar, Eu voltarei para convidá-los a ficar Comigo, a fim de que lá onde Eu estiver, vocês também possam estar.” (João, 14: 1 a 3).
  4. 4. Diferentes Estados da alma 2 – A Casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, oferecendo aos Espíritos desencarnados estações apropriadas ao seu adiantamento. (...)O espírito quando esta na erraticidade, que é o intervalo entre uma encarnação e outra, pode ser feliz ou infeliz. (...)Enquanto certos Espíritos culpados erram nas trevas, os felizes gozam de uma luz resplandecente e do sublime espetáculo do infinito. (...) enfim, o malvado, cheio de remorsos e pesares, frequentemente só, sem consolações, separado dos objetos da sua afeição, geme sob a opressão dos sofrimentos morais, o justo, junto aos que ama, goza de uma indizível felicidade.
  5. 5. Diferentes categorias de mundos habitados Do ensinamento dado pelos Espíritos, resulta que os diversos mundos possuem condições muito diferentes uns dos outros, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. (...) Nos mundos inferiores a existência é toda material, as paixões reinam soberanas, a vida moral quase não existe. À medida que esta se desenvolve, a influência da matéria diminui, de maneira que, nos mundos mais avançados, a vida é por assim dizer toda espiritual. (...)Nos mundos intermediários, o bem e o mal se misturam, e um predomina sobre o outro, segundo o grau de adiantamento em que se encontrarem. Existem basicamente CINCO tipos de mundos habitados:
  6. 6. Diferentes categorias de mundos habitados Mundos PRIMITIVOS Mundos PROVAS e EXPIAÇÕES Mundos REGENERAÇÃO Mundos FELIZES Mundos CELESTES ou DIVINOS onde se verificam as primeiras encarnações da alma humana Onde o MAL predomina (terra) onde as almas que ainda têm o que expiar adquirem novas forças, repousando das fadigas da luta Onde o BEM supera o mal morada dos Espíritos purificados, onde o bem reina sem mistura
  7. 7. Diferentes categorias de mundos habitados A Terra pertence à categoria dos mundos de expiações e de provas, e é por isso que nela está exposto a tantas misérias. . PRIMITIVOS PROVAS E EXPIAÇÕES REGENERAÇÃOFELIZES CELESTES OU DIVINOS Mundos Transitórios
  8. 8. Encarnamos na terra Desencarnamos –Vamos Para um mundo transitório. Nos preparamos e retornamos O que nos diferencia é a força Com que buscamos nosso desenvolvimento MORAL e INTELECTUAL
  9. 9. Diferentes categorias de mundos habitados Quando atingem o grau de adiantamento necessário, passam para outro mundo mais adiantado, e assim sucessivamente, até chegarem ao estado de Espíritos puros. Os mundos são as estações em que eles encontram os elementos de progresso proporcionais ao seu adiantamento. (...) Muitos espíritos, por persistirem no MAL, tem que deixar o mundo onde estão vivendo e reencarnar em mundo menos evoluído, onde o sofrimento e a infelicidade serão ainda maiores. EXILADOS DE CAPELA
  10. 10. Destinação da terra – Causas das misérias humanas É necessário considerar que toda humanidade não se encontra na Terra, mas apenas uma pequena fração dela. (...) A condição material e moral da humanidade terrena nada tem, pois, de estranho, se levarmos em conta o destino da Terra e a natureza de sua população. (...) Pois bem: consideremos a Terra como um arrabalde, um hospital, uma penitenciária, um pantanal, porque ela é tudo isso a um só tempo, e compreenderemos porque as suas aflições sobrepujam os prazeres. Porque não se enviam aos hospitais as pessoas sadias, nem às casas de correção os que não praticam crimes, e nem os hospitais, nem as casas de correção, são lugares de delícias. (...)No vosso mundo, tendes necessidade do mal para sentir o bem, da noite para admirar a luz, da doença para apreciar a saúde.
