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CURSINHO OBJETO
TRANSICIONAL
Prof. Dr. Eduardo Honorato
SEMSA– 2015
Práticas e Teorias
11. O movimento behaviorista que se organizou nos EUA, a
partir do século XX, representou a influência conjunta de várias
tradições filosóficas, mas o termo “Behaviorismo” foi
inaugurado por:
 (A) Descartes.
 (B) William James.
 (C) Vygotsky.
 (D) Skinner.
 (E) John Watson.
Descartes
 Descartes foi um importante filósofo, matemático e
físico francês do século XVII. Também fez estudos nas
áreas da Epistemologia e Metafísica. Descartes é
considerado o pioneiro no pensamento filosófico
moderno
 - Desenvolveu o Método Cartesiano
 - "Penso, logo existo”
William James
 Psicologia Funcional
 Pai da Psicologia Americana
 Fluxo da consciência
 Método da introspeção
 Pragmatimo
 Teoria das Emoções
Vygotsky
 o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio
da interação social, ou seja, de sua interação com
outros indivíduos e com o meio.
 no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas
ativamente trocando experiência e idéias.
 A interação entre os indivíduos possibilita a geração de
novas experiências e conhecimento.
 A aprendizagem é uma experiência social, mediada
pela utilização de instrumentos e signos, de acordo
com os conceitos utilizados pelo próprio autor.
 Um signo, dessa forma, seria algo que significaria alguma
coisa para o indivíduo, como a linguagem falada e a escrita.
 A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada
pela interação entre a linguagem e a ação.
 Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve
acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal
(ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o
sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o
sujeito possui potencialidade para aprender, seu
conhecimento potencial
Vygotsky
 Dessa forma, a aprendizagem ocorre no intervalo da
ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito
é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que
ele necessita do auxílio de outros para aplicar.
 O professor deve mediar a aprendizagem utilizando
estratégias que levem o aluno a tornar-se
independente e estimule o conhecimento potencial, de
modo a criar uma nova ZDP a todo momento.
Vygotsky
 O professor pode fazer isso estimulando o trabalho com
grupos e utilizando técnicas para motivar, facilitar a
aprendizagem e diminuir a sensação de solidão do aluno.
 Mas este professor também deve estar atento para permitir
que este aluno construa seu conhecimento em grupo com
participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos
 Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de
participação, colaboração e constantes desafios.
 Essa teoria mostra-se adequada para atividades
colaborativas e troca de ideias, como os modelos atuais de
fóruns e chats.
Vygotsky
Skinner
 A palavra chave da teoria de Skinner é
comportamento. Para ele, a aprendizagem concentra-
se na capacidade de estimular ou reprimir
comportamentos, desejáveis ou indesejáveis.
 Na sala de aula, a repetição mecânica deve ser
incentivada, pois esta leva à memorização e assim ao
aprendizado.
 O ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado
pode ser colocado sob condições de controle e sob
comportamentos observáveis.
 Os comportamentos são obtidos punindo o comportamento não
desejado e reforçado ou incentivado o comportamento desejado
com um estímulo, repetido até que ele se torne automático.
 Dessa forma, segundo Skinner, a aprendizagem concentra-se na
aquisição de novos comportamentos.
 A aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços, de modo
que se torna mecanizada.
 De acordo com a teoria de Skinner, os alunos recebem
passivamente o conhecimento do professor.
 Em sua visão, conhecida como Behaviorismo, os comportamentos
são obtidos pelo reforço - estímulo do comportamento desejado.
Skinner
John Watson
 John Watson é considerado o pai da psicologia científica
 Não nega a existência da consciência nem a possibilidade do indivíduo se
auto-observar, mas considera que os estados de espírito bem como a procura
das suas causas só podem interessar ao sujeito no âmbito da sua vida
pessoal.
 Watson considera que com Wundt a psicologia teve uma falsa partida pois
este não foi capaz de romper com as concepções tradicionais.
 Para se constituir como ciência, a psicologia teve de cortar com todo o
passado e constituir-se como ramo objectivo e experimental da ciência.
 Watson pretendia para a psicologia o mesmo estatuto da biologia.
 limitar-se à observação externa
 Segundo ele, só se pode estudar directamente o
comportamento observável, isto é, a resposta do indivíduo (R) a m
dado estimulo (E) do ambiente. E, tal como em qualquer outra
ciência, cabe ao psicólogo decompor o seu objecto – o
comportamento – nos seus elementos e explicá-los de forma
objectiva, recorrendo ao método experimental.
 estímulo é o conjunto de excitações que agem sobre o organismo.
O estímulo pode ser assim qualquer elemento ou objecto do meio
ou ainda qualquer manifestação interna do organismo
 Para os behavioristas, a resposta é tudo o que o animal ou o ser
humano faz. O comportamento é o conjunto de respostas
objectivamente observáveis activadas por um conjunto complexo
de estímulos, provenientes do meio físico ou social em que o
organismo se insere.
John Watson
11. O movimento behaviorista que se organizou nos EUA, a
partir do século XX, representou a influência conjunta de várias
tradições filosóficas, mas o termo “Behaviorismo” foi
inaugurado por:
 (A) Descartes.
 (B) William James.
 (C) Vygotsky.
 (D) Skinner.
 (E) John Watson.
Resposta E
12. Sabe-se que a Psicologia vem da Filosofia e que,
com o avanço de seus estudos teóricos, surgiram
três tendências, que deram origem às três escolas
de que se constitui a Psicologia Científica. São elas:
 (A) Associacionista, Estruturalista e Funcionalista.
 (B) Fenomenológica, Comportamental e Humanista.
 (C) Filosófica, Sociológica e Antropológica.
 (D) Estruturalista, Behaviorista e Existencialista.
 (E) Existencialista, Fenomenológica e Behaviorista.
 Embora a psicologia científica tenha nascido na
Alemanha, foi nos Estados Unidos que ela encontrou
campo para um rápido crescimento. É ali que surgem
as primeiras abordagens ou escolas em Psicologia, as
quais deram origem as inúmeras teorias que existem
atualmente.
Estruturalismo
 Esta teoria era defendida por Wilhelm Wundt, que foi o
“pai” da psicologia experimental, e que dizia que o
objecto de estudo deveria ser o pensamento mental
consciente. Com esta teoria, Wundt pretendia, através
da introspecção estudar as emoções e os sentimentos
de cada pessoa, permitindo a cada pessoa conhecer-
se mais profundamente. Pode dizer-se que uma
pessoa é constituída pelos seus sentimentos e
sensações, que organizados constituem a sua
consciência.
Associacionismo
 O associacionismo foi criado por Edward Lee Thorndike e é
resultante de um processo de associação de ideias, das
mais simples às mais complexas, resultando assim nas
diversas acções humanas. Nesta teoria da aprendizagem,
surgiu a lei de causa-efeito, e acerca dela, Edward Lee
Thorndike realizou diversas experiências com animais, com
vista a conseguir prová-la. Nas suas experiências, ele
observou que se desse alguma recompensa aos animais
conseguiria que eles fizessem o que ele queria, e na sua
opinião, o comportamento humano, nesta vertente,
assemelhava-se ao comportamento animal.
Funcionalismo
 O funcionalismo foi criado por William James, que
defendia que os psicólogos deveriam utilizar a
introspecção, de maneira a estudar o funcionamento
dos processos mentais e outros temas como os
processos mentais das crianças, dos animais, a
anormalidade e as diferenças individuais entre as
pessoas. Na opinião de William James, o homem
realizava as suas acções, com base na função que
desempenhava na sociedade.
Behaviorismo
 Esta teoria também conhecida como teoria de estímulo-
resposta foi criada por John Watson numa época em que
dominava a filosofia e o estudo do consciente. John Watson
defendia que a psicologia se deve limitar ao estudo dos
comportamentos observáveis, portanto um dado estímulo
pode ser a causa de determinada resposta e essa mesma
pode ser precedida deste. John Watson acreditava que um
estímulo provoca sempre a mesma resposta pelo que não
só seria possível prever os comportamentos, mas
igualmente controlar a produção desses comportamentos.
Ele defendia também que a genética não tem qualquer
influência sobre os seres vivos, mas sim apenas e só o
meio em que estão inseridos
Construtivismo
 O construtivismo foi criado por Jean Piaget, que o definia
como a teoria do desenvolvimento do conhecimento em
resultado de uma interacção com o meio. Piaget procurou
determinar os processos de construção do conhecimento
desde as suas formas mais elementares até níveis
superiores, nomeadamente o conhecimento científico. Para
Piaget o indivíduo não é um simples resultado do meio (tese
behaviorista), nem é simplesmente determinado
hereditariamente.O seu desenvolvimento é determinado
pela interacção entre factores internos (orgânicos,
hereditários) e factores externos (meio).
Gestaltismo
 O gestaltismo foi criado por Kurt Koffka, Max
Wertheimer, Wolfgang Kohler , e foi desenvolvido pela
necessidade da existência de uma teoria que, não
esquecesse o valor e a necessidade da
experimentação científica. Os seus fundadores
consideravam o objectivo da Psicologia como sendo o
estudo da experiência de um organismo, no seu todo,
com ênfase na percepção, ocupando-se da análise dos
elementos essenciais que existem nos processos de
organização, reunindo os elementos da experiência
numa unidade complexa.
Resposta A
14. O termo consciência indica o conhecimento compartilhado
com o outro e, por extensão, o conhecimento “compartilhado
consigo mesmo”, apropriado pelo indivíduo. A palavra
consciência tem, pelo menos, três acepções diferentes que
são:
 (A) fenomenológica, fisiológica e cultural.
 (B) psicológica, antropológica e filosófica.
 (C) cultural, filosófica e psicológica.
 (D) neuropsicológica, psicológica e ético-filosófica.
 (E) neuropsicológica, fisiológica e etnológica.
ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA
(Semiologia da atividade psíquica basal)
 campo da consciência em cada instante da existência:
percepção, imaginação, fantasia, linguagem,
sentimentos, necessidades, humor, atividade
psicomotora.
 Para Jaspers, a consciência é “a vida psíquica em um
determinado momento”, já que a cada momento do
tempo (em que agimos, pensamos, refletimos ou
sonhamos) corresponde uma experiência vivenciada
correlativamente a uma certa ordem ou a uma certa
desordem.

 A palavra “consciência” em português tem 3 grandes
acepções diferentes:
 1- definição neuropsicológica – sentido de estado vigil,
que iguala a consciência ao grau de clareza do
sensório. Consciência é estar desperto, acordado, vigil,
lúcido. Fala-se, nesse caso, de nível de consciência.
 2- definição psicológica – soma total das experiências
conscientes de um indivíduo em um determinado
momento. É a dimensão subjetiva da atividade
psíquica do sujeito que se volta para a realidade. Na
relação do eu com o meio ambiente, a consciência é a
capacidade de o indivíduo entrar em contato com a
realidade, perceber e conhecer os seus objetos.
 3- definição ético-filosófica – consciência se refere,
aqui, à capacidade de tomar ciência dos deveres
éticos e assumir as responsabilidades, direitos e
deveres concernentes a essa ética. A consciência
ético-filófica é um atributo do homem desenvolvido e
responsável.
Alterações normais da consciência:
 O sono normal. - O sonho - Psicanálise (Freud).
 Sono normal – é um estado especial da consciência que ocorre de
forma recorrente e cíclica nos organismos superiores. Há duas fases
do sono:
 Sono sincronizado – não-REM – sem movimentos oculares rápidos.
Sono dessincronizado – REM – com movimentos oculares rápidos. (A
sigla REM deriva do inglês rapid eyes moviment).
 O sono não-REM apresenta 4 estágios:
 1. mais leve e superfical. 2. um pouco menos superficial. 3. sono
profundo.
 4. sono mais profundo.
Alterações patológicas da consciência:
 a) Quantitativas – rebaixamento do nível da
consciência:
 1. Obnubilação ou turvação da consciência -
(sonolento ou parecendo desperto) - grau leve a
moderado
 2. Sopor – sonolento.
3. Coma – é o grau mais profundo – ausência de
qualquer indício de consciência.
Síndromes psicopatológicas associadas ao rebaixamento do
nível da consciência:
1. Delirium – termo que designa as síndromes confusionais agudas. Ocorre
desorientação temporo-espacial, angústia, agitação ou lentificação psicomotora,
ilusões e alucinações visuais, piora ao anoitecer.
Atenção: não confundir delirium (quadro sindrômico com alteração do nível de
consciência) com delírio (alteração do juízo de realidade, idéias delirantes).
