Startupbraga

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  1. 1. Quem Somos A evenSimpler é uma empresa tecnológica, com enfâse em soluções web, e planos para entrar no mobile. Constituída por 6 elementos, com formação na área das tecnologias de informação, a evenSimpler encontra-se a desenvolver dois projectos, ao abrigo do Passaporte para o Empreendedorismo e da RPGN. O primeiro é uma ferramenta de gestão escolar, prestes a iniciar a fase de testes junto de alguns estabelecimentos de ensino. O segundo é na área cultural e já cativou o interesse de investidores. https://www.linkedin.com/company/evensimpler?trk=company_name A Equipa Todos os elementos são alunos ou ex-alunos da universidade do Minho. André Carvalho – Licenciado em Ciências da Computação, encontra-se a frequentar o Mestrad o em Engenharia Informática nas unidades de Sistemas Inteligentes. Responsável pela manute nção da infraestrutura https://www.linkedin.com/pub/andr%C3%A9-carvalho/97/27/887 João Martins – Formado em Ciências da Computação, frequentou o Mestrado em Engenharia i nformática nas unidades de Engenharia de Serviços de Comunicações e Sistemas Ubíquos e Sis temas de suporte à Decisão. Encontra-se a acabar a sua tese e é o Responsável pela programaç ão. http://pt.linkedin.com/in/digama/pt Eduardo Fonseca – Licenciado em Ciências da Computação e com uma pós-graduação em Siste mas Inteligentes e Sistemas de Suporte à decisão. Estando responsável pela análise de mercad o, complementou os seus conhecimentos e soft skills, participando em vários workshops e pale stras na área. http://pt.linkedin.com/pub/eduardo-fonseca/97/23/6b3/ Francisco Dourado – A concluir a licenciatura em Ciências da Computação, é o elemento com maior experiência profissional. Eleito líder e actua como gestor dos projectos da equipa. http:/ /pt.linkedin.com/in/digama/pt Miguel Dias – Formado em Ciências da Computação e com o Mestrado em Engenharia Informá tica. É o responsável pelo desenho e manutenção das bases de dados. http://pt.linkedin.com/ pub/miguel-dias/19/43/74a/pt Ana Oliveira – Licenciada em Ciências da Computação e com uma pós-graduação em Engenhar ia de Serviços de Comunicações e Sistemas Ubíquos e Sistemas de Suporte à decisão. Responsá vel pela programação. http://pt.linkedin.com/pub/ana-oliveira/74/bb2/165 O quê O Chronos 2.0 é uma ferramenta de gestão escolar que se estende a todos os ciclos de estudo, desde a p ré-escola ao 12º ano. Esta ferramenta é constituída por um módulo base, com vários extras que podem ser adquiridos posteriormente. É vendida segundo um modelo de “Software as a Service” (SaaS), onde a ferramenta se encontra alojada online e os clientes pagam uma mensalidade pelo seu uso. Por sua vez, os clientes ao adquirirem a licença, desbloqueiam todas as funcionalidades do Chronos 2.0 a todos os es tabelecimentos pertencentes ao agrupamento, ao invés de apenas à sede (como sucede com muita da c oncorrência). Para além da venda da ferramenta em si, a equipa do Chronos presta um conjunto de serviços de config uração e manutenção de servidores e infraestrutura, bem como acções de formação e helpdesk incluída
  2. 2. s ou extra se necessárias. Por fim, é ainda possível contratar a equipa do Chronos 2.0 para desenvolver módulos que respondam a necessidades específicas de algum agrupamento. As funcionalidades desses módulos ficarão depois disp oníveis para serem adquiriras por outros clientes com necessidades semelhantes. Clientes O Chronos 2.0 destina-se a estabelecimentos de ensino (públicos ou privados) inseridos em agrupament os de escolas e que partilhem informação entre si e procuram manter um acompanhamento mais compl eto dos alunos, desde o ensino básico até ao secundário. Segundo os último dados da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciências, referente ao ano lectivo de 2011/2012 trata-se de um mercado cons tituído por 10311 estabelecimentos de ensino, com o norte a ser a área com maior número de escolas (3 685), seguido pela zona Centro (2945), Lisboa (1984), Alentejo (867) e Algarve (348). No fim surgem as r egiões autónomas dos Açores (262) e da Madeira (224). No caso dos privados, mesmo com necessidades de gestão diferentes, continuam a responder e a ter re sponsabilidades para com o Ministério da Educação e Ciência. Daí que o Chronos continue a ser uma ferr amenta útil na gestão e normalização de informação, também para os estabelecimentos privados. Para além do mercado português, alguns países da CPLP, como o Angola e Moçambique, têm investido recen temente na reestruturação dos seus sistemas de ensino. Uma oportunidade que não passa ao lado do C hronos. Problemas a resolver Para além de visitas a estabelecimentos e entrevistas com profissionais (professores, directores, funcion ários e reguladores[DGEstE]), tomou-se como base o “Estudo de Implementação da Plataforma Electróni ca de Apoio à Gestão Escolar da Rede Pública de Escolas do Ensino Básico e Secundário”, um estudo do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) do Ministério da Educação. Tendo-se identifi cado como um dos grandes desafios da informatização dos estabelecimentos de ensino era a necessidad e de manter a informação normalizada e acessível, citando os custos de investir na infra-estrutura, bem como a sua manutenção e gestão. Mas também criticavam a forma como algumas das ferramentas exist entes actuavam. Mais concretamente, estas apresentavam problemas como a falta de interoperabilidad e (por vezes até entre ferramentas da mesma empresa) ou respeito por padrões, falta de flexibilidade n a adaptação a novas necessidades (escassez de novas funcionalidades), bem como a ausência de segura nça ou redundância (back-up) da informação guardada. Para além do mais, a contratação destas ferram entas continuava a ser efectuada escola a escola, gerando ineficiência de investimentos e assimetrias (n ão havia centralização da informação, nem distribuição equitativa de recursos). O próprio conteúdo destas ferramentas parece também seguir modelos predefinidos. Ora são uma soluç ão integrada, contendo um conjunto imutável de funcionalidades, ora são vendidos como módulos gene ralistas vendidos separadamente. Solução Com a adopção do Chronos 2.0, bastará que a escola sede adquira o serviço e todos os estabelecimento s desse agrupamento poderão usufruir do mesmo, ficando ligados si e permitindo o acesso à informação (normalizada segundo os padrões do Ministérios da Educação, o MISI), módulos e funcionalidades escol hidas. Para além disso, a sua utilização não está limitada aos computadores dos estabelecimentos de en sino. Com o Chronos, qualquer utilizador registado poderá utilizar o seu computador ou outro dispositiv
  3. 3. o com browser e ligação à internet, para tirar partido do Chronos para as suas tarefas. Desta forma, evit a-se o congestionamento dos computadores disponíveis nos estabelecimentos e oferece-se mobilidade aos utilizadores. No que toca aos módulos e funcionalidades, ao invés de serem vendidos em pacotes en ormes de funcionalidades fixas, os agrupamentos poderão escolher os módulos que realmente lhes inter essam ou até encomendar novas funcionalidades que não se encontrem desenvolvidas. Qualquer funcio nalidade ficará depois disponível, para que os restantes agrupamentos as possam também adquirir. Isto permite, para além de impulsionar o crescimento da oferta da ferramenta, que os clientes não necessite m de comprar uma versão totalmente nova do Chronos, para ter as funcionalidades mais recente. O ser viço incluí ainda a possibilidade de aluguer ou gestão e manutenção dos servidores, de maneira a permit ir que escolas que não possuam departamento técnico consigam ter uma infraestrutura eficiente e poup ar na aquisição de mais recursos. Estado O Chronos 2.0 encontra-se já a ser desenvolvido ao abrigo do passaporte para o empreendedorismo. Ap ós meses de estudos e entrevistas a estabelecimentos e profissionais, de modo a compreender o merca do e ofertas, estabeleceram-se parcerias com agrupamentos de escolas no distrito de braga. Em breve s erá entregue uma versão da plataforma para testes e posterior análise de feedback. O desenvolvimento de novas funcionalidades prossegue conforme o plano traçado aquando a candidatura ao Passaporte e o input recebido após o contacto com as escolas, referente às funcionalidades mais relevantes. Modelo de Negócio De modo a rentabilizar o Chronos 2.0, foram desenvolvidas várias formas de obtenção de rendimentos t endo em conta quer a realidade do mercado, quer o modelo desenvolvido pela equipa. São elas: Mensalidade: Todos os nossos serviços requerem uma mensalidade. Quer seja para aluguer de um servi dor cloud, quer seja pelo aluguer de um servidor local, o valor da mensalidade inclui o back-up na cloud e manutenção. Existe ainda a possibilidade de configurar servidores já existentes, no entanto a sua man utenção é um serviço extra. Helpdesk/Formação: Para além do serviço em si, é possível contratar a equipa do Chronos 2.0 para form ação dos utilizadores. Apesar de todos os modelos de pagamentos incluírem um determinado número d e horas e sessões de esclarecimentoresolução de problemas, qualquer esforço extra é cobrado à parte. Desenvolvimento, Actualizações e Plugins: Uma vez que é possível a aquisição de módulos individuais d o Chronos 2.0, é possível também o desenvolvimento e venda de novas funcionalidades específicas do cl iente.

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