  11. 11. Mundos Inferiores e Mundos Superiores Nos mundos mais atrasados, os homens são de certo modo rudimentares. Possuem a forma humana, mas sem nenhuma beleza; seus instintos são temperados por nenhum sentimento de delicadeza ou benevolência, nem pelas noções do justo e do injusto; a força bruta é sua única lei. Sem indústrias, sem invenções, dedicam sua vida à conquista de alimentos. Nos mundos que atingiram um grau superior de evolução, as condições da vida moral e material são muito diferentes das que encontramos na Terra. A forma dos corpos é sempre, como por toda parte, a humana, mas embelezada, aperfeiçoada, e sobretudo purificada. O corpo nada tem da materialidade terrena, e não está, por isso mesmo sujeito às necessidades, às doenças e às deteriorações decorrentes do predomínio da matéria. Os sentidos, mais sutis, têm percepções que a grosseria dos nossos órgãos sufoca. A leveza específica dos corpos torna a locomoção rápida e fácil. Em vez de se arrastarem penosamente sobre o solo, eles deslizam, por assim dizer, pela superfície ou pelo ar, pelo esforço apenas da vontade
  12. 12. Mundo de provas e expiações Que vos direi, que já não conheçais, dos mundos de expiações, pois que basta considerar a Terra que habitais? (...) Suas qualidades inatas são a prova de que já viveram e realizaram um certo progresso, mas também os numerosos vícios a que se inclinam são o indício de uma grande imperfeição moral; (...) Os Espíritos em expiação aí estão, se assim nos podemos exprimir como estrangeiros. Já viveram em outros mundos, dos quais foram excluídos por sua obstinação do mal, que os tornava causa de perturbação para os bons. Foram relegados, por algum tempo, entre os Espíritos mais atrasados, tendo por missão fazê-los avançar, porque trazem uma inteligência desenvolvida e os germes dos conhecimentos adquiridos. (...) A Terra nos oferece, pois, um dos tipos de mundos expiatórios, em que as variedades são infinitas, mas têm por caráter comum servirem de lugar de exílio para os Espíritos rebeldes à lei de Deus. (...) os Espíritos exilados têm de lutar, ao mesmo tempo, contra a perversidade dos homens e a inclemência da natureza, trabalho duplamente penoso, que desenvolve a uma só vez as qualidades do coração e as da inteligência.
  13. 13. Mundo Regeneradores Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de expiação e os felizes. A alma que se arrepende, neles encontra a paz e o descanso, acabando por se purificar. Sem dúvida, mesmo nesses mundos, o homem ainda está sujeito às leis que regem a matéria. (...) Comparados à Terra, esses mundos são mais felizes, e muito de vós gostariam de habitá-los, porque representa a calma após a tempestade, a convalescença após uma doença cruel. (...) Não mais os sentidos materiais e grosseiros, mas os sentidos de um perispírito puro e celeste, aspirando às emanações de Deus, sob os aromas do amor e da caridade, que se expandem do seu seio. (...) Contemplai, pois, durante a noite, na hora do repouso e da prece, essa abóbada azulada, e entre as inumeráveis esferas que brilham sobre as vossas cabeças, procurai as que levam a Deus, e pedi que um mundo regenerador vos abrisse o seu seio, após a expiação na Terra.
  14. 14. Progressão dos Mundos (...) Ao mesmo tempo em que os seres vivos progridem moralmente, os mundos que eles habitam progridem materialmente. (...) A Terra, seguindo essa lei, esteve material e moralmente num estado inferior ao de hoje, e atingirá, sob esses dois aspectos, um grau mais avançado. Ela chegou a um de seus períodos de transformação, e vai passar de mundo expiatório a mundo regenerador. Então os homens encontrarão nela a felicidade, porque a lei de Deus a governará.
  15. 15. Evolução Mundos primitivos Provas e Expiações
  16. 16. LIVRO DOS ESPÍRITOS 96. São iguais os Espíritos, ou há entre eles qualquer hierarquia? “São de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado.”