2. Estado onírico – estado semelhante a um sonho muito vívido. Alucinação
visual intensa com caráter cênico: cenas complexas, ricas em detalhes, às vezes
terríficas. Angústia, temor, pavor. O doente grita, se debate na cama, tem
sudorese profusa. Há geralmente uma amnésia consecutiva ao período em que o
doente permanece em estado onírico. Ocorre em:
- psicoses tóxicas.
- síndrome de abstinência de drogas (especialmente no delirium tremens). -
quadros febris tóxico-infecciosos.
b) Qualitativas – alteração parcial ou focal do campo da consciência.
Uma parte do campo da consciência está alterada e outra não.
Quase sempre há também uma diminuição do nível de consciência.
1- Estados crepusculares – estreitamento transitório do campo da
consciência com a conservação da atividade psicomotora global,
podendo apresentar atos automáticos. Surge e desaparece de modo
abrupto, duram de poucas horas a algumas semanas. Em geral,
ocorrem atos explosivos violentos e episódios de descontrole
emocional. Quadros histéricos agudos, epilepsias, intoxicações.
2- Dissociação da consciência – estado segundo – divisão do campo
da consciência. Quadros histéricos.
3- Transe – semelhante ao sonho acordado. Atividade motora
automática e estereotipada com suspensão parcial dos movimentos
voluntários. Ocorre em contextos religiosos – transe religioso, que
deve ser diferenciado do transe histérico – estado dissociativo da
consciência relacionado a conflitos pessoais e transtornos
psicopatológicos.
14. O termo consciência indica o conhecimento compartilhado
com o outro e, por extensão, o conhecimento “compartilhado
consigo mesmo”, apropriado pelo indivíduo. A palavra
consciência tem, pelo menos, três acepções diferentes que
são:
 (A) fenomenológica, fisiológica e cultural.
 (B) psicológica, antropológica e filosófica.
 (C) cultural, filosófica e psicológica.
 (D) neuropsicológica, psicológica e ético-filosófica.
 (E) neuropsicológica, fisiológica e etnológica.
Reposta 14 D
15 O estado hipnótico é um estado de consciência reduzida e
de atenção concentrada, que pode ser induzido por uma outra
pessoa (hipnotizador). É um estado de consciência que
corresponde ao(à):
 (A) delírio.
 (B) sonambulismo.
 (C) Sono Rem.
 (D) transe.
 (E) alucinação.
15 - D
16. Segundo Lagache, in PICHON-RIVIÈRE, Teoria do
Vínculo, o campo psicológico oferece ao investigador cinco
classes principais de dados, que são:
 (A) interpretação, formulação, adesão, integração e
solidariedade.
 (B) fantasias, conversões histéricas, dimensões do eu,
modificações somáticas e sentimento de culpa.
 (C) conduta, realização social, aculturação, solidariedade e
modificações comportamentais.
 (D) integração, solidariedade, socialização, aculturação e
investimento pessoal.
 (E) contorno, conduta, vivência, modificações somáticas e
produto das atividades do sujeito.
PICHON - RIVIERE
 Segundo Lagache, o campo psicológico oferece ao
investigador cinco classes principais de dados:
1) o entourage ou contorno.
 Este é concebido como uma totalidade, como um
conglomerado de situações e de fatores humanos e
físicos que estão em permanente interação. A situação
interpessoal estudada profundamente e que serve de
modelo para todo tipo de investigação é a situação
analítica. A interação entre analista e paciente em uma
dada situação, em um meio e contorno determinados,
reproduz mais ou menos as condições de uma
situação experimental;
 2) a conduta exterior espontânea ou provocada,
acessível a um observador, com a ajuda ou não de
instrumentos, que compreende as diversas formas de
comunicação, em particular a palavra;
 3) a vivência, ou seja, a experiência vivida, inferida pela conduta
exterior e comunicada verbalmente pelo sujeito. Ela nos dá
informações sobre os aspectos psicológicos da existência.
Anteriormente, estabelecia-se uma divisão entre conduta exterior
e vivência, duas correntes psicológicas que disputavam a
supremacia de um ou da outra. O behaviorismo levava em
consideração apenas o aspecto exterior da conduta, enquanto
que a psicologia fenomenológica existencial leva em consideração
a vivência. Tudo isso como se não existisse relação entre conduta
e vivência, como se não formassem um todo em um determinado
momento, no aqui-agora de qualquer situação. A tarefa
fundamental do psicólogo, do sociólogo e do psicanalista é a
investigação no aqui-agora de uma determinada situação, aquilo
que está acontecendo;
 4) as modificações somáticas objetivas surgidas em
uma determinada situação;
 5) os produtos da atividade, tais como um manuscrito,
uma obra de arte, um teste psicológico, um relato, etc.
de modo que o campo psicológico estuda o contorno, a
conduta exterior, a vivência, as modificações
somáticas e os produtos da atividade do sujeito. Estes
cinco elementos podem ser vistos e estudados na
situação analítica.
16. Segundo Lagache, in PICHON-RIVIÈRE, Teoria do
Vínculo, o campo psicológico oferece ao investigador cinco
classes principais de dados, que são:
 (A) interpretação, formulação, adesão, integração e
solidariedade.
 (B) fantasias, conversões histéricas, dimensões do eu,
modificações somáticas e sentimento de culpa.
 (C) conduta, realização social, aculturação, solidariedade e
modificações comportamentais.
 (D) integração, solidariedade, socialização, aculturação e
investimento pessoal.
 (E) contorno, conduta, vivência, modificações somáticas e
produto das atividades do sujeito.
Resposta E
17. Atentar contra a própria vida não pode ser considerado um
evento normal na história da pessoa. O suicídio passivo é
observado através de atitudes autodestrutivas como:
 (A) intoxicações exógenas como ingestão de psicofármacos
e outros produtos químicos.
 (B) negligência ao tratamento e não-observância das
orientações médicas.
 (C) cortes no corpo (predominantemente pulsos) e uso de
armas de fogo.
 (D) quedas ou provocação deliberada de acidentes.
 (E) simples reação desvinculada de amor próprio.
Resposta B
18. Para Bion, in MINICUCCI (2001), o grupo trabalha no nível
de tarefa, no sentido de colaboração e cooperação. Esse
processo ocorre no(s) nível(eis):
 (A) interativo.
 (B) inconsciente.
 (C) subconsciente.
 (D) consciente.
 (E) consciente e inconsciente.
A "DINÂMICA DE GRUPOS" DE BION E AS
ORGANIZAÇÕES DE TRABALHO
 grupos de trabalho e dos fenômenos emocionais
subjacentes a eles
 grupos na ala de reabilitação de militares do Hospital
 : o período grupal, o período psicótico, o período
epistemológico e o último período.
Os Grupos Terapêuticos
 No grupo terapêutico, Bion não estabelecia nenhuma
regra de procedimento e não adiantava qualquer
agenda. Ele procurava convencer "grupos de doentes
a aceitar como tarefa o estudo de suas tensões".
 A Teoria de Funcionamento dos Grupos
 grupo de trabalho ou grupo refinado
 grupos de base, ou mentalidade grupal ou
ainda grupos de pressupostos básicos.
Grupo de Trabalho
 Por grupo de trabalho entende-se a reunião de
pessoas para a realização de uma tarefa específica,
onde se consegue manter um nível refinado de
comportamento distinguido pela cooperação. Cada um
dos membros contribui com o grupo de acordo com
suas capacidades individuais, e neste caso, consegue-
se um bom espírito de grupo.
Espírito de grupo
 - A existência de um propósito comum;
 - Reconhecimento comum dos limites de cada membro, sua
posição e sua função em relação às unidades e grupos
maiores;
 - Distinção entre os subgrupos internos;
 - Valorização dos membros individuais por suas
contribuições ao grupo;
 - Liberdade de locomoção dos membros individuais dentro
do grupo;
 - Capacidade do grupo enfrentar descontentamentos dentro
de si e de ter meios de lidar com ele;
Mentalidade de Grupos
 "a expressão unânime da vontade do grupo, à qual o
indivíduo contribui por maneiras das quais ele não se
dá conta, influenciando-o desagradavelmente sempre
que ele pensa ou se comporta de um modo que varie
de acordo com os pressupostos básicos"
 Ela funcionaria de forma semelhante ao inconsciente
para o indivíduo.
 "padrão de comportamento
Pressupostos Básicos
 explicar os fenômenos grupais a partir da libido (instinto sexual).
 dependência, acasalamento e luta-fuga
 "existe um objeto externo cuja função é fornecer segurança para o
organismo imaturo".
 "está por vir um novo grupo melhorado" ou que o grupo
futuramente atenderá às necessidades pessoais de seus
membros e o autor às vezes se refere a este pressuposto como
"esperança messiânica", mas o denominou como "acasalamento"
em uma clara acepção à origem psicanalítica do termo.
 "estamos reunidos para lutar com alguma coisa ou dela fugir".
18. Para Bion, in MINICUCCI (2001), o grupo trabalha no nível
de tarefa, no sentido de colaboração e cooperação. Esse
processo ocorre no(s) nível(eis):
 (A) interativo.
 (B) inconsciente.
 (C) subconsciente.
 (D) consciente.
 (E) consciente e inconsciente.
Resposta 18-B
19. Segundo MINICUCCI (2001), Moreno estudou a chamada
“dinâmica da neutralidade”, verificando que a inércia social se
deve principalmente a fatores de ordem:
 (A) cultural.
 (B) psíquica.
 (C) biopsicossocial.
 (D) natural.
 (E) socioeconômica.
Jacob Moreno
 Psicodrama e Sociodrama e Sociometria
 “Teatro do Improviso” ou “Teatro Espontâneo”,
 descobrir, aprimorar e utilizar os meios que facilitem o
predomínio de relações télicas sobre relações
transferências, no sentido moreniano
 o indivíduo deve ser concebido e estudado através de suas
relações interpessoais.
 Ao nascer, a criança é inserida num conjunto de relações,
primeiramente com sua mãe (que é seu primeiro ego
auxiliar), seu pai, irmãos, avós, tios, etc.; este conjunto foi
denominado de Matriz de Identidade.
 O homem para Moreno é um indivíduo social, pois
nasce em sociedade e necessita dos outros para
sobreviver, sendo apto para conviver com os demais.
 Assim, ele criou a Socionomia, que significa o estudo
das leis que regem o comportamento social e grupal
 A Sociodinâmica estuda o funcionamento (ou
dinâmica) das relações interpessoais.
 Tem como método de estudo o role-playing, que
permite ao indivíduo atuar dramaticamente diversos
papéis, desenvolvendo deste modo um papel
espontâneo e criativo
 A espontaneidade, a criatividade e a sensibilidade são
recursos inatos do homem.
 O homem nasce espontâneo e deixa de sê-lo devido a
fatores adversos tanto do ambiente afetivo-emocional
(Matriz de Identidade e átomo social), quanto do ambiente
social em que a família se insere (rede sociométrica e
social).
 A Revolução Criadora moreniana propõe o rompimento com
os padrões de comportamento, valores e formas
estereotipadas de participação na vida social, que
acarretam a automatização do homem (conservas
culturais).
 Segundo Moreno, a criança aos poucos, com o
desenvolvimento de um fator inato, chamado Tele, vai
distinguindo objetos e pessoas, sem distorcer seus
aspectos essenciais; assim Tele é a capacidade de
perceber de forma objetiva o que ocorre nas situações
e o que se passa entre as pessoas.
 A empatia é a captação, pela sensibilidade dos
sentimentos e emoções de alguém ou contidas, de
alguma forma, em um objeto. Assim, Moreno escreveu
certa vez que “o fenômeno Tele é a empatia ocorrendo
em duas direções”.
 Segundo Moreno, a transferência equivalia ao
embotamento ou à ausência do fator Tele, e como o
Psicodrama tinha por objetivo reavivar a
espontaneidade e o Tele, a recuperação destes, seriam
fatores de saúde mental e criatividade, superando o
apego desfavorável a situações do passado. Uma
parte do teste sociométrico, o “perceptual”, verifica a
capacidade de cada elemento de um grupo de captar
os sentimentos e expectativas dos outros em relação a
ele.
 O encontro é a experiência essencial da relação télica ,
é apelo para a sensibilidade do próximo, é apelo da
espontaneidade.
20. Segundo Gustav Jung, in DALGALARRONDO (2000), o
self:
 (A) “...no desenvolvimento e autoconhecimento pessoal,
possibilita ocupar o centro da personalidade”.
 (B) “...se caracteriza por duas atitudes básicas de
extroversão e introversão”.
 (C) “...é a capacidade afetiva e emocional do sujeito”.
 (D) “...é uma percepção inconsciente de como os
fenômenos psíquicos ocorrem”.
 (E) “...é uma capacidade de adaptação que o indivíduo
desenvolve ao longo da vida”.
RESPOSTA A
21. Erich Fromm (1900-1980) postulou a existência de cinco
necessidades específicas que se originam das condições da
existência humana, entre as quais NÃO se inclui a de:
 (A) identidade.
 (B) transcendência.
 (C) relacionamento.
 (D) segurança.
 (E) poder.
Erich Fromm
 Psicanálise com a teoria marxista, integrando fatores sócio-
econômicos aos tradicionais mecanismos de tratamento das
neuroses
 Segundo o psicanalista, o homem é o produto de princípios
culturais e biológicos. Assim, ele desafia os preceitos
freudianos, que destacam somente a esfera do
inconsciente.
 Suas obras abordam continuamente as questões ligadas à
violência, aos regimes totalitários, à alienação social,
aohumanismo. Seu ponto de vista humanista cativou
profissionais do campo da Sociologia, da Filosofia e
daTeologia.

 Influenciado profundamente pela obra de Karl Marx,
ele faz uma analogia entre os conceitos marxistas e os
freudianos, tentando estabelecer entre ambos uma
relação dialética, à procura de uma síntese destas
idéias
 Usa Freud pra explicar Marx
 Segundo Erich Fromm, o indivíduo cultivou
interiormente sentimentos de desamparo e solidão,
pois perdeu o contato com sua dimensão mais
humana, deixou de ampliar suas virtudes, e assim
tornou-se incapaz de interagir com os mesmos
aspectos essenciais das outras pessoas. É a este
processo que ele chama de alienação social, oculta
por trás das personas de cada um, mas mesmo assim
capaz de exercer um impacto sinistro sobre a
Humanidade.
 Ao mesmo tempo em que o homem avança
materialmente, ele se aparta cada vez mais dos outros
seres, é o que Erich Fromm expõe em sua obra Medo
da Liberdade. Desta forma, a liberdade tão almejada
torna-se uma armadilha assustadora da qual ele tenta
fugir através da conquista de recursos financeiros e da
guerra pelo poder, por meio de uma passividade
absoluta diante do autoritarismo, ou ainda pelas vias
do conformismo social.
Resposta E
22. BOCK (1995) afirma que “...a função primordial é buscar a
origem do sintoma, ou do comportamento manifesto, ou do
que é verbalizado, isto é, integrar os conteúdos inconscientes
na consciência, com o objetivo de cura ou de
autoconhecimento”. Esta definição indica a abordagem:
 (A) behaviorista.
 (B) cognitivista.
 (C) psicanalítica.
 (D) neoanalítica.
 (E) interacionista.
Resposta C
23. DALGALARRONDO (2000) classifica as alterações do
Processo de Pensar em curso, forma e conteúdo do
pensamento. Quanto ao curso do pensamento, as principais
alterações são classificadas em quatro tipos, das quais NÃO
faz parte a de:
 (A) aceleração do pensamento.
 (B) lentificação do pensamento.
 (C) bloqueio ou interceptação do pensamento.
 (D) descarrilhamento do pensamento.
 (E) roubo do pensamento.
Resposta D
O Pensamento e suas Alterações
Elementos que constituem o pensamento:
 Conceito – elemento puramente cognitivo estrutural do
pensamento. Ex.: Cadeira
 Juízo – relações significativas entre conceitos. Ex.: cadeira +
utilidade
 Raciocínio – relação de juízos
Lógico Conclusão
Dimensões do Processo de
Pensar:
• Modo como flui,
velocidade e ritmo.Curso
• Arquitetura do
conteúdos.Forma
• Tema, assunto.Conteúdo
Curso do Pensamento
Alterações do processo de pensar
1 - Curso do Pensamento
1.1- Aceleração
Ocorre na mania, esquizofrenia, ansiedade intensa e psicoses
tóxicas.
Alterações do processo de pensar
1.2- Lentidão
Ocorre nas depressões graves, rebaixamento do nível de
consciência, intoxicações por sedativos e em quadros
psicorgânicos.
Alterações do processo de pensar
 Bloqueio ou Interceptação do Pensamento – interrupção
brusca do pensamento.
- Quase que exclusivamente na esquizofrenia;
 Roubo do pensamento – pensamento roubado por força ou
ente estranho.O individuo pensa estar sendo manipulado.
- Ocorre na esquizofrenia.
Forma do Pensamento
Alterações do processo de pensar
2 - Forma do Pensamento
2.1 – Fuga de idéias – afastamento das ideias principais, sem
prejuízo manifesto.
- Secundário à aceleração;
- Estímulos externos podem causar pensamentos por
assonância.
Ex.: amor, flor
Ocorre em síndromes maníacas
Alterações do processo de pensar
2. 2 – Dissociação do Pensamento – incoerente, não segue uma
seqüência lógica.
- Fase inicial pode ser discreta
- Com agravamento pode vir a ser incompreensível
- Ocorre em alguns casos da esquizofrenia.
Alterações do processo de pensar
2.3 – Afrouxamento das Associações – há lógica, mas as ideias
não são bem articuladas.
Ocorre nas fases iniciais da esquizofrenia e transtornos de
personalidade;
Alterações do processo de pensar
2.4 – Descarrilhamento do Pensamento – desvio do curso
normal (vai e volta)
- Quando muito longo ou frequentes pode não mais captar
a sequência logica
- Pode estar associado à distraibilidade ou a patologias.
Ocorre na esquizofrenia ou em síndromes maníacas.
Alterações do processo de pensar
2.5 – Desagregação do Pensamento - perda profunda e radical
dos enlaces associativos e da coerência.
“Pedaços” de pensamento sem articulação.
Ocorre na esquizofrenia;
Obs.: na esquizofrenia ocorre a seqüência de gravidade
Conteúdo do Pensamento
Alterações do processo de pensar
3.- Conteúdo do Pensamento
- Alguns autores consideram os delírios como alterações do
conteúdo do pensamento.
- Para Paulo Dalgalarrondo, é algo que preenche a estrutura
do processo do pensar (temática);
- Há tantos conteúdos quantos são os interesses do ser
humano.
Alterações do processo de pensar
 O que está patologicamente alterado não é o conteúdo, mas a
atribuição de realidade que é dada.
Alterações do processo de pensar
 A importância do conteúdo tem haver com o ambiente, a
cultura, a estrutura psicológica, e neuropsicológica do
indivíduo.
24. A Síndrome de Dependência do Álcool (SDA) é definida
como “um estado psíquico e físico, resultante da ingestão
repetitiva de álcool, incluindo uma compulsão para ingerir
bebidas alcoólicas de modo contínuo ou periódico, havendo a
perda do controle”. Os fenômenos abaixo são característicos
da SDA, EXCETO um. Identifique-o.
 (A) Empobrecimento do repertório – o padrão de ingestão é cada vez mais
estereotipado e repetitivo.
 (B) Relevância da bebida – o indivíduo não obtém gratificação de outras
fontes.
 (C) Aumento da tolerância – a tolerância é cada vez maior, podendo diminuir
nas fases terminais.
 (D) Dimensão fisiológico-nutritiva – relacionada a aspectos metabólicos,
endócrinos e neuronais.
 (E) Sintomas repetitivos de abstinência – o indivíduo vai acrescentando ao
seu curriculum os vários episódios de abstinência ou de delirium tremens.
Resposta D
 Já a síndrome de dependência de álcool (SDA) é
definida como um estado psíquico e físico resultante
da ingestão repetitiva de álcool, incluindo a compulsão
para ingerir bebidas alcoólicas de modo contínuo ou
periódico, havendo a perda do controle. O fenômeno
de tolerância geralmente está presente. Os aspectos
ca- racterísticos da SDA são:
 Empobrecimento do repertório. O padrão de ingestão de álcool é
cada vez mais estereotipado e repetitivo.
 Relevância da bebida. O indivíduo não obtém gratificação de
outras fontes, apenas do álcool.
 Aumento da tolerância ao álcool. A tolerância é cada vez maior,
podendo diminuir nas fa- ses terminais do alcoolismo.
 Sintomas repetitivos de abstinência. O indivíduo vai acrescen-
tando ao seu curriculum os vários episódios de abstinência ao
álcool ou mesmo de delirium tremens.
 Esquiva ou busca de alívio para os sintomas de abstinência. O indivíduo
passa a apresentar o comportamento de beber logo pe- la manhã para aliviar
o desconforto de uma abstinência incipiente.
 Compulsão para beber. É entendida como sinônimo de perda do controle.
Para Jellinek (1960), era o elemento central do alcoolismo.
 Reinstalação mais rápida da tolerância após a abstinência. O fenômeno de
tolerância, que inicialmente demora anos para se instalar, pode reinstalar-se
com muita rapidez em alcoolistas após meses de abstinência.
 8. Negação. O alcoolista crônico, embora muitas vezes já se apre- sente
gravemente comprometido pelo uso regular do álcool, tanto do ponto de vista
físico como psicossocial, nega terminantemen- te que o álcool seja um
problema em sua vida, que abusa do álcool, que não consegue parar de
beber, que é dependente e que perdeu o controle sobre o seu padrão de
ingesta (Duffy, 1995).
 Para Sonenreich (1971), o alcoolismo deve ser
definido como a perda da liber- dade de escolher entre
beber e não beber, assim como com quem e onde
beber. Há certa concordância de que o alcoolismo
deva ser diagnosticado com base em três dimensões:
 1. Dimensão física. Verificam-se aqui as alterações de saúde
física decorrentes do uso repetitivo do álcool, produzindo, por
exemplo, gastrite, esofagite, hepatite, pan- creatite, cirrose,
neuropatia peri- férica, síndrome de abstinência ao álcool, delirium
tremens, síndrome de Wernicke-Korsakoff, alterações cognitivas e
demência alcoólica, etc.
 2. Dimensão psicológica. Irritabi- lidade, ansiedade, depressão,
agressividade, insônia, perda de auto-estima, etc.
 3. Dimensão social. Problemas no relacionamento matrimonial e
fa- miliar, dificuldades no trabalho e nos estudos (faltas, acidentes,
de- semprego, etc.), acidentes de trân- sito, problemas legais,
desmorali- zação, perda de crítica e julgamen- to moral,
isolamento social, etc.
 Alguns quadros psicopatológicos característicos
ocorrem em associação com a SDA. Dignos de nota
são o delirium tremens, a alucinose alcoólica, o delírio
de ciúmes dos alcoolistas e a embriagues patológica.
 O delirium tremens é uma forma gra-ve de síndrome
de abstinência ao álcool, em que ocorrem, além dos
sintomas clássicos do delirium (rebaixamento do nível
de consciência, confusão mental, desorien- tação
temporoespacial, etc.), intensas manifestações
autonômicas (como tremores, febre, sudorese profusa,
etc.), ilusões e alucinações visuais e táteis marcantes,
princi- palmente com insetos e pequenos animais
(zoopsias).
 A alucinose alcoólica pode ocorrer durante a síndrome de
abstinência, mas é mais comum em períodos
independentes dela, estando o indivíduo sóbrio (com o
sensório claro) ou alcoolizado. Caracteriza- se por
alucinações audioverbais de vozes que, tipicamente, falam
do paciente na ter- ceira pessoa (“O João é mesmo um
sem- vergonha, um frouxo”, etc.) ou falam com ele
humilhando-o, desprezando-o. O alcoolista pode ou não ter
crítica de tal ex- periência. A alucinose alcoólica pode durar
apenas horas ou dias, mas também po- de persistir por
meses e até algum tempo mesmo após o paciente haver
parado de beber.
 O delírio de ciúmes dos alcoolistas é também bastante típico. Em
geral o indi- víduo passa a acreditar plenamente no fato de que
sua esposa ou companheira o trai de modo vil, com muitos
homens, com seu melhor amigo, com toda a vizinhança, etc.
Sente-se profundamente humilhado com tal “traição”. Muitas
vezes esse delírio se insere em uma dinâmica social e conjugal
particular. O paciente, já dependente do álcool há meses ou anos,
perdeu seu inte- resse afetivo e sexual pela esposa (afinal, sua
“paixão” é o álcool); também pode apresentar dificuldades para a
ereção (neuropatia alcoólica); é hostilizado pela esposa, pois com
freqüência a agride ver- bal ou fisicamente; perdeu seu emprego;
está desmoralizado diante dos filhos e dos amigos. Nesse
contexto, portanto, o delí- rio de ciúmes ganha um sentido
psicológi- co, pelo menos em parte, compreensível. Não é raro
que tal delírio termine com o homicídio da mulher e/ou com o
suicídio do alcoolista.