  17. 17. LIVRO DOS ESPÍRITOS 97. As ordens ou graus de perfeição dos Espíritos são em número determinado? “São ilimitadas em número, porque entre elas não há linhas de demarcação traçadas como barreiras, de sorte que as divisões podem ser multiplicadas ou restringidas livremente. Todavia, considerando-se os caracteres gerais dos Espíritos, elas podem reduzir-se a três principais. “Na PRIMEIRA, colocar-se-ão os que atingiram a perfeição máxima: os puros Espíritos. Formam a SEGUNDA os que chegaram ao meio da escala: o desejo do bem é o que neles predomina. Pertencerão à TERCEIRA os que ainda se acham na parte inferior da escala: os Espíritos imperfeitos. A ignorância, o desejo do mal e todas as paixões más que lhes retardam o progresso, eis o que os caracteriza.”
  18. 18. Ordens ou graus dos espíritos PRIMEIRA ORDEM SEGUNDA ORDEM TERCEIRA ORDEM Atingiram a perfeição máxima os que chegaram ao meio da escala: o desejo do bem é o que neles predomina A ignorância, o desejo do mal e todas as paixões más que lhes retardam o progresso, eis o que os caracteriza Espíritos PUROS Espíritos MEIO ESCALA Espíritos IMPERFEITOS
  19. 19. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 101. CARACTERES GERAIS. - Predominância da matéria sobre o Espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhes são consequentes. Têm a intuição de Deus, mas não O compreendem. Nem todos são essencialmente maus. Em alguns há mais leviandade, irreflexão e malícia do que verdadeira maldade. Uns não fazem o bem nem o mal; mas, pelo simples fato de não fazerem o bem, já denotam a sua inferioridade. Outros, ao contrário, se comprazem no mal e rejubilam quando uma ocasião se lhes depara de praticá-lo. A inteligência pode achar-se neles aliada à maldade ou à malícia; (...) Na linguagem de que usam se lhes revela o caráter. (...) Sofrem, pois, verdadeiramente, pelos males de que padeceram em vida e pelos que ocasionam aos outros. (...) Podem compor cinco classes principais:
  20. 20. Espíritos IMPUROS Espíritos LEVIANOS Espíritos PSEUDO-SÁBIOS Espíritos NEUTROS Espíritos BATEDORES ou PERTURBADORES
  21. 21. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 102. Décima classe. ESPÍRITOS IMPUROS. São inclinados ao mal, de que fazem o objeto de suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos pérfidos, sopram a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as maneiras para melhor enganar. Ligam-se aos homens de caráter bastante fraco para cederem às suas sugestões, a fim de induzi-los à perdição, satisfeitos com o conseguirem retardar-lhes o adiantamento, fazendo-os sucumbir nas provas por que passam. Nas manifestações dão-se a conhecer pela linguagem. A trivialidade e a grosseria das expressões, nos Espíritos, como nos homens, é sempre indício de inferioridade moral, senão também intelectual. Suas comunicações exprimem a baixeza de seus pendores e, se tentam iludir, falando com sensatez, não conseguem sustentar por muito tempo o papel e acabam sempre por se traírem. Alguns povos os arvoraram em divindades maléficas; outros os designam pelos nomes de demônios, maus gênios, Espíritos do mal. Quando encarnados, os seres vivos que eles constituem se mostram propensos a todos os vícios geradores das paixões vis e degradantes: a sensualidade, a crueldade, a felonia, a hipocrisia, a cupidez, a avareza sórdida. Fazem o mal por prazer, as mais das vezes sem motivo, e, por ódio ao bem, quase sempre escolhem suas vítimas entre as pessoas honestas. São flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social a que pertençam, e o verniz da civilização não os forra ao opróbrio e à ignomínia.