26 Pichon-Rivière retrata de forma bem explícita a patologia do
vínculo “... a maneira particular pela qual cada indivíduo se
relaciona com outro ou outros, criando uma estrutura particular
a cada caso e a cada momento, esse chamado de vínculo.”
Parte-se então do vínculo normal, até se chegar à alteração do
vínculo, chamado patológico. O vínculo paranoico caracteriza-
se:
 (A) por estar permanentemente carregado de culpa e expiação.
 (B) pela desconfiança, pela exigência que o sujeito experimenta em
relação aos outros.
 (C) pela relação com o controle e a ordem.
 (D) pela relação que o indivíduo estabelece com os outros através de
seu corpo, da saúde e da queixa.
 (E) pela representação, sendo sua principal característica a
plasticidade e a dramaticidade.
RESPOSTA B
 PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do Vínculo. São
Paulo: Martins Fontes, 2000.
 Pichon-Rivière ressalta a necessidade de
complementar a investigação psicanalítica com a
investigação social, que orienta em uma tríplice
direção: psicossocial, sociodinâmica e institucional.
Aborda o homem concebendo-o em uma só dimensão,
a humana; mas ao mesmo tempo concebe a pessoa
como uma totalidade integrada por três dimensões: a
mente, o corpo e o mundo exterior.
 A teoria do vínculo considera o indivíduo como
resultante do interjogo entre o sujeito e os objetos
internos e externos, em relação de interação dialética,
que se expressa através de certas condutas.
 O vínculo é concebido como uma estrutura dinâmica
em contínuo movimento, que engloba tanto o sujeito
quanto o objeto, tendo esta estrutura características
consideradas normais e alterações interpretadas como
patológicas.
 De acordo com Pichon, para compreender o delírio é
fundamental investigar o conjunto de forças que atuam
no meio familiar do qual emerge a doença mental. O
delírio, assim, é compreendido como uma tentativa de
solucionar um conflito e reconstruir seu mundo
individual, principalmente o familiar, e o social.
 O vínculo configura uma estrutura dinâmica em
contínuo movimento, acionada por motivações
psicológicas, cujo resultado é determinada conduta
que tende a se repetir tanto na relação interna quanto
externa com o objeto. É o vínculo interno que
condiciona muitos dos aspectos externos e visíveis da
conduta do sujeito. Os vínculos internos e externos se
integram.
 Existem três dimensões de investigação, que se
integram sucessivamente – a investigação do
indivíduo, a do grupo e a da instituição ou sociedade,
permitindo três tipos de análise: a psicossocial (parte
do indivíduo para fora), a sociodinâmica (analisa o
grupo como estrutura) e a institucional (toma todo um
grupo, instituição ou país como objeto de
investigação).
 O vínculo paranóico caracteriza-se pela desconfiança;
 o depressivo pela carga de culpa e expiação; o
hipocondríaco é estabelecido por meio do corpo, da
saúde e da queixa;
 o vínculo histérico é baseado na representação,
caracterizado pela plasticidade e dramaticidade (o
paciente está representando alguma coisa com a
sintomatologia).
 Na histeria de angústia o vínculo se caracteriza pelo medo;
 na fobia o medo pode ser do interior (claustrofobia) ou exterior
(agorafobia).
 Na histeria de conversão a expressão de fantasia se dá pela
linguagem do corpo, ou seja, através dos órgãos e suas funções
podem ser expressos conteúdos inconscientes.
 Na neurose obsessiva o vínculo se caracteriza pelo controle do
outro;
 na psicose os vínculos paranóide, depressivo ou maníaco
também são vínculos de controle, porém mais rápidos e operantes
quanto à paralisação do objeto.
 A investigação psicossocial analisa a parte do sujeito
que se expressa para fora, que se dirige aos diferentes
membros que o rodeiam.
 O estudo sociodinâmico analisa as diversas tensões
existentes entre todos os membros do grupo familiar
do paciente.
 A análise institucional investiga os grandes grupos,
sua estrutura, origem, composição, história, economia,
política, ideologia etc.
 Porta-voz: é aquele que expressa as ansiedades do grupo, ele é o emergente
que denuncia a ansiedade predominante no grupo a qual está impedindo a
tarefa;
 Bode expiatório: é aquele que expressa a ansiedade do grupo, mas diferente
do porta-voz, sua opinião não é aceita pela grupo, de modo que este não se
identifica com a questão levantada gerando uma segregação no grupo, pode-
se dizer dele como depositário de todas as dificuldades do grupo e culpado
de cada um de seus fracassos;
 Líder: A estrutura e função do grupo se configuram de acordo com os tipos de
liderança assumidos pelo coordenador, apesar de a concepção de líder ser
muito singular e flutuante. O grupo corre o risco de ficar dependente e agir
somente de acordo com o líder e não como grupo;
 Sabotador: é aquele que conspira para a evolução e conclusão da tarefa
podendo levar a segregação do grupo;
27. “... um sujeito que está sempre em atitude de liderança, em
uma atitude demagógica, trabalhando as pessoas ou
controlando-as, mas sem ter uma comunicação direta com o
outro”. Esta definição, de Pichon-Rivière, identifica uma
psicopatologia. Qual é ela?
 (A) Transtorno obsessivo-compulsivo.
 (B) Transtorno bipolar.
 (C) Esquizofrenia paranóide.
 (D) Histeria de conversão.
 (E) Psicopatia.
Resposta E
28. “... A percepção e a ação não podem ser separadas,
constituem uma totalidade em permanente estruturação”. Ao
descrever este conceito, Pichon-Rivière também registrou que
a neurose se manifesta através de dificuldades na
compreensão do outro ou na explicitação de seus conteúdos
internos ao outro. Esta definição, e posterior comentário,
fazem referência ao conceito da Psicologia:
 (A) Behaviorista.
 (B) Social.
 (C) da Gestalt.
 (D) do Desenvolvimento.
 (E) de Traço.
Resposta C
29. “... O objeto mau está dentro do corpo, enquanto que o
objeto bom está na mente ou fora, no mundo exterior. Por esta
razão, se queixa do corpo, sente-se perseguido por dentro.”
O paciente, com a ajuda do psicólogo aprende a reconhecer a
natureza arcaica e infantil dessa situação interna e o caráter
fictício da situação externa. Esta definição diz respeito à(ao):
 (A) histeria.
 (B) hipocondria.
 (C) depressão.
 (D) psicose reativa.
 (E) transtorno obsessivo-compulsivo.
Resposta B
30 Sobre as síndromes psicorgânicas, no manejo do quadro
de delirium, DALGALARRONDO (2000) sugere a atenção a
quatro possíveis fatores etiológicos potencialmente lesivos ao
sistema nervoso central, entre os quais NÃO se inclui a:
 (A) amnéstica.
 (B) hipoglicemia.
 (C) hipóxia ou anóxia.
 (D) hipertermia.
 (E) deficiência de tiamina.
Resposta A
31. A Revolução Cognitiva de meados dos anos 60 marcou o
conflito de uma tradicional abordagem psicológica, o
Behaviorismo, com a incipiente Psicologia Cognitiva. Assinale
a opção que apresenta, corretamente, em que estas
abordagens divergiam.
Resposta D
32 O comportamento e a personalidade são produtos de
tensões internas e conflitos inconscientes criados pelos
desejos egoístas, quando restringidos pelas coerções sociais.
Esta afirmativa se refere a uma abordagem na Psicologia:
 (A) biológica.
 (B) humanista.
 (C) behaviorista.
 (D) psicodinâmica.
 (E) funcionalista.
Resposta D
33. O evento da hospitalização acarreta uma alteração no
psiquismo do paciente. São dois os principais problemas a
serem resolvidos pelos psicólogos em um ambiente hospitalar:
a despersonalização do paciente e o significado social do
adoecer. Assinale a afirmativa correta a respeito de um deles.
 (A) Despersonalização é a perda de noção da realidade pelo distanciamento
do paciente do seu meio familiar e de trabalho, gerando sua alienação.
 (B) Despersonalização se refere ao fato de que um paciente perde suas
referências espaço-temporais, em um fenômeno denominado de aestese.
 (C) Despersonalização significa a desintegração dos valores do paciente em
relação à sua vida, pois todas as perspectivas anteriores se perdem em
função da possibilidade da morte.
 (D) Adoecer indica em nossa sociedade a fugacidade da vida, o que conduz o
paciente a aterradoras perspectivas de futuro.
 (E) Adoecer, para nossa sociedade, significa ser improdutivo, o que é
vergonhoso e deve ser ocultado, gerando sentimentos de culpa.
Resposta E
Despersoanlização
 Já em relação aos sentimentos frente à descoberta da doença, pode-
se dizer que ocorre a despersonalização do paciente, que de acordo
com Angerami-Camon (2003, p. 16), “deixa de ter o seu próprio nome
e passa a ser um número de leito, ou então alguém portador de uma
determinada patologia [...]. Deixa de ter significado próprio para
significar a partir de diagnósticos realizados sobre sua patologia.”
Para Rozenbaum (2008, p. 11), “ao ser internado, o paciente traz
consigo sua história. Sofre um processo de despersonalização, [...]”.
Essa despersonalização é exemplificada pela seguinte fala: “-
Sentimentos [...] sentimento de não poder fazer muitas coisas, de
perda [...] perdi tudo, a juventude, perdi o que eu tinha que viver,
passei a depender dessas máquinas, é isso aí.” (Roberto).


 Assim, segundo Gorayeb (2001), no ambiente
hospitalar encontra-se um indivíduo que tem que lidar
com as alterações físicas consequentes do
adoecimento, as mudanças decorrentes da
despersonalização/anulação de identidade, pois este
passa a ser um número de leito ou um indivíduo com
determinada patologia, e com uma rotina diária distinta
por estar em um ambiente destoante do que vivia.
Neste contexto o psicólogo deve trabalhar a angústia,
a fantasia, o medo e as dúvidas decorrentes desse
processo de adoecer ou internação.
35. Dentro da segunda tópica da estrutura psíquica, Freud
descrevia seus elementos componentes e as relações que
determinavam os comportamentos e as enfermidades mentais.
Assinale a opção que descreve corretamente as relações entre
os componentes da estrutura psíquica humana.
 (A) O id é a fonte de toda energia que move o indivíduo, de forma que o ego é dependente do id para
atuar na realidade, enquanto que o superego só aparece quando o conflito psíquico se instaura e
uma resolução deve ser definida.
 (B) O superego, sendo o componente mais ligado à realidade, controla a expressão do ego e regula a
liberação das energias pulsionais do id.
 (C) O ego funciona como uma válvula de escape para o id, sede de todas as pulsões, sob a
modulação de um censor munido de todas as coerções sociais que a cultura passaria, que é o
superego, tendo que se expressar frente aos objetos reais que a realidade lhe fornece.
 (D) A realidade é o princípio regulador da expressão do ego, este deve acatar às necessidades
pulsionais vindas do superego, que são filtradas pelo id, que por sua vez é o detentor dos tabus
sociais.
 (E) O ego, que por ser o componente em contato com a realidade, carrega consigo todas as
restrições morais que a cultura impõe ao indivíduo, enquanto que o id gera toda a energia psíquica
que impulsiona à ação; esta superestrutura forma o superego.
Resposta C
OIcebergFreudiano
Conceitos Principais
üDeterminismo Psíquico
üICS – maior parte do aparelho psíquico
üPré-CS e CS
üPulsões – pressões que irigem um org para fins
particulares: fonte (parte do corpo); finalidade,
pressão e objeto.
üPulsão de vida e pulsão de morte
üLibido
üCatexia – qnt de energia
Conceitos Principais
üEstrutura de personalidade
üId – herdado, básico, original – reserv de energia
üEgo – em contato com a realidade
üSuperego – a partir do Ego
üTrês senhores do Ego
Fases do
desenvolvimento
üFixação
üFase Oral - narcísica
üFase Anal
üFase Fálica (3ª) – castração, complexo de Édipo
üFase genital – retorno da puberdade
üSuperego – a partir do Ego
Fixação
Freud
Abraham
Fase Oral Fase Anal Fase Fálica
1 FO Sucção
ESQ
2 FO Canib
T.H.
1 FA Expulsiva
Paranóia
1 FA retentiva
Neurose Ob.
Histeria
Fóbica
Angústia
Conversiva
LIMITROFES
Fator Desencadeante
Psicoses Neuroses
36. Constitui o Sistema Único de Saúde (SUS) o conjunto de
ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições
públicas federais, estaduais e municipais:
 I - da Administração Direta;
 II - da Administração Indireta;
 III - das Fundações mantidas pelo Poder Público.

 Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
 (A) I, apenas.
 (B) II, apenas.
 (C) I e II, apenas.
 (D) II e III, apenas.
 (E) I, II e III.
Resposta E
37. A Lei no 8.080/90, que, entre outros aspectos, dispõe
sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação
da saúde, estabelece que a participação da iniciativa privada
no sistema Único de Saúde será em caráter
 (A) obrigatório.
 (B) prioritário.
 (C) complementar.
 (D) proporcional à participação do Poder Público.
 (E) excepcional, restrito às entidades filantrópicas e
sem fins lucrativos.
Resposta C
39. Em tempo de paz, os serviços de saúde das Forças
Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde
(SUS):
 (A) apenas em situações emergenciais ou de
calamidade pública na área de saúde.
 (B) conforme convênio firmado para esse fim.
 (C) por determinação unilateral dos Chefes dos
Poderes Executivos Federal, Estadual ou Municipal.
 (D) por determinação unilateral dos Comandantes da
Marinha, Exército ou Aeronáutica.
 (E) mediante autorização legislativa específica.
Resposta B

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  • 1. CURSINHO OBJETO TRANSICIONAL Prof. Dr. Eduardo Honorato SEMSA– 2015 Práticas e Teorias
  • 2. 11. O movimento behaviorista que se organizou nos EUA, a partir do século XX, representou a influência conjunta de várias tradições filosóficas, mas o termo “Behaviorismo” foi inaugurado por:  (A) Descartes.  (B) William James.  (C) Vygotsky.  (D) Skinner.  (E) John Watson.
  • 3. Descartes  Descartes foi um importante filósofo, matemático e físico francês do século XVII. Também fez estudos nas áreas da Epistemologia e Metafísica. Descartes é considerado o pioneiro no pensamento filosófico moderno  - Desenvolveu o Método Cartesiano  - "Penso, logo existo”
  • 4. William James  Psicologia Funcional  Pai da Psicologia Americana  Fluxo da consciência  Método da introspeção  Pragmatimo  Teoria das Emoções
  • 5. Vygotsky  o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio.  no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas ativamente trocando experiência e idéias.  A interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento.  A aprendizagem é uma experiência social, mediada pela utilização de instrumentos e signos, de acordo com os conceitos utilizados pelo próprio autor.
  • 6.  Um signo, dessa forma, seria algo que significaria alguma coisa para o indivíduo, como a linguagem falada e a escrita.  A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação.  Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial Vygotsky
  • 7.  Dessa forma, a aprendizagem ocorre no intervalo da ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar.  O professor deve mediar a aprendizagem utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento. Vygotsky
  • 8.  O professor pode fazer isso estimulando o trabalho com grupos e utilizando técnicas para motivar, facilitar a aprendizagem e diminuir a sensação de solidão do aluno.  Mas este professor também deve estar atento para permitir que este aluno construa seu conhecimento em grupo com participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos  Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de participação, colaboração e constantes desafios.  Essa teoria mostra-se adequada para atividades colaborativas e troca de ideias, como os modelos atuais de fóruns e chats. Vygotsky
  • 9. Skinner  A palavra chave da teoria de Skinner é comportamento. Para ele, a aprendizagem concentra- se na capacidade de estimular ou reprimir comportamentos, desejáveis ou indesejáveis.  Na sala de aula, a repetição mecânica deve ser incentivada, pois esta leva à memorização e assim ao aprendizado.  O ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado pode ser colocado sob condições de controle e sob comportamentos observáveis.
  • 10.  Os comportamentos são obtidos punindo o comportamento não desejado e reforçado ou incentivado o comportamento desejado com um estímulo, repetido até que ele se torne automático.  Dessa forma, segundo Skinner, a aprendizagem concentra-se na aquisição de novos comportamentos.  A aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços, de modo que se torna mecanizada.  De acordo com a teoria de Skinner, os alunos recebem passivamente o conhecimento do professor.  Em sua visão, conhecida como Behaviorismo, os comportamentos são obtidos pelo reforço - estímulo do comportamento desejado. Skinner
  • 11. John Watson  John Watson é considerado o pai da psicologia científica  Não nega a existência da consciência nem a possibilidade do indivíduo se auto-observar, mas considera que os estados de espírito bem como a procura das suas causas só podem interessar ao sujeito no âmbito da sua vida pessoal.  Watson considera que com Wundt a psicologia teve uma falsa partida pois este não foi capaz de romper com as concepções tradicionais.  Para se constituir como ciência, a psicologia teve de cortar com todo o passado e constituir-se como ramo objectivo e experimental da ciência.  Watson pretendia para a psicologia o mesmo estatuto da biologia.  limitar-se à observação externa
  • 12.  Segundo ele, só se pode estudar directamente o comportamento observável, isto é, a resposta do indivíduo (R) a m dado estimulo (E) do ambiente. E, tal como em qualquer outra ciência, cabe ao psicólogo decompor o seu objecto – o comportamento – nos seus elementos e explicá-los de forma objectiva, recorrendo ao método experimental.  estímulo é o conjunto de excitações que agem sobre o organismo. O estímulo pode ser assim qualquer elemento ou objecto do meio ou ainda qualquer manifestação interna do organismo  Para os behavioristas, a resposta é tudo o que o animal ou o ser humano faz. O comportamento é o conjunto de respostas objectivamente observáveis activadas por um conjunto complexo de estímulos, provenientes do meio físico ou social em que o organismo se insere. John Watson
  • 13. 11. O movimento behaviorista que se organizou nos EUA, a partir do século XX, representou a influência conjunta de várias tradições filosóficas, mas o termo “Behaviorismo” foi inaugurado por:  (A) Descartes.  (B) William James.  (C) Vygotsky.  (D) Skinner.  (E) John Watson.
  • 15. 12. Sabe-se que a Psicologia vem da Filosofia e que, com o avanço de seus estudos teóricos, surgiram três tendências, que deram origem às três escolas de que se constitui a Psicologia Científica. São elas:  (A) Associacionista, Estruturalista e Funcionalista.  (B) Fenomenológica, Comportamental e Humanista.  (C) Filosófica, Sociológica e Antropológica.  (D) Estruturalista, Behaviorista e Existencialista.  (E) Existencialista, Fenomenológica e Behaviorista.
  • 16.  Embora a psicologia científica tenha nascido na Alemanha, foi nos Estados Unidos que ela encontrou campo para um rápido crescimento. É ali que surgem as primeiras abordagens ou escolas em Psicologia, as quais deram origem as inúmeras teorias que existem atualmente.
  • 17. Estruturalismo  Esta teoria era defendida por Wilhelm Wundt, que foi o “pai” da psicologia experimental, e que dizia que o objecto de estudo deveria ser o pensamento mental consciente. Com esta teoria, Wundt pretendia, através da introspecção estudar as emoções e os sentimentos de cada pessoa, permitindo a cada pessoa conhecer- se mais profundamente. Pode dizer-se que uma pessoa é constituída pelos seus sentimentos e sensações, que organizados constituem a sua consciência.
  • 18. Associacionismo  O associacionismo foi criado por Edward Lee Thorndike e é resultante de um processo de associação de ideias, das mais simples às mais complexas, resultando assim nas diversas acções humanas. Nesta teoria da aprendizagem, surgiu a lei de causa-efeito, e acerca dela, Edward Lee Thorndike realizou diversas experiências com animais, com vista a conseguir prová-la. Nas suas experiências, ele observou que se desse alguma recompensa aos animais conseguiria que eles fizessem o que ele queria, e na sua opinião, o comportamento humano, nesta vertente, assemelhava-se ao comportamento animal.
  • 19. Funcionalismo  O funcionalismo foi criado por William James, que defendia que os psicólogos deveriam utilizar a introspecção, de maneira a estudar o funcionamento dos processos mentais e outros temas como os processos mentais das crianças, dos animais, a anormalidade e as diferenças individuais entre as pessoas. Na opinião de William James, o homem realizava as suas acções, com base na função que desempenhava na sociedade.
  • 20. Behaviorismo  Esta teoria também conhecida como teoria de estímulo- resposta foi criada por John Watson numa época em que dominava a filosofia e o estudo do consciente. John Watson defendia que a psicologia se deve limitar ao estudo dos comportamentos observáveis, portanto um dado estímulo pode ser a causa de determinada resposta e essa mesma pode ser precedida deste. John Watson acreditava que um estímulo provoca sempre a mesma resposta pelo que não só seria possível prever os comportamentos, mas igualmente controlar a produção desses comportamentos. Ele defendia também que a genética não tem qualquer influência sobre os seres vivos, mas sim apenas e só o meio em que estão inseridos
  • 21. Construtivismo  O construtivismo foi criado por Jean Piaget, que o definia como a teoria do desenvolvimento do conhecimento em resultado de uma interacção com o meio. Piaget procurou determinar os processos de construção do conhecimento desde as suas formas mais elementares até níveis superiores, nomeadamente o conhecimento científico. Para Piaget o indivíduo não é um simples resultado do meio (tese behaviorista), nem é simplesmente determinado hereditariamente.O seu desenvolvimento é determinado pela interacção entre factores internos (orgânicos, hereditários) e factores externos (meio).
  • 22. Gestaltismo  O gestaltismo foi criado por Kurt Koffka, Max Wertheimer, Wolfgang Kohler , e foi desenvolvido pela necessidade da existência de uma teoria que, não esquecesse o valor e a necessidade da experimentação científica. Os seus fundadores consideravam o objectivo da Psicologia como sendo o estudo da experiência de um organismo, no seu todo, com ênfase na percepção, ocupando-se da análise dos elementos essenciais que existem nos processos de organização, reunindo os elementos da experiência numa unidade complexa.
  • 24. 14. O termo consciência indica o conhecimento compartilhado com o outro e, por extensão, o conhecimento “compartilhado consigo mesmo”, apropriado pelo indivíduo. A palavra consciência tem, pelo menos, três acepções diferentes que são:  (A) fenomenológica, fisiológica e cultural.  (B) psicológica, antropológica e filosófica.  (C) cultural, filosófica e psicológica.  (D) neuropsicológica, psicológica e ético-filosófica.  (E) neuropsicológica, fisiológica e etnológica.
  • 25. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA (Semiologia da atividade psíquica basal)  campo da consciência em cada instante da existência: percepção, imaginação, fantasia, linguagem, sentimentos, necessidades, humor, atividade psicomotora.  Para Jaspers, a consciência é “a vida psíquica em um determinado momento”, já que a cada momento do tempo (em que agimos, pensamos, refletimos ou sonhamos) corresponde uma experiência vivenciada correlativamente a uma certa ordem ou a uma certa desordem. 
  • 26.  A palavra “consciência” em português tem 3 grandes acepções diferentes:  1- definição neuropsicológica – sentido de estado vigil, que iguala a consciência ao grau de clareza do sensório. Consciência é estar desperto, acordado, vigil, lúcido. Fala-se, nesse caso, de nível de consciência.
  • 27.  2- definição psicológica – soma total das experiências conscientes de um indivíduo em um determinado momento. É a dimensão subjetiva da atividade psíquica do sujeito que se volta para a realidade. Na relação do eu com o meio ambiente, a consciência é a capacidade de o indivíduo entrar em contato com a realidade, perceber e conhecer os seus objetos.
  • 28.  3- definição ético-filosófica – consciência se refere, aqui, à capacidade de tomar ciência dos deveres éticos e assumir as responsabilidades, direitos e deveres concernentes a essa ética. A consciência ético-filófica é um atributo do homem desenvolvido e responsável.
  • 29. Alterações normais da consciência:  O sono normal. - O sonho - Psicanálise (Freud).  Sono normal – é um estado especial da consciência que ocorre de forma recorrente e cíclica nos organismos superiores. Há duas fases do sono:  Sono sincronizado – não-REM – sem movimentos oculares rápidos. Sono dessincronizado – REM – com movimentos oculares rápidos. (A sigla REM deriva do inglês rapid eyes moviment).  O sono não-REM apresenta 4 estágios:  1. mais leve e superfical. 2. um pouco menos superficial. 3. sono profundo.  4. sono mais profundo.
  • 30. Alterações patológicas da consciência:  a) Quantitativas – rebaixamento do nível da consciência:  1. Obnubilação ou turvação da consciência - (sonolento ou parecendo desperto) - grau leve a moderado  2. Sopor – sonolento. 3. Coma – é o grau mais profundo – ausência de qualquer indício de consciência.