  22. 22. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 103. Nona classe. ESPÍRITOS LEVIANOS. São ignorantes, maliciosos, irrefletidos e zombeteiros. Metem-se em tudo, a tudo respondem, sem se incomodarem com a verdade. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de intrigar, de induzir maldosamente em erro, por meio de mistificações e de espertezas. A esta classe pertencem os Espíritos vulgarmente tratados de duendes, trasgos, gnomos, diabretes. Acham-se sob a dependência dos Espíritos superiores, que muitas vezes os empregam, como fazemos com os nossos servidores. Em suas comunicações com os homens, a linguagem de que se servem é, amiúde, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza de ideias. Aproveitam-se das esquisitices e dos ridículos humanos e os apreciam, mordazes e satíricos. Se tomam nomes supostos, é mais por malícia do que por maldade.
  23. 23. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 104. Oitava classe. ESPÍRITOS PSEUDO-SÁBIOS. Dispõem de conhecimentos bastante amplos, porém, crêem saber mais do que realmente sabem. Tendo realizado alguns progressos sob diversos pontos de vista, a linguagem deles aparenta um cunho de seriedade, de natureza a iludir com respeito às suas capacidades e luzes. Mas, em geral, isso não passa de reflexo dos preconceitos e ideias sistemáticas que nutriam na vida terrena. É uma mistura de algumas verdades com os erros mais polpudos, através dos quais penetram a presunção, o orgulho, o ciúme e a obstinação, de que ainda não puderam despir-se.
  24. 24. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 105. Sétima classe. ESPÍRITOS NEUTROS. Nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. Pendem tanto para um como para o outro e não ultrapassam a condição comum da Humanidade, quer no que concerne ao moral, quer no que toca à inteligência. Apegam-se às coisas deste mundo, de cujas grosseiras alegrias sentem saudades.
  25. 25. TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS 106. Sexta classe. ESPÍRITOS BATEDORES E PERTURBADORES. Estes Espíritos, propriamente falando, não formam uma classe distinta pelas suas qualidades pessoais. Podem caber em todas as classes da terceira ordem. Manifestam geralmente sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, etc. Afiguram-se, mais do que outros, presos à matéria. Parecem ser os agentes principais das vicissitudes dos elementos do globo, quer atuem sobre o ar, a água, o fogo, os corpos duros, quer nas entranhas da terra. Reconhece-se que esses fenômenos não derivam de uma causa fortuita ou física, quando denotam caráter intencional e inteligente. Todos os Espíritos podem produzir tais fenômenos, mas os de ordem elevada os deixam, de ordinário, como atribuições dos subalternos, mais aptos para as coisas materiais do que para as coisas da inteligência; quando julgam úteis as manifestações desse gênero, lançam mão destes últimos como seus auxiliares.
  26. 26. SEGUNDA ORDEM– BONS ESPÍRITOS 107. CARACTERES GERAIS - Predominância do Espírito sobre a matéria; desejo do bem. Suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que hajam alcançado; uns têm a ciência,outros a sabedoria e a bondade. Os mais reúnem o saber às qualidades morais. Não estando ainda completamente desmaterializados, conservam mais ou menos, conforme a categoria que ocupem, os traços da existência corporal, assim na forma da linguagem, como nos hábitos, entre os quais se descobrem mesmo algumas de suas manias. De outro modo, seriam Espíritos perfeitos. Compreendem Deus e o infinito e já gozam da felicidade dos bons. São felizes pelo bem que fazem e pelo mal que impedem. O amor que os une lhes é fonte de inefável ventura, que não tem a perturbá-la nem a inveja, nem os remorsos, nem nenhuma das más paixões que constituem o tormento dos Espíritos imperfeitos. Todos, entretanto, ainda têm que passar por provas, até que atinjam a perfeição. Como