  • 31. Síndromes psicopatológicas associadas ao rebaixamento do nível da consciência: 1. Delirium – termo que designa as síndromes confusionais agudas. Ocorre desorientação temporo-espacial, angústia, agitação ou lentificação psicomotora, ilusões e alucinações visuais, piora ao anoitecer. Atenção: não confundir delirium (quadro sindrômico com alteração do nível de consciência) com delírio (alteração do juízo de realidade, idéias delirantes). 2. Estado onírico – estado semelhante a um sonho muito vívido. Alucinação visual intensa com caráter cênico: cenas complexas, ricas em detalhes, às vezes terríficas. Angústia, temor, pavor. O doente grita, se debate na cama, tem sudorese profusa. Há geralmente uma amnésia consecutiva ao período em que o doente permanece em estado onírico. Ocorre em: - psicoses tóxicas. - síndrome de abstinência de drogas (especialmente no delirium tremens). - quadros febris tóxico-infecciosos.
  • 32. b) Qualitativas – alteração parcial ou focal do campo da consciência. Uma parte do campo da consciência está alterada e outra não. Quase sempre há também uma diminuição do nível de consciência. 1- Estados crepusculares – estreitamento transitório do campo da consciência com a conservação da atividade psicomotora global, podendo apresentar atos automáticos. Surge e desaparece de modo abrupto, duram de poucas horas a algumas semanas. Em geral, ocorrem atos explosivos violentos e episódios de descontrole emocional. Quadros histéricos agudos, epilepsias, intoxicações. 2- Dissociação da consciência – estado segundo – divisão do campo da consciência. Quadros histéricos. 3- Transe – semelhante ao sonho acordado. Atividade motora automática e estereotipada com suspensão parcial dos movimentos voluntários. Ocorre em contextos religiosos – transe religioso, que deve ser diferenciado do transe histérico – estado dissociativo da consciência relacionado a conflitos pessoais e transtornos psicopatológicos.
  • 33. 14. O termo consciência indica o conhecimento compartilhado com o outro e, por extensão, o conhecimento “compartilhado consigo mesmo”, apropriado pelo indivíduo. A palavra consciência tem, pelo menos, três acepções diferentes que são:  (A) fenomenológica, fisiológica e cultural.  (B) psicológica, antropológica e filosófica.  (C) cultural, filosófica e psicológica.  (D) neuropsicológica, psicológica e ético-filosófica.  (E) neuropsicológica, fisiológica e etnológica.
  • 35. 15 O estado hipnótico é um estado de consciência reduzida e de atenção concentrada, que pode ser induzido por uma outra pessoa (hipnotizador). É um estado de consciência que corresponde ao(à):  (A) delírio.  (B) sonambulismo.  (C) Sono Rem.  (D) transe.  (E) alucinação.
  • 37. 16. Segundo Lagache, in PICHON-RIVIÈRE, Teoria do Vínculo, o campo psicológico oferece ao investigador cinco classes principais de dados, que são:  (A) interpretação, formulação, adesão, integração e solidariedade.  (B) fantasias, conversões histéricas, dimensões do eu, modificações somáticas e sentimento de culpa.  (C) conduta, realização social, aculturação, solidariedade e modificações comportamentais.  (D) integração, solidariedade, socialização, aculturação e investimento pessoal.  (E) contorno, conduta, vivência, modificações somáticas e produto das atividades do sujeito.
  • 38. PICHON - RIVIERE  Segundo Lagache, o campo psicológico oferece ao investigador cinco classes principais de dados:
  • 39. 1) o entourage ou contorno.  Este é concebido como uma totalidade, como um conglomerado de situações e de fatores humanos e físicos que estão em permanente interação. A situação interpessoal estudada profundamente e que serve de modelo para todo tipo de investigação é a situação analítica. A interação entre analista e paciente em uma dada situação, em um meio e contorno determinados, reproduz mais ou menos as condições de uma situação experimental;
  • 40.  2) a conduta exterior espontânea ou provocada, acessível a um observador, com a ajuda ou não de instrumentos, que compreende as diversas formas de comunicação, em particular a palavra;
  • 41.  3) a vivência, ou seja, a experiência vivida, inferida pela conduta exterior e comunicada verbalmente pelo sujeito. Ela nos dá informações sobre os aspectos psicológicos da existência. Anteriormente, estabelecia-se uma divisão entre conduta exterior e vivência, duas correntes psicológicas que disputavam a supremacia de um ou da outra. O behaviorismo levava em consideração apenas o aspecto exterior da conduta, enquanto que a psicologia fenomenológica existencial leva em consideração a vivência. Tudo isso como se não existisse relação entre conduta e vivência, como se não formassem um todo em um determinado momento, no aqui-agora de qualquer situação. A tarefa fundamental do psicólogo, do sociólogo e do psicanalista é a investigação no aqui-agora de uma determinada situação, aquilo que está acontecendo;
  • 42.  4) as modificações somáticas objetivas surgidas em uma determinada situação;  5) os produtos da atividade, tais como um manuscrito, uma obra de arte, um teste psicológico, um relato, etc. de modo que o campo psicológico estuda o contorno, a conduta exterior, a vivência, as modificações somáticas e os produtos da atividade do sujeito. Estes cinco elementos podem ser vistos e estudados na situação analítica.
  • 43. 16. Segundo Lagache, in PICHON-RIVIÈRE, Teoria do Vínculo, o campo psicológico oferece ao investigador cinco classes principais de dados, que são:  (A) interpretação, formulação, adesão, integração e solidariedade.  (B) fantasias, conversões histéricas, dimensões do eu, modificações somáticas e sentimento de culpa.  (C) conduta, realização social, aculturação, solidariedade e modificações comportamentais.  (D) integração, solidariedade, socialização, aculturação e investimento pessoal.  (E) contorno, conduta, vivência, modificações somáticas e produto das atividades do sujeito.
  • 45. 17. Atentar contra a própria vida não pode ser considerado um evento normal na história da pessoa. O suicídio passivo é observado através de atitudes autodestrutivas como:  (A) intoxicações exógenas como ingestão de psicofármacos e outros produtos químicos.  (B) negligência ao tratamento e não-observância das orientações médicas.  (C) cortes no corpo (predominantemente pulsos) e uso de armas de fogo.  (D) quedas ou provocação deliberada de acidentes.  (E) simples reação desvinculada de amor próprio.
  • 47. 18. Para Bion, in MINICUCCI (2001), o grupo trabalha no nível de tarefa, no sentido de colaboração e cooperação. Esse processo ocorre no(s) nível(eis):  (A) interativo.  (B) inconsciente.  (C) subconsciente.  (D) consciente.  (E) consciente e inconsciente.
  • 48. A "DINÂMICA DE GRUPOS" DE BION E AS ORGANIZAÇÕES DE TRABALHO  grupos de trabalho e dos fenômenos emocionais subjacentes a eles  grupos na ala de reabilitação de militares do Hospital  : o período grupal, o período psicótico, o período epistemológico e o último período.
  • 49. Os Grupos Terapêuticos  No grupo terapêutico, Bion não estabelecia nenhuma regra de procedimento e não adiantava qualquer agenda. Ele procurava convencer "grupos de doentes a aceitar como tarefa o estudo de suas tensões".  A Teoria de Funcionamento dos Grupos  grupo de trabalho ou grupo refinado  grupos de base, ou mentalidade grupal ou ainda grupos de pressupostos básicos.
  • 50. Grupo de Trabalho  Por grupo de trabalho entende-se a reunião de pessoas para a realização de uma tarefa específica, onde se consegue manter um nível refinado de comportamento distinguido pela cooperação. Cada um dos membros contribui com o grupo de acordo com suas capacidades individuais, e neste caso, consegue- se um bom espírito de grupo.
  • 51. Espírito de grupo  - A existência de um propósito comum;  - Reconhecimento comum dos limites de cada membro, sua posição e sua função em relação às unidades e grupos maiores;  - Distinção entre os subgrupos internos;  - Valorização dos membros individuais por suas contribuições ao grupo;  - Liberdade de locomoção dos membros individuais dentro do grupo;  - Capacidade do grupo enfrentar descontentamentos dentro de si e de ter meios de lidar com ele;
  • 52. Mentalidade de Grupos  "a expressão unânime da vontade do grupo, à qual o indivíduo contribui por maneiras das quais ele não se dá conta, influenciando-o desagradavelmente sempre que ele pensa ou se comporta de um modo que varie de acordo com os pressupostos básicos"  Ela funcionaria de forma semelhante ao inconsciente para o indivíduo.  "padrão de comportamento
  • 53. Pressupostos Básicos  explicar os fenômenos grupais a partir da libido (instinto sexual).  dependência, acasalamento e luta-fuga  "existe um objeto externo cuja função é fornecer segurança para o organismo imaturo".  "está por vir um novo grupo melhorado" ou que o grupo futuramente atenderá às necessidades pessoais de seus membros e o autor às vezes se refere a este pressuposto como "esperança messiânica", mas o denominou como "acasalamento" em uma clara acepção à origem psicanalítica do termo.  "estamos reunidos para lutar com alguma coisa ou dela fugir".
  • 54. 18. Para Bion, in MINICUCCI (2001), o grupo trabalha no nível de tarefa, no sentido de colaboração e cooperação. Esse processo ocorre no(s) nível(eis):  (A) interativo.  (B) inconsciente.  (C) subconsciente.  (D) consciente.  (E) consciente e inconsciente.
  • 56. 19. Segundo MINICUCCI (2001), Moreno estudou a chamada “dinâmica da neutralidade”, verificando que a inércia social se deve principalmente a fatores de ordem:  (A) cultural.  (B) psíquica.  (C) biopsicossocial.  (D) natural.  (E) socioeconômica.
  • 57. Jacob Moreno  Psicodrama e Sociodrama e Sociometria  “Teatro do Improviso” ou “Teatro Espontâneo”,  descobrir, aprimorar e utilizar os meios que facilitem o predomínio de relações télicas sobre relações transferências, no sentido moreniano  o indivíduo deve ser concebido e estudado através de suas relações interpessoais.  Ao nascer, a criança é inserida num conjunto de relações, primeiramente com sua mãe (que é seu primeiro ego auxiliar), seu pai, irmãos, avós, tios, etc.; este conjunto foi denominado de Matriz de Identidade.
  • 58.  O homem para Moreno é um indivíduo social, pois nasce em sociedade e necessita dos outros para sobreviver, sendo apto para conviver com os demais.  Assim, ele criou a Socionomia, que significa o estudo das leis que regem o comportamento social e grupal  A Sociodinâmica estuda o funcionamento (ou dinâmica) das relações interpessoais.
  • 59.  Tem como método de estudo o role-playing, que permite ao indivíduo atuar dramaticamente diversos papéis, desenvolvendo deste modo um papel espontâneo e criativo
  • 60.  A espontaneidade, a criatividade e a sensibilidade são recursos inatos do homem.  O homem nasce espontâneo e deixa de sê-lo devido a fatores adversos tanto do ambiente afetivo-emocional (Matriz de Identidade e átomo social), quanto do ambiente social em que a família se insere (rede sociométrica e social).  A Revolução Criadora moreniana propõe o rompimento com os padrões de comportamento, valores e formas estereotipadas de participação na vida social, que acarretam a automatização do homem (conservas culturais).
  • 61.  Segundo Moreno, a criança aos poucos, com o desenvolvimento de um fator inato, chamado Tele, vai distinguindo objetos e pessoas, sem distorcer seus aspectos essenciais; assim Tele é a capacidade de perceber de forma objetiva o que ocorre nas situações e o que se passa entre as pessoas.  A empatia é a captação, pela sensibilidade dos sentimentos e emoções de alguém ou contidas, de alguma forma, em um objeto. Assim, Moreno escreveu certa vez que “o fenômeno Tele é a empatia ocorrendo em duas direções”.
  • 62.  Segundo Moreno, a transferência equivalia ao embotamento ou à ausência do fator Tele, e como o Psicodrama tinha por objetivo reavivar a espontaneidade e o Tele, a recuperação destes, seriam fatores de saúde mental e criatividade, superando o apego desfavorável a situações do passado. Uma parte do teste sociométrico, o “perceptual”, verifica a capacidade de cada elemento de um grupo de captar os sentimentos e expectativas dos outros em relação a ele.
  • 63.  O encontro é a experiência essencial da relação télica , é apelo para a sensibilidade do próximo, é apelo da espontaneidade.
  • 64. 20. Segundo Gustav Jung, in DALGALARRONDO (2000), o self:  (A) “...no desenvolvimento e autoconhecimento pessoal, possibilita ocupar o centro da personalidade”.  (B) “...se caracteriza por duas atitudes básicas de extroversão e introversão”.  (C) “...é a capacidade afetiva e emocional do sujeito”.  (D) “...é uma percepção inconsciente de como os fenômenos psíquicos ocorrem”.  (E) “...é uma capacidade de adaptação que o indivíduo desenvolve ao longo da vida”.