Espíritos, suscitam bons pensamentos, desviam os homens da senda do mal, protegem na vida os que se lhes mostram dignos de proteção e neutralizam a influência dos Espíritos imperfeitos sobre aqueles a quem não é grato sofrê-la. Quando encarnados, são bondosos e benevolentes com os seus semelhantes. Não os movem o orgulho, nem o egoísmo, ou a ambição. Não experimentam ódio, rancor, inveja ou ciúme e fazem o bem pelo bem. A esta ordem pertencem os Espíritos designados, nas crenças vulgares, pelos nomes de bons gênios, gênios protetores, Espíritos do bem. Em épocas de superstições e de ignorância, eles hão sido elevados à categoria de divindades benfazejas. Podem ser divididos em quatro grupos principais:
  27. 27. Espíritos BENÉVOLOS Espíritos SÁBIOS Espíritos DE SABEDORIA Espíritos SUPERIORES
  28. 28. SEGUNDA ORDEM– BONS ESPÍRITOS 108. Quinta classe. ESPÍRITOS BENÉVOLOS. A bondade é neles a qualidade dominante. Apraz-lhes prestar serviço aos homens e protegê-los. Limitados, porém, são os seus conhecimentos. Hão progredido mais no sentido moral do que no sentido intelectual. 109. Quarta classe. ESPÍRITOS SÁBIOS. Distinguem-se pela amplitude de seus conhecimentos. Preocupam-se menos com as questões morais, do que com as de natureza científica, para as quais têm maior aptidão. Entretanto, só encaram a ciência do ponto de vista da sua utilidade e jamais dominados por quaisquer paixões próprias dos Espíritos imperfeitos. 110. Terceira classe. ESPÍRITOS DE SABEDORIA. As qualidades morais da ordem mais elevada são o que os caracteriza. Sem possuírem ilimitados conhecimentos, são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os homens e as coisas.
  29. 29. SEGUNDA ORDEM– BONS ESPÍRITOS 111. Segunda classe. ESPÍRITOS SUPERIORES. Esses em si reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade. Da linguagem que empregam se exala sempre a benevolência; é uma linguagem invariavelmente digna, elevada e, muitas vezes, sublime. Sua superioridade os torna mais aptos do que os outros a nos darem noções exatas sobre as coisas do mundo incorpóreo, dentro dos limites do que é permitido ao homem saber. Comunicam-se complacentemente com os que procuram de boa-fé a verdade e cuja alma já está bastante desprendida das ligações terrenas para compreendê-la. Afastam-se, porém, daqueles a quem só a curiosidade impele, ou que, por influência da matéria, fogem à prática do bem. Quando, por exceção, encarnam na Terra, é para cumprir missão de progresso e então nos oferecem o tipo da perfeição a que a Humanidade pode aspirar neste mundo.
  30. 30. PRIMEIRA ORDEM – ESPÍRITOS PUROS 112. CARACTERES GERAIS. Nenhuma influência da matéria. Superioridade intelectual e moral absoluta, com relação aos Espíritos das outras ordens. 113. Primeira classe. Classe única. Os Espíritos que a compõem percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Tendo alcançado a soma de perfeição de que é suscetível a criatura, não têm mais que sofrer provas, nem expiações. Não estando mais sujeitos à reencarnação em corpos perecíveis, realizam a vida eterna no seio de Deus. Gozam de inalterável felicidade, porque não se acham submetidos às necessidades, nem às vicissitudes da vida material. Essa felicidade, porém, não é a ociosidade monótona, a transcorrer em perpétua contemplação. Eles são os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam para manutenção da harmonia universal. Comandam a todos os Espíritos que lhes são inferiores, auxiliam-nos na obra de seu aperfeiçoamento e lhes designam as suas missões. Assistir os homens nas suas aflições, concitá-los ao bem ou à expiação das faltas que os conservem distanciados da suprema felicidade, constitui para eles ocupação gratíssima. São designados às vezes pelos nomes de anjos, arcanjos ou serafins. Podem os homens pôr-se em comunicação com eles, mas extremamente presunçoso seria aquele que pretendesse tê-los constantemente às suas ordens.