  • 66. 21. Erich Fromm (1900-1980) postulou a existência de cinco necessidades específicas que se originam das condições da existência humana, entre as quais NÃO se inclui a de:  (A) identidade.  (B) transcendência.  (C) relacionamento.  (D) segurança.  (E) poder.
  • 67. Erich Fromm  Psicanálise com a teoria marxista, integrando fatores sócio- econômicos aos tradicionais mecanismos de tratamento das neuroses  Segundo o psicanalista, o homem é o produto de princípios culturais e biológicos. Assim, ele desafia os preceitos freudianos, que destacam somente a esfera do inconsciente.  Suas obras abordam continuamente as questões ligadas à violência, aos regimes totalitários, à alienação social, aohumanismo. Seu ponto de vista humanista cativou profissionais do campo da Sociologia, da Filosofia e daTeologia. 
  • 68.  Influenciado profundamente pela obra de Karl Marx, ele faz uma analogia entre os conceitos marxistas e os freudianos, tentando estabelecer entre ambos uma relação dialética, à procura de uma síntese destas idéias  Usa Freud pra explicar Marx
  • 69.  Segundo Erich Fromm, o indivíduo cultivou interiormente sentimentos de desamparo e solidão, pois perdeu o contato com sua dimensão mais humana, deixou de ampliar suas virtudes, e assim tornou-se incapaz de interagir com os mesmos aspectos essenciais das outras pessoas. É a este processo que ele chama de alienação social, oculta por trás das personas de cada um, mas mesmo assim capaz de exercer um impacto sinistro sobre a Humanidade.
  • 70.  Ao mesmo tempo em que o homem avança materialmente, ele se aparta cada vez mais dos outros seres, é o que Erich Fromm expõe em sua obra Medo da Liberdade. Desta forma, a liberdade tão almejada torna-se uma armadilha assustadora da qual ele tenta fugir através da conquista de recursos financeiros e da guerra pelo poder, por meio de uma passividade absoluta diante do autoritarismo, ou ainda pelas vias do conformismo social.
  • 72. 22. BOCK (1995) afirma que “...a função primordial é buscar a origem do sintoma, ou do comportamento manifesto, ou do que é verbalizado, isto é, integrar os conteúdos inconscientes na consciência, com o objetivo de cura ou de autoconhecimento”. Esta definição indica a abordagem:  (A) behaviorista.  (B) cognitivista.  (C) psicanalítica.  (D) neoanalítica.  (E) interacionista.
  • 74. 23. DALGALARRONDO (2000) classifica as alterações do Processo de Pensar em curso, forma e conteúdo do pensamento. Quanto ao curso do pensamento, as principais alterações são classificadas em quatro tipos, das quais NÃO faz parte a de:  (A) aceleração do pensamento.  (B) lentificação do pensamento.  (C) bloqueio ou interceptação do pensamento.  (D) descarrilhamento do pensamento.  (E) roubo do pensamento.
  • 76. O Pensamento e suas Alterações Elementos que constituem o pensamento:  Conceito – elemento puramente cognitivo estrutural do pensamento. Ex.: Cadeira  Juízo – relações significativas entre conceitos. Ex.: cadeira + utilidade  Raciocínio – relação de juízos Lógico Conclusão
  • 77. Dimensões do Processo de Pensar: • Modo como flui, velocidade e ritmo.Curso • Arquitetura do conteúdos.Forma • Tema, assunto.Conteúdo
  • 79. Alterações do processo de pensar 1 - Curso do Pensamento 1.1- Aceleração Ocorre na mania, esquizofrenia, ansiedade intensa e psicoses tóxicas.
  • 80. Alterações do processo de pensar 1.2- Lentidão Ocorre nas depressões graves, rebaixamento do nível de consciência, intoxicações por sedativos e em quadros psicorgânicos.
  • 81. Alterações do processo de pensar  Bloqueio ou Interceptação do Pensamento – interrupção brusca do pensamento. - Quase que exclusivamente na esquizofrenia;  Roubo do pensamento – pensamento roubado por força ou ente estranho.O individuo pensa estar sendo manipulado. - Ocorre na esquizofrenia.
  • 83. Alterações do processo de pensar 2 - Forma do Pensamento 2.1 – Fuga de idéias – afastamento das ideias principais, sem prejuízo manifesto. - Secundário à aceleração; - Estímulos externos podem causar pensamentos por assonância. Ex.: amor, flor Ocorre em síndromes maníacas
  • 84. Alterações do processo de pensar 2. 2 – Dissociação do Pensamento – incoerente, não segue uma seqüência lógica. - Fase inicial pode ser discreta - Com agravamento pode vir a ser incompreensível - Ocorre em alguns casos da esquizofrenia.
  • 85. Alterações do processo de pensar 2.3 – Afrouxamento das Associações – há lógica, mas as ideias não são bem articuladas. Ocorre nas fases iniciais da esquizofrenia e transtornos de personalidade;
  • 86. Alterações do processo de pensar 2.4 – Descarrilhamento do Pensamento – desvio do curso normal (vai e volta) - Quando muito longo ou frequentes pode não mais captar a sequência logica - Pode estar associado à distraibilidade ou a patologias. Ocorre na esquizofrenia ou em síndromes maníacas.
  • 87. Alterações do processo de pensar 2.5 – Desagregação do Pensamento - perda profunda e radical dos enlaces associativos e da coerência. “Pedaços” de pensamento sem articulação. Ocorre na esquizofrenia; Obs.: na esquizofrenia ocorre a seqüência de gravidade
  • 89. Alterações do processo de pensar 3.- Conteúdo do Pensamento - Alguns autores consideram os delírios como alterações do conteúdo do pensamento. - Para Paulo Dalgalarrondo, é algo que preenche a estrutura do processo do pensar (temática); - Há tantos conteúdos quantos são os interesses do ser humano.
  • 90. Alterações do processo de pensar  O que está patologicamente alterado não é o conteúdo, mas a atribuição de realidade que é dada.
  • 91. Alterações do processo de pensar  A importância do conteúdo tem haver com o ambiente, a cultura, a estrutura psicológica, e neuropsicológica do indivíduo.
  • 92. 24. A Síndrome de Dependência do Álcool (SDA) é definida como “um estado psíquico e físico, resultante da ingestão repetitiva de álcool, incluindo uma compulsão para ingerir bebidas alcoólicas de modo contínuo ou periódico, havendo a perda do controle”. Os fenômenos abaixo são característicos da SDA, EXCETO um. Identifique-o.  (A) Empobrecimento do repertório – o padrão de ingestão é cada vez mais estereotipado e repetitivo.  (B) Relevância da bebida – o indivíduo não obtém gratificação de outras fontes.  (C) Aumento da tolerância – a tolerância é cada vez maior, podendo diminuir nas fases terminais.  (D) Dimensão fisiológico-nutritiva – relacionada a aspectos metabólicos, endócrinos e neuronais.  (E) Sintomas repetitivos de abstinência – o indivíduo vai acrescentando ao seu curriculum os vários episódios de abstinência ou de delirium tremens.
  • 94.  Já a síndrome de dependência de álcool (SDA) é definida como um estado psíquico e físico resultante da ingestão repetitiva de álcool, incluindo a compulsão para ingerir bebidas alcoólicas de modo contínuo ou periódico, havendo a perda do controle. O fenômeno de tolerância geralmente está presente. Os aspectos ca- racterísticos da SDA são:
  • 95.  Empobrecimento do repertório. O padrão de ingestão de álcool é cada vez mais estereotipado e repetitivo.  Relevância da bebida. O indivíduo não obtém gratificação de outras fontes, apenas do álcool.  Aumento da tolerância ao álcool. A tolerância é cada vez maior, podendo diminuir nas fa- ses terminais do alcoolismo.  Sintomas repetitivos de abstinência. O indivíduo vai acrescen- tando ao seu curriculum os vários episódios de abstinência ao álcool ou mesmo de delirium tremens.
  • 96.  Esquiva ou busca de alívio para os sintomas de abstinência. O indivíduo passa a apresentar o comportamento de beber logo pe- la manhã para aliviar o desconforto de uma abstinência incipiente.  Compulsão para beber. É entendida como sinônimo de perda do controle. Para Jellinek (1960), era o elemento central do alcoolismo.  Reinstalação mais rápida da tolerância após a abstinência. O fenômeno de tolerância, que inicialmente demora anos para se instalar, pode reinstalar-se com muita rapidez em alcoolistas após meses de abstinência.  8. Negação. O alcoolista crônico, embora muitas vezes já se apre- sente gravemente comprometido pelo uso regular do álcool, tanto do ponto de vista físico como psicossocial, nega terminantemen- te que o álcool seja um problema em sua vida, que abusa do álcool, que não consegue parar de beber, que é dependente e que perdeu o controle sobre o seu padrão de ingesta (Duffy, 1995).
  • 97.  Para Sonenreich (1971), o alcoolismo deve ser definido como a perda da liber- dade de escolher entre beber e não beber, assim como com quem e onde beber. Há certa concordância de que o alcoolismo deva ser diagnosticado com base em três dimensões:
  • 98.  1. Dimensão física. Verificam-se aqui as alterações de saúde física decorrentes do uso repetitivo do álcool, produzindo, por exemplo, gastrite, esofagite, hepatite, pan- creatite, cirrose, neuropatia peri- férica, síndrome de abstinência ao álcool, delirium tremens, síndrome de Wernicke-Korsakoff, alterações cognitivas e demência alcoólica, etc.  2. Dimensão psicológica. Irritabi- lidade, ansiedade, depressão, agressividade, insônia, perda de auto-estima, etc.  3. Dimensão social. Problemas no relacionamento matrimonial e fa- miliar, dificuldades no trabalho e nos estudos (faltas, acidentes, de- semprego, etc.), acidentes de trân- sito, problemas legais, desmorali- zação, perda de crítica e julgamen- to moral, isolamento social, etc.
  • 99.  Alguns quadros psicopatológicos característicos ocorrem em associação com a SDA. Dignos de nota são o delirium tremens, a alucinose alcoólica, o delírio de ciúmes dos alcoolistas e a embriagues patológica.
  • 100.  O delirium tremens é uma forma gra-ve de síndrome de abstinência ao álcool, em que ocorrem, além dos sintomas clássicos do delirium (rebaixamento do nível de consciência, confusão mental, desorien- tação temporoespacial, etc.), intensas manifestações autonômicas (como tremores, febre, sudorese profusa, etc.), ilusões e alucinações visuais e táteis marcantes, princi- palmente com insetos e pequenos animais (zoopsias).
  • 101.  A alucinose alcoólica pode ocorrer durante a síndrome de abstinência, mas é mais comum em períodos independentes dela, estando o indivíduo sóbrio (com o sensório claro) ou alcoolizado. Caracteriza- se por alucinações audioverbais de vozes que, tipicamente, falam do paciente na ter- ceira pessoa (“O João é mesmo um sem- vergonha, um frouxo”, etc.) ou falam com ele humilhando-o, desprezando-o. O alcoolista pode ou não ter crítica de tal ex- periência. A alucinose alcoólica pode durar apenas horas ou dias, mas também po- de persistir por meses e até algum tempo mesmo após o paciente haver parado de beber.
  • 102.  O delírio de ciúmes dos alcoolistas é também bastante típico. Em geral o indi- víduo passa a acreditar plenamente no fato de que sua esposa ou companheira o trai de modo vil, com muitos homens, com seu melhor amigo, com toda a vizinhança, etc. Sente-se profundamente humilhado com tal “traição”. Muitas vezes esse delírio se insere em uma dinâmica social e conjugal particular. O paciente, já dependente do álcool há meses ou anos, perdeu seu inte- resse afetivo e sexual pela esposa (afinal, sua “paixão” é o álcool); também pode apresentar dificuldades para a ereção (neuropatia alcoólica); é hostilizado pela esposa, pois com freqüência a agride ver- bal ou fisicamente; perdeu seu emprego; está desmoralizado diante dos filhos e dos amigos. Nesse contexto, portanto, o delí- rio de ciúmes ganha um sentido psicológi- co, pelo menos em parte, compreensível. Não é raro que tal delírio termine com o homicídio da mulher e/ou com o suicídio do alcoolista.
  • 103. 26 Pichon-Rivière retrata de forma bem explícita a patologia do vínculo “... a maneira particular pela qual cada indivíduo se relaciona com outro ou outros, criando uma estrutura particular a cada caso e a cada momento, esse chamado de vínculo.” Parte-se então do vínculo normal, até se chegar à alteração do vínculo, chamado patológico. O vínculo paranoico caracteriza- se:  (A) por estar permanentemente carregado de culpa e expiação.  (B) pela desconfiança, pela exigência que o sujeito experimenta em relação aos outros.  (C) pela relação com o controle e a ordem.  (D) pela relação que o indivíduo estabelece com os outros através de seu corpo, da saúde e da queixa.  (E) pela representação, sendo sua principal característica a plasticidade e a dramaticidade.