  31. 31. Décima Classe – Espíritos IMPUROS Nona Classe – Espíritos LEVIANOS Oitava Classe – Espíritos PESUDO-SÁBIOS Sétima Classe – Espíritos NEUTROS Sexta Classe – Espíritos BATEDORES ou PERTURBADORES Quinta Classe – Espíritos BENÉVOLOS Quarta Classe – Espíritos SÁBIOS Terceira Classe – Espíritos DE SABEDORIA Segunda Classe – Espíritos SUPERIORES Primeira Classe – Espíritos PUROS 3ª ORDEM 2ª ORDEM 1ª ORDEM Predominância da matéria sobre o Espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhes são consequentes. Têm a intuição de Deus, mas não O compreendem. Predominância do Espírito sobre a matéria; desejo do bem. Suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que hajam alcançado; uns têm a ciência, outros a sabedoria e a bondade. Os mais reúnem o saber às qualidades morais. Nenhuma influência da matéria. Superioridade intelectual e moral absoluta, com relação aos Espíritos das outras ordens.
  32. 32. PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS 114. Os Espíritos são bons ou maus por natureza, ou são eles mesmos que se melhoram? “São os próprios Espíritos que se melhoram e, melhorando-se, passam de uma ordem inferior para outra mais elevada.” 115. Dos Espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus? “Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade, para aproximá-los de si. Nesta perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade. Passando pelas provas que Deus lhes impõe é que os Espíritos adquirem aquele conhecimento. Uns aceitam submissos essas provas e chegam mais depressa à meta que lhes foi assinada. Outros só a suportam murmurando e, pela falta em que desse modo incorrem, permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade.”
  33. 33. PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS 117. Depende dos Espíritos o progredirem mais ou menos rapidamente para a perfeição? “Certamente. Eles a alcançam mais ou menos rápido, conforme o desejo que têm de alcançá-la e a submissão que testemunham à vontade de Deus. Uma criança dócil não se instrui mais depressa do que outra recalcitrante?” 118. Podem os Espíritos degenerar? “Não; à medida que avançam, compreendem o que os distanciava da perfeição. Concluindo uma prova, o Espírito fica com a ciência que daí lhe veio e não a esquece. Pode permanecer estacionário, mas não retrograda.”
  34. 34. PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS 121. Por que alguns Espíritos seguiram o caminho do bem, e outros, o do mal? Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não criou Espíritos maus; criou-os simples e ignorantes, ou seja, tão aptos para o bem quanto para o mal; os que são maus, assim se tornaram por sua vontade. 127. Os Espíritos são criados iguais quanto às faculdades intelectuais? São criados iguais, mas não sabendo de onde vêm, é necessário que o livre-arbítrio se desenvolva. Progridem mais ou menos rapidamente, tanto em inteligência como em moralidade. Comentário de Kardec: Os Espíritos que seguem desde o princípio o caminho do bem nem por isso são Espíritos perfeitos; se não têm más tendências, não estão menos obrigados a adquirir a experiência e os conhecimentos necessários à perfeição. Podemos compará-los a crianças que, qualquer que seja a bondade dos seus instintos naturais têm necessidade de desenvolver-se, de esclarecer-se e não chegam sem transição da infância à maturidade. Assim como temos homens que são bons e outros que são maus desde a infância, há Espíritos que são bons ou maus desde o princípio com a diferença capital de que a criança traz os seus instintos formados, enquanto o Espírito na sua formação, não possui mais maldade que bondade. Ele tem todas as tendências, e toma uma direção ou outra em virtude do seu livre- arbítrio.
  35. 35. TERRA HOJE– Provas e Expiações (predomínio do MAL) – PRISÃO/HOSPITAL AMANHÃ – Regeneração (Predomínio do BEM) ESCOLA ESPÍRITOS HOJE – Terceira Ordem (Levianos, Neutros, Pseudo-sábios) AMANHÃ – Segunda ordem (Benévolos, Sábios, de Sabedoria) ALERTA – Quem não evoluir, novamente, será EXILADO para “mundos primitivos”

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