  • 105.  PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do Vínculo. São Paulo: Martins Fontes, 2000.  Pichon-Rivière ressalta a necessidade de complementar a investigação psicanalítica com a investigação social, que orienta em uma tríplice direção: psicossocial, sociodinâmica e institucional. Aborda o homem concebendo-o em uma só dimensão, a humana; mas ao mesmo tempo concebe a pessoa como uma totalidade integrada por três dimensões: a mente, o corpo e o mundo exterior.
  • 106.  A teoria do vínculo considera o indivíduo como resultante do interjogo entre o sujeito e os objetos internos e externos, em relação de interação dialética, que se expressa através de certas condutas.  O vínculo é concebido como uma estrutura dinâmica em contínuo movimento, que engloba tanto o sujeito quanto o objeto, tendo esta estrutura características consideradas normais e alterações interpretadas como patológicas.
  • 107.  De acordo com Pichon, para compreender o delírio é fundamental investigar o conjunto de forças que atuam no meio familiar do qual emerge a doença mental. O delírio, assim, é compreendido como uma tentativa de solucionar um conflito e reconstruir seu mundo individual, principalmente o familiar, e o social.
  • 108.  O vínculo configura uma estrutura dinâmica em contínuo movimento, acionada por motivações psicológicas, cujo resultado é determinada conduta que tende a se repetir tanto na relação interna quanto externa com o objeto. É o vínculo interno que condiciona muitos dos aspectos externos e visíveis da conduta do sujeito. Os vínculos internos e externos se integram.
  • 109.  Existem três dimensões de investigação, que se integram sucessivamente – a investigação do indivíduo, a do grupo e a da instituição ou sociedade, permitindo três tipos de análise: a psicossocial (parte do indivíduo para fora), a sociodinâmica (analisa o grupo como estrutura) e a institucional (toma todo um grupo, instituição ou país como objeto de investigação).
  • 110.  O vínculo paranóico caracteriza-se pela desconfiança;  o depressivo pela carga de culpa e expiação; o hipocondríaco é estabelecido por meio do corpo, da saúde e da queixa;  o vínculo histérico é baseado na representação, caracterizado pela plasticidade e dramaticidade (o paciente está representando alguma coisa com a sintomatologia).
  • 111.  Na histeria de angústia o vínculo se caracteriza pelo medo;  na fobia o medo pode ser do interior (claustrofobia) ou exterior (agorafobia).  Na histeria de conversão a expressão de fantasia se dá pela linguagem do corpo, ou seja, através dos órgãos e suas funções podem ser expressos conteúdos inconscientes.  Na neurose obsessiva o vínculo se caracteriza pelo controle do outro;  na psicose os vínculos paranóide, depressivo ou maníaco também são vínculos de controle, porém mais rápidos e operantes quanto à paralisação do objeto.
  • 112.  A investigação psicossocial analisa a parte do sujeito que se expressa para fora, que se dirige aos diferentes membros que o rodeiam.  O estudo sociodinâmico analisa as diversas tensões existentes entre todos os membros do grupo familiar do paciente.  A análise institucional investiga os grandes grupos, sua estrutura, origem, composição, história, economia, política, ideologia etc.
  • 113.  Porta-voz: é aquele que expressa as ansiedades do grupo, ele é o emergente que denuncia a ansiedade predominante no grupo a qual está impedindo a tarefa;  Bode expiatório: é aquele que expressa a ansiedade do grupo, mas diferente do porta-voz, sua opinião não é aceita pela grupo, de modo que este não se identifica com a questão levantada gerando uma segregação no grupo, pode- se dizer dele como depositário de todas as dificuldades do grupo e culpado de cada um de seus fracassos;  Líder: A estrutura e função do grupo se configuram de acordo com os tipos de liderança assumidos pelo coordenador, apesar de a concepção de líder ser muito singular e flutuante. O grupo corre o risco de ficar dependente e agir somente de acordo com o líder e não como grupo;  Sabotador: é aquele que conspira para a evolução e conclusão da tarefa podendo levar a segregação do grupo;
  • 114. 27. “... um sujeito que está sempre em atitude de liderança, em uma atitude demagógica, trabalhando as pessoas ou controlando-as, mas sem ter uma comunicação direta com o outro”. Esta definição, de Pichon-Rivière, identifica uma psicopatologia. Qual é ela?  (A) Transtorno obsessivo-compulsivo.  (B) Transtorno bipolar.  (C) Esquizofrenia paranóide.  (D) Histeria de conversão.  (E) Psicopatia.
  • 116. 28. “... A percepção e a ação não podem ser separadas, constituem uma totalidade em permanente estruturação”. Ao descrever este conceito, Pichon-Rivière também registrou que a neurose se manifesta através de dificuldades na compreensão do outro ou na explicitação de seus conteúdos internos ao outro. Esta definição, e posterior comentário, fazem referência ao conceito da Psicologia:  (A) Behaviorista.  (B) Social.  (C) da Gestalt.  (D) do Desenvolvimento.  (E) de Traço.
  • 118. 29. “... O objeto mau está dentro do corpo, enquanto que o objeto bom está na mente ou fora, no mundo exterior. Por esta razão, se queixa do corpo, sente-se perseguido por dentro.” O paciente, com a ajuda do psicólogo aprende a reconhecer a natureza arcaica e infantil dessa situação interna e o caráter fictício da situação externa. Esta definição diz respeito à(ao):  (A) histeria.  (B) hipocondria.  (C) depressão.  (D) psicose reativa.  (E) transtorno obsessivo-compulsivo.
  • 120. 30 Sobre as síndromes psicorgânicas, no manejo do quadro de delirium, DALGALARRONDO (2000) sugere a atenção a quatro possíveis fatores etiológicos potencialmente lesivos ao sistema nervoso central, entre os quais NÃO se inclui a:  (A) amnéstica.  (B) hipoglicemia.  (C) hipóxia ou anóxia.  (D) hipertermia.  (E) deficiência de tiamina.
  • 122. 31. A Revolução Cognitiva de meados dos anos 60 marcou o conflito de uma tradicional abordagem psicológica, o Behaviorismo, com a incipiente Psicologia Cognitiva. Assinale a opção que apresenta, corretamente, em que estas abordagens divergiam.
  • 124. 32 O comportamento e a personalidade são produtos de tensões internas e conflitos inconscientes criados pelos desejos egoístas, quando restringidos pelas coerções sociais. Esta afirmativa se refere a uma abordagem na Psicologia:  (A) biológica.  (B) humanista.  (C) behaviorista.  (D) psicodinâmica.  (E) funcionalista.
  • 126. 33. O evento da hospitalização acarreta uma alteração no psiquismo do paciente. São dois os principais problemas a serem resolvidos pelos psicólogos em um ambiente hospitalar: a despersonalização do paciente e o significado social do adoecer. Assinale a afirmativa correta a respeito de um deles.  (A) Despersonalização é a perda de noção da realidade pelo distanciamento do paciente do seu meio familiar e de trabalho, gerando sua alienação.  (B) Despersonalização se refere ao fato de que um paciente perde suas referências espaço-temporais, em um fenômeno denominado de aestese.  (C) Despersonalização significa a desintegração dos valores do paciente em relação à sua vida, pois todas as perspectivas anteriores se perdem em função da possibilidade da morte.  (D) Adoecer indica em nossa sociedade a fugacidade da vida, o que conduz o paciente a aterradoras perspectivas de futuro.  (E) Adoecer, para nossa sociedade, significa ser improdutivo, o que é vergonhoso e deve ser ocultado, gerando sentimentos de culpa.
  • 128. Despersoanlização  Já em relação aos sentimentos frente à descoberta da doença, pode- se dizer que ocorre a despersonalização do paciente, que de acordo com Angerami-Camon (2003, p. 16), “deixa de ter o seu próprio nome e passa a ser um número de leito, ou então alguém portador de uma determinada patologia [...]. Deixa de ter significado próprio para significar a partir de diagnósticos realizados sobre sua patologia.” Para Rozenbaum (2008, p. 11), “ao ser internado, o paciente traz consigo sua história. Sofre um processo de despersonalização, [...]”. Essa despersonalização é exemplificada pela seguinte fala: “- Sentimentos [...] sentimento de não poder fazer muitas coisas, de perda [...] perdi tudo, a juventude, perdi o que eu tinha que viver, passei a depender dessas máquinas, é isso aí.” (Roberto).  
  • 129.  Assim, segundo Gorayeb (2001), no ambiente hospitalar encontra-se um indivíduo que tem que lidar com as alterações físicas consequentes do adoecimento, as mudanças decorrentes da despersonalização/anulação de identidade, pois este passa a ser um número de leito ou um indivíduo com determinada patologia, e com uma rotina diária distinta por estar em um ambiente destoante do que vivia. Neste contexto o psicólogo deve trabalhar a angústia, a fantasia, o medo e as dúvidas decorrentes desse processo de adoecer ou internação.
  • 130. 35. Dentro da segunda tópica da estrutura psíquica, Freud descrevia seus elementos componentes e as relações que determinavam os comportamentos e as enfermidades mentais. Assinale a opção que descreve corretamente as relações entre os componentes da estrutura psíquica humana.  (A) O id é a fonte de toda energia que move o indivíduo, de forma que o ego é dependente do id para atuar na realidade, enquanto que o superego só aparece quando o conflito psíquico se instaura e uma resolução deve ser definida.  (B) O superego, sendo o componente mais ligado à realidade, controla a expressão do ego e regula a liberação das energias pulsionais do id.  (C) O ego funciona como uma válvula de escape para o id, sede de todas as pulsões, sob a modulação de um censor munido de todas as coerções sociais que a cultura passaria, que é o superego, tendo que se expressar frente aos objetos reais que a realidade lhe fornece.  (D) A realidade é o princípio regulador da expressão do ego, este deve acatar às necessidades pulsionais vindas do superego, que são filtradas pelo id, que por sua vez é o detentor dos tabus sociais.  (E) O ego, que por ser o componente em contato com a realidade, carrega consigo todas as restrições morais que a cultura impõe ao indivíduo, enquanto que o id gera toda a energia psíquica que impulsiona à ação; esta superestrutura forma o superego.
  • 133. Conceitos Principais üDeterminismo Psíquico üICS – maior parte do aparelho psíquico üPré-CS e CS üPulsões – pressões que irigem um org para fins particulares: fonte (parte do corpo); finalidade, pressão e objeto. üPulsão de vida e pulsão de morte üLibido üCatexia – qnt de energia
  • 134. Conceitos Principais üEstrutura de personalidade üId – herdado, básico, original – reserv de energia üEgo – em contato com a realidade üSuperego – a partir do Ego üTrês senhores do Ego
  • 135. Fases do desenvolvimento üFixação üFase Oral - narcísica üFase Anal üFase Fálica (3ª) – castração, complexo de Édipo üFase genital – retorno da puberdade üSuperego – a partir do Ego
  • 136. Fixação Freud Abraham Fase Oral Fase Anal Fase Fálica 1 FO Sucção ESQ 2 FO Canib T.H. 1 FA Expulsiva Paranóia 1 FA retentiva Neurose Ob. Histeria Fóbica Angústia Conversiva LIMITROFES Fator Desencadeante Psicoses Neuroses
  • 137. 36. Constitui o Sistema Único de Saúde (SUS) o conjunto de ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais:  I - da Administração Direta;  II - da Administração Indireta;  III - das Fundações mantidas pelo Poder Público.   Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):  (A) I, apenas.  (B) II, apenas.  (C) I e II, apenas.  (D) II e III, apenas.  (E) I, II e III.
  • 139. 37. A Lei no 8.080/90, que, entre outros aspectos, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, estabelece que a participação da iniciativa privada no sistema Único de Saúde será em caráter  (A) obrigatório.  (B) prioritário.  (C) complementar.  (D) proporcional à participação do Poder Público.  (E) excepcional, restrito às entidades filantrópicas e sem fins lucrativos.
  • 141. 39. Em tempo de paz, os serviços de saúde das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde (SUS):  (A) apenas em situações emergenciais ou de calamidade pública na área de saúde.  (B) conforme convênio firmado para esse fim.  (C) por determinação unilateral dos Chefes dos Poderes Executivos Federal, Estadual ou Municipal.  (D) por determinação unilateral dos Comandantes da Marinha, Exército ou Aeronáutica.  (E) mediante autorização legislativa específica.